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PaulOOctavio lança Residencial Eda Coutinho, em Águas Claras

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Empreendimento em homenagem à educadora terá 34 apartamentos de três quartos, rooftop com piscina e vista panorâmica, além de soluções de conforto, segurança, sustentabilidade e tecnologia_

A PaulOOctavio lançou, neste sábado (22), o Residencial Eda Coutinho, empreendimento imobiliário localizado na Avenida Jacarandá, em Águas Claras. O projeto homenageia a educadora Eda Coutinho, fundadora do Centro Universitário Iesb, e celebra uma trajetória marcada pela dedicação à educação e à formação de milhares de estudantes.

A solenidade de lançamento reuniu Eda Coutinho, familiares, convidados, engenheiros, arquitetos e profissionais envolvidos na realização do empreendimento. O evento foi marcado por depoimentos emocionados e pela relação pessoal entre a homenageada e o empresário Paulo Octávio, presidente das Organizações PaulOOctavio.

“Hoje é uma alegria para mim, pois nunca havia homenageado uma pessoa que tivesse sido minha professora”, afirmou Paulo Octávio. Ele lembrou que conheceu Eda quando tinha 17 anos e estudava no antigo Ciem, onde ela foi sua orientadora e professora.

Ao recordar a relação com a educadora, Paulo Octávio destacou o carinho que recebeu durante os anos de formação. “Ela me dava um tratamento assim que eu não merecia, sempre com muito carinho, com muita atenção”, contou, em tom descontraído.

Segundo o empresário, a escolha do nome representa uma homenagem especial dentro da trajetória da PaulOOctavio. “É muito emocionante poder homenagear você, hoje, por esse lançamento”, declarou.

*Homenagem à trajetória de Eda Coutinho*

Fundadora do IESB, Eda Coutinho construiu uma carreira dedicada à educação no Brasil e no exterior. Formada em Biblioteconomia e Pedagogia, possui mestrado e doutorado, cursado nos Estados Unidos, e pós-doutorado, na Alemanha.

A educadora também foi professora da Universidade de Brasília e da Unicamp, coordenou iniciativas ligadas à educação a distância e participou de programas de avaliação institucional do Ministério da Educação.

Para Paulo Octávio, a contribuição de Eda ultrapassa a sala de aula. Durante o lançamento, ele destacou a quantidade de alunos que passaram pela instituição criada pela educadora. “Eu não sei quantos milhares de alunos passaram nas suas mãos”, afirmou. Ao falar sobre o IESB, destacou ainda que a instituição atualmente possui cerca de 15 mil estudantes.

Paulo Octávio lembrou que a PaulOOctavio já prestou homenagens a mais de 100 personalidades em seus empreendimentos, incluindo nomes como JK, Jair Camargo e Lúcio Costa. “Nós homenageamos JK, Lúcio Costa e mais de 100 pessoas”, disse, ressaltando que as homenagens reconhecem ícones de diferentes profissões e áreas de atuação.

*Família agradece homenagem*

Representando a família, Edinho Machado de Sousa Filho agradeceu à PaulOOctavio pela iniciativa de homenagear sua mãe e destacou o significado de ver o nome da educadora eternizado em um empreendimento. “É um grande orgulho para essa família. A gente agradece imensamente”, afirmou.

Ele também ressaltou a admiração da família pelo trabalho desenvolvido pela construtora na transformação de Brasília. “A PaulOOctavio é um exemplo para a gente pelo fato de estar transformando a cidade há tanto tempo”, declarou.

Familiares de diferentes gerações participaram da solenidade, incluindo filhos, netos e a bisneta de Eda Coutinho. Durante o evento, a homenageada recebeu uma maquete do residencial, um exemplar de sua biografia e flores.

*Edifício com 34 apartamentos e arquitetura contemporânea*

O Residencial Eda Coutinho terá 34 apartamentos, com duas unidades por andar, distribuídos entre o quarto e o 20º pavimento. As plantas contam com três quartos, sendo uma suíte e duas semissuítes, com áreas privativas de 108,98m² a 123,23m². O empreendimento também terá duas unidades comerciais no térreo.

O projeto arquitetônico é assinado pela Crosara Arquitetura e reúne soluções contemporâneas e elementos de biofilia. O empreendimento também contempla paisagismo, interiores e obras de arte integradas, com participação de profissionais especializados.

Um dos destaques do residencial é o rooftop, que terá piscina elevada com vista panorâmica, academia climatizada e equipada e espaço gourmet com churrasqueira. O projeto também prevê hall social com controle de acesso por biometria, guarita, eclusa de segurança, sistema de CFTV e controle de acesso às garagens por tag.

Entre os diferenciais estão bicicletário coletivo com estrutura de apoio, infraestrutura para carregamento de veículos elétricos, iluminação em LED, sensores de presença, medição individualizada de água, energia e gás, gerador para sistemas de emergência e automação predial.

As unidades terão sala integrada à cozinha, esquadrias piso-teto, orientação nascente, fechadura eletrônica, porcelanato de grande formato, bancadas em granito e infraestrutura para ar-condicionado e lava-louças.

Dra. Sandra Soares Costa: Entre sonhos costurados e pontes erguidas

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“Aquilo que está escrito no coração não necessita de agendas, porque a gente não esquece. O que a memória ama fica eterno.” — Rubem Alves
Essa frase traduz o que sinto ao revisitar minha história. Minhas escolhas, das mais simples às mais ousadas, foram moldadas pelos valores que aprendi no lar.
Meu próprio nascimento já foi uma resultado de perseverança e resiliência — virtudes que mais tarde se tornariam essenciais na minha jornada empreendedora.
Fui um bebê esperado por sete anos. Minha mãe, Cecília Joaquina Soares, era RH negativo; meu pai, Silvestre Soares, positivo.
A incompatibilidade sanguínea trouxe perdas dolorosas de gestações, mas nunca diminuiu o desejo de me receber. E assim, no dia 25 de dezembro, em Inhapim, Minas Gerais, cheguei como um presente de Natal.
Sou a filha mais velha de três irmãos, criada em um lar onde as vozes femininas sempre tiveram força e presença. Fui guiada pelo exemplo de uma mulher admirável: minha mãe, filha mais velha de onze irmãos, sempre foi a voz firme que inspirava, organizava e impulsionava todos ao redor.
Dona Cecília transformou seu talento na moda em profissão e se reinventou como empreendedora, provando que disciplina, coragem e conhecimento são sementes que florescem em qualquer solo.
Dela herdei o amor pelo trabalho bem feito e a convicção de que a independência se constrói. Ela costurava sonhos — não apenas vestidos impecáveis, mas valores de responsabilidade, perfeição e propósito que moldaram minha essência.
Desde cedo, eu era seu apoio. Com nove anos, pegava um ônibus para Caratinga, a 30 km de distância, para comprar aviamentos e tecidos. Escolhia linhas, botões e cortes com o cuidado que ela me ensinara e controlava o dinheiro com precisão. Essa confiança moldou minha autonomia.
Meu pai, Silvestre Soares — o “Vete”, como todos o chamavam — administrava uma pequena fazenda e também possuía uma Kombi com a qual prestava serviços a terceiros.
Era um homem de riso fácil e coração generoso. Gostava de boa mesa, fazia questão de escolher pessoalmente os produtos da cozinha da família e tinha um carinho especial pelos momentos de convívio.
De meus pais, herdei características distintas que se completam. De minha mãe, a disciplina, o foco no trabalho e a fé inabalável. Do meu pai, a alegria de viver, o gosto por estar cercada de amigos e a leveza para celebrar a vida.
Na visão da minha família, sou a melhor mistura dos dois — e é dessa combinação que nasceram a força e a ternura que levo para tudo o que faço.
Moramos em Inhapim até eu completar 17 anos. Minha mãe confeccionava todos os vestidos para festas e casamentos da cidade. Quando decidiu mudar-se para Belo Horizonte para que continuássemos os estudos, não teve medo:
“Se faço aqui, posso fazer lá”, disse.
Em BH, ampliou o negócio e a clientela, confirmando que coragem e competência são passaportes para qualquer destino. 
Em 1972, prestei vestibular para a Universidade Federal de Minas Gerais. Estava bem preparada e obtive excelente desempenho. Minha pontuação me permitiria cursar Medicina, mas escolhi seguir o caminho da Bioquímica. Desde o início, me apaixonei pela área.
Na UFMG, as disciplinas básicas reuniam estudantes de diversos cursos. Éramos divididos em turmas por ordem alfabética e a minha começava na letra “O”.
Foi assim que conheci Odilon, aluno de Odontologia. De colega de classe, ele se tornou namorado, e nos casamos em julho de 1977.
Um ano depois, em agosto de 1978, nasceu nosso primeiro filho, Marcelo.
Formei-me em Farmácia-Bioquímica e, em 1979, mudei-me para Brasília com Odilon e Marcelo.
Na capital, construí minha trajetória profissional, tive meus outros dois filhos, Guilherme e Gabriel, e, mais tarde, vi minha vida ser iluminada pelos meus netos.
Foi em Brasília que conheci Janete Vaz. Trabalhamos lado a lado em um laboratório particular e, desde o início, percebemos que não compartilhávamos apenas valores, mas também sonhos e uma visão de futuro.
Ambas acreditávamos que uma empresa poderia prosperar colocando as pessoas no centro da estratégia, cultivando relações de confiança e buscando excelência em cada detalhe.
Dessa sintonia nasceu o Sabin — um projeto tecido de propósito e amizade.
Enquanto o Sabin era formado, o cenário político e econômico do país também se transformava — nem sempre de forma favorável.
O Brasil fervilhava pelas Diretas Já e a inflação chegava aos 228% ao ano. Eram tempos de incerteza, mas também de coragem para quem ousava empreender.
Quando lembro dos primeiros dias do Sabin, lembro de uma sala pequena na Asa Norte, de nós duas com coragem no olhar e quase nada no bolso — um sonho empurrado mais por vontade do que por estrutura.
Brasília era um traçado de possibilidades, e ali, entre exames e esperanças, decidimos que o Sabin seria mais do que precisão técnica: seria alma.
À medida que o Sabin crescia, crescia também em mim o compromisso com a excelência.
Decidi então investir em minha formação: fiz mestrado em Ciências Médicas pela Universidade de Brasília (UnB) e MBAs em Gestão de Negócios, pela UFRJ, e em Gestão Empresarial, pela Fundação Dom Cabral — sempre unindo conhecimento e prática para oferecer o melhor.
No Sabin, cada exame sempre foi mais do que um resultado impresso em papel.
Por trás de cada atendimento há um nome, uma história, uma família que espera, um coração que bate mais rápido.
Sempre acreditei que cuidar da saúde é também cuidar da esperança, o que não se mede em números. É por isso que, ao longo dos anos, buscamos criar um lugar onde a ciência caminhasse de mãos dadas com o afeto, onde a precisão dos resultados viesse acompanhada da certeza de que alguém se importa de verdade.
Essa aposta no humano é o que nos fez crescer, sem nunca perder o olhar atento para quem mais importa: as pessoas.
Os primeiros seis anos foram desafiadores. Eu e Janete dividíamos as tarefas e a mesa de trabalho.
Administrávamos com base na intuição e na percepção. Fazíamos exames, acompanhávamos clientes, cultivávamos relações com convênios e médicos e, ao final do dia, lavávamos e preparávamos o material para o dia seguinte.
Tudo com entusiasmo e uma vontade enorme de crescer. Era o que me impulsionava e me recompensava. Era a concretização de um sonho.
O início também exigiu coragem e renúncia. Eu dividia meu tempo entre a nova empresa, o trabalho na Secretaria de Saúde do Distrito Federal e meus filhos pequenos.
Perdi reuniões escolares, aniversários e encontros de família, mas sempre com a certeza de que estava construindo algo que, um dia, também seria motivo de orgulho para eles.
Enfrentamos preconceito por sermos duas mulheres jovens liderando um negócio de saúde. Muitos duvidavam que iríamos conseguir.
Mas transformamos cada obstáculo em combustível.
Desde os primeiros dias, a inovação foi minha bússola. Participei de congressos nacionais e internacionais, busquei metodologias inéditas, introduzi tecnologias pioneiras e incentivei minha equipe a quebrar paradigmas.
Cada viagem, cada palestra, cada contato com novas ideias era uma oportunidade de trazer algo que colocasse o Sabin na vanguarda do setor.
O clima que construímos também era incomum: no lugar da sobriedade dominante nos serviços de análises clínicas, havia calor humano.
Atendentes sorridentes e atenciosos tratam os clientes pelo nome. Assim como hoje, nosso diferencial não estava apenas nos equipamentos, mas na experiência.
Nos anos 80, estruturamos a empresa com foco em qualidade e excelência. Na década seguinte, consolidamos nosso nome em Brasília.
Em 2010, já líderes na capital e no Centro-Oeste, ousamos dar um passo maior: enquanto muitos recuavam diante da crise, nós escolhemos expandir.
O ousado plano de crescimento nacional, iniciado em 2012, se apoiou em três grandes pilares: fortalecer nossa governança para garantir transparência e longevidade; expandir geograficamente de norte a sul do país, unindo culturas e talentos sob uma mesma missão; e diversificar os negócios para ir além da medicina diagnóstica, ampliando nosso alcance e impacto.
Com a governança consolidada, chegou também um dos passos mais simbólicos da nossa trajetória: sair da operação diária para permitir que a empresa respirasse novos ares e ganhasse o ritmo próprio de uma nova liderança.
Foi como ver um filho crescer, sabendo que era hora de confiar no que foi ensinado e deixá-lo seguir com segurança o próprio caminho.
No Conselho de Administração, assumi a missão de ser guardiã do legado e da cultura que nos trouxeram até aqui, enquanto a nova gestão imprimia seu tempo, suas cores e seu jeito de liderar.
Vieram então os grandes voos: chegamos a mais de 78 cidades, integramos mais de 30 empresas à nossa história, criamos plataformas de atenção primária, apostamos em startups e healthtechs e ampliamos nossa presença no ecossistema de inovação — sempre mantendo o cuidado humano no centro.
Com o passar dos anos, percebemos que o Sabin não era apenas uma empresa de saúde. Era também um ponto de encontro entre ciência e humanidade.
Nosso crescimento trouxe conquistas, mas também aumentou a responsabilidade de retribuir à sociedade tudo o que ela nos permitiu construir.
Foi dessa compreensão que nasceu um novo capítulo da nossa história. Em 2005, um gesto simples se transformou em algo maior: a certeza de que fazer o bem poderia ser mais do que uma escolha, poderia ser uma forma de vida. Assim nasceu o Instituto Sabin, pequeno em estrutura, mas imenso em propósito, edificado sobre as fundações que Janete e eu já vínhamos fortalecendo desde o início.
Era a formalização de algo que sempre nos moveu: a responsabilidade social como essência, e não como acessório.
Lembro como se fosse hoje: éramos sementes plantadas no solo fértil de Brasília.
Aos poucos, regamos esse projeto com cuidado, atenção e afeto. Entregamos não apenas recursos, mas olhares atentos, escutas verdadeiras e gestos que diziam “nós nos importamos”. Com o tempo, aquele broto ganhou raízes profundas e galhos largos, estendendo-se por 14 estados e alcançando milhões de pessoas com saúde, esperança e dignidade.
O Instituto Sabin é, antes de tudo, uma história de transformação — que começou pequena, mas cresceu no que tem de mais essencial: o impacto humano.
Ele floresceu porque acreditamos que cuidar é agir, e que cada doação, cada ação e cada semente plantada são elos de uma corrente de solidariedade que não se rompe.
Hoje, continuo sentindo orgulho de tudo o que construímos: um abraço coletivo que se expande e dá origem a novos abraços, multiplicando vida e esperança, vida afora.
Essa mesma força que nos moveu ao longo dos anos foi a que nos guiou no momento em que o mundo mais precisou de união e coragem.
Quando em 2020, a pandemia chegou como uma tempestade inesperada, escura e intensa, exigindo firmeza no leme e coragem no coração, já sabíamos qual era o nosso norte: cuidar das pessoas.
Escolhemos estar na linha de frente, guiados pelo compromisso de servir. Atuamos com a serenidade de quem entende que responsabilidade também é um ato de amor e com a ousadia de quem não teme inovar mesmo em mares turbulentos.
Continuamos investindo em transformação digital, em novos negócios e em formas mais humanas e inteligentes de entregar saúde.
Mas, antes de tudo, olhamos para dentro: para a família, para os colaboradores, para cada pessoa que formava o nosso círculo mais próximo. Sabíamos que, para cuidar do mundo, precisávamos cuidar primeiro de quem estava ao nosso lado.
Aquele período se revelaria uma das maiores provas de fogo que já enfrentamos — e também uma das maiores lições. Aprendemos que ninguém atravessa tempestades sozinho e que o coletivo é a força que sustenta.
A resposta do nosso time foi comovente: mais de dois mil colaboradores se ofereceram como voluntários para apoiar a vacinação no Distrito Federal, somando mais de 23 mil horas dedicadas.
Montamos tendas, organizamos drive-thrus e aplicamos 58 mil doses de vacinas contra a Covid-19.
Em momentos assim, percebemos que o sentido de chegar longe é também levar outros conosco. Foi essa vivência — ver tantas mãos se unindo pelo bem comum — que reforçou ainda mais em mim a convicção de que sucesso não é linha de chegada, mas estrada compartilhada.
Meu compromisso nunca se limitou às minhas próprias conquistas: sempre acreditei que quem chega até aqui tem o dever de manter o caminho aberto para que outras também possam chegar.
E esse é um compromisso que assumi de forma ativa, tanto no Sabin quanto em toda a minha trajetória: inspirar mulheres, impulsionar carreiras, promover um ambiente empresarial mais ético, humano e inclusivo.
O meu legado vai além do empresarial. Está enraizado em uma atuação firme pela inclusão e pela diversidade, sustentada por políticas e práticas que garantem que a transformação social aconteça todos os dias — não como promessa distante, mas como realidade viva.
Essa missão também se estende para além das fronteiras do Sabin. Tenho orgulho de contribuir em conselhos e instituições que impulsionam o desenvolvimento empresarial e social, como o Conselho da Mulher do Distrito Federal, o Conselho Permanente de Políticas Públicas e Gestão Governamental do DF, o Conselho Fiscal do CODESE – Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do Distrito Federal, o Conselho Diretor da Universidade de Brasília (UnB) e o Conselho de Governança da Amcham. São espaços onde a escuta e a ação se encontram para construir futuros mais justos e sustentáveis.
É nesse diálogo constante entre o fazer interno e o influenciar o mundo ao redor que encontro sentido no meu caminho.
Hoje, ao contemplar o Sabin — maduro, responsável, inovador e reconhecido nacionalmente — sinto a confirmação de que acertamos ao construir nosso caminho sobre os valores tão fortes.
Nosso maior compromisso é com um legado que não se mede apenas em números ou resultados financeiros, mas na transformação que promovemos: um legado de impacto positivo, de gente cuidando de gente, de inovação a serviço do bem e de amor que se perpetua.
Assim como Brasília cresceu, se reinventou e aprendeu a abraçar pessoas vindas de todos os cantos do país, também aprendemos a transformar diversidade em força e futuro em oportunidade.
Esta cidade foi o berço dos meus maiores desafios e conquistas, cenário onde vi sonhos ganharem corpo e propósito. E, se Brasília é uma capital erguida para unir um país inteiro, o Sabin é a obra que erguemos para unir ciência e cuidado, técnica e afeto — um legado que, assim como esta cidade, continuará a pulsar muito além do meu tempo.

Chapa Anticorrupção: Paula Belmonte apresenta Juiz Everardo como candidato a vice-governador

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Ex-delegado da Polícia Civil e aposentado do TJDFT, tucano tem histórico de defesa da transparência e da economia de recursos públicos

A candidata ao Governo do Distrito Federal Paula Belmonte (PSDB) anunciou, nesta quarta-feira (12), o ex-delegado e juiz aposentado Everardo Alves Ribeiro (PSDB), como candidato a vice-governador na chapa dela. A escolha de Everardo reforça uma das principais bandeiras da trajetória política de Paula: o combate à corrupção e a defesa do dinheiro público.

A apresentação foi feita durante coletiva de imprensa na sede do PSDB-DF, em Brasília. Ao apresentar o nome, Paula destacou a trajetória de Everardo na segurança pública, no Judiciário e na gestão pública. Ao lado do marido, Luis Felipe, e da mulher de Everardo, Marta, ela disse que os quatro assumiriam uma missão “por um bem maior”. “Foi uma escolha pensada com muita responsabilidade, com base no eixo condutor do nosso plano de governo; a política pode ser feita com honestidade”, afirmou Paula Belmonte.

Nascido em Unaí (MG), Everardo chegou a Brasília ainda criança, em 1961. Antes de ingressar na carreira jurídica, trabalhou como engraxate, vendedor de pães e jornaleiro. Formado em Direito, construiu sua trajetória profissional no Distrito Federal, primeiro na segurança pública, como agente e delegado da Polícia Civil, e depois no Judiciário, como juiz do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT).

Após se aposentar da magistratura, retornou à advocacia. Foi conselheiro da OAB-DF e integrou a Comissão de Exame de Ordem. Na administração pública, foi o primeiro administrador regional do Itapoã e também comandou interinamente o Paranoá.

Gabinete anticorrupção

“O Distrito Federal não terá mais espaço para corruptos”, disse Everardo, ao dizer que aceitou o convite por acreditar no projeto apresentado por Paula para o Distrito Federal. “Paula já me disse que teremos um Gabinete de Combate à Corrupção e eu estarei nele”, discursou, ao anunciar um dos projetos do plano de governo do PSDB para o DF.

“Brasília faz parte da minha história. Foi aqui que cresci, construí minha vida e minha carreira. Aceitei esse desafio porque acredito que podemos fazer um governo sério, eficiente e próximo das pessoas. Paula tem coragem, independência e disposição para enfrentar os problemas do Distrito Federal”, afirmou.

Para Paula, a composição da chapa reforça a proposta de unir renovação política e experiência administrativa em torno de um projeto de governo baseado em eficiência, transparência e cuidado com as pessoas. “Não estamos formando uma chapa apenas para disputar uma eleição. Estamos formando uma equipe para governar Brasília. E o Everardo estará ao meu lado nessa missão”, concluiu Paula.

ELEIÇÕES DF 2026 Zé Dirceu tinha razão… Aliás, continua tendo!

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A corrida eleitoral de 2026 no Distrito Federal começa a ganhar forma. E, com ela, surgem nomes, apostas, vaidades, velhos problemas e algumas boas surpresas.

A abertura dos debates políticos, iniciada pela TV Bandeirantes/BandNews, ajudou a clarear o cenário para o eleitor. É quando o discurso preparado encontra o contraditório — e o candidato precisa mostrar mais do que frases de efeito.

Kiko Caputo pode surpreender?

Pode. E muito.

Advogado, ex-presidente da OAB-DF e com atuação também na OAB Nacional, Kiko Caputo apareceu no debate com desenvoltura, experiência e, principalmente, conhecimento das demandas da população.

Foi além da cartilha tradicional das promessas eleitorais. Falou em gestão e apresentou a necessidade de um verdadeiro choque de moralização no cotidiano da administração pública.

Em uma eleição que ainda está longe de estar definida, é um nome para observar.

Cereja do bolo

Ainda no campo do Direito, outro personagem de peso movimenta os bastidores: o consagrado advogado Luís Felipe Belmonte, esposo de Paula Belmonte, assistiu sua esposa ser assediada.
Paula vem sendo cortejada quase intimada para ocupar a vaga de vice-governadora em diferentes chapas. Pelo menos quatro candidatos ao governo já teriam demonstrado interesse.

Ela agradeceu os convites e devolveu a provocação:

“Venha ser você o meu vice.”

Até ontem, seguia sem resposta.

Política também se faz assim: convite, contraproposta, silêncio e muita conversa de bastidor.

Tiro ao alvo

Celina Leão é corajosa, boa de briga e não parece disposta a fugir do front.

E herança maldita, vale lembrar, também existe no campo da direita.

Um rombo estimado em R$ 6,7 bilhões e a situação de um banco tecnicamente quebrado colocam sobre a mesa um problema que exige solução. Há alguma movimentação de bancos privados, pouca disposição do governo federal em ajudar e muita apreensão.

Funcionários, correntistas e acionistas aguardam respostas.

Enquanto isso, Celina troca peças políticas por nomes técnicos e tenta encerrar esse capítulo para construir a renovação de seu mandato. Dependendo do cenário, pode chegar às urnas com alguma folga, ao menos segundo pesquisas consideradas mais consistentes.

E aqui cabe um alerta.

Em época eleitoral, pesquisa aparece de todo lado. Há levantamento para todos os gostos, interesses e candidaturas.

Haja pesquisa.

Haja milagre também.

Internet e redes sociais são apresentadas como se tivessem adquirido o poder de transformar qualquer candidatura em fenômeno eleitoral. Se dependesse das promessas dos novos “especialistas digitais e marqueteiros de plantão”, haveria voto suficiente para eleger todo mundo.

Não haverá.

Urna continua sendo urna.

Vaidade… coisinha complicada de conviver

tempos atrás, fui tomar café com um grande brasileiro.

Talvez um dos homens mais preparados do país para exercer a Presidência da República. E essa percepção, posso garantir, não é apenas minha.

Em conversas com gente experiente da vida pública brasileira, uma característica de José Dirceu sempre aparece: sua extraordinária capacidade de construir pontes.

Da direita à esquerda, Zé conversa.

Em suas festas de aniversário, essa característica fica evidente: encontram-se personagens que, em qualquer outro ambiente, dificilmente estariam à mesma mesa.

Ele acredita que o Brasil precisa ser construído para todos e que uma melhor distribuição de renda é indispensável.

Programas emergenciais de transferência de renda cumprem papel importante. Mas emergência não pode se transformar eternamente em projeto de poder. O objetivo de uma política pública deve ser criar condições para que a família deixe de depender dela.

Seja no município, no estado ou no governo federal.

O café, Boulos e o meu 1 x 0

Pouco antes das eleições municipais, disse a Zé Dirceu que considerava um erro a candidatura de Guilherme Boulos à Prefeitura de São Paulo.

Meu argumento era simples.

São Paulo possui um eleitorado complexo e, em muitos aspectos, conservador. As eleições de Luiza Erundina, Marta Suplicy e Fernando Haddad já representaram importantes conquistas para o campo progressista e produziram experiências relevantes de gestão.

Boulos representava outro passo.

Um voto de vanguarda.

E eu não acreditava que, naquele momento, São Paulo estivesse pronta para dar essa resposta nas urnas.

Expus minha tese, tomei mais dois cafés, ganhei um abraço fraterno do Zé e voltei ao batente.

Deu no que deu.

1 x 0 para mim.

Comemorei enquanto pude.

Porque, depois disso, tudo voltou ao normal: quando o assunto é política, futuro e os grandes movimentos do Brasil, Zé costuma ganhar de goleada.

Zé Dirceu e a política do DF

Em outra conversa, Zé fez uma observação sobre o PT do Distrito Federal que merece atenção.

O partido tem excelentes quadros. O problema é a dificuldade histórica de reuni-los em torno de um projeto comum.

Em boa parte do país, terminadas as convenções, encerram-se as disputas internas e o partido vai unido para as urnas.

No DF, não necessariamente.

Aqui, muitas vezes, termina a convenção e a disputa continua. O embate atravessa a eleição e parece sobreviver até a convenção seguinte.

Cheguei a mencionar, em determinado momento, uma possível composição com Paulo Tadeu candidato ao governo e Rafael Prudente como vice.

Era conversa.

Especulação.

Nada que pudesse ser tratado como realidade eleitoral para 2026.

E o tempo tratou de desmontar aquela possibilidade.

Política é assim.

Fotografia envelhece rápido. Nesse momento, diferentemente do que Lula e Geraldo Alckimin construíram em 2022 e renovam a continuidade para 2026 aqui no DF está longe ou ao menos parece estar. PT e PSB não abrem mão da cabeça de chapa e seguem a passos largos para ficarem fora do segundo turno .

Candidatura sem segurança jurídica

Outro capítulo importante envolve José Roberto Arruda.

Sua situação eleitoral continua cercada por uma discussão jurídica que depende de decisão no Supremo Tribunal Federal.

Há pedido de vista e, enquanto não houver uma definição, permanece uma enorme interrogação política e eleitoral.

E o alcance dessa discussão pode ir além do Distrito Federal.

Outros personagens conhecidos da política brasileira acompanham situações jurídicas capazes de influenciar seus projetos eleitorais.

Garotinho volta a olhar para o Rio de Janeiro.

Eduardo Cunha, que de bobo não tem nem o gingado, transferiu seu domicílio eleitoral para Minas Gerais, aproximou-se de veículos de comunicação e continua fazendo aquilo que conhece muito bem: política.

Nas ondas, nos bastidores e onde houver espaço.

E a esquerda?

Também vale prestar atenção aos candidatos situados mais à esquerda do espectro político.

Mesmo em tempos de polarização, ouvi-los é necessário.

Ideias boas não têm dono.

Nem toda proposta da esquerda é utopia, assim como nem toda proposta da direita é solução.

Talvez um dos grandes problemas da política brasileira esteja justamente na incapacidade de ouvir o lado oposto.

O preconceito ideológico frequentemente chega antes do argumento.

Seria muito mais útil se candidatos apresentassem projetos de governo para os próximos 20 anos, em vez de desperdiçarem o tempo eleitoral com agressões mútuas, acusações e disputas pessoais.

Depois do debate, conversei com o cientista político Rócio Barreto. Ele confirmou boa parte das minhas primeiras impressões sobre o cenário.

E não por acaso vem sendo bastante procurado para analisar essa eleição que apenas começa a mostrar sua verdadeira cara.

Muita coisa ainda vai mudar.

Candidaturas vão crescer.

Outras vão desaparecer.

Alianças consideradas impossíveis serão construídas.

Amigos estarão em palanques diferentes.

Adversários históricos poderão aparecer sorrindo na mesma fotografia.

É da política.

É da democracia.

E, no Distrito Federal, 2026 promete uma eleição em que ninguém deveria se considerar eleito antes da hora.

Nem derrotado.

Viva a democracia.

Edson Crisóstomo
Publisher
61 Brasília

Da uva à garrafa: brasileiros viverão a experiência de produzir vinho na Toscana e no Piemonte

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Projeto inédito levará pequenos grupos para participar da vindima em duas das regiões vinícolas mais famosas do mundo

Imagine deixar de ser apenas um turista e tornar-se, por alguns dias, protagonista da produção de um grande vinho italiano.

Essa é a proposta dos projetos “Vindima na Toscana 2027” e “Vindima no Piemonte 2027”, criados pela Monardo Café & Viagens, que levarão brasileiros para viver uma das experiências mais autênticas do universo do vinho: participar da colheita das uvas e acompanhar, ao lado de produtores e enólogos, todas as etapas da elaboração de rótulos em duas das regiões vitivinícolas mais prestigiadas da Itália.

A iniciativa, idealizada por Antonello Monardo, italiano radicado em Brasília há mais de 30 anos e especialista em turismo enogastronômico, vai muito além das tradicionais visitas a vinícolas. Durante uma semana, os participantes estarão inseridos na rotina das propriedades rurais justamente no período mais importante do ano: a vindima.

Na Toscana, cenário de vinhos consagrados mundialmente e paisagens que se tornaram símbolo da Itália, o grupo vivenciará a colheita, a seleção das uvas, os primeiros processos de vinificação e a convivência com famílias produtoras que preservam tradições transmitidas há gerações.

No Piemonte, terra de alguns dos maiores vinhos do planeta, como Barolo e Barbaresco, a experiência ganha outra dimensão. Em meio às colinas reconhecidas como Patrimônio Mundial pela UNESCO, os participantes conhecerão diferentes estilos de produção, visitarão cantinas históricas e compreenderão como nascem alguns dos rótulos mais admirados do mundo.

O grande diferencial é que o visitante deixa de ocupar o papel de espectador. Ele colhe, aprende, degusta, conversa com os produtores, entende a filosofia de cada vinícola e participa efetivamente do processo que transforma a uva em vinho.

“Quem participa da vindima nunca mais olha uma taça de vinho da mesma maneira. Cada garrafa passa a representar pessoas, história, trabalho e paixão. É uma experiência profundamente humana e cultural”, afirma Antonello Monardo.

Além das atividades ligadas ao vinho, os dois programas incluem gastronomia regional, visitas a pequenos vilarejos, encontros com produtores artesanais, degustações exclusivas e momentos de convivência que revelam o verdadeiro estilo de vida italiano, distante dos roteiros tradicionais.

A proposta acompanha uma tendência mundial de valorização do turismo de experiência, em que o viajante busca vivenciar a cultura local de forma genuína, participando das atividades e estabelecendo relações diretas com quem preserva tradições centenárias.

Com grupos reduzidos e vagas limitadas, os projetos pretendem reunir apreciadores de vinho, amantes da Itália e pessoas interessadas em viver uma experiência transformadora, onde o conhecimento, a cultura e a emoção caminham lado a lado.

Mais do que conhecer grandes vinhos, os participantes terão a oportunidade de compreender sua origem, acompanhar seu nascimento e levar para casa uma história que dificilmente poderá ser repetida em qualquer outro lugar do mundo.

Sobre a Monardo Café & Viagens

Especializada em viagens culturais e enogastronômicas pela Itália, a Monardo Café & Viagens desenvolve roteiros autorais que aproximam brasileiros da essência do país por meio de sua gastronomia, vinhos, tradições e história. Fundada por Antonello Monardo, italiano radicado em Brasília, a empresa tornou-se referência na criação de experiências exclusivas, valorizando o contato direto com produtores, chefs, artesãos e famílias italianas, sempre em pequenos grupos e com foco na autenticidade.

 

Antonello Monardo

 

 

 

PSD-DF oficializa Luiz Pitiman como candidato a vice-governador na chapa de José Roberto Arruda

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O PSD do Distrito Federal oficializou, nesta quarta-feira (6), o nome de Luiz Pitiman como candidato a vice-governador na chapa liderada por José Roberto Arruda. A decisão foi anunciada durante reunião da Executiva Regional do partido, realizada na sede nacional da legenda, em Brasília.

O encontro reuniu dirigentes partidários, pré-candidatos e lideranças políticas do PSD, consolidando mais uma etapa da construção do projeto que o partido apresentará à população do Distrito Federal nas próximas eleições.

Ao anunciar a composição da chapa, o presidente do PSD-DF, Paulo Octávio, destacou a experiência política e administrativa de Luiz Pitiman e afirmou que a escolha fortalece o compromisso do partido com uma gestão eficiente e preparada para enfrentar os desafios da capital federal.

“Pitiman reúne experiência, capacidade de gestão e profundo conhecimento de Brasília. Tenho convicção de que será um grande parceiro de José Roberto Arruda na construção de um novo ciclo de desenvolvimento para o Distrito Federal”, afirmou Paulo Octávio.

Ex-deputado federal, ex-presidente da Novacap e ex-secretário de Obras do Distrito Federal, Luiz Pitiman agradeceu a confiança do partido e destacou o espírito de união que marcou a definição da candidatura.

“Recebo essa missão com humildade, responsabilidade e muita disposição para trabalhar. Vamos construir um projeto capaz de resgatar o orgulho dos brasilienses e recolocar Brasília no caminho do crescimento e da eficiência administrativa”, declarou.

José Roberto Arruda também comemorou a definição do vice e ressaltou que a escolha foi resultado de um amplo diálogo interno conduzido pela direção regional do PSD.

“O Pitiman tem experiência na vida pública, capacidade de gestão e reconhecimento junto à sociedade. É uma escolha que fortalece nossa caminhada e amplia nossa capacidade de enfrentar os desafios que Brasília terá pela frente”, afirmou.

Durante a reunião, as lideranças partidárias destacaram ainda o fortalecimento do PSD no Distrito Federal, evidenciado pela expressiva participação popular na convenção extraordinária realizada no último sábado, que homologou a candidatura de Arruda ao Governo do Distrito Federal e reuniu mais de 44 mil apoiadores.

Convite a Paulo Octávio para disputar o Senado

Outro tema que ganhou destaque durante o encontro foi a composição da chapa majoritária para o Senado. Em diversos momentos, lideranças do partido defenderam publicamente a candidatura de Paulo Octávio à Câmara Alta.

Luiz Pitiman fez um apelo para que o presidente regional do PSD complete a chapa como candidato ao Senado, ressaltando sua trajetória empresarial, política e sua contribuição para o desenvolvimento de Brasília ao longo de mais de cinco décadas.

José Roberto Arruda também destacou a importância de Paulo Octávio para o projeto político do partido e para o Distrito Federal, ressaltando sua experiência como empresário, ex-deputado federal, ex-senador, ex-vice-governador e ex-governador.

Paulo Octávio agradeceu as manifestações de apoio e informou que a definição sobre a candidatura ao Senado deverá ocorrer nos próximos dias, após diálogo com as lideranças partidárias e com o candidato ao Governo do Distrito Federal.

Com a oficialização de Luiz Pitiman como candidato a vice-governador, o PSD avança na consolidação de sua chapa majoritária e reforça sua preparação para a disputa eleitoral de 2026 no Distrito Federal.