Junior Santos. Goias x Botafogo pelo Campeonato Brasileiro no Estadio Haile Pinheiro. 14 de Maio de 2023, Goiania, GO, Brasil. Foto: Vitor Silva/Botafogo.
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O líder Botafogo recebe o Goiás, a partir das 20h (horário de Brasília) desta segunda-feira (2) no estádio Nilton Santos, com a intenção de ampliar a sua vantagem sobre o novo vice-líder do Campeonato Brasileiro, o Bragantino, que derrotou o Palmeiras por 2 a 1 no último domingo (1) para chegar aos 45 pontos, seis a menos do que o Alvinegro. A Rádio Nacional transmite a partida ao vivo.
Após sofrer três derrotas consecutivas, a equipe de General Severiano sabe que é fundamental voltar a vencer em sua casa para voltar a sonhar com conquista do Brasileiro, título que não vence desde 1995. Para retomar o caminho das vitórias o Botafogo contará com um importante apoio, o da sua torcida, que esgotou os ingressos disponíveis para a partida.
Mesmo tendo pela frente o Goiás, que ocupa apenas a 17ª posição com 26 pontos, o goleiro Lucas Perri deixou claro, em entrevista concedida na última semana, que não espera facilidades nesta segunda-feira: “Campeonato Brasileiro não tem jogo fácil, principalmente nesse momento que o campeonato está afunilando, cada time tem sua luta. O Goiás é um time organizado e temos que entrar focados”.
Para esta partida o técnico Hugo Lage tem um desfalque certo, o lateral Marçal, que foi expulso na derrota da última rodada para o Corinthians. Com isso, Hugo deve entrar na equipe titular, que seve ser formada por: Lucas Perri; Di Plácido, Adryelson, Cuesta e Hugo; Marlon Freitas, Tchê Tchê e Eduardo; Luís Henrique, Victor Sá e Tiquinho Soares.
Sem vencer há cinco rodadas (o último triunfo do Esmeraldino na competição nacional foi em 13 de agosto sobre o vice-lanterna América-MG), o Goiás precisa somar pontos para tentar deixar a zona do rebaixamento, pois ocupa a 17ª posição com 26 pontos, mesma pontuação do Vasco, a primeira equipe fora do Z4.
Mas, para tentar somar os 3 pontos no estádio Nilton Santos, o Esmeraldino não poderá contar com dois de seus titulares habituais: Palacios (suspenso por acúmulo de cartões amarelos) e Luís Oyama (que pertence à equipe carioca). Com isso o técnico Armando Evangelista deve armar a equipe com: Tadeu; Maguinho, Lucas Halter, Bruno Melo e Hugo; Morelli, Guzzo e Guilherme Marques; Allano, Anderson Oliveira e Matheus Babi.
Transmissão da Rádio Nacional
A Rádio Nacional transmite Botafogo e Goiás com a narração de André Marques, comentários de Rodrigo Campos e plantão de Bruno Mendes. Você acompanha o Show de Bola Nacional aqui:
Abertura dos portões, segunda etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022.
Provas serão aplicadas nos dias 5 e 12 de novembro
O Exame Nacional do Ensino Médio 2023 (Enem) será realizado no mês que vem, e os estudantes que vão fazer as provas começam a se preparar. Além de estar com os estudos em dia, é bom ficar atento desde agora aos aspectos práticos para a realização do exame, como a documentação necessária e o que pode ou não levar para o local das provas.
Como ocorre desde 2017, o exame será realizado em dois domingos consecutivos – antes, era aplicado em um único fim de semana, sábado e domingo. Em 2023, será nos dias 5 e 12 de novembro.
No primeiro dia de prova, os participantes fazem as questões de Linguagens e Códigos, Ciências Humanas e redação. No segundo dia, de Ciências da Natureza e Matemática.
Nos dois dias, a abertura dos portões será às 12h e o fechamento às 13h, pelo horário de Brasília. O início da prova está marcado para as 13h30 nos dois dias de prova, mas o horário de término é diferente: no dia 5 de novembro, as provas terminam às 19h e no dia 12 de novembro, às 18h30.
Como são as provas
O Enem é composto por quatro provas objetivas, com 45 questões em cada área do conhecimento: Linguagens, códigos e suas tecnologias; Ciências humanas e suas tecnologias; Ciências da natureza e suas tecnologias e Matemática e suas tecnologias.
Além disso, é preciso fazer uma redação de no máximo 30 linhas, com estrutura dissertativo-argumentativa, desenvolvida a partir de uma situação-problema.
Os itens do Enem são elaborados por especialistas selecionados por meio de chamada pública do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Eles devem seguir a matriz de referência, guia de elaboração e revisão de itens estabelecidos pelo Inep.
O que levar
No dia da prova, é obrigatório levar caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente e documento de identificação válido, físico ou digital. Também é aconselhável levar o cartão de confirmação de inscrição e a declaração de comparecimento impressa, caso precise justificar sua presença no exame.
Entre os documentos de identificação válidos estão cédulas de Identidade, identidade expedida pelo Ministério da Justiça para estrangeiros, Carteira de Registro Nacional Migratório, documento provisório de Registro Nacional Migratório, identificação fornecida por ordens ou conselhos de classes que, por lei, tenham validade como documento de identidade, passaporte e Carteira Nacional de Habilitação.
Neste ano, o Inep também incluiu os documentos digitais e-Título, Carteira Nacional de Habilitação Digital e RG Digital como documentos válidos para identificação do participante no dia da aplicação do exame, desde que apresentados nos respectivos aplicativos oficiais. Capturas de telas não serão aceitas.
O Cartão de Confirmação de Inscrição é disponibilizado algumas semanas antes da prova. Ele contém informações como número de inscrição, data, hora e local das provas, atendimento especializado (se solicitado), opção pelo Enem impresso ou Enem Digital e opção de língua estrangeira.
O que não levar
Antes de entrar na sala, os alunos recebem um envelope porta-objetos para guardar todos os itens proibidos. O envelope deve ser mantido embaixo da carteira, com os aparelhos eletrônicos desligados.
Será eliminado o participante que portar itens fora do envelope porta-objetos, como óculos escuros, boné, chapéu, caneta de material não transparente, lápis, lapiseira, borrachas, réguas, corretivos, livros, anotações, relógio de qualquer tipo, fones de ouvido e quaisquer dispositivos eletrônicos. Também é proibido portar bebidas alcoólicas e usar drogas ilícitas ou cigarros e outros derivados do tabaco no local de provas.
A Bali Jeep inaugurou sua segunda loja na manhã deste sábado (30). A unidade fica no Park Sul, ao lado do CasaPark, e conta com arrojado salão de exposição e oficina moderna para atendimento completo aos clientes. Com apenas dois anos de operações, a Bali Jeep é líder de mercado no DF e uma das três maiores redes de concessionárias da marca no País.
Adotando o novo padrão determinado pela Jeep do Brasil, a loja esbanja conforto e eficiência construtiva. Por isso, as obras duraram apenas quatro meses.
“Depois de muito esforço, entregamos a loja pronta em tempo recorde. O Fernando Perin (gerente regional da Jeep do Brasil) nunca viu uma unidade Jeep ficar pronta em tão poucos dias. Mas com a equipe maravilhosa da PaulOOctavio isso foi possível”, destacou o empresário Paulo Octávio.
Representando o GDF, o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, homenageou a família do empresário e destacou a importância do projeto da montadora e da rede de concessionárias Bali.
“A alegria do empreendedor é quando ele tem a oportunidade de abrir mais uma porta, para oferecer serviços e produtos. No caso do Paulo, são muitas as ofertas”, disse. “Mas não basta ter o espírito empreendedor. É preciso criar um grupo com sintonia. Eu sinto que as Organizações PaulOOctavio são uma grande família. Todos têm um sentimento de pertencimento, como se a empresa fosse deles também”, completou.
O secretário de Governo também avaliou a parceria do poder público com os empresários.
“Estamos vivendo um momento importantíssimo para Brasília, com obras entregues e outras que estão sendo feitas e finalizadas, para que a economia seja forte e renovada. Com o emprego estimulado, isso incentiva o empresariado e tudo funciona melhor. É um momento de leveza, como o governador Ibaneis Rocha fala para a gente”, concluiu.
Já o gerente regional da Jeep do Brasil, Fernando Perin, destacou a importância da abertura da nova loja da Bali.
“É uma conquista, não só mais um ponto de vendas. É uma referência para nós. A Bali Jeep vem entregando uma alta performance e, depois de dois anos, nós podemos fazer a expansão em uma área estratégica em Brasília para a marca”, avaliou.
Perin contou que o desafio de construir a segunda loja foi dado na entrega do Prêmio Excelência DNA Jeep, pelos destacados resultados da Bali Jeep em itens como vendas, qualidade e pós-vendas.
“Lançamos a proposta de inaugurar a loja em quatro meses, um a menos que o normal, e hoje estamos aqui comemorando. Não é uma cerimônia apenas para os clientes da marca, mas para a cidade, pela criação de empregos diretos e indiretos que geramos e que são relevantes. É uma cerimônia intimista e especial, pois é o primeiro dia de operação e de muito sucesso”, completou.
Bisneto de Juscelino Kubitschek, o fundador de Brasília, o empresário André Octávio Kubitschek encerrou a solenidade de inauguração avaliando a importância da nova Bali Jeep.
“É trabalho e dedicação de toda a equipe que nos destaca. Esse reconhecimento faz com que a Bali seja referência na cidade. Parabenizo a todos os funcionários e desejo que essa nova loja seja destaque na capital”, completou.
Procedimento já é previsto na legislação brasileira
da Agência Brasil – Brasília
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) regulamentou, neste mês, como deve ocorrer a entrega de um recém-nascido à adoção, após a gestante ou mãe biológica manifestar voluntariamente que não pretende criar a criança, independentemente da motivação pessoal. O procedimento já é previsto na legislação brasileira, pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), lei de 1990; pela Lei da Adoção (nº 13.509/2017); e pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que publicou a Resolução 485/2023.
A nova portaria do Judiciário do Distrito Federal, publicada em 15 de setembro, estabelece, entre outros pontos, os locais em que a gestante ou a mãe que pariu há poucos dias poderá declarar o desejo de entregar o filho para adoção; o atendimento humanizado à mulher participante; além da garantia de sigilo sobre a decisão de entrega voluntária; promoção de ambiente de acolhimento, de escuta, orientação e acompanhamento; a proibição de qualquer forma de pré-julgamento e constrangimento à mulher pelo ato.
No canal de podcast do TJDTF, na série Prioridade Absoluta, o juiz substituto da 1ª Vara da Infância e da Juventude do tribunal, Redivaldo Dias Barbosa, afirmou que a mulher que não deseja maternar tem o direito à entrega legal em adoção e defende medidas para prevenir o abandono, a venda da criança, o infanticídio ou qualquer outra prática que coloque em risco mãe e filho.
“O abandono ocorre quando a criança é deixada sozinha, na porta de um desconhecido ou até, como não é incomum, ser jogada na lata do lixo. E, se encontrada, será sem a informação sobre a mãe, a criança não tem informação sobre sua própria origem, [torna-se] sujeita a graves riscos, inclusive de ter a sua vida ceifada, por intempéries. Mas, na entrega legal, os direitos da criança estão preservados. E também não pode ser confundida a entrega voluntária [legal] com a entrega direta da criança a terceiro. Às vezes, a mulher julga que vão cuidar bem daquela criança. Porém, pode ser uma pessoa que, realmente, não tem a menor condição [de fazer isso].”
Passo a passo do TJDFT
De acordo com a nova portaria do TJDFT, o desejo da entrega voluntária do filho poderá ser manifestado perante a própria Justiça (na 1ª Vara da Infância e da Juventude do TJDFT) ou em qualquer uma das unidades da rede de saúde pública ou privada do Distrito Federal, instituições de ensino, centros de Referência de Assistência Social (CRAS), centros de Referência Especializada de Assistência Social (CREAS) ou demais órgãos do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA), como os conselhos tutelares.
A gestante ou parturiente que manifestar interesse em entregar espontaneamente o recém-nascido para adoção será encaminhada à 1ª Vara da Infância e da Juventude (1ª VIJ-DF). Lá, será formalizado o procedimento judicial, com a presença de um defensor público ou advogado para a mulher.
Uma equipe técnica multiprofissional deverá oferecer orientação e apoio adequados para que a gestante ou mãe possa decidir de forma mais consciente, sem pressão ou constrangimento, a respeito da entrega ou não do filho para adoção. O objetivo também é evitar que fatores socioculturais ou econômicos impeçam a tomada de decisão amadurecida pela mulher.
No momento do parto, o estabelecimento de saúde, ao ser comunicado da intenção da gestante, deverá respeitar a vontade da paciente, caso não queira ter contato com o recém-nascido.
O juiz Redivaldo Dias Barbosa reforça que a mãe que decide entregar uma criança voluntariamente à adoção não deve ser julgada, nem constrangida. “Não sabemos o motivo que levou aquela mãe a tomar a atitude. Ela pode ter passado por constrangimento ou foi vítima de violência, de estupro ou de miserabilidade na adolescência ou teve a infância negligenciada, ou foi rejeitada pela família, teve um problema familiar ou psicológico. São inúmeros os motivos que podem levar aquela mãe a adotar esse tipo de atitude.”
Pela regulamentação, após a alta hospitalar, salvo restrições médicas, será marcada uma audiência judicial para confirmar o consentimento da mãe sobre a adoção, em até dez dias.
Se houver a identificação paterna, este homem, igualmente, será ouvido pelo Poder Judiciário sobre a intenção materna. Na situação de investigação de paternidade ou ação de guarda, o processo ficará suspenso até solução do caso. Porém, na ausência da identidade do pai, será autorizada a entrega da criança unilateralmente pela mãe.
A portaria estabelece que, após a criança ser entregue para adoção, o tribunal declarará a extinção do poder familiar dos genitores. Mas, no processo, ainda existirá espaço para o arrependimento. A mulher poderá rever a decisão de entrega da criança no prazo de dez dias.
Campanha
Campanha do TJDFT sobre entrega voluntária de bebês para adoção – Divulgação/TJDFT
Para conscientizar as mulheres sobre o direito à entrega do filho para adoção, o TJDFT lançou a campanha “Entrega legal é amor, entrega ilegal é crime”.
A campanha pretende, também, informar a população sobre essa possibilidade legal e a necessidade de respeito às mulheres que optem por tal decisão.
O juiz substituto da 1ª VIJ-DF, Redivaldo Dias Barbosa, comenta a entrega legal de uma criança para adoção. “Ela é um duplo ato de amor. Por um lado, permite à criança crescer em uma família que cuide dela; de outro, permite a uma família que espera por um filho a concretização desse desejo por meio da adoção”.
Desde 2006, de forma pioneira, a 1ª Vara da Infância e da Juventude do TJDFT desenvolve o Programa de Acompanhamento a Gestantes, destinado especificamente a mulheres que procuram a Justiça com a intenção de entregar legalmente seu bebê para adoção.
A unidade judiciária ainda disponibilizou o serviço de WhatsApp para recebimento de mensagens sobre o tema, no telefone (61) 99272-7849, e o e-mail sefam.vij@tjdft.jus.br .
Legislação sobre adoção
A Lei da Adoção garante o direito ao sigilo da entrega do bebê; o direito de receber assistência psicológica; e de arrependimento dentro do prazo previsto em lei.
Em janeiro deste ano, o CNJ uniformizou para os tribunais de Justiça o procedimento para entrega protegida de bebês, por meio da Resolução 485/2023, para a adoção e o atendimento adequado à gestante ou parturiente.
Por exemplo, após a alta hospitalar, se o interesse na entrega for confirmado, o magistrado determinará o acolhimento familiar ou institucional, com emissão da guia de acolhimento no Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA).
A mulher também deve ser informada que, apesar do sigilo, será garantido o direito à criança de saber de sua origem biológica. A mãe também tem o direito de deixar informações e registros que favoreçam a preservação da identidade do filho – seja sobre o histórico familiar, da gestação e de sua decisão de entrega, seja sobre dados que possam ser úteis aos cuidadores da criança, como o histórico de saúde da família de origem.
Reservatórios de combustíveis da transpetro, em Brasília.
Empresa oferecerá 207 vagas para os quadros de terra e de mar
A Transpetro (Petrobras Transporte S.A.) anunciou, nesta sexta-feira (29), a realização de concursos públicos para admissão de pessoal de terra e mar. São 207 vagas, das quais, 154 para os níveis médio e superior do quadro de terra e 53 para o quadro de mar. Os aprovados serão admitidas na empresa ao longo de 2024.
As inscrições podem ser feitas até 30 de outubro no site do Cesgranrio, organizador do concurso. As provas serão realizadas em dezembro, e o resultado final será divulgado no dia 5 de março. O último concurso público da Transpetro foi em 2018.
A empresa tem atualmente 5.065 empregados – 3.273 do quadro de terra e 1.781 do quadro de mar. A diferença é pessoal ligado diretamente à diretoria da Transpetro, informou à Agência Brasil o gerente executivo de Recursos Humanos da companhia, Alexandre Almeida.
Nos três editais lançados, a Transpetro inovou ao dobrar para 10% o percentual de vagas estabelecido por lei para pessoas com deficiência, além de garantir 20% dos postos para candidatos negros de ambos os sexos. A ideia é compor também um cadastro de reserva, que poderá ser utilizado de acordo com a necessidade da companhia.
Importância
Almeida destacou a importância das vagas que estão sendo abertas na Transpetro. Segundo ele, hoje, a empresa tem duas questões fundamentais, que são balizadoras para os concursos: há necessidade de reposição de pessoas, porque houve processos de aposentadoria e de desligamento, por interesse do próprio empregado, e porque a empresa trabalhava muito com empregados cedidos pela Petrobras. “Então, uma parte desse pessoal novo a gente foca exclusivamente para recomposição dos nossos times de trabalho, mas já pensando no horizonte de crescimento da empresa, que está desenvolvendo novos serviços para atender a Petrobras e também outras empresas do setor de petróleo que estão atuando atualmente no Brasil.”
Ele destacou que há um déficit significativo de marítimos no quadro de operação de navios da empresa e que é preciso repor esse efetivo com brevidade, porque isso impacta diretamente na possibilidade da empresa operar”. Para poder navegar, um navio da Transpetro precisa estar com todas as funções preenchidas na hora em que a embarcação zarpa. “A ausência de um marítimo obriga a segurar outra pessoa no lugar dele, e isso faz o que a gente chama de dobra”. Ou seja, a pessoa que tinha a expectativa de desembarcar acaba sendo impedida de fazê-lo. “A minha necessidade hoje de repor esses empregados do quadro de mar aponta na reposição do efetivo.”
A Transpetro ainda não está levando em conta ainda a construção de navios, porque isso depende da aprovação e inclusão de novas embarcações no planejamento estratégico da Petrobras. Essa discussão ainda está sendo travada internamente. Se houver sinalização positiva a respeito, a Transpetro rediscutirá o dimensionamento do efetivo de mar. Hoje, a companhia opera uma frota de 26 navios.
Regionalização
Outro destaque dos editais é a realização de provas regionais para o pessoal de terra, o que permite que os candidatos escolham a região onde pretendem trabalhar. Nas vagas do quadro de mar, a disputa é nacional.
De acordo com Almeida, a intenção é que pessoas possam se candidatar para admissão nas localidades onde a Transpetro opera. A empresa atua em diversas cidades e, às vezes, é difícil, por exemplo, movimentar um empregado que é de São Paulo para uma cidade no interior ou para dentro da Floresta Amazônica. “A adaptação desse empregado é mais difícil”. Com o concurso sendo regional, a ideia é valorizar de fato as pessoas do entorno das instalações da empresa ou, na melhor das hipóteses, do estado ou região onde ela vive, para que, “não, necessariamente, se acabe exportando pessoas para essas instalações”.
Para o quadro de terra, dois concursos contabilizam 64 vagas para nível médio, em 13 cargos, e 90 para nível superior, distribuídas em 28 funções. Outro certame é destinado ao quadro de mar, com 53 vagas para oficiais, suboficiais e guarnição. O processo seletivo terá validade de um ano, podendo ser prorrogado por igual período.
No quadro de terra, os profissionais de nível médio terão remuneração inicial de R$ 5.563,90 e os profissionais de nível superior, de R$ 12.739,70. Os empregados do quadro de mar têm remuneração e benefícios no mesmo patamar dos vigentes no mercado marítimo. Para as vagas de empregados que trabalham embarcados, a remuneração, incluindo gratificação, pode chegar a R$ 15.410,02, valor que corresponde ao do rendimento do 2º oficial de náutica ou do 2º oficial de máquinas.
Os admitidos terão direito ainda a outros benefícios, entre os quais plano de carreira; auxílio-creche ou auxílio acompanhante; benefício educacional; assistência multidisciplinar de saúde; benefício farmácia; plano opcional de previdência complementar e programa de assistência especial, destinado a pessoas com deficiência.
Provas e documentos
Para os cargos de nível médio do quadro de terra, haverá provas de conhecimentos básicos de português e matemática e de conhecimentos específicos.
Para os cargos de nível superior do quadro de terra, a avaliação envolve português, inglês e conhecimentos específicos. Para os candidatos ao cargo de advogado, está prevista ainda prova discursiva.
As avaliações do quadro de mar envolvem testes de conhecimentos básicos e específicos para cada cargo, bem como avaliação física.
A empresa
Operando 49 terminais (28 aquaviários e 21 terrestres), cerca de 8,5 mil quilômetros de dutos e 36 navios, a Transpetro é a maior subsidiária da Petrobras e a maior companhia de logística multimodal de petróleo e derivados da América Latina.
A companhia presta serviços a distribuidoras, à indústria petroquímica e às demais empresas do setor de óleo e gás. A carteira da companhia conta com mais de 180 clientes.
A história e a cultura da China são milenares, mas os últimos 200 anos foram especialmente turbulentos e repletos de altos e baixos. O documentário “A Reinvenção da China”, dividido em duas partes, traz entrevistas com especialistas sobre os acontecimentos que marcaram o país desde a Guerra do Ópio, em meados do século XIX, até as consequências da Revolução Cultural do século XX. A primeira parte do filme — uma produção de Arte France, Program33 e At-Prod dirigida por Pierre Singaravélou, Ilana Navaro e Karim Miské — começa situando o espectador sobre o papel que os chineses tinham na ordem vigente no século XIX: eram comerciantes. Exportavam, sobretudo, chá para a Europa e possuíam reservas de prata. No comando do império chinês, a dinastia Qing.
Para submeter esse imenso país às suas próprias condições de comércio, a Inglaterra começa a introduzir o ópio a fim de viciar a população e provocar o caos social — o que, de fato, acontece. O imperador, então, manda destruir os carregamentos dos ingleses que, em represália, declaram guerra. Assim começa a chamada Guerra do Ópio e o declínio do império chinês.
Ao perder a guerra, a China é obrigada a indenizar a Inglaterra e a ceder a cidade de Hong Kong. Com a moral do país em baixa, inicia-se um período de instabilidade econômica e social que culmina em mais conflitos sangrentos, como a guerra Sino-Japonesa e a Revolta dos Boxers. Em ambas, a China foi novamente derrotada. Em 1911, a Primeira Revolução Chinesa encerra milhares de anos de um sistema imperial feudal e marca um novo começo que visava à modernização.
Porém, não foi o que aconteceu. O país entrou em guerra civil e, em seguida, se envolveu na Primeira Guerra Mundial sem conseguir obter vantagens nos acordos de paz após o fim do conflito. Uma revolta popular de proporções inéditas tomou conta do país em 1919, que clamava por reconstrução. Dos valores do Ocidente, os chineses só desejavam dois: a democracia e a ciência.
Desse contexto, surge o líder Sun Yat-sem, morto prematuramente aos 58 anos e tido como o “pai da nação”; e seu sucessor, Chiang Kai-shek, que entraria em conflito com um recém-formado Partido Comunista comandado por um jovem Mao Tsé-tung que, ao vencer, iniciaria uma nova página da história chinesa. A estreia é na Sexta da Sociedade, 29 de setembro, às 23h.
Quarta de Cinema (Filmes e Documentários de Metacinema) – 27/09
21h30 – “Nervo Óptico, Procura-se um Novo Olho” (Documentário)Este documentário resgata a história do grupo Nervo Óptico, que foi pioneiro nos movimentos da vanguarda artística dos anos 1970, em Porto Alegre (RS), nas áreas de arte postal, performance, fotografia e cinema-arte. Carlos Asp, Carlos Pasquetti, Clovis Dariano, Mara Alvares, Telmo Lanes e Vera Chaves Barcellos publicaram treze cartazetes e colocaram a cidade no cenário internacional da arte contemporânea. Direção: Karine Emerich e Hopi Chapman. Duração: 26 min. Classificação: 12 anos. Horários alternativos: 28 de setembro, quinta-feira, às 01h30 e às 15h30; 29 de setembro, sexta-feira, às 09h30; 30 de setembro, sábado, às 20h30; 01 de outubro, domingo, às 15h.FOTOS: https://drive.google.com/drive/folders/1KdQeUIDYCtU9Au_Zs19bRg-ZHVTfpoR-?usp=sharing
Quinta do Pensamento (Literatura, Filosofia, Psicologia, Antropologia) – 28/09
23h – “Victor Hugo e Os Miseráveis” (Documentário)Em 1862, aos 60 anos de idade, Victor Hugo publicou o romance “Os Miseráveis”, sobre a vida de Jean Valjean, um homem condenado a cinco anos nas galés (que se transformam em 19 anos de prisão) por roubar um pão. O livro se tornou um escândalo e despertou no povo o clamor por justiça. Chegou-se a questionar o que levou um conservador como Victor Hugo a escrever algo tão subversivo. E são as origens e as heranças deste clássico da literatura mundial o tema do documentário “Victor Hugo e Os Miseráveis”. Através de entrevistas com escritores e pesquisadores, o documentário investiga a história por trás de “Os Miseráveis”, buscando compreender por que esse romance tem cativado as pessoas ao longo de 150 anos. Explora os temas universais presentes na obra e sua ressonância contínua com diversos públicos. Direção: Grégoire Polet. Duração: 52 min. Classificação: Livre. Horário alternativo: 29 de setembro, sexta-feira, às 03h e às 17h; 30 de setembro, sábado, às 15h30; 01 de outubro, domingo, às 23h.PROMO:https://youtu.be/sd9Q0IaGUqsFOTOS: https://drive.google.com/drive/folders/1RCnM09zEE-qMJcRTViYwGK2iV7PPP2-s?usp=sharing
Sexta da Sociedade (História Política, Sociologia e Meio Ambiente) – 29/09 –EXIBIÇÃO EM COMEMORAÇÃO AO ANIVERÁRIO DE AILTON KRENAK (29/09)
20h30 – “Guerras do Brasil.doc” (Série) – Episódio: “As Guerras da Conquista” – A guerra da conquista ainda não acabou. Ela já tem mais de 500 anos e continua viva. O primeiro episódio da série conta a invasão e a colonização do Brasil. A chegada dos portugueses nas praias brasileiras em 1500 e sua relação com os índios que ocupavam este território há milhares de anos. Como os portugueses e, depois, os europeus chegaram, ocuparam e colonizaram o país do pau-brasil. A evangelização, a dominação, a exploração e a resistência indígena. Veja como, ao longo da história, a população indígena foi dizimada e segue sua luta, até os dias de hoje, pela demarcação de terras. Direção: Luiz Bolognesi. Duração: 26 min. Classificação: 12 anos. Horários alternativos: 30 de setembro, sábado, às 00h30; 01 de outubro, domingo, às 17h15. PROMO:https://youtu.be/yqMcFJlbiNAFOTOS: https://drive.google.com/drive/folders/1pP797GEENeKAE-P_SIF3FJRd8IlWaOC6?usp=sharing
23h – “A Reinvenção da China” (Minissérie em duas partes) – Episódio 1: “A Queda” – INÉDITO
Durante o século XIX, o Ocidente, então em plena expansão colonial, enfrentou uma China que, até então, se julgava todo-poderosa. Este meio século foi de constantes convulsões de uma nação à beira do colapso, que buscava inventar uma forma de sobreviver, sem perder a alma e ao mesmo tempo se aprimorando. Direção: Karim Miské, Pierre Singaravélou e Ilana Navaro. Duração: 52 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 30 de setembro, sábado, às 03h e às 16h30; 01 de outubro, domingo, às 22h.PROMO: https://youtu.be/whPZmKmPN6o FOTOS: https://drive.google.com/drive/folders/1NWgJmfps3L_4eF6e5HlYaucYk1vn-2G0?usp=sharing
Sábado, 30/09 21h – “Artistas Plásticos Brasileiros” (Série) – Episódio: “Tarsila do Amaral – As cores do Brasil”A vida e a obra da “caipirinha” Tarsila do Amaral é o tema deste episódio da série Artistas Plásticos Brasileiros. Estudando na Europa, ela não participou da Semana de Arte Moderna de 1922. Suas pinturas inspiraram os movimentos “Pau Brasil” e “Antropofágico”, com temas, formas e cores tiradas da memória de sua infância nas fazendas de café do interior de São Paulo. Direção: Rozane Braga e Adriana Miranda. Duração: 52 min. Classificação: Livre. Horário alternativo: 01 de outubro, domingo, às 11h30. PROMO:https://youtu.be/iiG618dub0A FOTOS: https://drive.google.com/drive/folders/1stK-ozO7vsgEx27OOU9lv_WWENbQEgAK?usp=sharing
Domingo, 01/10
23h –“O índio cor de rosa contra a fera invisível: a peleja de Noel Nutels” (Documentário) – INÉDITOO sanitarista Noel Nutels percorreu o Brasil tratando da saúde de indígenas, ribeirinhos e sertanejos e filmou muitas de suas expedições. Em 1968, foi convidado a falar sobre a questão indígena à CPI do Índio. Imagens inéditas do seu acervo e o único registro de sua voz se unem para denunciar o que ele chamou de massacre histórico contra as populações indígenas. Direção: Tiago Carvalho. Duração: 57 min. Classificação: Livre. PROMO:https://youtu.be/4I0IrkIRfAY FOTOS:https://drive.google.com/drive/folders/1Y_lMVozOzD2UGQuC1tKyaLGrh7Tgs_Iu?usp=sharing