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Economia brasileira deve crescer 1,7% em 2024
Cannabis: uma planta, inúmeras possibilidades
Em minha jornada pessoal em busca de equilíbrio e bem-estar, encontrei várias soluções ancestrais que sobreviveram ao teste do tempo. Uma delas, e talvez a mais polêmica e poderosa, é a cannabis. Esta planta, venerada e estigmatizada ao longo da história, abre um mundo de possibilidades terapêuticas. Mas, como em todas as jornadas de cura, é preciso discernimento, conhecimento, disciplina e, acima de tudo, uma conexão profunda com nosso eu interior.
Em meu consultório, testemunho muitas pessoas buscando alívio para suas dores, sejam elas físicas ou emocionais. Sempre reforço a importância de uma abordagem que consiga enxergar o todo. A cannabis, nesse contexto, é um instrumento valioso. Ela interage com o sistema endocanabinóide do nosso corpo, um sistema complexo e essencial na regulação de funções como humor, sono e resposta à dor.
Seu uso na medicina moderna abre um leque de possibilidades para tratamentos de ansiedade, insônia, dor crônica e inflamação, seja através de óleo ou outras formas de apresentação. Sendo sempre crucial o acompanhamento médico, pois cada indivíduo reage de forma única e chegar na dose ideal demanda uma alquimia.
A questão da legalidade da cannabis ainda é complexa. As leis variam enormemente pelo mundo, refletindo as tensões culturais e sociais. No Brasil, por exemplo, há avanços, mas ainda estamos longe de uma utilização ampla e bem compreendida. É essencial ter discussões abertas e informadas, enxergando a cannabis não como uma solução para tudo, mas como uma ferramenta útil em nosso arsenal terapêutico.
Além do seu potencial terapêutico, a cannabis nos convida a uma jornada mais profunda de autoconhecimento. Em um mundo que busca soluções externas para problemas internos, ela nos lembra da importância de olhar para dentro. Como Carl Jung enfatizou, acessar nosso “eu” mais profundo é essencial na autocura. A cannabis pode ser uma ponte para essa jornada interior, ajudando a alcançar maior consciência e conexão com nossas necessidades mais profundas.
A cannabis é uma planta com inestimáveis possibilidades, mas seu uso requer discernimento, responsabilidade e uma compreensão holística da saúde. Como profissional nesta área, continuo explorando suas potencialidades e desafios, sempre visando ajudar aqueles em busca de cura e equilíbrio. A jornada de autocura é contínua, e a cannabis pode ser uma das muitas chaves para um novo entendimento de bem-estar dentro de um contexto mais amplo de saúde.

Maria Klien é psicóloga e empreendedora no campo da cannabis medicinal.
Psicóloga especializada em transtornos de ansiedade onde combina terapias tradicionais com o uso de cannabis medicinal.
Como empreendedora ela trabalha para tornar a planta uma ferramenta acessível e eficaz para o bem-estar emocional.
Novidade na ginecologia, que coloca a histeroscopia, mais uma vez, como um tratamento padrão ouro!
A neoplasia intraepitelial endometrial (NIE) ou hiperplasia endometrial atípica (HEA) é de grande importância clínica, pois muitas vezes é um estágio inicial do adenocarcinoma do endométrio. O American College of Obstetrics and Gynecology (ACOG), com o apoio da Society of Gynecologic Oncology, publicou recentemente um consenso atualizado sobre o tratamento de pacientes após o diagnóstico dessas condições.
Dessa forma, mulheres que possuem fatores de risco, como obesidade, diabetes e hipertensão, devem ser avaliadas também com a premissa de realizar um diagnóstico precoce do câncer endometrial.
A histeroscopia, portanto, possui um papel fundamental na avaliação desse diagnóstico, especialmente para as mulheres que visam realizar procedimentos minimamente invasivos, como ablação do endométrio ou histerectomia.
ST Setor Comercial Sul Qd 08 Bloco B, Número 60, Sala 240,
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CURSOS: (61) 99915 – 7773
CONSULTAS: (61) 99800 – 3832
Do mercado de luxo de Paris para a moda brasiliense
Juliana Beltrão, empresária brasiliense, imerge em curso em Paris, pelo Passaporte Fashionista realizando uma verdadeira imersão em grandes marcas francesas e internacionais
Franqueada das marcas Maria Dolores e Luiza Barcelos, em Brasília, Juliana Beltrão acaba de chegar de Paris. Na capital francesa, a empresária se dedicou à realização de um conceituado curso de moda, intitulado “Estilos, Tendências e Mercado de Luxo”. Na última semana de novembro, a empresária com lojas sediadas no Park Shopping e Brasília Shopping, participou do Passaporte Fashionista, idealizada por Andrea Furco, realizando masterclasses dentro das principais marcas francesas e internacionais, se aprofundando na história, estilo, inspirações e produtos ícones de cada marca.
De acordo com Juliana, o luxo está nos mínimos detalhes. “Desde a hora que você entra num espaço diferenciado, o luxo te recebe em cada detalhe, seja ele um torrão de açúcar no formato de uma flor, no café que você serve, no uniforme do funcionário, no tecido da cortina da loja e até mesmo no guardanapo do papel. O luxo envolve todos os detalhes”, explica.

Arquiteta de formação, a jovem decidiu empreender na área da moda, ao abrir duas lojas da franquia da Luiza Barcelos, em Brasília. “Comecei pelo universo dos sapatos e bolsas, onde foquei exclusivamente por quatro anos, mas o mesmo sentimento, de que Brasília precisava de uma marca como a Luiza Barcelos, começou a me rondar novamente e dessa vez com joias autorais e diferente de tudo. Foi quando me apaixonei perdidamente pelo universo Maria Dolores, marca de jóias de Curitiba com lojas no Brasil e exterior”, confessa, Ju.
Serviço: Maria Dolores
Local: Park Shopping, segundo piso
Endereço: SMAS Trecho 1 LOJA: 248-F – Guará, Brasília – DF, 71219-900
Telefone: (61) 3142-150
Festival reúne pensamento e estética de 300 povos indígenas
Evento inclui palestras sobre economia ancestral e crise climática
O primeiro Festival Brasil É Terra Indígena começa nesta quarta-feira (13) em um complexo cultural montado na esplanada do Museu Nacional da República, região central da capital federal.

Com entrada franca, o evento, que vai até quinta-feira (14), pretende mostrar a diversidade de pensamento e estética dos mais de 300 povos indígenas do Brasil. Um dos destaques é a Feira de Arte dos Povos Indígenas, que reúne trabalhos de cerca de 80 artistas dos seis biomas do território brasileiro.
A Feira de Arte dos Povos Indígenas, aberta nos dois dias de festival, funcionará das 9h às 20h. Entre as etnias presentes estarão os povos Yanomami, Macuxi, Terena, Baré, Ashaninka, Kadiwéu, Guarani, Guajajara, Tremembé, Wauja e Mehinaku.
“A ideia é retratar a diversidade de belezas da arte ligada à ancestralidade e apresentar a riqueza dos saberes de convivência e proteção desses biomas, porque a relação da arte indígena está muito conectada ao bioma, na relação que se estabelece ao viver completamente integrado na sabedoria da relação com a natureza”, disse o curador da mostra, arquiteto Marcelo Rosenbaum.
Em paralelo, ocorrerão debates e rodas de conversa no Espaço Tecnologia e Ancestralidade, montado no auditório do museu. Ao todo, 35 palestrantes falarão sobre temas como comunicação indígena e suas narrativas, economia ancestral e criativa, com moda e música, e crise climática.
Música
O festival inclui ainda uma programação de shows com artistas indígenas, com nomes como Djuena Tikuna, Kaê Guajajara, Siba Puri, DJ Rapha Anacé, Tainara Takua, Gean Pankararu, Heloisa Araújo Tukue, Brisa Flow, DJ Eric Terena, MC Anarandá, Katú Mirim, Edvan Fulni-ô, Suraras do Tapajós, LaManxi, Brô MC’s e Grandão Vaqueiro.
Outros artistas consagrados da cena musical brasileira, como Lenine, Gaby Amarantos e Felipe Cordeiro participam como convidados dos músicos indígenas. Os Bro Mc’s convidam o rapper Xamã ao palco. Gaby Amarantos e Felipe Cordeiro são os convidados do show das Suraras do Tapajós. Gean Pankararu leva para a sua apresentação o cantor Lenine. Já Mariene de Castro participa do show da cantora Djuena Tikuna.
Organizado pela rede Mídia Indígena, o festival tem patrocínio do Instituto Cultural Vale, articulação do Centro Cultural Vale Maranhão e apoio dos ministérios da Cultura e dos Povos Indígenas.
Edição: Nádia Franco
Por Agência Brasil – Brasília
Janja afirma que foi vítima de mensagens misóginas e violentas
PF e AGU atuam contra hackeamento de perfil da primeira-dama
A primeira-dama Janja Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (13), que foi vítima de mensagens misóginas e violentas e que sofreu “o que muitas mulheres sofrem diariamente”. O perfil de Janja na plataforma X (antigo Twitter) foi hackeado na noite desta segunda-feira (11) e, no ataque, os invasores publicaram mensagens ofensivas e com xingamentos.
“Os ataques de ódio e o desrespeito que eu sofro diariamente chegaram a outro patamar. Minha conta do X foi hackeada e, por minutos intermináveis, foram publicadas mensagens misóginas e violentas contra mim. Posts machistas e criminosos, típicos de quem despreza as mulheres, a convivência em sociedade, a democracia e a lei”, escreveu em publicação em outra rede social, o Instagram.
A Polícia Federal (PF) investiga o ataque, e a Advocacia-Geral de União (AGU) enviou notificação extrajudicial ao X, solicitando providências à empresa. A AGU pediu o congelamento imediato da conta @JanjaLula até a conclusão das investigações e a preservação de todos os registros e elementos digitais relacionados à conta “a fim de subsidiar futuras ações judiciais”.
Para Janja, as publicações mostram a realidade da misoginia e do machismo presentes no país. “O ódio, a intolerância e a misoginia precisam ser combatidos e, os responsáveis, punidos”, escreveu.
“A internet é um espaço potente para o bem e para o mal. E é comprovado que nós, mulheres, somos as que mais sofrem com os ataques de ódio aqui nas redes. O que eu sofri ontem é o que muitas mulheres sofrem diariamente. Mulheres no Brasil inteiro são vítimas de ataques machistas, que tomam conta das redes sociais e muitas vezes saem dela, acabando em agressões físicas e feminicídios. Milhares de mulheres perdem ou até tiram a própria vida a partir de ataques como o que sofri na noite de ontem”, acrescentou a primeira-dama.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também se manifestou e disse que não é possível tolerar mais episódios como esses contra as mulheres. “Aos envolvidos, o rigor da lei. Para Janja, todo meu amor e companheirismo para enfrentar a misoginia e o preconceito”, escreveu em publicação nas redes sociais.
A reportagem tentou contato com assessoria do X, mas ainda não obteve retorno.
Edição: Juliana Andrade












