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sexta-feira, maio 1, 2026
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Grupo Oásis desponta na indústria de bebidas da região

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A água mineral da La Priori é referência no centro-oeste. A empresa brasiliense se une às marcas Fizzy, Old Pony e O2 – no grupo Oásis e passa a comercializar refrigerantes, bebidas funcionais e cervejas ao público

 Há 27 anos, a La Priori está presente na vida dos moradores do centro-oeste. Líder de vendas da região, a água mineral é referência, em galões – nos filtros dos lares das famílias – e em garrafas e copos – hidratando e trazendo praticidade ao dia a dia do brasileiro. O ano de 2023 traz novidades na empresa, que passa a compor o grupo empresarial de indústria de bebidas, Oásis.

A iniciativa contempla quatro empresas: a La Priori (água mineral) a Fizzy (linha de refrigerantes com quatro sabores e dois rótulos de águas saborizadas), a Old Pony (indústria de cerveja artesanal) e a O2 (cerveja popular). “Nós somos muito fortes no segmento de água e agora estamos entrando com bebidas alcoólicas, refrigerantes e bebidas funcionais. Estamos expandindo o grupo e também sua área comercial. 2023 foi um ano que batemos muitos recordes de vendas. 2024 tem muito mais recordes a serem quebrados e mercados a serem conquistados”, comemora Alexandre Peligrin, CEO do Grupo Oásis.

“Nosso planejamento é de ser a maior a marca de bebidas do Goiás e, posteriormente, do Brasil. Estamos passando por uma mudança estrutural e de posicionamento de mercado, aumentando o nosso portfólio e nossa área de atuação”, explica Marcos Antônio Rodrigues, Gerente Comercial e de Marketing do Grupo Oásis.

La Priori

A água mineral da La Prori é rica em lítio – substância terapêutica que facilita a liberação de hormônios ligados às sensações de alegria, conforto e bem-estar. Possui baixo teor de sódio, elemento que pode provocar alta pressão arterial e outras doenças cardíacas.

A água é fluoretada, para trazer pureza e benefício à saúde bucal. O Ph é neutro, o que auxilia na neutralização de ácidos do corpo. A La Priori trabalha com rigorosos padrões em todas as etapas até a água La Priori chegar às mãos do consumidor. Dos lençóis freáticos, entre rochas até a hora em que a garrafa é aberta, a água não tem contato manual, garantindo o máximo grau de pureza, priorizando o bem-estar do consumidor.

Entre os produtos da marca, há a água mineral tradicional, a água com gás e a água saborizada com limão siciliano.

Fizzy

A linha de refrigerantes do grupo Oásis é a Fizzy. Ela traz quatro opções de sabores. São elas, cola, limão, guaraná e laranja. Os refris da marca chegam aos principais supermercados em janeiro de 2024.

O2 e Old Pony

As empresas comercializarão cerveja. A O2 é voltada à linha de cervejas mais populares.

Já, a Old Pony, às cervejas artesanais.

Desvendando o World ID: um olhar profundo sobre a identificação biométrica

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Imagine um mundo onde a necessidade de múltiplos documentos, senhas e verificações é substituída pelo simples escaneamento da íris, validando sua identidade única e universal. Tal mundo seria mais eficiente, com transações mais rápidas e confiáveis. E, com as salvaguardas adequadas, a privacidade e a segurança dos usuários serão priorizadas.

Uma dessas inovações é o World ID, que promete funcionar como um “CPF” mundial. Utilizando o escaneamento da íris para autenticação, ele proporciona uma identificação única e universal para cada indivíduo. Em outras palavras, onde quer que esteja no mundo, o World ID será o seu passaporte digital, validado pela singularidade da sua íris.

Alex Blania, o visionário CEO da Worldcoin, a empresa por trás desta inovação, expressou sua perspectiva, afirmando: “algo como o World ID se tornará comum e essencial no futuro”. Esta visão otimista reconhece a tendência global de unificação e interconexão e posiciona o World ID como uma ferramenta-chave nesta evolução.

Tal como um CPF é essencial em muitos países para uma série de atividades, o World ID poderia simplificar e unificar a identificação global. Assim, seja realizando uma transação em Tóquio ou reservando um hotel em Paris, sua identidade estará segura e acessível com um simples escaneamento da íris.

A aceitação do World ID em países como Espanha e Portugal sinaliza uma tendência global em direção a um sistema de identificação mais integrado e seguro. A promessa de um identificador pessoal em escala mundial torna as transações internacionais mais fluidas, reduzindo a burocracia e ampliando a confiança nas interações digitais.

A perspectiva de um ecossistema digital coeso é reforçada pela visão futurista de Blania, que associa essa evolução à ascensão da Inteligência Artificial. Juntas, estas tecnologias podem criar uma teia global de interconexão, tornando as interações mais eficientes e seguras.

A transição para tecnologias como o World ID é uma evolução que merece reflexão e engajamento. Contudo, ao ponderar os benefícios e as possibilidades, essa jornada se revela empolgante. A sociedade global está à beira de um novo capítulo de integração e eficiência. O futuro promete ser não apenas conectado, mas também mais seguro e unificado.

*Marco Tulio Chaparro – Presidente do Sindicato das Empresas de Serviço de Informática do Distrito Federal (Sindesei/DF)

MEIs de Tecnologia da Informação enfrentam ameaça de exclusão do Simples Nacional

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Close-up of economist using calculator while going through bills and taxes in the office.

De acordo com o presidente do Sindicato das Empresas de Serviço e Informática do Distrito Federal (Sindesei DF) é preciso que os profissionais de TI regularizem já as possíveis dívidas e fujam das armadilhas fiscais

O setor de Tecnologia da Informação (TI) do Distrito Federal está em constante desenvolvimento com a abertura de novas empresas e aperfeiçoamento da área. Nesse cenário digital em evolução, os Microempreendedores Individuais (MEIs) desempenham um papel fundamental. Dados do Sindicato das Empresas de Serviço e Informática do Distrito Federal (Sindesei DF) mostram que quase 50% das empresas de TI na região são MEIs.
No entanto, cerca de metade das quase 13 mil empresas de TI do DF enfrentam uma ameaça: um abismo fiscal de dívidas. Desde o início do mês de setembro esses empreendedores estão em risco de serem excluídos do regime Simples Nacional, enfrentando o que é conhecido como o “Termo de Exclusão do Simples Nacional”.
Marco Tulio Chaparro, presidente do Sindesei, afirma que o setor de TI é o coração da inovação, mas muitos desses MEIs estão caminhando em uma corda bamba, equilibrando crescimento e inovação com as complexidades do sistema tributário. Segundo ele, esses profissionais enfrentam dívidas com a Receita Federal que podem resultar no cancelamento do CNPJ, levando à paralisação de seus negócios.

“Imagine acordar um dia e descobrir que não pode mais emitir notas fiscais. Em um setor onde a documentação é vital, isso pode significar o fim dos contratos, clientes e fluxo de caixa. É uma ameaça mortal, especialmente no competitivo mercado de TI. Sem alvarás e licenças necessários, as empresas ficam paralisadas, enfrentando multas pesadas, sanções e, em última instância, o fechamento”, afirma o presidente.

O presidente do Sindesei destaca que muito se fala sobre como empresas gigantes começaram pequenas, mas e se elas não tivessem cuidado de suas obrigações fiscais nos estágios iniciais? “Estamos no cruzamento entre o potencial ilimitado e os perigos ocultos. O setor de TI é emocionante, mas repleto de armadilhas fiscais. A pergunta que todos os MEIs de TI devem fazer não é se podem se dar ao luxo de se regularizar, mas sim quando o farão”, conclui Marco Tulio.
Sobre o Simples Nacional

O Simples Nacional é um regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicável às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, previsto em lei. O regime abrange a participação de todos os entes federados (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) e é administrado por um Comitê Gestor composto por oito integrantes: quatro da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), dois dos Estados e do Distrito Federal e dois dos Municípios.

Para o ingresso no Simples Nacional é necessário o cumprimento das seguintes condições: enquadrar-se na definição de microempresa ou de empresa de pequeno porte; cumprir os requisitos previstos na legislação; e formalizar a opção pelo Simples Nacional.

Segundo a Receita Federal, estão sendo notificadas, aproximadamente, as 1.265.000 maiores empresas devedoras do Simples Nacional, com significativo valor pendente de regularização, correspondendo a um total de dívidas em torno de R$ 30 bilhões.

Lei simplifica a vida financeira de pessoas físicas e empresas

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Presidente do Sindicato das Empresas de Serviço de Informática do Distrito Federal (Sindesei- DF) destaca os avanços e impactos da recente legislação no cenário jurídico e empresarial

Em um mundo onde a tecnologia avança a passos largos, a legislação não pode ficar para trás. A interação entre esses dois pilares da sociedade se torna cada vez mais evidente, e a recente Lei nº 4.620, que promoveu alterações no Código de Processo Civil (CPC), é um exemplo claro desse avanço. A nova legislação aponta para um futuro mais moderno e prático, eliminando a necessidade de testemunhas em documentos eletrônicos para que sejam considerados válidos. Essa nova legislação simplifica o uso de documentos com assinatura eletrônica e impulsiona a eficiência nos processos.

Marco Tulio Chaparro, presidente do Sindicato das Empresas de Serviço de Informática do Distrito Federal (Sindesei- DF), questiona: “quantos de nós já se sentiram frustrados com a lentidão e burocracia dos processos tradicionais? Estamos realmente prontos para uma era onde a eficiência e a rapidez são prioridades? Estamos preparados para assinar documentos importantes de qualquer lugar e a qualquer momento, usando plataformas eletrônicas seguras?”

Além disso, a segurança jurídica, essencial para a estabilidade das operações de crédito no Brasil, ganha um reforço significativo com a nova lei. Antes, havia incertezas sobre a eficácia de documentos eletrônicos sem a certificação adequada, mas a nova legislação remove essa barreira, permitindo assinaturas em plataformas variadas e simplificando processos. Os contratos eletrônicos, apontados por especialistas como um avanço notável, globalizam as relações jurídicas e as tornam ágeis.

Marco Tulio ressalta que a nova legislação é um marco na forma como as pessoas lidam com a documentação no mundo digital, simplificando o uso de assinaturas eletrônicas. Segundo ele, isso significa uma simplificação na concessão de crédito, onde instituições financeiras, fintechs e FIDCs têm um caminho mais claro e eficiente para operar, tornando o processo de cobrança mais ágil em caso de não cumprimento de acordos.

“Além da agilidade, essa mudança traz uma maior confiança no sistema. Em um mundo cada vez mais digital, saber que um documento assinado eletronicamente tem o mesmo peso e validade que um documento físico é um passo importante rumo a um futuro mais digitalizado”, destaca Marco Tulio.

O presidente do Sindesei destaca a importância de continuar educando e informando a população sobre os benefícios e implicações dessas mudanças. “Uma sociedade bem informada é fundamental para aproveitar ao máximo as oportunidades que a tecnologia oferece. A nova Lei da Assinatura Digital representa não apenas uma mudança legal, mas uma transformação na forma como lidamos com a burocracia e a eficiência em nosso cotidiano”, conclui o especialista.

Você sabe por que a vida sexual por ser melhor depois da menopausa?

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A começar pelo tempero da maturidade. A mulher na menopausa sabe do que gosta, do que não gosta… existem muitos prazeres já descobertos – e muitos ainda por descobrir.

Outro ponto importantíssimo: a experiência mandou a insegurança embora faz uns bons anos! Namorar sem desconforto e sem medo de ser feliz: quer mais? O medo constante de engravidar sem planejamento é outro que voa pela janela. Me digam se não é libertador?

Lembrete importante: tudo isso só pode ser aproveitado se você adotar um estilo de vida saudável e cuidar bem da sua saúde hormonal!

INSTITUTO PAULO GUIMARÃES 

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Israel x Hamas: Quais são as perspectivas para o futuro?

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No último dia 7 de outubro, o grupo islâmico Hamas, que é considerado atualmente como terrorista por algumas potencias, como Estados Unidos, realizou um bombardeio surpresa em Israel. Esse ataque pode ser considerado como um dos maiores nos últimos anos, já tendo vitimado mais de 1,9 mil pessoas, entre militares e civis.

É válido salientar que a tensão persistente entre Israel e o Hamas é um tema que tem desafiado os esforços internacionais de resolução de conflitos por décadas, remontando ao estabelecimento do Estado de Israel em 1948, quando milhares de palestinos foram deslocados de seus territórios.

Desde então, as tensões têm persistido, exacerbadas por disputas territoriais, questões de segurança e desafios na implementação de acordos de paz anteriores. Com o ataque do último final de semana, um dos maiores que Israel já sofreu, e conforme as réplicas já realizadas na Faixa de Gaza, comandada pelo Hamas, é possível que haja um escalonamento do conflito no médio a longo prazo.

Além disso, as grandes potências mundiais, como Estados Unidos, França, Itália, Alemanha e Reino Unido, já se pronunciaram a favor de Israel e estão enviando apoio em material bélico. Por outro lado, o Hamas detém o apoio do Irã e de alguns países do continente africano. 

Por fim, em relação a quanto tempo pode perdurar esse conflito, é possível afirmar que não há previsão de paz, nem que ela ocorra em pouco tempo, resultando em implicações devastadoras para as populações envolvidas. Civis inocentes sofrem as consequências diretas da violência, resultando em perdas de vidas e danos materiais significativos.

Neste contexto, a comunidade internacional tem um papel vital a desempenhar na resolução do embate, através de esforços diplomáticos e pressões construtivas. Só assim será possível favorecer um ambiente propício para o diálogo e a negociação de soluções sustentáveis para a paz.

 

 

Thays Felipe David de Oliveira, doutora em Ciência Política e professora do curso de Relações Internacionais da Estácio