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segunda-feira, abril 20, 2026
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A ilusão da liberdade: quando as algemas invisíveis persistem

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Muitas vezes, acreditamos que a opressão termina quando as correntes são retiradas, mas será que a verdadeira degradação humana está apenas nas algemas visíveis? “Não vejam as algemas dos deportados como uma forma de degradação humana. Retirando as algemas, a degradação continua.” Essa frase nos convida a uma reflexão profunda sobre como a injustiça e a desumanização podem persistir mesmo sem marcas aparentes.


A história nos mostra diversos exemplos de grupos que, mesmo libertos fisicamente, continuaram presos a condições degradantes. Pensemos nos ex-escravizados após a abolição: livres no papel, mas sem acesso à terra, educação ou direitos básicos, acabaram submetidos a novas formas de exploração.

Hannah Arendt, em Origens do Totalitarismo, descreve como os apátridas e refugiados políticos, apesar de não estarem mais presos, continuavam sendo tratados como párias, privados de direitos e dignidade. A opressão, muitas vezes, não precisa de correntes de ferro, pois os grilhões sociais e econômicos são igualmente eficazes.


Essa realidade também se manifesta no mundo contemporâneo. Quantas pessoas vivem sem liberdade real, presas a um sistema que limita suas oportunidades? Pierre Bourdieu, em A Reprodução, explica como a sociedade perpetua desigualdades de forma invisível, fazendo com que aqueles nascidos em condições desfavoráveis tenham poucas chances reais de ascensão. A pobreza, a falta de acesso à educação e a discriminação funcionam como algemas invisíveis, mantendo milhões de pessoas em situações de degradação, mesmo sem cadeias físicas.

Dessa forma, a frase nos desafia a olhar além do óbvio. A verdadeira libertação não ocorre apenas com a retirada das correntes visíveis, mas sim quando se quebram os mecanismos que perpetuam a exclusão. O desafio não é apenas acabar com as prisões físicas, mas também com as estruturas que mantêm a desigualdade viva. Afinal, de que adianta soltar as algemas se a degradação continua?

Encontre um caminho, não uma desculpa: o segredo da superação

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A diferença entre aqueles que conquistam seus sonhos e aqueles que apenas sonham está em uma escolha fundamental: buscar soluções em vez de desculpas.
Quando enfrentamos desafios, é tentador culpar as circunstâncias, o tempo, ou até mesmo a falta de apoio. Mas, como dizia o filósofo grego Epicteto: “Não são as coisas que nos acontecem, mas o que fazemos com elas que importa.”

Nossa capacidade de enxergar um caminho em meio aos obstáculos define nosso destino.
É verdade que todos enfrentamos limitações.

Pode ser a falta de recursos financeiros, a falta de tempo ou até mesmo barreiras emocionais como medo e insegurança. Mas existem incontáveis histórias de superação que mostram que essas limitações podem ser vencidas.

Pense em Helen Keller, que era cega e surda, mas encontrou um caminho para se tornar uma autora e ativista respeitada mundialmente. Sua vida é a prova viva de que as desculpas são, muitas vezes, construções da nossa mente. Keller escreveu: “A única coisa pior do que ser cego é ter visão, mas nenhuma visão interior.”

Muitas vezes, nossas desculpas têm raízes no medo. O medo de falhar ou de parecer inadequado paralisa nossas ações. No entanto, a Bíblia ensina em 2 Timóteo 1:7 que “Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, amor e autocontrole.” Essa mensagem reforça que não fomos feitos para nos esconder atrás de desculpas, mas para avançar com coragem e determinação.

Uma prática poderosa para substituir desculpas por ação é o pensamento orientado para soluções. Em vez de focar no problema, pergunte-se: “O que posso fazer com os recursos que tenho agora?” Imagine alguém que deseja começar um negócio, mas não tem capital.

Ele poderia se render à desculpa de “não ter dinheiro” ou começar pequeno, utilizando ferramentas gratuitas, construindo redes de contatos e aprendendo constantemente. O fundador da Nike, Phil Knight, começou vendendo tênis do porta-malas de seu carro. Ele não esperou pelas condições ideais; ele começou com o que tinha.

Outro ponto essencial é cultivar a resiliência, a habilidade de se reerguer após quedas. O sociólogo alemão Max Weber apontou que o sucesso está frequentemente ligado a uma ética de trabalho disciplinada e persistente. Não importa quantas vezes falhemos, cada tentativa nos ensina algo novo. Em vez de uma desculpa, encontramos aprendizado.

Por fim, a verdadeira superação começa com um compromisso interno. Quando nos comprometemos genuinamente com nossos objetivos, o universo parece abrir caminhos. Isso não significa que será fácil, mas significa que teremos a força necessária para perseverar. Confúcio, o grande filósofo chinês, disse: “A maior glória não é nunca cair, mas levantar-se toda vez que caímos.” Essa é a essência de encontrar um caminho: a determinação de continuar, mesmo quando tudo parece perdido.

Lembre-se, cada vez que você se encontra formulando uma desculpa, está fechando uma porta para o crescimento. Ao invés disso, foque em soluções e oportunidades. Há um mundo de possibilidades esperando por aqueles que escolhem agir. O caminho pode ser árduo, mas o destino vale cada esforço.

Uma noite onde todas as matizes políticas prestigiaram a pauta do empreendedorismo do Distrito Federal.

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Na última terça-feira, dia 25/2, no BSB GRILL, Valdir Oliveira lançou o seu primeiro livro:

REFLEXÕES SOBRE CRÉDITO E PEQUENOS NEGÓCIOS.

A proposta do autor foi uma publicação de um livro de cabeceira para levar aqueles que são empreendedores ou que querem ser empreendedores possam refletir sobre as decisões de crédito e de gestão. Como diz Valdir, crédito é como remédio. Se for dado na posologia certa, salva o paciente, mas se errar a posologia, colocará em risco a vida do paciente. Por isso é importante refletir sobre as decisões do dia a dia dos pequenos negócios. Mas não foi só o empreendedorismo que chamou a atenção dos presentes.

Presenças políticas que ressaltaram e celebraram Valdir Oliveira mostram que temas importantes para a cidade não tem ideologia, nem disputa política.

A presença da Deputada Paula Belmonte, do EX-Governador Arruda, do Secretário José Humberto, do ex-Deputado Magela, do Presidente do Iphan Leandro Grass, do Presidente da ABDI Ricardo Cappelli, do ex-governador Rollemberg e do ex-deputado Joe Valle mostram que Valdir Oliveira uniu todas as matizes políticas na defesa de uma Brasília mais empreendedora.

O egoísmo como virtude? A polêmica filosofia moral de Ayn Rand

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A diferença entre aqueles que conquistam seus sonhos e aqueles que apenas sonham está em uma escolha fundamental: buscar soluções em vez de desculpas.

Quando enfrentamos desafios, é tentador culpar as circunstâncias, o tempo, ou até mesmo a falta de apoio. Mas, como dizia o filósofo grego Epicteto: “Não são as coisas que nos acontecem, mas o que fazemos com elas que importa.” Nossa capacidade de enxergar um caminho em meio aos obstáculos define nosso destino.


É verdade que todos enfrentamos limitações. Pode ser a falta de recursos financeiros, a falta de tempo ou até mesmo barreiras emocionais como medo e insegurança. Mas existem incontáveis histórias de superação que mostram que essas limitações podem ser vencidas. Pense em Helen Keller, que era cega e surda, mas encontrou um caminho para se tornar uma autora e ativista respeitada mundialmente. Sua vida é a prova viva de que as desculpas são, muitas vezes, construções da nossa mente. Keller escreveu: “A única coisa pior do que ser cego é ter visão, mas nenhuma visão interior.”
Muitas vezes, nossas desculpas têm raízes no medo. O medo de falhar ou de parecer inadequado paralisa nossas ações.

No entanto, a Bíblia ensina em 2 Timóteo 1:7 que “Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, amor e autocontrole.” Essa mensagem reforça que não fomos feitos para nos esconder atrás de desculpas, mas para avançar com coragem e determinação.

Uma prática poderosa para substituir desculpas por ação é o pensamento orientado para soluções. Em vez de focar no problema, pergunte-se: “O que posso fazer com os recursos que tenho agora?” Imagine alguém que deseja começar um negócio, mas não tem capital.

Ele poderia se render à desculpa de “não ter dinheiro” ou começar pequeno, utilizando ferramentas gratuitas, construindo redes de contatos e aprendendo constantemente. O fundador da Nike, Phil Knight, começou vendendo tênis do porta-malas de seu carro. Ele não esperou pelas condições ideais; ele começou com o que tinha.

Outro ponto essencial é cultivar a resiliência, a habilidade de se reerguer após quedas. O sociólogo alemão Max Weber apontou que o sucesso está frequentemente ligado a uma ética de trabalho disciplinada e persistente. Não importa quantas vezes falhemos, cada tentativa nos ensina algo novo. Em vez de uma desculpa, encontramos aprendizado.

Por fim, a verdadeira superação começa com um compromisso interno. Quando nos comprometemos genuinamente com nossos objetivos, o universo parece abrir caminhos. Isso não significa que será fácil, mas significa que teremos a força necessária para perseverar. Confúcio, o grande filósofo chinês, disse: “A maior glória não é nunca cair, mas levantar-se toda vez que caímos.” Essa é a essência de encontrar um caminho: a determinação de continuar, mesmo quando tudo parece perdido.

Lembre-se, cada vez que você se encontra formulando uma desculpa, está fechando uma porta para o crescimento. Ao invés disso, foque em soluções e oportunidades. Há um mundo de possibilidades esperando por aqueles que escolhem agir. O caminho pode ser árduo, mas o destino vale cada esforço.

Ministro Celso Sabino fala do Turismo a empresários do Lide Brasília

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O ministro do Turismo, Celso Sabino, foi o palestrante da primeira reunião do Lide Brasília – Grupo de Líderes Empresariais realizada neste ano. O evento aconteceu nesta quarta-feira (25), na residência do presidente do NW Group, Fernando Cavalcanti, e contou com a presença do governador Ibaneis Rocha, da vice, Celina Leão, dos secretários Cristiano Araújo (Turismo), José Humberto Pires de Araújo (Governo) e Giselle Ferreira (Mulher), do presidente do Tribunal de Contas do DF (TCDF), Manoel de Andrade, de parlamentares e do presidente da Caesb, Luiz Antônio Reis, entre outras autoridades.

Presidente do Lide Brasília, o empresário Paulo Octávio abriu o evento destacando o papel do Turismo para o Brasil. “Sou apaixonado pelo setor e tive o privilégio de fundar, na Câmara dos Deputados, a Comissão de Turismo, em 1998. E quando houve a eleição para presidente de 2002, fizemos um livro sobre o turismo, que era muito esquecido no Brasil. Apresentamos aos candidatos, inclusive para o presidente Lula. Quando houve sua primeira vitória, postulamos a criação do ministério. E aí nasceu o Ministério do Turismo, graças à força do Congresso Nacional”, exemplificou, antes de passar a palavra ao governador Ibaneis Rocha.

Em seu pronunciamento antes da palestra, ele elogiou os encontros do Lide Brasília e a atuação do ministro Celso Sabino. “Esses eventos são muito importantes porque é o momento de a gente unir o empresariado em torno de temas fundamentais, como a questão do turismo. E a gente tem a grata satisfação de ter nesse ministério uma pessoa tão dinâmica e atenciosa como o ministro Celso Sabino. Isso a gente tem que ressaltar”, disse Ibaneis.

“Ele não deixa de atender um telefonema, de responder uma mensagem, de se colocar à disposição, tanto do governo do Distrito Federal, quanto dos secretários de turismo de todos os estados. Parabéns pela sua postura, Celso. Mas não posso deixar de falar da nossa capital. Tivemos, para que vocês tenham uma ideia, desde 2019, um aumento de 40% de turistas na nossa cidade”, destacou, lembrando a qualidade do Aeroporto JK e da rede hoteleira.

“Isso contribui muito para o turismo do Distrito Federal, que está entre os 30 destinos mais procurados do mundo. E temos uma segurança na cidade que garante esses eventos. Tivemos, ano passado, o jogo da seleção brasileira e diversos shows. Não se comenta sequer um furto de um celular. Isso contribui para que Brasília avance no turismo. E queremos avançar mais. Temos trabalhado com o Cristiano (Araújo) para que a gente traga mais eventos para o DF. E o próximo que está aí para acontecer: o jogo da seleção que conseguimos trazer para cá graças a uma boa articulação que temos com a CBF”, ressaltou.

O governador disse ainda que o DF fará uma grande festa no dia 21 de abril comemorando os 65 anos de Brasília. “É um momento de muita alegria, de muita prosperidade para o turismo. O Distrito Federal já entrou no circuito mundial de shows. Brasília também tem uma agenda de shows internacionais que vai ocorrer durante todo o ano. Então, só quero agradecer ao Celso (Sabino) por tudo o que tem feito para a gente”, concluiu.

A palestra
O ministro Celso Sabino detalhou as ações do governo federal e da pasta nestes dois anos à frente da pasta. “A partir de julho de 2023, assumimos o Ministério do Turismo, que tinha acabado de passar por uma reformulação. Vivemos um momento de readequação orçamentária e de reestruturação administrativa, mas tínhamos apenas em torno de R$ 20 milhões de recursos discricionários disponíveis para fazermos a gestão da política pública do turismo em todo o País em meio ano. Valor muito aquém do que seria necessário”, comentou.

Para 2024, com uma perspectiva orçamentária de pouco mais de R$ 200 milhões e investimentos tímidos se comparados aos feitos no setor por outros países do mundo, a pasta começou a trabalhar para desenvolver as políticas públicas para fomentar o setor. “Fomos ao Congresso Nacional, com uma ampla articulação envolvendo a Câmara e o Senado. Ao fim da indicação das emendas, tínhamos mais de R$ 5 bilhões em emendas indicadas pelo Ministério do Turismo. E a fechamos a peça orçamentária aprovada pelo Congresso com mais de R$ 2,3 bilhões para 2024”, destacou.

O recurso permitiu ampliar as ações do ministério, concluindo mais de 900 obras de infraestrutura turística inacabadas, além de dar início a mais de mil em todo o País. Paralelo a isso, houve melhoraria e qualificação da promoção do turismo nacional e do internacional para os nossos principais clientes. “Avançamos nas grandes feiras nacionais, na promoção, na divulgação, em campanhas publicitárias, na TV, nos principais meios de comunicação no nosso País. Participamos das principais feiras internacionais como um País unificado, que reúne características para ser atrativo aos investidores”, detalhou, lembrando que o Brasil acabou homenageado em eventos como a FIT de Buenos Aires e na FITUR de Madrid

Internamente, lembrou Celso Sabino, houve esforços em conjunto com os governos estaduais e municipais de praticamente todas as prefeituras do Brasil, com a retomada do Conselho Nacional do Turismo. “Criamos o Plano Nacional com metas concretas para os próximos cinco anos, e a partir daí definimos ações, programas e atividades que devem ser executadas pelo poder público e pelo poder privado para que as metas sejam alcançadas”, acrescentou.

Como ponto alto desta parceria, o Congresso Nacional aprovou a Lei Geral do Turismo em 2024. “A lei estava há dez anos tramitando e contou com ampla articulação do governo. Estive pessoalmente no Congresso Nacional fazendo as ações para dirimir qualquer dúvida dos parlamentares e conseguimos um feito até aquele momento inédito, na aprovação do projeto na Câmara, com os parlamentares de extrema-direita, de extrema-esquerda, de centro, por unanimidade, aprovando a lei que está em vigor”, apontou.

Essa nova diretriz trouxe inovações para o setor, deu mais garantias aos turistas e seus resultados começaram a ser refletidos nos números apresentados no fim de 2024, quando o Brasil conseguiu superar todos a avaliação do setor do turismo, desde o quantitativo de estrangeiros que entraram no País para turismo até o volume de gastos de estrangeiros, que superaram os R$ 43 bilhões. “E no turismo doméstico, superamos a marca de 350 milhões de viagens dentro do Brasil considerando todos os modais”, acrescentou.

Foto: Celso Junior

Mas ainda havia muito a crescer. “Nas nossas viagens e eventos internacionais e nas conversas com embaixadores e lideranças políticas e administrativas do turismo, percebemos que temos uma terra fértil a ser cultivada na busca de capital estrangeiro para investimentos no País. A partir daí, elaboramos o Guia de Investimentos que foi lançado em janeiro, em Madri. Esse guia, escrito em diversos idiomas, já circula pela Ásia, Europa, América do Norte e pelos quatro cantos do mundo através da internet, reunindo os principais investimentos capazes de captar capital estrangeiro no nosso país”, detalha.

Neste campo, são apresentados projetos de construção de resorts, parques e aeroportos. “Esse guia continua aberto para a inscrição de novos investimentos, para captar recursos de capital estrangeiro. O resultado de tudo isso é que no ano passado o Brasil quebrou o recorde de capital estrangeiro investido no Brasil no setor do turismo. Foram mais de US$ 320 milhões. Em resumo, superamos todas as marcas e todos os recordes do setor no ano de 2024”, definiu.

Os números continuam a ser replicados em 2025. “Finalizamos agora os dados da Receita Federal e da Polícia Federal. E janeiro de 2025 já registrou mais de 1,4 milhão de estrangeiros entrando no Brasil, número superior em 55% o do mesmo mês de 2024. Isso dá o cartão de visita do que vai ser este ano para o turismo”, completou, afirmando que o Ministério do Turismo tem investido no maior programa de recuperação da história do Brasil, com a aplicação de mais de R$ 1,7 trilhão em obras de infraestrutura aeroportuárias, rodoviárias, ferrovias e portos diretamente ligados ao turismo.

“O Brasil ocupa hoje um lugar de destaque e de interesse dos investidores internacionais. Isso deve não só aos esforços da nossa equipe administrativa, mas, sobretudo, à nova imagem que o mundo passa a ter no Brasil. Hoje, o mundo enxerga o Brasil como um país sólido, seguro, de estabilidade econômica, financeira e, sobretudo, política. A presença do presidente Lula nos principais eventos internacionais mostra que o País se voltou mais uma vez ao diálogo e à abertura para o debate de alto nível. Sugiro a todos os empreendedores do setor que invistam e não percam a oportunidade”, concluiu.

Primeira farmácia de manipulação de Brasília, renova o visual das suas lojas.

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Primeira farmácia de manipulação do DF lança loja conceito

Rogério Tokarski, fundador e diretor da primeira farmácia de manipulação do DF, recebeu, ao lado da esposa Romelita e de suas filhas Romy e Rogy, os amigos no coquetel de relançamento da nova unidade da 302 Sul, apresentando o novo conceito das próximas lojas da Farmacotécnica.

Junto a profissionais da área, clientes, empresários e autoridades, também foram apresentadas várias novidades, como novos lançamentos e novas embalagens. Marca consagrada, a Farmacotécnica  está na liderança do mercado desde 1976 e tem no seu DNA a inovação para apresentar sempre soluções que vão ao encontro da necessidade das pessoas.  

Encantamento

Em meio a espaços em que o cliente tem a chance de provar os produtos na própria loja, a unidade modelo da rede de farmácias deve ser replicada para as próximas filiais, trazendo mais conforto e modernidade para o público.

Alegria contagiante

Era o que podia ser sentido pelos convidados da noite de inauguração, repleto de profissionais de saúde, parceiros, colaboradores e fornecedores da empresa familiar, todos ansiosos para conhecerem o novo visual da loja.  

Farmacotécnica. Junto a profissionais da área, clientes, empresários e autoridades, também foram apresentadas várias novidades, como novos lançamentos e novas embalagens. Marca consagrada, a Farmacotécnica  está na liderança do mercado desde 1976 e tem no seu dia a dia, a marca registrada da família, receber sempre muito bem e nos eventos cooperativos seguir a tradição familiar.