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terça-feira, abril 7, 2026
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Paula Belmonte alerta para insegurança de servidores aposentados e cobra responsabilidade no caso BRB

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A deputada distrital Paula Belmonte (PSDB) elevou o tom no plenário da Câmara Legislativa, nesta terça-feira (17), ao tratar das operações envolvendo o Banco de Brasília (BRB) e o Banco Master. A parlamentar chamou atenção para a assembleia marcada para esta quarta-feira (18), considerada decisiva para o futuro do banco, na qual os acionistas irão deliberar sobre as medidas propostas para a reestruturação e capitalização da instituição.

Segundo Paula, o momento é de grande preocupação, especialmente entre servidores públicos e aposentados. “Tenho recebido dezenas de ligações de aposentados do Iprev preocupados com o que pode acontecer. São pessoas que contribuíram a vida inteira e que hoje vivem uma insegurança que não pode ser ignorada”, afirmou.

O Iprev-DF é o Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal, responsável pela gestão das aposentadorias e pensões dos servidores públicos. O fundo mantém participação relevante no capital do Banco de Brasília (BRB), sendo um dos principais acionistas institucionais da instituição – com cerca de 12% das ações, segundo o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo e do Tribunal de Contas do DF (Sindical) -, o que amplia a apreensão diante de decisões que possam impactar o valor e a segurança desses ativos.

A deputada também criticou a condução das medidas adotadas para tentar equacionar a situação do banco. “Não podemos aceitar soluções que coloquem o patrimônio público em risco, como o uso de terrenos públicos. O BRB precisa ser preservado com responsabilidade e transparência”, destacou.

Para Paula Belmonte, o momento exige firmeza e compromisso com o interesse coletivo. “Nós precisamos salvar o BRB, proteger os servidores e garantir segurança para os aposentados. Brasília precisa de moralidade, responsabilidade e política pública decente”, concluiu.

Março literário: Livraria Leitura e Grupo Editorial Record celebram o Mês do Consumidor com ofertas especiais

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Promoção reúne livros de diversos gêneros, itens de papelaria e produtos exclusivos da marca própria, convidando leitores a renovar a estante e transformar a Semana do Consumidor

Todo ano, o mês de março se transforma em uma verdadeira festa para quem ama ler. Em 2026, a Livraria Leitura e o Grupo Editorial Record entram de cabeça no Mês do Consumidor com uma campanha especial que reúne descontos em livros, papelaria e produtos exclusivos da marca própria da rede. As ofertas começaram no dia 2 de março e seguem até o dia 31, criando uma oportunidade para leitores de diferentes perfis garantirem títulos aguardados há semanas ou descobrirem novas leituras.

A promoção contempla obras de diferentes prateleiras, com opções de ficção, não ficção, romances, autoajuda, biografias, ensaios, thrillers e romances históricos. A curadoria reúne autores brasileiros e internacionais, desde grandes best-sellers até obras mais nichadas, ampliando as possibilidades para leitores de todas as idades e estilos.

Com estoques limitados em diversos títulos, o período também se torna estratégico para quem já mantém uma lista de desejos literária. Atenta ao comportamento do novo consumidor, a rede preparou condições especiais para incentivar não apenas a compra de livros, mas também a descoberta de outros produtos ligados ao universo da leitura, que ajudam a organizar a rotina ou podem se transformar em presentes criativos.

Além dos livros, a Semana do Consumidor também destaca a marca própria da Livraria Leitura, desenvolvida a partir de uma curadoria que une design, storytelling e identidade literária. Entre os destaques estão moleskines temáticos inspirados em Alice no País das Maravilhas, além de edições que homenageiam pensadores como Voltaire e cadernos que dialogam com conceitos filosóficos ligados a Platão.

A linha inclui ainda meias com referências a William Shakespeare e Virginia Woolf, além de frases literárias que reforçam valores institucionais de forma leve e cotidiana. Inspiradas em personagens marcantes da literatura, como Capitu e Dom Quixote, as ecobags ampliam a conexão afetiva com os leitores.

O portfólio contempla também o conjunto Be Bold, com marca-textos perfumados, mouse pad, kit de porta-copos magnéticos com artes exclusivas, kit de marca-páginas magnéticos, kit de bottons e um expositor criado para potencializar a visibilidade da linha nos pontos de venda.

Com foco em uma experiência sensorial, a rede apresenta ainda o perfume de livro, desenvolvido a partir de essências que remetem a sensações como Chá na Varanda, Livro Novo e Cheiro de Inverno, ampliando o contato emocional do consumidor com o universo da leitura e fortalecendo o vínculo com a marca para além da compra.

“A Semana do Consumidor é uma oportunidade estratégica para estreitarmos o relacionamento com o nosso público, oferecendo vantagens reais e uma experiência de compra completa, tanto nas lojas físicas quanto nos canais digitais”, afirma Rafael Martinez, Head de Marketing da rede.

Mais informações: https://seliganaleitura.com.br/mes-do-consumidor-historias-que-cabem-no-bolso/

Sobre a Livraria Leitura

Fundada há 58 anos, a Livraria Leitura é a maior rede de livrarias físicas do Brasil e pioneira no conceito de megastore no país. Com 133 lojas espalhadas por todas as regiões, a marca consolidou-se como referência no mercado editorial ao transformar suas unidades em espaços de convivência social e cultural.

Reconhecida por seu amplo catálogo, que reúne dos clássicos da literatura aos principais lançamentos nacionais e internacionais, a Leitura vai além dos livros. O portfólio inclui produtos do universo geek, papelaria premium e uma curadoria diversificada de presentes criativos, ampliando o alcance da marca e atraindo públicos de diferentes perfis e gerações.

Paula Belmonte celebra decisão judicial que impede uso de imóveis públicos para socorrer o BRB

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Liminar da Justiça reforça a necessidade de responsabilidade e transparência na gestão dos bens da população

A deputada distrital Paula Belmonte (PSDB) celebrou a decisão da Justiça do Distrito Federal que suspendeu temporariamente medidas da lei que autorizava o uso de imóveis públicos para reforçar o capital do Banco de Brasília (BRB). A liminar impede que o Governo do Distrito Federal utilize bens pertencentes à população, como terrenos e patrimônios de estatais, para viabilizar operações financeiras relacionadas ao banco.

Segundo Paula, a medida é importante para garantir que o patrimônio público seja tratado com a responsabilidade e a transparência que a sociedade merece. “Recebo essa decisão com satisfação e senso de responsabilidade. É um passo importante para assegurar que decisões que envolvem o patrimônio público sejam tomadas com cautela, transparência e amplo debate com a sociedade”, declarou.

A liminar foi concedida pelo juiz Daniel Branco Carnacchioni, da 2ª Vara de Fazenda Pública do DF, e determina que o governo se abstenha de executar medidas previstas na lei sancionada em 10 de março. Entre elas, estão dispositivos que autorizavam a utilização de bens públicos como garantia ou mesmo a venda de imóveis para reforçar o capital do Banco de Brasília. A decisão ressalta que qualquer operação desse tipo precisa demonstrar claramente o interesse público, além de passar por avaliação prévia e autorização adequada.

*Patrimônio em risco*

Paula Belmonte, que votou contra o projeto na Câmara Legislativa, também ressaltou que o posicionamento não significa ser contra o fortalecimento do banco público do Distrito Federal. “Não se trata de ser contra soluções para fortalecer o banco público do Distrito Federal. O BRB tem papel importante na economia da nossa cidade e precisa buscar caminhos responsáveis para enfrentar desafios financeiros. O que não podemos aceitar é que imóveis públicos, muitos deles sem relação com a atividade bancária, sejam colocados em risco sem transparência, debate e segurança jurídica”, afirmou.

Para Paula Belmonte, a decisão reforça um princípio essencial: a proteção do patrimônio público. “O patrimônio público pertence à população e precisa ser protegido. O Distrito Federal precisa de planejamento, responsabilidade e decisões que coloquem o interesse coletivo em primeiro lugar. Seguiremos atentos para garantir que qualquer medida envolvendo bens públicos seja conduzida com total transparência e respeito à sociedade”, concluiu.

Mudanças de estação exigem cuidados redobrados com a pele

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A  conhecida música anuncia: são as águas de março, fechando o verão. Em Brasília, a promessa é do fim do período de chuvas e início da temporada da seca.

Essas mudanças interferem diretamente em como a pele, maior órgão do corpo, reage.

Referência em dermatologia, o médico dermatologista Erasmo Tokarski orienta para cuidados especiais desde o começo da alternância de estação, para evitar problemas.

“Algumas pessoas vão precisar estar mais atentas por conta do ressecamento, e tomar os cuidados necessários para manter a pele saudável”, explica.

6 Dicas para cuidar da pele na mudança de estação

1- Banhos mornos para frios

O médico orienta que, sempre que possível, deve-se dar preferência para banhos mornos para frios. “A temperatura da água importa, pois pode dilatar os poros e agredir a pele”.

2-Usar sabonetes neutros

Para o dermatologista, uma boa opção é usar produtos em versão líquida.“O sabonete líquido é, em geral, mais neutro, sendo que em barra tem o PH mais ácido, que é mais agressivo”.

3-Limpeza diária, com produtos que não ressequem a pele

O produto escolhido para a correta higienização da pele, principalmente do rosto, faz a diferença. “ Priorize produtos específicos, como, por exemplo, demaquilantes não alcoólicos que não agridam a pele.”, orienta Tokarski.

4- Hidratação constante

Uma orientação importante é o uso contínuo de hidratantes adequados ao tipo de pele

Tokarski ressalta o uso dos chamados dermocosméticos, principalmente de origem coreana.  “São referência mundial, em função da alta tecnologia para desenvolver os produtos, que em geral tem alta qualidade”, recomenda.

5-Filtro solar: o uso é diário

Em uma região de incidência solar grande, como é o caso da Capital Federal, o uso de filtro solar é mandatório. “É importante que seja adequado ao tipo de pele e a região, sendo produtos específicos para o rosto. Além disso, a orientação é de que, sempre que possível, seja feita a reaplicação”, orienta.

6- Em caso de necessidade, consultar o dermatologista

Algumas peles exigem um cuidado maior, pessoas que têm muitos sinais pelo corpo, pele de coloração muito clara exigem mais atenção para identificar mudanças.

“Quem tem pele mais desidratada, ou as pessoas mais alérgicas, tem uma resposta mais sensível às mudanças de estação e precisam reforçar os cuidados”, reforça o especialista.

A Clínica Dr. Erasmo Tokarski  oferece um ambiente moderno e equipado, pensado para atender cada paciente com conforto e segurança. A clínica integra tecnologia de ponta e protocolos clínicos atualizados para diagnósticos precisos e tratamentos eficientes.

Entre os serviços oferecidos, destacam-se tratamentos para manchas, acne, envelhecimento cutâneo, prevenção do câncer de pele e procedimentos estéticos minimamente invasivos, sempre respeitando as características individuais de cada pele.

 

 

 

 

 

 

SERVIÇO

Clínica Dr. Erasmo Tokarski

SGAS Quadra 607, Ed. Metrópolis, Sala 101. Asa Sul — Brasília, DF

Segunda a Sexta

8h às 19h30

Agendamentos : (61) 99961 4719 ( Whatsapp).

Paula Belmonte pede ao MP indisponibilidade de bens de responsáveis por rombo no BRB

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Representação questiona ainda os riscos assumidos pelo banco e uso de patrimônio público para cobrir prejuízos

A deputada distrital Paula Belmonte (PSDB) protocolou nesta segunda-feira (10) representação junto ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) solicitando a abertura de investigação sobre possíveis irregularidades nas operações financeiras envolvendo o Banco de Brasília (BRB) e o Banco Master. O pedido também inclui a decretação de indisponibilidade de bens de responsáveis pelas decisões que levaram às operações, a suspensão da alienação dos imóveis públicos relacionados ao caso e, caso sejam confirmadas irregularidades, a eventual propositura de ação civil pública para ressarcimento ao erário.

“Não se pode correr o risco de ver o patrimônio público comprometido sem que haja garantias de responsabilização. A indisponibilidade de bens é uma medida preventiva para proteger o interesse da sociedade”, diz a deputada.

No documento, a parlamentar pede a instauração de inquérito civil público para apurar decisões administrativas e financeiras que podem ter gerado risco ao patrimônio do Distrito Federal. A representação também solicita a adoção de medidas cautelares judiciais, incluindo a indisponibilidade de bens dos responsáveis pelas decisões, como forma de proteger o erário enquanto os fatos são investigados.

Entre os principais pontos levantados na representação estão questionamentos sobre como o BRB assumiu riscos financeiros tão elevados nas operações com o Banco Master, se é legítimo utilizar patrimônio público do Distrito Federal para cobrir eventuais prejuízos e se houve violação de normas fiscais, administrativas e constitucionais ao longo desse processo.

*Transparência*

A iniciativa busca esclarecer a regularidade das decisões tomadas e avaliar eventuais responsabilidades administrativas e patrimoniais. Segundo a representação, o objetivo é garantir transparência, proteger o patrimônio público e assegurar a responsabilização de eventuais irregularidades.

No documento encaminhado ao MPDFT, a deputada solicita a instauração de inquérito civil público, a requisição de documentos ao BRB, ao Governo do Distrito Federal e à Terracap, além da investigação detalhada das operações financeiras realizadas entre o BRB e o Banco Master. O pedido também inclui a decretação de indisponibilidade de bens de responsáveis pelas decisões que levaram às operações, a suspensão da alienação dos imóveis públicos relacionados ao caso e, caso sejam confirmadas irregularidades, a eventual propositura de ação civil pública para ressarcimento ao erário.

A representação também pede que o Ministério Público avalie a adoção de medidas preventivas para impedir a alienação ou transferência de bens públicos enquanto os fatos são apurados, evitando danos irreversíveis ao patrimônio do Distrito Federal.

Cachaça Remedin aposta em produção de doses orgânicas

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Produzida de forma artesanal e com cana cultivada no próprio alambique, a já famosa marca de cachaça Remedin abraça o mercado apostando na tradição da bebida brasileira aliada a processos orgânicos e controle rigoroso de qualidade. A marca lançou recentemente as doses orgânicas e prepara, para maio, a chegada da versão exclusiva da Jatobá, preparada em barril de Jatobá-do-Cerrado, completamente livre de agrotóxicos, ampliando a presença da bebida em novos públicos e formatos de consumo.

A proposta da Remedin, empresa fundada em 2020, parte de uma ideia simples, mas provocadora: “a diferença entre um veneno e um remédio está na dose”. O conceito, que inspira o nome da cachaça, dialoga com a cultura popular brasileira e com a relação histórica da bebida com a medicina caseira e os rituais cotidianos do interior do país.

Toda a produção da Remedin é feita com cana-de-açúcar cultivada e processada no próprio alambique, o que permite maior controle sobre cada etapa da fabricação, localizada na Fercal, região onde a empresa também realiza projetos sociais, como a inclusão de trabalhadores e assistência social. O método segue o modelo tradicional da cachaça de alambique, com as bebidas destiladas sendo preparadas em pequenos lotes, com fermentação natural e maturação em barris de madeira.

Contudo, para inovar em termos de tecnologia social, a empresa consolidou parceria com Sítio do Vovô Mandelli, para a aquisição de mais matéria-prima livre de agrotóxicos. Com isso, prepara a chegada de um produto completamente novo no mercado e que deve atrair a curiosidade dos adoradores de cachaças por todo o país.

A versão completamente orgânica da Remedin Jatobá, livre de agrotóxicos, deverá estar circulando no mercado local já a partir de maio deste ano, antes do Festival da Cachaça de Brasília, previsto para ocorrer no dia 27 de maio deste ano. “A Remedin Jatobá é uma cachaça orgânica. Somos a primeira cachaça orgânica certificada de Brasília, o que garante que não há uso de agrotóxicos no cultivo da cana”, explica o empresário João Chaves Marques Faria, herdeiro do grupo.

“Além da produção no campo, também garantimos que não haja contaminação cruzada em nenhum processo da agroindústria, do plantio ao engarrafamento. Isso significa que todo o processo é controlado para manter a pureza da bebida e respeitar o meio ambiente”, explica o empresário.

Para João Chaves, o mercado de orgânicos deverá ser uma das prioridades da empresa, uma vez que a apresentação da nova cachaça será carro-chefe da empresa durante o festival. “Com certeza, é um mercado que pode ser melhor explorado pela indústria da cachaça”, avalia o empresário.
Apesar de ser um dos destilados mais tradicionais do Brasil, o especialista aponta que o setor ainda tem grande potencial de crescimento. Para produtores artesanais, há espaço para ampliar a presença da cachaça em bares, restaurantes e mercados especializados, especialmente quando o produto valoriza qualidade e história.

Mais dessa história poderá ser conferida durante o Festival da Cachaça de Brasília 2026, que ocorrerá de 27 a 31 de maio na Arena BRB Mané Garrincha. O evento promete mais de 600 rótulos de 15 estados, shows ao vivo, workshops e gastronomia de boteco, oferecendo uma experiência imersiva na cultura da cachaça brasileira, com entrada gratuita

Criação

A Remedin carrega um forte componente familiar em sua origem. A marca foi criada por um herdeiro ligado à produção tradicional de cachaça, que decidiu transformar a experiência acumulada no alambique em um produto com identidade própria. “Percebemos um processo inverso em relação a outras marcas, quando os herdeiros não quiseram seguir com as empresas. Mas meu interesse foi construir uma empresa a partir de um projeto do meu pai”, afirma o empresário João Chaves.

A trajetória do alambique, no entanto, começou antes mesmo da criação da marca. A origem está ligada à saudade que os pais de João, Cid Faria e Cláudia Gomes, sentiam da autêntica cachaça de roça e das montanhas de Minas Gerais, da cachaça mineira. Esse sentimento levou a família a adquirir, em 2012, uma propriedade rural na região da Fercal, no Distrito Federal, mas ainda sem pensar em criar um alambique.

Nos primeiros anos, o sítio foi utilizado para outras experiências produtivas. A família investiu na criação de tilápias e também tentou desenvolver atividades de pecuária, mas os projetos não prosperaram. Diante das dificuldades, a decisão inicial era vender a terra, mas surgiu a ideia de apostar justamente na bebida que evocava suas origens e memórias: a cachaça artesanal.

Com a nova linha de doses orgânicas, a proposta é aproximar o consumidor da bebida e incentivar o consumo consciente, reforçando a ideia que inspira a marca: quando apreciada com equilíbrio, a cachaça pode ser mais do que uma simples bebida — pode fazer parte da cultura, da memória e das tradições brasileiras.