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segunda-feira, junho 29, 2026

Pablo Marçal cobra sua participação nos debates eleitorais

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Candidato se disse excluído de discussões que antecedem as eleições

Em postagem nas redes sociais, o candidato à presidente da República pelo (Pros), Pablo Marçal questionou sua exclusão dos debates eleitorais organizados pelos veículos de mídia. Ele considerou antidemocrática a sua ausência.

“Eu não estou aqui para cobrar nada, eu só quero o meu direito de ser candidato e parar de ser perseguido.”, escreveu.

As atuais regras gerais para os debates foram fixadas pela Lei Federal 13.488/2021, que ficou conhecida como minirreforma eleitoral. Segundo o artigo 46º, devem ser obrigatoriamente chamados todos os candidatos de partidos que tenham representação de pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional. O convite aos demais é facultativo

O candidato cumpre agenda em cidades de Minas Gerais e Ribeirão Preto (SP), onde fará “adesivaço”, como informou a organização da campanha, disse que, se eleito, criará o Ministério da Empresarização e que, por meio dele, estimulará a criação de 10 milhões de empresas no país. Para o candidato, o que faz uma nação prosperar e aumentar o poder aquisitivo de seus cidadãos “é produtividade, a cultura empreendedora aplicada em todas as esferas da sociedade”.

“Além de alavancar a economia do país, a empresarização vai ativar e dar suporte para cada brasileiro que desejar empreender”, acrescentou ao justificar o neologismo que dará nome ao novo ministério.

Segundo ele, “cada brasileiro pode criar soluções; dirigir e administrar pequenos e grandes negócios, com o objetivo de trazer o sustento e proporcionar uma vida plena para sua família aumentando dessa forma, a energia da economia brasileira”, disse em nota divulgada à imprensa.

Para facilitar a criação desses empreendimentos, Marçal adotará como estratégia a “simplificação fiscal” e a criação de um expediente a ser chamado de Retorno sobre a Administração Pública, por meio do qual “se estabelecerá imposto inteligente único em substituição a onze tributos federais”.

“Vamos diminuir a burocracia e a sonegação, aumentando a justiça social e a empregabilidade”, completou.

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