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sexta-feira, maio 1, 2026
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Brasília Mapping Festival #SmartCities

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Brasília Mapping Festival #SmartCities

      Dias 6 e 7 de julho, no Museu Nacional da República com entrada gratuita

O Brasília Mapping Festival: ##smartcities realiza a sua primeira edição nos dias 06 e 07 de julho em Brasília. Com a temática Smart Cities (Cidades Inteligentes), o Brasília Mapping será realizado no Museu Nacional da República, para discutir e apresentar as possibilidades artísticas sobre o futuro das cidades, a partir das reflexões sobre cidades mais criativas com a participação das pessoas, mas acessível culturalmente e com pontos de fluxo mais participativos no cotidiano da comunidade.

A proposta do festival é levar novidades e iniciativas da tecnologia em projeção mapeada para ocupar visualmente um dos espaços mais icônicos da Capital Federal, o Museu Nacional, produzindo reflexões sobre as cidades inteligentes e a percepção dos espaços urbanos.

“Nossa proposta visa reconfigurar e promover o diálogo dos conceitos entre a paisagem/arquitetura e o público/espaço das cidades, por meio de situações criativas constituídas por um estado lúdico de conteúdo interativo”, explica a diretora de arte e tecnologia do projeto, Camila Handam,

A equipe de curadoria do evento selecionou trabalhos de todo o país por meio de chamamento público. A primeira ação antecipa a programação do Festival no Museu da República e já está em cartaz. É a exposição Ex-Mapping, de 7 de junho a 8 de julho, com projeção de oito obras visuais de artistas selecionados na Estação Galeria do metrô.

Nos dias 6 e 7 de julho, a programação se estende durante todo o dia. Intervenções Urbanas intituladas UrbanMapping serão projetadas na cúpula do museu ou desenvolvidas na área externa. São treze trabalhos artísticos em videomapping, arte e tecnologia que envolvem pesquisas e experiências estéticas no âmbito da intersecção entre o espaço urbano, arquitetura, corpo e tecnologia.

No mesmo espaço físico, serão apresentadas performances artísticas de Boddy Mapping, que relacionam as linguagens do corpo e do videomapping. Dentro da temática, também será oferecida uma oficina de Body mapping, com Cynthia Domenico e Washie Pichinin, ambos de São Paulo.

Dentro da seleção de artistas, a categoria Social Mapping, apresenta dois Projetos inovadores em plataformas Sociais. Um dele é o Varal de Poesia, projeto pedagógico desenvolvido pelo artista Elias Daher para apresentar a literatura de maneira lúdica e suave. Em poucos minutos, é possível trabalhar a expressão corporal, enfrentamento à timidez, além de conhecer diversos poetas e gêneros literários, com uma abordagem bastante atual nas empresas, que é a gamificação.

Outro selecionado é o VJ Thur (SP), com a obra L1B3RT0. Trata-se de uma projeção mapeada que se baseia nos algoritmos criadores das “bolhas sociais” para convidar o público à uma interação com o mundo real.

Simpósio #smartcities

Dentro da programação do Brasília Mapping Festival haverá ainda simpósio com especialistas em arte e tecnologia. Uma oportunidade para troca de informações sobre o tema, apresentações de trabalhos e discussão sobre temas relacionados à arte, a intervenção artística das áreas urbanas e como essa arte se relaciona com a sociedade. O simpósio será realizado nos dias 6 e 7 de julho no Auditório B do Museu Nacional da República, de 10h às 18h.

O simpósio é dividido em quatro grupos temáticos: Sociedade, cultura e arte (1); Economia Criativa (2); Comunicação e arte (3); Arte, educação e tecnologia (4).  O primeiro grupo busca destrinchar temas como espaços urbanos em relação à arte, os processos criativos dos artistas, estéticas participativas e a relação da arquitetura com a arte urbana e a participação social. O segundo grupo aborda mercados, eventos, inovações e consumo sustentável. O terceiro grupo aborda design, mídia, tendências e produções poéticas. Já o quarto grupo fala sobre a educação relacionada à arte e a mediação de ensino através da arte.

 

Party Mapping

A programação artística, batizada de Party Mapping, traz atrações musicais e visuais nas noites do Festival. No line up, premiados artistas do United VJS. Spetto (SP), que comandou as projeções da apresentação das Olimpíadas Rio 2016, especialista em Large Scale Projections e Fulldomes em edifícios de países como Alemanha, Áustria, Budapest, Estados Unidos. Pedro Zaz (PT), que vem com a proposta de apresentar cinema fulldome imersivo, mapeamento de projeção de vídeo e performance audiovisual.  Grazzi (DF), que foi campeã no Torneio Internacional de Vídeo Mapping VJ TORNA 2018, que aconteceu no simbólico Panteão da Pátria, em Brasília, participou do elenco de artistas visuais que tiveram suas obras projetadas na muralha da cidade de Ibiza, na Espanha, dentro do Ibiza Light Festival 2018. E Laura Ramirez (CO), artista visual que desenvolve performances e instalações, criou projetos de grandes escalas como o “AV Invader” em Bogotá para 90 mil pessoas durante o Festival de Verão com 140 m² de projeção de vídeo, e recentemente em 2016 projetou, dirigiu e produziu uma área VIP para Katy Perry na Colômbia com uma área projetada de 480 m². Também teremos a participação de Alexandre Rangel (VJ Xorume), artista brasiliense multimídia, é o desenvolvedor do software livre de edição de vídeo ao vivo Quase-Cinema, músico, performer, arte-educador, doutorando em Artes pela Universidade de Brasília e vai apresentar as obras Escultura Quânticas e Tocando Brasília.

Seguindo a programação das noites, os DJs Craca (SP), Karla Testa (DF), Barata e Pezão do Sistema Criolina (DF) e as bandas Muntchako, Patubatê, Nãnan Matos e Passo Largo, do DF.

O Brasília Mapping Festival #smartcities conta com patrocínio da Oi, apoio cultural da Oi Futuro, realização do Beco da Coruja Produções e MXR Tecnologia, com apoio da Lei de Incentivo à Cultura (LIC).

Cronograma/atrações:

Exposição X-Mapping:

Estação do Metrô Galeria, de 8 de junho a 7 de julho de 10h às 22h

Classificação livre

Oficina de BoddyMapping

Dias 4 e 5 de julho

Classificação: 18 anos

Apresentações artísticas

Dias 6 e 7 de Julho, 21h à 01hVJs Spetto, Pedro Zaz, Laura Ramirez, Grazzi e Artur de Campos; DJs Craca, Karla Testa, Barata e Pezão do Sistema Criolina e os grupos Muntchako, Nãnam Matos, Patubatê e Passo largo.

Classificação Indicativa: livre

Simpósio:

Dias 6 e 7 de julho no Auditório B do Museu Nacional da República, de 10h às 18h

Intervenções Urbanas, performances artísticas, projetos e ideias inovadoras:

Dias 6 e 7 de julho na área externa do Museu Nacional, de 19 às 21h

Brasília Mapping Festival

Dias 6 e 7 de julho, no Museu Nacional

Horário: 19h às 22h

Todas as atividades tem entrada gratuita

Informações: Beco da Coruja Produções 3522-9720 / 98147-1265

Cerrado é a terra do “arraiá” multicultural

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Cerrado é a terra do “arraiá” multicultural

Por: Nayara Storquio

Independente da origem, Brasília apresenta circuito junino de peso e movimenta o planalto central

A quem diga que festa junina é coisa do interior. Que arraiá é evento de caipira, de povo da roça ou do nordeste. E Brasília, a capital construída por candangos que herdou os costumes e tradições do interior, mostra que o cerrado também é terra de São João.

O termo “junino” serve mesmo só de nome, já que as comemorações começam em maio e se estendem até o final de julho. A vasta agenda de quermesses se deve principalmente a diversidade de produções que incluem igrejas, escolas, clubes, associações, sindicatos, órgãos públicos, organizações independentes e versões adaptadas.

E não é pra menos já que as comemorações juninas brasileiras são a segunda maior festa popular do país, perdendo só para o carnaval. E se o objetivo do Carnaval é folia, o do Arraiá é dançar forró, quadrilha, comer bem e reunir amigos, familiares e “anarriê”.

Já em maio a cidade recebe grandes produções como o Maior São João do Cerrado que reúne milhares de pessoas em Ceilândia com atrações sertanejas e de forró. A Igrejinha da 208 Sul, e as festas das igrejas Nossa Senhora do Lago (Lago Norte) e São Judas Tadeu (908 sul) também dão o pontapé inicial nas festividades.

Quando chega junho, o inverno abaixa a temperatura e a atmosfera da cidade é tomada pelo estilo caipira. Bandeirinhas coloridas começam a enfeitar a capital e o cheiro de quentão e comidas típicas perfumam a época mais gostosa do ano.

O motivo pelos quais esses eventos são realizados varia. As festas religiosas visam arrecadar fundos para ações da comunidade paroquial e para o lazer dos fiéis. Muitas vezes o lucro é revertido para caridade ou para melhorias na própria igreja.

Segundo o frei Rafael Normando do Santuário São Francisco de Assis, a festa é sinônimo de carinho e fé. “A maior importância desta comemoração é proporcionar o lazer, e de modo especial, oferecer aquilo que ganhamos de Deus, que é o dom de amar o próximo”, disse o frei.

Já os eventos comerciais aproveitam a temporada para lucrar além aumentar as opções culturais da capital federal. Independentemente da finalidade do evento a produção entrega ao público uma festa temática como manda o figurino. No caso, o caipira.

Quitutes

É comum oferecer uma gama enorme de quitutes e atividades a preços populares. A variedade gastronômica das festas brasilienses merece destaque. Os arraiás de Brasília costumam oferecer iguarias regionais de cada canto do país.

O motivo é bem simples, Brasília não tem prato típico regional. Por isso toma a liberdade de oferecer os mais populares de outros estados. Pratos como Bobó de Camarão (BA), Galinhada (MG e GO), Arroz Carreteiro (Sul), Vaca Atolada (SP, MG e PB), Churrasco (RS), Pamonha (Indígena), e muitos outros podem ser encontrados nas barraquinhas tradicionais.

A capital vai ainda mais longe ao oferecer opções  juninas multiculturais, como a Festa Nipo. O evento conta com os mais diversos pratos típicos e lojinhas de artigos orientais e oferece programação asiática exclusiva. O Arraiá Árabe, da Igreja Ortodoxa São Jorge, é outro exemplo de quermesse diferenciada com gastronomia do oriente médio.

 

Opção de Lazer

Arraiá é um evento familiar, mas pode também ser um programa jovem. O Funn Festival, por exemplo, junta ambas as tribos no Parque da Cidade semanalmente com programação diversificada. A produção também dedicou um final de semana ao clima junino em 2019.

Para a criançada os arraiais são nas escolas, onde os pequenos são as principais atrações. É comum os alunos fazerem apresentações de dança encantando os pais e familiares. As instituições educacionais realizam os eventos juninos como forma de inserção cultural desde cedo.

 

Herança cultural

As influências nordestinas são muito fortes no DF e a tradição das festas juninas continua crescente. De acordo com Pedro Paulo de Oliveira, Subsecretário de Difusão e Diversidade Cultural da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF defendeu o movimento. “A cada ano aumenta o número de quadrilhas competindo e disseminando a cultura e movimentando a economia, gerando emprego e renda para os envolvidos no circuito”, defendeu.

O período junino brasiliense realmente é contagioso. Aquecendo a economia local o tema influencia tanto o setor varejista como o gastronômico. Bares e restaurantes entram no clima e criam menus especiais e os centros comerciais investem na decoração para atrair mais clientes.

Edson de Castro Presidente do Sindvarejista

Segundo o Sindicato do Comércio Varejista (Sindivarejista), nos primeiros 25 dias de junho, as vendas de produtos para o inverno subiram 2,5% no comércio do Distrito Federal, em comparação com 2018, quando a expansão foi de 2%.

E para quem pensa que a onda junina já passou se engana. O cerrado festas agendadas até final de julho de 2019. Foi pensando nisso que os brasilienses Paulo Mota e Thyaki Takuno criaram o aplicativo “Festas Juninas BSB”.

O app gratuito mostra os eventos que estão acontecendo e oferece opção de deslocamento em parceria feita com a 99 Táxi. É a tecnologia a favor do São João e dos amantes de uma boa festa caipira. O app já está disponível para Android e iOS.

Voo de Cancún para Brasília é inaugurado

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Voo de Cancún para Brasília é inaugurado

O trecho semanal é o primeiro dos quatro voos internacionais diretos que serão implementados até o final do ano

Brasília e Cancún estão mais próximas. Foi inaugurado na sexta-feira (28) o voo semanal entre a segunda cidade mais visitada do México e a capital federal. Esse trecho é um dos quatro voos internacionais diretos que serão implementados até o final do ano no Aeroporto Juscelino Kubisctchek. No segundo semestre, a capital ainda receberá aeronaves de Lima (Peru), Santiago (Chile) e Assunção (Paraguai).

A secretária de Turismo, Vanessa Mendonça, disse que a redução da alíquota de 12% para 7% do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o querosene de aviação pelo Governo do Distrito Federal foi fator preponderante para promover o aumento dos voos internacionais para a capital. Além disso, a Secretaria de Turismo tem realizado parcerias para melhorar a infraestrutura da cidade e realizado ações promocionais no Brasil e no exterior.  “Estamos aproximando a nossa cidade de outros países do mundo. A cidade está pronta para receber os turistas brasileiros e estrangeiros. Nosso governador Ibaneis Rocha tem sido incansável na missão de reinventar a nossa capital”, destacou a secretária de Turismo.

“Recebemos esse voo com muita alegria. Estamos trabalhando muito para conectar a Capital brasileira a diversos países. A decisão assertiva do Governo Do Distrito federal na redução da alíquota do ICMS do combustível de aviação para incentivar novos voos já está gerando resultados positivos para os brasilienses. Agora, estamos a apenas um voo de distância da paradisíaca Cancún”, disse Jorge Arruda, presidente da Inframérica.

A redução do ICMS também estimula a criação de novas rotas nacionais, pois quanto mais voos internacionais as companhias aéreas operarem, maior será o desconto no ICMS nos voos domésticos.  “O primeiro voo da Gol, em 2001, decolou do Aeroporto de Brasília para São Paulo. Hoje a gente inicia o nosso 14º destino internacional e nossa primeira operação para o México”, comentou o vice-presidente da Gol, Eduardo Bernardes. Ele ainda enfatizou que em um curto espaço de tempo, a empresa aérea implementou quatro novas rotas em Brasília: Buenos Aires, Miami, Orlando e a inaugurado nessa sexta.

“Nós estamos integrando Brasília, com esse magnífico aeroporto, com o mundo”, comemorou o vice-governador, Paco Britto.  Para o embaixador do México no Brasil, José Ignácio Piña Rojas, essa nova rota irá impulsionar o turismo na capital brasileira e no seu país “Acordos entre o Brasil e o México, como a isenção de visto, facilitam o turismo. O início desse voo irá impulsionar o turismo nesses dois lugares”, frisou o representante do México no Brasil

Brasília Mapping Festival #SmartCities

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Brasília Mapping Festival #SmartCities

Dias 6 e 7 de julho, no Museu Nacional da República com entrada gratuita

O Brasília Mapping Festival: ##smartcities realiza a sua primeira edição nos dias 06 e 07 de julho em Brasília. Com a temática Smart Cities (Cidades Inteligentes), o Brasília Mapping será realizado no Museu Nacional da República, para discutir e apresentar as possibilidades artísticas sobre o futuro das cidades, a partir das reflexões sobre cidades mais criativas com a participação das pessoas, mas acessível culturalmente e com pontos de fluxo mais participativos no cotidiano da comunidade.

A proposta do festival é levar novidades e iniciativas da tecnologia em projeção mapeada para ocupar visualmente um dos espaços mais icônicos da Capital Federal, o Museu Nacional, produzindo reflexões sobre as cidades inteligentes e a percepção dos espaços urbanos.

“Nossa proposta visa reconfigurar e promover o diálogo dos conceitos entre a paisagem/arquitetura e o público/espaço das cidades, por meio de situações criativas constituídas por um estado lúdico de conteúdo interativo”, explica a diretora de arte e tecnologia do projeto, Camila Handam,

A equipe de curadoria do evento selecionou trabalhos de todo o país por meio de chamamento público. A primeira ação antecipa a programação do Festival no Museu da República e já está em cartaz. É a exposição Ex-Mapping, de 7 de junho a 8 de julho, com projeção de oito obras visuais de artistas selecionados na Estação Galeria do metrô.

Nos dias 6 e 7 de julho, a programação se estende durante todo o dia. Intervenções Urbanas intituladas UrbanMapping serão projetadas na cúpula do museu ou desenvolvidas na área externa. São treze trabalhos artísticos em videomapping, arte e tecnologia que envolvem pesquisas e experiências estéticas no âmbito da intersecção entre o espaço urbano, arquitetura, corpo e tecnologia.

No mesmo espaço físico, serão apresentadas performances artísticas de Boddy Mapping, que relacionam as linguagens do corpo e do videomapping. Dentro da temática, também será oferecida uma oficina de Body mapping, com Cynthia Domenico e Washie Pichinin, ambos de São Paulo.

Dentro da seleção de artistas, a categoria Social Mapping, apresenta dois Projetos inovadores em plataformas Sociais. Um dele é o Varal de Poesia, projeto pedagógico desenvolvido pelo artista Elias Daher para apresentar a literatura de maneira lúdica e suave. Em poucos minutos, é possível trabalhar a expressão corporal, enfrentamento à timidez, além de conhecer diversos poetas e gêneros literários, com uma abordagem bastante atual nas empresas, que é a gamificação.

Outro selecionado é o VJ Thur (SP), com a obra L1B3RT0. Trata-se de uma projeção mapeada que se baseia nos algoritmos criadores das “bolhas sociais” para convidar o público à uma interação com o mundo real.

Simpósio #smartcities

Dentro da programação do Brasília Mapping Festival haverá ainda simpósio com especialistas em arte e tecnologia. Uma oportunidade para troca de informações sobre o tema, apresentações de trabalhos e discussão sobre temas relacionados à arte, a intervenção artística das áreas urbanas e como essa arte se relaciona com a sociedade. O simpósio será realizado nos dias 6 e 7 de julho no Auditório B do Museu Nacional da República, de 10h às 18h.

O simpósio é dividido em quatro grupos temáticos: Sociedade, cultura e arte (1); Economia Criativa (2); Comunicação e arte (3); Arte, educação e tecnologia (4). O primeiro grupo busca destrinchar temas como espaços urbanos em relação à arte, os processos criativos dos artistas, estéticas participativas e a relação da arquitetura com a arte urbana e a participação social. O segundo grupo aborda mercados, eventos, inovações e consumo sustentável. O terceiro grupo aborda design, mídia, tendências e produções poéticas. Já o quarto grupo fala sobre a educação relacionada à arte e a mediação de ensino através da arte.

Party Mapping

A programação artística, batizada de Party Mapping, traz atrações musicais e visuais nas noites do Festival. No line up, premiados artistas do United VJS. Spetto (SP), que comandou as projeções da apresentação das Olimpíadas Rio 2016, especialista em Large Scale Projections e Fulldomes em edifícios de países como Alemanha, Áustria, Budapest, Estados Unidos. Pedro Zaz (PT), que vem com a proposta de apresentar cinema fulldome imersivo, mapeamento de projeção de vídeo e performance audiovisual. Grazzi (DF), que foi campeã no Torneio Internacional de Vídeo Mapping VJ TORNA 2018, que aconteceu no simbólico Panteão da Pátria, em Brasília, participou do elenco de artistas visuais que tiveram suas obras projetadas na muralha da cidade de Ibiza, na Espanha, dentro do Ibiza Light Festival 2018. E Laura Ramirez (CO), artista visual que desenvolve performances e instalações, criou projetos de grandes escalas como o “AV Invader” em Bogotá para 90 mil pessoas durante o Festival de Verão com 140 m² de projeção de vídeo, e recentemente em 2016 projetou, dirigiu e produziu uma área VIP para Katy Perry na Colômbia com uma área projetada de 480 m². Também teremos a participação de Alexandre Rangel (VJ Xorume), artista brasiliense multimídia, é o desenvolvedor do software livre de edição de vídeo ao vivo Quase-Cinema, músico, performer, arte-educador, doutorando em Artes pela Universidade de Brasília e vai apresentar as obras Escultura Quânticas e Tocando Brasília.

Seguindo a programação das noites, os DJs Craca (SP), Karla Testa (DF), Barata e Pezão do Sistema Criolina (DF) e as bandas Muntchaco, Patubatê, Nãnan Matos e Passo Largo, do DF.

O Brasília Mapping Festival #smartcities conta com patrocínio da Oi, apoio cultural da Oi Futuro, realização do Beco da Coruja Produções e MXR Tecnologia, com apoio da Lei de Incentivo à Cultura (LIC).

Cronograma/atrações:

Exposição X-Mapping:

Estação do Metrô Galeria, de 8 de junho a 7 de julho de 10h às 22h

Classificação livre

Oficina de BoddyMapping

Dias 4 e 5 de julho

Classificação: 18 anos

Apresentações artísticas

Dias 6 e 7 de Julho, 21h à 01hVJs Spetto, Pedro Zaz, Laura Ramirez, Grazzi e Artur de Campos; DJs Craca, Karla Testa, Barata e Pezão do Sistema Criolina e os grupos Muntchaco, Nãnam Matos, Patubatê e Passo largo.

Classificação Indicativa: livre

Simpósio:

Dias 6 e 7 de julho no Auditório B do Museu Nacional da República, de 10h às 18h

Intervenções Urbanas, performances artísticas, projetos e ideias inovadoras:

Dias 6 e 7 de julho na área externa do Museu Nacional, de 19 às 21h

Brasília Mapping Festival

Dias 6 e 7 de julho, no Museu Nacional

Horário: 19h às 22h

Todas as atividades tem entrada gratuita

Informações: Beco da Coruja Produções 3522-9720 / 98147-1265

CLDF dá fim às pecúnias de servidores públicos, aprova LDO e muda ICMS .

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CLDF dá fim às pecúnias de servidores públicos, aprova LDO e muda ICMS

Antes do recesso a aprovação de projetos polêmicos movimentou a Câmara Legislativa do Distrito Federal

Os deputados distritais tiveram uma semana pesada antes de entrarem em recesso. Nesta quarta-feira (26) a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou 3 propostas polêmicas. O projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020, orçado em R$ 40 bilhões, a extinção das pecúnias para servidores públicos e alterações na cobrança do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

De longe o assunto que mais causou foi o do fim das pecúnias para servidores. A substituição da licença-prêmio pela licença-servidor, que apresenta estrutura similar, prevê que o trabalhador goze os 120 dias de licença durante a carreira e não pode mais ser convertido em pecúnia. Morte, aposentadoria compulsória ou invalidez recebem tratamento especial.

O principal motivo para a medida é a dívida do GDF relativa ao benefício. Segundo a Secretaria de Fazenda do DF, ela já chega a R$ 660 milhões e corresponde a 8.150 servidores aposentados.

LDO
Durante a sessão de ontem (26) também foi aprovada a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2020. A arrecadação prevista, de R$ 25 bilhões, aponta um valor 4,6% menor que os R$ 26,2 bilhões deste ano.  Juntando os recursos Fundo Constitucional com a receita do DF o orçamento deve chegar a R$ 40 bilhões. Sendo 59% pertencente ao pagamento de servidores. A proposta foi aprovada em segundo turno e apresenta 114 emendas.

ICMS
Ainda no mesmo dia a CLDF aprovou o PL que muda o recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no DF. A alteração prevê que, a partir de agora, os varejistas também de responsabilizam pelo recolhimento de parte do imposto. Antes o comerciante inicial, um atacadista por exemplo, era a única parte responsável pelo recolhimento da alíquota.

Tanto a extinção das pecúnias como o PL do ICMS devem seguir para sanção do GDF.

Brasília recebe 8ª edição do Festival do Japão Brasília

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Brasília recebe 8ª edição do Festival do Japão Brasília

Entre os dias 28 e 30 de junho, a capital recebe atrações da Terra do Sol Nascente que vão desde gastronomia, shows, exposições, desfiles,
geeks e produtos japoneses

Considerado o maior evento sobre a cultura japonesa do Distrito Federal, o Festival do Japão Brasília chega a oitava edição. Entre os dias 28 e 30 de junho, o evento é organizado pela Federação das Associações Nipo-brasileiras do Centro-Oeste (FEANBRA) e tem a expectativa de receber mais de 45 mil pessoas no pavilhão do ExpoBrasília, localizado no Parque da Cidade.

No palco principal, a programação está recheada de shows de cantores de música japonesa, apresentações de Taiko (tambores), Odori (dança tradicional), Matsuri Dance, Awa Odori, que é considerado a dança do carnaval japonês, Shamisen (banjo), Shishimai (dança do leão) e demonstração de Shodô com pincel e papel gigantes, demonstrações de artes marciais como o caratê estilo Kyokushin, judô, Aikidô, Kendô (arte dos samurais), Ninjutsu (técnicas de luta dos antigos ninjas).

O espaço cultural trará várias exposições e oficinas de artesanato em papel washi como o origami, kirigami e oshi-ê, bonsai (árvore miniaturizada), ikebana (arranjos), gô e shogi (jogos de tabuleiro) e, ainda, workshops informativos sobre bolsas de estudo e intercâmbios culturais e técnicos com o Japão e, este ano, o Festival contará com a presença da Hello Kitty, a gatinha mais fofa do mundo.

No alegre e colorido espaço de cultura pop, acontecerá o desfile de cosplay, artist’s alley, espaço de valorização de artistas onde o público poderá apreciar o trabalho de desenhistas especializados em animes, mangás e quadrinhos. Para a onda do momento, terá a arena de e-sports, vídeo games e jogos de tabuleiro.

O Festival do Japão Brasília contará com um espaço de variedades com stands onde é possível encontrar de tudo: massoterapia, quimonos e yukatas, brinquedos, utensílios domésticos, produtos alimentícios e uma infinidade de produtos.

A festa da cultura japonesa no Distrito Federal também é o maior evento da gastronomia japonesa com 20 stands, onde o visitante poderá degustar pratos já conhecidos como o yakisoba, lámen, udon, tempurás, camarão empanado, bem como, pratos que ainda não são muito populares, tais como: tyampon, oshiruko, kushikatsu, somen, tempurá de sorvete e outros. A programação conta ainda com feira de produtos hortícolas e flores, artesanato local e a 5ª edição do concurso de beleza Miss Nikkey DF.

Serviço

8º Festival do Japão Brasília

Local: ExpoBrasília Pavilhão Feiras do Parque da Cidade

Data: 28 a 30 de junho de 2019

Entrada: R$ 20 (Inteira) / R$10,00 (meia)

Informações: https://www.fjapao.com.br