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Fake news sobre vacinas buscam gerar medo, dúvidas e lucro

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Brasília (DF), 15/052023 - Matéria Fake News . Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

OMS fez alerta para outra emergência de saúde pública: a infodemia

da Agência Brasil – Rio de Janeiro 

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Em meio à pandemia de covid-19, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que o mundo entrou em uma outra emergência de saúde pública: a infodemia. Com o excesso de informações publicadas por todo tipo de fonte na internet, essa crise torna difícil encontrar fontes idôneas e orientações confiáveis quando se precisa. A OMS ressaltou, na época, que esse fenômeno é amplificado pelas redes sociais e se alastra mais rapidamente, como um vírus, afetando profundamente todos os aspectos da vida.

Nesse caldeirão de conteúdo, grande parte do que circula é dito sem respaldo em evidências científicas e com interesses comerciais e políticos, alerta a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) Isabela Ballalai. Desde a pandemia de covid-19, o foco dos grupos que disseminam desinformação em saúde tem sido as vacinas, o que impacta os esforços para elevar as coberturas do Programa Nacional de Imunizações (PNI), que completa 50 anos nesta segunda-feira (18).

Sob censura, surto de meningite foi um dos primeiros desafios do PNI.  Isabela Ballalai é diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações. Foto:  SBIm
Isabela Ballalai diz que os médicos têm obrigação de fazer recomendações com base em evidências científicas – SBIm

“Logo depois de anunciar a pandemia de covid-19, a OMS anunciou a infodemia. Ainda vivemos isso e vai ser difícil sair dela”, lamenta a médica.

“Por trás disso, existe uma estrutura, é um negócio que gera dinheiro para quem faz. Discordar faz parte, e a ciência precisa de concordâncias e discordâncias. É assim que ela evolui. Mas a ciência precisa se prender a evidências científicas. O médico tem a obrigação de dar sua recomendação baseada em evidências.”

Quando essa campanha de desinformação é combinada a uma baixa percepção de risco das doenças prevenidas pelas vacinas, a diretora da SBIm explica que a hesitação vacinal ganha força, mesmo entre profissionais de saúde. Médicos e enfermeiros, assim como toda a população, estão sujeitos ao bombardeio de informação na internet, e muitas das doenças prevenidas pelos imunizantes se tornaram raras ou controladas justamente pelo sucesso da vacinação.

“A maioria que ouve essas informações fica na dúvida. E, na dúvida, prefere não arriscar na recomendação. E o médico muitas vezes está ouvindo de um colega que ele conhece, porque muitas vezes os médicos chamados [para espalhar desinformação] são médicos conhecidos, ou até um médico que foi professor dele. Então, ele acredita.”

Linguagem apelativa

A desinformação sobre vacinas muitas vezes é alarmante, descreve a diretora da SBIm, e traz um tom exaltado tanto no conteúdo quanto na forma de apresentá-lo, com letras garrafais e coloridas, por exemplo. Esses conteúdos também se aproveitam de vídeos e fotos de adultos e crianças para inventarem histórias sobre situações que não aconteceram ou não estão relacionadas à vacinação.

O Distrito Federal começou a vacinar crianças acima de 6 anos contra a COVID-19
Vacinação de crianças contra covid-19 – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

“Toda vez que receber um post nas mídias de um médico renomado, de uma universidade conhecida, que fala coisas como vacina mata, estão escondendo da gente, coisas sempre muito alarmantes, desconfie. Nós, médicos, não falamos assim, não fazemos terrorismo”, descreve ela, que ressalta que, às vezes, é difícil para o público contestar as informações, que são apresentadas de maneira confusa, assustadora e até acompanhadas de supostas evidências. “Infelizmente, para você validar ou não uma comunicação dessa, você pode ter trabalho. Pode ter um artigo científico que conclui uma coisa completamente diferente de tudo que a ciência está dizendo, e você entra nele e está em uma revista. Mas que revista é essa?”

Ameaça à democracia

A circulação dessas informações já havia sido detectada pela própria Sociedade Brasileira de Imunizações, em pesquisa divulgada em 2019. Dez afirmações falsas recorrentes sobre vacinas foram apresentadas a mais de 2 mil entrevistados nas cinco regiões do Brasil, e mais de dois terços (67%) deles disseram que ao menos uma das informações era verdadeira. O cenário se agravou muito com a pandemia de covid-19 e o uso das redes sociais contra diversas instituições democráticas, como a Justiça, o sistema eleitoral, a imprensa e o próprio PNI.

Nesse contexto, autoridades como o então presidente Jair Bolsonaro defenderam tratamentos ineficazes contra a covid-19, como o que chamou de kit covid, e atacaram medidas preventivas, como o distanciamento social, além de promover desconfiança em relação às vacinas contra a doença.

Esses ataques começaram ainda no desenvolvimento das vacinas, como quando o então presidente compartilhou nas redes que a suspensão dos testes da CoronaVac era “mais uma que Jair Bolsonaro ganhava”, após a morte de um dos voluntários. Posteriormente, ficou comprovado que o óbito não teve relação com o imunizante. “Morte, invalidez, anomalia. Esta é a vacina que o [ex-governador de São Paulo João] Doria queria obrigar a todos os paulistanos tomá-la. O presidente disse que a vacina jamais poderia ser obrigatória. Mais uma que Jair Bolsonaro ganha”, escreveu em resposta a um seguidor, em novembro de 2020.

Vacinação drive-thru contra a covid-19 no Parque da Cidade, em Brasília.
Doses da vacina CoronaVac contra covid-19 – Marcelo Camargo/Agência Brasil

O coordenador do PNI, Eder Gatti, conta que o combate à desinformação em saúde tem sido o primeiro passo de uma ação sistemática do governo federal para combater esse problema em todas as áreas. Gatti afirma que o ataque à confiança nas vacinas acontece de forma sistemática e organizada e acaba levando as pessoas a terem medo de se vacinar ou desconfiarem das vacinas.

“Esse é um mal recente e relativamente pequeno no Brasil, começou agora com a pandemia, mas já causa efeitos sérios nas coberturas vacinais no Brasil e é algo para a gente se preocupar”, alerta.

“A desinformação é algo que ameaça a nossa democracia, é mais ampla que a saúde, e a ação de combate à desinformação está na saúde de forma piloto, inclusive para agir no ataque à desinformação de forma sistemática. Temos um programa estruturado que tem sido testado no sentido de identificar ações que disseminem informação e também de forma a conter o efeito”.

Mercado perverso

Presidente do Instituto Questão de Ciência, a microbiologista e escritora Natalia Pasternak recomenda que o público tenha muito cuidado com postagens, vídeos e notícias que busquem causar medo ou ansiedade, porque essa é uma estratégia usada com frequência na desinformação.

“A informação falsa é feita para emocionar, para deixar a pessoa com raiva, com medo, com vontade de compartilhar e mostrar para todo mundo. Quando você ver uma notícia dessas, com esse sensacionalismo, que foi construída para gerar medo e aterrorizar, desconfie. Esse tipo de notícia tem grandes chances de ser uma propaganda, uma notícia fabricada para enganar, e existe um mercado perverso que movimenta essas notícias e quer deixar as pessoas com medo, para vender produtos e serviços”, denuncia. “Tem gente vendendo reversão vacinal, produtos que detoxificam das vacinas e produtos associados, como livros, newsletter e estilo de vida para não precisar se vacinar. É um mercado que vende desinformação para empurrar remédios, produtos e serviços desnecessários e até perigosos. São pessoas que já estão acostumadas a operar esse mercado perverso de desinformação em saúde e que mudaram o foco depois da pandemia, porque o foco estava nas vacinas.”

Vacinação drive-thru contra a covid-19 no Parque da Cidade, em Brasília.
Vacinas contra a covid-19 se tornaram alvo de grupos que disseminam fake news – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Além disso, ela alerta que é preciso desconfiar de informações suspeitas sobre saúde mesmo que elas venham de pessoas próximas que demonstrem ter boas intenções e preocupação em alertar sobre elas.

“Desconfie e acolha. Em vez de apontar para aquele amigo ou familiar e dizer que é um antivacinista, pergunte onde ouviu, quem falou e por que acha isso. Pergunte se checou e se ofereça checar juntos. É preciso lembrar que essas pessoas são vítimas dessa máquina de desinformação. Não são essas pessoas que estão lucrando, elas estão sendo enganadas. É preciso ouvi-las com cuidado e tentar orientar da melhor maneira possível.”

Interesses políticos

A ação coordenada dos antivacinistas para prejudicar o Movimento Nacional pela Vacinação lançado em fevereiro pelo Ministério da Saúde foi mapeada pelo Laboratório de Estudos de Internet e Mídias Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NetLab/UFRJ). Somente no antigo Twitter, o NetLab conseguiu identificar um grupo de 36 mil perfis que retuitaram mais de 100 mil publicações com conteúdo antivacina após o lançamento. Tal articulação acabou sendo mais intensa que a dos 41 mil perfis que fizeram 79 mil retuítes a favor da vacinação.

O NetLab explicou na época, que, em diversos momentos, a pauta política do país é um gatilho para campanhas de desinformação, e o movimento pela vacinação foi um episódio emblemático. Isso ficou claro quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se vacinou na campanha, e a extrema direita ativou uma articulação muito intensa em que várias narrativas são acionadas em diferentes plataformas, tentando trazer dúvidas sobre o quão seguras as vacinas são.

Carlos Eduardo Barros é coordenador de projetos e pesquisador assistente no NetLab UFRJ. Foto: Aquivo Pessoal
Carlos Eduardo Barros diz que a desinformação sobre vacinas tem relação com interesses econômicos e políticos – Aquivo pessoal

Coordenador de projetos e pesquisador assistente no NetLab UFRJ, Carlos Eduardo Barros contextualiza que a desinformação sobre vacinas nos últimos anos está intimamente relacionada a interesses econômicos e políticos. O pesquisador explica que, quando se fala em desinformação, não se trata de erros que todos estão sujeitos a cometer ao se comunicar, mas de uma estrutura de propaganda que realmente opera com o objetivo de causar engano e confusão, oferecendo uma alternativa que é lucrativa para seus financiadores.

“Por isso, quando tivemos o auge da covid-19 no Brasil, por exemplo, antes de aumentar o número de pessoas contaminadas, aumentaram os lucros de venda dos supostos tratamentos precoces prometendo curas milagrosas que ‘a mídia estaria escondendo’”, afirma ele, que resgata outro caso emblemático: “A primeira onda de boatos sobre vacinas causarem efeitos absurdos começou em 1998, quando um cientista publicou uma pesquisa associando a tríplice viral com o autismo. Logo descobriam que os dados eram falsos, e ele tinha sido pago por uma empresa farmacêutica que se beneficiou com a queda de vendas daquela vacina. Mas a que custo? Estudos sobre esse caso destacam que o papel da mídia na época, dando espaço para o falso cientista mesmo depois da fraude comprovada, acabou espalhando a ideia de “perigo” das vacinas, e até hoje influencia grupos antivax.”

Diante de uma máquina profissional de produzir e espalhar mentiras, até mesmo profissionais de saúde podem ser enganados, ressalta o pesquisador, principalmente quando o tema da desinformação não é sua especialidade profissional. Ele aponta que estudos no campo da desinformação sobre ciência mostram que pessoas com alto nível de especialização são igualmente suscetíveis a acreditar em uma informação falsa sobre outra área que elas desconhecem, e podem ser ainda mais difíceis de aceitar que foram enganadas.

“Além disso, dificilmente um profissional que não seja pesquisador terá tempo para se atualizar na mesma velocidade das descobertas científicas – e a ciência também não é um corpo imóvel de conhecimento, ela muda o tempo todo conforme aprendemos novas coisas”, afirma. “Essa é a importância das instituições como o Ministério da Saúde e a OMS. E por isso também é perigoso quando uma figura de autoridade, seja cientista, jornalista ou político famoso, difunde uma ideia mentirosa. Porque a partir dessa pessoa é provável que muitos, até bem intencionados, sejam influenciados e até reproduzam discursos similares.”

Fumo”: livro do músico Juliano Costa, lançado pela editora Patuá, leva o leitor para dentro da cabeça de ex-fumante reticente

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“Fumo”, primeira obra do músico paulistano, é o diário de alguém que tenta parar de fumar, mas acaba gostando tanto de escrever sobre cigarro que passa a questionar sua decisão

“Inspira fundo. Puxa todo o amor pra dentro de você e agora solta tudo, num longo sopro, manda todo o amor pro mundo.”.Trecho de “Fumo” (pág. 59)

“Longe da pretensão confessional dos diários íntimos ou de qualquer autoralidade forçada, Fumo, a ficção diária de Juliano Costa, é um sagaz e divertido exercício literário.”Roberto Alves, que assina a orelha da obra.

Juliano Costa (@julianofmcosta), músico, escritor, marceneiro e fumante paulistano, debruçou-se sob um diário para relatar sua rotina enquanto registrava os primeiros dias de uma vida sem nicotina. Durante o processo, se encontrou mais empenhado em sua escrita que na tentativa de deixar o cigarro. Ao longo das páginas e dos dias, a dúvida nasceu: escrever para parar de fumar ou fumar para continuar escrevendo?

Daí surgiu o seu primeiro livro, “Fumo” (Editora Patuá, 120 páginas). Escrito como um romance em forma de diário, a obra tem como principal tema a relação do personagem com o ato de fumar e o domínio exercido por esse objeto sedutor na vida do fumante, desdobrando-se também em assuntos como amizades, trabalho, rotina e sonhos. 
“Em 2021 tentei parar de fumar e li que uma estratégia seria criar um diário sobre esses dias, para escrever sobre o que estava sentindo a cada dia de abstinência e marcar o progresso da tentativa”, relata Juliano. “Comecei fazendo isso mas no quarto dia sem fumar, estava muito mais interessado nesse diário do que de fato na tentativa de parar.

Eu passava o dia todo pensando em o que poderia escrever no diário o que atrapalhou o processo de parar de fumar. Então decidi voltar a fumar e continuar escrevendo sobre o tema”, conta.

Mesmo fictício e propositalmente fantástico, o livro tem passagens familiares a todos que já tiveram um cigarrinho como companhia. O diário acompanha o protagonista ao longo de 30 dias. Nesse mês, ele registra suas agonias e pirações a partir do dia em que decidiu parar de fumar. O herói, assim como seu criador, se encontra fascinado por conversar com o diário a respeito do cigarro e passa a questionar a escolha de rejeitar o vício.

Sem conseguir se livrar da sombra projetada pela falta de nicotina, passa a enxergar cigarros todos os segundos de seu dia. Ele sonha acordado e traz à tona recordações de momentos pitorescos que sempre envolvem o tabaco enrolado num papel com filtro. De preferência, um Marlboro Vermelho, favorito do personagem. 

Em um trecho do livro situado na página 68, o personagem compara o ato de parar de fumar como uma prova de resistência do BBB: “Só que essa não acaba nunca e você nunca ganha, só fica lá resistindo até desistir ou morrer. Não tem vitória. Ninguém oficialmente venceu a luta contra o vício. A pessoa pode, no máximo, estar vencendo. (…) Parar de fumar é uma eterna tentativa, a outra opção é perder. Perder, sim, é possível. Aliás, provável. Fumou, perdeu. Pronto.”

Capítulos pontuais ainda fazem uma digressão à vida do personagem. Em um primeiro momento, traz uma pesquisa rápida com informação sobre a história do tabaco e pouco depois, ousa quebrar a parede para conversar com o revisor e preparador do livro Roberto Alves, que assina sua orelha. O escritor traça uma jornada pouco convencional, mas divertida e consciente ao explorar o tema, especialmente quando contrapõe o prazer e cuidado à saúde, essas forças antagônicas que sufocam a vida do fumante. Ainda servindo um pingue-pongue com a fantasia, presta citações e referências a figuras públicas que incluem o reality-show “Vida a Bordo” e chegam até Caetano Veloso, passando pela cultura pop em “Harry Potter” e “Vingadores”. 

Juliano gosta de escolher e encaixar as palavras da maneira mais simples possível, mas faz isso construindo cenas precisas e fáceis de serem imaginadas. Entre suas principais referências, estão brasileiros contemporâneos, apontando nomes como Marcelino Freire, André Sant’Anna, Antonio Prata, Eliana Alves Cruz. “Escrevo desde os 20 anos mas nunca gostava do que eu escrevia. Em 2012 fiz um curso com o Marcelino Freire e isso mudou minha relação com a escrita. Desde então venho fazendo algumas experiências para achar um jeito legal de escrever.”

Nascido em 1990, em São Paulo, Juliano, como músico, já lançou, pelo projeto Primos Distantes, os discos Primos Distantes (independente, 2014) e Primos Distantes Ao Vivo (EAEO records, 2015). Em carreira solo, lançou o álbum visual

A Trilha da Trilha (independente, 2020), o disco Barco Futuro (selo Ei Som, 2021). Também está trabalhando em seu próximo disco solo, Vida Real, com previsão de estreia para 2024. Como escritor, no momento, participa de um projeto que homenageia a Navilouca ─ revista de poesia e arte que circulou no Brasil numa edição única em 1974.

Além de “Fumo”, o autor publicou um conto no livro “Leia esta canção: Beto Guedes”, da editora Garoupa, uma coletânea de histórias inspiradas na obra de Beto Guedes, músico montes-clarense e notório membro do Clube da Esquina.


Adquira a obra na loja da Editora Patuá:https://www.editorapatua.com.br/fumo-romance-de-juliano-costa/p

Urban Arts celebra o Dia do Cliente com campanha especial

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Produtos da marca terão descontos progressivos nas lojas físicas e no e-commerce
Em comemoração ao Dia do Cliente, a Urban Arts realiza uma campanha especial nos dias 15, 16 e 17 de setembro: a “Semana do Cliente”, com descontos progressivos em uma ampla seleção de produtos da marca.

A ação é ideal para quem deseja renovar a decoração da casa, adquirir obras de arte exclusivas ou presentear alguém com produtos de alta qualidade e que refletem a criatividade e o estilo únicos da Urban Arts.

A marca oferece 10% de desconto na compra de 2 quadros; 15% de desconto na compra de 3 quadros; 20% de desconto na compra de 4 quadros ou mais e 30% de desconto em almofadas. A promoção é válida tanto para as galerias físicas como para o e-commerce.
Com a Semana do Cliente Urban Arts, a marca reafirma o compromisso em proporcionar uma experiência excepcional aos clientes e impulsionar a missão de conectar pessoas à arte, oferecer produtos de máxima qualidade e apoiar o talento de milhares de artistas. 

URBAN ARTS

www.urbanarts.com.br@urbanarts

Líder no segmento de artes, a Urban Arts nasceu em 2009 da materialização do sonho de André Diniz, um apaixonado por design e ilustração, de tornar a arte acessível. A galeria que nasceu online e hoje já conta com 30 unidades físicas em 20 cidades, traz consigo a ideia de reunir artistas independentes do Brasil e do mundo produzindo artes exclusivas, autorais e com tiragem limitada de forma acessível a clientes. A entrada do sócio Gustavo Guedes abriu novos horizontes e fez com que a marca multiplicasse seu faturamento ao tecer uma rede de franquias sólida. Após mais de 10 anos, o acervo da Urban Arts conta com mais de 250 mil imagens de mais de 9 mil artistas.

Semana do Cerrado do Lago Oeste

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Até 16 de setembro, a Associação dos Produtores Rurais do Lago Oeste e a Associação dos Amigos da Floresta promovem uma semana de diálogo em defesa do bioma Cerrado com feiras, palestras, oficinas, cursos e passeios na região

Em comemoração ao mês em que se celebra o Dia Nacional do Cerrado, a Associação dos Produtores Rurais do Lago Oeste e a Associação dos Amigos da Floresta realizam pelo terceiro ano consecutivo, de 11 a 16 de setembro, a Semana do Cerrado do Lago Oeste. O objetivo é impulsionar a defesa e a valorização do bioma com uma programação que aproxima o público do ecossistema. 

Será uma semana de intensas atividades a exemplo de visita guiada e caminhada de recolhimento de lixo pela DF 001, cursos, palestras, apresentação de teatro ambiental, exposição fotográfica de pássaros, exposição de mapas da região do Lago Oeste a pintura de patinhas na rodovia para chamar atenção ao grande número de atropelamentos de animais na região. Toda a programação é gratuita e irá ocorrer no Lago Oeste na Asproeste, CED Prof. Carlos Mota, Sítio Vila das Cabras e, também, no Parque Nacional de Brasília.

O lançamento oficial aconteceu nesta segunda-feira, 11 de setembro, exatamente no Dia Nacional do Cerrado com uma palestra sobre FOGO com os grupos de combate ao fogo que atuam na região, os Guardiões da Cafuringa e o Esquadrão Sucupira. Na oportunidade foram apresentadas informações sobre a prevenção e o combate ao fogo da região, conhecido como um dos mais difíceis combates no Brasil. Na mesma noite, outras atrações: Exposição fotográfica de pássaros do cerrado, Exposição de mapas da região, degustação de produtos do cerrado e distribuição de mudas nativas para todo o púbico presente como incentivo ao plantio de árvores do cerrado. 

A semana seguirá com uma extensa programação que, como nas edições anteriores, inclui os alunos da escola pública local, o CED Professor Carlos Ramos Mota. Na terça-feira, dia 12 de setembro, haverá na escola contação de história e oficina de Observação de Aves.  Também estarão por lá o PREVFOGO, CBMDF e Brigada do Brasília Ambiental. Na quarta, os alunos assistirão um documentário sobre o cerrado, irão visitar o Sítio Vila das Cabras e o Instituto abelha Nativa. À noite, na Asproeste, palestra sobre ÁGUA para toda a comunidade de Brasília. Na quinta-feira, seguindo a programação, tem plantio de árvores nativas do cerrado, campanha contra atropelamento e visita ao viveiro educador e mandalas de ervas com distribuição de mudas do cerrado. Sexta-feira a programação será com apresentação de teatro ambiental.

No sábado, finalizando essa semana de diálogo, conscientização ambiental, educação ambiental, prevenção ao fogo e ampliação do conhecimento sobre a água, as atividades serão realizadas na ASPROESTE. A partir das 8h, acontece a Feira de Produtos do Cerrado, a Feira de Troca de Sementes do Cerrado, com roda de conversa e distribuição de 50 mudas nativas e Palestra Jardins de Sequeiro com Prof. Júlio Pastore (UnB) às 9h30. Ainda , exposição de quadros do pintor Carlos Alvarez com pinturas com temas do Cerrado, água, fauna e flora, e apresentações do Cantor Rico Rezende (MPB), de 10h às 12h, e do Grupo de Folia do Lago Oeste do Sr. Raimundo, a partir das 12h30.

LAGO OESTE

A apenas 22km do centro de Brasília, o Lago Oeste desperta o interesse pela sua natureza, clima, agroecologia, ruralidade, gastronomia e inúmeras atividades de lazer e esporte. Este ano, a Associação dos Produtores do Lago oeste – ASPORESTE tem feito uma grande campanha em prol de um Lago Oeste Preservado e Rural para aprovação no PDOT que está em atualização para 2020/2023. Saiba mais sobre o PDOT e as reivindicações do Lago Oeste:  https://asproeste.org.br/pdot/

SERVIÇO

Semana do Cerrado do Lago Oeste
Quando: 11 a 16 de setembro de 2022
Onde: Asproeste (Rod. DF 001 ch. 67 – 3478-1337); CED Prof. Carlos Mota (Epct DF 001 km 13 Chapada da Contagem – 3478-1749); Sítio Vila das Cabras (Rod. DF 001 rua 10 ch. 16 – 99973-0188) 
Entrada: Gratuita. 

Programação

15/9 (sexta-feira)

  • ASPROESTE, manhã e tarde

Apresentação do espetáculo Música Reciclando com Junai

  • Rod. DF 001, manhã e tarde

Caminhada com os alunos da Escola para recolhimento de Lixo na Ciclovia, entre as ruas 09 e 07.

16/9 (sábado)

  • ASPROESTE, a partir das 9 h

8h às 14h: Feira do Lago Oeste com venda de pordutos e Feira de troca de sementes e distribuição de mudas do cerrado

9h30: Palestra Jardins de Sequeiro com Prof. Júlio Pastore (UnB)

10h às 12h: Apresentação do Cantor Rico Rezende (MPB) 

12h30: Grupo de Folia do Lago Oeste do Sr. Raimundo 

Exposição de quadros do pintor Carlos Alvarez com pinturas com temas do Cerrado, agua, fauna e floraRod. DF 001, às 9h
Caminhada para recolhimento de Lixo na DF 001 com Grupo Nativa capoeira, Professor Pacheco e Professor Tide. 

Festival de Cinema de Vitória aumenta janelas de exibição para filmes 

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Vitória (ES) - 30º Festival de Cinema de Vitória. - Atriz e poeta Elisa Lucinda, que será homenageada deste ano do festival. Foto: Gustavo Louzada

Evento apresentará 100 obras e homenageará poeta Elisa Lucinda

da Agência Brasil – Rio de Janeiro 

A atriz e poeta Elisa Lucinda é a homenageada do 30º Festival de Cinema de Vitória, que começa na próxima segunda-feira (18), no Centro Cultural Sesc Glória, na região central da capital do Espírito Santo.

Segundo a produtora executiva do festival, Larissa Delbone, Elisa Lucinda foi escolhida para ser homenageada porque, além dela ser capixaba, dialoga muito com o que o festival vem buscando, através dos seus homenageados. “É uma mulher capixaba, tem tudo a ver com a volta para a nossa história, depois de 29 edições e, também, porque Elisa tem uma relação muito forte com o cinema brasileiro”, disse Larissa.

“O festival é estritamente brasileiro e ela é uma atriz que nos enche de orgulho”, afirmou a produtora. O festival se estenderá até o sábado (23).

Elisa Lucinda receberá o Troféu Vitória e o Caderno da Homenageada no dia 21, às 19h. A publicação é assinada pelos jornalistas Lais de Mello Rocio, Leonardo Vais e Paulo Gois Bastos, e trata da vida e da trajetória profissional da atriz. “Estou me sentindo tão importante sendo homenageada no Festival de Cinema da minha terra. Sempre quis ser um orgulho capixaba. Não adianta nada fazer sucesso no mundo inteiro sem o aplauso da mãe da gente, sem o amor da aldeia”, disse Elisa Lucinda, que dará entrevista à imprensa no dia 22, às 15h, no Hotel Senac Ilha do Boi.

Todas as atividades são gratuitas, entre as quais mostras, oficinas e debates sobre os filmes exibidos. A programação se dividirá entre o Sesc Glória, o Cine Metrópolis, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), e o Hotel Senac Ilha do Boi.

Produção

Larissa Delbone chamou a atenção para o fato de o cinema brasileiro viver um período de grande produção. “E a gente tem que se responsabilizar cada vez mais pelo aumento das janelas de exibição para o nosso cinema. O fato de comemorar 30 anos de festival, com uma seleção muito vasta, é a nossa grande lição. São mais de 100 filmes, entre curtas e longas-metragens, que serão exibidos durante o evento. É o cinema nacional em exibição mesmo!.”

A produtora executiva apontou uma característica importante do festival no estado, que o posiciona como pioneiro no Brasil: a valorização do acesso. “Hoje, 90% do nosso público são periféricos. É um público que se desloca para estar na sessão do festival, e eu acredito muito nesse evento para o cinema brasileiro”. Larissa lembrou que a maioria das salas de cinema de Vitória fica em shopping centers, com programação tomada por filmes estrangeiros. “Por isso, fazemos do Espírito Santo, uma vez por ano, a maior janela de exibição do cinema brasileiro.”

Para a edição 2023, a organização do festival recebeu 1,2 mil títulos do Brasil inteiro e selecionou 100 para exibição. No dia 23, serão entregues prêmios para 37 categorias, incluindo o do júri popular.

Homenageada

Elisa Lucinda é nasceu em Cariacica, na região metropolitana de Vitória. Aos 11 anos, iniciou os estudos de declamação de poemas, arte que exerce até hoje. Formou-se em jornalismo em 1982 e começou a exercer a profissão como repórter e apresentadora de TV, mas acabou trilhando outros caminhos artísticos. Na segunda metade da década de 80, mudou-se para o Rio de Janeiro e entrou para o curso de interpretação teatral da Casa de Artes de Laranjeiras (CAL).

Em 35 anos de carreira, trabalhou em cinema, teatro e televisão. No cinema, o primeiro trabalho foi A Fábula da Bella Palomeira, de Ruy Guerra, em 1987. Em 2020, foi a vencedora do Prêmio Especial do Júri do Festival de Cinema de Gramado, pelo conjunto da obra, com o filme Por que Você Não Chora?, de Cibele Amaral, em 2021. Seus últimos trabalhos no cinema foram O Pai da Rita, de Joel Zito Araújo, e Papai é Pop, de Caíto Ortiz, ambos em 2022.

Na televisão, o trabalho mais recente foi a novela Vai na Fé, de Rosane Svartman, encerrada neste ano. Estreou em 1989 em Kananga do Japão, dirigida por Tizuka Yamazaki, na extinta TV Manchete. No palco, Elisa está há 21 anos com o solo Parem de Falar Mal da Rotina. O espetáculo de sua autoria, que deu origem a uma publicação homônima, já percorreu todos os estados brasileiros, além de ter feito temporadas na Holanda, na Espanha, em Portugal, em Moçambique e em Cabo Verde.

Com 19 livros publicados, Elisa Lucinda se tornou uma das mais importantes poetas do Brasil. Entre os destaques de sua obra estão O SemelhanteEu te Amo e Suas EstreiasA Fúria da Beleza Vozes Guardadas, além dos romances Fernando Pessoa: O Cavaleiro de Nada, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura em 2015; e Quem me Leva Para Passear, finalista do Prêmio Jabuti 2022 na categoria romance de entretenimento. Também é autora da coleção infantil Amigo Oculto, pela qual ganhou o Prêmio Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.

Dentro ainda do universo da literatura, a artista fundou, em parceria com a atriz Geovana Pires, a Casa Poema. A instituição cultural desenvolve projetos voltados para o fomento e a popularização da poesia. Em 2021, Elisa Lucinda tomou posse na Academia Brasileira de Cultura, ocupando a cadeira de Olavo Bilac.

CRIS BARROS lança o novo drop de seu Verão 24

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SS24 ARCHIVES – UTOPIA DA MEMÓRIA
Ao fechar os olhos, eu me vejo no berço da civilização entre os vales dos rios Tigres e Eufrates. Da abundante Mesopotâmia até a fascinante Macedônia, aqui estou, hipnotizada pelas cenas do nascimento das primeiras grandes trocas culturais do mundo. 

O que faz que uma imagem se eternize na nossa memória mais que outra? A essência de que se tornará referência e legado. O futuro é construído a partir desses fragmentos do passado, oscilando até a utopia das nossas memórias coletivas na era digital. 

O Verão SS24 explora essa conversa entre o antigo e o moderno, onde tudo se reinventa de novo. 
-Cris Barros.
BOOK 1: CÁPSULA MEMÓRIA DIGITAL + CRIS BARROS MINI SS24
 Lançamentos chegam às lojas apresentando edições cápsula adulta e infantil bordadas e estampadas feitas à mão no ateliê da marca
Através de um olhar moderno e que perpassa gerações, CRIS BARROS buscou no berço da civilização e em suas primeiras trocas culturais a referência inspiradora para o novo lançamento cápsula do seu Verão 24, Memória Digital, e novidades infantis, CRIS BARROS MINI SS24. O savoir-faire da marca é estampado de modo solar e brilhante em tecidos, modelagens, estampas e bordados feitos à mão no ateliê. A partir de 13 de setembro, as novas texturas e volumes estarão disponíveis em todas as lojas físicas e e-commerce CRIS BARROS. 

A cápsula reúne o statement oriental e versátil da coleção em vestidos longos plissados, bordados texturizados, com e sem mangas volumosas em suas mais distintas propostas para a estação. Drapeados e amarrações se aliam a aplicações hand-made em coletes, vestidos, saias, casaquetos e conjuntos de tops e calças em uma cartela vibrante de cores e imersas em estampas artesanais.
 
Para os pequenos, a estilista ressignifica as memórias coletivas mais felizes em edição fun que contagia pelo estilo e estampas únicas da coleção. Tomam a frente os vestidos e conjuntinhos florais convidando a brincar com styling dos lenços, elevados ao posto de carro-chefe da temporada.
 
A cápsula Memória Digital e coleção infantil MINI do verão SS24 | Archives – Utopia da Memória, são lançadas a partir do dia 13 de setembro nas lojas físicas e e-commerce de CRIS BARROS, além dos principais marketplaces e multimarcas do país.
CRÉDITOS
Fotos: Juliana Rocha
Direção Criativa: Cris Barros 
Direção de Arte: Renata Corrêa e Roberta Cardoso
Styling: Renata Corrêa
Beauty: Guilherme Casagrande
Direção executiva: Dani Barros Verdi
Marketing e produção executiva: Lisa Debatty e Letícia Engel

CRIS BARROS
www.crisbarros.com.br
@crisbarrosofficial
Sobre CRIS BARROS
Fundada em 2002 pela estilista Cris Barros, a marca que leva o seu nome é reconhecida pela contemporaneidade das criações, qualidade em cada detalhe e um storytelling diferenciado, criando uma imagem única.  As coleções sempre unem modelagens elaboradas a um universo particular. O resultado é uma moda autêntica e livre com peças autorais que transcendem o tempo.