O bar da paquera, Pinella, oferece promoções e música ao vivo nesta sexta-feira
Na próxima sexta-feira (06/07) tem disputa entre Brasil e Bélgica e a animação da galera já está a mil. Pensando nisso, o Pinella estará aberto a partir das 12h para receber os clientes em clima de muita descontração.
O bar contará com cinco televisões instaladas em pontos estratégicos para garantir a boa visibilidade dos torcedores. Também tem promoção que dura até o fim da copa! O cliente que comprar 4 Stellas Artois ou Budweiser, leva 6. Ou, o que comprar 2 Coronas, leva 3. Todas long necks.
Para os que preferem drinks, o barman Marcello Apolinário sugere o Gingito, com gengibre, folhas de hortelã, água tônica e suco de limão (R$ 24); o Honey, feito com Jack Honey, sucos de laranja e limão e água com gás (R$ 24) e o Dona Moto (R$ 19), mojito de abacaxi.
Também tem vez para os amigos da vez, drinques sem álcool, como o Refresco Pinella, com melancia, gengibre, abacaxi, limão e suco de cranberry (R$14) e o Virgen Mary, suco de tomate temperado (R$12).
O cardápio será servido normalmente. As sugestões vão para o Amélia (R$ 28), frango defumado, cheddar, cebola caramelizada, molho de mostarda e alface americana, na baguete de parmesão; o Bruna, almôndegas, fonduta de queijo e molho de tomate rústico, no pão francês (R$ 25) e o Carina, fish and chips, (R$ 36).
A casa fará um bolão e as pessoas que ganharem receberão prêmios. E, no início da noite, às 19h, tem samba de raiz com Karla Sangaleti e banda. Então, se você procura algum lugar legal para assistir ao jogo, já sabe pra onde ir!
Os 70 anos do documento que definiu o conceito de humanidade
Desafio é ressaltar a importância da defesa dos direitos humanos, em um momento de crescente discurso de ódio pelo mundo
Por: Fernanda Barros
Norteadora das Constituições de vários países, inclusive a brasileira, de 1988, a Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 70 anos no dia 10 de dezembro. Mesmo que a maioria das pessoas não conheçam o teor deste documento assinado por 58 Estados-membros, ele faz parte do cotidiano de todo mundo e ajudou a regular direitos básicos, como condições dignas de trabalho, liberdade, igualdade, saúde, educação e propriedade, por exemplo. Sete décadas após a reunião da assembleia geral das Nações Unidas para firmar o documento, a luta pela defesa dos direitos humanos segue com diversos desafios. No Brasil, o principal é uma deturpação do conceito, que faz com que os menos informados ou conscientes usem o termo “direitos humanos” como sinônimo de defesa de bandido.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi lançada em 1948, num momento em que o mundo precisava se fortalecer, pós Segunda Guerra Mundial. De acordo com o professor e pesquisador, em direitos humanos da UnB, Alexandre Bernardino Costa, a declaração se formou em meio a diversos processos. “A revolução francesa e a declaração da independência americana, foram dois movimentos, absolutamente liberais, que escreveram cartas que são marco para os direitos humanos”, conta. O professor cita, ainda, a revolução mexicana e a revolução de Weimar, na Alemanha. Movimentos relevantes na construção e evolução de direitos humanos.Segundo o Procurador Regional da República, Felício Pontes, responsável por casos envolvendo o tema no Ministério Público Federal, é importante comemorar o aniversário dessa declaração, até para reforçar o que são os direitos humanos. “Deve ser comemorado, porque ela [a declaração] trouxe para toda a sociedade, uma tentativa de quebrar todos os preconceitos”, explica. Para ele, esses direitos são responsáveis pelos avanços da humanidade e, isso ainda não é compreendido por alguns grupos.
Artista de rua, Sebastian faz malabares no semáforo para garantir renda
O artista de rua argentino Sebastian Algornoz diz sentir isso, em relação a profissão dele. O preconceito, ele reclama, vem da própria população. “Temos que falar mais de cultura, ter mais compreensão e sabedoria”, acredita. Ele mora em Brasília, desde abril de 2018, na casa de amigos e, faz malabares nos semáforos da capital, para garantir a renda.
Os direitos humanos são inerentes a todos independentes de etnia, sexo, nacionalidade, religião ou qualquer outra condição de uma pessoa. De acordo com a Organização das Nações Unidas, algumas das características, mais importantes, dos direitos humanos, são o respeito pela dignidade e o valor de cada indivíduo. Por isso, todas essas condições são igualmente importantes e podem ser evocadas em qualquer tribunal dos países signatários.
No entendimento do professor Alexandre, é preciso compreender que os direitos humanos não são injustificados e aleatórios. “É uma criação por conta das violações, que foram perpetradas ao longo da história e da luta, para que não fossem mais cometidas”, lembra. São afirmações, expressas em cartas, que devem reger a convivência em sociedade.
O presidente do Conselho de Direitos Humanos do Distrito Federal, (CDHDF) Michel Platini, diz que o direito ao voto, os direitos trabalhistas, são fruto de uma mobilização internacional pelos direitos humanos. “É um desafio a efetivação desses direitos, num momento em que, um setor da sociedade faz um embate aos direitos humanos”, relata.
Mesmo sem conhecer o documento da ONU, a catadora Adriana dos Santos sabe bem o que são essas violações. “Se preciso levar meu filho pequeno no hospital, a empresa não aceita meu atestado. Se vou ao colégio e pego uma declaração, posso ser mandada embora”, diz.
Defesa de bandido
Para o procurador Felício, uma visão deturpada que as pessoas construíram em relação aos direitos humanos, é a ideia de proteção somente dos mais vulneráveis. Essa compreensão acabou por afirmar que os mais fracos, eram pessoas que tinham cometido algum crime. Ele faz questão de explicar que quando uma comissão de direitos humanos atua no sistema carcerário, por exemplo, é para garantir que os condenados paguem pelos crimes que cometeram e precisam de um mínimo de dignidade dentro da prisão. “Que eles possam ser tratados como seres humanos e que a pena não passe daquilo que estabelece, que é privação de liberdade”, explica.
O defensor público Daniel de Oliveira reclama do fato de muitas pessoas partirem da premissa de que direitos humanos serve apenas para a defesa de bandidos.
“A gente esquece que direitos humanos também é saúde, educação, também é segurança pública, se isso não existir, o Estado passa a ser um ser soberano e a gente volta a ter uma época de ditadura”, opina o defensor Daniel de Oliveira.
O discurso contra os direitos humanos, segundo o professor Alexandre, mascara um comportamento grave: negação do outro. “A gente vivencia isso de uma forma muito agressiva, que bandido bom é bandido morto. Leva para casa o bandido, esse tipo de coisa”, reclama.
Direitos além da cadeia
Dados do Ministério dos Direitos Humanos apontam que cerca de 40% dos presos no Brasil ainda não foram julgados, mas cumprem pena sem condenação. Para o defensor público, isso é resultado da soma de lentidão da Justiça, excessos de prisões e falta de acesso a advogados, já que a maioria desses 40% é formada por negros e pobres, que já demonstra uma violação dos direitos humanos. “Da maneira como funciona hoje, é criar soldado para facção”, diz. Ele aponta que o ideal, seria oferecer ao infrator, a possibilidade da prestação de um serviço alternativo, em benefício de toda a sociedade.
Os moradores de rua sofrem preconceito e discriminação, que partem da própria sociedade. Além disso, eles são combatidos por agentes do governo, que deveriam dar assistência. Para o defensor Daniel de Oliveira, as atitudes conservadoras são uma forma de retrocesso. Ele diz que a população em situação de rua é a que mais sofre. “Quando um comerciante vê uma pessoa em situação de rua, em vez de tentar ajudar, chama logo a polícia para retirar aquela pessoa do local”, conta. Ele acredita numa sociedade com uma cultura mais forte em direitos humanos.
Ele explica como a Declaração norteou a Constituição brasileira, que recebeu o nome de Constituição Cidadã. O principal exemplo apontado é o Artigo Quinto. A atual Constituição veio após um período militar, na tentativa de reestabelecer, fortalecer e trazer outros direitos, que não existiam nas cartas anteriores. “A principal garantia são os órgãos fiscalizadores, entre os quais, a Defensoria, o Ministério Público, as ouvidorias de todos os órgãos e o Disque 100”, enumera Daniel.
No entanto, por mais que a caminhada seja longa e que ainda existam retrocessos, é possível perceber alguma evolução, como destaca Daniel. “Se a gente lembrar que a mulher sequer podia votar [hoje podemos ver] que o empoderamento da mulher cresceu muito”, comenta. “Tem legislações, como o Estatuto do Idoso, lei Maria da Penha, lei da inclusão. São várias as medidas no sentido de amparar os direitos humanos”, conclui.
Declaração foi traduzida para mais de 500 idiomas
Dever de todos
Em um pronunciamento oficial, referente à comemoração dos 70 anos da declaração, o Secretário Geral da ONU, António Guterres, disse que os direitos humanos são a base de sociedades pacíficas e do desenvolvimento sustentável. “Hoje, vemos hostilidades perturbadoras, direcionadas contra os direitos humanos, em todas as regiões. Vamos nos manifestar contra essas forças negativas”, declara. Na mensagem ele afirma que a sociedade e os governos, devem se juntar, para garantir que as palavras, sejam traduzidas em ações e manifestações pelos direitos humanos. “Eles protegem todos nós”, finaliza.
Conheça os artigos
Liberdade e igualdade de todos os seres humanos;
Não discriminação;
Direito à vida, liberdade e segurança pessoal;
Proibição de escravatura;
Proibição de tortura e tratamento degradante;
Direito à personalidade jurídica;
Direito à igualdade perante a lei;
Direito a recurso efetivo perante jurisdições nacionais;
Proibição de prisão, detenção e exílio arbitrários;
Direito a ser julgado em público num tribunal independente;
Direito a ser considerado inocente até prova em contrário;
Direito à vida privada, familiar e proteção da correspondência;
Direito a circular livremente no país e de sair e entrar em qualquer país;
Direito de requerer e receber asilo;
Direito à nacionalidade;
Direito de casar e de constituir família;
Direito à propriedade;
Liberdade de pensamento, consciência e religião;
Liberdade de expressão, opinião e informação;
Liberdade de reunião e associação pacíficas;
Direito de participar nos assuntos públicos do seu país e em eleições livres através do voto secreto;
Direito à segurança social;
Direito ao trabalho, a remuneração suficiente favorável e a aderir a sindicatos;
Direito ao repouso e ao lazer;
Direito a um nível de vida adequado;
Direito à educação;
Direito de participar na vida cultural da comunidade;
Direito a uma ordem social para a plena aplicação dos direitos aqui enunciados;
Deveres dos indivíduos para com a comunidade;
Nenhum indivíduo ou Estado pode atentar contra os direitos e liberdades acima mencionados.
Instrumentos de defesa
Ministério Público: Vela pelos direitos básicos do indivíduo. No âmbito penal, é acusador, mas também tem que assegurar que a pena não passe da privação de liberdade, que não haja tortura, maus tratos, nem nada que atente contra a dignidade do ser humano.
Disque 100 do Departamento de Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos: Tem a competência de receber, examinar e encaminhar denúncias e reclamações, atua na resolução de tensões e conflitos sociais que envolvam violações de direitos humanos.
Conselho de Direitos Humanos do Distrito Federal: Atua segundo a demanda. Pode entrar em qualquer órgão e solicitar qualquer documento na busca de mediação para solucionar o conflito.
Defensoria Pública: É uma instituição criada pelo Estado para defender pessoas em situação de vulnerabilidade social.
Sociedade: Deve conhecer os direitos e defendê-los.
Novas formas de empreender são fundamentais para o sucesso no mercado atual
Os novos modelos de negócios contam não só com as novas tecnologias, mas também com a coragem e a ousadia do empreendedor para se transformar de dentro para fora
Momentos de mudança estimulam a procura de novas formas de pensar, agir e lidar com as situações que precisam ser enfrentadas, e não é diferente para o ecossistema empreendedor. A nova geração de empreendedores percebeu que o modo tradicional de fazer negócios já não funciona mais. Além de contar com o auxílio das novas tecnologias para transformar os empreendimentos, essa geração conta com a coragem e a ousadia de evoluir como pessoa.
Atualmente, para transformar ou criar um empreendimento, é preciso ser capaz de inovar e assumir riscos para obter sucesso em ambientes instáveis. Para Mariana Borges, uma das idealizadoras da Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores, da Fundação Assis Chateaubriand, essa mudança na forma de pensar faz com que o próprio conceito de empreendedorismo seja repensado. Segundo ela, o empreendedorismo não está relacionado apenas a abrir um negócio, mas à disposição para identificar problemas, oportunidades e investir em recursos e competências na criação de um negócio, projeto ou movimento que seja capaz de alavancar mudanças e gerar impacto positivo na sociedade.
Dessa maneira, empreender é ter uma atitude diferente frente aos desafios da vida e dos negócios. E essas mudanças geram novos modelos empreendedores, relacionados à colaboração e à criação.
Inovações e empreendimentos tradicionais
As referências industriais em que as empresas tradicionais foram constituídas já não são mais importantes do que o comportamento das pessoas. Pensando nisso, essas empresas precisam se adequar e repensar seus valores e formas de percepção do mundo e de si mesmos, entender que o risco e a inovação são indispensáveis atualmente. É preciso desenvolver novas formas de se relacionar com o mercado, de forma mais colaborativa, buscando novas práticas de gestão.
Um exemplo de empreendimento que tem crescido e feito sucesso é o das startups, empresas que utilizam novas tecnologias para encontrar soluções para problemas mercadológicos. Elas são enxutas e assumem mais riscos, buscam oportunidades para um crescimento rápido e compartilham esses ideais para se transformar de dentro para fora.
Preparação completa para empreender – Além de compartilhar seu espaço com o ecossistema empreendedor, a Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores oferece um curso de 5 meses que prepara o empreendedor para encarar o mercado de forma mais disruptiva e humana, por meio de técnicas, ferramentas e experiências para quem quer desenvolver uma ideia, abrir um negócio, transformar sua empresa, desenvolver uma startup ou inovar no mercado. As inscrições para a Jornada Ei! podem ser feitas pelo site www.ei.org.br/jornadaei. A próxima turma já começa em 9 de julho de 2018.
Sobre a Ei!
A Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores é um ambiente de conexão, conhecimento e experiências inovadoras, que surgiu em agosto de 2017 para transformar empreendedores de dentro para fora. Nesta comunidade, acredita-se na força das conexões, no aprender fazendo, na criação coletiva, entre outros. Desde o ano passado, também são realizados diversos eventos que reúnem o ecossistema empreendedor da cidade. O espaço também está aberto para receber eventos de terceiros. Informações pelo e-mail ei@facbrasil.org.br A Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores está no Facebook, Instagram e Twitter, com o perfil @ComunidadeEi.
Pesquisa Datafolha mostra que apenas 42% dos brasileiros votariam mesmo que o voto fosse facultativo
Fernanda Barros
Pesquisa Datafolha de 2014 mostrou que 61% dos brasileiros acreditam que o voto no Brasil não deveria ser obrigatório. Resultados dividem opinião pelo país. Cleyton Feitosa, doutorando em ciência política na Universidade de Brasília (UnB) acredita que uma parcela minoritária dessa porcentagem expressa uma posição consciente sobre o assunto.
Para ele, esse resultado expressa sentimentos de indiferença com o processo eleitoral ou fortemente ligados a discursos que enfatizam o caráter corrupto da classe política. “Pra que vou me deslocar da minha casa para exercer algo que não opera transformações?”, questiona. “Qual a garantia que temos de que nossas escolhas eleitorais serão respeitadas?”. Ele acredita que esse sentimento anti-político datado do ano de 2014 se deve também à deposição da então presidente, Dilma Rousseff.
Em comparação com pesquisas Datafolha anteriores, a taxa dos brasileiros contrários ao voto obrigatório vem crescendo desde 2010, e atualmente, essa taxa é a maior já registrada pelas pesquisas. Os resultados mostram ainda que 57% dos brasileiros, entre 18 e 70 anos, não votariam nas próximas eleições, no caso de o voto ser facultativo.
Segundo Feitosa, o voto obrigatório estimula a participação política e a ampliação do debate sobre a vida pública, além de ter caráter educativo do processo eleitoral. “Outro elemento que justifica a obrigatoriedade é a autorização que a população concede aos nossos representantes, fortalecendo o vínculo entre governantes e governados e a legitimidade desse processo”, conta.
A estudante Letícia Dias, tem opinião contrária. “Eu sou contra o voto obrigatório pois, às vezes, as pessoas não têm uma opinião política e não vai realmente fazer uma pesquisa e ir atrás de saber e conhecer”, diz.
Não é o que pensa o aposentado Elitônio Moura, que acredita que ainda é preciso que o país tenha a obrigatoriedade do voto, por conta da falta de escolaridade. Ele diz que o voto só é obrigatório na teoria, já que as pessoas podem anular, colocar em branco, justificar ausência ou pagar multa por não votar. “A gente precisa que todos votem, pois, a população ainda não tem consciência da importância do voto. Ser facultativo abriria precedentes para maior compra de votos”, relata.
Para o estudante de ciências políticas Iago Guimarães, o voto obrigatório é uma tentativa não funcional de educação política para a população, pois, desvia o poder da elite para toda a sociedade.
Ele acredita que é importante para evitar elitismo nas eleições, já que, a maioria da população, se não obrigada, deixaria de votar. Segundo ele, isso deixaria a decisão para pessoas com maiores formações acadêmicas, níveis de riqueza e, até mesmo, tempo livre.
É o que defende a estudante Ludmylla Geiger que votará pela primeira vez este ano. “Sou contra o voto obrigatório. Quem tinha que votar mesmo eram as pessoas que entendem, que não são facilmente manipuláveis e que querem mudança”, conta a jovem. “Tinha que votar mesmo, quem entende de política”, complementa.
Cleyton Feitosa diz ainda que, na realidade atual do Brasil, o voto facultativo seria um agravante na indiferença política da população e afastaria a sociedade da participação, o que dificultaria o processo de educação política necessário para o exercício da cidadania.
Chegou no DF uma novidade para quem adora uma unha na moda e com muito estilo
Por:Catarina Barroso
Chega de ir ao salão toda semana! Agora é possível fazer um método inovador de alongamento de unhas com porcelana acrílica, moldada a partir da própria unha, sem usar cola ou prótese. O alongamento já é feito com a cor que a cliente deseja, a maioria dos alongamentos é feito sem esmalte.
No Studio Tamy Sampaio as unhas podem ser moldadas à vontade da cliente, e seus pontos fortes são a qualidade do atendimento, transparência, durabilidade do produto e condições acessíveis, que trazem muita credibilidade ao estúdio.
A porcelanista, Tamy Sampaio, ressalta que por ser o método mais antigo de extensão de unhas, o alongamento em porcelana preserva a saúde das unhas naturais. Segundo ela, o tempo de duração do procedimento depende da técnica utilizada, porém, em média um procedimento tradicional pode ser feito a partir de uma hora.
Mas também é necessário ter cuidados com as unhas para que durem por mais tempo, como escolher: um tamanho certo para cada tipo de unha, um formato que respeite a rotina do cliente, um produto de qualidade e um profissional qualificado. Todos esses fatores determinam a durabilidade do alongamento.
Tamy destaca o diferencial do seu stúdio:
“Por ser um studio especializados em técnicas de alongamento de unhas, nossa clientes se sentem atendidas aos seu desejos, sejam os mais simples aos mais elaborados”.
Deputada Celina Leão (Progressistas), participou nesta quinta-feira (28), da entrega da cobertura da quadra Poliesportiva do Centro Educacional nº 1 do Riacho Fundo II. Emendas da deputada Celina foram destinadas por meio do PDAF para a reforma da escola.