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terça-feira, abril 28, 2026

Dead Fish é atração da próxima sexta no Porão do Rock.

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Dead Fish é atração da próxima sexta no Porão do Rock.

A 61 Brasília entrevistou com exclusidade o vocalista da banda, Rodrigo Lima.

 

Por Raquel Paternostro

A banda, fundada em Vitória-ES em 1991 atravessa gerações com seu hardcore pesado, politizado e de extrema qualidade! Como capixaba de coração que sou, tive o privilégio de acompanha-los como fã desde 1998, quando foi lançado o “Sirva-se” pelo selo Lona! Records, antes do sucesso nacional quando arrastavam centenas de jovens para suas apresentações já autorais. Confira meu curto bate papo com o Rodrigo!

 

61: Qual a relação e sensação do Dead Fish e/ou dos músicos com Brasília?

Rodrigo: Eu já tinha correspondencia escrita, por carta com muitas pessoas daí de BSB desde os anos 90, conheci muitas bandas da cena por conta desse contato. Nossa primeira vez tocando por ai foi em 2000 ou 2001, levamos tempo pra conseguir tocar na cidade. Quando chegamos conhecíamos quase todos por carta e demos (fitas com músicas das bandas), fora as bandas que já eram grandes por aí. Depois do B Rock dos anos 80, nosso contato era a Bianca Martim, a Prótons, o selo dela na época, e o Bulimia, a banda dela. Inclusive, esse álbum foi escrito em parceria com o Álvaro Dutra que é daí de Brasília. É um cara bem envolvido no cenário naquele tempo e, acho, que até hoje.

 

61: Qual a sensação o de trazer pela primeira vez a turnê do disco Ponto Cego para Brasilia, visto que ele e extremamente politizado e tem uma serie de criticas ao governo Bolsonaro e seus eleitores? 

Rodrigo: É importante estar aí, num festival grande, lançando o álbum. Ponto Cego é um álbum concebido também por um cara da cidade de Brasília. Fazer essa apresentação aí é ver como esse disco esta tomando forma pro público brasiliense.

 

61: O que o público pode esperar deste show?  Vocês vão tocar os clássicos ou vão focar mais no Ponto Cego? Pode divulgar o set list?

Rodrigo: A gente sempre muda o set em cima da hora. Temos sempre uma base, que no caso é o Ponto cego, umas 6 ou 7 músicas, daí vemos como faremos o set sentindo o dia, o horário… Tem algumas variáveis.

 

61: São quase 30 anos de banda. (Sei que é meio abrangente), mas o que de mais marcante mudou em relação ao público e ao trabalho de vocês?

Rodrigo: A gente tem o privilégio e a sorte de vermos gerações passarem na nossa frente nas apresentações. Sou, pessoalmente, feliz por tocar os mais jovens, os que vem com novas ideias. Essa mudança acontece inexplicavelmente desde 99, quando uma geração se foi e outra chegou. Então estamos sempre vendo gente nova, formas diferentes de mosh, formas novas de encarar o punk em suas ideias. Enfim, a mudança é uma constante…

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