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sexta-feira, maio 1, 2026
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Brasília – da utopia à Capital

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Brasília – da utopia à Capital

30 julho – 30 agosto

Embaixada do brasil em Londres

De 30 de julho a 30 de agosto de 2019, a Embaixada do Brasil em Londres apresentará a exposição Brasília – da Utopia à Capital”. A exposição examina as ideias, personagens e percursos historicos que levaram à criação de Brasília em 1960 e a transformaram em síntese do pensamento modernista brasileiro. Concebida como obra de arte completa, a nova capital representa nova fase de interiorização do Poder Público do país, anteriormente concentrado na faixa litorânea.

A mostra exibe acervo de aproximadamente 300 obras de arte e documentos, dentre eles, maquetes de edificios icônicos projetados por Oscar Niemeyer; desenhos e maquete fotográfica do plano urbanístico de Lucio Costa; esculturas de Maria Martins, de Bruno Giorgi e de Alfredo Ceschiatti; e fotografias de Marcel Gautherot e de Mario Fontenelle.

As obras são provenientes de coleções brasileiras públicas e privadas, dentre as quais o Instituto Moreira Salles, o Arquivo Público do Distrito Federal e o acervo da Coleção Brasília — Domício e Izolete Pereira.

“A ideia da exposição é mostrar ao mundo as várias facetas das artes que deram vida a cidade. As obras que serão expostas, pela primeira vez em Londres, são essenciais para o entendimento da formação da nova capital. Acredito que essa mostra vai aumentar, ainda mais, a curiosidade dos ingleses sobre um pátgina da nossa história, que nos enche de orgulho”, destaca Danielle Athayde que assina a curadoria da exposição.

Uma epopeia modernista

A transferência da capital do Brasil do litoral atlântico para o centro-oeste do seu território, no início da década de 1960, despertou sentimento de euforia desenvolvimentista na população brasileira. Pessoas comuns, movidas pelo desejo de fazer parte do sonho de construção de uma nova cidade, sede do governo, deslocaram-se do conforto de suas famílias e de suas cidades de origem, em especial do nordeste brasileiro, em direção ao centro-oeste. O Planalto Central, no cerrado brasileiro, de horizonte infinito e de terra vermelha, transformou-se em canteiro de obras de proporções épicas, cujos núcleos de acomodações precárias, sendo um deles Cidade Livre, chegou a abrigar mais de 30 mil trabalhadores durante a construção, que durou três anos e dez meses.

Concreto aparente

Os chamados candangos”, trabalhadores oriundos de vários campos de conhecimento e, em geral, pertencentes às camadas populares, aprenderam in situ a dominar o emprego e a manipulação do concreto aparente. O material, elemento marcante do Modernismo brasileiro e que encontra ressonância no Brutalismo presente na paisagem de Londres, não admite erros ou retoques. Ao observarmos, com admiração e espanto, a beleza do projeto urbanístico de Lucio Costa, o Plano Piloto, e a harmonia e perfeição das linhas curvas de Oscar Niemeyer, também estamos a observar a excepcional capacidade artesanal dos candangos, sobretudo na elaboração dos pilares do Palácio da Alvorada, inspirados nas redes de casas de fazenda do período colonial, e dos arcos que sustentam o Palácio do Itamaraty, cujas maquetes compõem a mostra.

Plano Piloto

O esforço da construção de Brasília, compartilhado por funcionários públicos, arquitetos, artistas e candangos, poderá ser observado em detalhes pelo público presente nos documentos históricos reunidos pela exposição Brasília – da Utopia à Capital. Entre eles, o projeto Plano Piloto, proposto por Lucio Costa.

Definida por uma área de 21×17 km, Brasília é delimitada, ao sul, pelo Aeroporto Internacional JK; ao norte, pela recente Torre de TV Digital; a leste, pela barragem do Lago Paranoá; e a oeste, pela rodoviária. Maquete do Plano Piloto foi especialmente concebida para a exposição a partir de imagens de satélite, em alta resolução, medindo 6,00×4,80 metros, considerando a escala de 1:3500.

Comissionamento de artistas

As etapas da construção da nova capital brasileira, realizadas em ritmo apressado, de vergalhões de aço e andaimes gradualmente cobertos pelo concreto que lhe conferiu singularidade, foram registradas em belíssimos ângulos geométricos pelas lentes dos fotógrafos Peter Scheier, Marcel Gautherot, Jean Manzon, Mario Fontenelle e Jesco Puttkamer.

Vislumbrada como uma obra de arte completa, com características de museu a céu aberto, o projeto de Brasília comissionou obras a prestigioso grupo de artistas: Athos Bulcão, autor de fachadas, pinturas e azulejos que dão cor ao concreto e se integram à arquitetura, como as fachadas do Teatro Nacional e os paineis de azulejos no Congresso Nacional e na Igrejinha; Marianne Peretti, autora dos vitrais da Catedral Metropolitana; Alfredo Ceschiatti, escultor dos anjos da Catedral; Roberto Burle Marx, artista criador de projetos paisagísticos dos principais espaços públicos da capital, como o Parque da Cidade, o Palácio do Itamaraty, as superquadras, as praças e eixos do plano piloto, além de obras e projetos para seus interiores, para citar alguns.

Algumas dessas obras e seus estudos serão exibidos em Londres pela primeira vez. É o que ocorre com as obras da Coleção Brasília – Acervo Domício e Izolete Pereira com o modelo para a obra Rito do Ritmo de Maria Martins, primeira escultura pública da capital, executada a convite de Niemeyer e instalada nos jardins internos do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente da República. O mesmo pode ser dito de obras de Bruno Giorgi, como Guerreiros, de representação dos candangos e símbolo do marco da ocupação artística da capital.

 

Coleção Brasília

O acervo formado pelo casal Izolete e Domício Pereira constitui-se num caso único. Considerados “pioneiros” em razão de residirem na nova capital desde 1959, onde exerceram cargos no Governo Federal e na NOVACAP (companhia responsável pela construção da cidade), reuniram um raro conjunto de obras assinadas pelos arquitetos Niemeyer e Costa, assim como pelos artistas comissionados. O conjunto de obras, documentos e objetos representa um recorte das artes visuais do período e da estética modernista que se estabeleceu no Brasil nas décadas de 1950-60.

 

Curadoria

Além de reunir elementos relacionados à arquitetura que identificam Brasília, a curadoria de Danielle Athayde propõe analisar a produção artística dos anos de construção da capital, assim como nos encaminha olhar para a representação contemporânea da capital. Nesse sentido, comissionou obras aos artistas Alex Flemming, que faz alusão à arquitetura da Catedral, e Naura Timm, que apresenta série de esculturas inspiradas pelo Cerrado, bioma em que a cidade foi edificada.

 

A exposição Brasília – da Utopia à Capital é o resultado de extensa pesquisa de Danielle Athayde na Fundação Ortega y Gasset, em Madri, na Espanha. A mostra circulou por 10 capitais, dentre elas Paris, Berlim e mais recentemente, Moscou.

 

Catálogo

Catálogo bilíngue da exposição — inglês e português, 292 páginas — com textos, imagens e extenso memorial documental do projeto, estará disponível para aquisição.

 

Parceiros

Brasília – da Utopia à Capital é uma realização Artetude Produções e do Grêmio Recreativo Cacique do Cruzeiro, financiada pelo Governo do Distrito Federal, correalizada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e recebeu expressivo apoio da Embaixada do Brasil em Londres.

 

Informações úteis

Brasília – da Utopia à Capital

Curadoria: Danielle Athayde

Coquetel de abertura dia 30 de julho, das 18h30 às 20h30

Visitação aberta ao público de 31 de julho a 30 de agosto de 2019

Segunda a Domingo – 11h às 18h

Entrada franca

Embaixada do Brasil em Londres

14-16 Cockspur Street

SW1Y 5BL

cultural.london@itamaraty.gov.br

 

  

 

Orquestra Tabajara dá início às comemorações dos 32 anos do Projeto Venha Dançar

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Orquestra Tabajara dá início às comemorações dos 32 anos do Projeto Venha Dançar

Os bons tempos estão de volta. Os grandes sucessos Glenn Miller, Românticos de Cuba, Ray Coniff, e tantos outros artistas inesquecíveis dos anos 60 e 70, vão embalar as pessoas que amam dançar ao som de uma orquestra. A convidada especial é a lendária Orquestra Tabajara, que se apresentará em Brasília em duas únicas apresentações, nos dias 30 e 31 de agosto, como parte das comemorações dos 32 anos do Projeto Venha Dançar.

Com a regência do maestro Francisco Araújo, filho de Severino Araújo, que por quase 80 anos comandou o famoso grupo musical, o baile contará com 22 músicos vindos direto do Rio de Janeiro para as apresentações exclusivas. No repertório, clássicos como “Aquarela do Brasil”, “Garota de Ipanema”, “Anos dourados”, “New York, New York” e “Besame mucho” vão resgatar o gostinho dos Anos Dourados.

Criado em agosto de 1987, o Projeto VENHA DANÇAR já passou pelos mais renomados clubes, resgatando o prazer de curtir os grandes bailes com talentosos músicos da Cidade e do País. “Nossa cidade merece, e essa será, certamente, uma atração para oferecer momentos de prazer e alegria tanto aos brasilienses quanto aos turistas que aqui chegam para conhecer a bela capital de todos os brasileiros”, comemora Dilmar Mattos produtor cultural e criador deste projeto.

Com um público predominante acima dos 40 anos, o projeto reúne pessoas de todas as faixas etárias.  “A gente sabe que existe um grupo na cidade entre 25 e 40 anos que procura espaços para exercitar o que aprendem nas aulas espalhadas pelas academias da cidade”, lembra Dilmar.  “O cheiro, o traço e a cor desse projeto é a dança, e não existe nada parecido na cidade. É claro que existem pessoas que irão sentar e apreciar a música, a dança e o bom gosto, mas a predominância é de quem gosta de dançar”, completa o produtor.

As apresentações acontecem dia 30.08, no Salão Social Principal da AABB (Setor de Clubes Sul trecho 2) e no dia 31.08, no Iate Clube de Brasília (SCEN Trecho 02 Conjunto 04). Os ingressos podem ser adquiridos pelo site www.venhadancar.com.br ou nos pontos de venda nos locais das apresentações e no hall do Hotel Nacional. Os preços variam de R$ 70,00 por pessoa para sócios e R$ 100,00 para não sócios (segundo lote). Valores únicos. Bebidas e petiscos serão comercializados no local.

Serviço
Projeto Venha Dançar… 32 anos, com a Orquestra Tabajara

Quando? Dias 30, no Salão Social Principal da AABB (Setor de Clubes Sul trecho 2) e 31 de agosto no Iate Clube de Brasília (SCEN Trecho 02 Conjunto 04), sempre às 21h.
Quanto? Couvert artístico – R$ 70,00 por pessoa para sócios e 100,00 para não sócios (segundo lote)
Informações e reservas: www.projetovenhadancar.com.br

 

Nikkei Brasília inaugura novo ambiente

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Espaco Rooftop_Davi_Fernandes
Nikkei Brasília inaugura novo ambiente
Espaço Rooftop fica no segundo piso do restaurante e tem capacidade para receber até 120 pessoas
O restaurante Nikkei Brasília, localizado na orla da Ponte JK, está com novidades! Agora, a casa conta com o espaço Rooftop Nikkei, um ambiente localizado no segundo piso, que além de proporcionar aos clientes uma vista belíssima do Lago Paranoá poderá ser utilizado também para a realização de eventos como shows, exposições e aniversários.
O novo ambiente foi pensado de forma a promover a interação entre seus visitantes. Com a ideia de que todos se encontrem no balcão em algum momento, os pedidos dos clientes só podem ser feitos neste local. De lá, as escolhas são encaminhadas às mesas pelos colaboradores do Rooftop.Com capacidade para acomodar 90 pessoas sentadas e até 120 convidados, ao todo, o projeto, com itens rústicos e toques sofisticados, é assinado pela empresa Maai Arquitetura com participação de Arnaldo Pinho, Isabel Veiga e Mônica Pinto. Logo na entrada, os visitantes têm acesso a mantas que ficam à disposição dos clientes. O lugar conta ainda com dois lounges cheios de charme: um deles com almofadas tatames de madeira e o outro com sofás e poltronas de couro, tudo pensado para o melhor conforto dos clientes. Além disso, o local conta com aquecedor e mini lareiras colocadas sob as mesas para esquentar as noites mais frias. Em sua composição, além de móveis planejados, a decoração conta com três painéis assinados pela artista plástica Cris Conde, da Galeris em São Paulo.

Para atender a toda a família, o ambiente terá brinquedoteca com sistema de acompanhamento por câmeras de vídeo e, aos fins de semana, monitores disponíveis.
Inicialmente, o espaço funcionará de quinta a domingo, sendo que, às quintas e sextas-feiras, das 19h às 1h; sábado, das 16h às 1h e domingo, das 16h às 0h.

Para eventos exclusivos a casa oferece opções em dias normais de funcionamento, entretanto, somente após as 22h, com pacotes e serviços personalizados para atender a cada tipo de cliente.

Carta de Drink’s

Para o espaço Rooftop Nikkei foi criada uma carta de bebidas, exclusiva, com 17 drinks originais e únicos. Sete deles tem como inspiração a cultura oriental e são assinados por Victor Quaranta. O destaque fica com o Yin Yang (R$ 33) – Yin: Sake shochu, Gin, lichias, syrup de graviola e limão siciliano e Yang: Whisky Jack Daniel’s, suco de limão e syrup de café com shoyu; o San tê (R$ 21) – Sake Shochu, syrup de wassabi, suco de limão siciliano e espuma de gengibre e o Nikkei (R$ 25) – Brandy, espumante rosé, morango, laranja, soda limonada e calda de açúcar. Os outros de z drinks levam a assinatura de Gutto Lopes que trouxe referências passadas do estilo speakeasy como inspiração. Entre eles: Velha Guarda (R$ 24) – Cachaça Envelhecida, syrup de Caramelo Salgado, Splash de água tônica Orange Bitters e Angostura, Black Tie (R$ 32) – Johnnie Walker Black Label, Vinho queimado com especiarias, Luxardo, Licor Abadia e Bitter de Cacau e Dama de Vermelho (R$ 24) – Vodka, Aperol, Cointreau, Kombucha Hibred e Sour Mix. Além da carta, drinks clássicos e contemporâneos como Moscow Mule (R$ 29), Aperol Spritz (R$ 26), Cosmopolitan (R$ 28) e Mojito (R$ 26), compõem o cardápio.

Para degustar

Assim como na parte das bebidas, o espaço servirá um menu exclusivo para a degustação. O cardápio traz itens diferentes dos servidos no térreo e primeiro andar do restaurante. Elaboradas e assinadas pelos Chef Divino Barbosa e Gel Messias, as entradas são de dar água na boca. Bruschettes de Polvo (R$39) e de Parma (R$ 41), Carpaccio de Mignon (R$ 54), Tábua de Frios (R$ 60), Casquinha de Siri (R$ 26) e Pastéis (R$ 28) estão entre as opções. Na parte oriental, as criações garantem que o público possa comer bem com opções variadas. Além dos drinks e menu de e ntradinhas, uma carta de vinhos estará disponível, com serviço de sommelier, quando solicitado.

 

Programação Musical

O espaço Rooftop Nikkei também conta com uma programação musical exclusiva onde a regra é música boa e diversão. Uma sexta-feira por mês, a casa terá um show com artistas da capital para agitar os convidados. Entre os ritmos, Blues, Rock, e World Music. Ainda para completar as atrações, aos sábados e domingos haverá sunset’s com DJ’s, a partir das 16h. Outros projetos, além dos musicais, também serão incorporados à grade de programação da casa. Os eventos serão divulgados nas redes sociais: Instagram (@nikkeibrasilia) e Facebook (nikkeibrasilia ).

Serviço:

Espaço Rooftop do Nikkei Brasília

Endereço: St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 2 – Orla da Ponte JK
Horário de funcionamento: às quintas e sextas-feiras – das 19h às 1h; sábado – das 16h às 1h e domingo – das 16h às 0h.
Para reservas consultar horários disponíveis pelo telefone (61) 2099-2461
Formas de Pagamento: dinheiro e cartão (qualquer bandeira) / não aceita tickets de alimentação
Wi-fi
Fraldário nos banheiros masculino e feminino
Manobristas
Instagram: @nikkeibrasilia
Facebook: / nikkeibrasilia

Finalistas do Brasília Independente se apresentam em grande final

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Finalistas do Brasília Independente se apresentam em grande final

Disputa acontece dia 02 de agosto em um grande show gratuito que integra a programação do Festival CoMA

Uma grande oportunidade de projeção para os músicos locais, o Brasília Independente está chegando à reta final do concurso de 2019. Os vencedores serão conhecidos na sexta-feira (02/07), a partir das 19h, em uma apresentação no Clube do Choro, como parte do Festival CoMA, um dos mais importantes eventos de valorização da música do país. A entrada é gratuita.

A disputa envolveu 30 concorrentes que passaram pela “peneira”. Dos 10 finalistas escolhidos, 2 serão declarados campeões em duas categorias: voto popular (pela internet) e júri técnico. O resultado será conhecido nesta final, mas todos se apresentarão em ordem alfabética. A premiação inclui um troféu, reportagens sobre a trajetória da banda, cantor ou cantora e gravação de videoclipe.

Os finalistas são: Allan Massay, Arthur Santana, Fagner e Fabrício, Israel Paixão, Lejow, Madamme Bovary, OTarot, Samba Urgente, Toro e Vibrações.

Brasília independente

Desde 2011, o concurso brasiliense produzido pela TV Globo premia cantores, cantoras e bandas independentes da cidade. Em suas dez edições já revelou grandes artistas de vários gêneros, como sertanejo, rock, pagode, rap entre outros. Os vencedores são escolhidos pelo júri técnico e voto popular.

O CoMA

Em suas primeiras edições, o CoMA tem marcado o mês de agosto como um dos maiores festivais de música no Centro-Oeste, voltando os olhos do país para o cenário artístico da capital federal. Em 2017, foram 14 mil pessoas vibrando numa só sintonia, número que chegou a 16 mil no ano seguinte.

 

Brasília Independente/ Festival CoMA

Data: 2 de agosto

Local: Clube do Choro

Entrada: Gratuita

Classificação indicativa: 16 anos

 

Cerca de 300 pessoas participaram do Investe Turismo em Brasília

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Fotos Luís Tajes/Setur-DF

Cerca de 300 pessoas participaram do Investe Turismo em Brasília

A capital brasileira compõe um das 30 rotas turísticas criadas pelo programa

O Clube do Choro, Patrimônio Imaterial de Brasília, foi palco do 12º Seminário Itinerante do Programa Investe Turismo. A capital brasileira compõe uma das 30 rotas turísticas estratégicas do Brasil, juntamente, com os municípios de Cavalcante e Alto Paraíso, ambos em Goiás. O programa tem como objetivo melhorar a competitividade e acelerar o desenvolvimento turístico em 158 municípios brasileiros por meio da atividade turística.

Fotos Luís Tajes/Setur-DF

Entre os presentes estavam o governador em exercício do Distrito Federal, Paco Britto, a secretária de Turismo do Distrito Federal, Vanessa Mendonça, o secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo do Ministério do Turismo, Aluizer Malab, o presidente do Embratur, Gilson Machado Neto e o presidente do Sebrae Nacional, Carlos Melles. Entre os 300 participantes, ainda estavam embaixadores, representantes do GDF e empresários do setor.

Para Vanessa Mendonça, o Investe Turismo é uma importante ferramenta para qualificar o trade, atrair investimentos, estruturar a atividade nas cidades beneficiadas e melhorar a governança do setor. “Brasília tem uma diversidade de atividades turísticas muito grande. Essa ação fortalece os poderes público e privado. Estamos focados para fomentar a classe produtiva. Com esse programa, nós ganhamos musculatura para atingir nossos objetivos”, disse a chefe da pasta na capital brasileira.

“Brasília é um exemplo de arte e de audácia do nosso povo. Um dos objetivos do governo Ibaneis é resgatar a esplendorosidade de Brasília, uma cidade que não encontra paralelo em lugar nenhum do mundo. Nessa rota, a arquitetura dos homens se une a força divina da natureza da Chapada. É uma combinação perfeita”, pontuou o governador em exercício.

O programa é desenvolvido pelo Ministério do Turismo, Sebrae e Embratur e oferece um pacote de ações de crédito, marketing, investimento e incentivos para as cidades escolhidas para participarem do programa. “O seminário de hoje marca um momento de trabalho, mas essa é uma ação contínua”, destacou Aluizer Malab. “Esse programa é voltado para a iniciativa privada. Ele fortalece todo o setor”, frisou o presidente do Sebrae.

O presidente do Embratur enfatizou que o Turismo está tendo um grande protagonismo na atual gestão brasileira pela grande capacidade que tem para gerar emprego e renda no mundo inteiro. “O nosso país terá uma participação efetiva do Turismo no PIB. Os empregos gerados por esse segmento tendem a crescer no mundo todo. Até o final desse ano vamos chegar aos sete milhões de empregos no Brasil”, ressaltou Gilson Machado.

Musicalizando na Escola realiza oficinas com alunos da rede pública

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Musicalizando na Escola realiza oficinas com alunos da rede pública

# CF 11 do Gama recebe projeto com aulas práticas e atividades lúdicas com voz, corpo e instrumentos musicais

# Dias 5, 7, 12 e 14 de agosto

O CEF 11 do Gama recebe, nos dias 5, 7, 12 e 14 de agosto, o projeto Musicalizando na Escola, que promove uma rodada de oficinas para alunos de 11 a 17 anos com o tema “Música para a Vida”. A iniciativa, que conta com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura – FAC/DF, tem por objetivo aproximar os alunos das técnicas e do processo de concepção da música, percepção de estilos e ritmos, além de propor um contato inicial com partituras e instrumentos.

A iniciativa é conduzida por cinco professores da Escola de Música de Brasília: Eugênio Matos, Daniel Baker, Dani Baggio, George Lacerda e Felipe Pessoa. Além de aulas de iniciação à teoria musical, os professores também fazem uso de instrumentos como violão, teclado, triângulo, zabumba, pandeiro e chocalho para as aulas práticas, colocando os alunos em contato com conceitos como ritmos, compassos, escalas e notas.

As aulas acontecem em quatro encontros, cada qual com duração de duas horas. A turma conta com cerca de 30 alunos. No primeiro dia, a oficina abrange conhecimento sobre ritmo, pulso, métrica e compasso. No segundo dia, são estudados a melodia, graus de escala e saltos. No terceiro módulo, a harmonia e funções harmônicas na música. No quarto dia, a performance, unindo os três temas anteriores, apresentando a produção de forma prática com instrumentos e vozes.

Eugênio Matos – Crédito Divulgação

A música folclórica nacional também é uma ferramenta para ilustrar e conduzir as atividades. Por meio de exemplos do repertório de clássicos da cultura brasileira, os estudantes podem integrar o conhecimento adquirido nas oficinas com o que podem ouvir no seu cotidiano, com a música que está sendo executada no mercado, tomando contato com a história da produção musical brasileira.

De acordo com o professor Eugênio Matos, um dos idealizadores do projeto, a iniciativa tem o propósito de envolver o jovem com uma vivência prática e abrangente da música. “Vamos exercitar a capacidade de compreensão daquilo que os estudantes ouvem de acordo com as técnicas e formatos, um conhecimento mais profundo e lúdico da música, daquilo que ouvem como uma expressão cultural. A ideia é buscar formas de cativar os jovens para conhecer mais, praticar a música e despertar-lhes o interesse para que sigam, se desejarem, os estudos e se dediquem à arte musical. É uma oportunidade de viver o mundo da música de forma mais simples”, explica.

Projeto Musicalizando na Escola

“Oficinas Música para a Vida”

CEF 11 do Gama

St. Sul Q 15 – Gama, Brasília – DF

Dias 5, 7, 12 e 14 de agosto

Apoio: Fundo de Apoio à Cultura – FAC/DF