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Deputado Wellington Luiz fala de planos para reeleição e avalia a atual gestão do DF

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Deputado Wellington Luiz fala de planos para reeleição e avalia a atual gestão do DF

Por Catarina Barroso

O deputado Wellington Luiz, 51 anos, do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), é o atual vice-presidente da Câmara Legislativa e iniciou sua carreira profissional como bancário, foi servidor público no Corpo de Bombeiros e em 1991 ingressou na Polícia Civil, e foi ainda, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol) por quase 12 anos.

A 61 Brasília conversou com ele sobre: planos para a reeleição na Câmara Legislativa do Distrito Federal, segurança pública, mobilidade urbana e avaliação da atual forma de gestão do governo de Brasília

 

Pretende concorrer à reeleição ou tem algum plano que não seja para a CLDF?

Tenho trabalhado para permanecer na Câmara Legislativa e dar continuidade a alguns projetos que necessitam de representante na esfera do legislativo local. Alguns desses projetos estão ligados à defesa sistemática dos servidores públicos e do direito e acesso de todo cidadão à saúde, segurança e educação de alto nível.  Ainda tenho buscado legislar com a visão focada na sustentabilidade do meio ambiente, proteção à mulher, mobilidade e garantia de direitos aos portadores de necessidades especiais. Assim, creio que minha missão, pelo menos por enquanto, ainda é disputar mais uma eleição para deputado distrital.

 

Quais propostas para reeleição?

Dizer de uma proposta seria fechar possibilidades. Sou aberto e muito sensível ao que diz o cidadão no tocante ao que deseja de nossa representatividade na Câmara Legislativa. Por outro lado, quero continuar trabalhando para que nosso povo possa ter orgulho de Brasília e, principalmente saber que o voto não se perde nas urnas. Caso assim eu consiga mobilizar e fazer acreditar quem nos escuta, certo que não precisamos de propostas, necessitamos apenas de confiança. E confiança não se vende ou se troca. É um processo de construção demorada e de mão dupla.

 

O servidor público tem sido valorizado, na atual conjuntura governamental?

Infelizmente não houve a mínima valorização de qualquer servidor público no âmbito do Distrito Federal. Sofro quando vejo carreiras de servidores do DF em luta contínua, seja fazendo greves ou manifestações em frente ao Palácio do Buriti. E o que mais nos sensibiliza é ver que todos esses servidores não defendem apenas salários justos, falam o quanto sofrem por terem que trabalhar em órgãos públicos sucateados, sem efetivo e mínima condição de prestar serviços à população. E tudo isso parece não tocar o governo que segue em festa como se aos seus pés houvesse um tapete de flores.

Nossos servidores públicos não merecem tanto descaso, e acredito que sonham para que esse governo tirano tenha logo um fim.

 

Tem alguma proposta voltada para área da segurança pública?

Não se pode falar em segurança pública sem citar seus operadores. Qualquer proposta tem que ser antecedida por uma ampla consulta aos policiais que estão nas ruas e sentindo onde e como esse caldeirão ferve. Temos antes de tudo lançar olhar diferenciado para toda estrutura que vai às ruas num enfrentamento sem paridade nessa guerra urbana. De um lado os criminosos cada dia mais equipados com armas de grosso calibre, dispostos a todo tipo de violência, enquanto do outro, nossos policiais e a população devem seguir regras de segurança pessoal e reação mínima. Sou a favor de um Estado forte e contentor da violência e do crime com uso de meios tão severos e em pé de igualdade quanto o que bandidos utilizam contra pessoas de bem. Quem atira em trabalhador ou policial para matar, não pode ter direitos humanos ao seu lado. Minha proposta é fortalecer e valorizar o policial com bons equipamentos, excelentes viaturas, proteção de suas ações quando em consonância com o direito de revide e, acima de tudo, salários justos.

 

Por quais motivos acha que Brasília tem tido um aumento no índice de violência?

Brasília tem refletido o que o Brasil já se tornou: Um lugar perigoso para se viver. Essa violência não nasce e morre ali onde o crime acontece. Toda dinâmica, cultura de violência e crime, teve origem no abandono das obrigações dos núcleos familiares, das escolas onde professores são impedidos de exercer a tutela da autoridade sobre o aluno, da complacência e quase conivência das autoridades em não se criminalizar pequenos delitos e por aí vai. Mesmo nossas religiões têm se ausentado do lugar onde poderiam influir na construção de seres humanos voltados para o cerne de suas crenças, sejam elas cristãs ou não. São muitos fatores, mas a maior parcela de culpa repousa na apatia. Tornamos-nos apáticos, e aos poucos vamos nos distanciando do dever de se indignar com tanta violência.

Somos todos responsáveis pelo resgate de uma sociedade pacifica e garantidora de direitos, vidas e patrimônios.

 

Quais ideias que, desde que implementadas, iriam melhorar a segurança pública?

Precisamos reeducar nossa gente e valorizar quem nos protege. É muito ruim você saber que a violência faz parte de um circulo vicioso que se realimenta na cultura do jeitinho brasileiro, ou no ditado popular que “farinha pouca, meu pirão primeiro”. Temos crenças que precisam ser destruídas ainda no berço, num processo inverso a tudo que experimentamos até aqui, e que geram ou fomentam a violência. Por enquanto, o mais urgente ainda é reprimir e não deixar que o estado encolha frente a tanta criminalidade. Políticas voltadas apenas para a repressão também não parecem surtir efeito a curto prazo. Temos que convocar uma grande discussão para criação de protocolo que envolva todos os segmentos do estado e da sociedade civil organizada, para que, juntos possamos construir metas que sejam realizáveis e testadas ao longo do tempo. Se deixar como está, pior vai ficar.

 

Há uma proposta principal para reeleição?

Não. Um político não pode, pelo menos na minha opinião, ter uma única bandeira, principalmente depois que nós tratamos de tantas matérias. A reeleição será a confirmação e o reconhecimento de nosso trabalho ao longo desses dois mandatos. Quero continuar debatendo políticas públicas, o direito do servidor público, mobilidade, meio ambiente. Proteger também o setor produtivo – indústria e comércio, quem de fato gera empregos e retorna aos cofres públicos o dinheiro que deverá ser revertido em saúde, segurança, educação e infraestrutura.

Por fim, diria que não tenho bandeira, tenho iniciativas respeitosas e protetivas dos direitos e garantias de nossa população.

 

O que o governo poderia ter feito para impedir a greve dos policiais civis?

Respeito. Botar em prática o que prometeu aos policiais civis durante a campanha para governo. Basta apenas restituir a paridade de salários com os servidores da Polícia Federal. Dizer que não tem dinheiro, é no mínimo uma afronta. O Fundo Constitucional, só em 2018, vai disponibilizar aos cofres do GDF algo em torno de 13 bilhões como verba carimbada da União, primordialmente destinada à manutenção da segurança pública. O valor do reajuste dos salários dos policiais civis sequer arranha esse montante.

 

Qual sua avaliação da segurança pública nesse governo? É necessária uma reformulação dessa área para que a população se sinta protegida?

Tem que reformular completamente. Vivemos hoje um fenômeno que jamais tínhamos visto na história da segurança pública. Fiquei 28 anos da minha vida na segurança pública, e você imagina que na primeira vez na história, nós temos delegacias fechadas, num total de 16 unidades. Vivemos o caos social provocado por um governo que parece ser dormente a tudo isso. Não vejo outra saída que não seja o enfrentamento qualificado com policiais nas ruas, em todos os locais, sejam eles nos bairros mais no centro de Brasília, ou naqueles mais distantes, nas bordas das cidades satélites. Sem polícia prevenindo de um lado e do outro ocorrendo a investigação com repressão sistemática e de inteligência, dificilmente reconquistaremos um sociedade com sensação de segurança. Isso só é possível com força policial presente, seja prevenindo, seja investigando.

 

Qual sua avaliação do discurso do governo sobre não ter dinheiro para pagar servidores e investir na cidade?

É um discurso enganoso e beira o mau caratismo. Sabemos que o que tem faltado a esse governo é vergonha, coragem e gestão. Basta ver que todo ano se bate recorde de arrecadação, enquanto ainda o fundo constitucional derrama bilhões nos cofres do GDF. Era só usar a mesma habilidade de uma dona de casa ou trabalhador que se vê obrigado a manter um lar. Economizar onde precisa e estabelecer prioridades, seja na melhoria de serviços públicos ou na valorização dos servidores como um todo. O que não se admite é essa apatia como se nada fosse de sua responsabilidade e também sem a necessidade da ousadia em se criar soluções. Isso é obrigação de quem  possui governança. Nesses quase quatro anos de governo não sentimos a presença do Estado nas ruas, na mobilidade, nos serviços essenciais que deveriam estar ao alcance da população de modo amplo.

 

Qual a sua avaliação desse governo?

Péssimo. Se equivale a um cadáver mal informado sobre sua própria morte. E não sou eu quem diz isso, são os números das pesquisas que hoje reprovam o governo Rollemberg em cerca de 74%. Não tenho mais a dizer. O povo nas ruas já fala por nós, as pesquisas também.

 

Sobre a votação do fim da verba indenizatória, que economizaria dinheiro aos cofres públicos, qual sua opinião?

Sou a favor, até porque é de nossa autoria  essa iniciativa. Somos  eleitos para  responder as necessidades da população. Não tenho reservas em extinguir a verba indenizatória em respeito ao povo que não aceita essa situação e  precisa ser convencido pelo exemplo.

 

Acha possível haver uma unificação partidária para lançar um forte candidato ao governo do DF para concorrer com a atual gestão? Quem seria esse candidato?

Eu acho que essa unificação é fundamental, mas particularmente não acredito mais. Não acredito que consigamos ter esse consenso para lançar um candidato que certamente teria uma eleição garantida no primeiro turno. Falta talvez um diálogo maior e um pouco mais de juízo de todos os pretensos candidatos, para que a gente possa ter o melhor nome à disposição da sociedade. Também acredito que o povo é quem vai dizer o caminho e a quem confiar o próximo governo. Qualquer unificação de forças, se não refletir a vontade do povo, cai no vazio, não se sustenta.

 

Acha que hoje tem alguém preparado para assumir o governo e trazer benefícios para sociedade?

Nós não temos um salvador da pátria. É necessário fugir desse sonho que poderá conduzir ao Buriti alguém que apenas incorpora a vontade de uma mudança que, ao fim, nada muda. O governo de uma cidade é mais que preparo, é diálogo e proximidade com a população. A questão do preparo está mais voltada para um grupo extremamente qualificado que assume o governo, do que o candidato em si, pois são as alianças ao redor do governante que lhe darão sustentação e equilíbrio para governar ou de fato aniquilá-lo. Lógico que nomes bons sempre surgirão, mas sem um grupo determinado somando forças e,  do outro lado com o apoio popular, muito pouco poderá ser feito.

Bom governo se faz ouvindo o povo, sem vaidades e disposto a corrigir erros quando eles por ventura ocorrerem, lançando mão de pessoas qualificadas para assumir pastas importantes como saúde, segurança, educação, mobilidade e desenvolvimento do setor produtivo.

 

Como acha que casos como o desabamento do viaduto do eixão poderiam ser evitados e a população poupada?

O desabamento do viaduto era questão de tempo e, as causas de sua queda, de conhecimento do Governador Rollemberg. Dois órgãos do governo que cuidam de vistorias e manutenção das vias – Novacap e DER, já sabiam que ali havia uma tragédia em andamento e anunciada por meio de relatórios que o governo desconsiderou e pagou pra ver. Por muito pouco não houve perdas humanas. Agora, o governo quer fazer um arrumadinho, e apenas reconstruir a área desabada, ao invés de considerar o posicionamento dos engenheiros da UnB que recomendam a demolição do viaduto, para no local se construir nova estrutura com materiais compatíveis com a carga exercida pelo grande fluxo de veículos sobre a via. Espero que outros viadutos e pontes sejam vistoriados e recuperados a tempo de não se produzir novas tragédias.

 

As panes no metrô vem prejudicando a população. Quais atitudes deveriam ser tomadas para oferecer um serviço de qualidade e com segurança aos cidadãos?

Primeiro lembrar que o trem já descarrilou, e Deus botou a mão para que não houvesse uma grande tragédia. Todos os dias o gerenciamento do metrô registra algum tipo de pane no sistema. Seja ela falha mecânica, elétrica ou mesmo quebra de peças por falta de reposição ou manutenção. Sabemos que algumas dessas peças de reposição não existem em estoque devido ao seu alto valor e, quando falham precisam ser trocadas. Ocorre que grande parte dessas peças vem de fora de Brasilia e do exterior, o que leva até três meses pra serem substituídas. O problema é que falta gestão: Espera-se primeiro a peça quebrar, ao invés de prever sua próxima reposição. Isso gera  adaptações  do tipo “gato” num sistema muito sensível que transporta vidas. Falta gestão e respeito com o povo que precisa utilizar de um transporte que de fato não seja um risco de acidente ou mesmo não chegar ao seu destino.

 

O que pode ser feito para melhorar a vida da população do DF?

Primeiro é não perder a esperança. Temos experimentado uma sucessão de enganos e erros propositais por parte de inúmeros governos que levou a população a uma apatia e descrença nos seus representantes em sentido amplo. Mas isso tem que mudar. O povo tem que tomar posse do destino e da governança de nossa capital.  Acompanhar cada ato de governo e do poder público. Ir para as ruas, exigir que abusos sejam freados e não deixar espaço aos candidatos de má fé, quando das escolhas nas urnas. A escolha é livre, mas o resultado dela é obrigatório no decorrer de quatro anos de mandato, seja para governo ou para legislar em nome do eleitor. Voto vale muito, mas não vale dinheiro. É de grande absurdo um candidato gastar 5 ou 6 milhões por via para ser eleito, quando a soma de seus vencimentos no decorrer de um mandato não alcançam tamanho investimentos. É preciso pensar sobre esses aspectos.

Para melhorar a vida da população se faz necessário melhorar na escolha de quem vai representar essa mesma população. Ao contrário, nada muda.

Tratamento endodôntico em dentes decíduos

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

AULA TEÓRICA: 09/06/18 (SÁBADO) 08:00 ÀS 12:00 – 14:00 ÁS 16:00 · Proteção pulpar direta
· Pulpotomia
· Conceitos do tratamento endodôntico radical em dentes deciduos
· Medicações intra-canal.
· Urgência/dor endodôntica em crianças.
· Pastas obturadoras.
· Terapêutica em odontopetria.

AULA PRÁTICA: 09/06/18 (SÁBADO) 16:00 ÀS 18:00 · Abertura.
· Instrumentação.
AULA PRÁTICA: 10/06/18 (DOMINGO) 08:00 ÀS 12:00 · Obturação com pasta Calen-espessada.
· Uso do localizador Foraminal em decíduos.

TOTAL: 12 horas /Aula
VALOR DO INVESTIMENTO: R$ 100,00 (cem reais) de matrícula.
R$ 800,00 (oitocentos reais) à vista ou
R$ 900,00 (novecentos reais) em 03 parcelas;

OBSERVAÇÃO: Os alunos irão instrumentar e obturar um dente.
SAIA COM UMA AUTO AVALIAÇÃO DE SEUS CONHECIMENTOS
METODOLOGIA INTERATIVA – QUESTIONÁRIO ANTES E DEPOIS DO CURSO.

MINI CURRÍCULO * Graduado em Odontologia pela FORP-USP; * Especialista em Odontopetria pela AORP; * Mestre em Odontopetria pela FORP-USP; * Doutorando em Ciências da Saúde UnB; * Especialista em Ortodontia -ABO Taguatinga; * Coordenador do curso de Especialização em Odontopediatria ABO-Taguatinga.

Mais informações:
STN Conj-O Ed. Life Center, salas 201, 203, 207, 209, 210 e 211 Asa Norte
Tel: ? 61 3447-8229 / ? 3272-1097 / ?9.9213-2841

Curso Sommelier de Cervejas, do ICB, volta a Brasília

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Curso Sommelier de Cervejas, do ICB, volta a Brasília

Promovido pelo Instituto da Cerveja Brasil, o curso Sommelier de Cervejas está com as inscrições abertas para a sua segunda turma em Brasília. Nas aulas, os participantes recebem capacitação completa para atuar nos mais diversos segmentos do mercado cervejeiro

O Instituto da Cerveja Brasil (ICB), que trouxe o primeiro curso de Sommelier de Cervejas no País, em 2010, recentemente decidiu apostar no crescente mercado cervejeiro do Distrito Federal. Em 2017, a empresa ministrou seu primeiro curso na capital federal e agora acaba de abrir as inscrições para a segunda turma no DF. As aulas têm início no dia 25 de agosto próximo, em local ainda a ser definido.

Durante o curso Sommelier de Cervejas os alunos receberão ampla capacitação para atuar nos mais diversos segmentos do mercado cervejeiro, como lojas, bares, cervejarias, distribuidores e restaurantes.

E tudo sob a batuta de um time de primeira: Kathia Zanatta, Estácio Rodrigues, Edu Passarelli, Luis Celso Jr., Marcus Dapper e Fernando Carvalho. Todos nomes reconhecidos no cenário cervejeiro nacional.

“Ao longo desses 8 anos de atuação, o ICB formou mais de 75 turmas e mais de 8 mil alunos no Sul, Sudeste e agora também no Centro-Oeste”, informa Estácio Rodrigues. “Esse curso tem a chancela da Associação Internacional de Sommeliers, na França”.

Ampla formação

O conteúdo, teórico e prático, capacita o participante a analisar tecnicamente os diferentes estilos de cerveja, sugerir as cervejas adequadas para cada tipo de consumidor, sugerir harmonizações adequadas aos diferentes tipos de gastronomia, elaborar cartas de cervejas destinadas a diversos perfis de pontos de venda, e promover eventos de degustação e harmonização.

O curso também traz noções de história da cerveja, matérias-primas e processo de malteação, legislação brasileira, processo de fabricação de cervejas, chope (parte teórica e prática), mercado de cervejas, entre outros assuntos. Será agendada, inclusive, uma visita a uma microcervejaria.

Ao longo das aulas, ministradas durante cinco finais de semana, os alunos deverão degustar mais de 80 rótulos do Brasil e do exterior.

Está programado também um jantar harmonizado no dia 5 de outubro à noite. As inscrições já estão abertas e o pré-requisito é ter o Ensino Médio completo.

Coordenadora, em Brasília, dos cursos do ICB, Rogéria Xerxenevsky, que também é sommelière de cervejas e mestre em estilos pela instituição, avalia que houve uma grande evolução no mercado cervejeiro local. “Por esta razão, precisamos de maior capacitação profissional no segmento de cervejas especiais”, considera. “O sommelier agrega valor aos restaurantes e bares, pois sabe conduzir uma harmonização, conhece os diversos tipos de cerveja, atende melhor o consumidor que busca por esse tipo de produto e ajuda a desenvolver novos consumidores para o setor”.

Tecnologia Cervejeira

E continuam abertas também as inscrições para o curso Avançado de Tecnologia Cervejeira do ICB, único no País a ter certificação internacional da Universidade de Weihenstephan, da Alemanha. “Foi uma decisão estratégica concentrar dois cursos no segundo semestre, no Distrito Federal: o primeiro é o mais tradicional, de Sommelier de Cervejas, e o outro, de Tecnologia Cervejeira, tem a chancela da maior instituição formadora de mestres-cervejeiros no mundo”, frisa Estácio Rodrigues.

Martin Zarnkow, chefe do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Universidade de Weihenstephan, virá a Brasília como um dos professores convidados.

O objetivo é capacitar o participante a iniciar carreira como cervejeiro profissional em cervejarias de pequeno a grande porte. As aulas serão ministradas nas dependências do Beer Club (403 Sul), a partir do dia 18 de agosto.

O pré-requisito é ter o Ensino Médio completo e conhecimentos práticos sobre produção cervejeira.

Para mais informações, acesse o site www.institutodacerveja.com.br.

SERVIÇO

Curso Sommelier de Cervejas – ICB

Aulas

FDS 1 – Agosto – 25 e 26

FDS 2 – Setembro – 15 e 16

FDS 3 – Outubro – 5*, 6 e 7

FDS 4 – Novembro – 17 e 18

FDS 5 – Novembro 30 + Dezembro – 1 e 2

* A aula do dia 5 de outubro será em uma sexta-feira à noite, às 19hs

Horário

Das 9hs às 18hs

Carga Horária

84 horas

Material didático

Apostila impressa entregue no 1º dia de aula

Público-alvo

Entusiastas; cervejeiros caseiros; profissionais de bares, restaurantes, importadoras e outros estabelecimentos relacionados; e empreendedores da área gastronômica

Certificação

Instituto da Cerveja Brasil, Associação Brasileira de Sommelier e chancela da ASI (Association de la Sommellerie Internationale – França)

Investimento

R$ 4 mil, com 5% de desconto à vista e opções de parcelamento no boleto bancário e cartão de crédito

Informações e inscrições

www.institutodacerveja.com.br

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O Instituto da Cerveja Brasil (ICB) surgiu em 2010 em São Paulo, fundado por Estácio Rodrigues, Alfredo Ferreira e Kathia Zanatta.

Estácio é administrador formado pela ESPM e sommelier certificado pela Associação Italiana de Sommelier, em Milão. Alfredo Ferreira é químico e mestre-cervejeiro pela Doemens Academy, na Alemanha. Kathia Zanatta, por sua vez, estudou em renomadas instituições da Alemanha e Áustria, sendo a primeira sommelier de cervejas do Brasil.

Os três foram responsáveis por elaborar o primeiro curso de Sommelier de Cervejas do País, cujas aulas se iniciaram no dia 14 de agosto de 2010, em São Paulo. O sucesso foi tanto, que hoje, quase sete anos depois, já são mais de 7 mil alunos formados em sete estados brasileiros.

A consolidação e o reconhecimento do ensino de qualidade vieram com os demais cursos desenvolvidos pelo ICB, entre eles: Introdução ao Universo das Cervejas Especiais; as especializações em Serviço de Cerveja, em Análise Sensorial e Off-Flavours; Harmonização e Mestre em Estilos®, primeiro curso de especialização para os Sommeliers de Cerveja do Brasil.

Vale mencionar, ainda, o curso Avançado de Tecnologia Cervejeira em parceria com a maior instituição formadora de mestres-cervejeiros do mundo, a Universidade de Weihenstephan, na Alemanha, que vem formando profissionais altamente capacitados para atuarem em pequenas, médias e grandes cervejarias.

V Encontro de Kart Vintage

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V Encontro de Kart Vintage

No dia 27 foi realizado o V Encontro do Kart Vintage, no Kartódromo do Brasilia Kart, localizado no Paranoá, após o Condomínio Entre Lagos. Foram disputadas 3 baterias. O evento contou com amantes do automobilismo, kartismo, automodelismo, rallye e motociclismo.

  

Jantar beneficente Original de Brasília une boa ação e gastronomia local

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Jantar beneficente Original de Brasília une boa ação e gastronomia local

Quatro renomados chefs do panela candanga se reunirão para uma ação beneficente. Programação faz parte dos eventos paralelos do Brasil Sabor 2018, promovido pela ABRASEL DF.

 

Os renomados chefs do projeto Panela Candanga Mara Alcamim (Restaurante Universal), Francisco Ansiliero (Dom Francisco), Gil Guimarães (Baco Pizzaria e Parrilla Burger) e Lui Veronese (Sallva Bar & Ristorante) se unem para uma boa ação: é o Jantar Beneficente Original de Brasília, que acontecerá no dia 07 de junho, no Espaço Brasília (904 Sul), a partir das 20h. Por R$120 mais um agasalho ou cobertor em bom estado, o público poderá curtir uma noite diferente, com direito a um menu de quatro etapas, preparado com ingredientes locais – marca registrada do projeto Panela Candanga, que pretende resgatar e enaltecer a gastronomia de Brasília. A programação faz parte dos eventos paralelos do Brasil Sabor 2018, promovido pela ABRASEL DF.

À venda no site da Bilheteria Digital, os ingressos dão direito ao menu, às bebidas não alcoólicas, a participação em sorteios e brindes e ao show do Trio Cool Music, que pretende animar a plateia com hits de todas as décadas, nacionais e internacionais.  Formado por Rafael Monte Rosa, Renato Azambuja e Jorge Bittar – os três integrantes da banda Surf Sessions – o projeto Trio tem um estilo musical variado, indo do rock ao pop, da MPB ao reggae, sempre com um toque lounge e groove levemente eletrônicos. Ainda haverá a venda de cervejas artesanais originais de Brasília da Hop Capital Beer e vinhos e espumantes da Del Maipo.

Confira, abaixo, o que cada chef vai preparar para esta noite de boas ações:

CHEF GIL GUIMARÃES

ENTRADA 01: Fresella: entrada típica napolitana feita com massa de pizza napolitana,  fermentada por 24hs e assada no forno durante toda a noite com o calor do forno a lenha, resultando numa massa crocante que é coberta com produtos do cerrado; ricotta de cabra, tomates sweet grape, limão capeta, copa lombo artesanal e castanha de baru

CHEF FRANCISCO ANSILIERO

ENTRADA 02: Picanha de tilápia empanada, servida com molho tártaro. A tilápia vem da Serra da mesa, do projeto Lake’s Fish.

CHEF MARA ALCAMIN

PRATO PRINCIPAL: Galinhada Caipira com Creme de Milho e Farofa de Carne de Lata

CHEF LUI VERONESE

SOBREMESA: Bolo esponja de milho, com sopa de chocolate branco, pequi e baru.

BEBIDAS INCLUSAS:

  • Água, refrigerante e Suco

O festival Brasil Sabor, no Distrito Federal, conta com o patrocínio da Liquigás, BRBCARD e cervejaria HOP Capital Beer; também conta com a particiapção do SEBRAE e apoio da Secretaria Adjunta de Turismo – GDF, Correio Braziliense, Lookindoor, Espaço Brasília, Panela Candanga, TV Record Brasília e Del Maipo. O Brasil Sabor é organizado pela Maix Consultoria.

 

Espetáculo “Mercedez com Z”, da comediante Adriana Nunes, de volta a Brasília

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Espetáculo “Mercedez com Z”, da comediante Adriana Nunes, de volta a Brasília

Os atores Adriana Nunes e Similão Aurélio voltam aos palcos da cidade para encenar a divertida peça de teatro “Mercedez com Z”. Em cartaz em São Paulo, eles fazem uma breve aterrissagem na Capital Federal para apresentação nos dias 02 e 03 de junho, no Teatro dos Bancários, sábado, às 21h, e domingo, às 20h.

O enredo aborda com muito humor o universo feminino, a partir das aventuras e desventuras da protagonista. Em uma de suas muitas noites solitárias, Mercedez liga para um programa de rádio, desses ao vivo, para narrar suas venturas e desventuras amorosas. Similião Aurélio encarna o radialista e locutor Wanderley Wanderson. Ele e todo o público passam a ouvir confidências e relatos que levam a plateia às gargalhadas.

A dupla vivencia as narrativas dela, interpretando distintas situações e personagens. Ao longo da trama, Adriana encarna o papel de quatro mulheres. Enquanto Similião Aurélio dá vida a seis personagens durante o espetáculo – entre eles, um divertido terapeuta, e ainda o grande amor de Mercedez, um malandro que a abandona grávida.

O cenário e o figurino foram livremente inspirados na obra da artista plástica pop japonesa Yayoi Kusama. Os ingressos custam R$60,00 a inteira e R$30,00 a meia.

Serviço:

“MERCEDEZ COM Z”, TEATRO DOS BANCÁRIOS
Venda on-line: bilheteriadigital.com.br
Informações: (61) 98538-2812
02/06 Sábado – às 21h
03/06 Domingo – às 20h

*Classificação: 14 anos