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sábado, julho 25, 2026
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Fogo de Chão celebra a chegada do inverno com novas receitas sazonais

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Rede apresenta novidades inspiradas na estação, com ingredientes típicos e sabores que valorizam o período mais frio do ano.

Com a chegada do inverno, o Fogo de Chão, uma das mais renomadas redes de restaurantes especializadas em carnes do mundo, com mais de 100 unidades em território internacional, reforça sua tradição de sempre inovar seu menu para proporcionar as melhores experiências gastronômicas aos clientes.

Reconhecido pela qualidade dos cortes nobres, o restaurante amplia seu cardápio com receitas sazonais. Entre as novidades para este ano estão a Salada de Pinhão, que valoriza um dos ingredientes mais tradicionais do inverno brasileiro; a Sopa de Abóbora e Batata-Doce, preparada com abóbora pescoço e batata-doce laranja, que passa a substituir a tradicional sopa de lentilha; e o Hummus de Inverno, servido com cobertura de abóbora, queijo e romã, ocupando o lugar da versão de outono da receita.

Segundo Paulo Antunes, Country Manager Brasil do Fogo de Chão, as novidades reforçam o compromisso da marca em proporcionar vivências alinhadas às características de cada estação. “Buscamos constantemente inovar sem abrir mão da essência do Fogo de Chão. As receitas foram desenvolvidas para oferecer ainda mais aconchego e sabor aos nossos clientes, valorizando ingredientes que remetem ao período e complementam perfeitamente a experiência do nosso autêntico churrasco gaúcho”, afirma.

As novas opções estão disponíveis no Buffet de Saladas e acompanham também o Rodízio de 1 corte, em que é possível customizar o prato com a proteína de preferência: Fraldinha, Alcatra, Filé Mignon, Costela Premium ou Galeto.

Sobre o Fogo de Chão

O Fogo de Chão permite que seus clientes descubram uma novidade a cada instante. As unidades oferecem cardápios diferenciados para todas as horas do dia, incluindo almoço, jantar, eventos para grupos sociais ou corporativos, serviço completo de catering e opções em um menu especial para o Happy Hour com petiscos especiais.

A Arte da Diplomacia Política: Como Jefferson Rodrigues Conquistou Espaço e Respeito entre Diferentes Forças em Goiás

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Nesta entrevista exclusiva, o deputado Jefferson Rodrigues abre os bastidores de sua trajetória pessoal e pública. Ele relembra a infância na Vila Brasília, o crescimento de Aparecida de Goiânia e a forte formação humanista transmitida por seus pais. O parlamentar detalha a sua transição para a liderança evangélica, explica como consolidou uma gestão técnica e laica na Secretaria de Assuntos Religiosos, analisa o mosaico cultural do interior goiano e revela a sua postura de lealdade e respeito junto a grandes líderes políticos do Estado.

Origens, o Crescimento de Aparecida e as Lições de Cidadania

Deputado Jefferson Rodrigues, nos fale sobre a sua trajetória pessoal e política, e o que o senhor projeta para esta renovação de mandato nas eleições de 2026.

Deputado Jefferson Rodrigues: É um prazer imenso e uma grande satisfação estar aqui com você, Edson. Antes de falarmos sobre o papel do homem público, considero fundamental que as pessoas entendam as motivações do político, as suas bandeiras e as experiências que moldaram os seus valores. Minhas raízes estão ligadas a pais baianos que foram pioneiros em Aparecida de Goiânia, mais precisamente no bairro Vila Brasília. Quando a minha família se estabeleceu ali, o município contava com pouco mais de 15.600 habitantes; hoje, estamos a falar de uma potência com mais de 650 mil moradores. Meu pai foi um dos primeiros a acreditar naquela região.

O senhor frequentemente menciona que a sua infância e adolescência foram períodos de muita superação devido a problemas crónicos de saúde. Como foi conviver com essas limitações?

Jefferson Rodrigues: Fui acometido muito cedo por uma bronquite severa que acabou evoluindo para um quadro de asma. Praticamente desde os meus dois anos de idade até completar os 18 anos, a minha rotina consistia em sucessivas internações hospitalares decorrentes de crises de broncopneumonia e complicações de diabetes. O meu sistema respiratório era tão debilitado que eu guardava um profundo sentimento de vergonha na adolescência: eu precisava caminhar pelas ruas protegendo-me com uma sombrinha. Se o sol forte batesse diretamente em mim, as minhas defesas baixavam e eu ficava exausto, sem forças para respirar. Para ter uma ideia, anos mais tarde, exames apontavam manchas nos meus pulmões causadas pelo esforço hercúleo que eu fazia na época para buscar o ar. 

E como era o cotidiano dessas idas frequentes às unidades de saúde?

Jefferson Rodrigues: Era uma rotina quase diária, principalmente nas madrugadas. Ali, no ambiente de emergência, convivi de perto com o ápice do sofrimento humano. Via pacientes com dores agudas, casos graves e acidentados que chegavam em situações extremas. Mas foi exatamente esse cenário que despertou em mim uma sensibilidade profunda pelo próximo, algo que foi amplificado pela postura dos meus pais.

Como os seus pais atuaram para moldar esse seu lado voltado para o social?

Jefferson Rodrigues: A influência deles foi total. O meu pai era um homem extraordinariamente humanista, e a minha mãe compartilhava dessa visão. Ele era um membro muito ativo da Igreja Católica, líder de movimentos de casais. Ele fazia questão de me levar, juntamente com a minha irmã, para participar de visitas de caridade. Ele dizia: “Eu quero que vocês conheçam a realidade para entenderem a vida”. Visitávamos os internos da A Vila São Cottolengo (Trindade – GO), colónias de hanseníase, lares de idosos e orfanatos. A frase dele ecoava: “Dá valor ao que tu tens”.

Na vida profissional, o seu pai atuava como contador. A rigidez moral dele nos negócios também o marcou?

Jefferson Rodrigues: Marcou profundamente. O meu pai operava numa linha de honestidade que por vezes trazia dificuldades financeiras para a nossa casa. Lembro-me de clientes que o procuravam dispostos a pagar para abrir uma empresa. Mesmo precisando do dinheiro dos honorários, ele analisava o cenário e dizia: “Olha, tu não deves abrir este negócio agora, tens estes problemas, não vai dar certo”. Com os fiscais de tributos, a postura dele era idêntica. Ele dizia: “Eu não minto para duas pessoas: o meu cliente e o fiscal. Se o fiscal perguntar, eu direi exatamente quem paga os impostos de forma correta e quem não paga”. Os fiscais confiavam tanto na integridade dele que nem checavam os livros dos clientes que ele avalizava. Cresci sob este legado de total sinceridade.

A Juventude Rebelde, o Alcoolismo e o Choque da Conversão

Edson Crisóstomo: Diante de uma infância tão restritiva por conta das doenças, como se deu a transição para a sua juventude e a sua posterior mudança de estilo de vida?

Jefferson Rodrigues: A reviravolta aconteceu por volta dos meus 17 anos. Um médico examinou-me e disse que, pelo histórico de medicamentos pesados que tomei a vida inteira, eu teria poucos anos de vida pela frente. Aquilo gerou um impacto profundo. Pensei: “Bem, se me resta pouco tempo, eu vou curtir a vida”. Foi aí que me juntei a uma tribo de roqueiros e adotei a filosofia da “vida louca”.

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|               BOX: SÍNTESE DO PERFIL PARLAMENTAR                 |

| • Origem: Vila Brasília, Aparecida de Goiânia (Pioneiros).    |

| • Formação: Forte base humanista e social desde a infância. |

| • Experiência Executiva: Secretário de Assuntos Religiosos (2011). |

| • Evolução Eleitoral: Crescimento contínuo de 24 mil para 45 mil  |

|   votos nas urnas estaduais goianas.                     |

| • Desempenho Partidário: Um dos fundadores históricos da legenda, |

|   tendo rodado mais de 110 mil km para consolidar bases. |

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Como era o Jefferson dessa fase roqueira e como o alcoolismo começou a tomar conta da sua rotina?

Jefferson Rodrigues: Eu mergulhei de cabeça no estereótipo do roqueiro rebelde e desleixado. Meus amigos consumiam substâncias químicas variadas, mas, devido ao meu histórico pulmonar, eles tinham zelo por mim e diziam: “Jefferson, tu tens problemas graves de asma. Não uses nada disso, limita-te apenas a beber”. Eu acatei. Comecei a beber nos finais de semana e, em pouco tempo, o hábito tornou-se diário. Eu andava sujo, usava uma jaqueta de cabedal que ficou sem lavar por anos e colocava naftalina nos bolsos para disfarçar o cheiro. Na porta do meu quarto, fixei um cartaz de aviso: “Quarto condenado, perigo, não entre”. Meu pai olhava para aquilo com uma tristeza dilacerante.

De que maneira a fé entrou na sua casa e transformou a sua realidade e a da sua família?

Jefferson Rodrigues: A porta de entrada foi a minha irmã. Ela passou por uma desilusão amorosa devastadora na adolescência, o que a desestruturou emocionalmente e gerou muito sofrimento em casa. Um dia, ela entrou na Igreja Universal e experimentou uma transformação radical. Meu pai, sendo um católico fervoroso e ministro da Eucaristia, não aceitou bem no início. Gerou-se um clima tenso dentro do lar. Diante disso, o pastor orientou a minha irmã a orar, afirmando que Deus haveria de converter alguém daquela casa para ser o seu ponto de apoio. Ela veio até mi e profetizou que eu seria essa pessoa. No início eu zombei, mas acabei por aceitar o convite para ir à igreja. Ali, tive o meu encontro real com Deus. Fui liberto do alcoolismo, curado das minhas debilidades físicas e, anos mais tarde, tornei-me pastor e abracei essa vocação.

PaulOOctavio lança 6Sul, novo empreendimento com lazer completo e localização estratégica em Brasília*

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Projeto reúne apartamentos, gardens e coberturas em uma das regiões com maior potencial de valorização da capital federal_

A PaulOOctavio lança oficialmente neste sábado, dia 27 de junho, o 6Sul, seu mais novo empreendimento imobiliário em Brasília. Localizado no Setor de Múltiplas Atividades Sul (SMAS), uma das regiões mais estratégicas e promissoras da Capital Federal, o projeto foi concebido para atender um público que busca praticidade, conforto, mobilidade e potencial de valorização patrimonial.

Com duas torres e 217 unidades, o 6Sul apresenta um conceito contemporâneo, combinando arquitetura moderna, áreas de lazer completas, soluções tecnológicas e uma localização privilegiada próxima aos principais centros comerciais, gastronômicos e de serviços da cidade.

O empreendimento oferece diversas tipologias de plantas, incluindo unidades de dois e três quartos, apartamentos garden, unidades duplex e coberturas lineares. As metragens variam de 57m² a 132m², atendendo diferentes perfis de moradores e investidores.

O projeto foi desenvolvido para proporcionar uma experiência residencial diferenciada, com ambientes integrados, infraestrutura para ar-condicionado, pontos para lava-louças, aquecimento de água, cabeamento estruturado e acabamentos de alto padrão. Algumas unidades contam ainda com terraços privativos, espaço para SPA, closet integrado à suíte e áreas externas exclusivas.

Além das unidades privativas, o 6Sul se destaca pela ampla oferta de lazer e conveniência. Entre os espaços disponíveis estão piscina, SPA, sauna, academia coberta e ao ar livre, salão de festas, espaço gourmet, salão de jogos, coworking com terraço, pet care, espaço delivery, churrasqueiras e quadra de beach tennis.

A segurança também recebeu atenção especial no desenvolvimento do projeto. O empreendimento contará com controle de acesso por biometria ou reconhecimento facial, monitoramento por circuito fechado de TV (CFTV), sistema de prevenção e combate a incêndio, detector de vazamento de gás nas unidades e controle eletrônico de acesso às garagens.

Outro diferencial é o compromisso com a sustentabilidade. O 6Sul incorpora soluções que promovem o uso racional dos recursos naturais, como iluminação em LED nas áreas comuns, medição individualizada de água, energia e gás, sensores de presença, dispositivos economizadores de água e melhor aproveitamento da ventilação e iluminação naturais. A infraestrutura foi planejada para acompanhar as novas demandas urbanas e inclui vagas para carros elétricos, bicicletários coletivos e serviços pay per use, como lavanderia e internet condominial.

A localização é um dos grandes atrativos do empreendimento. Situado em área consolidada da cidade, o 6Sul possui acesso facilitado às principais vias do Distrito Federal, além de estar próximo à estação de metrô, à Rodoviária Interestadual, a centros empresariais, shopping centers, supermercados e polos gastronômicos.

Com mais de cinco décadas de atuação no mercado e mais de 9,7 milhões de metros quadrados construídos, a Paulo Octavio reforça, com o lançamento do 6Sul, seu compromisso com a inovação, a qualidade construtiva e o desenvolvimento urbano sustentável de Brasília.

*Serviço*
*Lançamento 6Sul
*Data:* 27 de junho de 2026
*Local:* Central de Vendas Paulo Octavio – SMAS Trecho 3, Lotes 6 e 7
*Informações:* (61) 3326-2222
*www.paulooctavio.com.br*

Produção de uva dobra em quatro anos em Goiás, impulsionando a vitivinicultura e o surgimento de novos destinos

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A produção de uva em Goiás saiu de 1.516 toneladas, em 2020, para 3.264 toneladas, em 2024, permitindo o desenvolvimento da vitivinicultura e a produção de vinho local. Rota dos Pirineus se destaca no estado, com nove vinícolas que já repercutem no desenvolvimento da região

A produção de uva no estado de Goiás saiu de 1.516 toneladas em 2020 para 3.264 toneladas em 2024, segundo números do Panorama da Viticultura no Brasil (2020-2024), realizado pela Embrapa. Os números podem parecer pequenos frente ao estado campeão de cultivo da fruta, o Rio Grande do Sul, mas representam uma grande conquista para a região Centro-Oeste, que até poucos anos atrás, não explorava essa monocultura devido ao seu bioma, o Cerrado.

Segundo dados da Associação Nacional de Produtores de Vinho de Inverno (Anprovin), atualmente o estado de Goiás é responsável pela produção de 7% do vinho no Brasil.

Até 1960, a produção da uva no país – que tem como finalidade chegar ao consumidor como produto in natura, suco ou fermentados (vinhos e espumantes) – ficou restrita à região Sul e Sudeste, devido ao clima temperado e com baixas temperaturas que favoreciam o ciclo da uva. Mas no final do século passado, a expansão do cultivo chegou até em climas tropicais graças ao desenvolvimento da poda dupla.

A técnica consiste em “enganar” a planta realizando duas podas ao ano, mudando o seu ciclo natural, e levando-a a amadurecer no inverno. O processo permitiu que a produção brasileira de uvas registrasse nos últimos anos a produção de 1,8 milhão de toneladas de uva ao ano, como também permitiu que o cerrado goiano também começasse a investir na fruta, principalmente no campo da vitivinicultura – processo de produção de vinho, que começa no cultivo das videiras até termina com o vinho na mesa do consumidor.

Em Goiás, a uva já é cultivada no entorno do Distrito Federal, Paraúna e Hidrolândia. Mas a Rota dos Pirineus é hoje a região do estado que mais atrai atenção e se destaca no mercado nacional quando falamos da produção de vinhos. Com foco em vinhos finos, produzidos para um público seleto e exigente, a Rota dos Pirineus – constituída por Pirenópolis, Cocalzinho e Corumbá -, formou hoje o que chamamos de Corredor de Vinícolas do Centro Oeste.

A região, que é serrana, tem ao todo nove vinícolas, que se consolidam ainda mais devido à produção artesanal de queijo na mesma rota. As duas experiências juntas impulsionam uma rota gastronômica. No dia a dia, o local conta com visitas guiadas com os produtores locais, que acompanham o consumidor no processo de produção do vinho, e permite que todos degustem do sabor do vinho produzido no Cerrado.

Desenvolvimento atrai moradores

O desenvolvimento da vitivinicultura agregou mais um atrativo à Rota dos Pirineus, cuja paisagem serrana, clima mais ameno e cachoeiras atraem cada vez mais visitantes. A região atrai 80 mil visitantes por mês na baixa temporada, e 120 mil visitantes por mês na alta temporada

Para atender este público, novos empreendimentos têm surgido paralelamente ao crescimento da rede hoteleira, com o foco da locação de curta temporada. Um exemplo é o Salto Imperial, condomínio horizontal que está sendo desenvolvido ao lado do Salto Corumbá, uma das principais cachoeiras do Estado de Goiás, bem no coração da Rota dos Pirineus.

A primeira fase do projeto, lançada em 2024, obteve 93% de vendas dos lotes na primeira fase e, agora, está lançando a segunda fase dos lotes. “Os terrenos acidentados são os queridinhos do público, os primeiros a acabar porque a intenção dos proprietários é fazer casas instagramáveis e inspiradoras”, diz o coordenador de vendas Rodrigo Ribeiro.

O empreendimento é cercado por serras, tem clima ameno e terrenos acidentados, lazer privativo e serviços de apoio – como uma van para levar e trazer os moradores e locatários para as vinícolas e cidades vizinhas, como Pirenópolis – para que assim possam desfrutar da noite sem precisar dirigir.

Além de turistas, a região também tem atraído pessoas que elegem a região como segunda ou até primeira moradia. “Com a consolidação do teletrabalho, muita gente tem investido em uma segunda moradia para passar parte da semana ou do mês no local, como o público da área de Tecnologia da Informação que atendemos com uma certa recorrência”, diz Robério Siquiero, especialista imobiliário e gerente comercial da ABL Prime, uma das desenvolvedoras do projeto, juntamente com a Trinus.

“As pessoas não estão comprando um terreno, mas natureza, experiências, vista inspiradora, um estilo de vida cada vez mais almejado em um contexto em que as pessoas querem e precisam desacelerar”, salientou o sócio do projeto, Rodrigo Estivallet. A segunda fase do projeto está em lançamento e as obras da primeira fase estão 40% concluídas.

Salto Imperial

O Condomínio Salto Imperial está localizado na Rota dos Pirineus, a apenas 15 minutos de Pirenópolis, 35 minutos de Anápolis e 50 minutos de Brasília. Com segurança proporcionada pelo perímetro fechado, o empreendimento também conta com playground, área fitness, praça de jogos, redário, mirante, espaço com churrasqueira, piscina com borda infinita, quadra poliesportiva e quadra de areia.

A otimização de tarefas é um dos principais destaques do condomínio, com gestão da ABL Gestão. O morador poderá gerir sua casa através de ferramentas online. Com o aplicativo, o morador poderá solicitar sem sair da residência, manutenção, jardinagem, compras para a casa, limpeza completa, e muitos outros.

O Salto Imperial ainda oferecerá um transfer exclusivo para moradores, que estará a disposição sempre que alguém quiser fazer algum dos passeios culturais, ou ir até uma das cidades históricas ao redor. O transfer buscará e levará os passageiros em casa.

PSB aposta em Cappelli para disputar o Buriti em 2026

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Por: Marcelo Torres

Com Rollemberg e Cristovam na nominata, partido quer montar uma frente que vai além da esquerda

O PSB escolheu o centro de Brasília, a Birosca do Conic, para dar o pontapé inicial na sua aposta para 2026. Foi lá, no último sábado (20), que o partido oficializou Ricardo Cappelli como pré-candidato ao Governo do Distrito Federal — e deixou claro que a intenção não é sair às eleições com uma chapa só de esquerda.

O evento reuniu militantes, dirigentes e dois nomes de peso da história política do DF: os ex-governadores Rodrigo Rollemberg e Cristovam Buarque, ambos filiados ao PSB e anunciados como pré-candidatos à Câmara dos Deputados. A presença dos dois não foi apenas simbólica — é parte da estratégia do partido de mostrar que tem estrutura e nome para disputar de verdade.

No discurso, Cappelli foi direto ao ponto. Escolheu a saúde pública como tema central e citou um número que, segundo ele, resume o problema: 33 mil pessoas na fila para cirurgia. “Vamos zerar essa fila, essa é nossa prioridade”, afirmou. Para ele, o DF acumula hoje três crises ao mesmo tempo: colapso na saúde, déficit orçamentário e abandono da mobilidade urbana.

Cappelli não é uma figura nova no cenário político nacional. Ficou conhecido em janeiro de 2023, quando o governo federal o colocou para comandar a intervenção na segurança do DF após os ataques às sedes dos Três Poderes, no dia 8. Depois, assumiu interinamente o Gabinete de Segurança Institucional e, em fevereiro de 2024, foi nomeado presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Deixou o cargo em abril deste ano para se dedicar à candidatura.

A disputa pelo Palácio do Buriti promete ser movimentada. Além de Cappelli, já anunciaram pré-candidaturas a governadora Celina Leão (PP), Leandro Grass (PT), Izalci Lucas (PL), Paula Belmonte (PSDB), Kiko Caputo (Novo) e José Roberto Arruda (PSD). Para se diferenciar no campo da oposição, Cappelli defende abertamente uma frente ampla. “Para ganhar a eleição, tem que ter uma frente que consiga dialogar com centro e centro-direita”, disse, acrescentando que já conversou com PSDB, PDT, Solidariedade e setores que, segundo ele, se opõem ao bolsonarismo e ao grupo de Ibaneis Rocha.

Foto: Reprodução/Instagram/Rodrigo Rollemberg
Foto: Reprodução/Instagram/Rodrigo Rollemberg

Sobre o vice, Cappelli disse que ainda não tem nome fechado, mas adiantou que fez convite formal a Leandro Grass, do PT — que também é pré-candidato ao governo. A candidatura ganhou reforço após receber o aval do presidente nacional do PSB, João Campos.

O BRB está tecnicamente quebrado e ainda paga R$ 42,6 milhões ao Flamengo”, diz deputado Ricardo Vale

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Plenário da Câmara Legislativa do DF durante sessão ordinária. Debates políticos sobre o Distrito Federal. João Pedro / Agência CLDF

 

Em entrevista, parlamentar do PT-DF cobra transparência sobre patrocínio renovado pelo banco público em meio ao rombo bilionário do caso Banco Master e defende que recursos sejam direcionados ao esporte local.

Em meio à pior crise financeira de sua história, o Banco de Brasília (BRB) segue bancando um dos patrocínios mais badalados do futebol brasileiro: o contrato com o Flamengo, renovado por R$ 42,6 milhões até março de 2027.

Para o deputado distrital Ricardo Vale (PT-DF), essa conta não fecha — e foi por isso que ele decidiu cobrar satisfações do banco público.

Ricardo Vale (PT) durante sessão ordinária realizada no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), em 26 de maio de 2026.
Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

O parlamentar apresentou um requerimento de informações exigindo do BRB cópias integrais dos contratos de patrocínio esportivo firmados desde 2019, valores pagos, comprovação de retorno e justificativa técnica para a escolha do clube carioca.

A resposta, segundo ele, não veio.

“O BRB negou o acesso ao contrato de patrocínio com o Flamengo. Alegou sigilo empresarial e disse que abrir as informações poderia resultar em prejuízos à instituição”, relata o deputado.

A cobrança ganha peso diante do cenário enfrentado pelo banco. Desde que comprou bilhões em créditos do Banco Master — instituição que teve liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central após um rombo que impôs perdas de dezenas de bilhões de reais ao Fundo Garantidor de Créditos —, o BRB precisou de uma injeção emergencial de capital para continuar operando. Foi nesse contexto que o banco tentou emplacar o projeto “Nação BRB Fla”, uma tentativa de expansão nacional usando a marca do Flamengo como vitrine.

“Tentou ser um banco nacional com o projeto Nação BRB Fla. Não deu certo. O banco esconde o balanço de 2025 e seus resultados de 2026”, afirma Vale.

“Não acredito que haja retorno relevante para Brasília”

Questionado se o investimento trouxe benefícios institucionais à marca BRB, o deputado é direto.

“Indago: a marca BRB divulgada nacionalmente trouxe mais resultados e clientes para o banco? Brasília ficou mais forte?”, provoca. Na avaliação dele, a resposta está nos próprios números da crise.

“A situação do BRB hoje, tecnicamente quebrado, e a crise fiscal do DF revelam que essa medida não trouxe benefícios para a população.”

Para Vale, a lógica do patrocínio a um clube de fora da capital contraria a vocação natural do banco.

“O BRB é um banco regional, de Brasília. Precisa investir e apoiar sua região, o esporte de Brasília. Os grandes clubes têm outras fontes de receitas e patrocínios”, argumenta, defendendo que não há espaço para conciliar grandes contratos nacionais com o fortalecimento do esporte local.

Esporte como política pública, não como vontade de um governante.

Por trás da cobrança pontual ao BRB, o deputado defende uma mudança mais ampla na forma como o poder público trata o patrocínio esportivo no Distrito Federal.

“A população precisa acompanhar e julgar o mérito e os resultados desses patrocínios. Não pode ser vontade exclusiva de um governante”, resume sobre o que motivou o requerimento.

Vale afirma que pretende ir além da fiscalização do contrato com o Flamengo. “Quero realizar um grande levantamento de dados sobre os patrocínios ao esporte por empresas públicas do DF. Convocar a sociedade, os atletas e as equipes para discutir a formulação de uma ampla política pública de patrocínios ao esporte no DF”, anuncia.

Na avaliação do parlamentar, o orçamento atual destinado ao esporte candango é insuficiente diante das necessidades da capital. “Esforçada, mas limitada. O orçamento é baixo. Os equipamentos precisam de reformas, ampliação e manutenção. Atletas e equipes merecem mais atenção”, diz. Entre as iniciativas próprias, ele cita o Projeto Boleiros, voltado ao apoio e financiamento de ligas de futebol amador, além de uma ideia ainda em estudo: um cartão de crédito específico para a compra de uniformes esportivos das equipes do DF.

Para o deputado, o esporte vai muito além da competição. “Esporte é a principal ferramenta de inclusão social. Retira o indivíduo da violência, do crime. Inclui na coletividade, na convivência social, na escola. Esporte é educação. Religião. Fraternidade. Esporte é tudo”, afirma.

Ao final da conversa, Vale deixou um recado direto a atletas, dirigentes e torcedores do DF: “Contem com o deputado Ricardo Vale para ajudar e apoiar todos vocês. Meu mandato, meu trabalho, meu compromisso, minha bandeira é o esporte. Contem comigo.”

Marcelo Torres