28.4 C
Brasília
domingo, abril 19, 2026
Início Site Página 1449

Presidente da Abrasel-DF, Rodrigo Freire, fala sobre 30º Congresso Nacional Abrasel e desafios do setor

0

Até quinta-feira (16), Brasília recebe o 30º Congresso Nacional Abrasel. O evento é o maior encontro de conhecimento e inteligência do setor da alimentação fora do lar, contando com a participação dos principais líderes empresariais e da gastronomia do país. Confira entrevista do presidente da Abrasel DF, Rodrigo Freire, sobre o Congresso e os desafios do setor.

 Pode me explicar o que é o Congresso Nacional da Abrasel?

Rodrigo Freire – O Congresso Nacional da Abrasel acontece todo ano e a gente optou por fazer ele aqui no DF e é o setor que mais emprega na cidade, cerca de 100 mil empregos aqui no DF.  Para comparar, há pouco tempo atrás a construção civil tinha esse número e hoje emprega apenas 20 mil pessoas.

Então, a gente está falando do emprego que é responsável pela base, pelo primeiro emprego em todo o DF.

Este ano o tema será “Um Brasil novo simples para empreender”. Nossa ideia é trabalhar a simplificação, desde a burocracia que existe para montar uma empresa, passa pela dinâmica de tocar o dia a dia e a configuração das diversas fiscalizações que o empresário recebe.

Sobre a simplificação tributária defendemos que o imposto que seja único, um imposto simples. Você acredita que aqui no Brasil uma empresa demora quase 2 mil horas só para cuidar dos impostos, enquanto nos países em desenvolvimento tem uma média de 200 horas. Isso é muito tempo, é um absurdo. Pensamos em diminuir o número de impostos para se deixar a vida do empreendedor mais simples.

 

A Abrasel faz parte da UNECS a União Nacional de Entidades de Comércio e Serviço e uma das demandas da UNECS que vocês conseguiram conquistar é a jornada intermitente. Você está falando da burocracia você acha que essa questão no trabalho intermitente ajuda nesse sentido?

Rodrigo Freire – Com certeza, o trabalho intermitente é o responsável por praticamente 50% dos primeiros empregos nos Estados Unidos e aqui no Brasil já começou a dar resultados. Veja, é muito ruim que as empresas e os trabalhadores não possam negociar jornadas mais flexíveis. Quer ver um por exemplo, estudantes que estão na faculdade podem usar a jornada intermitente para entrar no mercado de trabalho sem prejudicar os seus estudos e atendendo, também, a demanda na medida certa no mercado de trabalho.

Outra questão é o ponto da tributação. Vocês vão debater isso também por causa da reforma tributária. O que vocês pretendem abordar durante o congresso?

Rodrigo Freire – Nós temos um sistema tributário perverso e que é muito injusto para as nossas empresas. Uma forma seria tributar lucro, mas o que nós temos é um imposto muito alto sobre o faturamento das empresas.

A maioria das nossas empresas, principalmente no setor de bares e restaurantes, tem pesquisas feitas trimestralmente que indicam que cerca de 50% das empresas trabalham no vermelho e estão pagando tributos ou pagando ou acumulando passivos tributários altíssimos.

O que acaba gerando, por causa disso que praticamente, de ter dívidas para o resto da vida quando o empresário não consegue manter o negócio. No Brasil, infelizmente, a gente acaba demonizando a pessoa que tentou abrir um negócio e não deu certo, enquanto nos Estados Unidos isso é normal e faz parte do processo de aprendizado e de autorregulamentação do mercado.

Não se pode demonizar o empresário que teve problemas em seu negócio e se deveria agir de forma contraria para incentivar o empreendedorismo, que é gerador de empregos e riquezas para o país.

Os EUA, por exemplo, só tributam o lucro e não tem isso de passivos tributários que a gente acumula aqui no Brasil, que são altíssimo e acabam atrapalhando muito quem empreende. Para concluir, além dessa questão tributária, simplificar essa cadeia gigante de burocracia que dificulta toda e qualquer tentativa de empreender.

Como seria isso?

Rodrigo Freire Na questão tributária, a gente defende um imposto único e que seja o mais simples possível. Então, a gente tem que priorizar o pequeno empresário e tem, também, que trabalhar para que sobre mais dinheiro no bolso de quem empreende.

Veja, no ano passado, projeto de lei foi aprovado para regulamentar a gorjeta e, isso, atrapalhou muito os nossos garçons. Isso praticamente diminuiu 50% da remuneração deles aqui no Distrito Federal porque criou coleta de imposto nessa fonte de renda deles.

Sabemos que a realidade nos outros estados é um pouco diferente, mas aqui no Distrito Federal a gente está vendo o trabalhador do setor de bares e restaurantes muito insatisfeito e precisamos apresentar proposta legislativa para desonerar a gorjeta e fazer com que sobre mais dinheiro no final das contas no bolso do trabalhador.

Programação

https://www.congressoabrasel.com.br/programacao-2018/

Cultura Francesa lança programa online

0

A partir do dia 22 deste mês, o proprietário e professor da Cultura Francesa, Laurent Dancona, estará ministrando aulas gratuitas nas universidades do DF para divulgar o programa

Por Giullia Chaves

Com a ideia de incluir e difundir a cultura da língua francesa em Brasília, Laurent Dancona, professor e fundador da Cultura Francesa, decidiu disponibilizar um programa de aulas online para quem deseja aprender o idioma. Segundo Laurent, o francês pode e deve ser mais conhecido e acessível, assim como o inglês e o espanhol, por exemplo.

O método conta com cinco passos, que serão disponibilizados gratuitamente e mais 20 para quem decidir continuar os estudos na plataforma. Segundo o professor, as aulas tem duração de cerca de 1h com atalhos e demonstrações para o aluno aprender e assimilar o idioma.

Ao longo dos próximos meses, Laurent vai estar dentro das faculdades de Brasília ministrando estes primeiros cinco passos como uma demonstração do programa para divulgá-lo. A primeira faculdade a ser contemplada com a parceria é a Estácio de Sá, aonde o professor ministrará a aula presencialmente. O produto final das 20 aulas será liberado a partir do dia 01 de outubro pelo site da escola de francês.

“Todo mundo pode fazer. É uma forma mais acessível de aprender o idioma e se interessar por uma nova cultura”, afirma o professor e empresário. Dancona afirma que quer atingir uma quantidade maior de pessoas, tanto aquelas que não tem tempo de se dedicar a uma aula presencial como aquelas que não tem dinheiro para investir em um curso presencial completo.

As aulas contam com o básico para a prender e assimilar a língua francesa de forma a entender e conseguir se comunicar com pessoas que falam o mesmo idioma. A metodologia desenvolvida por Laurent é dedicada a ensinar brasileiros a falar francês.

Serviço:
website: www.culturafrancesa.com.br
telefones para contato: (61) 3273-6425 ou (61) 99235-4636
e-mail: contato@culturafrancesa.com.br

Paulo Octávio desiste de se candidatar ao Senado

0

O empresário Paulo Octávio declarou ontem (13/08) ao presidente do Partido Progressista no DF (PP-DF) Rôney Nemer, que não será candidato nas eleições deste ano. O ex-vice-governador estava muito bem colocado nas pesquisas do DF até o momento e mesmo assim preferiu não participar. Conhecido por honrar seus compromissos, Paulo Octávio surpreendeu com a decisão.

O partido está no centro da disputa entre a candidata Eliana Pedrosa (Pros) e Ibaneis. Mas, para Rôney Nemer, o partido segue fechado em uma coligação com o MDB de Ibaneis Rocha.

Candidato ao GDF, general Paulo Chagas promete diminuir impostos

0

Segundo o candidato é preciso buscar redução de impostos  ao nível do estado de Goiás

Para o general Paulo Chagas candidato ao governo do Distrito Federal, pelo partido PRP, é preciso diminuir impostos para atrair investimentos de empresas para o DF. “Temos que buscar reduzir os impostos, no mínimo, no nível do nosso vizinho Goiás”, ressaltou Chagas em entrevista à TV Comunitária, nesta segunda-feira (13).

Com o objetivo de desenvolver a economia local, Chagas disse que vai retirar obstáculos do caminho do investidor e criar incentivos e fomentos à iniciativa privada. “Quem gera emprego e renda é o cidadão que quer investir. A iniciativa privada”, explicou.

Primeira vez que concorre a cargo eletivo, o general disse essa é a diferença da sua candidatura. “Os demais são os mesmo de sempre. A sociedade brasileira quer renovação, mudança de atitude dos políticos”, frisou. Ao falar da coligação com o PRTB, o candidato fez questão de lembrar que, também, é apoiado pelo presidenciável Jair Bolsonaro, candidato pelo PSL. “Somos os candidatos preferidos de Jair Bolsonaro no DF”, comentou.

Fiscalizar a utilização dos recursos públicos e diminuir o número de cargo comissionados também foram pontos destacados pelo candidato. Segundo o candidato, a falta de recursos para a saúde, por exemplo, acontece por mau uso do dinheiro. “O SUS funciona. O que há é problema de gestão, corrupção, desonestidade. O SUS no DF conta com 117 unidades básicas de saúde que deveriam atender até 80% das demandas. Mas não faz. Por isso, os hospitais estão lotados”, mencionou.

Na área da saúde, o general disse que, se eleito, uma das primeiras providências será ampliar a capacidade de atendimento do SUS, por meio de medidas como a contratação de médicos para as unidades básicas de saúde e manutenção da estrutura física. Por outro lado, Chagas falou que quanto menos o cidadão depender da ingerência do Estado em áreas como saúde e educação, melhor assistido ele estará.

No setor de transporte, o general também apostou na maior abertura à iniciativa privada para melhoria da mobilidade urbana. Uma das soluções proposta foi gerenciar o metrô por meio de parceria público-privada. Segundo ele, para diminuir os congestionamentos, é necessário oferecer condições para que o brasiliense possa utilizar outros meios de transportes, além do carro.

“Há um cartel no transporte do DF, temos que romper com isso para que haja concorrência. Temos que achar soluções de transporte coletivo com quantidade e qualidade”, resumiu o  general Paulo Chagas.

Assista entrevista completa

Com base em entrevista realizada pelo Programa Painel da Cidadania e a TV Comunitária.

Música coreana é atração em show na Caixa Cultural

0
Kyungso Park por Nah Seongryul

Show acontece nesta quarta (15) às 20h

A relação entre Coreia do Sul e Brasil tem sido forte no aspecto comercial. São muitas as empresas coreanas no país, sobretudo de automóveis e eletrônicos. No ponto de vista cultural, contudo, raras são as oportunidades de o público brasileiro ter contato com artistas coreanos, em razão da distância física entre os países. Por isso, uma apresentação solo de gayageum, espécie de harpa tradicional da cultura coreana, é algo raro. A Caixa Cultural será palco deste momento quase único na programação musical de Brasília, com a apresentação da compositora Kyungso Park, dia 15 de agosto, às 20h, dentro do projeto Solo Música.

Kyungso Park por Nah Seongryul

“Será uma apresentação que traduz bem a diversidade cultural da Série Solo Música e o patamar que ela alcançou nos seus dez anos”, comemora Alvaro Collaço, produtor e curador do projeto. “Ela é incrível e através de suas composições trata o gayageum como um instrumento contemporâneo, com linguagem aproximada do jazz, onde sobressai a delicadeza da música oriental. Será este mais um belo e inesquecível show na Série Solo Música”, enfatiza Collaço. Esta não será a primeira vez que Kyungso vem ao país. Ela esteve em São Paulo no projeto que gerou o CD “Coreia-Brasil Project”, realizado pelo pianista Benjamin Taubkin, e na edição de 2015 do Festival de Arte Serrinha.

Renovadora do gayageum – Kyungso Park é compositora, virtuose renovadora da longa tradição do gayageum, instrumento milenar da cultura coreana e também conhecido como kayagum. Iniciou-se em música ao piano, com três anos de idade. Só aos 16 anos  passou a tocar o gayageum, aprendendo a música popular e tradicional coreana (pungnyu e sanjo). É doutora em Música pela Universidade Nacional de Artes da Coreia do Sul e Universidade Nacional de Seul, e detentora do prêmio “Soorim Culture Award”, em 2014.

Desde sua estreia como solista em 2008, sua música atravessa livremente as fronteiras entre música tradicional e contemporânea. Em 2004, formou o Aura – trio de gayageum especializado em repertório contemporâneo. Em 2005, passa a integrar o conjunto de jazz fusion The Oriental Express, com o qual gravou seis CDS. Em “CosmoBreeze”, seu primeiro EP solo lançado em 2008, tentou misturar gayageum com a música house, o que teve um forte impacto nos músicos da música tradicional sul-coreana. Seu status de solista e compositora foi consolidado  com o lançamento de “This Is Not Gayageum” (Dung-tta, 2012).                Ela se apresenta nos principais teatros e festivais da Coreia do Sul. Fez turnês pela Alemanha, Argentina, Áustria, Brasil, China, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Irlanda, Inglaterra, Itália e Noruega. Foi artista residente nos eventos Air-Krems (Áustria, 2011), OneBeat Fellow (Estados Unidos, 2012), Festival da Serrinha (São Paulo, 2015) e no GCC (Coreia do Sul, 2014-2016). Dividiu palco com artistas de diferentes países como o saxofonista inglês Andy Sheppard, os norte-americanos Blitz the Ambassador e Dafnis Prieto, a coreana Kim Chaek, os austríacos Michael Bruckner e Rebnal Deppe e os brasileiros Benjamin Taubkin, Carlos Malta, Jaques Morelembaum e Marcos Suzano.

Incentivo à cultura

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A Caixa Cultural Brasília, inaugurada em 1980, foi o primeiro espaço cultural instituído pela CAIXA. Localizada na região central de Brasília, perto da estação Galeria do metrô e da rodoviária do Plano Piloto, possui cinco galerias, teatro, sala multimídia e Jardim das Esculturas. Em 2018, está prevista a realização de 60 projetos e o retorno do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira.

Serviço:

Solo Música com Kyungso Park

Local: CAIXA Cultural Brasília (SBS quadra 4, lotes 3/4 – Edifício anexo à Matriz da Caixa)

Data: 15 de agosto, quarta-feira

Horário: 20h

Informações: (61) 3206-6456

Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA e pessoas acima de 60 anos)

Bilheteria: Aberta às 12 do dia 11 de agosto (sábado)

Duração: 80 minutos

Classificação: livre

Capacidade: 406 lugares

Acesso para pessoas com deficiência (se for o caso)

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

 

Profissional de Brasília se destaca em fotografia lifestyle de família

0

Publicitário de formação, Rodrigo Pimenta se encontrou no estilo em que atua há oito anos

Por Adriana de Araújo

No próximo dia 19 de agosto comemora-se o Dia Mundial da Fotografia esta data é uma homenagem à invenção do daguerreótipo, o antecessor das câmeras fotográficas em 1839. Na era da fotografia digital, a 61 Brasília bateu um papo com o fotógrafo brasiliense Rodrigo Pimenta, referência na cidade, em fotografia lifestyle de família.

Publicitário por formação foi na fotografia que Rodrigo Pimenta se encontrou. Conhecido profissionalmente, em Brasília, pela marca Fotos Xis, ele atua há oito anos com fotografia lifestyle de família. O estilo tem como intenção principal registrar o que tem de mais verdadeiro numa cena. “Hoje com o digital qualquer pessoa com um celular faz uma foto pousada. Tento fugir disso e captar os sentimentos, a história que está acontecendo no momento” explica Rodrigo Pimenta.

O profissional trabalha com ensaios e eventos de famílias como aniversários. Sente-se realizado, sobretudo, na fotografia voltada para o público infantil. “Criança é bagunça, é festa. Eu adoro isso. Eles são muito verdadeiros”, mencionou. Pai de uma menina de quatro anos, Rodrigo encontra na filha muita inspiração para o trabalho. “É com ela que conheço meu público”, constatou.

“O último trabalho é sempre o mais importante. Todo dia saio de casa pensando hoje vou fazer o ensaio da minha vida”, Rodrigo Pimenta.

Segundo Rodrigo, o interesse pela fotografia começou na faculdade. “Comecei fazendo foto de balada. Depois fui estagiar em um estúdio de fotografia de Brasília onde ampliei meus horizontes. Queria trabalhar com algo que me fizesse feliz e foi no lifestyle de família que encontrei isso”, explicou.

O fotógrafo ressalta que a intenção é captar o dia a dia, a vida real.  Para buscar inspiração frequenta as exposições de Brasília e acompanha publicações de fotografia e de moda.  Tem algumas referências na área como a australiana Anne Guedes pioneira em fotografar recém-nascidos. Mas procura, sobretudo, desenvolver um trabalho mais autoral. “Somos muito bombardeados de influências o tempo todo. É preciso saber filtrar, para dar espaço ao meu próprio estilo”, ressaltou.

Instagram @fotosxis
contato@xisfotografias.com.br
61 98123-9951 (Whatsapp)

Conheça o trabalho de Rodrigo Pimenta da Fotos Xis