21.4 C
Brasília
domingo, abril 19, 2026
Início Site Página 1443

Aula de canto da Carol Bessoni ajuda a vencer medos e soltar a voz

1

Professora de canto Caroline Bessoni dá aulas particulares para criança e adultos.  A brasiliense de 27 anos descobriu que gostava de cantar aos seis anos.  Tímida, apenas na adolescência, quando entrou para o coral do Colégio Militar, se sentiu confiante para soltar o vozeirão. Hoje, a professora ajuda pessoas que têm interesse pelo canto a aprimorar  a voz.

“Recebo alunos que nunca cantaram. Todo mundo pode cantar. Lógico exige uma dedicação como qualquer atividade”, explicou a professora.

Aluna de canto popular Larissa Meira

Nas aulas, Carol Bessoni ensina técnicas e fisiologia da voz e trabalha sempre a partir do que os alunos conhecem e gostam de ouvir e cantar. As aulas podem ser individuais ou em grupo. A analista de comunicação Larissa Meira conta que após um ano de canto popular com a professora percebe mudanças na impostação e no alcance da voz. “Não sou cantora profissional. Eu até brinco que ainda vou cantar em um trio elétrico. Mas a verdade é que cantar me traz muita alegria”, disse.

Segundo Carol Bessoni o que a deixa mais animada durante as aulas é ver a evolução dos cantores. “Recentemente, fiz um recital com os alunos. Foi muito emocionante ver as crianças e adultos se expondo e se permitindo estar ali cantando na frente de desconhecidos. Quando a gente se apresenta quer fazer o nosso melhor. Quer que os outros gostem. Mas o olhar do outro não deve ser o principal. Você tem de fazer pelo que você sente”, concluiu.

Sobre Carol Bessoni                        

 

Carol à frente, Augusto Zulu (tecladista) da  Projeto Zeta. Mhel Gomes (aluna). Juliete Ramos (aluna). Gabriel Souza (baterista).

Na graduação, Caroline Bessoni optou por psicologia. O encontro com a música como profissão aconteceu ao participar de um projeto de musicalização na Universidade de Brasília. Em razão da participação no projeto ganhou uma bolsa para um curso de canto com a austríaca Daniela Stieff, que na época estava em Brasília.

Também estudou na Escola de Música Brasília.  Após aprender fisiologia e técnica vocal, começou a dar aulas.  Trabalhou como preparadora musical de cursos de teatro, professora de musicalização e hoje ministra aulas de canto particulares.

Autodidata, Bessoni aprendeu sozinha a tocar piano. Recentemente, também tem se dedicado a compor. A primeira música foi Bom dia e na sequência veio: “A Jornada”, “Presente”, “Dança Comigo”. As canções serão gravadas em parceria com a Banda DrumGui Bass.

Para quem quer começar a cantar, a professora recomenda, além de fazer aulas de canto,  participar de corais ou frequentar karaokês.

Para mais informações confira a página da Carol Bessoni no Facebook

Ouça Carol Bessoni

 

 

Teatro infantil trata da relação do homem com a natureza

0

Projeto “Sementes nos parques” brinca com imaginário das plantas e frutos de uma maneira especialmente poética

Quem é adulto hoje se lembra bem quando era criança e os mais velhos diziam: “se você engolir uma semente de fruta nascerá uma planta na sua barriga”. Essa e outras metáforas poéticas sobre a semente dão a tônica do espetáculo Sementes, que cumpre temporada em diversos parques do Distrito Federal até 30 de setembro. As apresentações são gratuitas, sempre às 11h e aos domingos, para crianças a partir de quatro anos. A apresentação do próximo domingo (2/09) acontece no Parque Jequitibás em Sobradinho.

No palco, entra em cena a atriz Caísa Tibúrcio, a criadora do espetáculo que se inspirou nas lembranças de uma brincadeira de criança. Ela explica que a relação com a natureza é fisiológica e constante na apresentação. “As sementes, as frutas, as flores compõem o mosaico natural e o ambiente lírico das cenas. O resultado desse mergulho nas memórias das histórias infantis foi essencial para a montagem do meu solo, que fala e discute questões ambientais de maneira bem poética”, revela.

Ela conta ainda que a história fala sobre as possíveis sementes da vida, das organizações, dos desejos, dos sonhos, da arte. “A metáfora de plantar e cuidar de uma semente é explorada ao máximo. A personagem é uma plantadeira imperturbada e mostra que todos nós podemos ser terreno fértil para germinar desejos incríveis; podemos ser cuidadores de projetos, pessoas, encontros, sementes”, ressalta a atriz.

Projeto socioambiental – Vale destacar que o projeto “Sementes nos parques” acontece no período em que se comemora a Semana do Cerrado e que, logo após as apresentações, haverá uma vivência ambiental, onde as crianças irão plantar sementes de jatobá (planta típica do bioma da região Centro-Oeste) – sem agrotóxicos e com alto percentual de germinação – num vaso que é totalmente biodegradável.

“O projeto propõe uma vivência de educação ambiental com crianças e familiares sobre o ciclo de vida da semente, seu cultivo e o manejo da terra guiado com monitores e técnicos especializados”, informa Caísa Tibúrcio.

A preocupação com o meio ambiente está presente até no material de divulgação impresso, confeccionado também com papel biodegradável e com sementes incrustradas. Isso significa que o folder com toda a programação pode ser plantado e dar lugar a uma linda margarida ou a um pé de cenoura. Já a cartilha de educação ambiental será impressa em papel reciclado. Haverá também coleta de lixo e resíduos produzidos durante as apresentações e oficinas.

Será uma ótima oportunidade para falar, entre crianças e adultos, sobre a relação do homem com a natureza e a sua preservação, discutindo a conscientização ecológica de uma maneira especialmente poética, por meio do teatro.

Evolução com o tempo – A partir da metáfora poética da semente, Caísa Tibúrcio criou um número de palhaça em 2014 e, com ele, participou da III edição do TPMs – Temporada Internacional de Palhaças no Mês da Mulher e do IV Encontro Internacional de Palhaças de Brasília, nesse mesmo ano.

Durante dois anos de brincadeira com as sementes, as explorações com esse tema ficaram cada vez mais íntimas e fortes ao mesmo tempo em que os desafios, a paixão e os aprendizados com a arte da palhaçaria foram crescendo. Até que, em 2016, a metáfora da semente foi ganhando proporções e significados maiores e o trabalho recebeu várias influências.

O filósofo Gaston Bachelard, a história e poesias do amigo e escritor Wilson Pereira, autor do livro infantil “Meu pé de poesia”, as metamorfoses naturais presentes na poesia de Manoel de Barros, a figura mítica Maira Jatobá; de Helena Oliveira, a música de Luiz Gonzaga, o conto “A maior flor do mundo”; do escritor português José Saramago, e a obra “Marcelo Marmelo Martelo”; de Ruth Rocha foram referências primordiais e contribuíram para a finalização do espetáculo.

“A construção de Sementes foi um processo criativo diferente, pois a maturação e criação das imagens poéticas foram elaboradas durante apresentações e movidas pelo desejo artístico de trabalhar com o feminino, com a figura da mulher camponesa ligada à terra e às ancestralidades culturais”, comenta Caísa. Segundo ela, durante as pesquisas, a percepção da força poética que há na metáfora da semente veio com a informação de que a agricultura começou por meio da mulher. “Quando a mulher/mãe percebeu que plantando sementes, o alimento dos filhos estaria garantido, que a vida poderia continuar”, completa a atriz.

Para organizar todas os novos sonhos e desejos poéticos, Caísa Tibúrcio chamou a artista Ana Flávia Garcia para, em conjunto, criarem a dramaturgia do espetáculo, o músico Lucas Tibúrcio para assinar a direção musical e o artista Roustang Carrilho para fazer a direção de arte.

Em 2016, Sementes fez temporada no Teatro Plínio Marcos – Funarte/ DF com apoio do edital Cena Aberta. Também integrou a Mostra Teatral da Feira do Livro de 2016, do Distrito Federal, Festibra (Festival de Teatro para a Infância) e Bienal Internacional do Livro. Participou ainda do Prêmio SESC de Teatro Candango de 2016, indicado a categoria de melhor espetáculo infantil, e foi selecionado para integrar o Festival Internacional Cena Contemporânea em agosto de 2017 e o Festival Palco Cerrado em 2018.

Sobre Caísa Tibúrcio: Caísa tem um vasto currículo. É bacharel e mestre em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília. Fez curso técnico de canto, na Escola de Música de Brasília, e de pandeiro, percussão, flauta transversal e acordeom, na Escola de Choro de Brasília Rafael Rabello.

Como diretora teatral, realizou o “Concerto à céu aberto para solos de aves”, intervenção urbana inspirada na obra do poeta Manoel de Barros, laureado com o Prêmio FUNARTE, na categoria melhor montagem. Dirigiu ainda o “Presépio de Hilaridade Humanas”, que realizou circulação nacional pelo Palco Giratório/SESC, em 2000. Foi integrante do grupo de teatro “Esquadrão da Vida” de 2007 a 2010.

Atualmente é atriz de “Achadouros – Teatro para bebês e primeira infância”, ganhador do Prêmio SESC Brasília 2015 na categoria de melhor espetáculo infantil, com circulação por vários estados do Brasil. Recentemente, estreou como atriz na peça para adultos “CRIA”, dirigido por Ana Flávia Garcia. É também a palhaça Ananica em espetáculos como “Lorota de palhaças” e no solo “Sementes: quando o sonhadário germina”, de sua autoria e indicado para o Prêmio SESC de Teatro Candango como melhor espetáculo infantil, em 2016.

Sinopse: Em um pedaço de terra seco no interior do mundo, uma mulher se encontra sozinha. Carrega em sua bagagem a simplicidade, o sonho e alguns poucos objetos “encantatórios”. De repente, coisas mágicas passam a acontecer. Será que ela está mesmo sozinha?

Das lembranças de menina, de quando a semente brotava do próprio ser, nasceu essa poesia. Vem do começo da vida, do sonho. O espetáculo é uma brincadeira que serve para experimentar o mundo sob o signo de uma semente, para ter a chance de cheirar as flores imaginadas, para dançar e ouvir a música dos canarinhos, para comer a fruta nascida dos devaneios da infância, para afirmar a liberdade do sonhadário.

Ficha técnica:
Atriz e Concepção: Caísa Tibúrcio
Dramaturgia: Caísa Tibúrcio e Ana Flavia Garcia
Direção Musical: Lucas Tibúrcio
Direção de Arte: Roustang Carrilho
Fotografia: Diego Bresani
Designer gráfico: Jana Ferreira
Divulgação: Agência Atelier
Produção: Caísa Tibúrcio e Kamala Ramers
Assistência de produção e operação de som: Dan Kuae e Diogo Silva
Oficina de educação ambiental: Daniela de Paula e Raissa Ribeiro
Produção Geral: Casulo Teatro e Dois de Ouro Produções

Serviço:
Sementes nos parques
Apresentação gratuita às 11h
Vivência Ambiental gratuita depois do espetáculo. A oficina com plantio é limitada a 30 vagas. Inscrições no local, por ordem de chegada, com distribuição senha a partir de 10h.

Programação:
02 de setembro – Parque Jequitibás (Sobradinho)
09 de setembro- Parque Olhos d’água (Asa Norte)
16 de setembro – Jardim Botânico de Brasília (Lago Sul)
23 de setembro- Parque da Cidade (Plano Piloto)
30 de setembro – Parque Saburo Onoyama (Taguatinga)

Acompanhe a programação:
www.casuloteatro.com
www.fb.com/casuloteatro

Eixo Monumental

0

Festival Made In Japan leva tradições e cultura orientais para o coração de Brasília

0

Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha será palco de muita festa para comemorar a imigração nipônica no Brasil. Festival ainda traz shows de Digão, Meolly e Philippe Seabra

Celebrando os 110 anos da imigração japonesa no Brasil, o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha vai receber dias 31 de agosto, 1º e 02 de setembro a 2ª edição do festival Made in Japan, promovido pelo 365 Live. O evento traz muita arte, moda, gastronomia, artesanato, música para a capital federal, uma verdadeira viagem à terra do sol nascente.

Foto: Hiroki Umeda

Durante os três dias, a programação será intensa, com diversas novidades para as 30 mil pessoas que devem passar pelo evento. De acordo com Flávio Hideo, organizador do evento, a proposta é promover um intercâmbio cultural e valorização da cultura japonesa. “É muito importante para a celebração de nossas raízes mostrar um pouco das tradições, da cultura, enfim, do que somos”, explica.

Foto: Hiroki Umeda

Entre os artistas que subirão ao palco estão expoentes da cultura nipo-brasileira como Nobuhiro Hirata, Fábio Yoshihara, Edson Saito, Ligiane Sagae e os grupos RKMD e Kishouraku Daiko com os tradicionais tambores japoneses. E o espaço também foi aberto para um pedaço do Brasil, na abertura, Digão (Raimundos), Philippe Seabra (Plebe Rude) e Meolly Folk (Bloco Eduardo e Mônica).

A ala da gastronômica é um espetáculo a parte. Pratos típicos da culinária oriental, como sushi, sashimi, temaki, yakisoba, lamen, donburi, gyoza, harumaki, karaage, tempurá, udon, entre outras delícias. Tudo com a assinatura do chef Cristiano Komiya e de estabelecimentos de destaque na cidade como Goemon, Katsu Lamen, Miwa Donburi, Okata Sushi, Kobe, Zaki Sushi, entre outros.

O evento é livre para todos os públicos com ingressos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 a meia. Tem direito a meia entrada  os casos previstos em lei (idosos, estudantes, jovens de baixa renda, professores etc) e também aqueles que fizerem a doação de um brinquedo ou livro didático em bom estado de conservação e também quem apresentar o ingresso do show Tribalistas. Os ingressos antecipados podem ser adquiridos pelo site www.madeinjapanbrasilia.com.br.

Foto: Hiroki Umeda

Os artistas:
Edson Saito é um renomado cantor da colônia japonesa no Brasil, vencedor de diversos concursos de karaokê no Brasil e no exterior;
Fabio Yoshihara é ator e cantor, suas últimas aparições foram Musical Pequena Sereia da Disney e Akira da Novela Sol Nascente;
Tambores japoneses;
Ligiane Sagae: cantora brasiliense com várias premiações no Brasil;
Nobuhiro Hirata é o Campeão do GRAN PRIX do Concurso Brasileiro da Canção Japonesa (ABRAC – Brasileirão) em 2007 e Campeão do Concurso Nippon Taishu Ongaku Kyoukai realizado em Shinjuku, Tokyo em 2007;
Taiko de Okinawa;
Digão, vocalista banda Raimundos;
Philippe Seabra, vocalista banda Plebe Rude;
Meolly Folk é vocalista do Bloco Eduardo & Mônica.

Serviço:
Made in Japan
Datas e horários:
31 de agosto – 18 às 23h
1 de setembro – 11 às 23h
2 de setembro – 11 às 20h
Local: Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha
Ingressos: R$ 10 (meia) e R$ 20 (inteira)
Classificação indicativa: livre
Informações e ingressos antecipados: www.madeinjapanbrasilia.com.br

 

Inscrições para oficinas culturais gratuitas de artesanato começam hoje (27)

3
Lucio Piantino, artista plástico Imagem: arquivo pessoal

Ao todo, são 60 vagas destinadas a pessoas com deficiência e para crianças, adolescentes, adultos e idosos em situação de risco

O Projeto Waldir Azevedo, na Vila Telebrasília, e o Ateliê Eco-Arte, no Guará, recebem, a partir de setembro, Oficinas Culturais Artesanais para pessoas com deficiência. São três cursos gratuitos: construção de instrumentos musicais com materiais recicláveis, artesanato com papel-machê e criação de telas e quadros com elementos da natureza como sementes, folhas e flores. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail arteocupa.oficinasculturais@gmail.com, a partir de segunda-feira (27) até 31 de agosto.

A ação é realizada pela Agenda Cultural Brasília com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC). Segundo Marcelo Fonteles, idealizador do projeto e diretor da Agenda Cultural Brasília, o objetivo é estimular o respeito ao meio-ambiente e à sustentabilidade, valorizar e difundir as manifestações culturais e artísticas, além de promover a inclusão social e a qualificação profissional.

Cada oficina terá 72 horas-aulas e será divida em duas turmas de até 10 pessoas. Serão destinadas 30 vagas para o público em geral e 30 vagas para pessoas com deficiência. Não é necessário nenhum pré-requisito para participar das ações. As aulas ocorrerão de setembro a novembro, com turmas em dois turnos. Ao fim do projeto, serão realizadas duas exposições com as obras produzidas pelos alunos.

Maestro Dudu Oliveira
Imagem: Projeto Waldir Azevedo

O curso de confecção de instrumentos musicais com materiais recicláveis será ministrado por Dudu Oliveira, criador do Projeto Waldir Azevedo, que atua com jovens em situação de risco na Vila Telebrasília. O professor também é voluntário na Associação Brasileira de Deficientes Visuais (ABDV), oferecendo aulas de música.

Já a oficina de produção de obras com papel-machê será ministrada pela artista plástica e arte-educadora Lurdinha Danezy, que tem mais de vinte anos de experiência na área. As aulas ocorrerão no Hospital de Apoio de Brasília com pacientes em reabilitação e acompanhantes. Ela já fez exposições nacionais e internacionais e é mãe do artista plástico Lucio Piantino, que tem com Síndrome de Down. As aulas de criação de telas e quadros com sementes, folhas, flores e pequenos frutos encontrados na natureza ficarão a cargo do artista plástico Paulo Ataíde Cavalcanti, no ateliê Eco-Arte, localizado no Guará.

O projeto vai contar com guia para cegos e acessibilidade estrutural para pessoas com deficiências e mobilidade reduzida. O site do projeto, desenvolvido especialmente para atender a todas as pessoas com deficiência, terá aplicativo de acessibilidade, que traduz automaticamente texto e áudio para Língua Brasileira de Sinais.

Serviço:
Oficinas Culturais de Artesanato
Quando: Aulas de setembro a novembro
Inscrições: De segunda (27) a sexta-feira (31) pelo e-mail arteocupa.oficinasculturais@gmail.com
Local: Projeto Waldir Azevedo, Vila Telebrasília | Ateliê Eco-Arte, SAIS AE 04 Guará
Quanto: grátis
Contato: (61) 9952-7613 – Marcelo Motta Fonteles
Realização: Agenda Cultural Brasília
Mais informações:
https://www.agendaculturalbrasilia.com.br/ 
Projeto Waldir Azevedo
Ateliê Eco-Arte   

Versos de Nicolas Behr ganham tradução para o inglês

0
Nicolas Behr

Com 215 poemas de várias fases do autor brasiliense, o livro It will never rain again será lançado em setembro

Depois de ter seus poemas traduzidos para o espanhol em La Brasilíada (edição do autor, 2009), para o alemão em Brasilyrik (edição do autor, 2014) e para o francês em Bonjour, Brasilia (inédito), chega a vez de os poemas de Nicolas Behr serem apresentados na língua inglesa em It will never rain again, publicado pela Khandangus Books, com tradução de Michael Hill e patrocínio da Casa Thomas Jefferson.

Contendo 215 poemas em 160 páginas, It will never rain again traz apresentação do poeta-diplomata indiano Abhay K e ainda um glossário. A orelha do livro foi escrita pela professora de português da Universidade de Minnesota, Sophia Beal, estudiosa da cultura brasiliense.

O tradutor Michael Hill foi professor assistente de língua portuguesa na Academia de West Point, nos Estados Unidos, com mestrado em estudos latino-americanos pela Universidade da Flórida.

“Ter os meus poemas traduzidos para uma das línguas mais faladas do mundo é motivo de grande alegria. Agora posso ser lido por um público amplamente distribuído pelo planeta”, ressalta o poeta Nicolas Behr.

Segundo Behr, It will never rain again é uma “antologia das antologias”, contemplando poemas de várias fases do autor, de 1977 até 2014. Nascido em Cuiabá, mas vivendo em Brasília desde 1974, o poeta publicou seu primeiro livrinho mimeografado três anos depois de chegar à capital. Foi publicitário e trabalhou em ONGs ambientalistas. Desde 1990 dedica-se a um hobby, a produção de espécies nativas do cerrado, na Pau Brasília Viveiro Eco.Loja.

Em 2015, o Instituto de Letras da Universidade de Brasília instituiu o “Prêmio Nicolas Behr de Literatura”. Já publicou oito livros em que a cidade de Brasília é o tema central.