Risco de desabamento interdita parte da Rodoviária do Plano Piloto
Para evitar acidentes GDF bloqueia pistas em ambos os sentidos até segunda ordem
O Governo do Distrito Federal acaba de interditar parte da Rodoviária do Plano Piloto por iminência de desabamento. Desde ontem (26), o sentido norte-sul, entre o Conjunto Nacional e o Conic não tem circulação de veículos e o sentido sul-norte tem o tráfego de veículos pesados vetado. Laudos técnicos do Corpo de Bombeiros e da Novacap apontaram fissuras estruturais em rápida expansão, resultando na interdição das vias para evitar acidentes.
Rodoviária do Plano Piloto, Plano Piloto, Brasília, DF, Brasil 3/1/2018 Foto: Tony Winston/Agência Brasília.
Devido a situação emergencial, o GDF precisa iniciar obras na estrutura imediatamente. Uma licitação de R$ 6 milhões deve ser executada com expectativa de que os trabalhos comecem em julho. A rodoviária tem um fluxo diário de 700 mil pessoas, o que pode gerar grandes transtornos na parte central da cidade.
O governador cedeu entrevista coletiva sobre o assunto nesta quarta-feira. “Sei do transtorno que uma medida emergencial como essa causará à vida da nossa população, mas precisamos em primeiro lugar pensar na segurança e na vida das pessoas que passam por ali todos os dias”, disse Ibaneis Rocha (MDB).
A Rodoviária do Plano piloto vinha passando por reformas desde 2014, mas a obra não visava os problemas estruturais do terminal. Investimentos de R$ 36,5 milhões foram orçados na gestão Agnelo Queiroz (PT) para uma revitalização.
Em fevereiro de 2018 um trecho do viaduto do Eixão Sul, a cerca de 1 km da Rodoviária, desabou. Ninguém ficou ferido e o trecho acaba de ser reaberto para circulação. As obras de recuperação custaram R$ 12 milhões aos cofres públicos.
Vem aí, a 2ª edição do Boa Mesa Brasília Festival chega trazendo novos participantes e muitas novidades
Com duração de 30 dias, o festival Boa Mesa Brasília, – que acontece duas vezes por ano –, chega à sua 2ª edição e já tem data marcada: 16 de julho. Com foco na alta gastronomia, ele veio para suprir a ausência de um evento para restaurantes de alta gastronomia. Experimentar o que há de melhor nos restaurantes dos melhores chefs da cidade, com menus exclusivamente criados para o período.
GERO
Piantella
Tejo
Kawa
Além das casas que partciparam da primeira edição, Authoral, Dom Francisco, Eat Olivae, Gero, Nikkei, Santé 13, Taypá, Tejo e Villa Tevere, o festival vai ganhar novos restaurantes.
O tradicional Piantella passa a integrar o grupo. Quem também marcará presença nesta edição é o japonês Kawa, comandado pelo sushiman Marcos Akaki. Um dos queridinhos da cidade, o Dona Lenha, vai participar com 4 casas. O chef Paulo Mello apostou nos sabores mediterrâneos e montou um menu pra lá de convidativo.
Taypa
E as novidades não param por aí. Nesta 2ª edição vai ter opção para todos os gostos. Para os apaixonados por futos do mar e pescados, uma das sugestões é o Tejo, que vem com fetuccine com camarões, além de pratos com bacalhau. O Taypá vai servir salmón agridoce, um salmão grelhado com molho de rapadura e gengibre, mil folhas de batata baroa e tempurá apimentado de cebolas. No Villa Tevere, a dica é o Linguine Jericoacoara, pasta longa com manteiga artesanal de ervas e limão siciliano com filé de lagosta e camarõezinhos flambados em cachaça artesanal do Ceará.
O formato será o mesmo do anterior com quatro opções com nomes que fazem alusão à cidade: Tesourinha, Catetinho, Catedral e JK com as quatro respectivas faixas de preços: R$ 69,00; R$ 84,00; R$ 92,00 e R$ 115,00.
Fotos: Gui Teixeira
Serviço:
Boa Mesa Brasília
De 16 de julho a 15 de agosto
Mais informações nas casas participantes e nas redes sociais do evento, Instagram e Facebook: @festivalboamesabrasilia
Um dia inteiro para aprender como melhorar a saúde e a qualidade de vida. Esse é o objetivo do curso “Imersão em Saúde Definitiva” oferecido pelo médico Ícaro Alves Alcântara, autor de seis livros, entre eles 11 Hábitos em 11 Semanas e Manual da Saúde Definitiva. O evento, que será realizado no sábado, 29/6, das 8h às 21h, no Auditório da Farmacotécnica, conta ainda com profissionais conceituados nas áreas de Nutrição, Educação Física, Coach e Mindfulness. Entre eles, o personal trainer Wladimir Luna, especialista Treinamento Funcional – Core 360; o contador Marcos César Mota Carneiro, CEO do Grupo Inteligência; o mentor Pedro Lobo, idealizador do método Inspire sua Vida; e o nutricionista holístico Rodrigo Mendanha.
Ronaldo Bach lança livro “Segurança e privacidade na rede: o ‘Pugilato Cibernético’”
Noite de autógrafos será no dia 27 de junho, às 19h, no Carpe Diem do Brasília Shopping
O que o Estado faz para defender os mal-intencionados no espaço virtual, assegurando, ao mesmo tempo, o direito à privacidade? Essa questão é tema do livro “Segurança e privacidade na rede: o ‘Pugilato Cibernético’”, do autor Ronaldo Bach, advogado, consultor e negociador internacional. O lançamento da obra, da editora Senac, será no dia 27 de junho às 19h no Carpe Diem do Brasília Shopping. O livro pode ser encontrado nas livrarias Leitura de todo o Brasil, na livraria Senac DF e também no Amazon, pelo valor de R$49.
Doutorando em Direito, Estado e Constituição pela Universidade de Brasília (UnB), Ronaldo aborda, em sua obra, os perigos por trás do mundo cibernético. Portanto, como lançar mão de algumas ferramentas de vigilância sem atropelar as garantias fundamentais de cada cidadão? O livro aborda políticas públicas de guerra cibernética, além de inovações relacionadas ao tema.
O termo “pugilato cibernético” também é um destaque na obra e foi sugerido pelo jurista e ex-presidente do STF Ayres Britto, orientador da dissertação de mestrado que deu origem ao produto final que será lançado no dia 27. Aspectos ligados à inteligência de Estado, como os denunciados por Edward Snowden e pelo sítio Wikileaks, são evidenciados no livro, e a pesquisa bibliográfica e documental da obra inclui decisões judiciais de cortes brasileiras.
Mais sobre o autor:
Mestre em Direito e Políticas Públicas pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub), Ronaldo Bach é Professor Universitário de Direito, Gestão de Programas e Políticas Públicas, Inovação e Negociação na Faculdade SENAC de Brasília. Pesquisador do GETEL/UnB e do GETRIN-T/UnB, coordenou a pós-graduação do Centro de Instrução de Guerra Eletrônica.
Serviço:
Lançamento do livro “Segurança e privacidade na rede: o ‘Pugilato Cibernético’”
Mi Fá Sol-Lá: musicalização infantil que desenvolve vidas.
O Centro de Desenvolvimento Musical para a Infância tem a bonita missão de fortalecer o vínculo entre o bebê e a família de forma lúdica e inspiradora.
Por Raquel Paternostro
Que a (boa) música faz bem para alma e os ouvidos, já é um consenso entre as pessoas sensíveis e criativas. E aqui em Brasília, os pequenos têm o privilégio de expandir, por meio da música, as principais habilidades humanas. Em 2002 foi criado na UnB um projeto de musicalização infantil pioneiro em Brasília, o Músicas para Crianças (MPC), que durou mais de 16 anos. A metodologia havia sido elaborada pelo professor do Departamento de Música da UnB, Ricardo Dourado Freire, com o apoio da sua esposa, a professora, pedagoga e especialista em desenvolvimento humano, Sandra Ferraz. Com a notícia do fim do projeto na Universidade, o empresário e pai do criador da metodologia do MPC, Amaro Freire decidiu montar o Centro de Desenvolvimento Musical para a InfânciaMiFáSol-Lá.
“Quando eu soube do fim do MPC na UnB, eu fiquei realmente preocupado com as crianças e com as famílias que participavam dele, e também com os professores e monitores que trabalhavam no projeto.” Relata Amaro, que ainda se sensibilizou com o fim dos resultados maravilhosos que ele já havia acompanhado de perto. Daí ele conversou com o professor Ricardo Dourado, que é seu filho, e com a sua “benção” e apoio, conseguiu preservar toda a equipe de professores e monitores que trabalharam no projeto da UnB para criar um espaço dedicado exclusivamente a educação musical infantil.
A família de Amaro Freire tem uma ligação muito forte com as artes de maneira geral. Eles são verdadeiros semeadores de cultura. Sua esposa, Neusa Dourado Freire criou o Projeto Mala do Livro que já existe há 18 anos aqui no Distrito Federal. Ela é filha do instrumentista Alcides de Oliveira Dourado e seu avô era maestro na banda da cidade de Paratinga na Bahia. Além do professor Ricardo, o casal é pai do grande percussionista Bruno Dourado, que foi fundador da Banda Natiruts e atualmente toca nas Bandas InNatura e Galo Cego.
E assim, em agosto de 2018 a MiFáSol-Lá foi fundada na 503 Sul, entrada pela W2. Com a inauguração do espaço, mais famílias têm a chance de desfrutar da metodologia, já que a oferta de horários aumentou com a criação de novas turmas, com preço equivalente ao que era praticado no programa da Universidade.
Metodologia que agrega
A metodologia de musicalização aplicada no Centro de Desenvolvimento Musical para a Infância envolve e reflete em toda a família. Quem tem filhos sabe o quão desafiador (e maravilhoso) é cuidar e integrar o(s) pequeno (s) na rotina de casa. Além de desenvolver habilidades musicais nos participantes, a capacidade e criação de vínculos desenvolvidos durante as aulas, é notada por todos os que cercam os alunos do Centro.
Durante as aulas, quatro importantes aspectos são trabalhados entre uma música e outra de forma lúdica e dinâmica:
Desenvolvimento Afetivo: Por meio da música os pequenos aprendem a criar um vínculo afetivo com as mães/pais e com os professores e monitores;
Desenvolvimento Social: Durante a atividade em grupo, os pequenos ganham a capacidade de trabalhar coletivamente com outras crianças e adultos;
Desenvolvimento Motor: Durante as danças, as palminhas, os batuques e movimentos realizados no ritmo da musica, a coordenação motora é trabalhada;
Desenvolvimento Cognitivo: Enquanto cantam e escutam, as crianças se relacionam com a musicalidade ao observar adultos e crianças ao seu redor, os pequenos aprendem a assimilar ação e reação, ampliam o vocabulário e capacidade de percepção;
A função dos professores é criar um ambiente envolvente para que as crianças absorvam o conhecimento. “O aprendizado acontece entre as trocas, é pelo encantamento que as crianças assimilam o conhecimento.” Destaca Amaro. É justamente por este motivo que o envolvimento da família é fundamental.
A MiFáSol-Lá oferece três cursos, o de musicalização infantil destinado a crianças de 06 meses a 04 anos e meio, o Pré-instrumental, para crianças de 04 e meio a 06 anos, e agora um curso de Música e Movimento, proposta inovadora de unir dança, movimento e música para crianças entre 3 e 6 anos que será coordenado pela professora Daniela Amorim.
Cada bebê ou criança deve ir acompanhado de um adulto afetivamente responsável. E não existe exceção para esta regra. Não pode entrar na sala de aula dois parentes ao mesmo tempo, e a presença de babás é minuciosamente observada a cada caso, pois a pessoa que acompanha o pequeno na aula tem que ter vínculo afetivo com a criança.
Todavia, a diversificação do acompanhante pode ser até recomendada, em caso de pais separados, por exemplo. Mas tem que ser um responsável de cada vez para não desconcentrar a criança e estabelecer um vínculo real durante a aula.
Na musicalização infantil, as turmas possuem no máximo 16 alunos, divididas pela faixa etária, a cada 06 meses. As aulas duram 45 minutos. As aulas são conduzidas por uma dupla de professor(a) e monitor(a).
Tamara Saraiva vocac?a?o para os palcos e para as aulas ressalta a importância das fami?lias no processo de aprendizagem
Já no pré -instrumental, as turmas possuem no máximo 14 alunos, também divididos por faixa etária e já conta com um caderno de música. “Nesta fase, a criança já entra sozinha para desenvolver a autonomia. Mas nos 15 minutos finais de aula, os pais são convidados a entrar na sala”. Revela Tamara Saraiva, que dá aula de musicalização desde 2013. Saraiva explica ainda que esta fase é importante para a passagem do lúdico para o concreto, quando as crianças têm contato com a teoria musical quando são apresentados os instrumentos violino, violoncelo, flauta doce, flauta transversal, clarineta, piano e violão. Sempre em parceria com outras escolas de música, pra onde os alunos são encaminhados após os 06 anos, como o centro Suzuki.
Professores extremamente qualificados – e apaixonados!
Ce?lia Porto e? um talento nos palcos e nas aulas de musicalizac?a?o.
Grande parte da equipe da MiFáSol-Lá vem do extinto projeto de musicalização infantil da UnB. Ele é formado por profissionais experientes e habilidosos, que amam o que fazem. Um belo exemplo está na talentosa e reconhecida Célia Porto, que leva toda a sua experiência para as aulas. A cantora e compositora já tem quatro cds gravados, público cativo em seus shows, mas fala dos projetos com brilho nos olhos “é maravilhoso fazer parte disto aqui” afirma, apontando para o espaço da escola.
Mariana Camelo apresenta o Rock para os pequenos.
Outra cantora, já com “estrada” e reconhecimento que transmite seu conhecimento por lá é a Mariana Camelo. Ela já tem dois cds gravados, toca voz e violão na noite. “Eu apresento o rock para os bebês”, revela empolgada.
Resultados transformadores!
Ta?nia Ramos ma?e dos alunos Diogo e Isabela.
Os frutos musicais plantados pela metodologia aplicada na MiFáSol-Lá já alimentam a cultura da nossa cidade. Um belo exemplo está na família da servidora pública Tania Ramos. Ela é mãe de Isabela de 05 anos e Diogo de 01 ano. Ambos, alunos desde os 06 meses de idade. Ela e seu marido Guilherme Rocha fizeram as inscrições dos seus filhos ainda na gestação. “Antes mesmo de engravidar eu já acompanhava o projeto, pois meus dois sobrinhos participaram desde pequenos, e quando eu me casei, o Ângelo estava com 07 e a Amanda com 05 anos, e eles tocaram violino na durante a cerimonia. Foi muito emocionante”. Revela Tânia, que ainda nos contou que a Isabela começou a musicalização na UNB, e hoje faz Pré-instrumental na MiFáSol–Lá e violino no Centro Suzuki.
Laura Noleto tambe?m e? ex aluna do projeto, voltou como monitora e hoje e? professora.
Isabel Ilair. Ex aluna do Projeto, integra artes ce?nicas e percussa?o durante as suas aulas
Entre os professores, já encontramos ex-alunas do MPC da UnB. Isabel Ollaik e Laura Noleto hoje são professoras da MiFáSol-Lá. Ambas iniciaram suas carreiras ainda no projeto da UnB quando eram crianças de 4 e 3 anos respectivamente. Isabel entrou na orquestra de flautas com apenas 10 anos. Hoje ela divide seu tempo entre as aulas com os pequenos, sua graduação em artes cênicas na UnB e curso de percussão. “O contato com a música que tive desde pequena, influenciou diretamente nas minhas escolhas atuais. Eu sempre procuro integrar as artes que eu vivencio durante as aulas com os pequenos.” Diz Ollaik. Já Laura, que faz bacharelado em história, nos contou que começou como monitora na musicalização em 2017. “Comecei quando o projeto ainda era na UnB como monitora, e estou evoluindo aqui dentro. A iniciativa da MiFáSol-Lá tem muito mais a oferecer do que é ofertado hoje, é gratificante trabalhar aqui.” Nos revela Noleto encantada.
Pesquisa e responsabilidade social
Além das aulas comuns, o Centro de Desenvolvimento Musical para a Infância, está realizando uma pesquisa em parceria com o Instituto Ápice Down com 07 crianças portadoras de Síndrome de Down.
Tia Sil e? formada em educac?a?o musical. Ale?m das aulas regulares, coordena o projeto de Si?ndrome de Down.
Trata-se do projeto de pesquisa da professora de musicalização infantil “Tia Sil”, que dá aula de musicalização desde 2012 . Ela é formada em educação musical e pós-graduada em Arte e Educação. “Estou encantada com este novo projeto, os alunos desta pesquisa vêm de longe. Eu me pergunto sempre, se a música fala com eles, porque é tão difícil chegar neles?” Diz emocionada.
Clarisse Prestes e? musicoterapeuta e leva a sua expertisse para as salas de musicalizac?a?o e projetos de pesquisa.
O projeto conta ainda com a experiente e talentosa Clarisse Prestes, que além de professora de musicalização desde 2003, é especializada em musicoterapia com autistas desde 2007.
Serviço
Mi Fá Sol – Lá: Centro de Desenvolvimento Musical para a Infância
Musicalização para crianças de 06 meses a 06 anos.
Horário de funcionamento: Quartas: das 08 às 11h30, Quintas e Sextas: das 08 às 11:30 e 14: 45 às 17h; e Sábado: 08:30 às 12:30. MARCAR VISITA E PARTICIPAR DA PALESTRA
Valor: R$ 660,00 (seiscentos e sessenta reais) por semestre, com 05% para pagamentos à vista.
Aulas de 45 minutos, sendo uma aula por semana, totalizando 15 aulas por semestre.
Com inspiração na sede de viver intensamente e na personalidade curiosa do compositor Heitor Villa-Lobos, o recital cênico “Viagem com Villa-Lobos” conduz, através do teatro, a saga de um dos maiores nomes da cultura brasileira de todos os tempos. A montagem tem sessões no Espaço Cultural Renato Russo, no dia 29 de junho (sábado), às 11h (entrada gratuita) e às 16h e no dia 30 (domingo), às 11 e às 16h. Os ingressos estão à venda pelo site ou aplicativo Ingresso Rápido e na bilheteria do teatro por R$ 20, a inteira, e R$ 10, a meia.
A brincadeira, proposta já no nome da montagem teatral, trata tanto das viagens do artista pelo Brasil – e pelo mundo – quanto sobre as divagações que pairavam sobre sua mente criativa. Instigando o saber científico e cultural, com o mestre da música que tornou-se um marcante difusor do Brasil mundo afora. Dentro do País, sua história também é um fator que instigou a criação do espetáculo. Histórias de viagens ao nosso território para conhecer de perto e estudar sotaques, costumes, sonoridades do início do século XX estão presentes na dramaturgia.
Com direção artística de Sérgio Sousa, direção cênica de Mateus Ferrari e assistência de Maria Lúcia Rosa, “Viagem com Villa-Lobos” transpõe para o teatro, em linguagem acessível a todas as idades, o universo de referências e da criação de Villa-Lobos. As cenas se valem de recursos audiovisuais, criados por Guilherme Carvalho e da iluminação desenvolvida por Marcelo Santana. No palco, os atores Mateus Ferrari e Tati Ramos, o pianista Sérgio Sousa e a cantora Henriqueta de Mattos contam causos e histórias reais que ajudam a entender essa figura fundamental brasileira.
SERVIÇO
Viagem com Villa-Lobos
No Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul), Sala Marco Antônio Guimarães
29 de junho, às 11h (sessão gratuita) e às 16h
30 de junho, às 11 e às 16h
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), no site ou app Ingresso Rápido ou na bilheteria do teatro