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terça-feira, abril 28, 2026
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Golpe por deepfake

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O golpe por deepfake que fez empresa perder R$ 127 milhões em chamada de videoconferência falsa poderia ser evitado. Saiba como

Segundo um dos maiores especialistas em proteção de dados, Inteligência Artificial e Direito Digital do Brasil, existem mecanismos que alertam os participantes de uma videoconferência de que o participante não é quem diz ser

Nesta semana, um golpe repercutiu no mundo empresarial: por meio de deep fake, cibeercriminosos simularam a imagem e a voz do CFO de uma empresa de Hong Kong para participarem de uma videoconferência, na qual solicitaram, utilizando da autoridade que o profissional teria, a transferência de milhões de dólares para uma conta-fantasma. 

Cada vez mais comum, os golpes utilizando Inteligência Artificial precisam de prevenção por parte das empresas. Segundo Rony Vainzof, advogado especializado em Direito Digital, proteção de dados e Inteligência Artificial, sócio do VLK Advogados, os cibercriminosos estão bastante preparados para os golpes – e, por isso mesmo, as empresas também precisam de medidas que as protejam. “Uma delas é a inserção de tecnologia de marca d’água não vista por olho humano, que pode facilitar a identificação por algoritmos para eventual remoção do conteúdo gerado por IA que seja considerado ilícito”, orienta o especialista.

Além dessa medida, ele orienta a padronização de protocolos tecnológicos empresariais, com capacitação de equipes que aumentam a conscientização sobre as técnicas utilizadas por golpistas. “Esse treinamento precisa ser constante, já que a tecnologia muda a todo momento. Olhos bem treinados conseguem perceber melhor as falhas no uso da Inteligência Artificial, porque as deepfakes nem sempre são perfeitas”, explica.

E, em relação a transferências bancárias, Rony Vaizof comenta que é preciso utilizar a política de dupla verificação para que sejam evitados compartilhamento de dados confidenciais indesejados, bem como para se evitarem transferências bancárias indevidas.

*Rony Vainzof é advogado e professor especializado em Direito Digital, Proteção de Dados e Segurança Cibernética. Diretor do Departamento de Defesa e Segurança da FIESP. Consultor em Proteção de Dados da Fecomercio/SP. Coordenador dos livros “Inteligência Artificial – Sociedade, Economia e Estado”, “Legal Innovation – O Direito do Futuro. O Futuro do Direito” e “Data Protection Officer (Encarregado)”. Mestre em Soluções Alternativas de Controvérsias Empresariais pela Escola Paulista de Direito (EPD).

 

Empreendendo fazendo o que ama, conheça a história da Audrey Alessandra, do Dog Ville Pet Care.

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Em julho de 2017, Audrey Alessandra realizou um sonho antigo: montar um pet shop, para fazer do seu amor por animais a sua fonte de renda, ela trabalhou a vida toda em uma empresa de prestação de serviços de cobrança pra bancos (busca e apreensão de veículos) e quando ocorreu o fechamento da filial, pensou: “por que não trabalhar com o que eu amo?”.  Decidindo assim montar seu negócio próprio, um pet shop. E ela sabia de uma coisa que gostava bastante: animais de estimação. Por isso, apesar de parecer loucura abrir seu próprio negócio, ela decidiu se aventurar pelo mundo do empreendedorismo.

 Busca por informação

Apesar da expectativa e vontade enorme de ver o seu sonho concretizado rapidamente, Audrey não se deixou levar pela ansiedade. Ela começou a estudar sobre o mercado, procurou ajuda, fez vários cursos como o de banho e tosa, procurou a melhor forma de planejar, investir e aplicar o seu dinheiro.

E pesquisando oportunidades de mercado observaram que o Setor Bela Vista era um bom lugar para começar, encontraram um imóvel disponível , umas salas bem estragadas, fecharam negócio e no mês seguinte iniciaram a reforma no Pet Care, que veio a ser inaugurado em 2017.

 

“Eu sempre fui apaixonada em animais (todos) e não foi difícil buscar informações e entender muito sobre esse mundo. Mergulhei em cursos para proporcionar o melhor para meus clientes. Sempre imaginei algo personalizado, diferente do mercado que temos”. Diz Audrey.

 

 

Sociedade

O sócio que também é seu esposo e sempre esteve ao seu lado apoiando em todas as ideias e situações, teve que abdicar do seu trabalho e pedir demissão, diante da necessidade, a estimativa era que o David Vasconcelos (Esposo) saísse do trabalho com 6 meses, mas com apenas 2 meses ele teve que sair porque a Audrey já não estava mais dando conta sozinha.

Nos primeiros meses o Dog Ville surpreendeu devido ao crescimento rápido, principalmente pelas indicações de quem já havia conhecido o trabalho, e junto com a família e depois de 3 anos de trabalho, veio a pandemia, e por incrível que possa parecer eles só cresceram. Porque Goiânia trabalhava com sistema de locais de emergências e o banho e tosa e o pet shop eram considerados essenciais, Aparecida de Goiânia (vizinha de Goiânia) onde foi usado o sistema de rodízio, fechando os comércios três vezes por semana. Muita gente veio a conhecer o estabelecimento na ocasião, e até hoje são clientes.

“Fico vendo os anos anteriores, quando tivemos 15 pets no dia em média e atualmente, fechamos com 1200 pets por mês.” Diz Audrey

Visão empreendedora

Desde a reforma até a inauguração, Audrey teve tempo para planejar não só os custos do novo negócio, mas também para buscar ferramentas que ajudassem na gestão do Pet Shop.

“Desde o início, sabíamos que não dava pra manter tudo no papel. Ia virar um caos”, conta.

Alexandre Morrison e Audrey.

Pretendendo melhorar ainda mais, para entender a necessidade do mercado e prestar o melhor serviço nessa área. Juntou-se a família Pet Care, Alexandre Morrison (Filho), que trouxe com sua juventude o expertise necessária as inovações de sistema, redes sociais, engajamento e treinamento, assim se  tornaram melhores e 2024 pretendem inovar cada dia mais, desde os agendamentos até o controle de estoque e folhas de pagamento, tudo passou a ser guardado na nuvem, sendo crucial para o acompanhamento.

Sucesso e crescimento

Com 7 anos de funcionamento, o Pet Care colhe os frutos da gestão de uma empreendedora determinada. “Eu trabalho com o que eu amo. Para este ano de 2024, projetamos muito mais, graças a Deus”, conta Audrey.

Serviço:

DogVille Pet Care

Av. Bela Vista Q 2b, 195 – Jd – Bela Vista,

Goiânia – GO, 74863-050

(62) 3249-5396
62 98476-9990 Tia Audrey
62 98448-7164 Tio David

 

PaulOOctavio entrega 1,5 mil kits de materiais escolares nos canteiros de obras*

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Custo dos conjuntos é de R$ 280 e cada um é composto por itens indispensáveis, como cadernos, canetas e réguas_

Prestes a completar 25 anos, a distribuição de kits com materiais escolares para funcionários dos canteiros de obras, feita pela Construtora PaulOOctavio, chegou a 1,5 mil alunos beneficiados este ano. São 200 conjuntos a mais que no ano passado, um auxílio àqueles que têm filhos e/ou netos matriculados em estabelecimentos de ensino do DF e Entorno.

Este reforço na educação dos jovens é uma ajuda considerável no orçamento das famílias, pois os kits são compostos materiais de largo consumo, como cadernos, canetas, lápis, apontador, borracha e réguas, entre outros itens indispensáveis. A ação beneficia os alunos dos Ensinos Fundamental e Médio. A última distribuição feita pela PaulOOctavio será nesta quarta-feira (7), no final da tarde, nas obras do Oceania Residence, em Águas Claras, a partir das 16h45.

As entregas são comandadas pelo próprio empresário Paulo Octávio e por seu filho, o executivo André Octávio Kubitschek. Na tarde de terça-feira (6), os dois estiveram no canteiro de obras do Manhattan Shopping, também em Águas Claras. “É muito importante a gente levar estes materiais para casa e dar um estímulo para que eles aprendam”, disse Paulo Octávio. “Isso mostra que queremos participar da vida escolar deles”, aconselhou.

“A educação é uma aposta nossa. E com grandes resultados. Já vimos filhos de nossos funcionários, que estudaram com estes kits, formarem-se e comandarem obras nossas anos depois”, explica o empresário, entusiasta da educação desde os anos 1990, quando a PaulOOctavio alfabetizou mais de 2,5 mil operários com aulas nos canteiros de obras.

A seu lado, André Octávio Kubitschek mostra que herdou o gosto pela educação. Formado em Business, nos Estados Unidos, e em Direito, no UniCeub, ele participa da distribuição com a mesma energia do pai.

“É a educação de qualidade que fará com que estas crianças e adolescentes que recebem os kits tenham um lugar de destaque no futuro. Meu pai puxou muito a minha orelha para estudar. Hoje estou na direção do ramo de hotelaria e acredito que ele fez o certo, nos preparando para o futuro”, comentou.

Os kits são importantes para as famílias como um todo. José Teixeira de Andrade atesta isso. Já levou para os filhos e nesta terça-feira equilibrava sete deles para dar aos netos. Apenas na obra em que ele trabalha, no Manhattan Shopping, foram distribuídos mais de 200 conjuntos. O custo dos materiais entregues pela PaulOOctavio gira em torno dos R$ 280.

Hospital da Criança abre processo seletivo de estágio em Brasília

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Vagas são destinadas a estudantes do curso superior em diversos cursos e as inscrições são gratuitas

O Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE abriu inscrições para o processo seletivo de estágio do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB). As vagas são destinadas a estudantes do ensino superior matriculados nos cursos de  Publicidade e Propaganda e Design Gráfico, Desenho Industrial e Pedagogia. As inscrições podem ser feitas até dia 08/02 através do link .

Os candidatos aprovados e contratados no processo seletivo receberão bolsa-auxílio de R$ 950,00 por mês, para jornada de 25 horas semanais.

Sobre o Centro de Integração Empresa-Escola
Fundado há mais de meio século, o CIEE é uma instituição filantrópica sem fins lucrativos. Reconhecida como a maior referência do Brasil em empregabilidade jovem, faz a ponte, anualmente, entre 300 mil jovens e adolescentes e o mundo do trabalho. Suas ações socioassistenciais englobam a promoção de conhecimento e fortalecimento de vínculos de jovens em situação de vulnerabilidade.

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www.ciee.org.br

Consulta ao valor do PIS/Pasep de 2024 é liberada

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Pagamentos ocorrerão de 15 de fevereiro a 15 de agosto

Cerca de 24 milhões de pessoas que trabalharam com carteira assinada em 2022 podem consultar, a partir desta segunda-feira (5), o valor do abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) em 2024. A quantia está disponível no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (disponível na Google Play e na App Store) e no Portal Gov.br.
Quem quiser obter informações adicionais, como o calendário de pagamentos, a liberação da parcela e o esclarecimento de dúvidas, deve consultar o aplicativo Caixa Trabalhador.

O pagamento do abono salarial de 2022 será feito de 15 de fevereiro a 15 de agosto, conforme o mês de nascimento do trabalhador, para quem recebe o PIS, ou o número final de inscrição, para quem recebe o Pasep.

Neste ano, R$ 22,6 bilhões podem ser sacados. Segundo o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), o abono salarial será pago a 24,67 milhões de trabalhadores em todo o país. Desse total, 21,95 milhões que trabalham na iniciativa privada receberão R$ 19,8 bilhões do PIS e 2,72 milhões de servidores públicos, empregados de estatais e militares têm direito a R$ 2,7 bilhões do Pasep.

O PIS é pago pela Caixa Econômica Federal e o Pasep, pelo Banco do Brasil. Como ocorre tradicionalmente, os pagamentos serão divididos em seis lotes, baseados no mês de nascimento, no caso do PIS, e no número final de inscrição, no caso do Pasep. O saque iniciará nas datas de liberação dos lotes e acabarão em 27 de dezembro de 2024. Após esse prazo, será necessário aguardar a convocação especial do Ministério do Trabalho e Previdência.

Quem tem direito

Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no PIS/Pasep há, pelo menos, 5 anos, e que tenha trabalhado formalmente por, no mínimo, 30 dias no ano-base considerado para a apuração, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

O valor do abono é proporcional ao período em que o empregado trabalhou com carteira assinada em 2022. Cada mês trabalhado equivale a um benefício de R$ 117,67, com períodos iguais ou superiores a 15 dias contados como mês cheio. Quem trabalhou 12 meses com carteira assinada receberá o salário mínimo cheio, de R$ 1.412.

Veja o calendário aprovado:

arte saque pis

 

arte saque pasep

Pagamento

Trabalhadores da iniciativa privada com conta corrente ou poupança na Caixa receberão o crédito automaticamente no banco, de acordo com o mês de seu nascimento.

Os demais beneficiários receberão os valores por meio da poupança social digital, que pode ser movimentada pelo aplicativo Caixa Tem. Caso não seja possível a abertura da conta digital, o saque poderá ser realizado com o Cartão do Cidadão e senha nos terminais de autoatendimento, unidades lotéricas, Caixa Aqui ou agências, também de acordo com o calendário de pagamento escalonado por mês de nascimento.

O pagamento do abono do Pasep ocorre via crédito em conta para quem é correntista ou tem poupança no Banco do Brasil. O trabalhador que não é correntista do BB pode efetuar a transferência via TED para conta de sua titularidade via terminais de autoatendimento e portal www.bb.com.br/pasep ou no guichê de caixa das agências, mediante apresentação de documento oficial de identidade.

Até 2020, o abono salarial do ano anterior era pago de julho do ano corrente a junho do ano seguinte. No início de 2021, o Codefat atendeu a recomendação da Controladoria-Geral da União (CGU) e passou a depositar o dinheiro somente 2 anos após o trabalho com carteira assinada.

 

arte abono salarial

 

Edição: Fernando Fraga

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Fabricante dará prioridade da vacina contra dengue ao SUS

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Em comunicado, empresa disse que limitará fornecimento à rede privada

A farmacêutica Takeda, que produz a vacina contra a dengue (Qdenga), emitiu um comunicado nesta segunda-feira (5) para informar a decisão de priorizar o atendimento aos pedidos do Ministério da Saúde no fornecimento dos imunizantes. De acordo com o comunicado, a Takeda suspendeu a assinatura de contratos diretos com estados e municípios e vai limitar o fornecimento da vacina na rede privada apenas para suprir o quantitativo necessário para as pessoas que tomaram a primeira dose do imunizante completem o esquema vacinal com a segunda dose, após um intervalo de três meses.A medida foi tomada, segundo a empresa, diante do cenário de inclusão da Qdenga no Sistema Único de Saúde (SUS) e o agravamento da epidemia de dengue em diversas regiões do país.

“Em linha com o princípio da equidade na saúde, a Takeda está comprometida em apoiar as autoridades de saúde, portanto seus esforços estão voltados para atender a demanda do Ministério da Saúde, conforme a estratégia vacinal definida pelo Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI) que considera faixa etária e regiões para receberem a vacina. Conforme já anunciado, temos garantida a entrega de 6,6 milhões de doses para o ano de 2024 e o provisionamento de mais 9 milhões de doses para o ano de 2025. Em paralelo, estamos buscando todas as soluções possíveis para aumentar o número de doses disponíveis no país, e não mediremos esforços para isso”, diz o comunicado.

A decisão não prejudica compromissos previamente firmados com municípios antes da incorporação da Qdenga ao SUS, observou a empresa.

Ainda segundo a farmacêutica, a previsão é que o fornecimento global da vacina Qdenga atinja a meta de 100 milhões de doses por ano até 2030, o que inclui um novo centro internacional dedicado à produção de vacinas, na Alemanha, previsto para ser lançado em 2025.

Vacinação

A vacina Qdenga teve o registro aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março de 2023. O processo permite a comercialização do produto no Brasil, desde que mantidas as condições aprovadas. Em dezembro, o Ministério da Saúde anunciou a incorporação do insumo no Sistema Único de Saúde (SUS).

Na próxima semana, as doses começam a ser distribuídas a 521 municípios selecionados pelo Ministério da Saúde para iniciar a vacinação na rede pública. As cidades compõem um total de 37 regiões de saúde que, segundo a pasta, são consideradas endêmicas para a doença. Serão vacinadas crianças e adolescentes de 10 a 14 anos de idade, faixa etária que concentra maior número de hospitalizações por dengue, atrás apenas dos idosos.

>> Tire as dúvidas sobre a vacina da dengue

Epidemia

O Brasil vive uma explosão de casos de dengue que fez com que o Distrito Federal e três estados, além do município do Rio de Janeiro, decretassem situação de emergência por conta da doença. Na última sexta-feira (3), o Ministério da Saúde abriu o Centro de Operações de Emergências (COE) contra a dengue, em Brasília.

Os principais sintomas da dengue. Foto: Arte/EBC
Arte/EBC

Edição: Carolina Pimentel