A nova tarifa está em prática desde o dia que foi oficializada (22). A queda do preço ocorreu, principalmente, devido a uma ação da ANEEL
Em tempos de crise toda e qualquer economia faz diferença no bolso. Afinal, uma baixa no preço de algo que usamos todo santo dia é uma bela notícia em meio a essa maré de altos valores nos mais diversos setores da indústria. Hoje traremos uma boa nova a todos os leitores e moradores do Distrito Federal: o último reajuste nas tarifas de energia elétrica da CEB determinou uma diminuição de, em média, 6,79% nas contas de luz. A medida foi sancionada na terça-feira (22) e seguiu os termos do Reajuste Tarifário Anual (RTA) da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
Se você não é tão ligado nessas questões mais internas da Agência, provavelmente, não sabe muito bem o que é o RTA ou até se surpreendeu pela sigla ser idêntica a de um método de terapêutico manual global. Mas, não tem problema, a 61 Brasília te explica: RTA é um dos mecanismos de atualização do valor da energia, feito anualmente, aplicado de acordo com fórmula prevista no contrato de concessão.
A partir do momento em que o tal reajuste é calculado, a ANEEL leva em consideração elementos que não são administráveis pelas distribuidoras, como por exemplo, o custo para aquisição de energia. Vale ressaltar que o desconto segue a linha da atual gestão da CEB, de otimização de recursos e redução da inadimplência, logo, não trará um impacto negativo para a Companhia.
O porquê do desconto e sua quantia
Um dos principais motivos da redução foi o pagamento antecipado do empréstimo da Conta Ambiente de Contratação Regulada (ACR), por parte da Aneel, a qual estava planejada dentro de sua Agenda de Desoneração Tarifária. A ação resultou numa queda de 5,92% da ACR. Outra baixa que contribui para o desconto foi o decréscimo de 1,90% para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).
As novas tarifas entraram em vigor desde o dia em que a medida foi oficializada. Veja em qual categoria de usuário você pertence e fique a par do respectivo abatimento na conta: Os consumidores com fornecimento em baixa tensão (residências e comércio de pequeno porte) terão reajuste de – 6,91%; enquanto para os clientes conectados em alta tensão (indústrias e os grandes comércios), o reajuste será de – 6,52%.
Os 60 artistas contemplados no edital farão intervenções no SCS
Ressignificação de espaços públicos por meio da arte e da cultura. Essa é a proposta do Encontro de Grafite 2019, que será realizado no nos dias 2 e 3 de novembro (sábado e domingo)no Setor Comercial Sul. O resultado final do edital de seleção de artistas para realizar intervenções no local foi divulgado nesta sexta-feira (25) pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec).
Ao todo, 60 artistas do Distrito Federal e Entorno foram selecionados para pintar o chamado Beco do Rato durante a ação. Cada grafiteiro contemplado pelo edital fará uma intervenção artística de tema livre em uma área de até 10 m² e receberá um cachê no valor de R$ 1,5 mil.
À frente da iniciativa, a subsecretária de Economia Criativa da Secec Érica Lewis ressalta que o Encontro de Grafite é uma grande vitrine para os artistas, além de fomentar a cultura nos espaços públicos do DF. Ela pontua que usar a arte urbana no processo de revitalização da área pública também contribui para o empreendedorismo cultural do movimento do Grafite.
Esse, segundo ela, é um dos principais objetivos da Secec, que entende a economia criativa como fator de desenvolvimento econômico e social. “Essas obras contam histórias de pessoas e da própria cidade, e trazem a sensação de pertencimento ao local, contribuindo para sua transformação”, diz. Ela lembra, ainda, que grandes cidades do mundo passaram por este processo e conseguiram resgatar a identidade local, se transformando em grandes polos turísticos. “É o caso de Miami e Nova York, por exemplo, que conseguiram recuperar bairros inteiros com a arte urbana e que se transformaram em pontos turísticos”, comenta.
O Encontro de Grafite 2019 também conta com uma série de atividades paralelas como palestras, rodas de conversa e ações de sensibilização voltadas para os artistas. Toda a programação é realizada em parceria com a Administração do Plano Piloto, com o Comitê Permanente do Grafite e com o Coletivo No Setor.
Dead Fish é atração da próxima sexta no Porão do Rock.
A 61 Brasília entrevistou com exclusidade o vocalista da banda, Rodrigo Lima.
Por Raquel Paternostro
A banda, fundada em Vitória-ES em 1991 atravessa gerações com seu hardcore pesado, politizado e de extrema qualidade! Como capixaba de coração que sou, tive o privilégio de acompanha-los como fã desde 1998, quando foi lançado o “Sirva-se” pelo selo Lona! Records, antes do sucesso nacional quando arrastavam centenas de jovens para suas apresentações já autorais. Confira meu curto bate papo com o Rodrigo!
61: Qual a relação e sensação do Dead Fish e/ou dos músicos com Brasília?
Rodrigo: Eu já tinha correspondencia escrita, por carta com muitas pessoas daí de BSB desde os anos 90, conheci muitas bandas da cena por conta desse contato. Nossa primeira vez tocando por ai foi em 2000 ou 2001, levamos tempo pra conseguir tocar na cidade. Quando chegamos conhecíamos quase todos por carta e demos (fitas com músicas das bandas), fora as bandas que já eram grandes por aí. Depois do B Rock dos anos 80, nosso contato era a Bianca Martim, a Prótons, o selo dela na época, e o Bulimia, a banda dela. Inclusive, esse álbum foi escrito em parceria com o Álvaro Dutra que é daí de Brasília. É um cara bem envolvido no cenário naquele tempo e, acho, que até hoje.
61: Qual a sensação o de trazer pela primeira vez a turnê do disco Ponto Cego para Brasilia, visto que ele e extremamente politizado e tem uma serie de criticas ao governo Bolsonaro e seus eleitores?
Rodrigo: É importante estar aí, num festival grande, lançando o álbum. Ponto Cego é um álbum concebido também por um cara da cidade de Brasília. Fazer essa apresentação aí é ver como esse disco esta tomando forma pro público brasiliense.
61: O que o público pode esperar deste show? Vocês vão tocar os clássicos ou vão focar mais no Ponto Cego? Pode divulgar o set list?
Rodrigo: A gente sempre muda o set em cima da hora. Temos sempre uma base, que no caso é o Ponto cego, umas 6 ou 7 músicas, daí vemos como faremos o set sentindo o dia, o horário… Tem algumas variáveis.
61: São quase 30 anos de banda. (Sei que é meio abrangente), mas o que de mais marcante mudou em relação ao público e ao trabalho de vocês?
Rodrigo: A gente tem o privilégio e a sorte de vermos gerações passarem na nossa frente nas apresentações. Sou, pessoalmente, feliz por tocar os mais jovens, os que vem com novas ideias. Essa mudança acontece inexplicavelmente desde 99, quando uma geração se foi e outra chegou. Então estamos sempre vendo gente nova, formas diferentes de mosh, formas novas de encarar o punk em suas ideias. Enfim, a mudança é uma constante…
Brasília fez bonito na sua edição da Maratona da NASA com aproximadamente mil participantes na competição
Por Gabriel Torres
com supervisão de Raquel Paternostro
Pelo segundo ano consecutivo Brasília recebeu maior hackathon do mundo. Fomos os maiores em números de mulheres participantes: quase 400! Recebemos pela primeira vez 250 estudantes de escolas públicas. O evento ocorreu na faculdade UDF, na Asa Sul. Confira aqui tudo o que rolou!
Após meses de espera, o NASA Space Apps Challenge aconteceu e foi um sucesso! A cerimônia contou com aproximadamente 500 pessoas que se dividiram entre o auditório e o saguão da UDF. Após o credenciamento e a solenidade de abertura, os participantes armaram as barracas no camping e começaram o árduo trabalho de desenvolver os seus projetos.
Não estranhe o fato deles dormirem na locação do evento, é um costume. Quem participa tem que estar imerso nesse mar de inovação. Por essa razão, cada detalhe foi pensado no planejamento do evento, as salas da Universidade foram nomeadas com base em referências espaciais, indo do Astronauta, hoje ministro de Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes ao clássico filme dirigido por George Lucas: Star Wars.
Durante a abertura do evento Carine Elpi?dio e Dra Beatriz Eckert-Hoff receberam o Jedi Alberto e o Mr William Popp Encarregado Interino da Embaixada dos Estados Unidos
E começa a ralação
Chegada o momento que os nerds tanto esperavam: o desafio. Ele foi composto por seis categorias, as quais eram disponibilizados dados da Agência Espacial Americana como base para a criação de soluções inovadoras para diversos problemas enfrentados pela sociedade em âmbito mundial. Os temas variavam na criação de algo que permitisse antecipar, monitorar e minimizar os impactos de fenômenos naturais a entender, monitorar e interpretar a criosfera da Terra.
Para desenvolver os seus projetos, os grupos contaram com ajuda de mentores especialistas e formados em diversas áreas da tecnologia, do designer gráfico ao programador. Esse momento de aconselhamento e instrução foi crucial para que os componentes tirassem suas ideias do papel e consolidassem o projeto a cada pitch – momento de persuadir e explicar a ideia em 3 minutos para um júri criterioso que avalia a qualidade do produto com notas de 1 a 5, não existindo nota média que seria 03, pois no mundo das startups, meio termo não existe.
Os participantes usaram todos os recursos disponi?veis para elaborar as suas soluc?o?es
A concentrac?a?o era gigante durante o desenvolvimento dosp projetos (1)
Cada momento de avaliação era tenso, pois além da corrida para vencer a competição, as equipes tinham uma corrida contra o relógio. Fora o trabalho em equipe sob pressão e o controle emocional requerido para saber assimilar as críticas e não levá-las para o lado pessoal. Afinal de contas, o hackathon é um simulado da vida real do cotidiano de várias startups e grandes empresas do ramo, e quem almeja estar nesses lugares um dia precisa ser forte. Além de ter muita garra para fazer com que as coisas aconteçam.
Conhecimento e troca de ideias
No sábado, dia 19, além dos membros das equipes, o evento recebeu a população em geral, interessada nas palestras e workshops do evento: cerca de 500 pessoas paticiparam desta programação paralela, um prato cheio para quem tem fome de conteúdos das mais diversas áreas e sede de atualização de conhecimentos já adquiridos em meio a trajetória acadêmica e experiências práticas.
Participantes do projeto social Ajax da Estrutura que fazem parte do time de futebol estavam na equipe que ficou em terceiro lugar na maratona
Uma das atrações do dia foi o consultor empresarial, palestrante e mentor de Startups, João Fróes. Em entrevista ao 61 Brasília, ele contou sobre o assunto tratado no seu workshop sobre marketing aplicado na experiência do consumidor “O workshop é uma forma de explicar toda lógica que o marketing tem dentro da experiência do cliente. Nele, eu faço a diferenciação de termos que confundem as pessoas pela semelhança nominal, como experiência do usuário e interface de usuário, que são as primeiras etapas para se tratar do tema principal da palestra. Esse tipo de marketing tem como alvo principal compreender a cabeça do consumidor, para isso, é necessário saber das dores, desejos e anseios do cliente. A partir dessas informações, é possível oferecer uma melhor solução para ele”.
Quando perguntado sobre resistência ao assunto, Fróes constatou que, com o passar do tempo, as pessoas abriram mais a cabeça para estudar marketing. Porém, ainda há muita resistência por parte de seres avessos à tecnologia, aos quais ele mandou um recado “Acorda, porque o futuro veio e vai ficar! Desde a primeira Revolução Industrial até a internet, a sociedade vem se adaptando às inovações tecnológicas. A gente não vive uma mudança de era, a gente vive numa era de mudança e quem não se atentar a isso fica para trás, logo, os profissionais têm que se atualizar constantemente. Sinto uma mudança, mas ela não é tão grande”.
Pensando mais a frente, o convidado do SEBRAE afirma que as atividades desenvolvidas no evento deveriam se tornar rotina e fez uma sugestão ousada. “Porque não unificar as instituições de ensino e empresas de tecnologias interessadas para criar uma Universidade desse tipo, implantar na BIOTIC (sebraelab) e fazer isso aqui se tornar diário e criar profissionais do futuro? As empresas se unem para fazer eventos, mas, na minha opinião, isso tinha que acontecer todo santo dia”.
Outra atração neste momento de expansão de conhecimento e novas possibilidades foi a palestra “O possível adjacente”, de Pedro Ceron. Embasado em diversos conceitos e vasto repertório de exemplos, na apresentação ele fez uma linha do tempo da primeira ao que muitos chamam de quarta Revolução Industrial. Logo após contextualizar as reviravoltas históricas após a evolução da tecnologia, que proporcionou uma sociedade hiperconectada. Com o argumento de que a vida e os comportamentos estão se atualizando cada vez mais rápido, Ceron levantou a seguinte questão: o que é ser humano neste mundo conectado e disruptivo?
A partir daí, o organizador e participante do TedTalks na região Sul, ressignificou e mostrou uma constelação de possibilidades e soluções criativas feitas por pessoas que têm o mesmo ideal dele: causar um impacto positivo dentro das comunidades que circulamos desconstruindo padrões em busca de novas formas de colaborar. Dois dos exemplos dados foram o Social Good Brasil, da qual ele é um fellow (parceiro) e a Operação Serenata de Amor.
Pedro Ceron é formado em Publicidade e Propaganda, tem Pós em Gestão Empresarial e MBA em Gestão Estratégica Corporativa. Escreveu os projetos 21;32 – seu nome é quase cor e 21;32 amor a prazo. Também é idealizador e mentor do Projeto Poesia Ecoa Gente.
Enquanto isso na sala das crianças…
É isso mesmo que você leu! Muitas vezes os pais e responsáveis possuem compromissos inadiáveis e não tem com quem deixar os pequenos. Esse foi o caso de Marilene Ferreira, estudante de Design Gráfico, que não tinha alguém de confiança no dia para cuidar do seu filho, Hebert Harry Ferreira (8 anos), para vir desenvolver o seu projeto. Pensando em casos como o dela, a organização do evento montou a brinquedoteca com o apoio da 61 Brasília. A equipe RDR Recreações cuidou das crianças que acompanharam os pais, os quais puderam ficar despreocupados e focados no trabalho.
Estava dificil fazer a garotada parar para foto no meio de tanta brincadeira
Mais diversa?o na brinquedoteca
Marilne Ferreira com a sua equipe sua particpac?a?o so? foi possi?vel grac?as a montagem da brinquedoteca
Crianc?as se divertindo na brinquedoteca
Os pequenos tambe?m desenvolveram arte na brinquedoteca
E para combater o streess…
Sabendo da pressão que é participar de um evento deste tamanho, a organização organizou aulas de meditação, yoga, reiki e até zumba para que os participantes conseguissem relaxar pra colocar a cabeça no lugar e voltar à maratona logo em seguida.
Hora de relaxar
Reta Final
Após 48 horas de maratona era possível ver no rosto de muitos o cansaço, mas com um ar de dever cumprido e satisfação por terem resistido até o fim. Depois de todo esforço e das noites viradas em claro os participantes estavam à espera do maior assunto das rodas de conversas: o pitch final. Nele, apenas os projetos selecionados poderiam fazer uma última apresentação para concorrerem ao prêmio dado aos três primeiros colocados: Troféu, prêmios dos patrocinadores e a possibilidade de ficar entre os 2 melhores projetos Globais (eles serão divulgados em Janeiro de 2020) e ganhar uma visita ao Kennedy Space Center na Flórida.
Carine Elpi?dio e o Jedi Alberto
A hora da verdade chegou! Logo após o discurso de agradecimento da organizadora do Hackathon NASA 2019, Carine Elpídio, foram anunciados os grupos selecionados para o pitch final. Eles tiveram 3 minutos para apresentar o último pitch com o auxílio de slides ou vídeos. A plateia vibrava a cada nota alta dos colegas que estavam com o microfone no palco, dava para perceber um espírito de equipe e torcida entre eles, sem um clima de revanchismo ou torcida contra. Acabadas as apresentações, o júri se reuniu para dar o veredito final, que foi bastante disputado, devido ao empate entre dois grupos. Nesse meio tempo, a própria organizadora revelou que teve que dar o voto de minerva duas vezes para que houvesse um desempate.
Ao som da batida do pé de todos que estavam no auditório, uma espécie de “rufem os tambores” improvisado, o pódio foi anunciado. O primeiro lugar ficou com a equipe “NASA On Fire”, composta por Gabriel Santo, Gabriel Cardoso, Vinicius Rocha, Maria Júlia Almeida, Giovana Martins e João Vitor Calassio. O segundo lugar foi conquistado pela equipe “Viserion” de Artur Pereira Paranayba, Olívia Pereira Paranayba, Railson Santiago Alencar Borges, Leonardo Monteiro da Silva , Willian Taiguara Baliza Moura, Emilly Victoria Andrade Gouveia e Gabriel Alexandre da Silva Rodrigues. Já o terceiro lugar ficou com os “Walk Rivers” formada por Bernardo Albuquerque, João Vitor Costa, Lucas de Sousa, Priscila Mostardeiro, Thiago Costa, Tiago Baroni e Vanderson Carvalho. A curiosidade foi que todos os três grupos premiados optaram por resolver o desafio que tinha como meta resolver problemas que envolvessem o meio ambiente. Fiquem atentos, faremos uma matéria contando mais detalhes dos projetos.
Os Campeo?es equipe NASA On Fire – photo- @adautomenezes – 97
2o lugar equipe Viserion photo- @adautomenezes – 101
Equipe Walk Rivers conquistou o 3 lugar photo- @adautomenezes – 149
As responsáveis por toda a festa
A reitora do UDF, Profa. Beatriz Eckert-Hoff, afirmou que foi uma honra receber um evento de nível mundial, o qual tem como propósito o desenvolvimento de soluções para melhorar a qualidade de vida da sociedade como um todo, pois isso faz parte do DNA do Centro Universitário “Hoje o foco da UDF é fazer uma mescla entre a tradição da Instituição, que foi a primeira faculdade privada da cidade, é a inovação com programas fortes de internacionalização, pesquisa, extensão, empreendedorismo com foco em inovação e criatividade, pois esse é o perfil que o novo milênio exige dos nossos estudantes”.
A anfitria? reitora da UDF Profa. Dra. Beatriz Maria Eckert Hoff. Na?o mediu esforc?os para apoiar a realizac?a?o da maratona.
A Pós-Doutora revelou que professores e alunos compraram a ideia de colaborar no evento e se dispuseram a trabalhar como mentores, coordenadores, auxiliares e participantes. Segundo Carine Elpídio, o principal motivo de ter selecionado a Instituição para ser o lar do hackaton foi o sangue nos olhos. “Escolhi a UDF porque vi sangue nos olhos e vontade de fazer acontecer. Outro fator a se ressaltar foi a proatividade e a opção por ser vanguardista em tudo que tem de melhor em educação no mundo”.
Esta edição do NASA Space Apps Challenge pode ser resumida no seguinte provérbio chinês: “Se dois homens vêm andando por uma estrada, cada um com um pão, e, ao se encontrarem, trocarem os pães, cada um vai embora com um. Se dois homens vêm andando por uma estrada, cada um com uma ideia, e, ao se encontrarem, trocarem as ideias, cada um vai embora com duas”. Pode parecer pouco, mas as 72 horas de troca de ideias, interações e o compartilhamento de projetos e iniciativas ousadas entre os presentes mudarão o mundo. Até a próxima!
Parte da equipe de organizac?a?o e mentores photo- @adautomenezes
Camara Legislativa DF: prorrogação de benefícios fiscais é aprovada pela CEOF
A Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou na última terça-feira dia 22 a prorrogação de dezenas de benefícios fiscais, concedidos por meio da homologação do convênio ICMS 133/2019. As operações beneficiadas são as de comercialização de produtos destinados a órgãos ou entidades da administração pública; na importação de remédios pela APAE; aquisições de equipamentos e acessórios destinados às instituições que atendam aos portadores de deficiência física, auditiva, mental, visual e múltipla; nas de equipamentos industriais e implementos agrícolas; serviço de transporte de gás natural; na importação do exterior de reprodutores e matrizes caprinas; nas saídas internas de tijolos e telhas cerâmicos;nas operações com medicamentos, e na importação de bens destinados a ensino e pesquisa; etc.
O texto ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de seguir para votação no plenário da Casa. Pela proposta, os benefícios ficam prorrogados até 31 de outubro de 2020. O presidente da CEOF e relator da matéria, deputado Agaciel Maia (PL), informou que a iniciativa, de autoria do Executivo, apenas prorroga o prazo de validade dos benefícios fiscais, sem a ampliação do seu alcance.
Exposição que já foi apresentada nas principais capitais do mundoune música, artes visuais e tecnologia para expressar a genialidade da multi artista islandesa Björk
O Ministério da Cidadania e o Banco do Brasil apresentam e patrocinam a exposição internacional Björk Digital em Brasília, de 03 de dezembro de 2019 a 09 de fevereiro de 2020. Essa é a primeira vez que os conteúdos imersivos criados pela artista em colaboração com alguns dos mais inovadores artistas visuais do mundo, como James Merry, Andrew Thomas Huang e Jesse Kanda, será disponibilizado ao público de forma gratuita.
A exposição é dividida em duas partes: Galeria 1 e Galeria 2. A primeira parte é composta por quatro seções e traz os clipes em VR das faixas do álbum Vulnicura (2015): Stonemilker, Black Lake, Mouth Mantra, Quicksand, Family e Notget. De uma performance intimista na praia de Grótta, na Islândia, a um mergulho na boca da Björk, passando por interações com os avatares digitais da artista, os vídeos interativos exploram a tecnologia da realidade virtual, ressaltando a vocação de Björk como uma das artistas mais vanguardistas de nossa época. A visitação é organizada de 20 em 20 minutos, aproximadamente, em grupos de 25 pessoas.
Na segunda parte da exposição o público poderá experimentar o projeto educativo Biophilia através de ipads e uma sala de cinema, com projeção dos videoclipes da artista de forma intermitente, dirigidos por Michel Gondry, Chris Cunningham, Nick Knight, entre outros, incluindo materiais mais recentes, lançados em virtude do álbum Utopia, como The Gate, de Andrew Thomas Hang e Tabula Rasa, de Tobias Gremmler.
A relação de Björk com tecnologia é reconhecidamente um dos principais diferenciais da artista, o que a torna única no universo da música. Björk Digital explora isso com maestria. Nas palavras da artista, “a realidade virtual não é apenas uma continuidade natural do videoclipe, mas tem um potencial dramatúrgico ainda mais íntimo, ideal para esta jornada emocional”.
“Para nós do Banco do Brasil, que apoiamos a Cultura há 30 anos, é com entusiasmo que patrocinamos essa exposição imersiva, que estreia no CCBB Brasília, e mistura artes visuais e música à inovação e tecnologia, elementos que fazem parte do nosso DNA”, comenta Elvis Kleber, Gerente Geral do Centro Cultural do Banco do Brasil em Brasília.
“Börk Digital é mais do que uma experiência expositiva. Ela é a introdução à um mundo de novas possibilidades artísticas, uma amostragem de como a junção da tecnologia e da arte podem promover sensações expandidas, potentes e, ao mesmo tempo, super humanas. Fico feliz que o Banco do Brasil esteja abrindo espaço para uma mostra como essa, apostando em novos formatos, e olhando para uma das coisas mais inovadoras que está sendo produzida na arte hoje em dia”, completa Lia Vissotto, diretora da Cinnamon, que organiza a mostra nos CCBBs.
Concebida por Björk e James Merry, com produção do MIF (Manchester International Festival), patrocinada pelo Banco do Brasil e realizada no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília pela Cinnamon Comunicação, a exposição segue para o CCBB Rio de Janeiro e Belo Horizonte em março e junho de 2020, respectivamente.
Serviço Exposição Björk Digital – primeira praça – Brasília
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 2)
Datas: 03 de dezembro de 2019 a 09 de fevereiro de 2020
Visitação de terça à domingo
Horário Galeria 1 (clipes em realidade virtual): 9h00 às 19h30
Horário Galeria 2 (Biophilia e cinema): 09h00 às 21h00
Ingressos: entrada gratuita mediante retirada de ingressos na bilheteria do CCBB ou no site bb.com.br/cultura.