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sexta-feira, abril 24, 2026
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CNPq lança edital para apoiar formação de mulheres em ciências exatas

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Medida destina R$ 100 milhões para estimular diversidade na pesquisa

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançou nesta quarta-feira (6) edital ofertando R$ 100 milhões para apoiar a formação de meninas e mulheres em cursos das ciências exatas, engenharias e computação. O objetivo da medida é estimular a diversidade na pesquisa científica

A medida é voltada para meninas e mulheres matriculadas no 8º e no 9º ano do ensino fundamental e no ensino médio em escolas públicas, além daquelas matriculadas na graduação de exatas, engenharias e computação.

A cientista Hildete Pereira de Melo ressalta que em todos os campos científicos homens brancos são presença predominante, mas que as mulheres sempre estão nos bastidores. “Você vai remexendo os baús da história, e você vai achando mulheres, só que elas estão escondidas”.

A história da ciência é marcada pela ação de pioneiras no cenário internacional, como Marie Curie, nascida na Polônia em 1867, que foi a primeira mulher a ganhar um Prêmio Nobel e a primeira pessoa a ser premiada em duas categorias, química e física com pesquisas sobre radioatividade; quanto no nacional, onde se destacou Bertha Lutz, bióloga e diplomata tida como responsável por incluir a igualdade de gênero na Carta da Organização das Nações Unidas.

“A maior cientista brasileira, eu vou ousar dizê-lo, Johanna Döbereiner é a mulher que permitiu, pelas descobertas dela, que o cerrado brasileiro pudesse produzir soja, açúcar”, defende Hildete.

Professora de economia e políticas sociais da Universidade Federal Fluminense, Hildete é uma das autoras do livro Pioneiras da CIência no Brasil, A economista se dedicou ao longo da carreira os estudos de gênero. ”Casar não estava nas minhas cogitações (…) Eu queria ser um objeto de significado social”.

A luta dos movimentos sociais busca representatividade e direito a ocupar todos os espaços na sociedade.

Dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) apontam que 58% dos 100 mil bolsistas de mestrado, doutorado e pós doutorado no país são mulheres, mas esse número não representa a realidade dos cargos de chefia. “A gente continua massivamente nas escolas, mas eu diria que as lideranças ainda são masculinas”, aponta Hildete.

Para uma das maiores cientistas do país no campo do estudo genético, Lygia da Veiga Pereira,  há um fundo cultural que limita a mulher. “O que precisamos é que tirar essa coisa cultural subliminar de que isso não é coisa feminina, de que isso não é coisa para mulher, que você para ser cientista, você vai abrir mão de uma parte do feminino”, opina. “ O que pega é na hora de ter filhos”, ressalta.

Chefe do Laboratório de Células Tronco Embrionárias da Universidade de São Paulo, Lygia conta que também enfrentou os desafios de conciliar maternidade e produção científica.

“É uma loucura e é uma revolução maravilhosa, foi maravilhosa para mim em vários aspectos. Mas foi muito penosa em outros”, conta. “Por mais que você possa abrir espaços na sua cabeça, abrir espaços no seu coração, o tempo não abre espaço, tempo é aquele, é finito, né? Então até eu atingir um equilíbrio entre a divisão dos meus tempos e da minha disponibilidade, foi bem penoso”, relembra.

A cientista ressalta que a maternidade é uma função importantíssima e fundamental para a sociedade e que recai predominantemente sobre a mulher. ”Isso não pode penalizar a mulher em outras ambições que ela tenha profissionais”, defende.

Por Anna Karina de Carvalho – Repórter da TV Brasil – Brasíia

 

Servidoras do DF passam a ter direito a licença menstrual remunerada

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Lei foi promulgada pela Câmara Legislativa

A partir desta quarta-feira (6), servidoras públicas do Distrito Federal que sofrem com dores intensas durante o período menstrual passam a ter direito a licença de até 3 dias, a cada mês, do trabalho.

O afastamento está previsto na Lei Complementar 1.032/2024, promulgada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, e foi incluído na legislação que rege os servidores públicos civis, das autarquias e das fundações públicas locais.

Pela lei, a licença é concedida após ser atestada por um médico do trabalho ou ocupacional. As funcionárias não terão desconto salarial.

Para a maioria das mulheres, os sintomas do período menstrual são de intensidade leve a mediana. Estima-se que para aproximadamente 15% delas a menstruação apresenta sintomas graves, como dores abdominais, fortes cólicas, endometriose e enxaqueca, que afetam o desempenho profissional.

Autor da lei, o deputado distrital Max Maciel (PSOL) ressalta que a nova norma vem para acolher essa parcela da população. O Distrito Federal é a primeira unidade da Federação a aprovar licença menstrual remunerada, segundo a assessoria do parlamentar.

“A promulgação da lei é um primeiro passo para que a gente comece a discutir a saúde menstrual. Além de reconhecer e tratar as mulheres que têm sintomas graves associados ao fluxo menstrual, é uma oportunidade para difundir informações a toda a população. Assim como em outros países, esperamos que a nossa lei seja semente para adoção da licença para todas as pessoas que menstruam”, disse o parlamentar.

Caberá ao governo do Distrito Federal definir a aplicação da lei nos órgãos por meio de regulamentação.

Brasil

Atualmente, não existe lei nacional a respeito do tema. Na Câmara dos Deputados, tramita proposta que prevê três dias consecutivos de licença às mulheres que comprovem enfrentar fortes dores com o fluxo menstrual, sem prejuízo salarial.

No Pará, projeto semelhante foi analisado, mas acabou vetado pelo governo estadual.

Outros países

A maioria dos países que garante algum tipo de afastamento remunerado para mulheres durante a menstruação ficam na Ásia, entre eles, Japão, Taiwan, Indonésia e Coreia do Sul.

Em fevereiro de 2023, a Espanha tornou-se a primeira nação europeia a autorizar a ausência do trabalho das mulheres com fortes cólicas menstruais. A lei espanhola não estipula o número de dias de afastamento e considera a cólica menstrual como “incapacidade temporária”.

Em abril, a França começou a avaliar a possibilidade de estabelecer uma licença menstrual indenizada no país.

Edição: Fernando Fraga

Por Carolina Pimentel – Repórter da Agência Brasil – Brasília

 

Dengue – Roupa tecnológica repele o mosquito

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A camiseta mantém o mosquito a uma distância de no mínimo 20 cm, protegendo mãos e cabeça

          O Brasil acaba de superar 1,2 milhão de casos de dengue, em um dos piores surtos da doença da história. Infelizmente, os números mostram que, somente a prevenção, focada em não deixar a água parada em recipientes, não está funcionando. Agora, a Speedo Multisport, uma das principais marcas de materiais esportivos do país, acaba de lançar a linha Reepel, com uma tecnologia que repele o mosquito da dengue e demais insetos. “Nós investimos, todos os anos, entre 8% e 12% do nosso faturamento em inovação. Isso está no nosso DNA. Enquanto marca, é nossa obrigação entender a necessidade do consumidor e darmos uma resposta rápida. Neste momento, temos um problema gravíssimo acontecendo e o nosso time de produtos focou em lançar algo realmente impactante e de acordo com a necessidade atual. Agora temos uma camiseta que realmente protege adultos e crianças dessa epidemia”, explica Roberto Jalonetsky, CEO da Speedo Multisport.

          A linha Reepel é feita de poliamida e o tecido recebe uma camada adicional de proteção, servindo de barreira para diversos insetos como: febre amarela, dengue, zika e chikungunya. Além disso, possui proteção UV50 contra raios solares. A química que faz toda a proteção chama-se Insecta EC50 e foi desenvolvida na Bélgica. Cientistas identificaram que o piretro, um composto químico natural encontrado na natureza, mais especificamente nas flores de crisântemo, é capaz de repelir os insetos. Baseados nessa descoberta, desenvolveram um composto sintético chamado permetrina.

          No tecido, a permetrina mantém os insetos a uma distância de pelo menos 20 cm de distância. Isso faz com que, mesmo em áreas expostas, como mãos e cabeça, permaneçam protegidas pela camiseta. A durabilidade também é prolongada. Suporta até 100 lavagens, não possui qualquer odor e não causa danos ao meio ambiente. “Estamos colocando no mercado a mais alta tecnologia de tecido para combater a dengue e outros mosquitos que causam doenças graves. No ano passado lançamos uma linha feita a partir de garrafas pet recicladas. Claro, que cuidar do meio ambiente é importantíssimo, mas ser verdadeiramente ESG, vai além disso. Ser uma companhia ESG requer olhar o tempo todo para as necessidades da sociedade e, entender enquanto marca, o que pode ser feito”, finaliza Jalonetsky.

 

Os ecos silenciados da corrupção: o preço invisível pago por aposentados e trabalhadores

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Excelente o artigo publicado pelo jornal “O Globo” de autoria de Gigi Reis, administradora, e aposentada da Caixa e ativista em defesa dos participantes dos fundos de pensão. A corrupção, em suas múltiplas facetas, atua como um fantasma que assombra os corredores da justiça e da ética, deixando um rastro de vítimas invisíveis em sua passagem.

Entre essas vítimas, destacam-se os idosos aposentados e trabalhadores de estatais, que carregam o peso da injustiça com seus nomes e sobrenomes gravados nas folhas de perdas e danos causados por esquemas corruptos de grande escala. O desvio de recursos dos fundos de pensão, que representam a poupança de uma vida de dedicação e trabalho árduo, evidencia a cruel realidade da corrupção que afeta diretamente centenas de milhares de brasileiros.

A situação desses aposentados e trabalhadores é ainda mais agravada pelo fato de serem obrigados a arcar com os custos dos rombos financeiros por meio de descontos mensais exorbitantes, que podem chegar a 30% de suas receitas, além de enfrentarem a dupla penalização ao serem tributados sobre esses valores no Imposto de Renda. Essa injustiça se torna ainda mais insultante diante dos discursos negacionistas que tentam apagar a existência da corrupção, enquanto as esperanças de reparação se desvanecem com o desmantelamento de operações investigativas e a manipulação de acordos de leniência.

A Operação Greenfield, por exemplo, surgiu como um facho de esperança ao expor esquemas de corrupção e obter confissões significativas, prometendo alguma forma de compensação para os fundos prejudicados. Contudo, o progresso esperado se esvai diante de manobras jurídicas e políticas que visam a proteger os interesses de poucos em detrimento dos muitos, deixando os verdadeiros afetados por essas ações em um estado de abandono e desesperança.

A luta dos aposentados e trabalhadores por justiça e visibilidade se manifesta em atos de protesto e petições, buscando chamar a atenção para sua situação e exigir a devida reparação. No entanto, a resposta institucional muitas vezes se mostra insuficiente, com audiências e decisões que tendem a ignorar as necessidades e vozes dessas vítimas.

A ironia se aprofunda quando partidos que se dizem defensores dos trabalhadores atuam de maneira a favorecer os interesses de entidades corruptas, evidenciando uma desconexão preocupante entre a retórica política e as realidades enfrentadas pelos cidadãos mais vulneráveis. Esse cenário ressalta a necessidade imperativa de uma reforma estrutural que não apenas combata a corrupção de maneira eficaz, mas também assegure a proteção e a reparação adequadas para aqueles que foram injustamente prejudicados por tais práticas.

A corrupção, ao corroer os fundamentos da confiança e da integridade, não apenas mina a eficácia das instituições e do estado de direito, mas também impõe um fardo desproporcional sobre os ombros daqueles menos capazes de suportar suas consequências. A luta contra a corrupção deve, portanto, ser acompanhada de um esforço consciente para trazer à luz e amparar as vítimas silenciadas, garantindo que a justiça seja alcançada não apenas nos tribunais, mas também nas vidas daqueles que mais precisam dela.

José Adenauer Lima
Formado em economia, com pós-graduação em Estratégia pela ADESG. Especialização em filosofia clássica.Trabalha no Poder Legislativo do DF há 32 anos nas áreas de orçamento público e processo legislativo.

Urologista é médico de mulher, sim!

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No mês das mulheres, Dr. Rodrigo Trivilato destaca doenças tratadas pela Urologia que afetam o público feminino, incluindo a infecção urinária, que atinge 80% delas com 50 vezes mais probabilidade em comparação aos homens. Destaque à incontinência urinária, cistite intersticial, bexiga hiperativa e de pedras nos rins 

Às vésperas do Dia Internacional das Mulheres, os holofotes voltam-se para elas. E, ao falar de saúde feminina, muitos se esquecem da saúde do aparelho urinário, atribuindo as idas ao Urologista, como exclusivas aos homens.  Na realidade, esse profissional é o médico responsável pelo tratamento dos problemas relacionados ao trato urinário de homens e mulheres. Segundo o médico urologista, Rodrigo Trivilato, a infecção urinária é um exemplo de problema que leva dezenas de pacientes mulheres mensalmente aos consultórios. Trata-se de uma doença com predominância feminina, que atinge cerca de 80% das mulheres brasileiras. “Essa condição, com prevalência significativa no público feminino, afeta aproximadamente 80% das mulheres no Brasil, com 50 vezes mais chances de ocorrer em comparação aos homens. Os sintomas frequentes incluem ardência ao urinar e urgência miccional.”, explica Trivilato.

Rodrigo Trivilato enfatiza a necessidade de identificar precocemente a infecção urinária, especialmente em gestantes. Durante a gravidez, essa condição torna-se um problema frequente devido às alterações fisiológicas que favorecem a colonização do trato urinário. Esses problemas não apenas impactam a qualidade de vida da mulher, mas também aumentam o risco de morbidade materna e fetal, esclarece o médico.

Além da infecção urinária, os problemas mais comuns entre as mulheres são a incontinência urinária, a cistite intersticial, a bexiga hiperativa e pedras nos rins.

Dicas do Dr. Rodrigo Trivilato para as mulheres

Beba bastante água;

Evite segurar a urina por muito tempo;

Use roupas de algodão ou tecidos leves

Sempre passar o papel higiênico de frente para trás;

Evite uma higiene íntima excessiva;

Urine depois das relações sexuais.

Dr. Rodrigo Alexandre Trivilato  

Rodrigo Trivilato – Por Fred Danin

Rodrigo Alexandre Trivilato é um urologista de destaque que faz parte do corpo médico da residência médica de Urologia no Hospital das Clínicas de Goiás. Além disso, desempenha o papel de professor de Medicina na Universidade de Rio Verde – UNIRV. Com uma carreira sólida, Trivilato atua como médico urologista no Hospital do Rim e no Hospital Mater Dei Premium, ambos localizados em Goiânia, Goiás.

Especializado em Urologia infantil e reconstrutora, cirurgia robótica e andrologia-plástica peniana, o Dr. Trivilato possui uma vasta experiência. Ele obteve mestrado tanto na Universidade de Limerique, na Irlanda, quanto na Universidade Federal de Pernambuco.

Serviço:
Hospital do Rim: atende diversos convênios
Telefone: 62 – 983335305 (WhatsApp)
Site: https://drrodrigotrivilato.com.br
Instagram: https://www.instagram.com/drrodrigotrivilato/

Conveniência residencial: produtos e serviços adaptados à vida urbana

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Dados do IBGE mostram potencial para investimento dentro de condomínios residenciais

O mercado, independente de segmento, exige dos empreendedores inovações. Compreender as necessidades do consumidor antes do advento da internet parecia ser mais simples, hoje, a conexão entre mundos, culturas, línguas, refletem em novas particularidades. Por outro lado, os fatores que dão fluidez para mudanças do comportamento humano, como a praticidade, geram oportunidades para visionários, como implantação de novos negócios dentro de condomínios residenciais. No último levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), realizado em 2022, o número de pessoas que moram em apartamentos já ultrapassa 27 milhões. Outro recorte da mesma pesquisa é o montante de 6,9 milhões de pessoas que trabalhavam no setor privado dentro da sua própria casa.

Para Lucien Newton, vice-presidente da vertical de consultoria na 300 Ecossistema de Alto Impacto, o crescimento das franquias em condomínios se iniciou na pandemia, principalmente porque os custos ficaram evidentes. “As pessoas começaram buscar formas de comercializar o que tinha em estoque, e no condomínio geralmente se tem um custo de espaço e infraestrutura subsidiado. Nesse formato você está oferecendo uma conveniência para o condomínio e criando uma carteira de clientes. Na NRF foi abordado sobre a importância de conhecer os clientes, isso favorece a inteligência do nosso negócio, e num condomínio é possível até estimular a fidelidade da compra, pesquisar os hábitos dos moradores e os horários que costumam consumir. E essa tendência é boa para todos, desde quem opera, como para o condomínio e seus moradores”, comenta.

Para quem deseja investir e atender consumidores dentro de condomínios, há uma seleção de negócios com valor acessível e retorno atrativo, confira:

Vending machine
A proposta da franquia Espetto Carioca, pertencente ao Grupo Impettus, holding que também detém as marcas Mané, Buteco Seu Rufino e Bendito, é de levar conveniência dos espetinhos de bares para dentro de casa. O modelo de autoatendimento da marca pode ser implantado dentro de condomínios e locais como clubes, onde o consumidor pode comprar espetinhos congelados e temperados prontos para ir à churrasqueira, air fryer, grill ou frigideira. O investimento inicial é a  partir de R$ 37 mil por máquina, são necessárias três máquinas para a implantação do projeto, com faturamento mensal previsto de R$ 10 mil por máquina e prazo de retorno de 12 a 18 meses.
Lavanderias coletivas

Com o espaço restrito e a alta procura por serviços de lavagens, muitos condomínios optaram por oferecer lavanderias coletivas aos moradores. De modo geral, o espaço de lavar roupas é administrado pelo próprio condomínio, que fica responsável pela manutenção e atendimento. Contudo, observando este mercado, a Lavô formatou um modelo de negócio em que o franqueado fica responsável por toda manutenção, atualização de maquinário e atendimento, livrando o condomínio destes custos. As máquinas profissionais, além de agilidade, representam economia nas contas do condomínio. Os equipamentos consomem apenas 2 watts por ciclo, contra 9 watts da máquina doméstica. Com investimento inicial a partir de R$149 mil, o modelo tem faturamento mensal previsto entre R$ 10 mil  e R$ 15 mil e prazo de retorno de 18 meses, em média.

Mercadinhos autônomos

Classificado pela Associação Brasileira de Franchising – ABF como a maior microfranquia do país, o market4u é uma rede de mercados autônomos que opera em condomínios comerciais e residenciais, proporcionando comodidade e segurança para as pessoas por meio de lojas que funcionam 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem a necessidade de atendentes. Com mais de 2 mil unidades, sendo uma delas no empreendimento Único –maior condomínio da América Latina – o market4u dispõe de um Centro de Distribuição que auxilia na demanda dos franqueados na hora de abastecer as unidades da cidade de São Paulo – que representam metade de toda a operação da rede – e do ABC Paulista. O investimento inicial da rede é a partir de R$ 75 mil, com previsão de faturamento médio mensal de R$ 10 mil a R$ 15 mil por unidade e prazo de retorno do investimento de 16 a 24 meses.

A demanda por serviços também é uma oportunidade em condomínios

Um serviço que oferece grande demanda é o de limpeza especializada e o crescimento de apartamentos com menores metragens influenciou diretamente nessa procura. A Maria Brasileira, maior rede de limpeza residencial e empresarial do país, sentiu nessa demanda do consumidor a necessidade de um modelo de contratação específico para esses consumidores. Ao contratar uma limpeza, o cliente fecha um determinado período para a facilitadora realizar o serviço. A proposta da rede é a de que, ao invés da facilitadora ficar todas as horas em um único apartamento, que é pequeno e não tem necessidade de tanto tempo para a limpeza, o cliente compartilhe esse serviço com alguém do mesmo condomínio e divida as horas contratadas.