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quarta-feira, abril 22, 2026

Estação Elevatória de Esgoto Águas Claras beneficiará cerca de 130 mil pessoas

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Estação Elevatória de Esgoto Águas Claras beneficiará cerca de 130 mil pessoas

Estrutura inaugurada nesta quarta-feira (4) é fruto de investimento de R$ 7,6 milhões. O objetivo é diminuir a quantidade de esgoto no Lago Paranoá

Os moradores de Águas Claras e de parte de Vicente Pires têm uma nova unidade de recolhimento de esgoto, que garantirá mais saneamento para cerca de 130 mil pessoas nas duas regiões administrativas.

A deputada distrital Luzia de Paula (PSB), o presidente da Caesb, Maurício Luduvice, e o governador Rollemberg na Estação Elevatória Águas Claras. Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

Na manhã desta quarta-feira (4), o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, inaugurou a Estação Elevatória de Esgoto Águas Claras. A função da unidade é recolher esgoto de algumas áreas de Vicente Pires e de parte de Águas Claras e transferi-lo para a Estação de Tratamento de Esgoto Melchior, em Samambaia, planejada para receber a carga.

“Essa obra vai levar esgoto de milhares de pessoas para tratamento em Samambaia e poupar o Lago Paranoá. Ela traz saneamento e sustentabilidade”, disse Rollemberg.

A elevatória é composta por três bombas com potência de 500 cavalos cada uma e a vazão é de 546 litros por segundo. A estrutura tem gerador de emergência para o caso de pane no fornecimento de energia. O equipamento custou R$ 7,6 milhões, recursos da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Com a elevatória, o esgoto produzido hoje por aproximadamente 60 mil pessoas em Águas Claras deixa de ser encaminhados para a Estação de Tratamento de Esgoto Asa Sul, reduzindo a carga sobre ela e, por consequência, o despejo de esgoto tratado no Lago Paranoá.

“Há 2 anos, Vicente Pires não tinha uma gota de esgoto coletado. Já está em 50% hoje e, com essa elevatória, chega a 100%”, disse o presidente da Caesb, Maurício Luduvice.

“Quando assumimos o governo, havia 16 anos não se fazia investimento na captação de água. Já fizemos duas obras grandes, Bananal e Lago Paranoá, mas também no Córrego Alagado e Crispim, no Gama”, destacou o governador, que também citou as obras de Corumbá.

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