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domingo, abril 26, 2026
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Brasília Amarela completa 10 anos homenageando Mamonas no carnaval

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Bloco levará alegria ao centro do Rio de Janeiro nesta 2ªfeira

A nostalgia dos fãs do grupo Mamonas Assassinas comemora 10 anos no carnaval do Rio de Janeiro nesta segunda-feira (12) com o desfile do bloco Brasília Amarela (foto), às 10h, no Largo de São Francisco, no centro da cidade.

Os integrantes da banda morreram em um acidente de avião no auge da carreira, em 1996. Eles deixaram hits de sucesso como Pelados em Santos, que dá nome ao bloco que desfila desde 2014, e versos irreverentes como Money, que é good nós não have. No carnaval, essas músicas serão revisitadas em ritmos como samba-enredo, marchinha, frevo, ijexá, baião, ciranda e funk.

O fundador e cantor Caio Bucker diz que as músicas do grupo são eternas e ainda tocam em rádios, festas e outros eventos. Para ele, este ano o desfile será impulsionado pela cinebiografia do grupo Mamonas Assassinas: O Filme, lançado nos cinemas no fim do ano passado.

“Para as novas gerações é uma apresentação, esses são os Mamonas Assassinas. Tanto que a gente vê isso nos shows, as novas gerações marcam presença nos shows do Brasília Amarela. Sempre foi assim também, e é cada vez mais. As novas gerações estão indo, as crianças continuam indo, os adultos e os idosos, então nem se fala, sempre estão presentes”.

Humor

Com versos de humor considerados problemáticos diante de questões sociais que ganharam força desde a década de 1990, o repertório dos Mamonas é revisitado de forma cuidadosa pelo bloco, que inclusive suprime versos que hoje são reconhecidamente ofensivos.

“Eu não vou contra os Mamonas porque entendo que isso era de uma época, era datado dos anos 90, e isso ao longo dos anos foi se tornando uma questão que deve ser refletida e repensada, eu concordo com isso. Mas, como é que eu vou fazer? Eu vou mudar a letra? Não vou”, explica Caio.

Há uma parte numa música que fala “Te falei que o importante é competir, mas te mato de pancada se você não ganhar” – eu decidi não falar essa parte “te mato de pancada” justamente contra a violência contra as mulheres”, explica.

“Graças a Deus o mundo anda para frente, as coisas vão evoluindo, vão crescendo, e as questões sociais estão sendo cada vez mais debatidas e questionadas. Como a luta contra o racismo, contra o machismo, contra a misoginia, contra a homofobia, enfim, isso tudo deve ser, sim, questionado e levado em consideração na hora de fazer um projeto como esse”, argumenta.

Para Caio, o humor dos Mamonas Assassinas pode ser questionado, mas, também pode ser levado como uma crítica e ironia. O que ele garante é que o grupo do litoral paulista tem tudo a ver com o carnaval

Mamonas Assassinas é irreverência, é alegria, é descontração, é liberdade e o carnaval também é tudo isso”, finaliza.

Edição: Kleber Sampaio

Por Vinicius Lisboa – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

DF: veja a programação dos blocos de rua que saem nesta segunda-feira

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Diversidade marca o carnaval de rua no Distrito Federal

Nesta segunda-feira (12) que começou com céu aberto e sol, o Distrito Federal continua a todo vapor, celebrando a folia de Momo em vários bairros.

Nos últimos dias, nem o tempo nublado e as chuvas espantaram os foliões dos blocos que desfilam no Plano Piloto e nas cidades satélites.

Com muita diversidade, a programação começa já pela manhã com o bloco infantil Carnapati e o Aparelhinho, que mistura as tradicionais marchinhas com música eletrônica.

Na programação também tem blocos tradicionais, como a Baratona; inovadores, como o Bloco Sustentável do Patubatê; e inclusivos, como o Deficiente é a Mãe.

Além da folia no Plano Piloto, a festa continua pelas cidades satélites. Em Taguatinga, a festa será no melhor estilo afro-brasileiro, com grupo percussivo, dança afro e a capoeira do bloco Àsé Dúdú.

Confira a agenda dos blocos nesta segunda-feira:

Bloco Carnapati – 8h às 13h – Espaço Eixo Cultural Ibero-americano – Eixo Monumental

Aparelhinho – 10h às 18h – Setor Bancário e Galeria dos Estados – Asa Sul

Vai com as Profanas – 10h às 16h – Setor Comercial Sul, Setor Carnavalesco – Asa Sul

Divinas Tetas – 11h às 17h – gramado entre o Sesi Lab e a Biblioteca Nacional – Eixo Monumental

Baratona – 13h30 às 20h30 – Parque da Cidade no Estacionamento 12 – Asa Sul

Deficiente é a Mãe – 15h às 18h – CRS 506 – W2 Sul, Infinu – 18h às 20h –

Saruê Perfumado (encontro de fanfarras e grupos de percussão) – 13h às 19h – Avenida W3, entre 506 e 508 Sul – Asa Sul

Bloco Sustentável do Patubatê – 15h às 19h – Setor Comercial Sul, Setor Carnavalesco – Asa Sul

Concentra Mais Não Sai – 15h às 22h – EQN 404/405 – Asa Norte

CarnaVitrola – 16h às 22h – Eixão Norte, na altura da 211 Norte

Bloco do Amor – 15h às 21h – Via de serviço S2 – Asa Sul

Afro Àsé Dúdú – 16h às 22h – Taguaparque – Estacionamento em frente ao Centro Cultural – Taguatinga

Edição: Denise Griesinger

Por Fabíola Sinimbú – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Tradicional Galinho de Brasília está de volta à Asa Sul

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Criançada teve o Pintinho para brincar o carnaval neste sábado

De volta ao início da Via L2, na Asa Sul, em Brasília, local onde sempre desfilou, o Galinho de Brasília retomou a tradição de 32 anos de existência. O bloco, que teve dificuldades em ganhar as ruas nos últimos cinco anos, voltou com dois trios elétricos e muitos foliões saudosos.A gaúcha Nara Albernazi, que vive em Brasília há 59 anos, é frequentadora do Galinho desde quando o bloco saiu pela primeira vez. Como lembrança, a jornalista de 65 anos desfila todos os anos com um guarda-chuva de frevo que comprou na primeira participação no bloco. “Ele já foi para Recife e é um patrimônio do meu carnaval”.

Brasília, (DF) – 10/02/2024 – Carnaval de rua, Galinho de Brasília. Personagem Sra. Nara Albernazi. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.
Nara Albernazi desfila no Galinho desde a primeira vez que o bloco saiu às ruas de Brasília- Valter Campanato/Agência Brasil

O casal brasiliense Raquel de Queiroz e Ricardo Amoras já brincava no Galinho há muitos anos. Principalmente ele, que cresceu na quadra 202 Sul e costumava ir a pé brincar no Galinho.

“Pra mim é um dos blocos mais tradicionais de Brasília e quando parou de sair fiquei triste. Esse ano, quando soube que voltaria quis trazer minha filha, que tem 1 aninho e três meses para brincar também”, conta.

Brasília, (DF) – 10/02/2024 – Carnaval de rua, Galinho de Brasília. Peronagem (casal ) Raquel de Queiroz e Ricardo Amoras. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.
Raquel de Queiroz e Ricardo Amoras são foliões do Galinho de outros carnavais. – Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente do bloco, Romildo de Carvalho Júnior, diz que não tinha expectativa que viesse tanta gente depois das dificuldades enfrentadas, mas o público o surpreendeu positivamente. “A gente sente uma grande felicidade em trazer essa riqueza cultural de Recife e incorporar à cultura brasiliense e à cultura brasileira no nosso carnaval. Essa é a nossa principal meta”, destaca.

Frevo

Fundado em 1992, o Galinho de Brasília é um dos guardiões da tradição dos blocos de rua na capital federal. Desfila sempre ao som do frevo, nos moldes do bloco Galo da Madrugada, que serviu de inspiração.

A diretora do bloco, Miriam Basiel, relembra que quando surgiu, o bloco, inclusive, era chamado Galinho da Madrugada, em homenagem ao grupo pernambucano. “Todos os anos nós íamos a Recife para brincar o carnaval, como bons pernambucanos que somos, mas naquele ano houve o confisco das poupanças e nós tivemos que ficar em Brasília, então resolvemos colocar um bloco na rua”, relembra.

A agremiação nunca havia passado tanto tempo longe das ruas e dos brincantes como nos últimos anos, quando, por dois anos não houve carnaval, por causa da pandemia de covid-19 e, depois disso, em 2023, a agremiação foi impedida de participar da folia por decisão judicial.

Informado às vésperas do sábado que tradicionalmente desfila, o grupo publicou nas redes sociais uma nota na qual criticava a decisão das autoridades culturais e a pressão exercida por “uma minoria”. “Na contramão da cultura brasileira, estamos sentindo-nos desprestigiado, aliás, discriminados”, informava a publicação.

Nos dois anos anteriores à pandemia, o bloco já enfrentava problemas com alguns moradores da região onde desfila, então em 2019 não saiu e em 2020 desfilou fora do seu local tradicional, perto do estádio Mané Garrincha. “Foram quase cinco anos que praticamente não fizemos carnaval. É uma alegria muito grande poder voltar”, destaca Romildo.

Brasília, (DF) – 10/02/2024 – Carnaval de rua, Galinho de Brasília. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.
Galinho de Brasília volta ao carnaval brasiliense – Valter Campanato/Agência Brasil

Pintinho

Em janeiro deste ano, uma nova publicação informava o retorno do bloco às ruas, neste carnaval “O galo cantou, anunciando o retorno do bloco mais querido de Brasília”. E, mesmo sem se deslocar pelas quadras da Asa Sul, permanecendo em um pequeno trecho do Setor de Autarquias, a volta foi em grande estilo. Desde cedo, os pequenos foliões acordaram com o Galo e festejaram o frevo na versão infantil do bloco tradicional, o Pintinho de Brasília.

O tempo nublado não espantou a bancária Nilsana Rocha e a pequena Maria, de 2 anos. Residente em Vitória da Conquista, na Bahia, esse é o segundo Carnaval que ela passa em Brasília com a família. “Estamos adorando. Bloquinho de rua, organizado, sem violência”, disse Nilsana, contando que já passou muitos carnavais nas ruas de Recife.

Brasília, (DF) – 10/02/2024 – Carnaval de rua, Galinho de Brasília. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.
Galinho volta às ruas de Brasília – Valter Campanato/Agência Brasil

A professora Rayssa Aguiar também levou o filho Hércules Rudá, de 3 anos. É a primeira vez que vai ao Pintinho e lamentou a proibição de deslocamento do bloco, que tradicionalmente percorria parte do setor bancário da cidade e algumas quadras comerciais da Asa Sul. Neste Carnaval, ele está concentrado no setor bancário.

“O grande pesar é a proibição de sair andando”, disse, elogiando a estrutura montada para os foliões. “Pra criança é ideal”, acrescentou.

Edição: Aline Leal

Por Fabíola Sinimbu e Andreia Verdélio – Repórteres da Agência Brasil – Brasília

Circuito Brasília em Folia começa com lavagem das ruas

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Folia tem início partir das 8 horas no Setor Comercial Sul

Começa neste sábado (10), o Circuito Brasília em Folia, a principal novidade do carnaval 2024 no Distrito Federal. A partir das 8 horas, os blocos de rua fazem a festa pelo trajeto que interliga o Setor Carnavalesco, no Setor Comercial Sul, a Plataforma Monumental, ao lado da Biblioteca Nacional, e a Plataforma da Diversidade, no Espaço Eixo Cultural Ibero-americano.

São quase 3 quilômetros carnavalescos, com circulação pelo Eixo Monumental e via de serviço S2, que sofrerão alteração no tráfego de automóveis para dar passagem à folia. Veja no mapa.

“Terá fluxo de trios e fanfarras, com programação simultânea nos três palcos e ao longo de todo o corredor por onde as pessoas vão caminhar. A gente até brincou que vai lançar o prêmio dos maiores maratonistas do carnaval”, explica a produtora cultural que coordena o circuito, Dayse Hansa.

Nesse primeiro dia de carnaval, cada trecho iniciará com a lavagem do circuito, que será realizada por grupos de matriz africana, com o objetivo de deixar as melhores energias por onde a festa acontecerá.

O projeto Circuito Brasília em Folia foi promovido pelo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC), com recursos de emendas parlamentares. As regras possibilitaram a parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, que é a gestora do carnaval.

Plataforma da Diversidade

8h – Lavagem do circuito – Grupo Groove do Bem

10h – Rebu convida Bloco Sapatônica

13h – Rebu – O Bloco

Setor Carnavalesco Sul

8h – Lavagem do Circuito – Grupo Folha Seca Afropercussão

11h – Bloco Folha Seca

13h – Bloco Na Batida do Morro

Plataforma Monumental

8h – Lavagem do Circuito – Grupo Asè Dudu – Via S2 (altura da Biblioteca Nacional)

Trio elétrico (Eixo Monumental)

8h – Lavagem do Circuito – Grupo Asè Dudu

Trio Elétrico (Via S2)

15 às 19h – Bloco das Braba

Fanfarra (Via S2)

17h – Boi do Seu Teodoro

Os blocos tradicionais, que já desfilam desde o pré-carnaval, no último final de semana, continuam fazendo a festa no avião de Brasília e em várias cidades satélites. Confira a programação dos blocos que saem às ruas neste sábado.

CarnaVitrola – 16h às 22h – Eixão Norte, na altura da 211 Norte – Asa Norte

Mama Tá Difícil – 10h às 19h – Setor Comercial Sul – Asa Sul

Mvuka – 17h às 22h – Setor de Diversões Sul – Praça Central Conic – Asa Sul

Pais e Filhos – 10h às 16h – Mini Trio – Estacionamento 12 do Parque da Cidade – Asa Sul

Rebu O Bloco – 10h às 19h – Espaço Eixo Cultural Ibero-americano – Eixo Monumental

Concentra Mais Não Sai – 15h às 22h – EQN 404/405 – Asa Norte

Na Batida do Morro – 13h às 19h – Setor Comercial Sul (Quadras 4 e 5) – Asa Sul

Galinho de Brasília – 14h às 22h – SBS 3/4, estacionamento da Caixa Cultural – Asa Sul

Associação Recreativa Cultural Unidos do Cruzeiro (Aruc) – 16h às 22h – entre o Cruzeiro Novo e o Cruzeiro Velho – Cruzeiro

Bloco Baile da Piki – 14h às 22h – Praça Estação 16 Sul, em frente ao metrô Arniqueiras – Águas Claras

Mamãe Taguá – 13h30 às 20h30 – Taguaparque – Estacionamento do Centro Cultural – Taguatinga

Araaxxta – 16h às 00h – salão comunitário – Candangolândia

Brincantes do Gama – 15h às 19h – Praça Lourival Bandeira (do Cine Itapuã) – Gama

Calango Misturado – 14h às 19h – Quadra 2, Área Especial – Varjão

Bloco Alafia – 16h às 23h – EQNP 1/5 Área Especial – Ponto de Cultura Filhos do Quilombo – Ceilândia

CarnaRock – 14h às 22h – QNN Quadra 32 Área Especial G – Ceilândia

Edição: Valéria Aguiar

Não vai pular Carnaval? 11 livros para curtir o feriado em casa

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Se você decidiu aproveitar a folga com mais tranquilidade e não vai para as festas, esta lista apresenta obras para descansar na companhia de boas histórias

Decidiu passar o Carnaval em casa ou vai viajar para um lugar mais tranquilo? Então esta lista é para você: abaixo 11 sugestões de leituras para aproveitar o feriado sem cair na folia. Há livros de fantasia, romance, aventura e investigação para descansar na companhia de boas histórias. Confira:
O Cidadão IncomumQuer conhecer um super-herói brasileiro? Caliel, protagonista da série de livros O Cidadão Incomum, é um jovem paulistano que, de um dia para o outro, acorda com o poder de voar. Mas esta habilidade não trará grandes benefícios, muito pelo contrário, vai agravar conflitos pessoais e até causar tragédias. Com direitos vendidos para o cinema, obra terá um filme com Fernando Meirelles na produção e Gabriel Leone no papel principal.

(Autor: Pedro Ivo | Onde encontrar: Amazon)

Mãe Liberté

Este é um quebra-cabeça literário e filosófico que convida os leitores a encontrarem as respostas para perguntas feitas na trama. A partir de uma obra que propõe participação ativa das pessoas, Simone Maryam apresenta um romance sobre as liberdades possíveis em uma realidade desigual, durante o período escravocrata, e traça paralelos com o mundo contemporâneo. No enredo, diferentes personagens vivenciam as ganâncias humanas e buscam encontrar soluções para conflitos individuais.

(Autora: Simone Maryam | Onde encontrar: Amazon)

O dia em que te amei

Para quem curte um romance de época de tirar o fôlego, cheio de surpresas e reviravoltas, a dica é O dia em que amei, obra de abertura da trilogia “Deusas de Londres”. Neste enredo, o leitor conhece Helena e George, personagens em busca de vingança. Enquanto ele a escolhe para afrontar a família, ela faz questão de destruir a reputação do respeitável duque. Será que pode existir amor em meio a tanto ódio?

(Autora: Paula Toyneti Benalia | Onde encontrar: Amazon)

Chocolate meio amargo

Anna é uma chef pâtissier apaixonada pela culinária, mas que, de uma hora para a outra, recebe a responsabilidade de cuidar do irmão mais novo. A nova realidade impõe limitações na vida amorosa e profissional da jovem, que agora precisa focar nos cuidados do caçula. Esta narrativa se entrelaça ao passado da família, marcado por imigrações, difíceis relações entre mães e filhas e a luta pela sobrevivência.

(Autora: Senia Reñones | Onde encontrar: Amazon)

Amarras do Destino

No coração agitado da floresta nasce uma amizade improvável entre Lunna, uma menina curiosa e determinada, e Poti, um jovem indígena que tem uma conexão profunda com as raízes ancestrais. À medida que os anos passam, a inocente amizade se transforma em um amor. Este primeiro volume de uma duologia é uma emocionante jornada de autodescoberta que transcende barreiras culturais e temporais.

(Autora: Mary Cristiane | Onde encontrar:  Amazon)

Grandes Aventuras de Sherlock Holmes

O livro reúne algumas das mais famosas investigações de Sherlock Holmes. São 17 contos que compilam toda a ironia, desilusão e disfarces do célebre detetive britânico. Caso raro na literatura, o personagem tornou-se maior que o próprio criador e atravessou o século XX como um fenômeno pop que continua a cativar novos leitores.

(Autor: Sir Arthur Conan Doyle | Editora: Tordesilhas Fabulous Classics | Onde encontrar: Amazon)

Herdeiro do Império

Nada de mafiosos italianos ou japoneses. Neste livro, eles são brasileiros! E mais: são de famílias rivais, do jogo do bicho. Nesta trama, que se passa no Rio de Janeiro, durante o Carnaval, o objetivo de Bruno Negrão e Maia Galina era destruir um ao outro. Porém, não contavam com a possibilidade de surgir entre eles uma paixão avassaladora. Nas páginas de Herdeira do Império, você vai descobrir se um final feliz é possível diante de tanta devastação.

(Autora: Jussara Leal | Onde encontrar: Amazon)

Obrigado por você existir!

Frederick Marfez é um bilionário russo que se muda com toda a família para o Brasil. Ele tomou esta decisão extrema para ajudar os pais: ambos estão doentes, e o clima tropical pode auxiliá-los a terem dias mais saudáveis e confortáveis. A partir desta mudança, uma série de vilões, desuniões e discórdias surgem no ambiente familiar. Esta obra foi escrita por Alderico Rodrigues de Sá durante 40 anos, com base nas histórias de pessoas reais que conheceu.

(Autor: Alderico Rodrigues de Sá | Onde encontrar: Amazon)

A fabula do cuidador

Edelvais é sensível e dedicada, mas anda cansada de tanto cuidar das estrelinhas. Em determinado momento, conhece o Cavaleiro: enquanto a flor anseia por liberdade, ele não queria depender deste amor. Inspirada em textos clássicos e romances de cavalaria medievais, a narrativa se desenvolve em torno do cuidado que um personagem demanda do outro. A partir disso, Marilice Costi escreve sobre perdoar a si mesmo, seguir os próprios sonhos e transformações pessoais.

(Autora: Marilice Costi | Onde encontrar: Amazon)

Corajosas

Inspiradas em contos de fadas clássicos – Branca de Neve, O Príncipe Sapo, Cinderela e A Bela e a Fera -, as autoras apresentam as aventuras e desventuras de quatro garotas comuns, mas com coração de princesa. Conhecê-las é como estar diante de um espelho mágico e enxergar um pouquinho delas em nós.

(Autoras: Arlene Diniz, Queren Ane, Thaís Oliveira e Maria S. Araújo | Editora: Mundo Cristão | Onde encontrar: Amazon)

Chama a Bebel

Uma história divertida e inspiradora para os adolescentes, Chama a Bebel narra a trajetória de uma jovem cadeirante e ativista da causa ambiental que muda de cidade para terminar o colegial e se torna uma liderança na escola. Às escondidas, Bebel, o primo Beto e o amigo Zico traçam um plano para desmascarar uma empresa de cosméticos que utiliza cães para testes laboratoriais.

(Autor: Paulo Nascimento | Onde encontrar: Amazon)

Pós-Carnaval tem show com Porta do Mundo, na Infinu

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Banda do DF faz apresentação de pré-lançamento de seu primeiro álbum, Fervo Brasília, no sábado, dia 17/02, às 18h

Fervo é FESTA! É também o Frevo, que firma sua tradição de continuar no Cerrado, mesmo depois do Carnaval. Seguindo nesse caminho, o grupo Porta do Mundo faz o convite para um festejo pós-Carnaval, em uma grande celebração repleta de sensações, intenções e significados. Pré-lançando o seu primeiro álbum, Fervo Brasília, a banda realiza o evento na Infinu, no sábado, dia 17/02, às 18h, com ingressos a R$25 (meia entrada – valor do terceiro lote). A festa conta com show do grupo e apresentação do Maracatu do Boiadeiro – Boi Brilhante, abrindo os trabalhos.

Porta do Mundo e o Fervo Brasília

O álbum “Fervo Brasília” é um exercício de construção rítmica, musical e poética do Grupo Porta do Mundo, que surgiu da união de três músicos compositores: Filipe Braga (solista e percussionista); Rafa Energia (brincante e poeta) e Stênio Neves (violonista e cantor). O grupo busca fortalecer o trabalho autoral em Brasília, referenciado na tradição popular, pautado em questões urgentes e ligado ao cotidiano dos que lutam na cidade. Integra-se produções rítmicas populares, encontros geracionais, de gênero, racial e regionais. No início, a musicalidade do grupo se compassava mais na batida da zabumba ou da alfaia, no vibrar do ganzá e no dedilhar do violão, entre outros instrumentos, em celebração brincante aos festejos populares. No agora, na finalização do álbum Fervo Brasília, arranjos e instrumentos mais elétricos se integram à melodia do choro brasiliense e da musicalidade africana. O repertório autoral do show atual é o diálogo de ritmos de diversos territórios, que os perpassam. O Cerrado, suas cachoeiras, as forças da natureza, a rua, amores e as lutas contra todas as formas de opressão compõem a criação artística, que reconhece contradições e identifica na festa uma bela e gostosa forma de amor e luta.

Além de Filipe, Rafa e Stênio, o show conta com uma banda base, formada por: Lirys Catharina, Sebastian Nadales e Dinho Lacerda.

SERVIÇO

Pré-lançamento do Fervo Brasília, álbum do Porta do Mundo

Onde: Infinu, 506 Sul

Quando: Sábado, 17/02, às 18h

Quanto: R$25 (meia)

Ingressos no Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/fervo-brasilia-a-festa-show-de-pre-lancamento-do-album-do-grupo-musical-porta-do-mundo/2303850

Classificação: Livre

Instagram: @portadomundodf