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terça-feira, julho 7, 2026
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Arena de Beach Tennis inaugura no Parque da Cidade

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A ação foi promovida pela Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer, em parceria com a Federação Brasiliense de Tênis

O Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek inaugura neste fim de semana a Arena de Beach Tennis, composta por três quadras revitalizadas especialmente para a prática da modalidade, também conhecida como tênis de praia. A ação faz parte do programa Abrace o Parque, da Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer, em parceria com a Federação Brasiliense de Tênis.

Para a composição do espaço foram utilizadas 80 toneladas de areia, três redes próprias para beach tennis, materiais para marcação do espaço, além de reparos em paralelepípedos próximos. Nos dias 1º e 2 de setembro, das 10 às 12 horas, serão realizadas aulas introdutórias gratuitas, em turmas de até 12 alunos, com duração de 30 a 60 minutos.

Neste mês, dentro da proposta de fortalecer o sentimento de pertencimento do brasiliense com o Parque da Cidade, foram revitalizadas as churrasqueiras do local.

Serviço:
Aulas introdutórias de Beach Tennis
Dias 1º e 2 de setembro, sábado e domingo, das 10h às 12h.
Na Arena Beach Tennis (Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, próximo ao estacionamento 13, ao lado das quadras de futevôlei e vôlei de praia). Entrada franca. É permitido levar sua própria raquete.

TST e empregados dos Correios fecham acordo e evitam greve

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Funcionários anunciaram a greve geral no inicio deste mês e reivindicaram reajuste salarial de 5%, mais R$ 300 de aumento e a permanência de alguns benefícios

O Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) entre a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e os sindicatos dos empregados foi homologado na última quinta-feira (30), pelo  ministro Renato Paiva, vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST). A tratativa realizada pelo ministro é resultado de mediação e conciliação pré-processual e a primeira realizada em mais de 20 anos.

Os funcionários anunciaram a greve geral no inicio deste mês e reivindicaram reajuste salarial de 5%, mais R$ 300 de aumento e a permanência de benefícios, como a participação nos lucros ou resultados, assistência média e vale-cultura. O acordo fechado entre as partes garantiu 3,61% de reajuste salarial. O plano de saúde não foi discutido nessa audiência de conciliação.

O ministro Renato Paiva parabenizou os dirigentes sindicais e destacou a colaboração Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais. “A negociação foi cooperativa porque as partes buscaram solução em comum”, disse o ministro.

O presidente dos Correios, Carlos Roberto Fortner, comemorou a negociação realizada pelo vice-presidente do TST. “Parabenizo pela mediação feita no acordo histórico. Há 24 anos, não havia acordo coletivo feito dentro da data-base, sem deflagração de greve”. O secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), José Rivaldo da Silva, afirmou que não era o acordo esperado, mas que os trabalhadores entenderam que essa foi a melhor solução alcançada.

Para a conciliadora Ludmilla Gomes da Vamos Conciliar, o acordo é uma grande conquista do TST. “O tribunal deu um grande exemplo de que é possível resolver um conflito pela cultura do consenso. Os representantes sindicais também tiveram uma postura conciliatória e o resultado foi excepcional. A conciliação é a melhor alternativa”.

*Com informações Secom TST

Maioria dos estudantes no ensino médio não aprende o básico de português e matemática

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Resultados são “preocupantes”, avaliam Inep e Ministério da Educação

Cerca de 70% dos estudantes que concluíram o ensino médio no país apresentaram resultados considerados insuficientes em matemática. A mesma porcentagem não aprendeu nem mesmo o considerado básico em português. Os dados são do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), apresentados nesta quinta-feira (30) pelo Ministério da Educação (MEC).

Em português, os estudantes alcançaram, em média, 268 pontos, o que coloca o país no nível 2, em uma escala que vai de 0 a 8. Até o nível 3, o aprendizado é considerado insuficiente pelo MEC. A partir do nível 4, o aprendizado é considerado básico e, do nível 7, adequado. Na prática, isso significa que os brasileiros deixam a escola provavelmente sem conseguir reconhecer o tema de uma crônica ou identificar a informação principal em uma reportagem.

Em matemática, os estudantes alcançaram, em média, 270 pontos, o que coloca o país no nível 2, de uma escala que vai de 0 a 10, e segue a mesma classificação em língua portuguesa. A maior parte dos estudantes do país não é capaz, por exemplo, de resolver problemas utilizando soma, subtração, multiplicação e divisão.

Desigualdades
Na média, 43 pontos separam os estudantes que pertencem ao grupo dos 20% com o mais alto nível socioeconômico dos 20% do nível mais baixo, em português, no país. A diferença, coloca os mais ricos no nível 3 de aprendizagem, enquanto os mais pobres ficam no nível 2. Embora mais alto, o nível 3 ainda é considerado insuficiente pelo MEC. Em matemática, a diferença entre os dois grupos é ainda maior, de 52 pontos. Enquanto os mais pobres estão no nível 2, os mais ricos estão no nível 4, considerado básico.

Entre os entes federados, o Distrito Federal registra a maior diferença entre os dois grupos, tanto em português quanto em matemática. Os alunos com mais alto nível socioeconômico obtiveram, em média, 329 pontos em português, ficando no nível 5 de aprendizagem, considerado básico. Já os de nível socioeconômico mais baixo ficaram com 255 pontos, no nível 2, uma diferença de 74 pontos Em matemática, a diferença foi maior, de 101 pontos. Os mais pobres estão no nível 2 e os mais ricos, no nível 6.

Os resultados também mostram desigualdades regionais. A maioria dos estados das regiões Norte e Nordeste, além do Mato Grosso, tiveram, em média, pontuações inferiores à média nacional em matemática e português. A exceção é Pernambuco, que, ficou acima da média, juntando-se aos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste que ficaram ou na média ou acima da média de desempenho nacional. Rondônia ficou acima da média nacional apenas em matemática.

Seis estados pioraram os resultados de 2015 para 2017 tanto em português quanto em matemática: Amazonas; Amapá; Bahia; Mato Grosso do Sul; Pará; e Roraima. Além desses estados, o Rio Grande do Norte piorou o resultado apenas em matemática e Distrito Federal, Mato Grosso, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo pioraram apenas em língua portuguesa.

Texto de foto: Agência Brasil

“Nunca Houve Castelo” é a dica de leitura da escritora e jornalista Graça Ramos

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Conheça os livros preferidos de personalidade do Distrito Federal. Iremos divulgar toda semana um livro sob o olhar de um leitor ou leitora da cidade.  Ele ou ela irá indicar o livro que leu ou está lendo e fazer um comentário sobre a leitura. A dica desta semana é de Graça Ramos.

Por Adriana de Araújo 

Graça Ramos é jornalista, mestre em literatura brasileira e doutora em História da Arte. Piauiense, mora em Brasília desde a infância. É autora de livros infantis e de obras que tratam de arte, literatura e arquitetura de Brasília (como Palácio do Planalto entre o Cristal e o Concreto).

Como leitora, gosta de observar como o texto escrito e as imagens ajudam a contar histórias que envolvem e surpreendem leitores de todas as idades. “A leitura é um febre para quem gosta. Suspende o tempo”, diz.

Terminou de ler o livro “Nunca Houve Castelo” de Martha Batalha. A obra recria a trajetória dos descendentes de Johan Edward Jansson, cônsul da Suécia no Brasil que em 1904 construiu um castelo em Ipanema.

Em forma de novela épica, o romance é uma saga familiar embebida em história, construída com doses de humor, ironia e sensibilidade. A riqueza e a complexidade dos múltiplos personagens criados por Batalha permitem tratar de temas que se entrelaçam e definiram a sociedade brasileira nas últimas décadas.

Sobre a autora Martha Batalha nasceu em Recife em 1973 e cresceu no Rio de Janeiro. Onde trabalhou como repórter e criou a editora Desiderata. Mudou-se em 2008 para Nova York, onde fez mestrado em Publishing na NYU e atuou no mercado editorial. Seu romance de estreia, A vida invisível de Eurídice Gusmão, foi finalista do prêmio São Paulo de Literatura e semifinalista do Oceanos, além de ter os direitos vendidos para mais de onze países e para o cinema.

Alunos deixam ensino fundamental com desempenho pior do que entraram

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Avaliação foi feita em 2017 nas escolas públicas e particular

Cerca de 70% dos estudantes que concluíram o ensino médio no país apresentaram resultados considerados insuficientes em matemática. A mesma porcentagem não aprendeu nem mesmo o considerado básico em português. Os dados são do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), apresentados nesta quinta-feira (30) pelo Ministério da Educação (MEC).

Em português, os estudantes alcançaram, em média, 268 pontos, o que coloca o país no nível 2, em uma escala que vai de 0 a 8. Até o nível 3, o aprendizado é considerado insuficiente pelo MEC. A partir do nível 4, o aprendizado é considerado básico e, do nível 7, adequado. Na prática, isso significa que os brasileiros deixam a escola provavelmente sem conseguir reconhecer o tema de uma crônica ou identificar a informação principal em uma reportagem.

Em matemática, os estudantes alcançaram, em média, 270 pontos, o que coloca o país no nível 2, de uma escala que vai de 0 a 10, e segue a mesma classificação em língua portuguesa. A maior parte dos estudantes do país não é capaz, por exemplo, de resolver problemas utilizando soma, subtração, multiplicação e divisão.

Desigualdades

Na média, 43 pontos separam os estudantes que pertencem ao grupo dos 20% com o mais alto nível socioeconômico dos 20% do nível mais baixo, em português, no país. A diferença, coloca os mais ricos no nível 3 de aprendizagem, enquanto os mais pobres ficam no nível 2. Embora mais alto, o nível 3 ainda é considerado insuficiente pelo MEC. Em matemática, a diferença entre os dois grupos é ainda maior, de 52 pontos. Enquanto os mais pobres estão no nível 2, os mais ricos estão no nível 4, considerado básico.

Entre os entes federados, o Distrito Federal registra a maior diferença entre os dois grupos, tanto em português quanto em matemática. Os alunos com mais alto nível socioeconômico obtiveram, em média, 329 pontos em português, ficando no nível 5 de aprendizagem, considerado básico. Já os de nível socioeconômico mais baixo ficaram com 255 pontos, no nível 2, uma diferença de 74 pontos Em matemática, a diferença foi maior, de 101 pontos. Os mais pobres estão no nível 2 e os mais ricos, no nível 6.

Os resultados também mostram desigualdades regionais. A maioria dos estados das regiões Norte e Nordeste, além do Mato Grosso, tiveram, em média, pontuações inferiores à média nacional em matemática e português. A exceção é Pernambuco, que, ficou acima da média, juntando-se aos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste que ficaram ou na média ou acima da média de desempenho nacional. Rondônia ficou acima da média nacional apenas em matemática.

Seis estados pioraram os resultados de 2015 para 2017 tanto em português quanto em matemática: Amazonas; Amapá; Bahia; Mato Grosso do Sul; Pará; e Roraima. Além desses estados, o Rio Grande do Norte piorou o resultado apenas em matemática e Distrito Federal, Mato Grosso, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo pioraram apenas em língua portuguesa.

Ministério da Educação

Na avaliação do MEC e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela avaliação, os resultados de aprendizagem dos estudantes brasileiros “são absolutamente preocupantes”.

No ensino médio, o país encontra-se praticamente estagnado desde 2009. “A baixa qualidade, em média, do Ensino Médio brasileiro prejudica a formação dos estudantes para o mundo do trabalho e, consequentemente, atrasa o desenvolvimento social e econômico do Brasil”, diz a pasta.

Os resultados são do Saeb, aplicado em 2017 aos estudantes do último ano do ensino médio. Pela primeira vez a avaliação foi oferecida a todos os estudantes das escolas públicas e não apenas a um grupo de escolas, como era feito até então. Cerca de 70% dos estudantes participaram das provas. Nas escolas particulares, a avaliação seguiu sendo feita de forma amostral. Aquelas que desejassem também podiam se voluntariar, mas os resultados não foram incluídos nas divulgações.

Texto e imagem: Agência Brasil

Dólar Furado Burger cria hambúrguer para comemorar Dia Internacional do Bacon

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Leitão - Foto: Divulgação

Neste ano comemorado em 1º de setembro, o Bacon Day atrai adoradores da comida para as hamburguerias e restaurantes

Hulk – Foto: Thiago Bueno
Ambiente Dólar Furado Burger Foto: Thiago Bueno

O bacon, certamente, está na lista dos ingredientes mais adorados da humanidade. Sim, do mundo! Afinal, embora os norte-americanos sejam seus fãs número 1 –  do café da manhã ao jantar –, seu uso é muito mais antigo que se possa imaginar: há, pelo menos, quatro mil anos, pelos chineses. E mesmo com esse status milenar, nunca deixou de ser tendência. Opiniões controversas de vegetarianos à parte, é quase impossível negar seu poder de agregar à qualquer comida um sabor irresistível.

De tão amado, ganhou um dia para chamar de seu. Isso mesmo: desde 2000, existe o ‘Dia Internacional do Bacon’, comemorado no primeiro sábado antes do Labour Day, o dia do trabalho nos Estados Unidos. Então, neste ano, a data cai no sábado, 1º de setembro.

E como um dia é muito pouco para reverenciar o bacon, o Dólar Furado Burger, em Águas Claras, vai comemorar durante todo este fim de semana. A partir desta sexta-feira (31/8) até domingo (2/9), a casa oferecerá um burger exclusivo para a data: o Leitão. Inspirado num dos personagens mais queridos do desenho animado Ursinho Pooh, ele leva 120g de burger revestido de bacon assado levemente no vapor da parrilla, abacaxi, creme cítrico de queijo minas, rúcula baby e tomate confit no pão brioche artesanal e de fermentação natural. Ele sai a R$ 38,00.

Frangolino – Foto: Thiago Bueno
Ambiente Dólar Furado Burger – Foto: Thiago Bueno

No cardápio da hambugueria temática – inaugurada pela chef Lídia Nasser há pouco mais de um mês, com receitas e decoração inspiradas no universo de desenhos animados, super-heróis e contos de fadas –, o que não faltam são burgers com o homenageado do fim de semana. Dentre eles, estão o Homem- de- Ferro (brioche marcado com símbolo do herói, 120g de blend da casa, queijo prato derretido, bacon e ketchup de morango, a R$ 18,00);  o Frangolino, que  traz elementos do cerrado ao misturar 130g de “burger” de frango empanado em farofa agressivamente crocante de Panko, bacon caramelizado, cebola roxa à julienne, alface-americana, tomate confit e maionese de pequi no pão brioche (R$ 26,00); o Manda-Chuva, composto por 180g de blend da casa, queijo muçarela, bacon, alface-americana, tomate confit e maionese defumada no pão brioche, a R$ 24,00; e o extragrande e extravagante Hulk, preparado com pão de espinafre, dois burgers com 180g de blend da casa em cada um, duo de provolone (derretido e chips), bacon e maionese de ervas, a R$ 38,00.

De onde vem o bacon? – O bacon nada mais é que carne de porco curada, isto é, uma peça de carne suína, muito provavelmente retirada da barriga do porco, salgada e defumada. Esse processo foi criado na Antiguidade para prolongar a vida útil dos alimentos (quando não existiam geladeiras e freezers), e no caso específico do corte porcino, há registros de que os chineses desenvolveram seu método de preparo há cerca de 4 mil anos. E o melhor: já há estudos que comprovam que ele não é o vilão da saúde e que também contém nutrientes e vitaminas benéficas para o organismo.

Ambiente Dólar Furado Burger – Foto: Thiago Bueno

Serviço:
Dólar Furado
Endereço: Complexo Gastronômico do Grupo Empório Árabe – Avenida Castanheiras, Lote 1060, Edifício Vila Mall, Loja 15
entrada ao lado da Dolce Far Niente, Águas Claras-DF
Telefone: (61) 3451-4770.
Funcionamento: Segunda, das 18h à 0h. De terça a sexta, das 12h às 15h e das 17h à 0h. Sábado e domingo, das 12h à 0h.
Instagram: @dolarfuradoburger