Na ocasião os buritizáveis discutiram temas como privatização, aumento de salário, segurança e políticas públicas
A TV Comunitária e O Programa Painel da Cidadania, em atitude inédita, realizaram na noite desta quinta-feira (30/08) o primeiro debate na TV onde convidaram todos candidatos registrados que concorrem ao cargo de governador. Porém, somente os buritizáveis com menores percentuais nas pesquisas de intenção de voto compareceram: Alexandre Guerra (Novo), Fátima Sousa (PSol), Guillen (PSTU), Renan Rosa (PCO) e Júlio Miragaya (PT) debateram na noite de ontem. Os outros seis candidatos ao GDF foram convidados, mas não compareceram talvez por combinação prévia, o que justifica um consórcio tão falado nos debates das TVs comerciais.
Os candidatos, tampouco suas assessorias, não tiveram nem mesmo a responsabilidade de avisar a TV e a coordenação do debate que não iriam participar, com exceção de Rodrigo Rollemberg e Rogério Rosso que avisaram ao organizador do debate com antecedência que não compareceriam.
Temas como privatização, aumento de salário, transporte dentre outros foram abordados.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as emissoras de rádio e de televisão que realizarem debates só são obrigadas a convidar os candidatos dos partidos que tenham, pelo menos, cinco parlamentares no Congresso Nacional.
A maioria de nós cresceu ouvindo dizer que lugar de mulher é na cozinha. É também. Foi lá que trabalhei por muitos anos como cozinheira, para criar meus filhos. Foi na cozinha que aprendi a empreender, a ousar, a descobrir que colocavam veneno em nossos pratos e também onde comecei a sonhar com um país melhor. E sem veneno na comida, por exemplo.
Foi na elaboração de receitas que aprendi a fazer contas, a entender a política e perceber que alimentação é um ato político de empoderamento e de soberania nacional. Ampliei meus horizontes e a cada dia fica mais evidente que está faltando mulher nas estâncias decisórias, nos espaços de poder. O Congresso precisa de mais, muito mais mulheres, para dar um toque especial, temperar melhor as nossas leis e assim começarmos a mudar o atual cenário de injustiças e desigualdades sociais no nosso país.
O Brasil ocupa a 32ª posição em um ranking de 33 países latino-americanos e caribenhos sobre a participação feminina em parlamentos. A nossa posição nesse ranking é uma vergonha para brasileiras e brasileiros, que é liderado por Ruanda, país africano, com 61,3% de parlamentares eleitas. Em segundo lugar vem a Bolívia, nossa vizinha, com 53,1%. Cuba ocupa o terceiro lugar com 49% de mulheres em seu parlamento.
Não custa lembrar aqui que até em países onde as mulheres usam burca, elas estão mais presentes nos parlamentos do que nós brasileiras. Será que temos a liberdade que acreditamos? Que temos a liberdade de escolha que imaginamos ter?
No Brasil, as mulheres conquistaram o voto há quase um século. Ao mesmo tempo, obtivemos o direito de ocupar cargos legislativos, pois passamos a ter a prerrogativa de votar e de serem votadas. Atualmente, as mulheres representam mais da metade da população brasileira e do nosso eleitorado. No entanto, esses altos índices de população feminina não estão representados nas instâncias políticas institucionais. Apenas 10,5% das mulheres ocupam cadeiras na Câmara Federal.
A situação brasileira é inaceitável, tendo em vista que há políticas de promoção da participação das mulheres nos espaços institucionais como cotas partidárias, destinação específica de parte do Fundo Partidário e maior presença no horário eleitoral gratuito. Esses mecanismos de incentivo à participação da mulher na política em contrapartida à sua baixa representatividade demonstra que a cultura machista continua forte nos partidos políticos. A pouca visibilidade e o baixo investimento em candidaturas femininas reflete a predominância dos homens nas decisões partidárias e, em consequência na inexpressiva presença das mulheres na política. Precisamos alterar isso.
Apesar das dificuldades em mudar o quadro de desigualdade de gênero, há caminhos, é possível. A oportunidade para ampliar a participação feminina nas instâncias políticas foi fortalecida no momento em que a ONU publicou recentemente que uma de suas metas é a garantia da participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública. Precisamos trabalhar para tirar essa meta do papel.
O golpe parlamentar contra a presidenta Dilma Rousseff atingiu a todas nós mulheres, nos apequenou. Os direitos constitucionais, sociais, previdenciários e trabalhistas foram impactados. A ausência de investimentos do governo golpista em Saúde, Educação, Assistência Social, além da desvalorização sistemática do salário mínimo e a reforma trabalhista, certamente, atingem principalmente a vida de milhões de trabalhadoras que dependem dos programas públicos nessas área. A população de baixa renda no Brasil esta desassistida nesse governo golpista. Houve um desmonte da rede de proteção e amparo aos mais pobres no país. Cabe a nós, mulheres, lutarmos para reaver as conquistas obtidas nos governos de Lula e Dilma.
É fundamental o enfrentamento a todas as formas de violência contra a mulher por meio da adoção de medidas preventivas, punitivas, de proteção e de atenção, assegurando a plena aplicação da Lei Maria da Penha. É preciso lutar, ainda, pelo direito e garantia da saúde da mulher e pelo exercício pleno dos seus direitos sexuais e reprodutivos proporcionando a autonomia sobre seu corpo.
Fortalecer e ampliar os mecanismos de participação popular e lutar por uma maior presença da mulher nos espaços de poder é fundamental para que a nossa sociedade se estruture sobre pilares sólidos.
Está faltando mulher no Congresso Nacional. Vamos à luta, mulheres!!!!
Cristina Roberto é cozinheira, empreendedora, ativista cultural e defensora da alimentação segura e saudável.
Não é moda passageira, nem se restringe apenas a alimentação. O veganismo é um estilo de vida e tem se difundido pelo mundo afora
Por Giullia Chaves
Em tempos de consciência ambiental, as pessoas têm se perguntado se é realmente necessário consumir produtos de origem animal e muitos têm chegado à conclusão de que dá pra ser extremamente saudável, feliz e consciente sem colocar esses elementos no corpo e na casa.
Em Brasília, dois estabelecimentos pioneiros no ramo falam sobre as experiências, as dores e as delícias deste ramo, que está cada vez mais atraindo a curiosidade das pessoas.
Empório Faz Bem Casa Vegana – Foto: reprodução/instagramFaz Bem Casa Vegana – Foto: reprodução/instagram
O Thiago Villela é sócio proprietário do Empório e Restaurante Faz Bem Casa Vegana. Formado em jornalismo conheceu o universo vegan por meio do ativismo. Segundo o empresário, o veganismo foi entrando em sua vida de forma gradual e natural “Eu primeiro fui deixando de comer carne, aos poucos. Depois virei vegetariano e assim permaneci um tempo. Mais pra frente fui percebendo o impacto das indústrias e fui cortando produtos de origem animal e também aqueles que fazem testes em animais. É um processo”, explica.
Thiago contou para a 61 Brasília a história do restaurante que hoje é uma das referências na cidade e faz um dos melhores hambúrgueres veganos da região: “Antes o espaço era um horti-fruti. Eu e alguns sócios queríamos manter esta pegada de venda, por isso, aliamos o restaurante a um empório. Queríamos que os moradores das quadras continuassem comprando aqui”. No empório vende-se desde pasta de dente cruelty free – termo utilizado para definir produtos que não realizam testes em animais – até substitutos para manteiga e iogurtes e produtos para a casa.
Pratos deliciosos do Faz Bem Casa Vegana – Foto: Thiago Villela
Segundo o dono do Faz Bem Casa Vegana, a 407 norte acabou por se tornar a quadra vegana de Brasília, onde as pessoas sabem que terão opções diferentes para comer bem e de forma saudável.
A chef Cynara Arnt – Foto: repdrodução/instagram
Já Cynara Arnt é chef de cozinha e começou a trabalhar na área fazendo buffet de festas infantis. Segundo ela, o veganismo é um movimento em expansão e, por isso decidiu criar a Vegan Se.
“A Vegan Se é um espaço livre de ingredientes de origem animal, livre de contaminação. Os estabelecimentos não-veganos não podem afirmar que estão livres da contaminação cruzada. Na Vegan Se as pessoas confiam que não vai haver nada de ingrediente de origem animal. O nosso diferencial é justamente ser 100% plant based”, explica.
Cynara afirma que o que a move a continuar empreendendo e impactando cada vez mais pessoas, é a filosofia “é poder provar pras pessoas que é possível ser feliz sendo vegano. A alimentação vegana é saborosa. E a minha motivação para fazer comida vegana é a compaixão. Eu creio que os animais estão aqui pelo seu próprio propósito, eles têm direito à vida assim como nós” diz.
Salgadinhos veganos? Na Vegan Se tem! – Foto: reprodução/facebook
Pessoas que adotam um estilo de vida vegano, se preocupam também com os impactos das indústrias, os recursos naturais do planeta e com a própria economia “Existe uma questão econômica. Os alimentos de origem animal consomem bilhões de litros de água em sua produção e a alimentação vegana é sustentável na raiz porque ela vai direto na fonte de proteínas vegetais que são os grãos. Então eu acredito que a alimentação vegana é a alimentação do futuro, é a alimentação para a superpopulação”, explica a chef.
Prato vegano apetitoso da Vegan Se – Foto: reprodução/facebook
A Vegan Se está no mercado há 5 anos e começou fazendo encomendas de salgados, doces, bolos… “depois partimos para o ramo de refeições prontas e, agora contamos com o ponto de atendimento na 204 norte, onde entregamos o nosso produto e fornecemos mercadorias de produtores locais, veganos e que tenham essa pegada ecológica também”.
Na Vegan Se tem delivery também – Foto: reprodução/facebook
O veganismo é um segmento crescente em todo o mundo, porém é um mercado ainda pouco explorado no Brasil. Muitas pessoas ainda não tem informações a respeito dos malefícios de uma alimentação animal e acreditam que o veganismo não vai proporcionar todos os nutrientes que o corpo precisa, mas essa mentalidade pode ser afastada, basta algumas pesquisadas na internet. Buscar saber a procedência dos produtos consumidos é apenas o primeiro passo..
“Precisamos desmistificar esta alimentação e reduzir o preconceito, muita gente ainda acredita que vegano e vegetariano só come alface e folha. Mas nós temos leites, queijos, bolos e salgados de origem vegetal que são saborosos e saudáveis. Queremos difundir esta alimentação para que as pessoas possam descobrir novos sabores” complementa Cynara.
“Empreender este tipo de alimentação no brasil é um desafio”
Atualmente a Vegan Se funciona de segunda a sábado das 9h às 21h e serve refeições desde o café da manhã até o jantar. Além disso eles aceitam encomendas para festas e fazem delivery.
De coisas pro corpo à coisas pra casa: Com Amor Florinda prevê um futuro mais local, manual e sustentável – Foto: reprodução/instagram
Ativismo online – o movimento vegano/vegetariano tem tomado conta da internet e pessoas inspiradoras têm surgido nas redes com este boom. Desde aulas online de saboaria e produtos processados e livres de conservantes até ginecologia natural e dicas femininas para lidar com o ciclo menstrual – coisas super naturais e que a indústria e a tecnologia nos fizeram esquecer nos afastando gradativamente de nossas raízes e nos fazendo odiar nossos processos.
A empresária Fabiana Wan – Foto: reprodução/instagram
A Fabiana Wan, fundadora e artesã da marca Com Amor Florinda (@comamorflorinda) acredita que informação empodera as pessoas e que se aprendermos a fazer os nossos próprios produtos teremos mais autonomia para decidir os rumos do consumo. “Eu acredito em um futuro mais local, manual e natural, em que as pessoas saibam a origem das matérias primas e reconheçam o valor do trabalho das pessoas”.
A empresária também faz vídeos para plataformas online falando sobre a importância do empoderamento para o consumo consciente e recentemente lançou a primeira turma de seu curso totalmente via internet. “Corpo casa manual” ensina as pessoas os princípios de como produzir seus próprios cosméticos e produtos para a casa.
Absorventes reutilizáveis da Com Amor Florinda feitos artesanalmente – Foto reprodução/instagram
Brasília-DF, 19 de junho de 2011
Foto: Cristiano Costa / Lente Cultural
Trem número 1114 partindo da estação Parque Shoping com destino a estação central se alinha aos trilhos do parque de manobras.
Coletivo Lente Cultural lança livro apresentando o cotidiano do metrô-DF
Composto por onze fotógrafos, o Coletivo Lente Cultural lança o livro “Outras Estações”, onde apresenta em 120 páginas o cotidiano dos usuários e funcionários do metrô do Distrito Federal.
“É no contexto dos sonhos, das imagens e dos desafios que o Coletivo apresenta esse livro” afirma a fotógrafa Carol Peres. Uma obra que não pretende discutir o sistema metroviário e sim apresentar esse transporte pelas lentes da emoção. Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF, FAC, o livro lançado no Festival Mês da Fotografia não será vendido, mas estará disponível nas Bibliotecas Públicas, universidades e regionais de ensino do DF à partir do dia 15 de setembro.
Por se tratar de uma obra coletiva “Outras Estações” encontra sua riqueza e personalidade justamente na diversidade do olhar de seus autores, na criação de um novo processo criativo e na oferta de uma nova possibilidade de documentação e criação fotográfica. O resultado é apresentado em uma publicação de alta qualidade técnica e beleza estética com base na forma diferenciada na abordagem do tema envolvendo o leitor em uma maratona imagética construída a partir da diversidade cultural e dos múltiplos olhares de seus autores.
Confira algumas imagens na galeria abaixo:
Brasília-DF, 19 de junho de 2011
Foto: Cristiano Costa / Lente Cultural
Trem número 1114 partindo da estação Parque Shoping com destino a estação central se alinha aos trilhos do parque de manobras.
Neste final de semana, Brasília recebe show de Chico Buarque e também Tribalistas. No teatro, o Festival Cena Contemporânea se despede dos palcos da cidade. O grupo curitibano a Banda mais bonita da cidade se apresenta no Previ. O Brasiliense ainda vai poder conferir exposição Estamparia Litográfica, na Caixa Cultural com entrada franca.
Música
Rogério Flausino e Wilson Sideral fazem show em homenagem a Cazuza, nesta quinta (30), no Na Praia . Chico Buarque se apresenta no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, hoje (30) e amanhã (31) (Ingressos). Com base no disco homônimo, lançado pelo Biscoito Fino, o show Caravanas traz ainda clássicos como ‘Retrato em branco e preto’, ‘Gota d´água’, ‘Iolanda’, ‘Partido Alto, ‘As vitrines’, ‘Todo sentimento’ e ‘Homenagem ao malandro’, entre outros.
Ainda nesta sexta (31), Brasília recebe o grupo curitibano “A Banda Mais Bonita da Cidade” no clube Previ (712/912 sul -38787100). Domingo tem show dos Tribalistas no Estádio Nacional Mané Garrincha. O publico vai poder conferir os primeiros sucessos do trio como “Passe em Casa”, “Velha Infância” e “Já Sei Namorar” (Ingressos).
Teatro
Eu é outro: ensaios sobre fronteiras
Últimos dias para conferir a programação do Cena Contemporânea. O festival de despede de Brasília no domingo 02. Ate lá diversos espetáculos ainda estão em cartaz na cidade como “Autópsia III E IV – A continuação”, “Encerramento do Amor” , “Tijuana”, “Eu é outro: ensaios sobre fronteiras”, “Jardín de invierno” e outros.
Acesse a programação: https://cenacontemporanea.com.br/2018/programacao/
Infantil
Salve, Malala!
O grupo Cia la leche traz a Brasília, como parte do festival Cena Contemporânea, a peça Salve, Malala ! O espetáculo foi criado para crianças a partir de três anos de idade. A biografia da jovem paquistanesa Malala, baleada pelo Taleban quando voltava de ônibus da escola e premiada com o Nobel da Paz, inspirou uma história que propõe o encontro entre Brasil e Paquistão, sob as lentes da educação.
Data e horário: Sábado (01) e no domingo (02), ás 17h
Local: Sala Plínio Marcos, Funarte, Eixo Monumental – Setor de Divulgação Cultural, Lt 2
Entrada R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia)
Onde comprar? https://cenacontemporanea.com.br/2018/ingressos/
Exposição
Da Estamparia Litográfica – Lotus Lobo reúne o acervo de matrizes litográficas e embalagens originais selecionadas pela artista Lotus Lobo. Resgatando sua trajetória de pesquisa a partir dos anos 1960, a mostra Da Estamparia Litográfica apresenta a diversidade de técnicas, cores, tipologias presentes na criação da linguagem gráfica brasileira. A mostra evidencia a experimentação de técnicas e suportes do processo litográfico e que transparecem também no discurso poético-visual da artista mineira.
Serviço
Data: 29/08/2018 a 20/10/2018
Horário: Terça-feira a domingo, das 9h às 21h
Local: Caixa Cultural – SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4
‘Aulão da Madrugada’, ‘Aulão Nota de Corte’ e ‘Simulado On-line’ prometem incentivar alunos que se preparam para a prova
Para os concursandos de plantão, a prova da Polícia Federal, prevista para o dia 16 de setembro, é aguardada com ansiedade e muito preparo. E para aqueles que sabem a importância de uma boa revisão antes da prova, o professor de informática, Deodato Neto, oferece algumas possibilidades com foco no concurso.
“O maior número de questões dessa prova da PF será de informática, 36 no total, um número bastante grande se comparado a editais anteriores, e que merece atenção especial dos alunos”, aponta Deodato.
Aulão da Madrugada
Todas as quartas-feiras, sempre à meia-noite, Deodato discute ao vivo o conteúdo do edital que será cobrado na prova. A opção é uma ótima dica para quem não tem muito tempo durante o dia, mas precisa se dedicar. O Aulão da Madrugada, que é gratuito e tem duração de pouco mais de uma hora, também recebe professores convidados, especialistas em outras áreas. Os interessados em participar devem acessar www.professordeodatoneto.com.br . Não há limite de alunos, é só entrar, acompanhar e tirar as dúvidas.
Aulão Nota de Corte
No sábado, 15/09, um dia antes da prova, das 08h às 18h, os professores Deodato Neto (informática), Fabrício Dutra (português), Luiz Eduardo (contabilidade) e Carlos Alfama (Direito Penal, Processo Penal e Legislação) se juntam para um Aulão com dez horas de duração. Em sala de aula, os alunos terão revisões, por meio de exercícios, dos principais conteúdos do edital.
Para Deodato, até o último dia da prova há tempo para revisar e tirar dúvidas. “Algumas pessoas costumam dizer que ‘se não aprenderam até agora não aprendem mais’, eu discordo e acho que até o momento da prova temos chance de absorver o conteúdo. E revisar um dia antes da prova vai permitir que o aluno tenha uma memória recente”, esclarece o professor.
O Aulão Nota de Corte acontece na SGAN 609 – módulo C – Auditório da igreja Verbo Divino. As inscrições devem ser feitas pelo site e tem o valor de R$ 115. As vagas são limitadas!
Simulado On-line
Um simulado com questões inéditas de informática está disponível para os alunos se prepararem ainda mais. A opção tem o valor de R$15 e também pode ser acessada através do site do professor. Por lá, os concurseiros poderão avaliar o próprio desempenho através de um ranking que mostra a posição dos demais alunos.