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sexta-feira, maio 15, 2026
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CLDF celebra os 66 anos de Brasília com homenagem a jovens protagonistas e exaltação ao legado de JK

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizou, nesta quarta-feira (22), uma sessão solene em comemoração aos 66 anos de Brasília, reunindo autoridades, educadores, estudantes e representantes da sociedade civil em um evento marcado por homenagens, reflexão histórica e projeções para o futuro da capital.

De iniciativa da deputada distrital Paula Belmonte (PSDB), a solenidade teve como tema “Brasília 66 anos: o protagonismo jovem para uma nova construção da capital” e contou com a premiação de centenas de estudantes do Ensino Médio, de escolas públicas e privadas, reconhecidos por sua liderança, engajamento e impacto em suas comunidades.

A mesa diretora foi composta por Anna Christina Kubitschek, presidente do Memorial JK; o empresário Paulo Octávio, vice-presidente do Memorial JK; André Kubitschek, CEO da Rede Plaza Brasília Hotéis; Daniel Rodrigues Souza, diretor financeiro do Sinepe-DF; Ricardo Cappelli, ex-presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI); e o historiador Jorge Henrique Cartaxo, diretor do Instituto Histórico e Geográfico do DF.

*Valorização da juventude*

Durante a abertura, a deputada Paula Belmonte destacou o papel central dos jovens na construção do futuro da capital. Em sua fala, enfatizou a importância da educação como ferramenta de transformação social e incentivo ao protagonismo juvenil.

“A juventude de Brasília tem papel fundamental na construção do futuro da cidade. Precisamos abrir espaço para que esses jovens sonhem, se projetem e participem das soluções para os desafios atuais”, afirmou.

A parlamentar também ressaltou sua trajetória na rede pública de ensino e reforçou a necessidade de investimento contínuo na educação como base para o desenvolvimento da sociedade.

Representando o setor educacional, Daniel Rodrigues Souza destacou que a homenagem vai além do desempenho acadêmico. “Estamos reconhecendo o espírito de liderança, o engajamento e a capacidade de transformação desses jovens. Esse é um investimento direto no futuro da nossa cidade”, afirmou.

*Brasília como projeto de nação*

Em um dos discursos centrais da cerimônia, André Kubitschek ressaltou o papel estratégico de Brasília na história do Brasil. Ele destacou que a capital foi concebida como parte de um projeto nacional de desenvolvimento, integração territorial e modernização econômica.

“Brasília representa uma convergência de forças políticas e humanas, um símbolo do espírito empreendedor brasileiro. Foi pensada como eixo de desenvolvimento e instrumento de integração nacional”, afirmou.

Ao relembrar o legado de Juscelino Kubitschek, André reforçou valores como diálogo, coragem e visão de futuro, além de fazer um apelo à juventude.

“Vocês serão os líderes do amanhã. Cabe a vocês dar continuidade a esse projeto, com responsabilidade e compromisso com o país”, declarou.

*Orgulho candango e responsabilidade coletiva*

O empresário Paulo Octávio emocionou o público ao relembrar sua trajetória em Brasília e reforçar o sentimento de pertencimento à cidade. “Eu tenho orgulho de ser candango. Brasília precisa do amor e do compromisso de cada um de nós. Cada cidadão tem um papel na construção do futuro da capital”, destacou.

Ele também enfatizou o papel da educação na formação cidadã e a importância de preservar a memória histórica da cidade, especialmente por meio de espaços como o Memorial JK.n “Brasília é uma das maiores epopeias do século XX. Cabe a nós honrar essa história e continuar construindo uma cidade melhor para todos”, afirmou.

Em sua participação, Ricardo Cappelli ressaltou a importância de conectar o legado histórico de Brasília aos desafios contemporâneos, como inovação, tecnologia e desenvolvimento sustentável. “Mais importante do que o concreto foi o espírito de coragem e ousadia que construiu Brasília. Esse é o exemplo que deve nos guiar diante dos desafios atuais”, disse.

Ele também destacou a necessidade de valorizar a memória histórica do Distrito Federal como instrumento de formação e inspiração para as novas gerações.

*Celebração e reconhecimento*

Encerrando a solenidade, Paula Belmonte reforçou que celebrar o aniversário de Brasília é também renovar o compromisso com o futuro da cidade. “O brilho nos olhos daqueles que construíram Brasília precisa continuar vivo nos jovens de hoje. Ainda estamos construindo essa capital”, afirmou.

Após a cerimônia, foi realizada a entrega da Moção de Louvor Geração Brasília: Jovens que Transformam, com a participação de Anna Christina Kubitschek, reconhecendo estudantes que se destacam por seu protagonismo e contribuição social.

Brasília 66 anos: concreto, sonho e bem-estar

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A capital do Brasil foi transferida do litoral para o centro do país com o objetivo de promover o desenvolvimento nacional.

E é interessante observar que, hoje em dia, passou-se a vincular o conceito de desenvolvimento à sensação de “felicidade”. Vou me permitir a liberdade poética de dizer, então, que Brasília foi criada para sermos felizes aqui.
Já disse algumas vezes que sou da escola de Ariano Suassuna: um realista esperanço. Fique claro, portanto, que não falo aqui de uma felicidade de final feliz de contos de fada. Refiro-me à felicidade no contexto do desenvolvimento sustentável das comunidades humanas e da realização do potencial humano, intimamente ligado ao bem-estar social e ao atendimento das necessidades básicas, como segurança, educação e saúde.
E, nesse sentido, a poesia pôs os pés na realidade.

O traçado futurista dos projetos de Lúcio Costa e Oscar Niemeyer se encontra com esse conceito de felicidade – tanto nas formas arrojadas dos prédios de arquitetura brutalista dos monumentos da capital, na harmonia da integração da cidade com o cerrado, quanto na elaboração de políticas públicas e oferta de serviços que garantem bem-estar.

Fico satisfeito, como médico e cidadão, de participar desse movimento para dar às pessoas uma melhor condição de vida. E isso tanto dentro do consultório quanto ao exercer um papel fiscalizador e propositivo em relação à saúde pública do Distrito Federal.

São as experiências, interações e relações humanas, mais do que o concreto de nossos monumentos, que fazem de Brasília ser a cidade que amamos, que boa parte de nós, que nascemos em outras partes do Brasil e do mundo, adotou como lar. Por isso, temos o privilégio de participar da construção desse ideal de felicidade, de bem-estar.

De fato, em relação ao resto do país e em relação a boa parte do mundo, temos, no geral, uma condição de vida invejável: níveis de renda, educação e sensação de segurança acima da média nacional; na saúde, a maior concentração de médicos por habitante do país, e um por de sol lindo para ver no fim do dia. Não fechamos os olhos para o fato de que há muito em que avançar, erros a corrigir e benefícios a distribuir de forma mais justa. Mas é fato que somos privilegiados. Cabe-nos preservar o que temos e evoluir tanto no âmbito pessoal quanto no coletivo.

Brasília chega aos 66 anos, resultado de um sonho, ainda como representação de esperança por um futuro melhor e pela felicidade possível. É a nossa cidade, que hora nos passa a sensação de tranquilidade, hora de estar pulsando e se expandindo. Somos parte dela e, ao mesmo tempo, participantes de seu crescimento. Brasília tem um pé no concreto, outro no sonho. Que a felicidade, o bem-estar de cada brasiliense de berço e de coração, sejam o pavimento para a construção desse futuro. Parabéns, Brasília!

Gutemberg Fialho , Presidente do Sindicato dos Médicos do DF

Soho Plaza Hotel será inaugurado nesta terça-feira (21) em Águas Claras

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Novo empreendimento da Plaza Brasília Hotéis aposta em conceito moderno e estrutura completa para hóspedes corporativos e famílias

A rede Plaza Brasília Hotéis inaugura o Soho Plaza Hotel, nesta terça-feira (21), a partir das 11h. O mais novo empreendimento hoteleiro de Águas Claras já está em operação e chega ao mercado com a proposta de oferecer uma experiência de hospedagem prática, confortável e conectada ao ritmo urbano.

Localizado no mesmo complexo do Manhattan Shopping, o hotel integra um projeto arquitetônico planejado para reunir conveniência, mobilidade e serviços em um só lugar, consolidando-se como uma das opções mais completas da região.

O Soho Plaza Hotel conta com 116 apartamentos novos, com metragens entre 37m² e 42m², além de suítes duplex de até 55m². Os espaços foram projetados para garantir funcionalidade e conforto, com ambientes bem definidos que incluem quarto, sala e copa, proporcionando uma estada mais fluida tanto para curtas quanto longas permanências.

Desenvolvido dentro da linha facility da rede, o empreendimento é voltado para viajantes dinâmicos que valorizam autonomia e eficiência. A proposta atende diferentes perfis de público, desde executivos até famílias que buscam praticidade sem abrir mão do bem-estar.

Entre os diferenciais, o hotel oferece uma estrutura completa de lazer e comodidade, com lounge na cobertura, academia, piscina e sauna, reforçando o conceito de hospedagem que alia conforto e qualidade de vida.

Inserido em uma das regiões mais modernas e em crescimento do Distrito Federal, o Soho Plaza Hotel reforça o potencial de Águas Claras como polo urbano estratégico, oferecendo uma estada inteligente e integrada às necessidades do dia a dia. As reservas já estão disponíveis desde o dia 14 de abril, por meio do site oficial da rede.

O poder invisível: como a consciência molda governos, ideologias e estratégias de domínio

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Desde os primeiros registros de organização social, a busca pela origem do poder tem sido uma obsessão recorrente entre líderes, filósofos e estrategistas. O que torna um indivíduo capaz de comandar multidões, subjugar nações ou instaurar ideologias duradouras? Muitos atribuíram essa capacidade à força militar — da espada romana aos tanques soviéticos. Outros viram na tradição o esteio da autoridade, como Max Weber ao discutir a dominação tradicional, carismática e legal-racional. Houve ainda quem colocasse a informação e o discurso como armas supremas — vide a “retórica do poder” que encantou Sócrates, confundiu os sofistas e serviu de munição para políticos modernos. Mas há uma camada anterior a todas essas manifestações: a consciência.

 

Essa instância íntima, silenciosa e invisível, que opera dentro de cada ser humano, é onde de fato germina o poder. Michel Foucault, ao estudar as formas de poder disciplinar e biopolítico, mostrou como o controle da mente e dos corpos é muito mais eficaz do que o mero uso da força. Governar não é apenas ordenar: é moldar percepções, desejos e resistências. E isso só se torna possível porque a consciência humana é, por natureza, plástica e influenciável.

Nicolau Maquiavel, por exemplo, entendia que o príncipe ideal não era aquele que apenas impunha sua vontade, mas aquele que compreendia o espírito de seu tempo e se adaptava à consciência coletiva de seus súditos. O sucesso político, nesse sentido, não se constrói apenas sobre ações visíveis, mas sobre a manipulação sutil daquilo que as pessoas acreditam ser certo, justo ou inevitável. O domínio não começa nos palácios — começa na mente.

É por isso que regimes autoritários investem tanto na propaganda e na reescrita da história: não basta calar as vozes opositoras, é preciso moldar o que as pessoas pensam sobre elas mesmas e sobre o mundo. Hannah Arendt alertava para o poder destrutivo da mentira organizada, onde o real cede espaço à narrativa imposta — e, com isso, a consciência do indivíduo vai sendo minada até que o poder externo seja internalizado como natural.

Mesmo em democracias, o jogo político está longe de ser puramente racional. Estratégias eleitorais eficazes são aquelas que conseguem dialogar com os medos, os sonhos e as identidades mais profundas da população. Não se trata de convencer pela lógica, mas de ocupar o imaginário. Antonio Gramsci chamava isso de “hegemonia cultural” — o processo pelo qual um grupo dominante conquista o consenso e naturaliza sua visão de mundo, tornando-a quase invisível. E esse consenso só é possível porque atua sobre a consciência.

Se há algo que a história política demonstra com clareza é que o poder duradouro não se impõe — ele é introjetado. Os grandes estrategistas do poder sempre entenderam que controlar as ideias, os símbolos e os sentimentos é mais eficaz do que controlar exércitos. A mente humana é o território decisivo de todas as batalhas políticas, ainda que isso raramente seja reconhecido. E é nesse silêncio interior, aparentemente inofensivo, que se decidem as lealdades, as revoltas, as obediências e os pactos sociais.

Do discurso à ação: o que esperamos de uma nova gestão na Saúde

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speramos uma postura nova do Governo do Distrito Federal em relação à gestão da Saúde que vá além do anúncio de que a Saúde passou a ser prioritária – o que é importante, mas que todos nós estamos habituados a ouvir nos discursos políticos, especialmente em ano eleitoral.
Isso não ocorreu nos dois mandatos de Ibaneis Rocha, que foi avesso ao diálogo com os servidores públicos. Conversou até o segundo turno das eleições de 2018 – depois, trancou-se no gabinete e foi tocar obras, seguindo o antigo roteiro do político que entrega pistas e viadutos vistosos. Digo isso para ficar claro que eu considero mais importante a vida e a saúde das pessoas que vivem na cidade do que o asfalto dela.
Enfim, o fato é que o GDF tem o dever de entregar à população um serviço público de saúde que funcione de forma eficiente e com boa qualidade. E o servidor público da saúde é parte central para que esse resultado seja alcançado.
Vamos a um resumo da situação em que o ex-governador deixou a saúde: o contingenciamento do orçamento da Saúde se tornou prática recorrente. Em 2023, mais de R$ 400 milhões foram retirados do Fundo de Saúde. Em 2025, a área voltou a ser atingida. E este ano o corte ultrapassou R$ 1 bilhão.
Os hospitais acumulam desgastes estruturais, leitos de UTI foram fechados, a pediatria reduziu atendimentos e crianças ficaram sem assistência adequada. Exames de baixa, média e alta complexidade estão atrasados e gerando prejuízos à saúde de milhares de cidadãos do Distrito Federal e as filas de espera por cirurgias continuam imensas. Óbitos evitáveis são uma trágica rotina.
O que sugerimos à governadora nas primeiras conversas desde que assumiu o cargo foi reinventar a Secretaria de Saúde do DF – sair do plano dos anúncios de obras que serão entregues um dia para fazer a estrutura que já existe funcionar adequadamente desde já e não em um futuro indefinido.
*Esperamos melhores condições para dar assistência à população*
Para isso, apontamos que é necessário criar as condições de remuneração, de trabalho e de segurança e a realização de concursos públicos para o preenchimento dos postos de trabalho vagos na Saúde – refiro-me a servidores do quadro permanente. Só no caso dos médicos o déficit é de mais de 50% do quadro previsto. Sem médicos e demais profissionais de saúde, a construção de novas unidades de saúde não resolve nada.
Mas a saúde não espera e o sofrimento dos pacientes exige urgência e enquanto não chegam novos servidores da saúde, é preciso um plano emergencial para regularizar os atendimentos pendentes, para reduzir a espera pelos procedimentos represados: consultas, exames e cirurgias. Nós, pacientes e profissionais de saúde esperamos há tempos por medidas concretas pra acabar com as filas.
No âmbito administrativo, passou muito da hora de integrar os sistemas informatizados de toda a rede – quem está na ponta do atendimento perde muito tempo pulando de um sistema para outro para acessar os prontuários e fazer todos os encaminhamentos necessários em cada um dos atendimentos – é preciso otimizar o tempo dos médicos e demais profissionais de saúde e dedicá-lo mais ao paciente do que à burocracia.
A estrutura administrativa da Secretaria de Saúde também tem que ser aperfeiçoada, com reavaliação das coordenações, das competências dos diretores de hospitais, maior autonomia para quem precisa tomar decisões. Tem que ser elaborado e dado ao conhecimento público o cronograma de construções e reformas nas unidades públicas de saúde.
Estamos negociando a inclusão no orçamento dos recursos necessários para a reformulação do plano de carreira, cargos e salários e realização de concurso para o quadro permanente da Secretaria de Saúde.
*Esperamos um SUS funcionando plenamente no DF*
Sem a adoção de medidas adequadas e sem prioridade real, o sistema de saúde, que já está colapsado em larga escala, enfrentará o aumento do caos em curto espaço de tempo, gerando a necessidade de adoção de medidas paliativas urgentes que exigiriam um gasto maior de dinheiro dos cofres públicos do que seria necessário com medidas planejadas e executadas de forma eficiente.
Os desafios acumulados ao longo dos anos são grandes, o orçamento deste ano já delimitou possibilidades de ação e, sendo um ano eleitoral, outras limitações de ação se impõem. Nem por isso se pode deixar de tomar as medidas necessárias para valorizar os servidores e melhorar a assistência aos usuários do SUS no DF.

André Kubitschek se filia ao PL e reforça projeto político da sigla no Distrito Federal

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Evento reuniu lideranças nacionais e locais e marca aposta do partido em nome jovem para as próximas eleições_

A filiação de André Kubitschek ao Partido Liberal (PL) movimentou o cenário político do Distrito Federal e reuniu importantes lideranças da legenda na noite desta quinta-feira (2). O ato ocorreu na residência da governadora Celina Leão e foi marcado por demonstrações de apoio e expectativas para as próximas eleições.

Bisneto do ex-presidente Juscelino Kubitschek, André chega ao partido com capital político após atuar como secretário da Juventude do DF e já se posiciona como pré-candidato a deputado distrital. A filiação contou com a presença de nomes de destaque, como a deputada federal Bia Kicis, presidente do PL no DF, o presidente nacional da legenda, Valdemar da Costa Neto, e o líder do partido na Câmara, Sóstenes Cavalcanti.

Durante o evento, Bia Kicis destacou o entusiasmo da sigla com a chegada do novo filiado e ressaltou o prestígio político de André dentro do partido. ““Recebemos no PL, com muita alegria, o André Kubitschek, nosso pré-candidato a deputado distrital. E vem com prestígio, com força pois estão aqui a nossa governadora Celina Leão recebendo junto, o nosso presidente Valdemar e o nosso líder Sóstenes”, avaliou.

Celina Leão enfatizou o histórico de atuação do ex-secretário e seu potencial eleitoral, afirmando que ele chega com apoio consolidado e como um dos nomes fortes da legenda para a disputa distrital.

“André foi um secretário que fez a diferença. Ele é um jovem que tem um futuro promissor. E vai às urnas com a nossa bênção, com o nosso apoio, pelo PL”, disse.

Sóstenes Cavalcanti afirmou que a juventude de André representa renovação e fortalecimento da sigla. E o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, ressaltou o simbolismo da filiação, destacando a tradição política da família Kubitschek e a importância da escolha do partido.

“Hoje foi um dia muito importante para mim. A notícia da sua vinda, você ter escolhido o nosso partido, nos honrou muito. Você vem de uma família que fez muito pelo nosso País e que nós respeitamos muito”, disse.

Em seu discurso, André Kubitschek destacou a identificação com os valores do PL e o projeto político da legenda. O novo filiado afirmou que pretende contribuir para o fortalecimento de princípios como transparência, equilíbrio fiscal, respeito à Constituição e geração de oportunidades, além de trabalhar para resgatar a confiança da população nas instituições.

“O PL é um partido que tem como principal objetivo transformar o Brasil em um celeiro de oportunidades, preservando valores como família, transparência, bom senso, trabalho, equilíbrio fiscal e, principalmente, o respeito absoluto à nossa Constituição”, afirmou.

A chegada de André Kubitschek reforça o movimento de fortalecimento do PL no Distrito Federal e sinaliza a construção de uma chapa competitiva para as eleições. Atualmente, o partido conta com nomes consolidados na Câmara Legislativa e na bancada federal, e aposta na renovação para ampliar sua representatividade no próximo pleito.