Em uma emocionante cerimônia de renovação de votos, cercados por familiares e amigos. Fundadores da Farmacotécnica, referência em farmácia magistral em Brasília, o casal também comemora os 50 anos da empresa em 2026, celebrando um legado construído com amor, trabalho e dedicação à saúde.
Cappelli propõe Fila Zero e critica desperdícios na saúde do DF
Pré-candidato afirma que problema é de gestão, critica o modelo do IGES-DF e diz que reorganização dos gastos permitirá ampliar cirurgias, consultas e exames
O Distrito Federal terá, em 2026, um dos maiores orçamentos de sua história. A Lei Orçamentária Anual aprovada pela Câmara Legislativa prevê R$ 74,4 bilhões para o governo local. Apenas o Fundo Constitucional do Distrito Federal destinará R$ 7,89 bilhões à saúde, valor que deverá subir para R$ 8,52 bilhões em 2027, segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias aprovada pela CLDF. Para o pré-candidato ao Governo do DF, Ricardo Cappelli (PSB), esses números demonstram que o problema da saúde pública não é falta de recursos, mas a forma como o dinheiro vem sendo administrado.
“O Distrito Federal tem dinheiro. O que falta é gestão”, afirma Cappelli ao defender o programa Fila Zero, que promete reduzir drasticamente o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias na rede pública.
Os gargalos da assistência podem ser acompanhados pelo Mapa Social da Saúde, ferramenta oficial desenvolvida pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que reúne dados do SISREG/DATASUS e monitora, em tempo real, a demanda reprimida por consultas especializadas, exames e cirurgias eletivas. O painel mostra o volume de solicitações, os tempos de espera e as especialidades com maior pressão sobre a rede pública. Para Cappelli, a existência de milhares de pessoas aguardando atendimento, mesmo diante de um orçamento bilionário, evidencia um problema estrutural de gestão.
Um dos principais alvos das críticas do pré-candidato é o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IGES-DF). Cappelli afirma que o modelo perdeu sua finalidade original e transformou-se em um “cabide de empregos”, consumindo recursos que deveriam ser destinados diretamente ao atendimento da população. Na avaliação do ex-presidente da ABDI e ex-secretário-executivo do Ministério da Justiça, reorganizar contratos, reduzir desperdícios, fortalecer a Secretaria de Saúde e profissionalizar a gestão permitiria ampliar a capacidade da rede sem depender exclusivamente de novos aportes financeiros.
“Se fizer as coisas certinhas, vai sobrar dinheiro”, resume o pré-candidato ao explicar como pretende financiar a proposta de zerar as filas.
O Governo do Distrito Federal sustenta que tem ampliado o número de cirurgias eletivas por meio do programa OperaDF e implantado ferramentas de monitoramento para acelerar o atendimento. Cappelli, porém, afirma que os resultados ainda estão longe das necessidades da população e que a prioridade de um novo governo deve ser fazer com que cada real destinado à saúde se transforme em atendimento efetivo.
Transformar indignação em participação”: PDT-DF oficializa entrada de novos filiados*
O PDT do Distrito Federal promoveu, nesta terça-feira (14), um ato de filiação coletiva que marcou a entrada oficial de quase 80 novos integrantes. A iniciativa foi articulada pela pré-candidata a deputada federal Professora Fátima Sousa, que mobilizou lideranças comunitárias, educadores, profissionais de saúde, estudantes e representantes de movimentos sociais do Distrito Federal.
O evento, realizado na sede nacional da legenda, em Brasília, contou com a presença do presidente nacional, Carlos Lupi, do presidente interino da regional no DF, Peniel Pacheco, e da presidente licenciada da sigla no Distrito Federal, senadora Leila do Vôlei.
O ato visa a ampliação da participação popular no partido. “Estamos promovendo um movimento significativo de filiações para o PDT, que engloba tanto as fichas já preenchidas presencialmente quanto aquelas que ainda estão sendo finalizadas, com uma expectativa de alcançar 120 novas pessoas no total. O nosso principal objetivo é o fortalecimento partidário”, afirmou a Professora Fátima.
A pré-candidata também destacou que o trabalho de mobilização está voltado à formação de novas lideranças e ao fortalecimento da participação feminina na política. “Temos um olhar muito atento para a ampliação do espaço das mulheres na política e para a consolidação da Ação da Mulher Trabalhista (AMT). Queremos preparar e mobilizar novas lideranças para que se tornem apoiadores eleitorais potenciais, impulsionando essa caminhada em conjunto e reforçando a nossa presença na base”, completou.

Conforme ela, o que motivou essa filiação coletiva foi o desejo de transformar indignação em participação. “Muita gente quer mudar a realidade da sua cidade, mas não encontra espaço na política tradicional. O PDT abriu as portas, e essas 60 pessoas chegam para construir, com trabalho de base, um projeto de futuro para o Distrito Federal”.
*Crescimento nas cidades do DF*
O crescimento do PDT-DF tem sido impulsionado pelo fortalecimento dos diretórios locais, pela aproximação com lideranças comunitárias e pela ampliação do diálogo com diversos segmentos da sociedade.
A senadora Leila do Vôlei destacou que esse avanço é resultado de um trabalho contínuo de organização e presença nos territórios. “Esse crescimento não aconteceu por acaso. Foi construído cidade por cidade, no diálogo direto com a população, e junto aos segmentos que fazem a nossa militância pulsar: a juventude, as mulheres, a negritude. Cada nova filiação representa uma pessoa que acredita que o DF pode ser mais justo e mais igual. É essa energia que vai mover o partido em 2026”.
*Novos filiados*
Entre os novos filiados está a estudante de Relações Internacionais Maria Paula Veras, de 22 anos, moradora de Taguatinga. Ela conta que já tinha o desejo de ingressar na política partidária, mas foi ao conhecer a história e os valores do PDT que decidiu oficializar sua filiação. “Eu já queria me filiar a algum partido, mas ainda não tinha certeza. Hoje conheci toda a história do PDT e me encantei. Foi isso que me fez ter certeza da minha decisão. Também sou muito ativista do movimento das mulheres e quero trazer essa atuação para dentro do partido, trabalhando com as mulheres e com o movimento jovem”, afirmou.
Também passou a integrar os quadros do PDT Pedro Hugo Rodrigues Barbosa, de 20 anos, estudante de Relações Internacionais e autônomo. Para ele, a identificação com a história da legenda e com seu compromisso com o desenvolvimento do país foi determinante para a decisão. “Pesquisei sobre a história do partido, sobre as pessoas que fazem parte dele, o ativismo que desenvolve e as grandes personalidades que o fundaram. O que mais me identificou foi o aspecto desenvolvimentista. Eu acredito em um Brasil mais desenvolvido no futuro e quero contribuir para que o PDT caminhe nessa direção”, destacou.
Com a chegada dos novos filiados, o PDT-DF amplia sua presença nas regiões administrativas do Distrito Federal, fortalece sua militância e consolida o trabalho de construção coletiva para as eleições de 2026, com foco na formação de novas lideranças e na defesa de um projeto de desenvolvimento para o DF e para o Brasil.
Olá, meus amigos minhas amigas.
Quem me conhece sabe que minha caminhada na defesa da previdência complementar não começou ontem.
Como diretor de Fundo de Pensão eleito legitimamente pelos participantes, travei grandes batalhas em várias tribunas, conselhos e colegiados para blindar os direitos e o patrimônio dos nossos trabalhadores.
Eu sei o peso de proteger o suor de uma vida inteira.

Hoje, vendo as constantes ameaças que rondam os nossos benefícios e geram tanta angústia para o futuro, decidi dar um passo adiante.
Sou pré-candidato a Deputado Federal pelo PDT-DF porque entendo que a nossa luta técnica precisa virar força política no Congresso Nacional.
Conheço o sistema por dentro e sei como defender os Participantes nessa nova e decisiva tribuna.
A partir de agora, estaremos trazendo para conhecimento e debates alguns dos graves problemas que ameaçam as Entidades Fechadas de Previdência Complementar.
Max Pantoja
Líder Previdenciário e Pré-candidato a Deputado Federal pelo PDT-DF. Ex-Diretor de Fundo de Pensão, Ex- Conselheiro de Empresas, Graduado: Engenharia Elétrica, Ciências Contábeis, Pós: Finanças/IBMEC, Auditoria/FGV, CAEPE/ESG/MD
Há 50 anos, a Farmacotécnica transforma ciência em cuidado personalizado
Fundada em Brasília em 1976, a Farmacotécnica construiu uma trajetória marcada pela inovação, pela ética e pelo compromisso de oferecer soluções individualizadas para cada paciente.
Em um mundo cada vez mais padronizado, a Farmacotécnica escolheu seguir um caminho diferente: o da personalização.
Desde 1976, quando foi fundada pelos farmacêuticos Dr. Rogério Tokarski e Dra. Romelita Tokarski, a empresa tem como propósito respeitar a individualidade de cada pessoa, transformando conhecimento científico em cuidado, bem-estar e qualidade de vida.
Ao longo de cinco décadas, a Farmacotécnica acompanhou a evolução da saúde, da tecnologia e das necessidades dos pacientes, mantendo o compromisso que inspirou sua origem: oferecer tratamentos desenvolvidos de forma segura e alinhados às necessidades de cada organismo.
Hoje, a empresa segue fortalecida pela nova geração da família, representada pelas farmacêuticas Rogy Tokarski e Romy Tokarski, que dão continuidade a uma história construída sobre valores sólidos, inovação constante e atenção farmacêutica de excelência.
Para além de ser uma farmácia de manipulação, a Farmacotécnica tornou-se referência em saúde personalizada no Distrito Federal, unindo tradição, ciência e tecnologia para cuidar de milhares de pessoas ao longo de sua trajetória.
“Personalizar a ciência do cuidar é reconhecer que cada pessoa é única.”
Estrutura, inovação, sustentabilidade e futuro
Tradição para confiar. Ciência para evoluir.
Celebrar 50 anos é olhar para o passado com orgulho e para o futuro com responsabilidade.
Ao longo dessa trajetória, a Farmacotécnica consolidou-se como o maior grupo de farmácias de manipulação de Brasília, investindo continuamente em inovação, pesquisa, qualificação profissional e tecnologia de ponta.
São mais de 10 milhões de fórmulas manipuladas, milhares de prescritores atendidos e uma estrutura composta por laboratórios especializados capazes de desenvolver soluções para diferentes necessidades terapêuticas e perfis de pacientes.
Mas os números contam apenas parte dessa história.
O que realmente sustenta a Farmacotécnica há cinco décadas é a confiança construída diariamente com clientes, prescritores, colaboradores e parceiros.
Essa relação também se reflete no compromisso social e ambiental da empresa, em iniciativas como o Projeto Preservar, voltado à educação ambiental, e em ações permanentes de conscientização sobre o descarte correto de medicamentos.
Ao completar 50 anos, a Farmacotécnica reafirma seu propósito de continuar inovando, ampliando fronteiras e contribuindo para uma saúde cada vez mais personalizada, humana e eficiente.
Porque cuidar vai além de manipular fórmulas.
Cuidar é compreender histórias. É respeitar individualidades. É construir bem-estar para as próximas gerações.
Farmacotécnica 50 anos
Desde 1976, cuidando de pessoas, histórias e vidas.
O Leão que se levantou: como o Sobradinho está se reconstruindo dentro e fora de campo
Sob comando de Gildo Vianna desde 2024, clube supera dívidas de mais de R$ 2 milhões, troca de técnico no meio da temporada e chega ao vice-campeonato do Candangão, garantindo vaga em competições nacionais em 2027.
Fundado em 1º de janeiro de 1975, o Sobradinho Esporte Clube carrega uma história de altos e baixos raros no futebol do Distrito Federal. O clube já disputou a Série B do Campeonato Brasileiro quatro vezes e a Série C uma vez, tem três títulos candangos e viveu, em 2018, o fim de um jejum de 31 anos ao bater o Brasiliense na decisão. Mas nos últimos anos essa história de tradição convivia com um presente de dificuldades: o time amargava temporadas na segunda divisão do futebol candango e o clube acumulava passivos financeiros.
Foi nesse cenário que Gildo Vianna dos Santos assumiu a presidência, em julho de 2024, sucedendo Túlio Lustosa. Segundo o próprio presidente, a herança recebida ia muito além de uma reformulação técnica: “Encontramos um clube abandonado, com mais de R$ 2 milhões em dívidas trabalhistas e impostos atrasados”, afirma.
“Organizamos a parte contábil para recuperar as Certidões Negativas e, com isso, atrair mais investimentos para o clube.”
Três meses depois de assumir, em outubro de 2024, a gestão já colocava o Sobradinho de volta à primeira divisão do Candangão, encerrando um ciclo de temporadas na segunda divisão. Para Gildo, foi o momento mais marcante de sua trajetória à frente do clube até aqui.
Uma temporada de turbulência e superação dentro de campo
Se 2024 marcou o acesso, 2026 testou a reconstrução de um jeito que a diretoria não esperava. O ano começou conturbado: em fevereiro, o técnico Daniel Franco foi demitido às vésperas da última rodada da fase inicial do Candangão, após uma derrota por 3 a 0 para o Samambaia. O treinador, contratado no fim de 2025, vinha de um aproveitamento de 58%, com quatro vitórias, dois empates e duas derrotas em oito jogos, mas a diretoria optou por uma mudança de rumo. Assumiu o comando, de forma interina, o técnico Vinícius La Porta, que vinha do sub-20 e havia comandado a equipe na Copa São Paulo de Futebol Júnior.
A decisão surtiu efeito dentro de campo. Sob La Porta, o Sobradinho eliminou o Samambaia na semifinal e avançou à final do Candangão pela primeira vez em sete anos, algo que não acontecia desde o título de 2018, justamente diante do Brasiliense.
Gildo resume o momento assim: “Foi uma temporada de superação. Conseguimos formar um elenco muito forte, com jogadores bastante dedicados, e uma comissão técnica muito comprometida. Todos sabiam que não tínhamos muitos investimentos, mas jamais faltaram dedicação ou vontade de vencer.”
A decisão aconteceu em 21 de março, no Estádio Mané Garrincha, com público de 43.335 torcedores, o maior registrado em uma final do Candangão nos últimos anos. Depois de 0 a 0 no tempo normal, o título foi decidido nos pênaltis, com o Gama levando a melhor por 5 a 4 e conquistando o bicampeonato, o 15º título de sua história na competição.
Apesar da derrota, o resultado teve um efeito prático importante: o vice-campeonato garantiu ao Sobradinho vaga em competições nacionais de 2027, entre elas a Série D do Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil e a Copa Verde. Depois de anos nas divisões de acesso do futebol candango, o clube volta a ter calendário nacional.

“O Sobradinho Esporte Clube vive um momento muito importante de reestruturação, que renova a esperança de todos os seus torcedores. A reconstrução do clube demonstra planejamento, compromisso e a vontade de recolocar o Sobradinho no lugar de destaque que sua história merece. Como torcedor, fico muito feliz em ver esse trabalho sendo desenvolvido. Um clube forte representa muito mais do que resultados dentro de campo: fortalece a identidade da nossa cidade, incentiva nossos jovens, movimenta a economia local e enche de orgulho toda a população de Sobradinho. Quero parabenizar toda a diretoria pelo empenho, pela dedicação e pela coragem de conduzir esse processo de reconstrução. Tenho confiança de que, com trabalho sério e união, o Sobradinho Esporte Clube continuará crescendo e conquistando cada vez mais espaço no cenário esportivo do Distrito Federal e da região. O Sobradinho é patrimônio da nossa cidade e merece todo o nosso apoio.” Ricardo Vale (PT-DF), deputado distrital , Torcedor Fanático
O gargalo estrutural do futebol candango
Para Gildo, o principal obstáculo do clube não está dentro de campo.
“Nossa maior dificuldade é a falta de investimento, tanto por parte do poder público quanto do setor produtivo do Distrito Federal”, diz. O presidente rebate a percepção de que o futebol do DF não atrai capital: “Existe uma ideia de que o futebol do DF não traz retorno. Na minha concepção, isso é uma falácia. Nosso futebol é um polo de desenvolvimento futebolístico, e daqui já saíram vários craques para o mundo.”
A avaliação de Gildo dialoga com um problema conhecido do futebol do Distrito Federal: historicamente, os clubes candangos têm dificuldade em sustentar investimento e estrutura de forma constante, com equipes que oscilam entre bons ciclos e períodos de esvaziamento financeiro, como o próprio Sobradinho viveu antes de 2024. Fora do relato do presidente, a reportagem não localizou dados públicos e atualizados sobre volume de patrocínio ou investimento privado nos clubes do DF que permitam mensurar com precisão essa defasagem em relação a outros estados.
A aposta na torcida e no Sócio Torcedor
Uma das apostas centrais da gestão é transformar a relação com a torcida em sustentação financeira do projeto.
“Nosso maior patrimônio é a nossa torcida”, afirma Gildo. “Tenho dito que nossa torcida é o principal pilar dessa reconstrução.”
Nos próximos dias, segundo o presidente, o clube deve lançar o programa Sócio Torcedor, iniciativa que pretende formalizar o vínculo entre a comunidade e o clube. “O Sobradinho EC é fruto da comunidade. Todos que conheço, tanto da direção quanto da torcida, pertencem à comunidade de Sobradinho”, diz. Até o fechamento desta reportagem, o clube não havia detalhado publicamente valores de adesão, benefícios ou data exata de lançamento do programa.
Gildo também descreve como equilibra a paixão de torcedor com a responsabilidade de gestor, algo que ele reconhece não ser simples:
“Gosto de assistir aos jogos junto da nossa torcida apaixonada. Às vezes, sou pego fazendo alguns questionamentos durante a partida, e o pessoal que está à minha volta diz: ‘Vai reclamar com o presidente’.”
Categorias de base, futebol feminino e as promessas para o futuro
Além da equipe profissional, a diretoria projeta um plano mais amplo para os próximos anos: retomar as categorias de base, hoje inexistentes no clube, e implementar o futebol feminino. Também está nos planos conquistar um Centro de Treinamento próprio, hoje uma limitação estrutural para clubes de menor orçamento no Distrito Federal.
“O retorno das categorias de base tem sido um dos nossos principais objetivos. Estamos trabalhando para conquistar nosso Centro de Treinamento, onde poderemos transformar o sonho de milhares de crianças e jovens em realidade”, diz Gildo.
Como no caso do Sócio Torcedor, o clube ainda não apresentou cronograma público para a execução desses projetos.
Para o presidente, o papel do clube vai além do resultado esportivo:
“Não vejo o futebol apenas como time profissional. Acredito que o Sobradinho EC pode cumprir um papel muito importante na formação de cidadãos e cidadãs de bem para a nossa sociedade.”
O que vem pela frente
Com vaga garantida em competições nacionais para 2027, o Sobradinho encara agora um teste de outra grandeza: manter, fora dos holofotes de uma final histórica, a organização financeira que a diretoria diz estar construindo desde 2024. A meta declarada pelo presidente é ambiciosa:
“Fazer do Sobradinho EC uma referência para o futebol brasileiro.” Daqui a cinco anos, ele projeta o clube “disputando as maiores competições do nosso futebol”.
Entre o discurso e a prática, o próximo ano será decisivo para medir se a reconstrução do Leão da Serra resistirá ao desafio de competir, ao mesmo tempo, nas ligas nacionais e no equilíbrio das próprias contas













































