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Palestra gratuita sobre investimentos

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Palestra gratuita sobre investimentos no Pátio

Na quarta, dia 27, o sócio fundador do grupo LHx Investimentos, empresa especializada em planejamento financeiro, estará no auditório do shopping para falar sobre o tema “O que os grandes investidores estão fazendo no novo governo?”. Vagas são limitadas.

 Quem quiser aprender mais sobre o mercado financeiro tem uma grande chance nesta quarta-feira, dia 27 de fevereiro. É que o Pátio Brasil receberá Leonardo Fernandes, sócio fundador do grupo LHx, com MBA Executivo Empresarial em Administração, Finanças e Negócios.

Leonardo estará no shopping a partir das 19h, para um encontro gratuito com os interessados em aprender mais sobre o mercado financeiro. O tema da palestra será: “O que os grandes investidores estão fazendo no novo governo?”

“Acreditamos que a Educação Financeira é fundamental para potencializar os investimentos dos brasileiros. Por isso pensamos neste encontro, para apresentar e esclarecer alguns aspectos do mercado financeiro, demostrar o que os investidores brasileiros podem esperar da atual gestão do Governo e como ela está impactando o mercado financeiros e de capitais”, explica Leonardo Fernandes.

O auditório do Pátio Brasil fica no 2º piso do shopping, ao lado da Riachuelo. Não é preciso fazer inscrição prévia, mas o encontro é limitado a 40 vagas.

SOBRE O GRUPO LHX – A LHx investimentos é uma empresa especializada em planejamento financeiro, com soluções em investimentos, gestão de risco e educação financeira. Atualmente, possui R$ 700 milhões de patrimônio líquido em assessoria de investimentos, atendendo mais de 2.700 clientes.

Serviço

PALESTRA: “O que os grandes investidores estão fazendo no novo governo?”

Com Leonardo Fernandes, sócio fundador da LHx Investimentos

Quando? 27 de fevereiro de 2019 (quarta-feira)

Que horas? 19h

Onde? Auditório do Pátio Brasil (2º andar, ao lado da Riachuelo)

Quanto? De graça

Informações: (61) 2196-7920  e (62) 98258-1657

Bloco Encosta que Cresce confirma “festa da diversidade”  para a próxima segunda, 4

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Bloco Encosta que Cresce confirma “festa da diversidade”
para a próxima segunda, 4
 

No ano passado bloco reuniu 60 mil pessoas no centro da cidade, sem relatos de violência

Com novo ponto de encontro, o Bloco Encosta que Cresce confirma a data para a sua quinta edição nas ruas do DF. A festa mais aguardada pelos foliões de Brasília será no dia 4 de março (segunda), das 15h às 22h, no estacionamento do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. O evento é gratuito e contará com muita música baiana e hits do verão.

A programação tem como novidade a apresentação da banda Açaí com Guaraná, um dos primeiros grupos musicais de axé da Capital. No repertório, estão confirmados sucessos de Chiclete com Banana, Asa de Águia, Araketu, Timbalada, e outros. Para esquentar ainda mais a festa, a cantora Gisele Guedes retorna ao trio elétrico mais eclético da cidade com músicas dançantes, exaltando os maiores sucessos do carnaval de todos os tempos, e misturando os estilos pop, funk, axé e samba.

De acordo com Edson Sertão, produtor cultural e organizador do Bloco Encosta que Cresce, o segredo do sucesso do bloco está relacionado com as atrações musicais de qualidade, a localização do evento, a estrutura disponibilizada para o conforto e a segurança dos foliões, e das parcerias com as iniciativas público e privada.

“A nossa programação está recheada de criatividade, irreverência e atrações voltadas para todos os gostos. É uma festa de paz e de alegria!”, afirma.

No ano passado, nem a chuva foi capaz de frear um dos maiores blocos de pré-carnaval de Brasília. O Encosta que Cresce reuniu aproximadamente 60 mil pessoas na área externa do Ginásio Nilson Nelson, sem relatos de violência. Para este ano, a organização prevê bater o record de público novamente, com uma festa animada e segura.

SERVIÇO:

Carnaval do Bloco Encosta que Cresce

Data: 4/3/2019 (segunda)

Hora: das 15h às 22h

Atrações: Banda Açaí com Guaraná, Gisele Guedes, DJ Cido Martins e participações

Local: Estacionamento do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha

Classificação: livre

Geração de empregos no DF poderá ser impactada pelo Turismo

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Geração de empregos no DF poderá ser impactada pelo Turismo

Câmara Legislativa lança Frente Parlamentar para incentivar a empregabilidade e o empreendedorismo

A cada cinco empregos gerados no mundo, um vem do Turismo. Esse impacto poderá ser um dos norteadores das políticas públicas para geração de emprego e incentivo ao empreendedorismo que a nova Frente Parlamentar de Combate ao Desemprego e de Incentivo ao Empreendedorismo terá a intenção de elaborar.

A Frente Parlamentar foi lançada nessa segunda-feira (25), na sede da Fecomércio DF, em Brasília. Estiveram presentes no lançamento, além do presidente da Frente, deputado José Gomes (PSB), e do vice-presidente, deputado Eduardo Pedrosa (PTC), o vice-governador do Distrito Federal, Paco Britto, a secretária de Turismo, Vanessa Mendonça, o vice-presidente da Fecomércio, Edson de Castro, o presidente da Fibra, Jamal Jorge Bittar, e representantes do governo e da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

A secretária de Turismo, Vanessa Mendonça, além de destacar a importância do Turismo na geração de empregos, que apenas no Brasil é responsável por sete milhões de postos de trabalho, disse que a atividade irá tornar Brasília uma referência de cidade, tanto nacionalmente quanto internacionalmente. “Brasília tem um potencial gigantesco para gerar empregos por meio do Turismo. Nós somos o 3º maior hub. Temos a capacidade de ampliar o receptivo dos atuais 17 milhões de turistas e passageiros que passam pelo Aeroporto, e com isso, gerar muito mais empregos”, afirmou a secretária.

“Estamos muito felizes porque essa união fortalece o trabalho do governo que tem focado em várias ações para estimular a geração de emprego e renda no DF. Essa união de forças entre Executivo, Legislativo e empresários é fundamental para isso”,  destacou o vice-governador Paco Britto, que ainda afirmou que o incentivo ao empreendedorismo é fundamental para destravar a economia local e gerar empregos. Já o deputado Eduardo Pedrosa disse que Brasília tem condições de ser uma capital de inovação no país. “Vamos mudar a história do DF por meio da geração de emprego e renda”, ressaltou o parlamentar.

O presidente da Frente Parlamentar de Combate ao Desemprego e de Incentivo ao Empreendedorismo disse que essa representação da CLDF terá o papel de mudar a realidade de emprego da capital federal. “Temos o maior PIB do país, mas estamos entre as cidades com maior desemprego.  Esse é mais um passo para mudar essa triste realidade”, destacou o deputado José Gomes.

Alimentação inadequada no Carnaval pode provocar sérios riscos à saúde

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Alimentação inadequada no Carnaval pode provocar sérios riscos à saúde

Dados do Ministério da Saúde apontam que no Brasil, em 2018, foram 503 surtos de doenças transmitidas por alimentos notificados, com 6.803 doentes, 731 hospitalizados e nove óbitos relacionados.

Os sintomas vão desde desconforto intestinal até quadros extremamente sérios, que podem levar a desidratação grave, diarreia sanguinolenta e insuficiência renal Uma das festas mais esperadas do ano está chegando: o Carnaval!

A data é sinônimo de alegria e muita farra! Porém, o folião que for aproveitar a programação carnavalesca deve ter atenção redobrada com a alimentação para esta época do ano – que coincide com as altas temperaturas do verão – contribuindo, assim, para a proliferação de vírus e bactérias que podem causar infecção alimentar, tornando-se, uma importante causa de morbidade e mortalidade em todo o mundo. No Brasil, a maioria das doenças transmitidas por alimentos (DTA) são causadas por bactérias, especialmente, por Salmonella, Escherichia coli e Staphylococcus.

No entanto, existem também surtos de DTA causados por vírus – rotavírus e norovírus – e, em menor intensidade, por substâncias químicas. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2018, os principais agentes etiológicos responsáveis pelos surtos foram a Escherichia coli (27,5%), seguida por Norovírus (25,0%). Atualmente, existem mais de 250 tipos de doenças transmitidas por alimentos, sendo que a maioria delas são infecções por bactérias e suas toxinas, vírus e parasitas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as DTA são uma grande preocupação de saúde pública e podem ser fatais, principalmente, em crianças menores de cinco anos de idade.

O maior perigo pode estar na ingestão de alimentos manipulados de forma incorreta, o que aumenta as chances de contaminação. Isso porque a maioria dos ambulantes não têm apoio de refrigeradores e fazem o manuseio dos alimentos com higiene precária.

Os sintomas mais comuns das DTA são: náuseas, vômitos, dores abdominais, diarreia, perda de apetite, febre, cansaço extremo, desidratação e sangue nas fezes. Além disso, pode surgir também outras doenças extraintestinais em diversos órgãos e sistemas, como fígado (Hepatite A), terminações nervosas periféricas (Botulismo), má formação congênita (Toxoplasmose) e Cólera – quando a desidratação não é tratada corretamente, pode levar a deterioração progressiva da circulação, da função renal e do equilíbrio de água e minerais no corpo.

O organismo leva em torno de um a dois dias – no máximo sete – para apresentar os primeiros sinais após a infecção – pode variar conforme o agente etiológico.

O diagnóstico das DTA é feito por exames laboratoriais específicos. Já o tratamento da doenças transmitidas por alimentos depende da sintomatologia de cada caso. Geralmente, são doenças que têm um período limitado e determinado, com exceção de alguns casos em que coexistem outras enfermidades, em crianças, idosos e imunodeprimidos, e de acordo com o grau de toxigenicidade (capacidade de uma bactéria produzir toxina) do agente etiológico envolvido.

Por isso, o tratamento é baseado em medidas de suporte, a fim de evitar a desidratação e o óbito. A prevenção das DTA baseia-se no consumo de alimentos e de água que atendam aos padrões de qualidade da legislação vigente, higiene pessoal e/ou alimentar e condições adequadas de saneamento.

Entenda como o exercício físico ajuda no tratamento de câncer

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Entenda como o exercício físico ajuda no tratamento de câncer
Oncologista brasiliense fala sobre a importância da atividade física de pacientes em tratamento e no resgate da autoestima
A disseminação de estudos com informações sobre a importância de alinhar exercício físico e tratamento de câncer vêm se multiplicando no Brasil. O lado bom disso, é que essas informações têm mudado a cara do tratamento da doença no país. De acordo com pesquisa realizada pelo Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), em parceria com a Universidade de Harvard, Universidade de Cambridge e Universidade de Queensland, cerca de 10 mil novos casos de câncer, entre eles o de mama e o de cólon, poderiam ser evitados no Brasil se houvesse mais adesão à prática da atividade física entre a população.

Ademais, a prática de atividade física alinhada à alimentação saudável, realizada dentro dos limites de cada pessoa, resgata não somente a confiança do paciente no tratamento, mas também a autoestima. No Distrito Federal, a Médica Oncologista Ludmila Thommen, ressalta que além dos benefícios no tratamento da doença, a atividade física libera serotonina, que aumenta a sensação de bem-estar.

“Hoje em dia, o paciente em tratamento, tem livre acesso aos vários estudos existentes que refletem sobre a atividade tanto na prevenção como no aumento na tolerância à quimioterapia e a redução do risco de recidiva em vários tipos de câncer”, conta Ludmila. De acordo com a oncologista, não há restrições à atividade física, recomenda-se apenas que seja intensificada de forma gradual de acordo como o limite cada paciente, levando em consideração a rotina de exercício estabelecia antes do diagnóstico. E, diga-se de passagem, os cuidados são redobrados se o paciente era sedentário.

“Sempre digo para meus pacientes que a prática de atividades físicas, durante o tratamento, pode ajudar a minimizar dores, contribuindo para o fortalecimento muscular e energético”, afirma. A médica diz que entre as atividades mais recomendadas em seu consultório para quem está tratando o câncer, está o pilates, hidroginástica, academia. De acordo com a especialista, o exercício tem o poder de melhorar a ansiedade, a depressão e elevar a autoestima. Colabora para a redução do estresse, reeducação postural, aumento da força muscular, alongamento e flexibilidade muscular. Além disso, a atividade melhora ainda o equilíbrio e a resistência cardiopulmonar. Mas vale lembrar que existem algumas limitações nos pacientes oncológicos que precisam ser respeitadas e avaliadas pelo profissional da área de saúde.

A profissional de educação física da Unidade de Reabilitação do Hospital Universitário (HuB), Lidiane Gomes, conta que progresso em pacientes vítimas de câncer de mama é notório. Ela diz que o trabalho em grupo é realizado logo a após a liberação da fisioterapia e que os exercícios ajudam a melhorar e manter a flexibilidade do membro afetado. E que os alongamentos gerais e fortalecimento muscular consequentemente aumentam o nível de condicionamento físico de cada paciente. “A ideia é proporcionar uma qualidade de vida maior para as pacientes. Durante as aulas em grupo, podemos acompanhar a evolução da melhora em relação as dores e ao cansaço de cada uma. A atividade também ajuda na socialização entres as pacientes que se sentem abertas para trocar informações sobre a doença”, diz.

Além disso, Lidiane afirma que a atividade física durante o tratamento de câncer já é cientificamente comprovada, e que ajuda a minimizar o desconforto da fadiga sistêmica causada pela doença. Ao contrário do que muitas pessoas pensam durante o tratamento, a intenção não é que a pessoa fique de repouso, e sim que fique ativa para que elas percebam mais os resultados.

Vale salientar que de acordo com estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres brasileiras depois do câncer de pele não melanoma. A estimativa é de que neste ano, serão cerca de 60 mil novos casos da doença. Estima-se que 20% a 50% dos pacientes com câncer de mama em estágio inicial cheguem à fase metastática.

Rede pública vai produzir material didático próprio

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Rede pública vai produzir material didático próprio

Da redação, Ascom/SEEDF

O secretário de Educação, Rafael Parente, anunciou a criação de um grupo de professores que irá produzir material didático próprio para a rede pública de ensino do Distrito Federal. A ação tem dois objetivos principais: proporcionar materiais de qualidade com os quais a rede de ensino se identifique; e suprir as dificuldades que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) tem para entregar os livros didáticos às escolas do DF.

 

Foto: Luis Tavares, Ascom/SEEDF

Para garantir o desenvolvimento dos conteúdos no início do ano letivo, a Subsecretaria de Educação Básica (Subeb) já começará a distribuir nesta quarta-feira (20) cadernos de revisão do conteúdo para todos os estudantes e professores do 4º ao 9º ano do Ensino Fundamental e dos três anos do Ensino Médio. Serão dois cadernos por aluno, um de Língua Portuguesa e um de Matemática. Assim, serão ao todo, 36 cadernos diferentes usados para a revisão do conteúdo do ano passado.

Além disso, os três primeiros anos do Fundamental vão receber material suplementar do Programa Nacional de Alfabetização na Idade Correta (PNAIC). Essas ações devem minimizar a falta dos livros didáticos do Programa Nacional do Livro Didático do FNDE até que fiquem prontos os materiais elaborados pelo grupo que está sendo criado.

Nas próximas semanas, a Secretaria mapeará os estudantes e unidades escolares que estão sem livros para um processo de remanejamento dentro da rede. Primeiramente, as trocas serão feitas entre as escolas de uma mesma regional de ensino e depois entre as próprias regionais. Atualmente, a Subeb estima que 15 mil alunos da rede pública estão sem livros didáticos devido à indisponibilidade de reserva técnica do FNDE para suprir as demandas das escolas do DF.

Cabe ressaltar que o mapeamento só pode ser feito após um mês do início das aulas, quando o processo de matrículas estiver consolidado. Assim, somente na primeira quinzena de março a Subeb saberá quem ficou sem livros e então promover o fornecimento do material.

“Os livros remanejados são deixados por estudante que saem da rede e são oferecidos a quem entra na rede”, esclarece a subsecretária da Subeb, Jackeline Aguiar. Ainda segundo Jackeline, com base em anos passados, é provável que a falta de livros afete todas as etapas de ensino, mas em especial do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental.

O grupo criado pelo secretário de Educação será selecionado para iniciar os trabalhos em março, no Centro de Aperfeiçoamento de Profissionais da Educação, conhecido como Eape. A equipe será formada por cerca de 50 professores. Jackeline estima que os materiais didáticos próprios fiquem prontos para distribuição integral no 2º semestre.

O secretário Rafael Parente afirma que os conteúdos produzidos pela SEEDF terão qualidade superior à dos livros distribuídos atualmente pelo Ministério da Educação, via FNDE.“Temos muitos doutores e a grande maioria dos testes das avaliações aplicadas pela Universidade de Brasília são feitas pelos nossos professores”, ressalta.

Ainda conforme o planejamento da pasta, o material didático da SEEDF será complementado por uma plataforma digital com inteligência artificial e machine learning. Também fazem parte do projeto, que integra conteúdos impressos e virtuais, salas de aula com projetores e caixas de som, além de laptops, que vão circular em carrinhos entre as salas de aula para atender os estudantes.

Sobre o planejamento, Rafael Parente complementa: “Com a Eape reestruturada e oferecendo novos cursos e um material didático moderno, atual, nós conseguiremos fazer um trabalho muitas vezes superior ao que vem sendo feito hoje”.

Desde 1999, a Secretaria de Educação não compra livros didáticos e recebe do FNDE todos os livros utilizados na rede pública de ensino. O FNDE calcula as quantidades com base no censo escolar de dois anos antes da entrega. Nos períodos entre o momento em que faz esse cálculo e a distribuição, trabalha com uma reserva técnica que mantém para suprir a movimentação de estudantes nas redes estaduais e do DF. Neste ano, o DF ainda não foi contemplado.