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sexta-feira, maio 1, 2026
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Livro do educador ambiental Marcelo Bizerril detalha a vida e as características do cerrado brasileiro sob a perspectiva ecológica, cultural, social e política

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De maneira acessível, autor brasiliense mostra a beleza do bioma, apontando problemas e saídas para as situações vividas na região.

Maior bioma do Brasil depois da Amazônia, o Cerrado tem importância social e ambiental inegáveis e ocupa 2 milhões de quilômetros, em estados como Minas, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Pantanal, Bahia, Tocantins, Piauí e Maranhão. Sua formação vegetal carrega uma grande biodiversidade e, assim como outros biomas, tem sofrido com o desmatamento e demais problemas sociais e ambientais. Para mostrar a história e a relação da conhecida savana brasileira com o nosso país e com o planeta, o biólogo e educador ambiental Marcelo Bizerril escreveu o livro Cerrado – o que o Brasil pode aprender com ele(Editora Saraiva, selo da SOMOS Educação).

Lançado no ultimo dia 14 de dezembro em Brasília, na Livraria Sortir – Asa Norte, a obra faz uma visão crítica sobre os aspectos ambiental, cultural, político e social, destacando um panorama da ecologia do Cerrado.

“Neste livro, quis abordar a questão regional em paralelo com a global, e contribuir para pensarmos este bioma em todos os seus âmbitos, para debater como podemos seguir preservando-o”, diz o autor.

Voltado para jovens e curiosos sobre o tema – além de contribuir com informações também para a formação de professores –, o livro conta com cinco capítulos distribuídos de forma a contemplar desde o cenário macro do Cerrado até o micro, passando pelas soluções possíveis em relação ao desmatamento, por exemplo. O projeto gráfico arejado e repleto de imagens contribui para dar um caráter fluído e acessível para a leitura, com diversos boxes de curiosidades sobre esse bioma.

O autor detalha logo de início o modo como vemos o mundo e o Cerrado, apresentando pessoas e descobertas fundamentais para mudar nossa forma de ver a natureza, a vida e as sociedades humanas, pontuando, inclusive, que o Cerrado ficou também conhecido como a “caixa d´água” do Brasil. Em seguida, Bizerril explica como se desenvolveram a fauna e flora da região, ressaltando a importância de animais como o lobo-guará (símbolo da região), o tamanduá-bandeira e a anta (em perigo de extinção), além das plantas típicas como o Jatobá e o fruto da lobeira (que pode ser utilizado para tratar doenças e para a alimentação). O autor destaca ainda a relação humana com esse ecossistema e a vida cultural existente na região, apresentando manifestações características do local, como a folia de reis e a sussa, não esquecendo de abordar a importância de sua ocupação e economia locais, além de discutir o futuro do Cerrado e apontar caminhos para problemas como a diminuição do volume de água do rio Araguaia (o mais importante da região) e o desmatamento de suas margens.

Ao final de cada capítulo, o educador ambiental esmiuça 1 ou mais pontos dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável propostos pela ONU (os chamados ODS), de acordo com o que foi debatido em cada unidade, fazendo com que o leitor reflita sobre a necessidade de pensar globalmente e agir localmente. “Minha ideia é que todos possam pensar em caminhos que possam fortalecer esses objetivos que se popularizaram e que precisam urgentemente serem alcançados. Queria que as pessoas compreendessem nossa relação com o ambiente, nossa história evolutiva para então considerar e avaliar para onde queremos andar e quais alternativas temos”, conclui Bizerril.

Sobre o autor:

Marcelo Bizerril é professor da Universidade de Brasília (UnB). Doutor em ecologia, atua há mais de 20 anos na formação de professores e em projetos relacionados à educação ambiental. É autor de livros paradidáticos e literários, entre eles, Vivendo no Cerrado e aprendendo com ele, Outros Quinhentos eSavanas, todos publicados pela Editora Saraiva. Escreveu ainda vários textos científicos publicados em diversos países.

Serviço:

Título: Cerrado – o que o Brasil pode aprender com ele

Autor: Marcelo Bizerril

Editora: Saraiva

Número de Páginas: 68

Preço:  R$ 92,00

Onde encontrar: www.coletivoleitor.com.br

Local: livraria Sortir – CLN, 403, bloco C, loja 7

Vox2You anuncia o VoxDay: uma imersão na arte da oratória

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A escola de oratória abre sua agenda para um treinamento intenso de oratória aos brasilienses. O VoxDay acontece no, 17 de dezembro, das 9 às 17h

Em um mundo digitalmente conectado, a oratória clássica muitas vezes é subestimada. No entanto, o VoxDay surge como uma oportunidade de resgatar e valorizar a habilidade essencial da comunicação, destacando sua relevância no desenvolvimento pessoal e profissional. Trata-se de um dia inteiro de imersão na arte da oratória, promovido pela Vox2You, renomada escola de oratória com sede na Asa Norte. O encontro será no dia 17 de dezembro, a partir das 9h e segue até às 17h, promovendo um dia transformador aos participantes. Os interessados podem fazer a pré-matrícula pelo link www.sympla.com.br/voxday-uma-imersao-na-arte-da-oratoria__2272189. As vagas são limitadas.

“A comunicação eficaz é uma habilidade essencial em qualquer carreira. Nesse sentido, esse encontro promete ser um marco para quem busca aprimorar essa habilidade”, destaca Gabriel Chaga, professor e empresário da Vox2You. Segundo ele, a abordagem prática e imersiva do VoxDay permite a aplicação imediata das técnicas aprendidas, consolidando o aprendizado, além de oferecer um ambiente propício para o networking, conectando os participantes a profissionais de diversas áreas.

Durante as 8horas de imersão em oratória, o VoxDay inclui todo o material didático exclusivo da escola, dois coffee breaks (manhã e tarde), certificado de conclusão, além de uma mentoria individual pós curso (duração de 1 hora).

A Vox2You é reconhecida como uma das maiores escolas de oratória da América Latina. A unidade em Brasília, aberta em março deste ano na quadra 515 da Asa Norte, oferece cursos como Intesivox, Incompany e o completo Academy, este último com duração de 10 meses e carga horária de 120 horas, contemplando cerca de 80 técnicas e 150 dinâmicas.

Serviço: VoxDay: uma imersão na arte da oratória

Data: 17 de dezembro, domingo, às 9h

Local: Vox2You – SEPN 515 Bloco E Lojas 17 e 18, Asa Norte, Brasília-DF

Funcionamento: Segunda a sexta, das 9h às 20h, e sábado, das 9h às 15h

O Cientista Perdido faz show de despedida sábado (16)

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Artista, que faz uma versão abrasileirada de synth pop se despede de Brasília em sessão única no Teatro Mapati

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=eXQEbrpYpbM&ab_channel=OCientistaPerdido

O Teatro Mapati recebe no sábado (16/dezembro), às 19h30, show do projeto O Cientista Perdido, do músico brasiliense Rodrigo Saminêz. A apresentação é uma despedida que o artista faz de Brasília, já que está de mudança para a cidade de São Paulo. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Sympla (bit.ly/OCientistaPerdido).

O Cientista Perdido é um projeto que explora provocações de sentimentos pouco convencionais e traz a catarse coletiva como chave para interpretá-los. Seu último trabalho que reúne composições inéditas é o EP “Corpo no Infinito (2021)”, que apresenta músicas que abordam a ansiedade e a construção de uma narrativa que parte do pessoal e se torna coletiva.

A sonoridade explorada por Rodrigo Saminêz em O Cientista Perdido mistura indie, lo-fi, rock alternativo e synthpop. “Minhas últimas músicas são sobre trazer pra perto o que e quem nos faz bem e reinterpretar, nem que por 20 minutinhos, o apocalipse que acontece dentro e fora da gente”, resume o músico.

O artista já trabalha em um novo álbum, com lançamento previsto para o próximo ano, que mergulha em temas relacionados aos seus diversos amores possíveis e impossíveis na vivência LGBTQIAP+. A negação do amor, a ansiedade em construir intimidades, ghosting, autopreservação e o estabelecimento de limites na relação com o outro estarão presentes no lançamento.

Serviço
Show O Cientista Perdido
16 de dezembro, às 19h30
Ingressos: bit.ly/OCientistaPerdido
Informações: instagram.com/ocientistaperdido

Moraes determina execução da pena de condenado por atos golpistas

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Matheus Lázaro é o primeiro a ter a sentença executada

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (15) a execução da pena de Matheus Lima de Carvalho Lázaro, condenado pela Corte a 17 anos de prisão pela participação nos atos golpistas de 8 de janeiro.
Com a decisão, Mateus é o primeiro condenado pelos atos que tem a sentença executada. A condenação pelo plenário do Supremo ocorreu em setembro deste ano. Na última quinta-feira (14), foi publicado o acórdão do julgamento e declarado o trânsito em julgado, ou seja, o fim do processo.

Na decisão, Moraes determinou que o acusado seja submetido aos exames médicos oficiais para dar início à execução da pena. Mateus está preso desde 8 de janeiro no presídio da Papuda, em Brasília.

Ele é morador de Apucarana (PR) e foi preso na Esplanada dos Ministérios no dia dos ataques portando um canivete após deixar o Congresso Nacional. Segundo as investigações, em mensagens enviadas a parentes durante os atos, ele defendeu a intervenção militar para tomada do poder pelo Exército.

Com base no voto do relator, Alexandre de Moraes, a maioria dos ministros confirmou que o réu cometeu os crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

Defesa

Em setembro, durante o julgamento, a advogada Larissa Lopes de Araújo, representante do réu, chorou ao fazer a sua sustentação e acusou o Supremo de não respeitar a Constituição.

A advogada disse que Matheus não participou da depredação e afirmou que as imagens de câmeras de segurança mostram o acusado em pontos distantes da Esplanada em menos de cinco minutos de filmagem

Edição: Marcelo Brandão

Por André Richter – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Empresária aposta no turismo para promover a equidade de gênero no mundo corporativo

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“A conscientização é o começo de toda mudança”, define Janaína Araújo, idealizadora do projeto

Janaína Araújo nasceu no sertão da Paraíba e se mudou para São Paulo aos 13 anos de idade. Hoje, aos 47, é mãe da Beatriz, de 21, e presidente da LÉKÈ, uma empresa que carrega o DNA feminino em sua essência. Criada em um ambiente patriarcal, a empresária revela que presenciou diariamente desde criança o desenrolar de atitudes desiguais dentro da própria família e mesmo sem entender bem, sentia desde sempre um incômodo. E afirma:

“Eu sempre achei que queria igualdade entre homens e mulheres. Aos 43 anos, entendi que na verdade, a minha busca sempre foi pela equidade, que é bem diferente da igualdade”.

Janaína compreende que é necessário participar ativamente da difusão de políticas públicas, campanhas de conscientização da sociedade e ações por parte das organizações privadas, sendo fundamental que se continue combatendo as desigualdades de gênero e desenvolvendo espaços mais diversos. A empresária viu a possibilidade de contribuir para o empreendedorismo feminino a partir de experiências profissionais e interpessoais entre mulheres através do turismo corporativo, crescente no mercado. Em março deste ano, o faturamento do turismo à trabalho teve um aumento de 44%, movimentando R$1,28 bilhões na economia e ampliando as possibilidades de aprendizado e conexões no mercado de trabalho.

Juntamente ao Grupo Xaluca, idealizou o Desert Women Summit Brasil, convenção imersiva no Marrocos destinada a empresárias engajadas no tema a fim de se conectarem umas às outras e juntas, lutar por mudanças efetivas. Na última edição, o summit contou com palestras de líderes como Luiza Helena Trajano e Chieko Aoki, que dividiram suas experiências com outras mulheres e debateram temas importantes como políticas públicas e desigualdade salarial, além de questões interpessoais como saúde mental e espiritualidade.

O evento leva à debate temas como equidade de gênero, ESG, políticas públicas e saúde integrativa. Janaína define que o projeto visa quebrar paradigmas entre as mulheres e incentivá-las a serem as protagonistas de suas próprias vidas e que o apoio umas às outras, facilite esse processo:

“É o nosso momento de nos unirmos para que a gente tenha uma sociedade melhor, para que as mulheres reflitam e entendam o valor que elas têm. A nossa ideia não é competir com os homens, mas que a gente consiga andar lado a lado, que nós, de fato, consigamos ter essa igualdade”.

Serviço:
Institucional Leke (lekerp.com.br)

Dos cortes aos penteados: visual dos cabelos ajuda a compor o look do final de ano

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O fim de ano está se aproximando e, com ele, a busca pelo visual ideal para celebrar as festas. E nessa hora o cabelo não passa despercebido. Há quem opte por um penteado para passar as festividades e aqueles que aproveitam o momento para mudar o corte e até mesmo a cor.

Nos salões de beleza, a procura por uma agenda para garantir os cuidados com os cabelos é alta. A cabeleireira Gilvania Fideli, da Lord Perfumaria, revela que as pessoas costumam aproveitar o final do ano para mudar o visual do cabelo. “É um bom momento para renovar, pois reflete o sentimento das pessoas de se abrirem para a chegada de um novo ano”.

Para o final do ano, ela traz algumas dicas de cortes e cores que vão continuar em alta em 2024. “Nos cortes, uma forte tendência são os curtos como long bob assimétrico e blunt cut corte médio. Já para aplicar na coloração, mechas nos estilos morenas iluminadas, não deixando de lado as loiras praianas, com tom mais pérola”. Ela sugere que os clientes explorem opções que combinem com suas personalidades e destacam sua beleza única.

Os penteados são outra opção de quem quer complementar o look do final do ano. Coques despojados e ondas naturais são algumas das opções que ela destaca para garantir que todos estejam deslumbrantes nas festas de fim de ano. “Penteado com estilos ondas, semi-preso para os cabelos grandes e os queridinhos coques para os curtos. Porém, o mais importante, é escolher sempre o penteado que se sinta à vontade”.

E alerta para um cuidado importante. “Na hora de escolher o penteado, é imprescindível usar proteção térmica no fio para evitar a queima com processo do secador, babyliss ou chapinha”.

A cabeleireira enfatiza, ainda, a importância da manutenção capilar. “Tratamentos com diagnóstico personalizado no salão, a cada 15 dias, são de extrema importância para realizar uma manutenção em casa. Esse cuidado, de forma regular, é essencial para garantir que os cabelos estejam saudáveis, brilhantes e prontos para qualquer festividade”.