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Brasília Trends Fashion Week 2019

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Brasília Trends Fashion Week 2019

Durante quatro dias o público poderá participar de uma programação intensa com desfiles, palestras e artesanato.

A moda tem o grande poder de direcionar o comportamento na sociedade, mas ditar cores e forma das roupas é a sua menor importância. A responsabilidade de representar a pluralidade e inclusão social nunca foi tão discutida como nos dias atuais. E, com o propósito de refletir as relações sociais, a segunda edição do Brasília Trends Fashion Week 2019, realizada entre os dias 28 novembro e 1º de dezembro de 2019, no Centro de Dança do DF, será recheada de atividades que interagem com a cultura e economia local.

Com o tema “A Dança do Empreendedorismo”, que ressalta o comprometimento dos empresários do setor e o apoio de instituições parceiras como o Senac e o Sebrae, o evento será composto de desfiles, palestras, artesanato e espaço para comercialização de marcas locais.

O Brasília Trends  tem como objetivo mostrar que moda faz parte da cultura e está carregada de história e características adquiridas por meio da vida em sociedade de diversas gerações.

Para as organizadoras do evento, Bernardeth Martins e Lorraine Bonadio, o respeito às diferenças de gêneros, altura, peso, etnia, idade e classe social é o alvo principal da moda.

“Somos plurais assim como a oferta de roupas deve ser. O novo estilista, o pequeno empresário e uma nova ideia são importantes. Assim, a economia criativa ganha força” explica Bernardeth, proprietária da loja de roupas Cirandinha, diretora administrativa do Sindivarejista e gestora da Câmara Técnica do Vestuário, Moda e Acessórios do Codese-DF.

“Brasília será a cidade mais importante do país. O potencial consumidor e o crescimento demográfico são expressivos e temos que fazer o segmento fashion se fortalecer”, completa Lorraine, empresária e produtora de eventos, com mais dez anos de atuação no mercado da moda, responsável pela Week Produções.

O evento conta com o patrocínio da Todde Advogados, Fashion Campus, Projetar Interiores e Virginia Dar’c. Para participar das atividades, o acesso será por meio da doação de um quilo de alimento não-perecível (por dia), para o projeto Mesa Brasil, do SESC.

Serviço

Brasília Trends Fashion Week

Data: 28/11 a 01/12/2019
Local: Centro de Dança do DF (Setor de Autarquias Norte, Quadra 1 Bloco E)

Acesso mediante doação de 1kg de alimento não-perecível por dia.

https://www.instagram.com/brasiliatrends/

Avanços tecnológicos em exames de imagens contribuem para diagnósticos e tratamentos mais seguros

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Avanços tecnológicos em exames de imagens contribuem para diagnósticos e tratamentos mais seguros

A Radiologia Intervencionista é uma especialidade médica que utiliza a radiologia não apenas para o diagnóstico, mas também para o tratamento de várias doenças através da associação de princípios clínicos e cirúrgicos. Muito aplicada na área vascular, tanto em doenças do coração como em doenças vasculares do sistema nervoso central, o progresso na utilização dos recursos de imagem tem beneficiado, cada vez mais, médicos e pacientes.

Entre os avanços mais recentes, estão os aparelhos de última geração, que permitem a realização de exames com recursos 3D, melhorando a qualidade de captação de imagens e possibilitando que o tempo de exposição à radiação, tanto do médico como do paciente, seja menor.  Recém-chegado à capital federal, o Azurion 3D F15 é um exemplo disso. O equipamento multifuncional com tecnologia de ponta é capaz de realizar diversos procedimentos intervencionistas de hemodinâmica, eletrofisiologia, neurologia e vascular, tais como: angioplastias, cateterismos e embolizações.

Segundo o cardiologista Thomas Osterne, do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), o aparelho torna o exame mais ágil e eficiente por incorporar três tecnologias, são elas: o Live Image Guidance, que inclui soluções avançadas como angiografia rotativa 3D-RA; o StentBoost e o CardiacSwing. Aplicadas em conjunto ou separadamente, elas possibilitam ao médico direcionar o melhor tratamento e otimizar o fluxo de trabalho.

“A alta qualidade e precisão das imagens permitem que em procedimentos mais complexos, por exemplo, sejam captadas menos imagens, evitando o excesso de exposição à radiação, e também a quantidade de contraste infundida, minimizando as complicações dos procedimentos”, explica o especialista.

Além desses recursos, o aparelho conta um detector plano de 15” e tecnologia de 16 bits, que permite melhor visualização dos vasos sanguíneos, malformações complexas e oclusões. “Com a utilização do detector conseguimos ter uma imagem mais ampla, ideal para procedimentos vasculares e de neuro-intervenção, obtendo-se, com poucas incidências o diagnóstico completo”, finaliza.

 

Perfil fake é crime? 

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Perfil fake é crime?

O que para alguns é apenas brincadeira, há casos que podem levar até um ano de prisão

Sabe-se que as redes sociais vieram para aproximar as pessoas, inclusive para fazer novas amizades. Entretanto, casos de perfis falsos, também conhecidos como fakes, têm sido cada vez mais recorrentes para bisbilhotar anonimamente, se passar por outra pessoa e até mesmo difamar. Porém, muitos internautas não sabem que utilizar imagens e dados de terceiros pode levar à prisão por falsidade ideológica.

De acordo com a especialista em direito penal Hanna Gomes, do escritório Kolbe Advogados Associados,  criar uma conta com fotos que estão em domínio público ou de pessoas que não existam não é tipificado em lei. “Nesse caso esta prática não é considerada um crime, pois o internauta apenas está infringindo alguma regra dos termos de serviço da rede social”, explica a especialista.

Porém, quando se utiliza imagens, dados, nomes de pessoas reais, sejam de famosos ou não, é crime de falsidade ideológica e está previsto no artigo 307 Código Penal. “Um indivíduo que se passa por outro, mesmo que na internet, pode pegar de 3 meses a 1 ano pela falsa identidade”, diz a advogada.

Hanna afirma também que anonimato é proibido pela Constituição Federal. “Mesmo que o perfil seja de uma pessoa fictícia, o internauta viola uma norma constitucional”, ressalta. Além disso, a maioria dos usuários acham que estão “protegidos” por estarem atrás das telas, porém, atualmente, a polícia já possui ferramentas que possibilitam a identificação, principalmente em casos de crimes cibernéticos.

A advogada complementa que as pessoas que tiveram os dados utilizados no perfil fake, em caso comprovado de prejuízo à imagem ou honra, pode entrar na justiça e pedir danos morais.

 

 

” Para pensar o DF 2030, temos que pensar 60 anos à frente “, diz Subsecretário de Inovação da Casa Civil do DF

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” Para pensar o DF 2030, temos que pensar 60 anos à frente “, diz Subsecretário de Inovação da Casa Civil do DF

Paulo Medeiro foi um dos palestrantes da segunda edição do Fórum DF 2030, promovido pela Amcham Brasília

Ao abordar o tema “Tendências em Inovação – Smart Cities”, o subsecretário ressaltou a necessidade de mudança na maneira de pensar e destacou a evolução dos últimos 30 anos. “Eu vi nesses últimos 30 anos, a televisão sair do preto e branco e chegar ao que temos hoje. Vi o celular chegar no DF em 1994, vi toda essa transformação acontecer em três décadas, e hoje esses 30 anos aconteceriam em menos de 3. Esse mundo que vemos hoje, já não pertence a nós. Se não mudarmos radicalmente a nossa forma de pensar e estruturar as coisas, não vamos conseguir inovar”, aponta.

Paulo Medeiro foi um dos convidados da segunda edição do Fórum DF 2030, realizado pela Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasília), na última quinta-feira, 24/10. O evento, que aconteceu no Centro Internacional de Convenções do Brasil, teve como objetivo debater a construção do estado mais competitivo do país. Também participaram a Diretora Executiva do Grupo Gravia, Rosângela Gravia; o coautor do Livro “Desenvolvimento Produtivo — Proposta para Diversificação da Matriz Econômica do DF”, Apolinário Rebelo; a Sócia do Machado Meyer Advogados, Diana Piatti Lobo; o CEO do Instituto Smart City Business América, Jorge Barros e o Presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, Igor Calvet.

Dividido em três painéis, o encontro levantou questões acerca das perspectivas para 2030, para o DF hoje, além do seu potencial de mercado, e para as tendências em inovação do estado. Durante o encontro, que contou com um público de mais de 200 pessoas entre empresários, executivos e gestores, Jorge Barros, CEO do Instituto Smart City Business América esclareceu o conceito de “cidade inteligente” e ressaltou a importância da participação popular na construção de uma Smart City.

“Tecnologia não é solução para coisíssima nenhuma. Tecnologia é um instrumento para que nós possamos dar uma solução no processo de transformação da nossa cidade. Tecnologia nada mais é do que uma ferramenta que a gente usa da maneira mais adequada para atender uma solução que nasce das necessidades dos cidadãos. O fundamento do processo de transformação de uma cidade para uma cidade inteligente é a participação cidadã”, destaca Jorge Barros.

Projetos para o DF

O Secretário de Desenvolvimento Econômico do GDF, Ruy Coutinho, falou sobre os desafios do DF e da necessidade de promover uma política orientada para o desenvolvimento das atividades produtivas, geração de emprego, incentivo ao empreendedorismo, criatividade e inovação além do desenvolvimento de uma infraestrutura de qualidade. O secretário apontou ainda a necessidade de mudança na matriz econômica do estado e de uma redução da dependência do setor público.

“Com o passar do tempo, a importância relativa do setor público vai diminuindo, vai decrescendo. É o que está sinalizado para o futuro”, afirmou.

Entre os principais projetos que estão sendo implementados ou que têm previsão para serem iniciados em breve, o secretário destaca:

  • Desenvolve DF

O projeto pretende ampliar o acesso dos empresários a imóveis da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), além facilitar a implementação de novos negócios e possibilitar a regularização de milhares de empreendimentos do estado.

“Uma forma mais moderna e funcional de suprir o que o Pró-DF fazia com pouca funcionalidade. O ponto principal é o fim da venda de lotes e adoção de um modelo de concessão de direito real de uso (CDRU), concessão que vai de 5 a 60 anos. A coisa seria feita através de um pagamento a Terracap com uma taxa de ocupação mensal de 0,20% sobre o valor. Dentro desse projeto existem compromissos de geração de emprego. Se forem gerados empregos em número superior aos que foram prometidos essa taxa cai para 0,15% ao mês”, esclarece o secretário.

  • Emprega DF

O programa se baseia na adesão do Distrito Federal aos benefícios fiscais adotados pelo estado do Mato Grosso do Sul.

“Esse programa, implementado no Mato Grosso do Sul, foi basicamente a causa do sucesso e de transformação do estado em polo industrial e é o que nós desejamos fazer aqui no DF. Ele tem como meta a inovação tecnológica, instalação de novas empresas, ampliação e relocalização das empresas existentes”, destaca Ruy Coutinho.

  • Ampliação do Simplifica PJ

Melhoria e ampliação da unidade.

“Costumo brincar que é o Na Hora empresarial. Ela está instalada no setor industrial de Taguatinga e em breve estará instalada também no Plano Piloto, onde grande parte do empresariado se encontra” afirmou o secretário.

Durante o evento Coutinho também ressaltou iniciativas para o incremento do uso de energias renováveis, regularização fundiária tanto no plano quanto no meio rural e a reavaliação dos critérios do Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO).

Brasil dá passos para alcançar a igualdade de gênero no meio esportivo

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Brasil dá passos para alcançar a igualdade de gênero no meio esportivo

Por Gabriel Torres

com supervisão de Raquel Paternostro

Projeto de Lei 3637/19 é aprovado e proíbe a desigualdade na premiação entre homens e mulheres, desde que a renda seja fruto de dinheiro público ou de entidades que recebem essa verba. Relembre como e quando essa briga foi, de fato, comprada pela população brasileira

De uns tempos pra cá a igualdade entre gêneros é uma pauta que está sendo bastante falada nas rodas de conversas entre amigos até as discussões mais acaloradas nas redes sociais. Os acontecimentos em alguns eventos que o Brasil recebeu a nível mundial, principalmente a Copa do Mundo FIFA 2014 e Olimpíadas Rio 2016, abriram uma brecha para contextualizar os debates relacionados ao assunto com o esporte. Não lembra muito bem quais foram os fatos? A 61 Brasília vai refrescar a sua memória!

O estopim para o levante

Apesar de ter conquistado o último título que restava na categoria, a Seleção Masculina de Futebol teve uma sequência de más atuações na primeira fase das Olímpiadas Rio 2016, empatando por 0x0 com o Iraque e com a África do Sul nos dois primeiros jogos. Já a seleção comandada por Marta e Cristiane deram aula de futebol e aplicaram dois “chocolates”, um de 3×0 e outro de 5×1, na China e na Suécia, respectivamente. O que levou os torcedores a questionarem a qualidade dos jogadores canarinhos.

Um dos momentos de mais destaque neste ponto da competição foi quando a radialista Bruna Muraro encontrou uma criança que tinha riscado o nome de Neymar da própria camisa e escreveu o de Marta. Após tirar uma foto do garotinho de costas e publicar nas redes sociais, o post viralizou e apareceu em diversos programas esportivos do Brasil. Depois disso, a procura pela camisa da cinco vezes melhor jogadora do ano pela FIFA aumentou e foi descoberto que a Nike, fornecedora de material esportivo, não tinha a camisa para vender. O que causou revolta nos internautas que subiram hashtag: #saineymarENTRAMARTA.

A partir daí surgiu uma onda de questionamentos e comparações sobre a inferioridade dos valores pagos às categorias femininas, tanto em salário como patrocínios. No mesmo evento, o ticket para final feminina de vôlei custava 33% a menos em relação ao masculino, segundo levantamento da Agência Lupa na época. Para dar o exemplo de outra competição, a Seleção Feminina de Vôlei do Brasil venceu o Gran Prix e recebeu um prêmio de apenas US$ 200 mil, 60% a menos do que os homens. O vencedor da Liga Mundial, torneio equivalente na categoria oposta, ganhou US$ 1 milhão, ou seja, 5 vezes mais.

Assim caminha a igualdade

Segundo o estudo do Fórum Econômico Mundial, a igualdade de gêneros só será possível em 2095 – quem viver verá. Contudo, o Brasil já está dando alguns passos para que isso aconteça. O Projeto de Lei 3637/19, foi aprovado pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados. O PL proíbe a desigualdade de valores dos prêmios pagos a atletas de ambos os gêneros quando efetuados com dinheiro público ou se for pago por entidades beneficiadas por esses recursos.

Com isso, a proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões do Esporte; e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara. Caso seja aprovada, a Lei Pelé, cujo texto já foi passado no Senado, será alterada. O relator, deputado Emanuel Pinheiro Neto (PTB-MT), foi conivente com a aceitação do projeto, que tem autoria da senadora Rose de Freitas (Podemos-ES). Ele afirma que a medida pode ajudar corrigir uma injustiça em relação à atuação das atletas mulheres nas competições esportivas do País.

 

Solos de viola destacam-se na apresentação da Sinfônica, que também traz Schumann

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Solos de viola destacam-se na apresentação da Sinfônica, que também traz Schumann

Concerto tem solista convidado da Orquestra Sinfônica da USP Gabriel Marin em peças de Bartók e Christian Bach

A viola é destaque no concerto da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS) na próxima terça-feira (29) no Cine Brasília. Duas das três peças que serão executadas pela Sinfônica sob a regência do maestro Cláudio Santoro destacam o instrumento: Johann Christian Bach, “Viola Concerto em Dó Menor”, e Béla Bartók, “Concerto para Viola e Orquestra”.

O solista convidado será Gabriel Marin, violista do Quarteto Carlos Gomes e da Sinfônica da Universidade de São Paulo. O músico de Piracicaba (SP) lembra que a viola é um instrumento pouco conhecido do público em relação a seus congêneres do naipe de cordas dos quais é intermediário – violino e violoncelo, mais grave que o primeiro e agudo que o segundo.

“A viola tem um timbre aveludado e muito agradável. Entre os instrumentos de corda friccionada é o que mais se aproxima do timbre da voz humana”, explica ele. Marin já foi regido pelo maestro Cohen em duas oportunidades anteriores e se disse “animadíssimo” para a apresentação em Brasília.

Sobre as peças, ressalta na de Bartók (1881-1945) a extrema dificuldade, por exigir que se tire do instrumento suas conotações sonoras mais graves e mais agudas. Ao mesmo tempo, o violista ressalta que se trata de um concerto que “dá prazer enorme na execução porque demanda os mais altos graus de técnica”.

Em relação à composição do último dos treze filhos de Johann Sebastian Bach, destaca que “também é um trabalho interessantíssimo” com participação destacada do violoncelo.

Sobre a peça de Bach, a literatura registra que foi o violista francês Henri-Gustave Casadesus (1879 -1947) que descobriu inacabado o concerto do caçula de Bach, Johann Christian (1735 – 1782) e terminou-o. Os violistas passaram a nomeá-lo também como Concerto para Viola e Orquestra de J.C. Bach/Casadesus.

O programa do concerto de terça-feira completa-se com a composição de Robert Schumann (1810-1856) “Sinfonia Nº 3 Opus 97 Renana”. Foi escrita em 1850 e inspirada na gótica Catedral de Colônia, Alemanha, seu país natal. Segundo Cohen, a música é um marco na carreira profissional do autor romântico e também na concepção musical e temática que propõe.

O maestro da OSTNCS lembra ainda que a “Renana” foi considerada pelo russo Tchaikovsky o ponto máximo da produção de Schumann. A Sinfonia expressaria em sons o que o escritor alemão Goethe descreveu quando de sua visita à catedral em 1823, cuja arquitetura arrojada a música mimetizaria: “a combinação de uma profusão de detalhes numa grandeza única, em gradual transição entre a perplexidade e o entendimento contemplativo”.

 

Serviço
Concertos para Viola e Schumann
Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro

Repertório
Johann Christian Bach, “Viola Concerto em Dó Menor” (15 min).
Béla Bartók, “Concerto para Viola e Orquestra” (25 min).
Robert Schumann, “Sinfonia Nº 3 Opus 97 Renana” (35 min).
Regência de Claudio Cohen

29 de outubro, 20h
Cine Brasília, Entrequadra Sul 106/107
Entrada franca por ordem de chegada até a lotação do espaço. Os portões são abertos às 19:15 para idosos e pessoas com deficiência e às 19:30 para o público em geral.
Dúvidas e informações: 2017-4030