Planos de saúde lideram ranking de reclamação de consumidores
Os planos de saúde fazem parte do setor que mais recebeu reclamações de consumidores direcionadas ao atendimento do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Segundo o levantamento divulgado hoje (12), os contatos relacionados a operadoras de saúde somaram 23,4% do total em 2017. O setor fica no topo do ranking pelo terceiro ano consecutivo, sendo responsável por 28,06% das queixas em 2016 e por 32,7% em 2015.
Segundo o Idec, a maior parte das reclamações dos consumidores vem sobre o reajuste abusivo dos planos, especialmente empresariais e coletivos. Além disso, tem incomodado os usuários as negativas de cobertura e falta de informações sobre os planos.
O Idec recebeu em 2017 um total de 3,8 mil chamados com reclamações e dúvidas.
Em segundo lugar no ranking das reclamações ficaram as queixas relativas a compra de produtos, com 17,8%. O setor ultrapassou o ramo dos serviços financeiros, que ficou em terceiro no levantamento deste ano, com 16,7%, mas vinha ocupando a vice-liderança das queixas nos dois anos anteriores. A maior parte dos problemas está relacionado a problemas com cartão de crédito, conta corrente e crédito pessoal. Em relação à compra de produtos, a maior parte das reclamações tinha a ver com defeitos e descumprimento nas ofertas.
Os serviços de telecomunicações, incluindo telefonia móvel e fixa e TV por assinatura, ficaram como o quarto mais questionado nos contatos com o Idec. Do total, 15,8% das ligações foram motivadas pela relação com essas empresas. A TV por assinatura é a maior fonte de reclamações, seguida pelos problemas com telefonia e internet.
Família viaja para esquiar, não acha neve, e TJ manda agência pagar R$ 32 mil
Empresa de turismo vendeu pacote com instruções detalhadas do esporte. Justiça afastou ‘caso fortuito’; cabe recurso.
Uma agência de turismo foi condenada a indenizar, em quase R$ 32 mil, uma família do Distrito Federal que contratou uma viagem para esquiar nos Alpes italianos, mas se deparou com montanhas sem um floco de neve sequer.
O montante inclui metade do valor do pacote – pouco mais de R$ 15,7 mil – e outros R$ 16 mil por danos morais. A família pediu à Justiça um ressarcimento ainda maior, de R$ 138.567,33, mas a cifra foi negada. Ao todo, o pacote de viagens contemplava oito pessoas (o casal, cinco filhos e uma cuidadora).
Segundo o processo, a viagem se estendeu por oito dias entre janeiro de 2016 e fevereiro de 2017. A família afirmou à Justiça que chegou a ligar para o resort reservado ao ouvir notícias de que o volume de neve daquela temporada estava abaixo do normal, na tentativa de evitar prejuízos à “tradicional e anual viagem de esqui em família”.
Por telefone, a equipe do hotel negou o problema, e disse que poucas pistas estavam fechadas por aquele motivo. Ao chegar na Itália, a família não encontrou pistas aptas a receber o esporte – segundo eles, uma falha no “dever de informação” das empresas.
O G1 não conseguiu contato com a família e com a empresa envolvidas no processo. Na Justiça, a Club Med Brasil tentou evitar o ressarcimento e a multa por danos morais, sob a alegação de que a ausência de neve era “fortuito externo” – ou seja, algo além do controle da empresa de turismo.
Informação antecipada
Na primeira instância, a 4ª Vara Cível de Brasília chegou a negar o pedido da família, que entrou com recurso e voltou a pedir indenização por danos morais e materiais. O caso “subiu” para a 5ª Turma Cível, que reformou a sentença no fim de fevereiro. O resultado só foi divulgado pelo Tribunal de Justiça nesta semana.
Na nova análise, o relator do recurso e desembargador Silva Lemos rejeita o argumento de “caso fortuito e força maior” apresentado pela agência. Segundo ele, isso só vale “quando o fato gerador do dano não for conexo à atividade desenvolvida.”
“[…] Em se tratando de um pacote para hospedagem em um resort, no qual o voucher de hospedagem apresenta as orientações para o esqui de forma pormenorizada, a ausência de neve para a prática desse esporte não nos parece ser causa que caracteriza caso fortuito ou força maior com o condão de eximir a responsabilidade da empresa contratada”, diz.
O entendimento foi acompanhado pelos desembargadores Josaphá Francisco dos Santos e Robson Barbosa de Azevedo, em uma decisão unânime. Como houve “consenso”, a família e a empresa só podem apresentar recurso em instância superior – Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou Supremo Tribunal Federal (STF).
GDF demora até 24 anos para exonerar servidores condenados por crimes
Levantamento do Metrópoles revela que muitos só são demitidos décadas após condenação na Justiça. Nesse tempo, continuam recebendo salários
Condenados por crimes graves como homicídio, estupro e corrupção, servidores públicos mantêm cargos e salários por anos enquanto os processos administrativos tramitam morosamente no Governo do Distrito Federal. Em um dos casos, um policial militar condenado por matar um estudante durante briga de trânsito em 1993 continuou na folha de pagamento por 24 anos até ser exonerado em 2017. Ele recebia salário de R$ 7 mil.
Algumas situações chocam por inverter a lógica do serviço que deveria ser prestado à população. Neste rol, estão delegados corruptos, agentes penitenciários suspeitos de ajudar em fugas de presos, conselheiros tutelares acusados de assediar adolescentes, médicos e enfermeiros condenados por estupros dentro de hospitais da rede pública. Mesmo diante da gravidade e da possibilidade de os servidores manterem a conduta criminosa, os processos não escapam da lentidão.
Para a professora Maria Stela Grossi Porto, especialista em Segurança Pública do Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília (UnB), a morosidade do sistema de Justiça é mais danosa no caso de servidores públicos porque, nessas situações, tempo é dinheiro, e público. “São trabalhadores que continuam recebendo, ocupando os cargos e podem, inclusive, cometer novas infrações”, alerta.
Em fevereiro deste ano, o Metrópoles denunciou o policial civil que baleou uma criança de 6 anos e continuava recebendo salário de R$ 14 mil. Em janeiro de 2017, Sílvio Moreira Rosa abriu fogo contra o carro onde a criança estava. O crime foi na BR-070, à época congestionada por conta de reparos. O policial teria ficado irritado porque o pai do menino tentou ultrapassar outros veículos pelo acostamento. Atingido no peito, Luís Guilherme Caxias perdeu as funções do pulmão direito.
Casos como o dos policiais não são exceções. Com base na Lei de Acesso à Informação, o Metrópoles analisou todas as punições aplicadas pelo GDF em 2018 e 2017 a servidores que cometeram crimes. No ano passado, foi registrado o maior número: 64. No entanto, a maioria das sanções foi aplicada a servidores que transgrediram muito antes de Rollemberg assumir o Palácio do Buriti.
Em 2018, 11 servidores foram alvos de sanções. Três deles perderam o cargo de conselheiro tutelar — dois por crimes administrativos, como ter outra fonte de renda, e um por assediar uma adolescente. Outros três subsecretários de Esporte, investigados desde 2011, na gestão de Agnelo Queiroz, foram punidos por não cumprirem os procedimentos estabelecidos para a locação de espaços destinados a eventos administrados pela pasta.
Caixa de Pandora
Entre os punidos por corrupção no período pesquisado, estão gestores envolvidos na Caixa de Pandora, escândalo que derrubou o então governador José Roberto Arruda (PR), em 2010.
Três membros do alto escalão do governo Arruda receberam medidas punitivas em 2017: o ex-secretário adjunto de Transportes Júlio Urnau, o ex-diretor do DFTrans Paulo Henrique Barreto Munhoz da Rocha e a ex-diretora administrativo-financeira do órgão Maria Lêda de Lima e Silva.
Eles são acusados de promover uma verdadeira farra com dinheiro público em convênio que deveria facilitar o acesso de portadores de deficiência ao mercado de trabalho. O ex-diretor do DFTrans é um dos personagens dos vídeos da Caixa de Pandora.
Na gravação, Munhoz recebe um maço de dinheiro em notas de R$ 20 e de R$ 50. Os três foram punidos com a conversão da exoneração em destituição de cargo público. Com a sanção, podem ser impedidos de voltar aos quadros do GDF durante 10 anos. Outro envolvido no escândalo é o professor Gibrail Nahib Gebrim, que perdeu a aposentadoria de R$ 15 mil em 2017.
24 anos sem punição
A maioria dos casos de assassinatos envolve policiais militares. Alguns foram motivados por situações corriqueiras, como discussões no trânsito e até mesmo um esbarrão em uma festa. Dois deles chamam a atenção pela demora da tramitação dos processos – tanto na Justiça quanto nas instâncias da PMDF e do GDF.
Em 1993, dois policiais militares foram presos em flagrante por matar um estudante em uma briga de trânsito no Setor Policial Sul. Um deles era Cleudo Ferreira de Carvalho, que, em 2016, foi condenado a 12 anos de prisão pelo Tribunal do Júri de Brasília. Mesmo com a sentença, o militar continuou na folha de pagamento da corporação, com salário de R$ 7 mil, até agosto de 2017.
Em outro caso, a expulsão da corporação veio ainda mais tarde: dois anos depois da sentença. Francisco Assis Victor Neto foi condenado por tentativa de homicídio qualificado em 2015. Ele atirou contra um adolescente após um esbarrão em uma festa. Mesmo com a condenação, manteve o salário de R$ 12 mil até novembro de 2017.
A PMDF informou, por meio de nota, que os “procedimentos demissionários tardaram por conta da demora dos vereditos dos respectivos processos judiciais”. No entanto, a instituição não esclareceu os motivos de os militares terem continuado nos cargos por anos, mesmo com as condenações na Justiça.
Corrupção
Alguns casos de crimes contra a administração pública beiram o absurdo. Como por exemplo um delegado que fazia vista grossa e protegia grileiros em troca de dinheiro. Em uma investigação da Polícia Civil de 2012, o delegado Severo Benício dos Santos foi preso por suspeita de corrupção passiva, extorsão e estelionato em uma operação que apurava o parcelamento irregular do solo. Ele perdeu o cargo em fevereiro de 2017.
Em 2011, um agente penitenciário teria recebido R$ 15 mil por duas serras que foram utilizadas na fuga de seis presos na Papuda. Seis anos depois, Aroldo de Abreu Souza continuava recebendo salário. Ele só foi exonerado em março de 2017.
O dinheiro também falou mais alto do que as obrigações como servidor público para um policial civil condenado a 53 anos de prisão por aplicar golpes em idosos. Adamastor Castro Lino Andrade Júnior fazia parte de um esquema criminoso que clonava cartões e limpava as contas bancárias de pessoas na terceira idade.
Violência sexual
Em 2013, um médico e um enfermeiro do Hospital Regional do Paranoá foram presos por estuprar pacientes. O ginecologista e obstetra Humberto Orellana Quinteros teria violentado oito mulheres, entre elas, uma adolescente.
No mesmo ano, a Corregedoria da Secretaria de Saúde publicou um parecer recomendando a demissão do médico. Mas o ginecologista continuou recebendo salário de R$ 18 mil até junho de 2016. A demissão só foi oficializada em 2017. Preso no mesmo ano, um auxiliar de enfermagem teria violentado uma paciente que estava em recuperação de uma cirurgia.
Aproveitar o cargo para cometer crime sexual também foi o caso de um conselheiro tutelar. Em 2015, segundo a denúncia, o homem trocava mensagens “picantes” e pedia nudes para uma adolescente atendida por ele. As conversas foram descobertas pela mãe da menina, que fez registro da situação na delegacia. Ele foi exonerado em 2017.
Um major da PM também foi punido com a perda da aposentadoria de R$ 18 mil por manter relações com adolescentes. O crime ocorreu em 2009, mas ele seguiu na corporação até o ano passado.
Trâmites
O controlador-geral adjunto do Distrito Federal, Marcos Tadeu de Andrade, reconhece que o andamento dos processos administrativos muitas vezes é lento e complexo. “É necessário definir a autoria e a materialidade, apurar, esgotar toda a defesa e ouvir testemunhas”, detalhou. Paralelamente a isso, os alvos podem recorrer das ações administrativas na Justiça.
Para Andrade, a punição de servidores que cometeram crime há muitos anos é resultado do esforço do GDF a fim de não deixar as ações esquecidas nas gavetas. “Os processos administrativos da Caixa de Pandora, por exemplo, estavam parados e foram resgatados no início da atual gestão. Demos andamento e seguimos tentando cumprir com a responsabilidade do governo de investigar e punir”, disse.
Defesas
O Metrópoles entrou em contato com todos os advogados dos servidores citados na reportagem. Alguns não foram localizados, outros preferiram não comentar.
De acordo com os defensores que atenderam a reportagem, todos seus clientes estavam apenas exercendo o direito de ampla defesa.
Responsável pela defesa do policial Francisco Assis Victor Neto, o advogado Antônio Adonel Gomes Araújo explicou que o militar “manteve o cargo enquanto tramitavam os recursos. A presunção de inocência vale para todos e a Justiça é lenta”.
Em sua 21ª edição, o Festival da Francofonia promete surpreender mais uma vez com programação que inclui atrações internacionais e atividades para a família inteira
Março é um mês aguardado por muitos brasilienses. Afinal, há 21 anos é realizado o Festival da Francofonia em Brasília, sempre nesta época. E, como de costume, a programação vem recheada de atividades. Para abrir essa grande celebração cultural, o Bazar da Francofonia – que reúne anualmente mais de 20 embaixadas de países francófonos, cerca de 50 expositores com os mais variados produtos e um público fiel de cerca de 3 mil pessoas – vai ocupar os lindos jardins de Burle Marx da unidade da Asa Sul da Aliança Francesa de Brasília, no dia 18 de março.
“Especialmente na capital do país, a língua francesa constitui uma maneira de acessar o mundo de hoje, é uma ferramenta de comunicação, de reflexão e de criação que favorece a troca de experiências, a mobilidade acadêmica e de maneira geral, o diálogo intercultural”, afirma o diretor da Aliança Francesa de Brasília, Matthieu Bernard.
Durante a manhã e na parte da tarde, os visitantes vão poder conhecer um pouco mais sobre a história desses países por meio do turismo, artesanato, esporte e da gastronomia. Entre a enorme variedade de pratos típicos, destaque para os pães franceses, salsichões e queijos suíços. A entrada é franca e o programa é indicado para toda a família, com direito à área especial para as crianças.
Teatro de mímica
Nos dias 19 e 27 de março, a Escola Francesa de Brasília (Lycée français François Mitterrand) recebe uma atração muito especial. Diretamente da França, a Companhia Mangano-Massip, de Sara Mangano e Pierre-Yves Massip, vai apresentar o universo fascinante do teatro de mímica. Desde 2010, seus shows vêm percorrendo diversos países: China, Estados Unidos, Kosovo, Polônia, Irã, Itália, Suíça, Espanha, Inglaterra, Israel, Chile, Singapura, Porto Rico, Montenegro e, agora, Brasil.
Parceria com CCBB
As atrações internacionais não param por aí. Como vem acontecendo ao longo de várias edições do Festival da Francofonia, o Centro Cultural Banco do Brasil – Brasília vai abrigar parte da programação. E vai ser no teatro do CCBB que o cantor francês Mathieu Boogaerts mostrará todo seu talento no dia 20 de março.
Com mais de duas décadas de carreira, o artista é um criador incansável, um mestre em poesia e um músico fervoroso. Essencialmente minimalista (e reverenciado por músicos de destaque no cenário mundial como Dick Annegarn, Camellia Jordana e Vanessa Paradis), ele conduz o público nas encostas suaves do devaneio. Cantor com carisma discreto e bom humor, ele sempre aborda as sutilezas da vida.
No dia seguinte (21) começa também a Mostra de Cinema Francófono, que se estende até 31 de março. De comédia a romance, passando por drama e outros gêneros cinematográficos, a seleção apresenta um rico recorte da cultura francófona com representantes da Bélgica, Burkina Faso, do Canadá, da Costa do Marfim, França, Eslovênia, República Democrática do Congo, do Senegal e da Suíça. Oportunidade única para conhecer a rica cultura desses países pelo olhar da sétima arte, em sessões gratuitas durante a semana e no sábado e domingo.
Um jantar no melhor estilo francês
Em 21 de março, 150 países participam do projeto Goût de France / Good France, uma iniciativa do Ministério da Europa e dos Negócios Estrangeiros para promover a gastronomia francesa nos cinco continentes do mundo. Em Brasília, o jantar ocorrerá em vários restaurantes. Confira a programação: https://be.france.fr/fr/gout-france-good-france
Artista singular
No campo das artes visuais, a Aliança Francesa de Brasília vai promover uma exposição com ilustrações de Béatrice Tanaka, de 22 de março a 15 de abril. A artista nasceu em 1932, na cidade de Cernauti, na Romênia (hoje Chernivtsi, Ucrânia). Por causa da ocupação alemã de 1944, retirou-se com sua família para a Palestina para depois emigrar, em 1947, para o Brasil.
Foi uma figura simbólica da literatura infanto-juvenil. Autora-ilustradora de mais de 40 livros – álbuns, contos, áudio-livros, livros de atividades, peças de teatro, ensaios, romances – publicados na França, no Brasil, na Alemanha, nos Estados Unidos, na Espanha, na Itália, na Holanda e na Dinamarca, Béatrice Tanaka escreveu principalmente em francês. Trabalhou também em revistas para jovens na França, Grã-Bretanha e nos Estados Unidos.
Leitura de textos cênicos
O Espaço Cultural Ernesto Silva da Aliança Francesa de Brasília vai receber convidados no dia 23 de março, às 19h30, para a leitura cênica em francês da peça Captura de Imagem (Arrêt sur image) do dramaturgo togolês Gustave Akakpo. Nascido em 1974, Akakpo é escritor, ilustrador, artista plástico, ator e animador cultural. O coletivo “Na classe e em cena” – companhia de teatro da Universidade de Brasília (UnB) que vai fazer a encenação – vem pesquisando a sua obra desde 2010.
Nesta peça, o autor coloca em evidência a figura do “coiote”, o “passeur”, aquele que conduz os imigrantes pelas áreas de fronteiras. Instiga a plateia a refletir sobre as motivações e a história dessa figura chave nos processos migratórios. A leitura tem duração de 20 minutos e a entrada é franca.
Grand finale
Para encerrar a Semana da Francofonia 2018, Cloé du Trèfle, multi-instrumentista, compositora e intérprete belga apresenta seu álbum Entre l’infime et l’infini, em duo com a violoncelista suíça Céline Chappuis, no dia 26 de março, no Teatro SESC Silvio Barbato (Edifício Presidente Dutra – Setor Comercial Sul). Du Trèfle é uma artista que conta com o patrocínio Wallonie-Bruxelles International. A entrada é franca, basta retirar os ingressos na Aliança Francesa da Asa Sul (SEPS 708/907, lote A).
A Francofonia
A francofonia nasceu da iniciativa de três eminentes francófonos e Chefes de Estados africanos: Léopolde Sédar, Senegal; Habib Bourguiba, Tunísia, e Hamami Diori,do Níger. O dia 20 de março foi escolhido como Dia Internacional da Francofonia por ter sido a data da assinatura da Convenção da criação da Agência de Cooperação Cultural e Técnica (ACCT) em Niamey, Niger, no ano 1970.
Em 1997, a ACCT foi transformada em Organização Internacional da Francofonia (OIF) por disposição adotada durante a Cúpula realizada em Hanói, Vietnã, revisada em 2005 durante a Conferência de Antananarivo, Madagascar.
Trata-se de um dispositivo institucional que organiza as relações políticas e de cooperação entre os estados e governos da OIF. Comunidade linguística, que envolve entidades estatais e governamentais que têm em comum a língua francesa e compartilham valores humanistas, culturais e democráticos.
Em janeiro de 2015, a Sra. Michaëlle Jean, canadense de origem haitiana, ex-governadora geral do Canadá, foi empossada como nova secretária geral da Organização Internacional da Francofonia. Ela se tornou a primeira mulher e a primeira personalidade não africana a ocupar esse alto cargo. A Sra. Jean deixou com sua família seu país natal, Haiti, e foi para o Canadá fugindo da ditadura de Duvalier quando ela tinha apenas 11 anos de idade.
Atualmente, a OIF integra 80 países espalhados pelos cinco continentes, sendo 54 membros, 23 observadores e três estados associados.
A 21ª edição do Festival da Francofonia, em Brasília, é presidida pela Embaixada do Gabão.
Novo cronograma da seleção será publicado assim que o Tribunal de Contas do Distrito Federal liberar o certame. Testes seriam aplicados no próximo domingo (18)
Em respeito à decisão do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) cancelou as provas do concurso público que seriam aplicadas no próximo domingo (18), até que a Corte tome decisão em relação ao certame. O cancelamento será publicado no Diário Oficial do Distrito Federal na próxima semana.
O tribunal pediu a suspensão das provas até que sejam dadas mais informações sobre a viabilidade do valor da taxa de inscrição.
A Novacap foi comunicada da decisão na sexta-feira (9) e tem o prazo de cinco dias para encaminhar à Corte as explicações da contratada sobre os custos do processo seletivo. Tão logo o tribunal avalie e se manifeste pela liberação do concurso, a Novacap publicará novo cronograma de etapas da seleção.
Oitenta e seis mil candidatos inscritos
A Inaz do Pará — Serviços de Concursos Públicos Ltda. venceu a concorrência pública e estipulou taxas no valor de R$ 6 e de R$ 7 por concorrente para vagas de níveis superior e técnico, respectivamente.
Uma vez que a modalidade da licitação foi pregão eletrônico, escolheu-se a empresa que ofereceu menor valor de taxa de inscrição, de acordo com o diretor-presidente da Novacap, Júlio Menegotto.
“Ao oferecer uma taxa baixa de inscrição, a empresa aposta na grande quantidade de inscrições”, afirmou o diretor-presidente.
A comprovação dessa premissa se deu pela quantidade de inscritos no concurso: 86 mil candidatos. “Uma taxa de inscrição mais barata democratiza o acesso ao concurso público”, explicou Menegotto.
As provas seriam feitas em 18 de março, e os candidatos ao cargo de topógrafo teriam, além do teste objetivo, uma etapa prática, marcada para 30 de abril.
São 96 vagas, sendo 60 para nível superior e 36 para médio. Entre os cargos disponíveis estão os de engenheiro civil (27), advogado (9), agrônomo (7), geólogo (1), administrador (1) e médico do trabalho (1).
Para nível médio, haverá vagas para técnico em edificações (14), técnico agrícola (12), assistente administrativo (3), entre outros.
O primeiro e único concurso da Novacap foi há mais de 20 anos.
A 6ª edição do Festival Panelas da Casa termina quinta-feira
Últimos dias para degustar os menus elaborados a quatro mãos
Ainda dá tempo de saborear as delícias servidas no Festival Panelas da Casa, que vai até quinta-feira (15/03). São onze renomadas casas gastronômicas de Brasília, que oferecem entrada, prato principal e sobremesa, ao preço único de R$ 49,00 no almoço e/ou jantar. Os cardápios foram criados especialmente para o evento, a quatro mãos, ou seja, o chef de uma casa, ajuda o chef de outra casa a criar o seu menu.
Participam do festival: Belini Café – The Coffee Experience, Belini Pães & Gastronomia, Bhumi Cozinha Orgânica e Saudável, Café Savana, Cantucci Bistrô, Carpe Diem, Genghis Khan, C’est La Vie Bistrô & Creperia, El Paso, Nossa Cozinha Bistrô e Veloce.
A cervejaria Colombina é patrocinadora oficial do evento, e cada menu foi cuidadosamente harmonizado com um dos rótulos da marca, que será sugerido por R$ 19,90. Quem quiser conferir os menus, é só acessar: https://www.facebook.com/panelasdacasa/ ou o instagram
Menus completos:
Belini Cafe The Coffee Experience – Foto: Telmo Ximenes
Belini Café – The Coffee Experience – 114 Sul – Criação com C’est la Vie
Almoço e Jantar
Entrada
Mix de folhas verdes montada em grissinis de provolone com delicadas fatias de presunto de Parma e molho de mostarda e mel.
Principal
Pasta Canastra: pasta al dente ao molho branco, linguiça toscana crocante e lascas de queijo Canastra.
Sobremesa
Brigadeiro de Café: o inconfundível brigadeiro de café da casa com generosa camada de chantilly de canela.
Harmonização – Colombina IPA
Belini Paes & Gastronomia – Foto: Telmo Ximenes
Belini Pães & Gastronomia – 113 Sul – Criação com El Passo
Almoço e jantar
Entrada:
Guacamole picante com tangerina em gomos e cornecciones assados no forno à lenha.
Principal:
Riso di parma: risoto al dente de Presunto Parma, muçarela de búfala derretida e tomates confitados.
Sobremesa:
Profiteroles: recheado com sorvete e banhado em chocolate meio amargo.
Harmonização – Colombina Weiss
Bhumi Cozinha Orgânica e Saudável – Foto: Telmo Ximenes
Bhumi Cozinha Orgânica e Saudável – 113 Sul – Criação com Carpe Diem
Almoço e Jantar
Entrada:
Ceviche Vegano: finas fatias de legumes e frutas da estação marinados em suco de limão
Principal:
Nhoque de Abóbora: macio e de sabor marcante com nosso molho caseiro puro de tomates orgânicos e leve toque de manjericão.
Sobremesa:
Panna cotta de castanhas: naturalmente doce com calda de frutas vermelhas frescas.
Harmonização – Colombina Weiss
Café Savana – 116 Norte – Criação com Genghis Khan
Almoço e Jantar
Entrada:
Dumpling de legumes e ricota com molho curry;
Prato principal:
Picadinho Oriental com Shitake: picadinho de filé com molho à base de shoyu e cogumelos shitake, acompanhado de farofa com farinha panko, com castanhas e arroz com pimentão vermelho.
Sobremesa:
Cheesecake com geleia de laranja, raspas de limão Siciliano e calda de hibiscos.
Harmonização – Colombina IPA
Cantucci – 403 Norte – Criação com Veloce
Jantar
Entrada
Conchiglioni de siri ou de funghi ao pomodoro
Prato principal
Polpetone gratinado e recheado com muçarela de búfala com nhoque ao pesto
Sobremesa
Panna Cotta com calda de framboesa
Harmonização – Colombina IPA
Carpe Diem – 104 Sul, Brasília Shopping, Terraço Shopping e CasaPark – Criação com Cantucci
Almoço e Jantar
Entrada:
Barquinha de cogumelo hiratake, abacaxi e requeijão: cogumelo hiratake e paris grelhado com alho, alho poro e cebola, vinho branco, ervas frescas, limão, molho shoy e requeijão. Acompanha mini foccacia crocante
Prato principal:
Mignonnette ao molho boursin (mostarda escura, mostarda l´ancienne, cebola e vinho, rôti e creme de leite) com ravióli de queijo especial
Sobremesa :
Panna cotta de chocolate branco, calda de taperebá (cajá ) e crocante de castanha de cajú.
Harmonização – Colombina IPA
C’est La Vie – 408 sul – Criação com Bhumi
Almoço e Jantar (foto em destaque)
Entrada
Petit Bhumi: crepe com massa de ervas, recheado com mix de cogumelos e ricota temperada, decorado com redução de aceto balsâmico.
Prato
Poisson: pescada amarela, banana da terra e molho branco gratinada com parmesão, arroz branco e legumes salteados.
Sobremesa
Le profiteroles: taça de profiteroles recheado com sorvete artesanal de pistache, ganache de chocolate e chantilly.
Harmonização – Colombina Weiss
El Paso – Foto: Telmo Ximenes
El Paso – 110 Norte, 404 Sul e Terraço Shopping – Belini Café – The Coffee Experience
Almoço e Jantar
Entrada
Ceviche Maya: ceviche de peixe branco com creme de abacate e azeite.
Prato principal
Arroz moreno de camaronês: Arroz cremoso com coco, camarões e pimenta amarela.
Sobremesa
Afogatto de tres leches: Bolo de três leites com chantilly e sorvete regado com café espresso
Harmonização – Colombina Pepper Lager
Genghis Khan – 214 Norte – Criação com Nossa Cozinha
Jantar
Entrada
Barbecue Sando: sanduíche de Kakuni desfiado ao molho barbecue
Prato principal
Genghis Brasuca: genghiskhan de cupim acompanhado de yakimeshi, bacon, cenoura, acelga e repolho roxo
Sobremesa
Santo Bolo: bolo de capim santo sobre creme de hibisco e gengibre, coberto com chantilly de canela
Harmonização – Colombina Weiss
Nossa Cozinha – 402 Norte – Criação com Belini Pães & Gastronomia
Almoço e Jantar
Entrada
Biscuit com salmão curado na casa e creme de limão Siciliano
Prato Principal
Milanesa de filé recheada com linguiça de pernil e cogumelos, chutney de tomate com manga e manjericão do sítio
Sobremesa
Sobremesa dos sete anos: parfait elaborado com as nossas sobremesas mais emblemáticas Cheesecake, fudge brownie, red velvet e parfait de limão e torta de nozes
Harmonização – Colombina IPA
Veloce – Deck Brasil – Criação com Café Savana
Almoço Jantar
Entrada
Trio de Arancinis
Prato Principal
Linguine al limone con spiedini di gamberi (Linguine com creme de limão Siciliano e pangrattato de presunto de Parma e espetinho de camarão Grelhado).
Sobremesa:
Tortino al Cioccolato com sorvete de baunilha
Harmonização – Colombina IPA
Serviço:
Festival Gastronômico Panelas da Casa
Data: 21 de fevereiro a 15 de março
Valor menu (entrada + principal + sobremesa): R$ R$49 – por pessoa