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segunda-feira, abril 13, 2026
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SIMPLES NACIONAL

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Associações comerciais se reúne com o presidente da Câmara *Hugo Motta* e deputados da *Frente Parlamentar de Comércio e Serviço* para pressionar pelo reajuste no valor do teto da tabela de enquadramento no *MEI, Microempresa e Empresa de Pequeno Porte*.

O presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Alfredo Cotait Neto, participa de duas reuniões com deputados, na quarta-feira, 1º de outubro. A primeira agenda do dia será com a Frente Parlamentar do Comércio e Serviços (FCS). Cotait apresentará a parlamentares a relevância da proposta que atualiza o chamado Simples Nacional, em tramitação na Câmara dos Deputados.
Em seguida, Cotait vai se encontrar com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para pedir a urgência na votação do Projeto de Lei 108/2021, que propõe a correção de 83,03% no valor da tabela. Sem atualização desde 2018, o Simples Nacional é utilizado por 24 milhões de empresas no Brasil, responsáveis por 77% das vagas de emprego criadas nos últimos cinco anos.

*Reunião com Frente Parlamentar do Comércio e Serviços*
Data: 01/10/2025
Horário: 12h
Local: SHIS QL 10, Conjunto 8, Casa 6. Lago Sul, Brasília (DF)
*Reunião com Presidência da Câmara dos Deputados*
Data: 01/10/2025
Horário: 15h30
Local: Câmara dos Deputados, Brasília (DF)

Quando o poder seduz: da máxima de Lord Acton aos líderes de hoje

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A advertência de Lord Acton, “o poder tende a corromper, e o poder absoluto corrompe absolutamente”, atravessou mais de um século e ainda ecoa como um alerta quase profético diante da política contemporânea. O que parecia uma constatação moral sobre reis e imperadores do século XIX hoje encontra paralelos em presidentes eleitos democraticamente, líderes partidários e até mesmo governantes de instituições internacionais. A frase persiste porque toca em um ponto central da política: o poder não é apenas uma ferramenta de governar, mas também um teste permanente de limites éticos e institucionais.
Se voltarmos no tempo, fica claro como a concentração ilimitada de poder gerou regimes de opressão. Basta lembrar de Stalin, que transformou a União Soviética em um Estado policial, eliminando rivais e controlando a vida cotidiana dos cidadãos com base no medo. Hitler, por sua vez, levou a lógica do poder absoluto ao extremo, resultando em um regime genocida. Esses exemplos não são apenas fruto da vontade individual de tiranos, mas também da fragilidade ou inexistência de instituições capazes de conter seus avanços.

Na era democrática, seria tentador pensar que os riscos da corrupção absoluta desapareceram. No entanto, o século XXI mostra que eles apenas se transformaram. Líderes como Vladimir Putin, na Rússia, e Recep Tayyip Erdoğan, na Turquia, utilizam mecanismos eleitorais para legitimar mandatos sucessivos, enquanto ampliam o controle sobre a imprensa e o Judiciário. Em contextos diferentes, líderes de democracias consolidadas também cedem à tentação de esticar os limites institucionais em benefício próprio, como Donald Trump tentou fazer ao contestar a legitimidade das eleições nos Estados Unidos em 2020.
Filósofos e sociólogos ajudam a entender essa permanência. Maquiavel, no século XVI, já havia alertado que o governante precisa, muitas vezes, se afastar da moral comum para preservar o Estado. Isso abre espaço para que decisões duras se tornem rotina e, com o tempo, normalizem práticas que seriam vistas como abusivas. Weber, por outro lado, destacou que a legitimidade é o coração do poder político: quando líderes começam a confundir legitimidade com mero controle, a corrupção se instala. Foucault foi ainda mais longe ao argumentar que o poder não se concentra apenas no governante, mas se infiltra em instituições, discursos e relações sociais, produzindo formas de dominação que escapam ao olhar imediato da população.

A grande questão é que, em um mundo globalizado e hiperconectado, os riscos do poder absoluto não estão restritos a regimes autoritários clássicos. Mesmo em democracias, a concentração excessiva de poder no Executivo, a cooptação de tribunais ou a manipulação da opinião pública via redes sociais podem corroer lentamente os freios e contrapesos. Hannah Arendt lembrava que o poder, ao contrário da violência, depende do reconhecimento coletivo: quando esse vínculo se perde e o poder se apoia apenas na força ou na manipulação, a legitimidade desaparece, abrindo espaço para crises políticas e sociais profundas.

A frase de Acton continua sendo mais do que uma advertência moral; é uma chave de leitura para entender por que a política exige limites claros, instituições fortes e uma sociedade vigilante. Afinal, o poder não é um mal em si, mas, sem controle, transforma-se em um jogo de sedução onde até os mais bem-intencionados correm o risco de se perder.

Isabella Carpaneda celebrou seu aniversário

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No dia 17 de setembro, Isabella Carpaneda celebrou seu aniversário no restaurante Pizelli em uma festa planejada com carinho por Roseane Jordão e Tatiana Lacerda.

A decoração teve a presença especial do Bebeto, mascote criado por Isabella para apoiar a alfabetização. Mais de 70 convidadas prestigiaram a tarde alegre, repleta de brindes, boa comida e risadas. Além da data, Isabella comemorou o lançamento da nova coleção Porta Aberta, dedicada ao ensino de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental. Sua trajetória, marcada por trabalhos reconhecidos e valorizados por educadores, crianças e famílias, reafirma a relevância de sua contribuição para a educação.

 

O trono invisível: entre a tirania das emoções e a vontade de Deus

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A vida humana é, antes de tudo, um campo de batalha espiritual onde o trono do governo interno está sempre em disputa. No silêncio da alma, uma pergunta ecoa como um trovão velado: quem governa a sua vida? Suas emoções ou a vontade de Deus? Não se trata de uma questão abstrata, religiosa ou moralista — mas de uma decisão vital, que determina se você vive à deriva ou com direção, se está sendo arrastado ou se caminha com propósito.

As emoções são como cavalos selvagens: poderosos, belos, mas indomáveis quando deixados sem freio. Elas capturam o momento, ampliam a dor, distorcem a percepção e, com frequência, sequestram o discernimento. A raiva grita mais alto que a razão. O medo paralisa antes que a fé possa dar um passo. A ansiedade constrói labirintos onde antes havia caminhos retos. Viver governado pelas emoções é como nomear o vento como rei: ele sopra onde quer, muda de direção a todo instante, e jamais constrói nada duradouro.

Já a vontade de Deus, embora silenciosa e muitas vezes contrária ao impulso imediato, é uma rota firme em meio à tempestade. Ela não apaga as emoções, mas as ordena. Não anula o sentir, mas submete o sentir ao que é eterno, bom e justo. Escolher viver segundo essa vontade é declarar que há algo — ou Alguém — maior que nossos desejos, traumas ou instintos. É admitir que o centro do universo não é o nosso humor, mas um propósito que transcende a volatilidade do eu.

O drama é que muitos vivem uma fé emocionalizada, onde a vontade de Deus é invocada apenas quando coincide com o conforto emocional. “Senti paz” se tornou desculpa para decisões covardes. “Senti que não era o momento” virou fachada para procrastinação. Há uma infantilização espiritual quando confundimos direção divina com validação de sentimentos. O que Deus quer para você nem sempre vai parecer agradável no início — mas sempre será bom no fim.
Liderar sua própria vida exige coragem para desobedecer suas emoções. Rejeitar o imediatismo da ira, a sedução do orgulho ferido, o apelo das carências não supridas. Liderança emocional começa quando você deixa de buscar justificativas para seus impulsos e começa a buscar obediência àquilo que realmente edifica. A vontade de Deus é esse solo firme onde se pode construir algo eterno — mesmo que, para isso, você tenha que destruir castelos emocionais feitos de areia.

Espiritualmente, a entrega à vontade divina é o único caminho de liberdade verdadeira. Paradoxalmente, só é livre quem se submete. Só é pleno quem reconhece que não pode governar-se sozinho sem cair em autoengano. A verdadeira maturidade espiritual começa quando você para de perguntar “o que eu quero sentir?” e começa a perguntar “o que Deus quer que eu faça?”. É nessa pergunta que a vida muda de eixo, que as decisões passam a ter peso e consequência, que o tempo ganha sentido.

Este é também um ponto de ruptura. Talvez você esteja vivendo dominado por uma mágoa, por uma paixão cega, por uma expectativa frustrada. Talvez suas emoções tenham te levado a romper alianças, a abandonar projetos, a fechar o coração. Talvez você tenha feito das suas dores um trono, e sentado nelas com a coroa da vitimização. Está na hora de destronar essas emoções e render-se a um Rei maior.

Não se trata de anestesiar o que se sente, mas de ordenar as emoções ao redor de um eixo mais elevado. A vontade de Deus é esse eixo. Ela organiza o caos interno, disciplina os afetos, ilumina a mente e direciona os passos. Não espere sentir vontade de obedecer — obedeça, e então as emoções se curvarão. A alma só encontra paz quando serve a algo maior que si mesma.

Então, diante da pergunta “quem governa sua vida?”, você não deve apenas responder com palavras — mas com escolhas, com renúncias, com posturas. Porque todo governo se manifesta por leis e por frutos. Quais têm sido as leis que regem suas decisões? Quais os frutos que você está colhendo?

Eis, portanto, as perguntas que você precisa enfrentar, com sinceridade brutal:

Você tem obedecido a Deus mesmo quando isso confronta suas emoções mais intensas?

Quais emoções têm te governado secretamente disfarçadas de “direção espiritual”?

Você tem confundido conforto emocional com confirmação divina?

Está disposto a abrir mão do seu “direito de sentir” para assumir a responsabilidade de obedecer?

Em qual área da sua vida você precisa destronar uma emoção e entronizar a vontade de Deus?

A maior libertação não é deixar de sentir, mas deixar de ser escravo do que se sente.

  • E você — a quem está entregando o trono da sua alma hoje?

Prefeitura de Alfredo Wagner SC, inaugura Casa do Turista.

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Fotos : Divulgação

A Prefeitura de Alfredo Wagner SC inaugurou nesta segunda-feira (08/09), às 18h, a Casa do Turista de Alfredo Wagner SC. A estrutura foi instalada no trevo de acesso à Cidade, com um belíssimo chafariz inaugurado na mesma solenidade, em que o Prefeito Gilmar Sani cortou a faixa inaugural. O evento contou com a presença de diversas autoridades e representantes do Setor de turismo do estado de Santa Catarina, entre eles o Diretor de Cultura e Turismo, Jonas Bruch, a Presidente da Instância de Governança Regional do Turismo da Grande Florianópolis, Audrey Soares Rembowski, o Vereador Emilio Carlos Petris, o Presidente da Câmara de vereadores de Alfredo Wagner Sr. Marcio Correia representando o poder legislativo municipal, e demais autoridades e políticos locais.

Sobre a Casa do Turista, foi instalada com recursos provenientes de emenda parlamentar do Deputado Estadual Napoleão Bernardes, por intermediação do vereador Emílio Petris, contou com contrapartida financeira e de recursos humanos da Prefeitura Municipal, também contou com participação ativa da Associação de Turismo Viva Alfredo Wagner – ATUVIVAW, no processo. O espaço recebeu o nome do ex-Prefeito Sérgio Biasi Silvestri (in memoriam) em homenagem e agradecimento pelos feitos ao município de Alfredo Wagner, em especial ao setor de turismo.

O deputado Napoleão Bernardes já esteve visitando a Casa do Turista, junto a seus assessores e lideranças políticas locais, na data inicialmente prevista para a cerimônia de inauguração (25/08), adiada devido ao mau tempo,

Durante a cerimônia de inauguração, Maria Madalena Schuller, presidente da ATUVIVAW, em seu pronunciamento fez o convite para o Festival de Primavera, que será um evento cheio de cores, sabores e muita alegria para marcar a chegada da estação mais florida do ano, a abertura será no dia 26 de setembro, com show da cantora Maiara Coelho, e programação planejada para 27 de setembro e nos dois finais de semana seguintes, 04 e 05, e 11 e 12 de outubro de 2025.

A Casa do Turista é mais uma conquista da Associação de Turismo Viva Alfredo Wagner que espera tornar o setor de turismo mais forte organizado junto ao poder público, e assim exceder as expectativas de todos os associados.

O corte que eleva: a arte de dizer não para dizer sim à grandeza

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A frase de John Carmack — “Ter foco é uma questão de decidir o que não fazer” — é uma lâmina filosófica. Ela corta com precisão a névoa que envolve muitas vidas: a ilusão de que mais ação equivale a mais realização. No fundo, a vida de quem verdadeiramente sobe em direção ao alto não se constrói com o que se adiciona, mas com o que se elimina.

Vivemos em uma era de excesso. Excesso de informação, de opiniões, de possibilidades, de ruídos. E nesse mar de estímulos, o líder, o criador, o buscador — qualquer um que deseje viver com propósito — precisa tornar-se um escultor: aquele que molda o essencial subtraindo o supérfluo. Assim como Michelangelo dizia que a escultura já existia dentro do mármore e seu trabalho era apenas retirar o que era desnecessário, o foco exige esse mesmo gesto ousado de renúncia.

Foco, portanto, não é só uma capacidade de concentração, mas uma decisão ética. É uma escolha estratégica e moral: o que não vale mais minha energia, meu tempo, minha lealdade? Onde estou sendo arrastado para longe de mim mesmo? Qual parte da minha agenda é uma traição ao meu propósito? Quando alguém diz “sim” a tudo, sua alma vai se diluindo em obrigações que não edificam, em relacionamentos que sugam, em tarefas que distraem.

No campo da liderança, isso é letal. Líderes sem foco são como generais sem mapa: atiram em todas as direções, mas não vencem batalhas decisivas. Eles confundem movimento com progresso. Em vez de fazer poucas coisas com excelência e visão, atolam-se em dezenas de compromissos que apenas inflam o ego e esvaziam o legado. Líderes verdadeiramente transformadores são obsessivos com o essencial — e impiedosos com o trivial.

Na vida espiritual, o foco é uma forma de fé. Fé de que o menos pode ser mais. De que abrir mão de mil possibilidades não é perder, mas afirmar com poder aquilo que se escolheu viver. Fé de que não precisamos provar nada para ninguém se estamos alinhados com algo maior que nós mesmos. É por isso que toda grande tradição espiritual ensina o valor do jejum, da solidão, do silêncio: não como punição, mas como limpeza da alma.

Decidir o que não fazer, então, não é só um gesto de produtividade — é um ato de soberania. É reivindicar o direito de viver uma vida coerente com o que você acredita, mesmo que isso signifique decepcionar expectativas alheias, cortar vínculos, encerrar projetos ou mudar de direção. O foco é a espada que separa o que nos aproxima do nosso destino do que apenas nos ocupa.
Mas por que isso é tão difícil? Porque dizer “não” exige clareza interna. Exige saber o que você realmente quer, e ter coragem de bancar o preço disso. Muitos evitam escolher para não perder. Mas ao não escolher, perdem-se a si mesmos.

Então, que esta frase se torne um ponto de partida radical: quais tarefas, hábitos, relações ou discursos você precisa deixar de lado para que sua energia vital se concentre no que realmente importa? O que você faz apenas por medo de parecer egoísta, ingrato ou fraco — quando, na verdade, está sendo incoerente?

Dizer “não” é um voto de fidelidade à sua missão. É deixar de ser plateia da sua própria vida para assumir o palco. É cortar o que está bom para abrir espaço ao que é grande. E isso dói. Mas toda evolução exige sacrifício. Não há ascensão sem renúncia.

Por isso, não pergunte apenas “o que devo fazer?”. Pergunte também: “O que preciso parar de fazer agora, para que minha vida finalmente tenha direção?”

Essa pergunta pode mudar seu ano — ou sua existência.

Você tem coragem de parar de viver em excesso para viver com propósito?