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Obra-prima de Lars Von Trier ganha adaptação para o teatro

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Obra-prima de Lars Von Trier ganha adaptação para o teatro

A peça Dogville está em cartaz durante o mês de novembro no CCBB

O diretor paulistano Zé Henrique de Paula (vencedor dos prêmios Shell, APCA, Reverência, Aplauso Brasil e Arte Qualidade Brasil) dirige a primeira adaptação teatral brasileira para Dogville, obra-prima do cineasta dinamarquês Lars Von Trier.

A trama se passa na fictícia cidade de Dogville, uma pequena e obscura cidade situada no topo de uma cadeia montanhosa, ao fim de uma estrada sem saída, onde residem poucas famílias formadas por pessoas aparentemente bondosas e acolhedoras, embora vivam em precárias condições de vida. A pacata rotina dos moradores daquele vilarejo é abalada pela chegada inesperada de Grace (Larissa Maciel) uma forasteira misteriosa que procura abrigo para se esconder de um bando de gangsteres.

Recebida por Tom Edison Jr. (Rodrigo Caetano), que, comovido pela sua situação, convence os outros moradores a acolhe-la na cidade, Grace, apesar de afirmar nunca ter trabalhado na vida, decide oferecer seus serviços para as famílias da Dogville em agradecimento pela sua generosidade. Porém, no decorrer da trama, um jogo perverso se instaura entre os moradores da cidade e a bela forasteira: quanto mais ela se doa e expõe a sua fragilidade e a sua bondade, mais os cidadãos de bem exigem e abusam dela, levando a situação a extremos inimagináveis.

A obra evidencia críticas ao mundo contemporâneo e à sociedade de consumo e aborda também os limites humanos

Sobre Zé Henrique de Paula

Ganhador dos prêmios Shell, APCA, Reverência, Aplauso Brasil e Arte Qualidade Brasil, é Zé Henrique de Paula é mestre em direção teatral pela University of Essex, em Londres, na Inglaterra. Ele também é bacharel em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Mackenzie e pós-graduado em Artes Cênicas pela Escola de Comunicação e Artes da USP. Fez curso de Costume Design For Theatre and Screen, na Central Saint Martins/College of Art and Design – London, com Gary Thorne.

Alguns dos espetáculos que dirigiu são “1984”, “Cândida”, “Senhora dos Afogados”, “As Troianas – Vozes da Guerra”, “Bichado”, “No Coração do Mundo”, “Mormaço”, “Nossa Classe”, “Ou Você Poderia me Beijar”, “Preto no Branco”, “Sideman”, “Urinal, o Musical”, “Ao Pé do Ouvido”, “Lembro Todo Dia de Você” e “Carrossel, o Musical”.

Ficha técnica:

Título Original: Dogville

Autor: Lars Von Trier

Direção: Zé Henrique de Paula

Elenco: Alexia Dechamps, Ana Andreatta, Blota Filho, Eric Lenate, Fernanda Couto, Fernanda Thurann, Gustavo Trestini, Larissa Maciel, Lucas Romano, Marcelo Villas Boas, Marcia Oliveira, Munir Pedrosa, Otto Jr., Rodrigo Caetano, Rosana Penna, Thiago Furlan

Idealização: Felipe Lima

Realização: Sevenx Produções Artísticas

Serviço:
Valor dos ingressos: R$ 30 inteira e R$ 15 meia
Dia 15/11 (sexta-feira) – às 20h – sessão com tradução em Libras

Dia 17/11 (domingo) – às 19h – sessão seguida de bate-papo com elenco

Dia 23/11 (sábado) – às 16h – sessão extra

CineCult apresenta A Marcha dos Pinguins

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CineCult apresenta A Marcha dos Pinguins

O longa francês ganhou Óscar de Melhor Documentário em 2006 e a dublagem norte-americana ficou por conta do ator Morgan Freeman

O CineCult, sob a curadoria de Íria Martins, exibe o filme A Marcha dos Pinguins. Com entrada franca, a película será exibida no dia 07 de novembro às 19h no Teatro do Brasília Shopping. O documentário francês de 2005 tem no elenco Morgan Freeman, Romane Bohringer e Charles Berling. A Marcha dos Pinguins é um dos documentários mais bem-sucedidos do gênero. Foram ao todo 1.200 pinguins que levaram a história de luta pela vida às telas de cinema, com o único objetivo de preservar a espécie.

A produção francesa conta a trajetória de milhares de machos da espécie pinguim-imperador que parte da Antártida em busca de fêmeas para se reproduzir. Durante a viagem de 4 meses, os pinguins enfrentam temperaturas de 65 graus abaixo de zero, muitos predadores, falta de alimento e ventos que ultrapassam os 160 quilômetros por hora. Filmado em condições muito difíceis na Antártida, durante cerca de 14 meses, o documentário conta a belíssima história que esses animais passam para garantir a sobrevivência da espécie. Foi narrado pelo ator Morgan Freeman, rendendo cerca 80 milhões de dólares e o Óscar de Melhor Documentário em 2006.

Serviço:

CINECULT 2019

A Marcha dos Pinguins

Data: 07 de novembro, quinta-feira

Horário: 19h

Local: Teatro do Brasília Shopping

Entrada franca

Curadoria e organização de Íria Martins

Novembro Azul alerta para cuidados com o diabetes

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Novembro Azul alerta para cuidados com o diabetes

 

Doença pode trazer consequências para a visão

Novembro Azul do diabetes ou da próstata? Nos últimos anos, no Brasil, Novembro Azul virou sinônimo de cuidados com a saúde masculina, especialmente o câncer de próstata. No entanto, o mês também é uma data utilizada para outro alerta igualmente importante: o diabetes. Definido pela Federação Internacional de Diabetes e a OMS, 14 de novembro é, desde 1991, o Dia Mundial do Diabetes, que afeta 380 milhões de pessoas no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, são mais de 13 milhões de diabéticos, o que representa 6,9% da população1. Se não tratada, a doença pode causar sérias consequências, inclusive para os olhos. Para tirar dúvidas sobre retinopatia diabética, o Grupo Opty conta com o Dr. Sérgio Kniggendorf, oftalmologista do Hospital Oftalmológico de Brasília – HOB.

O que é – Retinopatia diabética é quando o diabetes afeta a retina, parte neurológica do olho responsável pela captação de imagens, e seus vasos sanguíneos. “Seu diagnóstico precoce é importante, porque tem início silencioso e pode levar à perda total e irreversível da visão, se não tratada”, explica o oftalmologista. “Inicialmente assintomática, quando o paciente começa a perceber a perda da visão, geralmente, a doença já está na fase mais adiantada. Primeiro, há um leve embaçamento e, muito rapidamente, pode evoluir com perda importante da visão”, conta o especialista.

Conforme explica o Dr. Kniggendorf, após alguns anos, a maioria dos diabéticos terá alterações na retina, independentemente do gênero. Mas o quadro pode se iniciar mais cedo, se não houver controle da doença, por meio de alimentação, prática de exercícios e, quando necessário, medicação com acompanhamento médico. Em geral, o oftalmologista explica que a retinopatia diabética se manifesta 10 anos após o diagnóstico de diabetes. As pessoas com diabetes e que também têm pressão alta têm risco muito maior de desenvolver retinopatia diabética, porque ambas as doenças provocam lesões na retina.

Se é possível traçar uma relação entre câncer de próstata e diabetes, é a faixa etária dos pacientes. “Todos após os 50 anos de idade devem ter um cuidado especial com a visão e realizar o exame de fundo de olho, pois esse é o grupo mais suscetível a doenças oculares não somente como a retinopatia diabética, como também glaucoma e degeneração macular relacionada à idade, que podem levar à cegueira se não diagnosticadas a tempo”, afirma o especialista em retina.

Estima-se que cerca de 50% das pessoas com diabetes não sabem que têm a doença na América Latina2. “Muitos diabéticos descobrem que têm a doença no consultório do oftalmologista. Isso porque apresentam oscilação do grau de visão e embaçamento provado pela glicemia alta, que modifica e ‘incha’ o cristalino, alterando a refração do paciente, o que o leva a procurar o oftalmologista. Já quando a retinopatia diabética se instala, o paciente já sabe que é diabético, pois são muitos anos de evolução da doença, e os cuidados devem ser mais frequentes”, afirma o médico.

Novos tratamentos – O modo de tratar a retinopatia diabética pode variar de acordo com a evolução da doença, o que pode incluir desde uma hoje considerada simples aplicação de laser, injeções intraoculares ou até cirurgias mais complexas, quando há hemorragias ou descolamento da retina.

Nos últimos anos, a novidade é o uso de medicamentos injetáveis no globo ocular para controlar a doença. “Essa aplicação impede a evolução da retinopatia diabética, revertendo casos de edema (inchaço) macular e de vasos que proliferam, levando a hemorragias e descolamentos de retina. Isso tem feito com que o número de indicações de tratamento a laser e cirurgias diminua”, diz o Dr. Kniggendorf.

Tipos de diabetes – Vale lembrar que existem dois tipos de diabetes. O tipo 1 acomete, geralmente, crianças e adolescentes. É chamada de doença autoimune, pois o sistema imunológico ataca as células beta. Dessa maneira, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o organismo, fazendo com que a glicose, não seja absorvida pelas células. Já o tipo 2 é a apresentação mais comum da doença. Em torno de 90% das pessoas diagnosticadas (normalmente adultos, mas crianças também podem apresentar) têm diabetes tipo 2. E ela surge quando o organismo não consegue usar de forma correta a insulina que produz. Ou, então, o organismo não fabrica o hormônio suficiente para conseguir controlar glicemia. Fatores genéticos podem desencadear esse tipo de diabetes, mas o mais comum envolve casos de pessoas acima do peso e com má alimentação.

1-2. Fonte: Sociedade Brasileira de Diabetes: https://www.diabetes.org.br

 

Natufreza lança novos pratos sem glúten e lactose

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Natufreza lança novos pratos sem glúten e lactose
Empresa de alimentação saudável, com opções ultracongeladas, renova cardápio
  No mercado brasiliense desde 2014, a Natufreza, que surgiu quando a nutricionista Carolina Freza descobriu um Linfoma de Hodking e utilizou a alimentação natural como um dos pilares para o tratamento, concluído no final de 2018 com sua total reabilitação.
  Para atender ao público crescente, com restrições a glúten e lactose, já estão disponíveis quatro novas opções: Escondidinho de carne de sol com batata inglesa (R$ 20), escondidinho de patinho com abóbora japonesa (R$21,10). Ambos contêm lactose e não têm glúten e variam entre 350 gramas a 380 gramas.
Brasileirinho
O brasileirinho, com acém em tiras com cebola, arroz integral, feijão preto e farofa de couve com um toque especial de bacon (R$ 18,80), sem glúten e lactose e 400 gramas.
 Há ainda, uma opção de massa. Polpetone com macarrão de arroz e molho de tomate caseiro (R$16), com 250 gramas. O prato contém lactose e é sem glúten.
        Outras novidades de sobremesa e lanche rápido são o mousse com chocolate 70%, 100 gramas (R$8). Além de seis novos sabores do pastel maromba, todos por (R$6,80). As três opções com carne são, alho poró, banana da terra ou queijo. Há também marguerita, peito de peru com ricota e frango com alho poró. Todas essas contêm glúten e lactose.
As entregas são feitas em todo o Distrito Federal, e são gratuitas a partir R$ 50.
Os pedidos são realizados através do site www.natufreza.com.br e pelo whatsapp (61) 99604-5331 com opções de pagamento no cartão de crédito, débito, vale alimentação, dinheiro e transferência bancária
Escondidinho de abóbora
Polpetone de carne

Primus Boutique de Carnes chega em Águas Claras

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Primus Boutique de Carnes chega em Águas Claras

Marca comemora sucesso na capital federal com abertura de mais uma casa em um dos polos gastronômicos de Brasília

Boas notícias para os amantes de gastronomia residentes em Águas Claras, um dos polos do nicho do quadradinho. No dia 29 de outubro, a Primus Boutique de Carnes abriu sua terceira unidade, A 61 Brasília esteve na inauguração e conta para vocês as novidades da casa. A segunda unidade inaugurada nesse ano é a maior das três. O novo spot tem capacidade de receber até 150 pessoas, as quais podem optar por se acomodar no deck ou nos dois andares que ficam no interior da casa.

A Primus se firmou no mercado com sua proposta de ser um mix de restaurante e boutique de carnes, vale lembrar que o açougue da unidade Águas Claras é três vezes maior que o da Asa Sul. O cardápio da casa conta tanto com cortes nobres (angus, cordeiro, baby beef, ancho e picanha) como o de exóticos (jacaré, paca, rã, coelho, queixada e javali). Essa variedade ganhou o paladar dos clientes que ainda poderão degustar a nova carta de cervejas artesanais, feita por Adriano Correa, um dos sócios. Ela oferece rótulos como: Backer, Colorado, Roleta Russa, Lauven, Wäls, dentre outros.

Prefere a uva no lugar da cevada? Isso não é problema para os sommeliers da casa, Edvaldo de Souza e Cristiano Nogueira, é solução. Eles prometeram uma carta de vinhos variada com cerca de 118 rótulos destes, 20 rótulos para cada fornecedor – Mistral, TW, Vinhos SA e Videira – e 35 para a Del Maipo. O destaque vai para nossos vizinhos sul-americanos, Chile e Argentina, que ostentam a maioria dos rótulos na carta. Para comportar a variedade de rótulos é preciso ter um reservatório a altura, por isso, o restaurante conta com duas adegas climatizadas e uma seca. Com esses atrativos, já era de se esperar que o gastrospot teria um foco nos happy hours.

Pensando na experiência dos comensais desde a entrada, foi feito um ambiente de espera instagramável para o público se distrair enquanto aguarda a mesa. Fora isso, o primeiro pavimento da casa também foi planejado para ser um espaço gastronômico que contará com cursos da área, como o de corte de carnes nobres e vinhos.

Time que está ganhando não muda, só pede reforço. Essa máxima permaneceu e para alegria de todos as guarnições, massas, pratos especiais, cortes premium, opções vegetarianas e veganas das unidades Vicente Pires e 409 Sul continuam no cardápio. Crente no sucesso da casa e feliz por agregar mais uma possibilidade na gastronomia local, o chef Bené Reis preparou uma novidade, trata-se do Camarão Internacional à moda Primus (R$99,90), que serve 3 pessoas e é preparado com um ingrediente secreto do chef.

 

Serviço:

Primus Boutique de Carnes em Águas Claras

Avenida Castanheiras, Rua 33/34 Norte, Ed. Beverly Hills Plaza.

Horário de funcionamento: de segunda a segunda das 7h às 00h

Telefone: (61) 3797-7071

Instagram: @primusboutiquedecarnes

www.primusboutiquedecarnes.com.br

primusboutiquedecarnes@gmail.com

 

Remédio: só na dose certa

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Remédio: só na dose certa

Veja quais os riscos da automedicação e das altas dosagens

Por: Larissa Leite

Basta um sintoma diferente para que o Google seja consultado. Entretanto, será que vale a pena trocar a orientação qualificada de um médico ou farmacêutico pela informação na internet?

Além dos diagnósticos, a automedicação é muito comum entre os brasileiros. Isto ocorre especialmente com os remédios que não exigem a receita médica, mas mesmo eles, podem trazer reações adversas e colocar em risco a saúde do paciente.

como fazer uso de uma determinada medicação.

Riscos das altas dosagens

O primeiro risco e muito comum são as intoxicações. Cada medicamento apresenta uma dose letal, podendo ou não ser próxima da dose indicada. O índice terapêutico indica qual é o risco de intoxicação. Para descobrir é preciso ter a razão entre da dose letal em 50% da população pela dose efetiva, e qual a dose que gera os efeitos terapêuticos, também, em 50% da população.

Quanto menor o índice, mais seguro é o medicamento. Por exemplo, a digoxina, indicada no tratamento de cardiopatas pode causar náusea, perda de apetite, vômitos e diarreia em mais de 1% dos pacientes, assim, esse remédio apresenta um índice terapêutico de 2:1.

Outra medicação muito conhecida, com índice baixo e que provoca intoxicações com frequência é o paracetamol. Outros exemplos são: teofilina, varfarina, lítio, gentamicina, vancomicina e anfotericina B.

Além da intoxicação, o paracetamol, esta medicação muito popular e largamente utilizada por diversos pacientes, pode levar à falência hepática, caso seja usado em altas doses. Ao metabolizar este remédio, o fígado libera o metabólito N-acetil-p-benzonquinone imine (NAPQI) que danifica diretamente as células deste órgão, por isso, o uso contínuo e desregrado pode trazer um efeito grave, sendo um transplante.

Aumentar a dose da medicação pode alterar o comportamento psíquico do indivíduo e assim, contribuir para as chances de automutilação e para os casos de suicídio.

Irritações gástricas, úlceras e até um aumento do risco de infarto do miocárdio e falência cardíaca. Estes são alguns dos problemas causados quando a superdosagem se torna um hábito, que pode causar a morte do paciente, afinal, estes efeitos podem atingir um nível irreversível.

Por isso, é preciso atenção no uso de qualquer medicamento, pois alguns precisam ser usados com restrição de tempo, além do cuidado com a dosagem. Assim, para evitar riscos é fundamental ter a orientação profissional e qualificada de um médico.