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segunda-feira, abril 20, 2026
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Alunos deixam ensino fundamental com desempenho pior do que entraram

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Avaliação foi feita em 2017 nas escolas públicas e particular

Cerca de 70% dos estudantes que concluíram o ensino médio no país apresentaram resultados considerados insuficientes em matemática. A mesma porcentagem não aprendeu nem mesmo o considerado básico em português. Os dados são do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), apresentados nesta quinta-feira (30) pelo Ministério da Educação (MEC).

Em português, os estudantes alcançaram, em média, 268 pontos, o que coloca o país no nível 2, em uma escala que vai de 0 a 8. Até o nível 3, o aprendizado é considerado insuficiente pelo MEC. A partir do nível 4, o aprendizado é considerado básico e, do nível 7, adequado. Na prática, isso significa que os brasileiros deixam a escola provavelmente sem conseguir reconhecer o tema de uma crônica ou identificar a informação principal em uma reportagem.

Em matemática, os estudantes alcançaram, em média, 270 pontos, o que coloca o país no nível 2, de uma escala que vai de 0 a 10, e segue a mesma classificação em língua portuguesa. A maior parte dos estudantes do país não é capaz, por exemplo, de resolver problemas utilizando soma, subtração, multiplicação e divisão.

Desigualdades

Na média, 43 pontos separam os estudantes que pertencem ao grupo dos 20% com o mais alto nível socioeconômico dos 20% do nível mais baixo, em português, no país. A diferença, coloca os mais ricos no nível 3 de aprendizagem, enquanto os mais pobres ficam no nível 2. Embora mais alto, o nível 3 ainda é considerado insuficiente pelo MEC. Em matemática, a diferença entre os dois grupos é ainda maior, de 52 pontos. Enquanto os mais pobres estão no nível 2, os mais ricos estão no nível 4, considerado básico.

Entre os entes federados, o Distrito Federal registra a maior diferença entre os dois grupos, tanto em português quanto em matemática. Os alunos com mais alto nível socioeconômico obtiveram, em média, 329 pontos em português, ficando no nível 5 de aprendizagem, considerado básico. Já os de nível socioeconômico mais baixo ficaram com 255 pontos, no nível 2, uma diferença de 74 pontos Em matemática, a diferença foi maior, de 101 pontos. Os mais pobres estão no nível 2 e os mais ricos, no nível 6.

Os resultados também mostram desigualdades regionais. A maioria dos estados das regiões Norte e Nordeste, além do Mato Grosso, tiveram, em média, pontuações inferiores à média nacional em matemática e português. A exceção é Pernambuco, que, ficou acima da média, juntando-se aos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste que ficaram ou na média ou acima da média de desempenho nacional. Rondônia ficou acima da média nacional apenas em matemática.

Seis estados pioraram os resultados de 2015 para 2017 tanto em português quanto em matemática: Amazonas; Amapá; Bahia; Mato Grosso do Sul; Pará; e Roraima. Além desses estados, o Rio Grande do Norte piorou o resultado apenas em matemática e Distrito Federal, Mato Grosso, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo pioraram apenas em língua portuguesa.

Ministério da Educação

Na avaliação do MEC e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela avaliação, os resultados de aprendizagem dos estudantes brasileiros “são absolutamente preocupantes”.

No ensino médio, o país encontra-se praticamente estagnado desde 2009. “A baixa qualidade, em média, do Ensino Médio brasileiro prejudica a formação dos estudantes para o mundo do trabalho e, consequentemente, atrasa o desenvolvimento social e econômico do Brasil”, diz a pasta.

Os resultados são do Saeb, aplicado em 2017 aos estudantes do último ano do ensino médio. Pela primeira vez a avaliação foi oferecida a todos os estudantes das escolas públicas e não apenas a um grupo de escolas, como era feito até então. Cerca de 70% dos estudantes participaram das provas. Nas escolas particulares, a avaliação seguiu sendo feita de forma amostral. Aquelas que desejassem também podiam se voluntariar, mas os resultados não foram incluídos nas divulgações.

Texto e imagem: Agência Brasil

Dólar Furado Burger cria hambúrguer para comemorar Dia Internacional do Bacon

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Leitão - Foto: Divulgação

Neste ano comemorado em 1º de setembro, o Bacon Day atrai adoradores da comida para as hamburguerias e restaurantes

Hulk – Foto: Thiago Bueno
Ambiente Dólar Furado Burger Foto: Thiago Bueno

O bacon, certamente, está na lista dos ingredientes mais adorados da humanidade. Sim, do mundo! Afinal, embora os norte-americanos sejam seus fãs número 1 –  do café da manhã ao jantar –, seu uso é muito mais antigo que se possa imaginar: há, pelo menos, quatro mil anos, pelos chineses. E mesmo com esse status milenar, nunca deixou de ser tendência. Opiniões controversas de vegetarianos à parte, é quase impossível negar seu poder de agregar à qualquer comida um sabor irresistível.

De tão amado, ganhou um dia para chamar de seu. Isso mesmo: desde 2000, existe o ‘Dia Internacional do Bacon’, comemorado no primeiro sábado antes do Labour Day, o dia do trabalho nos Estados Unidos. Então, neste ano, a data cai no sábado, 1º de setembro.

E como um dia é muito pouco para reverenciar o bacon, o Dólar Furado Burger, em Águas Claras, vai comemorar durante todo este fim de semana. A partir desta sexta-feira (31/8) até domingo (2/9), a casa oferecerá um burger exclusivo para a data: o Leitão. Inspirado num dos personagens mais queridos do desenho animado Ursinho Pooh, ele leva 120g de burger revestido de bacon assado levemente no vapor da parrilla, abacaxi, creme cítrico de queijo minas, rúcula baby e tomate confit no pão brioche artesanal e de fermentação natural. Ele sai a R$ 38,00.

Frangolino – Foto: Thiago Bueno
Ambiente Dólar Furado Burger – Foto: Thiago Bueno

No cardápio da hambugueria temática – inaugurada pela chef Lídia Nasser há pouco mais de um mês, com receitas e decoração inspiradas no universo de desenhos animados, super-heróis e contos de fadas –, o que não faltam são burgers com o homenageado do fim de semana. Dentre eles, estão o Homem- de- Ferro (brioche marcado com símbolo do herói, 120g de blend da casa, queijo prato derretido, bacon e ketchup de morango, a R$ 18,00);  o Frangolino, que  traz elementos do cerrado ao misturar 130g de “burger” de frango empanado em farofa agressivamente crocante de Panko, bacon caramelizado, cebola roxa à julienne, alface-americana, tomate confit e maionese de pequi no pão brioche (R$ 26,00); o Manda-Chuva, composto por 180g de blend da casa, queijo muçarela, bacon, alface-americana, tomate confit e maionese defumada no pão brioche, a R$ 24,00; e o extragrande e extravagante Hulk, preparado com pão de espinafre, dois burgers com 180g de blend da casa em cada um, duo de provolone (derretido e chips), bacon e maionese de ervas, a R$ 38,00.

De onde vem o bacon? – O bacon nada mais é que carne de porco curada, isto é, uma peça de carne suína, muito provavelmente retirada da barriga do porco, salgada e defumada. Esse processo foi criado na Antiguidade para prolongar a vida útil dos alimentos (quando não existiam geladeiras e freezers), e no caso específico do corte porcino, há registros de que os chineses desenvolveram seu método de preparo há cerca de 4 mil anos. E o melhor: já há estudos que comprovam que ele não é o vilão da saúde e que também contém nutrientes e vitaminas benéficas para o organismo.

Ambiente Dólar Furado Burger – Foto: Thiago Bueno

Serviço:
Dólar Furado
Endereço: Complexo Gastronômico do Grupo Empório Árabe – Avenida Castanheiras, Lote 1060, Edifício Vila Mall, Loja 15
entrada ao lado da Dolce Far Niente, Águas Claras-DF
Telefone: (61) 3451-4770.
Funcionamento: Segunda, das 18h à 0h. De terça a sexta, das 12h às 15h e das 17h à 0h. Sábado e domingo, das 12h à 0h.
Instagram: @dolarfuradoburger

TV Comunitária e Programa Painel da Cidadania promoveram ontem (30) debate com candidatos a governador

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Na ocasião os buritizáveis discutiram temas como privatização, aumento de salário, segurança e políticas públicas

A TV Comunitária e O Programa Painel da Cidadania, em atitude inédita, realizaram na noite desta quinta-feira (30/08) o primeiro debate na TV onde convidaram todos candidatos registrados que concorrem ao cargo de governador. Porém, somente os buritizáveis com menores percentuais nas pesquisas de intenção de voto compareceram: Alexandre Guerra (Novo), Fátima Sousa (PSol), Guillen (PSTU), Renan Rosa (PCO) e Júlio Miragaya (PT) debateram na noite de ontem. Os outros seis candidatos ao GDF foram convidados, mas não compareceram talvez por combinação prévia, o que justifica um consórcio tão falado nos debates das TVs comerciais.

Os candidatos, tampouco suas assessorias, não tiveram nem mesmo a responsabilidade de avisar a TV e a coordenação do debate que não iriam participar, com exceção de Rodrigo Rollemberg e Rogério Rosso que avisaram ao organizador do debate com antecedência que não compareceriam.

Temas como privatização, aumento de salário, transporte dentre outros foram abordados.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as emissoras de rádio e de televisão que realizarem debates só são obrigadas a convidar os candidatos dos partidos que tenham, pelo menos, cinco parlamentares no Congresso Nacional.

 

Lugar de mulher é no Congresso Nacional

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Cristina Roberto - foto: reprodução/facebook

Por Cristina Roberto

A maioria de nós cresceu ouvindo dizer que lugar de mulher é na cozinha. É também. Foi lá que trabalhei por muitos anos como cozinheira, para criar meus filhos. Foi na cozinha que aprendi a empreender, a ousar, a descobrir que colocavam veneno em nossos pratos e também onde comecei a sonhar com um país melhor. E sem veneno na comida, por exemplo.

Foi na elaboração de receitas que aprendi a fazer contas, a entender a política e perceber que alimentação é um ato político de empoderamento e de soberania nacional. Ampliei meus horizontes e a cada dia fica mais evidente que está faltando mulher nas estâncias decisórias, nos espaços de poder. O  Congresso precisa de mais, muito mais mulheres, para dar um toque especial, temperar melhor as nossas leis e assim começarmos a mudar o atual cenário de injustiças e desigualdades sociais no nosso país.

O Brasil ocupa a 32ª posição em um ranking de 33 países latino-americanos e caribenhos sobre a participação feminina em parlamentos. A nossa posição nesse ranking é uma vergonha para brasileiras e brasileiros, que é liderado por Ruanda, país africano, com 61,3% de parlamentares eleitas. Em segundo lugar vem a Bolívia, nossa vizinha,  com 53,1%. Cuba ocupa o terceiro lugar com 49% de mulheres em seu parlamento.

Não  custa lembrar  aqui que até em países onde as mulheres usam burca, elas estão mais presentes nos parlamentos do que nós brasileiras. Será que temos a liberdade que acreditamos? Que temos a  liberdade de escolha que imaginamos ter?

No Brasil, as mulheres conquistaram o voto há quase um século. Ao mesmo tempo, obtivemos o direito de  ocupar cargos legislativos, pois passamos a ter a prerrogativa de votar e de serem votadas. Atualmente, as mulheres representam mais da metade da população brasileira e do nosso eleitorado. No entanto, esses altos índices de população feminina não estão representados nas instâncias políticas institucionais. Apenas 10,5% das mulheres ocupam cadeiras na Câmara Federal.

A situação brasileira é inaceitável,  tendo em vista que há políticas de promoção da participação das mulheres nos espaços institucionais como cotas partidárias, destinação específica de parte do Fundo Partidário e maior presença no horário eleitoral gratuito. Esses mecanismos de incentivo à participação da mulher na política em contrapartida à sua baixa representatividade demonstra que a cultura machista continua forte nos partidos políticos. A pouca  visibilidade e o baixo investimento em candidaturas femininas reflete a predominância dos homens nas decisões partidárias e, em consequência na inexpressiva presença das mulheres na política. Precisamos alterar isso.

Apesar das dificuldades em mudar o quadro de desigualdade de gênero, há caminhos, é possível. A oportunidade para ampliar a participação feminina nas instâncias políticas foi fortalecida no momento em que a ONU publicou recentemente que uma de suas metas é a garantia da participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública. Precisamos trabalhar para tirar essa meta do papel.

O golpe parlamentar contra a presidenta Dilma Rousseff atingiu a todas nós mulheres, nos apequenou. Os direitos constitucionais, sociais, previdenciários e trabalhistas foram impactados. A ausência de investimentos do governo golpista  em Saúde, Educação, Assistência Social, além da desvalorização sistemática do salário mínimo e a reforma trabalhista, certamente, atingem principalmente a vida de milhões de trabalhadoras que dependem dos programas públicos nessas área. A população de baixa renda no Brasil esta desassistida nesse governo golpista. Houve um desmonte da rede de proteção e amparo aos mais pobres no país. Cabe a nós, mulheres, lutarmos para reaver as conquistas obtidas nos governos de Lula e Dilma.

É fundamental o enfrentamento a todas as formas de violência contra a mulher por meio da adoção de medidas preventivas, punitivas, de proteção e de atenção, assegurando  a plena aplicação da Lei Maria da Penha.  É preciso lutar, ainda,  pelo direito e garantia da saúde da mulher e pelo exercício pleno dos seus direitos sexuais e reprodutivos proporcionando a autonomia  sobre seu corpo.

Fortalecer e ampliar os mecanismos de participação popular e lutar por uma maior presença da mulher nos espaços de poder é fundamental para que a nossa sociedade se estruture sobre pilares sólidos.

Está faltando mulher no Congresso Nacional. Vamos à luta, mulheres!!!!

Cristina Roberto é cozinheira, empreendedora, ativista cultural e defensora da alimentação segura e saudável.

Veganismo: uma forma mais natural de enxergar o mundo

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Não é moda passageira, nem se restringe apenas a alimentação. O veganismo é um estilo de vida e tem se difundido pelo mundo afora

Por Giullia Chaves

Em tempos de consciência ambiental, as pessoas têm se perguntado se é realmente necessário consumir produtos de origem animal e muitos têm chegado à conclusão de que dá pra ser extremamente saudável, feliz e consciente sem colocar esses elementos no corpo e na casa.

Em Brasília, dois estabelecimentos pioneiros no ramo falam sobre as experiências, as dores e as delícias deste ramo, que está cada vez mais atraindo a curiosidade das pessoas.

Empório Faz Bem Casa Vegana – Foto: reprodução/instagram
Faz Bem Casa Vegana – Foto: reprodução/instagram

O Thiago Villela é sócio proprietário do Empório e Restaurante Faz Bem Casa Vegana. Formado em jornalismo conheceu o universo vegan por meio do ativismo. Segundo o empresário, o veganismo foi entrando em sua vida de forma gradual e natural “Eu primeiro fui deixando de comer carne, aos poucos. Depois virei vegetariano e assim permaneci um tempo. Mais pra frente fui percebendo o impacto das indústrias e fui cortando produtos de origem animal e também aqueles que fazem testes em animais. É um processo”, explica.

Thiago contou para a 61 Brasília a história do restaurante que hoje é uma das referências na cidade e faz um dos melhores hambúrgueres veganos da região: “Antes o espaço era um horti-fruti. Eu e alguns sócios queríamos manter esta pegada de venda, por isso, aliamos o restaurante a um  empório. Queríamos que os moradores das quadras continuassem comprando aqui”. No empório vende-se desde pasta de dente cruelty free – termo utilizado para definir produtos que não realizam testes em animais – até substitutos para manteiga e iogurtes e produtos para a casa.

Pratos deliciosos do Faz Bem Casa Vegana – Foto: Thiago Villela

Segundo o dono do Faz Bem Casa Vegana, a 407 norte acabou por se tornar a quadra vegana de Brasília, onde as pessoas sabem que terão opções diferentes para comer bem e de forma saudável.

A chef Cynara Arnt – Foto: repdrodução/instagram

Já Cynara Arnt é chef de cozinha e começou a trabalhar na área fazendo buffet de festas infantis. Segundo ela, o veganismo é um movimento em expansão e, por isso decidiu criar a Vegan Se.

“A Vegan Se é um espaço livre de ingredientes de origem animal, livre de contaminação. Os estabelecimentos não-veganos não podem afirmar que estão livres da contaminação cruzada. Na Vegan Se as pessoas confiam que não vai haver nada de ingrediente de origem animal. O nosso diferencial é justamente ser 100% plant based”, explica.

Cynara afirma que o que a move a continuar empreendendo e impactando cada vez mais pessoas, é a filosofia “é poder provar pras pessoas que é possível ser feliz sendo vegano. A alimentação vegana é saborosa. E a minha motivação para fazer comida vegana é a compaixão. Eu creio que os animais estão aqui pelo seu próprio propósito, eles têm direito à vida assim como nós” diz.

Salgadinhos veganos? Na Vegan Se tem! – Foto: reprodução/facebook

Pessoas que adotam um estilo de vida vegano, se preocupam também com os impactos das indústrias, os recursos naturais do planeta e com a própria economia “Existe uma questão econômica. Os alimentos de origem animal consomem bilhões de litros de água em sua produção e a alimentação vegana é sustentável na raiz porque ela vai direto na fonte de proteínas vegetais que são os grãos. Então eu acredito que a alimentação vegana é a alimentação do futuro, é a alimentação para a superpopulação”, explica a chef.

Prato vegano apetitoso da Vegan Se – Foto: reprodução/facebook

A Vegan Se está no mercado há 5 anos e começou fazendo encomendas de salgados, doces, bolos… “depois partimos para o ramo de refeições prontas e, agora contamos com o ponto de atendimento na 204 norte, onde entregamos o nosso produto e fornecemos mercadorias de produtores locais, veganos e que tenham essa pegada ecológica também”.

Na Vegan Se tem delivery também – Foto: reprodução/facebook

O veganismo é um segmento crescente em todo o mundo, porém é um mercado ainda pouco explorado no Brasil. Muitas pessoas ainda não tem informações a respeito dos malefícios de uma alimentação animal e acreditam que o veganismo não vai proporcionar todos os nutrientes que o corpo precisa, mas essa mentalidade pode ser afastada, basta algumas pesquisadas na internet. Buscar saber a procedência dos produtos consumidos é apenas o primeiro passo..

“Precisamos desmistificar esta alimentação e reduzir o preconceito, muita gente ainda acredita que vegano e vegetariano só come alface e folha. Mas nós temos leites, queijos, bolos e salgados de origem vegetal que são saborosos e saudáveis. Queremos difundir esta alimentação para que as pessoas possam descobrir novos sabores” complementa Cynara.

“Empreender este tipo de alimentação no brasil é um desafio”

Atualmente a Vegan Se funciona de segunda a sábado das 9h às 21h e serve refeições desde o café da manhã até o jantar. Além disso eles aceitam encomendas para festas e fazem delivery.

De coisas pro corpo à coisas pra casa: Com Amor Florinda prevê um futuro mais local, manual e sustentável – Foto: reprodução/instagram

Ativismo online – o movimento vegano/vegetariano tem tomado conta da internet e pessoas inspiradoras têm surgido nas redes com este boom. Desde aulas online de saboaria e produtos processados e livres de conservantes até ginecologia natural e dicas femininas para lidar com o ciclo menstrual – coisas super naturais e que a indústria e a tecnologia nos fizeram esquecer nos afastando gradativamente de nossas raízes e nos fazendo odiar nossos processos.

A empresária Fabiana Wan – Foto: reprodução/instagram

A Fabiana Wan, fundadora e artesã da marca Com Amor Florinda (@comamorflorinda) acredita que informação empodera as pessoas e que se aprendermos a fazer os nossos próprios produtos teremos mais autonomia para decidir os rumos do consumo. “Eu acredito em um futuro mais local, manual e natural, em que as pessoas saibam a origem das matérias primas e reconheçam o valor do trabalho das pessoas”.

A empresária também faz vídeos para plataformas online falando sobre a importância do empoderamento para o consumo consciente e recentemente lançou a primeira turma de seu curso totalmente via internet. “Corpo casa manual” ensina as pessoas os princípios de como produzir seus próprios cosméticos e produtos para a casa.

Absorventes reutilizáveis da Com Amor Florinda feitos artesanalmente – Foto reprodução/instagram

Ainda nesta linha, existem muitas marcas que surgiram pelo instagram e que hoje são tomadas como estilo de vida. Abaixo você confere uma lista de links e dicas de onde procurar conteúdos para entender o veganismo e expandir a sua consciência:
Veganismo além da alimentação
Faz Bem Casa Vegana
Vegan Se
Por Favor Menos Lixo
Um Ano Sem Lixo
Com Amor Florinda

Desde às formas de comprar, as embalagens, onde compra e o que se compra, a consciência é parte fundamental do veganismo

Outros restaurantes em Brasília que servem alimentação vegana e consciente:
DuoO
Apetit Natural
Canelle

Coletivo de fotógrafos lança livro sobre metrô de Brasília durante Mês da Fotografia

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Brasília-DF, 19 de junho de 2011 Foto: Cristiano Costa / Lente Cultural Trem número 1114 partindo da estação Parque Shoping com destino a estação central se alinha aos trilhos do parque de manobras.

Coletivo Lente Cultural lança livro apresentando o cotidiano do metrô-DF

Composto por onze fotógrafos, o Coletivo Lente Cultural lança o livro “Outras Estações”, onde apresenta em 120 páginas o cotidiano dos usuários e funcionários do metrô do Distrito Federal.

“É no contexto dos sonhos, das imagens e dos desafios que o Coletivo apresenta esse livro” afirma a fotógrafa Carol Peres. Uma obra que não pretende discutir o sistema metroviário e sim apresentar esse transporte pelas lentes da emoção. Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF, FAC, o livro lançado no Festival Mês da Fotografia não será vendido, mas estará disponível nas Bibliotecas Públicas, universidades e regionais de ensino do DF à partir do dia 15 de setembro.

Por se tratar de uma obra coletiva “Outras Estações” encontra sua riqueza e personalidade justamente na diversidade do olhar de seus  autores, na criação de um novo processo criativo e na oferta de uma nova possibilidade de documentação e criação fotográfica. O resultado é apresentado em uma publicação de alta qualidade técnica e beleza estética com base na forma diferenciada na abordagem do tema envolvendo o leitor em uma maratona imagética construída a partir da diversidade cultural e dos múltiplos olhares de seus autores.

Confira algumas imagens na galeria abaixo: