26.4 C
Brasília
quarta-feira, junho 10, 2026
Início Site Página 215

ARTISTA PLÁSTICO RICARDO LUIZ REALIZA SUA PRIMEIRA EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL     

0

    “Circuito Utópico” leva ao Espaço Cultural Renato Russo,508 Sul, a discussão sobre os limites da estética, entre o digital e o analógico. 

A galeria Parangolé, do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul, recebe a primeira exposição individual do artista brasiliense Ricardo Luiz: “Circuito Utópico”. Sob a curadoria de Wagner Barja, a mostra ficará em cartaz entre 3 de agosto e 19 de setembro.

Serão exibidas cerca de 30 obras, realizadas no período que vai de 2019 a 2023, entre elas a série relevos 3D, peças em dobraduras de papel algodão como suportes de rigorosa pintura. São formas e cores marcantes com desenhos sobre volumes, onde as linhas do exímio desenhista brincam com os elementos geométricos da composição. O jogo das cores que anima o olhar faz parte da estrutura de todo o conjunto da sua obra — diz Barja. 

Nesse conjunto, a narrativa geométrico-formalista se destaca não só  pelo rigor da manufatura, mas também pela destreza e pelo total domínio técnico. Aos que não presenciaram a execução do trabalho do artista no ateliê, surge invariavelmente uma dúvida: a pintura sobre papel é uma colagem digital ou uma pintura de fato? Em resposta, o artista sorri orgulhoso; no seu método de trabalho, a perfeição é uma meta — completa o curador.

Antes de estrear com uma mostra individual, o artista realizou trabalhos da série Roscharch, pintura acrílica em aguadas coloridas com simbólicas referências aos povos originários e animais da Amazônia.

Em pequenos, médios e grandes formatos, a maior parte das obras que farão parte de “Circuito Utópico”, foi criada por Ricardo Luiz no período da pandemia. A produção da mostra é da NACO- Núcleo de Arte do Centro Oeste.

SERVIÇO:

Exposição: “Circuito Utópico” do artista plástico Ricardo Luiz

Curadoria: Wagner Barja

Espaço Cultural Renato Russo- 508 sul

Galeria Parangolé

Data: 3 de agosto a 19 de setembro

Horário: De terça a domingo, das 10h às 20h

Entrada franca

No espetáculo “Set”, Thabata Lorena apresenta seu olhar para o futuro

0

Centrado na performance e em seu novo álbum, show fica em cartaz nos dias 28, 29 e 30 no Teatro Paulo Autran, em Taguatinga

Thabata Lorena apresenta o espetáculo “Set”, uma visão inspiradora para o futuro, com foco em sua performance e nas músicas de seu novo álbum. O show é apresentado nos dias 28, 29 (às 20h) e 30 (às 18h), no Teatro Paulo Autran, em Taguatinga, com entrada gratuita.

Em “Set”, Thabata compartilha seus sonhos, amores, cores favoritas, vida e história por meio de uma fusão de música, performance e artes visuais. Ela une elementos diversos, desde orquestra até trap, do clássico ao popular, em um desfile de alegorias que apontam para um Nordeste futurista e para a música urbana.

O espetáculo marca uma virada na carreira de Thabata, apresentando sete músicas inéditas de seu próximo álbum, com lançamento previsto para agosto. “Set” traz a música para o teatro, e permite que o público aprecie a estética e os símbolos presentes nas composições de Thabata.

Com uma abordagem multilinguagem, o espetáculo combina dança, expressão corporal e elementos inspirados na cultura do bumba meu boi, tradição do Maranhão, estado de origem da artista. Thabata destaca a figura da vaca como protagonista, simbolizando os mistérios da vida e trazendo à tona discussões femininas.

A artista reforça a importância do mês de julho, em comemoração à luta e a intelectualidade das mulheres negras, oferece ao público uma experiência sensorial transcendente para romper barreiras e convida a periferia para os teatros de forma acolhedora. “Ocupar e resistir com arte nesses espaços historicamente negados à periferia é um ato político importante”, destaca a artista. 

Em seu novo espetáculo, Thabata conta com uma equipe talentosa, incluindo Ana Quintas, na iluminação, Anibal Alexandre (VJ Nibêra), na videografia e Jonathan Andrade, na direção de cena.

Influências

O afrofuturismo é um elemento vital para Thabata e dá o tom em “Set”, trazendo uma estética brasileira para o rap. Para a artista, “quando artistas negros conseguem viabilizar sua arte, isso traz uma sensação de liberdade e promove um futuro mais promissor”.

A periferia desempenha um papel fundamental na cultura e influencia o mercado artístico. Neste sentido, Thabata enfatiza a importância de reconhecer e valorizar a criatividade periférica. “A arte produzida nesses locais estabelece tendências para a próxima década”, conclui.

SERVIÇO

Espetáculo “Set”, de Thabata Lorena

Dias 28 e 29 de julho, às 20h, e 30 de julho, às 18h

Teatro Sesc Paulo Autran (Setor B Norte, CNB 12, Área Especial 2/3 – Taguatinga)

Entrada gratuita pelo Sympla (sympla.com.br/evento/espetaculo-set/2071649)

Classificação indicativa: 14 anos

Instagram: instagram.com/thabata.lorena

Espumantes da Cooperativa Vinícola Garibaldi avançam no mercado chileno

0

Parceria com importadora amplia para sete o número de rótulos disponíveis naquele país

A relação da Cooperativa Vinícola Garibaldi com o Chile é afetivamente positiva – afinal, foi no concurso chileno Catad’Or World Wine Awards que, por duas vezes, em 2022 e 2018, o Garibaldi Moscatel foi eleito o melhor espumante do Cone Sul. Agora, além de simbólicos, os laços que unem a marca ao país ganham forte estreitamento comercial.

Com o firmamento de um acordo de exclusividade com a importadora Divvino, sete espumantes chegam com força ao mercado chileno: Espumante Garibaldi Primicias Brut; Espumante Garibaldi Vero Brut; Espumante Garibaldi VG Extra-Brut; Espumante Garibaldi VG Brut Rosé; Espumante Garibaldi Moscatel; Espumante Garibaldi Chardonnay e Espumante Garibaldi Prosecco. “Estamos muito contentes de trazer ao mercado chileno espumantes premiados, que se distinguiram em concursos realizados em diversos países do mundo. Acreditamos que as variedades que apresentamos ao Chile serão muito bem recebidas, especialmente pelos consumidores locais, que sabem muito bem reconhecer um bom espumante”, destaca Sergio Rojas Covarrubias, CEO da Divvino no país.

Em 2022, as exportações da Cooperativa Vinícola Garibaldi bateram na casa do R$ 1 milhão. Para 2023, o foco é a expansão dos negócios – com conquista de novos mercados e aumento da comercialização de produtos para os destinos firmados. Com esse acordo, as vendas internacionais para o Chile devem crescer pelo menos 25% já no segundo semestre deste ano. O primeiro embarque foi de aproximadamente 3000 garrafas.

Conheça Beatriz Nascimento, intelectual negra que inspira cientistas 

0
Maria Beatriz Nascimento (Aracaju, 12 de julho de 1942 – Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1995) foi uma historiadora, professora, roteirista, poeta e ativista pelos direitos humanos de negros e mulheres brasileira. Foto: Arquivo Nacional

Programa federal que leva o nome dela vai oferecer bolsas no exterior

Negra, migrante, nordestina e mulher, a historiadora Beatriz Nascimento (1942-1995) foi uma das principais intelectuais do país, com contribuições fundamentais para entender a identidade negra como instrumento de autoafirmação racial, intelectual e existencial. Ela desenvolveu pesquisas sobre o que denominou de “sistemas sociais alternativos organizados por pessoas negras”, investigando dos quilombos às favelas. A partir desta quinta-feira (20), Beatriz dá nome ao “Atlânticas – Programa Beatriz Nascimento de Mulheres na Ciência”, primeiro programa do governo federal direcionado exclusivamente a mulheres cientistas negras, indígenas, quilombolas e ciganas.

Segundo a Enciclopédia de Antropologia da Universidade de São Paulo, Maria Beatriz Nascimento nasceu em Aracaju. É a oitava filha de Rubina Pereira do Nascimento e Francisco Xavier do Nascimento, que migraram para a cidade do Rio de Janeiro no final de 1949.

Beatriz ingressou no curso de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) no ano de 1968, concluindo a graduação em 1971, aos 29 anos de idade. Sob orientação do historiador José Honório Rodrigues, ela realizou estágio de pesquisa no Arquivo Nacional e trabalhou como professora de história da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro.

A historiadora se especializou em História do Brasil pela Universidade Federal Fluminense (UFF) quando, em 1974, participou da criação do Grupo de Trabalho André Rebouças e, em 1975, do Instituto de Pesquisa das Culturas Negras (IPCN). Com o sociólogo Eduardo de Oliveira e Oliveira (1923-1980), a filósofa e antropóloga Lélia Gonzalez (1935-1994) e o jornalista Hamilton Cardoso (1953-1999), ela partilhou pesquisas e militâncias.

Durante a Quinzena do Negro, evento ocorrido na Universidade de São Paulo (USP) em 1977, Beatriz apresentou a conferência Historiografia do quilombo, delineando os contornos do que ela desenvolveria, posteriormente, como espaços de resistência cultural negra: dos bailes blacks aos territórios de favelas, esses espaços constituiriam uma identidade negra como instrumento de autoafirmação racial, intelectual e existencial, além de território simbólico ancorado no próprio corpo negro.

Em 1979, em viagem ao continente africano, a autora conheceu territórios de antigos quilombos angolanos e reafirmou a vinculação entre as culturas negras brasileira e africana. No documentário Ôrí, lançado em 1989, dirigido pela cineasta e socióloga Raquel Gerber, Beatriz narra parte da trajetória dos movimentos negros no Brasil entre 1977 e 1988, ancorando-se no conceito do quilombo como ideia fundamental, que atravessa sua própria narrativa biográfica, para retraçar continuidades históricas entre o quilombo e suas redefinições nos dias atuais.

Beatriz escreveu uma série de textos, poemas, roteiros, ensaios e estudos teóricos, entre os quais se destacam Por uma história do homem negro (1974); Kilombo e memória comunitária: um estudo de caso (1982) e O conceito de quilombo e a resistência cultural negra(1985).

Em 1995, a historiadora é vítima de feminicídio, aos 52 anos de idade. Pelas suas importantes contribuições à pesquisa acadêmica, em outubro de 2021 é outorgado a ela o título póstumo de Doutora Honoris Causa in Memoriam pela UFRJ. Ao lado de Lélia Gonzalez (1935-1994), Sueli Carneiro (1950-) e Luiza Bairros (1953-2016), Beatriz figura como umas das mais importantes intelectuais negras brasileiras.

“Beatriz Nascimento é uma das intelectuais mais brilhantes que esse país já teve e que, infelizmente, teve a vida interrompida de maneira muito precoce em razão do feminicídio”, ressalta a professora de História e mestra em Educação pela Universidade Federal de Ouro Preto Luana Tolentino.

Segundo Luana Tolentino, a historiadora é uma grande inspiração para as pesquisadoras negras. “Beatriz Nascimento abriu portas para que a minha geração pudesse entrar. Sou da década de 1980, então sou dessa geração que tem tido a oportunidade de exercer o direito de estar na universidade também em função da política de cotas. A luta contra o racismo da Beatriz Nascimento foi fundamental para construção dessas políticas públicas de promoção da igualdade racial e também como um incentivo, como farol para nós pesquisadoras negras, mulheres negras”.

As pesquisadoras negras precisam enfrentar diversos desafios, afirma Luana. “O primeiro desafio é justamente o racismo que orienta a sociedade brasileira, que dificulta de todas as maneiras o acesso das mulheres negras à universidade. Temos a política de cotas, que é um marco na história do país e que sem sombra de dúvidas tem sido fundamental para dar novos contornos, novas cores à universidade, mas ao mesmo tempo, há uma série de barreiras que dificultam o acesso das mulheres negras ao ensino básico. Entre os grupos sociais que não tiveram oportunidade de frequentar a escola, as mulheres negras são maioria”, explica Luana Tolentino.

O outro ponto destacado pela professora, é que ao chegar na universidade as pesquisadoras precisam enfrentar o olhar de desconfiança com o qual as são vistas, também motivado pelo racismo.

“Vivemos em um país em que ainda há uma expectativa de que, nós mulheres negras, estamos nesse mundo apenas para servir e limpar a sujeira dos outros. Estamos em um país que ainda tem dificuldade de pensar nas mulheres negras como pesquisadoras, como intelectuais, como produtoras de conhecimento. Mas, a despeito de tudo isso, nós estamos em um número muito significativo na universidade, acho que como Beatriz Nascimento sonhou. Nós que já estamos [na universidade] precisamos assumir o compromisso de abrir tantas outras portas para que outras mulheres negras possam entrar e garantir o direito humano à educação e ao ensino superior”.

Luana Tolentino é autora dos livros Outra educação é possível: feminismo, antirracismo e inclusão em sala de aula (Mazza Edições) e Sobrevivendo ao racismo: memórias, cartas e o cotidiano da discriminação no Brasil (Papirus 7 Mares).

Programa

O Atlânticas – Programa Beatriz Nascimento de Mulheres na Ciência quer fortalecer as trajetórias acadêmicas dessas mulheres oferecendo bolsas de doutorado e pós-doutorado sanduíche no exterior. O governo federal vai investir aproximadamente R$ 7 milhões, resultado da parceria entre o Ministério da Igualdade Racial com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e o Ministério das Mulheres (Mulheres).

Embraer e Eve anunciam que fábrica de carro voador será em Taubaté  

0

Linha de produção ficará na área da unidade da fabricante de aviões

A Embraer e a Eve Air Mobility anunciaram nesta quinta-feira (20) que a planta industrial para fabricar a aeronave elétrica de decolagem e pouso vertical (eVTOL), conhecida popularmente como carro voador, será em Taubaté, no interior de São Paulo. A linha de produção ficará dentro da área da unidade da Embraer. 

“O local se beneficia de uma logística estratégica, oferecendo fácil acesso por meio de rodovias e proximidade de uma linha ferroviária. Outra vantagem significativa é a localização próxima à sede da Embraer em São José dos Campos e da equipe de engenharia e recursos humanos da Eve, o que facilitará o desenvolvimento e a sustentabilidade de novos processos de produção, aumentando a agilidade e a competitividade da empresa”, informa comunicado das empresas.   

A Eve Air Mobility foi criada em 2017 pela Embraer como uma aceleradora do desenvolvimento de mobilidade urbana. Em maio de 2022, a Eve anunciou uma parceria com a Porsche Consulting para definir a estratégia global de produção, cadeia de suprimentos e logística de seu eVTOL. 

“Quando começamos a procurar um local para fabricar nosso eVTOL, quisemos repensar como a aeronave poderia ser construída utilizando as mais recentes tecnologias e processos de fabricação, combinados com outros aspectos, como a cadeia de suprimentos e logística”, disse o co-CEO da Eve, André Stein.

Você sabe o que é inteligência emocional? Que tal entender a importância e os pilares desta soft skill, além de como desenvolvê-la?

0

Nos dias de hoje muito se fala em Inteligência emocional, em saber gerir nossas emoções. Fala-se na rua, nas redes sociais, em casa, cursos sobre o tema tem surgido, mas você sabe o que é e para que serve?

O conceito de Inteligência Emocional surgiu em 1990, proposto pelos pesquisadores Peter Salovey e John Mayer. No entanto, tornou-se conhecido mundialmente após a publicação do livro Inteligência Emocional, em 1995, por Daniel Goleman. Em suma, a importância da inteligência emocional está em ajudar uma pessoa a ser mais criativa e a estabelecer melhores abordagens para lidar com conflitos e diversas situações que possam surgir em nosso dia a dia, comportando-se de maneira racional e influenciando outras pessoas para resolver de maneira construtiva estes conflitos.

Nossas emoções podem ser controladas e com o conhecimento certo, usadas ao nosso favor, no campo emocional, profissional, familiar, círculo social e espiritual. Alguns dos benefícios do desenvolvimento da Inteligência Emocional? Alta Performance profissional; Aumento da produtividade; Desenvolver foco e confiança; Desenvolver novos hábitos; Eliminação da autossabotagem; Reconhecer e treinar suas habilidades para transformá-las em resultados reais; Maior equilíbrio e qualidade de vida; Bem-estar; Autoconhecimento e capacidade para encarar e resolver problemas do dia a dia.  E para nos ajudar nesta missão, Luan Vasconcelos – Master Coach Integral Sistêmico nos fala sobre o tema: “Antes de qualquer outra coisa, é necessário desmistificar este conceito. O senso comum afirma que a Inteligência Emocional se trata apenas de autocontrole ou até mesmo autoajuda. Mas não se engane, seu conceito vai muito além disso. Daniel Goleman, pai da Inteligência Emocional (IE), já dizia que autocontrole é apenas uma parte da IE: é apenas 1/18 da divisão maior.

Então, se você quer entender um pouco sobre a Inteligência Emocional e saber como a desenvolver, esse texto foi feito para você. O que de fato é a Inteligência Emocional? A Inteligência Emocional é composta por dois grandes pilares: 

1º Pilar: Competências emocionais pessoais – Esse primeiro pilar se traduz na forma como você se conecta com você mesmo, as emoções que você traz dentro de você. E tenha sempre em mente: cada emoção gera um comportamento, uma atitude diferente. As pessoas que possuem competências emocionais pessoais conseguem se conectar consigo mesma e extrair o melhor delas em qualquer situação, seja um momento de desafio ou de prazer, seja uma situação positiva ou negativa. Ou seja, elas sabem sempre absorver o melhor de cada momento.

2º Pilar: Competências Emocionais Sociais: Esse pilar representa a capacidade de se conectar com um terceiro, com os outros, e conseguir absorver o melhor de cada relação. Não importa se é em um momento de diversão, de festa, ou uma situação adversa, de dor. É, por exemplo, quando você está no trabalho e consegue se conectar positivamente com sua equipe e a equipe com você, e com isso cada um retira o melhor dessa relação em prol de algo maior, de um trabalho bem executado, produtivo e equilibrado. E a pergunta que não quer calar: Por que a Inteligência Emocional é importante? O fato é que sem IE nunca conseguiremos alcançar a verdadeira Alta Performance. Quando você vê uma pessoa que tem pós-graduação, mestrado, doutorado, fala três línguas, curso de extensão, talvez você pense que essa pessoa possui muito conhecimento e muita racionalidade. Mas, será que isso é suficiente para ele alcançar o sucesso? Será que para o sucesso só importa o currículo? A quantidade de cursos? Por mais que o estudo e as certificações sejam importantes, elas não são tudo! O sucesso depende muito mais do nível de Inteligência Emocional dessa pessoa, isso porque ela pode ter todo o conhecimento do mundo, mas se ela não souber tirar o melhor dele, ela não vai prosperar. E como desenvolver minha Inteligência Emocional? Sim, a Inteligência Emocional pode ser acordada, trabalhada e melhorada. Para isso, basta que você comece a agir, analisando suas condutas e alterando seus hábitos, pensamentos e comportamentos. Então, para que você desenvolva essas características, o ponto chave é dedicar um tempo ao que realmente importa: você”, finalizou. Ficou curioso e quer saber mais?

Na Febracis você encontra diversos cursos que vão te ajudar a se desenvolver e, desta forma, obter sucesso e alta-perfomance em todas as áreas da sua vida.  

Serviço:

Febracis Brasília 

Endereço: 702/703 Bloco D – Asa Norte, 

Telefone: (61) 3013-4450