22.5 C
Brasília
sexta-feira, abril 3, 2026
Início Site Página 1476

Chico Buarque faz show em Brasília

0

Chico Buarque faz show em Brasília

As apresentações serão em agosto no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, mas ingressos começam a ser vendidos este mês

O cantor Chico Buarque faz show em Brasília nos dias 30 e 31 de agosto. As apresentações, que fazem parte da turnê Caravanas, ocorrerão no Centro de Convenções Ulysses Guimarães (Eixo Monumental). Os ingressos começam a ser vendidos nesta terça-feira (8/5).

As entradas serão vendidas on-line e na loja Fnac Brasília (ParkShopping).

As entradas custam a partir de R$ 160.

 

SERVIÇO

Caravanas – Chico Buarque

Dias 30 e 31 de agosto (quinta e sexta-feira), no Centro de Conveções Ulysses Guimarães (Eixo Monumental). Vendas a partir do dia 8 de maio no site e na Fnac Brasília (ParkShopping).

Ingressos a R$ 160 (poltrona superior), R$ 190 (poltrona superior), R$ 225 (poltrona VIP) e R$ 245 (poltrona premium). Valores de meia-entrada.

Classificação indicativa livre

Conheça o projeto Chefs no B

0

Chefs no B

Francisco Ansiliero inaugura projeto Chefs no B e recebe homenagem pelos 30 anos de Dom Francisco em Brasília

 

O chef Francisco Ansiliero foi escolhido para abrir o projeto Chefs no B, que pretende trazer chefs brasileiros e estrangeiros, ao longo do ano, para jantares exclusivos no B Hotel. Os menus serão preparados a quatro mãos pelo chef Rodrigo Sato e o convidado da vez. Nesta primeira edição, haverá uma homenagem a Francisco, devido aos 30 anos da grife Dom Francisco em Brasília. Francisco e Sato foram buscar inspiração na Amazônia para preparar um menu inédito em quatro etapas, que poderá ser degustado pelo público por R$150 + 10%, no dia 10 de maio, às 20h, no B Hotel.  Durante o jantar, o sommelier da casa Rafael Ribeiro estará à disposição para indicação dos vinhos que melhor harmonizam com o menu. As opções de taça custam a partir de R$25 e, de garrafas, R$95. As reservas do jantar podem ser feitas pelo telefone (61) 3962-2000.

Confira, abaixo, o menu completo do jantar:

AMUSE BOUCHE:

  • BOLINHO DE BACALHAU COM AZEITE AROMATIZADO
  • PASTEL DE JAMBU
  • PICANHA DE TILÁPIA COM MOLHO TARTARO

 

ENTRADAS:

  • COSTELINHA DE TAMBAQUI COM LIMÃO SICILIANO
  • CARRÉ DE CORDEIRO COM KEFIR DE HORTELÃ

 

PRINCIPAIS:

  • PESCADA CAMBUCU COM ARROZ CAROLINO, LENTILHA VERMELHA E ERVILHA FRESCA
  • BIFE ANCHO COM BATATAS CORADAS

 

SOBREMESA:

  • MARACUJÁ PÉROLA
  • GATEAU DE CHOCOLATE COM PÂTE FRUIT DE CUPUAÇU

 

Serviço – Jantar especial Chefs no B

TEMA DO EVENTO: Chef Rodrigo Sato recebe o Chef homenageado, Francisco Ansiliero, para um jantar da culinária amazonense produzido à quatro mãos.

LOCAL: Restaurante do B Hotel Brasília

DATA: 10/05/2018

HORÁRIO: 20h

VALOR: R$ 150 + 10%

FORMA DE PAGAMENTO: ANTECIPADO (DINHEIRO OU CARTÃO DE CRÉDITO)

INFORMAÇÕES E RESERVAS: 3962-2000

Primeiro Hospital Veterinário Público totalmente construído com verba do Fundo de Compensação Ambiental

0
Hospital Veterinário Público do Distrito Federal, Parque Largo do Cortado, Taguatinga, Brasília, DF, Brasil 5/4/2018 Foto: Dênio Simões/Agência Brasília. As instalações do Hospital Veterinário Público do Distrito Federal foram entregues nesta quinta-feira (5) à organização da sociedade civil que se encarregará da gestão do local. Os profissionais da Associação Nacional dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa) iniciaram os primeiros atendimentos já nesta manhã. A unidade de Brasília, com 540 metros quadrados, fica no Parque Largo do Cortado, em Taguatinga, e a previsão é que sejam atendidos inicialmente cerca de 30 a 50 animais por dia. Ao lado de sua tutora, Michelle Bento da Silva, a cadela Nega foi uma das primeiras pacientes do Hospital Veterinário Público.

Primeiro Hospital Veterinário Público totalmente construído com verba do Fundo de Compensação Ambiental

O ex-secretário de Meio Ambiente Igor Tokarski fala sobre a iniciativa que está chamando a atenção de administrações municipais e estaduais de todo o País.

O secretário de Meio Ambiente, Igor Tokarski

Lançado há pouco mais de um mês, o Hospital Veterinário Público do Distrito Federal (HVEP) está atraindo a atenção de governadores e prefeitos de todo o País pelo modo como foi viabilizado: todos os gastos para construção foram totalmente financiados com verbas do Fundo de Compensação Ambiental.

“Tenho recebido ligações de autoridades que parabenizam o GDF pela iniciativa e perguntam como podem reproduzir esta experiência em suas cidades”, conta o ex-secretário de Meio Ambiente Igor Tokarski. Já existem três hospitais veterinários públicos em São Paulo e Porto Alegre lançará o seu ainda este ano. Todavia, nenhum deles foi totalmente construído com verbas do Fundo de Compensação Ambiental como o do Distrito Federal.

No Distrito Federal, de acordo com a tese da mestranda de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (UnB), Daniela Mendonça Mota, entre 2010 e 2015, 74% dos valores aplicados pelo Fundo de Compensação Ambiental – financiado por cidadãos e empresas para compensar qualquer dano causado ao Meio Ambiente proveniente de obras residenciais, produção comercial/industrial, etc – foram destinados para a “administração e mobiliário de lazer em parques”. Ainda segundo o estudo, outros 19% do Fundo de Compensação Ambiental foram empregados em Unidades de Conservação Ambiental (UCs).

Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

Até hoje, entre as iniciativas em que o Fundo havia sido empregado estão brinquedos em parquinhos, equipamentos de ginástica, pistas de skate, quiosques, pistas de caminhadas, etc. E a demanda de cuidados com os animais existia, não apenas para os domésticos – que também serão atendidos – mas para vítimas de maus tratos e abandono. “Frequentemente, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram), as polícias Militar e Civil do Distrito Federal recebiam denúncias de animais maltratados, atendiam aos chamados, mas não tinham uma assistência veterinária como está que está sendo oferecida agora”, pontua Igor Tokarski. “O número de doenças transmitidas aos seres humanos também diminuirá, sem falar, nos benefícios indiretos, como a redução do estresse proporcionada por estes animais que, por vezes, são considerados como membros da família”, completa.

HVEP – Localizado no Parque Lago Cortado, em Taguatinga, o hospital tem 540 metros quadrados, oferece consultas, cirurgias, medicações, exames laboratoriais, internações e outros tratamentos para cachorros e gatos. Serão realizados cerca de 400 atendimentos por dia, de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 17h.

Animais de famílias de menor renda ou inscritas em programas sociais do GDF terão prioridade, bem como, aqueles que estão sob guarda do Centro de Controle de Zoonoses, em abrigos da cidade e vítimas de maus tratos atendidos pela PM-DF e pelo Ibram.

Usar a Verba do Fundo de Compensação Ambiental para benefício dos animais. Nada mais justo, mas as melhores ideias, às vezes, são de uma simplicidade incrível. “Inovamos na gestão para solucionar uma demanda antiga dos moradores do Distrito Federal. O HVEP é a prova de que é possível gerir de forma inovadora e resolver os problemas para a população de forma eficiente e duradoura”, comemora Igor Tokarski.

Brasília é o bicho

0

Brasília é o bicho

Lorena Braga

 A 61 Brasília soube de um projeto muito legal que acontece na nossa cidade. O projeto Brasília é o Bicho que tem como objetivo apresentar aos moradores da capital outros habitantes do bioma, que já moravam aqui antes da construção de JK, além de divulgar e proteger a fauna e flora.

Confira a entrevista com um dos idealizadores do projeto, o biólogo, Fábio Hudson:

 61 Brasília (61): Qual o objetivo do projeto?

Brasília é o bicho (BB): O objetivo inicial do “Brasília é o Bicho” foi mostrar a grande riqueza de fauna e flora do Cerrado e que está tão próximo. Para alguns o Cerrado é literalmente seu quintal.

Com isso, começamos a mostrar imagens da fauna do Cerrado e criamos a página para expor isso. Com o tempo, as pessoas foram se identificando e começando a nos seguir, curtir e isso foi nos motivando. Conseguimos o apoio da ONG NEX que nos forneceu câmeras (câmera trap) para que pudéssemos fazer o registro da fauna, sobretudo das onças. Iniciamos também projetos de pesquisa, para levantar informações sobre os mamíferos de médio e grande porte, os que são normalmente registrados pelas câmeras.

Somos hoje uma equipe de cinco biólogos (Fábio Hudson, Pedro Guilherme, Rands Zebalos, Wesley Batista e Pablo Oliveira).

 

61: Quais animais já foram encontrados?

BB: Já registramos mais de 30 espécies de mamíferos típicos do Cerrado.  Vale ressaltar aqueles raros e ameaçados de extinção, como a onça-pintada e onça-preta que são a mesma espécie, mas a preta é ainda mais rara. Além de outros como os tamanduás, porcos selvagens, o lobo-guará, jaguatirica, suçuarana, anta, sendo os maiores mamíferos terrestres do nosso país.

 

61: Como é feita preparação para a produção dos vídeos?

BB: No caso da pesquisa, coletamos os dados dos registros e armazenamos os arquivos de imagens (fotos e vídeos). Mas as imagens acabam sendo muito mais que apenas registros. Percebemos que as pessoas queria ver os animais, conhecer a nossa fauna, mas não no zoológico. Mas esses animais são muito difíceis de visualizar no ambiente natural. Por isso essas câmeras foram tão surpreendentes, essa tecnologia está revelando comportamento e espécies que não eram conhecidos ou não eram mais vistos. Portanto, mesmo sem pesquisas em andamento, tentamos manter as câmeras registrando a passagem desses animais. Cada vez que eles passam em um lugar que não tem uma câmera, perdemos a oportunidade de capturar uma incrível e única imagem daquele animal.

Acredito que um diferencial seja no momento do campo, na hora de instalar as câmeras, nós tentamos posicioná-la para obter não apenas o registro, mas o registro com a melhor imagem. Pois essas imagens nos ajudam a chamar a atenção para a causa, assim, sempre tentamos obter uma imagem da fauna que tenha um contexto ou beleza que chame a atenção para a grande riqueza que estamos destruindo.

 

61: Qual o retorno da população quanto ao projeto?

BB: Atualmente temos 7.393 seguidores em nossa página no facebook. A grande maioria de fãs da página é do Brasil, o que é esperado mesmo, mas temos seguidores de 45 países, a maioria da Argentina, Estados Unidos e México. Entre as cidades, temos muito orgulho em dizer que são os Brasilienses que mais nos seguem, sendo 3.563 de Brasília, DF. Mas as cidades que ocupam o segundo e terceiro lugar em seguidores como São Paulo, SP e Rio de Janeiro, RJ, mostrando que não só os brasilienses que estão nos acompanhando. E isso tudo é surpreendente para nós, pois meio ambiente geralmente não é um assunto que desperta o interesse das pessoas. Mas estamos vendo algum interesse sim e está incrível esse retorno.

 

61: Como as pessoas podem fazer para ajudar?

BB: Estamos formalizando um Instituto Brasília é o Bicho, para que possamos receber doações, coordenar projetos e etc. Mas atualmente os apoios que estamos recebendo são de pessoas e empresas que nos procuram em nosso contato na página e ajudam como podem.

Se alguém tiver o interesse em colaborar com o projeto é só entrar em contato conosco por email ou pela página.

 

Serviço:

Brasília é o Bicho

Telefones: 61) 98174-7593/ (61) 98445-2484

Facebook/brasiliaeobicho

Site: https://www.brasiliaeobicho.org

Youtube: Brasília é o bicho

Restaurante de Pirenópolis é referência em gastronomia na região

0

Restaurante de Pirenópolis é referência em gastronomia na região

O proprietário do Dona Cida faz questão de participar de todo o processo de funcionamento do local

Lorena Braga

Um restaurante famoso é aquele que você chega e já encontra em alguma parede uma galeria de fotos de personalidades, atores globais, modelos, apresentadores e músicos que já passaram por lá. Esse é o caso de um restaurante tradicional da cidade de Pirenópolis-Go. O restaurante Dona Cida.

Ao chegar fomos recebidos pelo proprietário do lugar o senhor Odair Pavelkonski. Bisneto de Polonês ele fala orgulhoso sobre o lugar que tem capacidade para receber 300 pessoas. “Minha mãe sempre cozinhava para festas e casamentos e foi então que surgiu a ideia de montar o restaurante, na Semana Santa do ano de 1994. Antes era só uma cozinha pequena e um salão. Com o tempo nos fomos aumentando”, conta Odair.

O nome, claro, é em homenagem a mãe de Odair, Cida Pavelkonski. Ele conta feliz sobre quando sua mãe foi ao Programa Mais Você, da apresentadora Ana Maria Braga. “Ela foi convidada em 2007 para preparar o nosso prato: Paçoca de Pilão, pois tínhamos ganhado o 2º festival de gastronomia aqui da região. O Estado pagou tudo”.

Odair e Cida Pavelkonski

Com 24 anos de existência o restaurante é um ponto gastronômico àqueles que visitam a cidade. “Tenho clientes que veem aqui há mais de 20 anos e que se tornaram meus amigos”, relata emocionado Pavelkonski.

Os pratos mais pedidos pelos clientes é a Galinha Capidela e os pratos goianos, com 16 pratos na mesa que servem mais de duas pessoas. Todos feitos pelo renomado chef Germano Pedrosa. Ele é do estado do Ceará e veio de São Paulo direto do restaurante Emiliano para trabalhar no Dona Cida. E o curioso é que antes ele só trabalhava com comida japonesa, mas a experiência em outros restaurantes o ajudou no cardápio atual.

“Quando eu cheguei a maioria dos pratos já estavam no cardápio, eu mesmo apenas incrementei o cardápio de sobremesa, que ainda não tinha. Todas as sobremesas nos fazemos na hora”, conta o chef Germano.

Prato Picanha. Prato para duas pessoas.

Para o Chef a questão é não trabalhar pratos muito diferentes, pois os clientes não gostam. Além disso, o restaurante é o único que possui no cardápio a Moqueca.

Questionado sobre onde ainda quer chegar, Sr. Odair é bem claro, “só quero aumentar mais um pouco, não muito, só mais oito mesas para não perder a qualidade do serviço e ai chega!”.

Toda terça-feira é o próprio Sr. Odair que vai a cidade de Anápolis fazer as compras de alimentos para o restaurante. Ele mesmo, junto com um auxiliar, escolhe a carne, os produtos de melhor qualidade. Sobre férias ele rir: “Só na marra (risos), mas geralmente é no período de agosto, que tiro uma semana e vou para o nordeste, não gosto de ficar longe”.

Clipe

O restaurante já possui até mesmo um clipe musical. Isso mesmo. Titulado “Restaurante Dona Cida em Pirenópolis Goiás” o vídeo foi feito para comemorar os 20 anos do local. Foi produzido pelo produtor Itamar Gonçalves, dirigido pelo cineasta Carlos Del Pino, com depoimentos dos donos da casa e participação de músicos da cidade, amigos e clientes do restaurante.

Para quem desejar assistir o clipe está disponível no YouTube, no link: https://www.youtube.com/watch?v=Ugvd395uxx0

Fotos de Lorena Braga

Tribo indígena de Pernambuco visita 12 escolas públicas do DF

1
Foto de Pedro Dias

Tribo indígena de Pernambuco visita 12 escolas públicas do DF

CREDITO PABLO RAVI

Há 21 anos, o projeto Diversidade Indígena promove interação entre alunos, professores e os Fulniôs, tribo indígena de Pernambuco. A
partir desta semana, até  o dia 8 de maio, alunos de 12 escolas
públicas do Distrito Federal e entorno irão conhecer um pouco mais
sobre a história do  Brasil e sua nação. Com apoio do Fundo de Apoio
à Cultura, o projeto Diversidade Indígena com o Grupo Walê Fulni-ô,
contempla o cumprimento de Lei que determina o ensino da Cultura
Indígena nas escolas.

O objetivo desse encontro, de forte caráter sócio-educativo, que já
passou por 600 escolas do DF e realizou 1,2 mil apresentações, é
fazer com que a garotada se familiarize com a realidade de um povo que
teve papel fundamental na formação da base da sociedade brasileira, os
índios. Pela segundo ano consecutivo, o projeto terá instrutor para
crianças com necessidades especiais. “No ano passado, implantamos esse
arte-educador, que deu condições de acesso e igualdade ao
ensino-aprendizagem, às crianças com necessidades especiais. Por isso,
em 2018, teremos apresentações também em escolas inclusivas”,
explica a coordenadora do projeto Carla Landim, coordenadora do projeto.

Foto de Pedro Dias

A iniciativa é um reconhecimento da importância dos índios na
formação do povo brasileiro. Atualmente, existem no Brasil mais de 230
etnias indígenas, mostrando a imensa diversidade dessa cultura. “É
preciso sair um pouco do livro e da sala para aprender sobre os índios
diretamente com eles, quebrando preconceitos e estereótipos, levando
cultura para as escolas”, diz o idealizador e arte-educador Pablo
Ravi, explicando a importância do programa. “Esse projeto poderia
servir de exemplo para o governo realizar com todas as tribos, em todos
os estados. Um ganho coletivo para as crianças que aprendem mais e para
os índios, que  podem divulgar sua cultura e vender seus artesanatos,
ajudando também financeiramente grande parte da aldeia”, defende.

Foto Pedro Dias

Com experiência profissional junto à FUNAI – entidade nacional
responsável pelos interesses indígenas – ele e o também
arte-educador Daniel Santos fazem um primeiro contato junto às escolas
promovendo palestras lúdicas, descontraídas e interativas. A ideia é
despertar o senso crítico e trazer novas reflexões sobre a comunidade
indígena brasileira. “Têm escolas, tanto públicas como
particulares, que ligam todo ano querendo receber o grupo”, comenta
Ravi.

A segunda etapa é ainda  mais divertida, com apresentações de
danças, canções e rituais Fulni-ô para alunos, professores e
funcionários das escolas, fazendo que todo mundo, literalmente, entre
na roda. Brincando, se divertido e interagindo, todos aprendem
histórias da tribo e um pouco da língua nativa Yatê.

Para difundir ainda mais os costumes e  as tradições da tribo
indígena,  uma exposição de artesanato será montada durante a
passagem do Grupo Walê Fulni-ô pela escola.  Uma lembrança marcante
dessa experiência poderá ser adquirida com a compra de brinquedos
baratos como arco e flecha, brincos, apitos, chocalhos, flautas e
cocás.

O Grupo Walê Fulni-ô fará 24 apresentações sócio-educativas, pela
manhã e à tarde, em 12 escolas do DF e entorno. As demais
instituições que tenham interesse pelo projeto poderão consultar a
disponibilidade na agenda pelo telefone 97400-2725, com Pablo Ravi.

Foto de Pedro Dias

SERVIÇO

Diversidade Indígena com o Grupo Walê Fulni-ô
Até o dia 10 de maio
Locais e Horários: Consultar programação
Gratuito
Informações: 97400-2725

MAIO

2/05 – 10h e 14h – Fazendinha (Ceilândia)
3/05 – 10h e 14h  – Fazendinha (Ceilândia)
3/05 –  8h – Escola Classe BIlingue (Taguatinga)
4/05 – 10h e 14h  – Escola Classe 17 (Sobradinho II)
4/05 – 8h e 16h – Escola Classe Rua do Mato (Sobradinho II)
7/05 –  10h e 14h – Escola Classe 01 (Planaltina) (atenderá alunos
surdos)
7/05- 8h e 16h30 – Centro de Ensino Fundamental (405 Sul)  (atenderá
alunos com deficiência visual)
8/05 – 10h e 14h  –  Escola Classe 02 (Ceilândia)