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Sob intensos bombardeios, situação de pacientes e equipe médica de MSF em Gaza é desesperadora

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Um homem ferido deitado em uma maca no Hospital Indonésio após um apagão, enquanto os hospitais continuam os serviços de cirurgia e tratamento com métodos primitivos devido à falta de combustível em meio aos bombardeios de Israel na região de Jabalia, na Faixa de Gaza, em 10 de novembro de 2023. [Fadi Alwhidi/Agência Anadolu]

MSF reitera apelo urgente ao fim dos ataques contra hospitais, a um cessar-fogo imediato e à proteção de instalações médicas, pessoal médico e pacientes

Nas últimas 24 horas, os hospitais em Gaza têm estado sob bombardeios implacáveis. O complexo hospitalar de Al Shifa, a maior unidade de saúde onde a equipe de MSF ainda trabalha, foi atingido diversas vezes, inclusive nos departamentos de maternidade e ambulatório, resultando em múltiplas mortes e feridos. As hostilidades em torno do hospital não pararam. Equipes de MSF e centenas de pacientes ainda estão dentro do hospital Al Shifa. MSF reitera urgentemente o seu apelo ao fim dos ataques contra hospitais, a um cessar-fogo imediato e à proteção das instalações médicas, do pessoal médico e dos pacientes.

“Estamos sendo mortos aqui, por favor, faça alguma coisa”, escreveu esta manhã um enfermeiro de MSF do porão do hospital Al Shifa, onde ele e sua família estavam se abrigando dos incessantes bombardeios. “Quatro ou cinco famílias estão abrigadas agora no porão; o bombardeio está tão perto que meus filhos estão chorando e gritando de medo. ”

“A situação em Al Shifa é verdadeiramente catastrófica. Apelamos ao governo israelense para que cesse este ataque implacável ao sistema de saúde de Gaza. Nossa equipe e pacientes estão dentro do hospital Al Shifa, onde os bombardeios pesados não pararam desde ontem”, diz Ann Taylor, coordenadora-geral de MSF nos Territórios Palestinos.

O hospital Al Shifa é o principal complexo hospitalar da Faixa de Gaza, com 700 leitos, que presta atendimento emergencial e cirúrgico. Atualmente, não há outras instalações na Faixa capazes de admitir e tratar tantos pacientes com lesões complexas, por vezes fatais. Apesar dos ataques regulares e da escassez, a equipe conseguiu manter o hospital operacional. Ontem (10/11), o hospital Al Shifa ficou sem energia elétrica. As ambulâncias não podem mais se mover para recolher os feridos, e o bombardeio ininterrupto impede a evacuação de pacientes e profissionais. No momento em que este artigo foi escrito, nossa equipe estava testemunhando pessoas sendo baleadas enquanto tentavam fugir do hospital.

“Há muitos pacientes já operados e que não conseguem andar. Eles não podem ser evacuados”, disse o Dr. Mohammed Obeid, cirurgião de MSF no hospital Al Shifa. “Precisamos de uma ambulância para transportá-los, não temos ambulâncias para evacuar todos esses pacientes”.

“Não podemos sair porque de ontem de manhã até agora operamos cerca de 25 pacientes. Se eu não estiver aqui ou o outro cirurgião, quem cuidará dos pacientes?”, questiona Obeid. “Há um paciente que precisa de cirurgia, outro que já está dormindo [sob anestesia].”

MSF denuncia a sentença de morte de civis atualmente presos no hospital Al Shifa, assinada pelos militares israelenses. É necessário que haja um cessar-fogo urgente e incondicional por todas as partes em conflito; a ajuda humanitária tem de ser fornecida agora a toda a Faixa de Gaza.

MSF perdeu contato com um cirurgião que trabalha e se abriga no hospital Al-Quds com sua família. Outras instalações de saúde, incluindo o hospital Al Rantisi, que MSF também apoiou no passado, teriam sido cercadas por tanques israelenses.

Instamos os EUA, o Reino Unido, o Canadá, os Estados-membros da Liga dos Estados Árabes, os Estados-membros da Organização de Cooperação Islâmica e a União Europeia, que repetidamente apelaram ao respeito do Direito Internacional Humanitário (DIH), a tomarem medidas para garantir um cessar-fogo agora. Os horrores que se desenrolam diante dos nossos olhos em Gaza mostram claramente que os apelos à contenção e à adesão ao DIH foram ignorados. Trabalhar com o objetivo de alcançar um cessar-fogo é a forma mais eficaz de garantir a proteção dos civis.

Milhares de pessoas ficaram feridas desde 7 de outubro, muitas das quais estão em estado crítico e necessitarão de cirurgias complexas e tratamento prolongado durante semanas, senão meses. Isto só pode ser feito com um cessar-fogo total e o fornecimento incondicional de ajuda humanitária, incluindo o acesso a alimentos, combustível e água; a sobrevivência das pessoas em Gaza depende disso.

Conselho da OAB/DF empossa ouvidora da mulher

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Em sessão do Conselho Pleno da OAB/DF (Seccional Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil) realizado nesta quinta-feira (09/11), aconteceu a posse da advogada Mayra Leão no cargo de ouvidora da mulher na Ouvidoria Geral da Seccional.

Uma das principais atribuições da nova ouvidora será o atendimento às mulheres advogadas, proporcionando um espaço seguro e acolhedor para relatar eventuais desafios, preocupações ou denúncias. Isso será feito tanto por meio de atendimentos telefônicos quanto presenciais, garantindo que todas as vozes sejam ouvidas e que as demandas específicas das advogadas sejam tratadas de forma adequada.

Para Samuel Suaid, ouvidor geral da OAB/DF, “a criação da Ouvidoria da Mulher é fundamental para garantir um ambiente seguro e acolhedor para tratar de temas envolvendo mulheres advogadas, proporcionando um espaço onde elas se sintam compreendidas, respeitadas e ouvidas em suas demandas”, observou.

Na cerimônia de posse, Mayra afirmou seu compromisso em trabalhar para garantir que as mulheres advogadas do Distrito Federal sejam atendidas. “Com a mudança no estatuto da OAB há quatro meses atrás, que tornou o assédio infração disciplinar, a presença de uma mulher na Ouvidoria para tratar de temas envolvendo a mulher se tornou essencial, uma vez que ela pode compreender de forma mais profunda as experiências, desafios e necessidades das mulheres, proporcionando um espaço de escuta atenta, apoio e encaminhamento adequado para enfrentar questões como violência de gênero, discriminação e desigualdade”, destacou

Ela ressaltou também que “uma mulher na Ouvidoria pode inspirar confiança e encorajar outras mulheres a buscar ajuda e compartilhar suas histórias”.

Programa de TV De Criança para Criança chega ao Só Play em novembro

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De forma gratuita, conteúdo educativo aborda assuntos pedagógicos, cotidianos e lúdicos

O público conta com mais uma alternativa de acesso aos conteúdos educativos do Programa De Criança para Criança (DCPC). A partir deste mês, as produções audiovisuais sobre temas pedagógicos, cotidianos e lúdicos poderão ser assistidas, de forma gratuita, na grade de programação do Só Play, aplicativo grátis de filmes e canais de TV ao vivo, encontrado nas lojas de aplicativo. Para acessar os conteúdos, é necessário fazer o cadastro solicitado pelo streaming.

“Vamos ter mais um espaço para o conteúdo que geramos nas escolas de forma gratuita, onde qualquer pessoa poderá ter acesso, além das nossas redes, gerando mais visibilidade”, explica Gilberto Barroso, cofundador da startup. Ele ressalta, ainda, que o programa já integra programações de outros canais infantis de TV aberta e por assinatura em todo o território nacional.

O espaço digital Enciclokids ganha destaque na programação, uma vez que separa por categorias, como Ciências e Saúde, os projetos desenvolvidos pelos alunos através da sua metodologia. O DCPC também já produziu mais de 1 mil animações a partir de histórias criadas por crianças. A abordagem ocorre com episódios narrados de acordo com as disciplinas desenvolvidas em sala de aula, como Língua Portuguesa e Matemática, e assuntos sociais e lúdicos, como racismo e super-heróis. “Quando a criança passa a criar conhecimento, o nível de retenção fica muito mais elevado”, completa Vitor Azambuja, também sócio do DCPC.

Reconhecido com importantes prêmios, como o WSA (World Summit Awards) e o primeiro lugar no festival ComKids Iberoamericano, o De Criança para Criança integra, ainda, a HundrED, plataforma mundial sobre educação, sediada na Finlândia.

Sobre o De Criança para Criança

O programa De Criança para Criança oferece um leque de metodologias de educação híbrida para escolas de todo o mundo. Do futuro para a escola, a proposta é oferecer às crianças a oportunidade de serem protagonistas, colocando-as no centro da aprendizagem. Através de uma plataforma simples, os professores são orientados a serem mediadores, fazendo com que os próprios alunos desenvolvam conhecimento sobre temáticas diversas. A partir de discussões, constroem coletivamente histórias, fazem desenhos e gravam locuções relativas às narrativas criadas, que posteriormente serão transformadas em animações feitas pelo DCPC, expandindo os horizontes educacionais.

https://www.decriancaparacrianca.com.br/pt/

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https://www.youtube.com/user/decriancaparacrianca

https://www.facebook.com/DeCriancaParaCrianca/

Banco Central apresenta estratégia que utilizará para regular casas que negociam criptoativos

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Apresentada nesta quinta-feira (9), a estratégia de regulação traz duas resoluções e uma instrução normativa, sendo uma delas destinada ao processo de autorização para as prestadoras de serviços de ativos virtuais (VASPs)

O Banco Central (BC) divulgou, nesta quinta-feira (9), diretrizes para a futura regulação das exchanges, correspondentes às casas que negociam criptoativos. Entre as estratégias de regulação apresentadas para guiar as instituições, constam duas resoluções, uma delas voltadas para o processo de autorização das Virtual Assets Services Providers (VASPs), que são as prestadoras de serviços dos criptos.

A disposição sobre as diretrizes a serem observadas pelas prestadoras de serviços de ativos virtuais se encontra na Lei nº 14.748/2022. Entretanto, para se dar efetividade à lei, é preciso que o Banco Central, autarquia federal responsável pelo funcionamento adequado do mercado financeiro como um todo no Brasil, a instrumentalize por meio da regulamentação.

Até o fim deste mês, o Banco Central vai abrir consultas públicas em formato inédito, exclusivas para coleta de subsídios e de informações por parte dos players que atuam no segmento de criptoativos. Paulo Portuguez, sócio do Jantalia Advogados, especializado em Criptoativos e Meios de Pagamento, explica que o objetivo do BC é obter informações sobre modelos de negócio e formatos de atuação para formatar e apresentar minutas de normativas até o fim do primeiro semestre de 2024.

“Trata-se da primeira minuta de regulamentação desse setor. Na verdade, ao que tudo indica o BC promoverá duas consultas públicas, uma somente para coleta de informações, e uma outra já voltada realmente às sugestões de regulação”, adiantou o advogado.

Em apresentação no seminário O processo administrativo sancionador no âmbito do CRSFN e do CRSNSP, o Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central (Denor) esboçou estratégia de regulação normativa para a regulação das VASPs. A ideia inicial é editar três atos normativos, duas resoluções e uma instituição normativa. “A primeira resolução será para tratar sobre conceitos gerais das VASPs, definindo o âmbito de aplicação e o objeto das VASPs, definições de conceitos para fins da norma, por exemplo, quais são os critérios e as modalidades de VASPs, qual tipo de operação vai poder ser explorada ou não”, explicou Portuguez.

Além disso, dentro desse ato normativo, também serão tratadas questões de conduta, como por exemplo, capital mínimo, regras de instituições e quais instituições poderão, ou não, operar nesse setor – uma vez que, atualmente, empresas de criptomoedas ainda não precisam de autorização ou qualquer outra licença para operar no Brasil.

“Nessa segunda resolução, espera-se definir como se dará o processo de autorização, algo naturalmente burocrático e que demanda, de fato, um detalhamento mais aprimorado” disse o advogado, que reforçou também sobre uma instrução normativa que está sob perspectiva do BC, com o objetivo de tratar sobre questões voltadas aos procedimentos e documentos que seriam exigíveis do cotidiano de funcionamento das VASPs para poderem se manter em regular atuação no mercado.

Paulo Portuguez – advogado especializado em Direito Bancário, Criptoativos e Meios de Pagamento, sócio do Jantalia Advogados. Mestrando em Direito pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (EDB/IDP).

Saúde capilar: queda X quebra dos fios

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Quando se fala em saúde capilar, as queixas mais constantes das mulheres são duas: a queda dos cabelos e fios quebrados e danificados. A dermatologista Amália Coutinho esclarece as diferenças e dá dicas de como manter os fios saudáveis

Os cabelos são a moldura do rosto e, sem dúvida, quando os fios estão saudáveis, brilhosos e volumosos, a autoestima do indivíduo responde à altura. A queda dos cabelos é um fenômeno que incomoda homens e mulheres, de diferentes idades e tem diferentes causas, entre elas, predisposição genética, quadros infecciosos prévios e questões hormonais. Já a quebra dos cabelos – comumente confundida com a queda capilar- é um relato comum após processos químicos de alisamento ou clareamento, conforme explica a médica dermatologista, Amália Coutinho: “clarear os fios sempre provocará ressecamento e aumentará o risco de quebra. Não existe clareamento sem dano”.

Dermatologista Amália Coutinho

É muito comum ouvir depoimentos, sobretudo de mulheres, que deixaram de fazer mechas ou algum procedimento nos cabelos, por estarem com queda capilar. A dermatologista Amália Coutinho explica que muitas pessoas confundem quebra com queda de cabelos e que relatos, neste sentido, são frequentes no consultório. “A queda acontece quando perdemos o fio pela raiz e, por vezes, até enxergamos o bulbo capilar bem na ponta do fio. A quebra ocorre quando o fio está muito danificado, em geral, por descoloração em excesso. A tintura, em si, não interfere na queda dos fios”, desmistifica a médica especialista.

Queda de fios

Como saber se o meu cabelo está com queda excessiva de fios? A especialista esclarece que perdemos, em média, 100 fios de cabelos por dia. “A maneira de mensurar se a queda está fora da normalidade é observar se o “bolo” de cabelos formado no banho, está maior do que de costume”, elucida Amália.

Os motivos principais para queda de cabelo são predisposição genética, estresse e ansiedade, quadros infecciosos prévios, deficiência vitamínica, alguma questão hormonal, entre outras. A identificação dessa causa faz-se necessária para adequar o melhor tratamento para cada indivíduo.

“A queda capilar pós-gestação é um quadro que acomete grande parte das mulheres, no entanto ela é temporária e, para mulheres saudáveis não se faz necessário a procura por tratamentos”, esclarece Dra Amália Coutinho. As quedas capilares após quadros infecciosos, como covid e dengue, também são muito comuns. “A pessoa tem uma queda prevista para começar de um a dois meses depois do quadro infeccioso, mas também há uma reversão espontânea”

A queda capilar que tem predisposição genética pode ser 100% gerenciada. Trata-se da alopecia androgenética – conhecida com calvície. O quadro está relacionado à presença de hormônios sexuais masculinos, em especial a testosterona. Os primeiros sintomas podem aparecer entre os 17 e 23 anos e acometem tanto homens, como mulheres.

Dra Amália destaca a importância de averiguar sempre as causas da queda capilar, sem se antecipar ao uso de polivitamínicos: “Não se renda ao apelo do marketing dos polivitamínicos orais também seria mais uma dica. Investigue primeiro. Quase sempre, eles não são necessários”.

 Quebra dos fios

A quebra do fio pode ser prevenida evitando as químicas com muita frequência, especialmente aquelas que alisam temporária ou definitivamente os fios. As tinturas podem também ressecar e exigirão maior cuidado na hidratação dos fios. As tintas semipermanentes agridem menos e são as mais recomendadas para quem quer esconder os “branquinhos”.

Dra Amália indica para quem recorre à química com constância, manter os cabelos sempre hidratados com uso de máscara uma vez na semana, evitar calor demasiado de secador e não dormir com os fios molhados.

Serviço: Dra Amália Meyer Coutinho

Local: Clínica Aluma

Endereço: SGAS 613/614 Sul – Vitrium Centro Médico – sala 186 – Brasília/DF

Telefone: 61 98257-1212 / 61 3242-3000

Site: https://amaliadermato.com.br/

Overtraining: o que é, consequências, sintomas e como prevenir

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Síndrome do Excesso de Treinamento implica em dores, edemas, lesões musculoesqueléticas e até transtornos, como ansiedade, depressão e bipolaridade

O overtraining, também conhecido como Síndrome do Excesso de Treinamento, aparece quando a pessoa realiza mais exercícios, por muito tempo ou com peso maior do que aguenta. Ele ainda surge quando há um aumento repentino de carga ou intensidade. Nesses casos, os músculos não se recuperam a tempo para realizar outro grande esforço, fazendo com que o corpo sofra indesejáveis consequências.

“Dores musculares constantes, edemas e lesões musculoesqueléticas são os efeitos mais comuns. No entanto, ele afeta também o funcionamento de diversos processos e também causa alterações constantes no humor, além de desencadear transtornos como ansiedade, depressão e bipolaridade. Tudo isso resulta em uma piora na qualidade de vida, justamente o oposto da prática regular de atividade física”, afirma Monica Marques, sócia e diretora técnica da Cia Athletica.

Existem dois tipos de overtraining. O parassimpático, que acontece quando o sistema nervoso parassimpático se torna dominante e provoca fraqueza muscular e falta de energia; e o simpático, que impede a recuperação a tempo das fibras musculares, causando rompimentos. Seus sintomas são mais perceptíveis e envolvem: fadiga, tremores, alteração do sono ou apetite, sudorese intensa, olheiras, dor de cabeça, aumento da pressão arterial, aceleração do metabolismo e queda na capacidade motora, entre outros.

Como evitar ou sair desta situação?

O repouso é a única solução para os sintomas do overtraining, pois fazem com que os músculos se recuperem adequadamente. Desta forma, o atleta perde boa parte do avanço que vinha alcançando com os treinamentos, pois há uma queda do condicionamento físico, da resistência, da flexibilidade, do equilíbrio e até mesmo do sistema imunológico. Após a pausa, ainda é importante voltar com redução na intensidade dos exercícios.

“O tempo deste descanso depende das alterações fisiológicas de cada corpo. O tratamento também consiste em uma dieta balanceada e ingestão abundante de água. O ideal é consultar um médico assim que sentir os sintomas citados, atuar com uma equipe multidisciplinar, e só voltar aos treinamentos após a autorização deles”, diz a especialista.

Para evitar chegar nesta condição, Marques aponta que nunca se deve fazer mais exercícios, séries ou repetições além do programa de treino que seu educador físico preparou. Por exemplo, se você acabou de aumentar a carga na semana anterior, não deve aumentá-la novamente, apenas quando o professor indicar.