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segunda-feira, abril 20, 2026
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Selvagens à Procura de Lei lança “Jamoga”

Música do primeiro disco da banda ganha uma releitura com participação de Roberta Campos e vídeo gravado em estúdio.

Foto: Murilo Amancio

A faixa “Jamoga” é parte da história dos mais antigos fãs dosSelvagens à Procura de Lei. Lançada no disco Aprendendo a Mentir(2011, independente) a música foi hit nas noites de rock de Fortaleza e marcou o debut fonográfico do quarteto.

Durante uma apresentação no Festival Maloca Dragão 2018, para cerca de 20 mil pessoas em Fortaleza, a banda incluiu a faixa rearranjada como uma versão acústica.

Ficou tão legal que a gente acabou gravando essa versão em estúdio. Chamamos a Roberta Campos para cantar junto. O resultado ficou bem diferente do que os fãs costumam ouvir dos Selvagens. Tá bem delicado“, conta o vocalista e guitarrista Gabriel Aragão.
Roberta Campos é uma cantora e compositora de MPB. Este lançamento marca a primeira a participação de um outro artista na discografia dos Selvagens à Procura de Lei.
Assista ao vídeo do encontro:
https://youtu.be/UlV2eS4GVr4
Os fãs que aguardem, pois este lançamento é a primeira novidade dos Selvagens no segundo semestre de 2018. A banda planeja lançar novos singles e um registro ao vivo do show em Fortaleza mencionado acima (popularmente conhecido como DVD).
Ficha Técnica:
Single “Jamoga”
Artista: Selvagens à Procura de Lei / Roberta Campos (artista gentilmente cedida por DECK)
Composição: Gabriel Aragão
Produção musical: Paul Ralphes
Mixagem: Vitor Farias
Gravação: Alex Reis
Masterização: Carlos Gargel
Clipe:
Imagens/ edição/ direção 
Murilo Amancio
Gabriel Aragão (vocais e guitarra), Rafael Martins (vocais e guitarra), Caio Evangelista (baixo) e Nicholas Magalhães (vocais e bateria) fundaram a banda Selvagens à Procura de Lei em Fortaleza. Durante os nove anos de estrada, o quarteto construiu uma sólida carreira em âmbito nacional e é hoje representante de uma geração que curte tanto indie rock quanto música brasileira. E que mantém os ouvidos abertos a novas sonoridades e a mente engajada aos discursos que realmente interessam.

Enquanto bebem nas fontes de artistas como Daft Punk, Tame Impala, Gilberto Gil, Belchior, Fagner, Alceu Valença, Beatles e Pink Floyd, os meninos conversam com o Brasil de forma leve, despretensiosa e muito eficaz. Os números alcançados nas plataformas de streaming e nas redes sociais não mentem.Seu último disco, Praieiro, lançado em 2016 foi fruto de uma bem sucedida campanha de crowdfunding. A tour Praieiro se encerrou em setembro de 2018 contabilizando mais de 200 shows por todo o Brasil, com passagens pela Argentina e Rússia. Em 2013 tiveram o segundo disco, Selvagens à Procura de Lei, lançado pela Universal Music, o que impulsionou a carreira da banda para o Brasil inteiro. Em 2011 conquistavam o Ceará com o debut fonográfico Aprendendo a Mentir.

Nessa quase uma década de carreira, os SAPDL colecionam feitos incríveis: levaram o necessário discurso político de volta ao rock nacional em 2013 com o single “Brasileiro“, faixa que mostrou a banda a um público maior. Figuraram na lista de melhores músicas de 2016 da Rolling Stone Brasil com o single “Tarde Livre” (fruto do disco Praieiro, gravado no Red Bull Studio). Em 2017 mostraram ao Brasil a comunidade cearense do Titanzinho com o clipe “Guetos Urbanos“. Em 2018 se apresentaram na Argentina, onde gravaram o mais recente clipe “Gostar Só Dela“. Também foram eleitos pela Revista Exame uma das cinco bandas que estão mudando a música brasileira. E, ainda neste mesmo ano de Copa do Mundo, estiveram em Moscou numa ação do Brasil Music Exchange (BME) que levou apenas 12 artistas para representar a música do Brasil na Rússia. Os Selvagens voltaram pela segunda vez ao palco do Lollapalooza Brasil 2018 (a estreia no festival foi em 2014). Fizeram um show especial com estimativa de público de 20 mil pessoas no festival Maloca Dragão, Fortaleza, onde gravaram um registro ao vivo (que ainda será lançado). Novidades audiovisuais em vista! #VaiSelvagens

SAPDL nas redes:
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DF recebe terceira edição do concurso de beleza Top Cufa

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Evento ressalta o empoderamento feminino de mulheres das comunidades locais e traz novidade: o CUFA Empreenda

A CUFA – Central Única das Favelas é uma organização sólida, reconhecida nacionalmente pelas esferas políticas, sociais, esportivas e culturais, criada a partir da união entre jovens de várias favelas do Rio de Janeiro, principalmente negros que buscavam espaço para expressarem suas atitudes, questionamentos ou simplesmente sua vontade de viver. E este ano, a CUFA-DF realiza a terceira edição do concurso de beleza Top CUFA DF, com um formato arrojado que dialoga com as demandas de uma periferia efervescente, que influencia, gera tendências, comportamento e, consequentemente, moda.

Alinhado com o movimento e a pluralidade que surge desse caldeirão, o Top CUFA apresenta um formato inovador, que permite que a cara e a moda das comunidades sejam plenamente representadas.  Sendo assim, o concurso conta com duas categorias: Fashion (16 a 22 anos), voltado para jovens que sonham com o universo das passarelas e buscam carreira de modelo, e Street Style (16 a 25 anos), com mulheres que representam toda a pluralidade da moda, da cultura e do estilo das ruas. As participantes devem obrigatoriamente ser moradoras de comunidades e do entorno do Distrito Federal.  As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.topcufadf.com.br, de 03 a 17 de setembro.

A primeira seletiva do Top CUFA DF contará com 200 mulheres e será realizada no dia 22 de setembro, a partir das 14h, no JK Shopping, com Show da Thabata Lorena e presença de Gina Viera, que apresentará a palestra “Mulheres que Inspiram”. Na ocasião, um desfile com todas as candidatas dará início a classificação, realizada por uma equipe da agência Scouting, que vai selecionar entre as 200 convocadas, 32 modelos para participarem de workshops de capacitação em diversos segmentos da moda, durante um final de semana.

Em seguida, com base no desempenho durante o curso, as meninas passam pelo crivo de um júri especializado, formado por personalidades locais e nacionais. Eles emprestarão seus olhares afinados para elegerem as 16 finalistas, que ganharão uma sessão de fotos e um book digital – além de concorrerem ao prêmio principal. As duas vencedoras ganham um curso completo de moda, oferecido pela Scouting, kit de produtos da Cachos Brasil e uma viagem a São Paulo, acompanhadas da equipe de produção para participar da maior semana da moda do país: a São Paulo Fashion Week!

A grande final do Top Cufa 2018 será realizada no dia 13 de outubro, às 19h, no Teatro Plínio Marcos da Funarte e reunirá convidados especiais. A apresentação será feita pelo rapper Rico Dalasam (SP) e pela campeã na categoria Street Style 2017, Rebeca Soares (DF), que após a vitória no concurso, viu os espaços se abrirem para seu trabalho. E como não poderia deixar de ser, a noite terá muita celebração.  O grupo Contém Dendê (DF) abre a noite com um canto regido por vozes femininas interpretando músicas de matrizes africanas. Em seguida, sobe ao palco a cantora Bia Ferreira (SP) com sua música-manifesto carregada de narrativas femininas e periféricas. E para fechar com chave de ouro, tem ainda o rapper Rico Dalasam, que movimentará o público com suas letras envolventes e ritmo contagiante. A entrada é gratuita.

Cufa empreenda

E como o Top CUFA tem entre seus objetivos a capacitação e o impulsionamento de carreira das moradoras de comunidades locais de Brasília no mundo da moda, esse ano o evento traz uma novidade. É o CUFA Empreenda, que abrirá uma janela de oportunidades, não só para as participantes do concurso que tiverem interesse, mas também para seus familiares. “O Brasil é um país com vocação para os empreendedores e as comunidades mais carentes vêm se destacando nesse campo, gerando renda e trabalho”, explica o presidente da CUFA-DF, Bruno Kesseler. Segundo ele, o Cufa Empreenda tem esse objetivo, de capacitar as pessoas para que elas possam abrir ou melhorar a gestão de seus negócios e tocarem suas carreiras.

Veja a programação completa:

Primeira seletiva – 22/09 (sábado)

Local: JK Shopping, 14h às 18h

Apresentadora: Izabela Borelli

Show: Thabata Lorena

Palestra: Gina Vieira – Mulheres que Inspiram

Workshop de Moda – 29/09 (sábado)

Local: Agência Scouting

Palestrante: Marina Sakamoto e equipe

Cufa Empreenda – 05/10 (sexta)

Local: a definir

Evento Final Top Cufa- 13/10 (Sábado)

Local: Funarte – Teatro Plínio Marcos, 19h às 22h

Apresentadores: Rico Dalasam (SP) e Rebeca Soares (DF)

Atrações Artísticas Contém Dendê (DF), Rico Dalasam (RJ), Bia Ferreira (SP)

Arena de Beach Tennis inaugura no Parque da Cidade

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A ação foi promovida pela Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer, em parceria com a Federação Brasiliense de Tênis

O Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek inaugura neste fim de semana a Arena de Beach Tennis, composta por três quadras revitalizadas especialmente para a prática da modalidade, também conhecida como tênis de praia. A ação faz parte do programa Abrace o Parque, da Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer, em parceria com a Federação Brasiliense de Tênis.

Para a composição do espaço foram utilizadas 80 toneladas de areia, três redes próprias para beach tennis, materiais para marcação do espaço, além de reparos em paralelepípedos próximos. Nos dias 1º e 2 de setembro, das 10 às 12 horas, serão realizadas aulas introdutórias gratuitas, em turmas de até 12 alunos, com duração de 30 a 60 minutos.

Neste mês, dentro da proposta de fortalecer o sentimento de pertencimento do brasiliense com o Parque da Cidade, foram revitalizadas as churrasqueiras do local.

Serviço:
Aulas introdutórias de Beach Tennis
Dias 1º e 2 de setembro, sábado e domingo, das 10h às 12h.
Na Arena Beach Tennis (Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, próximo ao estacionamento 13, ao lado das quadras de futevôlei e vôlei de praia). Entrada franca. É permitido levar sua própria raquete.

TST e empregados dos Correios fecham acordo e evitam greve

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Funcionários anunciaram a greve geral no inicio deste mês e reivindicaram reajuste salarial de 5%, mais R$ 300 de aumento e a permanência de alguns benefícios

O Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) entre a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e os sindicatos dos empregados foi homologado na última quinta-feira (30), pelo  ministro Renato Paiva, vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST). A tratativa realizada pelo ministro é resultado de mediação e conciliação pré-processual e a primeira realizada em mais de 20 anos.

Os funcionários anunciaram a greve geral no inicio deste mês e reivindicaram reajuste salarial de 5%, mais R$ 300 de aumento e a permanência de benefícios, como a participação nos lucros ou resultados, assistência média e vale-cultura. O acordo fechado entre as partes garantiu 3,61% de reajuste salarial. O plano de saúde não foi discutido nessa audiência de conciliação.

O ministro Renato Paiva parabenizou os dirigentes sindicais e destacou a colaboração Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais. “A negociação foi cooperativa porque as partes buscaram solução em comum”, disse o ministro.

O presidente dos Correios, Carlos Roberto Fortner, comemorou a negociação realizada pelo vice-presidente do TST. “Parabenizo pela mediação feita no acordo histórico. Há 24 anos, não havia acordo coletivo feito dentro da data-base, sem deflagração de greve”. O secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), José Rivaldo da Silva, afirmou que não era o acordo esperado, mas que os trabalhadores entenderam que essa foi a melhor solução alcançada.

Para a conciliadora Ludmilla Gomes da Vamos Conciliar, o acordo é uma grande conquista do TST. “O tribunal deu um grande exemplo de que é possível resolver um conflito pela cultura do consenso. Os representantes sindicais também tiveram uma postura conciliatória e o resultado foi excepcional. A conciliação é a melhor alternativa”.

*Com informações Secom TST

Maioria dos estudantes no ensino médio não aprende o básico de português e matemática

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Resultados são “preocupantes”, avaliam Inep e Ministério da Educação

Cerca de 70% dos estudantes que concluíram o ensino médio no país apresentaram resultados considerados insuficientes em matemática. A mesma porcentagem não aprendeu nem mesmo o considerado básico em português. Os dados são do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), apresentados nesta quinta-feira (30) pelo Ministério da Educação (MEC).

Em português, os estudantes alcançaram, em média, 268 pontos, o que coloca o país no nível 2, em uma escala que vai de 0 a 8. Até o nível 3, o aprendizado é considerado insuficiente pelo MEC. A partir do nível 4, o aprendizado é considerado básico e, do nível 7, adequado. Na prática, isso significa que os brasileiros deixam a escola provavelmente sem conseguir reconhecer o tema de uma crônica ou identificar a informação principal em uma reportagem.

Em matemática, os estudantes alcançaram, em média, 270 pontos, o que coloca o país no nível 2, de uma escala que vai de 0 a 10, e segue a mesma classificação em língua portuguesa. A maior parte dos estudantes do país não é capaz, por exemplo, de resolver problemas utilizando soma, subtração, multiplicação e divisão.

Desigualdades
Na média, 43 pontos separam os estudantes que pertencem ao grupo dos 20% com o mais alto nível socioeconômico dos 20% do nível mais baixo, em português, no país. A diferença, coloca os mais ricos no nível 3 de aprendizagem, enquanto os mais pobres ficam no nível 2. Embora mais alto, o nível 3 ainda é considerado insuficiente pelo MEC. Em matemática, a diferença entre os dois grupos é ainda maior, de 52 pontos. Enquanto os mais pobres estão no nível 2, os mais ricos estão no nível 4, considerado básico.

Entre os entes federados, o Distrito Federal registra a maior diferença entre os dois grupos, tanto em português quanto em matemática. Os alunos com mais alto nível socioeconômico obtiveram, em média, 329 pontos em português, ficando no nível 5 de aprendizagem, considerado básico. Já os de nível socioeconômico mais baixo ficaram com 255 pontos, no nível 2, uma diferença de 74 pontos Em matemática, a diferença foi maior, de 101 pontos. Os mais pobres estão no nível 2 e os mais ricos, no nível 6.

Os resultados também mostram desigualdades regionais. A maioria dos estados das regiões Norte e Nordeste, além do Mato Grosso, tiveram, em média, pontuações inferiores à média nacional em matemática e português. A exceção é Pernambuco, que, ficou acima da média, juntando-se aos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste que ficaram ou na média ou acima da média de desempenho nacional. Rondônia ficou acima da média nacional apenas em matemática.

Seis estados pioraram os resultados de 2015 para 2017 tanto em português quanto em matemática: Amazonas; Amapá; Bahia; Mato Grosso do Sul; Pará; e Roraima. Além desses estados, o Rio Grande do Norte piorou o resultado apenas em matemática e Distrito Federal, Mato Grosso, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo pioraram apenas em língua portuguesa.

Texto de foto: Agência Brasil

“Nunca Houve Castelo” é a dica de leitura da escritora e jornalista Graça Ramos

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Conheça os livros preferidos de personalidade do Distrito Federal. Iremos divulgar toda semana um livro sob o olhar de um leitor ou leitora da cidade.  Ele ou ela irá indicar o livro que leu ou está lendo e fazer um comentário sobre a leitura. A dica desta semana é de Graça Ramos.

Por Adriana de Araújo 

Graça Ramos é jornalista, mestre em literatura brasileira e doutora em História da Arte. Piauiense, mora em Brasília desde a infância. É autora de livros infantis e de obras que tratam de arte, literatura e arquitetura de Brasília (como Palácio do Planalto entre o Cristal e o Concreto).

Como leitora, gosta de observar como o texto escrito e as imagens ajudam a contar histórias que envolvem e surpreendem leitores de todas as idades. “A leitura é um febre para quem gosta. Suspende o tempo”, diz.

Terminou de ler o livro “Nunca Houve Castelo” de Martha Batalha. A obra recria a trajetória dos descendentes de Johan Edward Jansson, cônsul da Suécia no Brasil que em 1904 construiu um castelo em Ipanema.

Em forma de novela épica, o romance é uma saga familiar embebida em história, construída com doses de humor, ironia e sensibilidade. A riqueza e a complexidade dos múltiplos personagens criados por Batalha permitem tratar de temas que se entrelaçam e definiram a sociedade brasileira nas últimas décadas.

Sobre a autora Martha Batalha nasceu em Recife em 1973 e cresceu no Rio de Janeiro. Onde trabalhou como repórter e criou a editora Desiderata. Mudou-se em 2008 para Nova York, onde fez mestrado em Publishing na NYU e atuou no mercado editorial. Seu romance de estreia, A vida invisível de Eurídice Gusmão, foi finalista do prêmio São Paulo de Literatura e semifinalista do Oceanos, além de ter os direitos vendidos para mais de onze países e para o cinema.