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Ancestralidade foi o tema da 3ª Vivência da Cozinha Raiz

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Ancestralidade foi o tema da 3ª Vivência de Cozinha Raiz

Durante os três dias de evento foram realizadas várias receitas com chefes renomados de todo país

Lorena Braga

Nos dias 19, 20 e 21 de abril, a Pousada Luna Zen em Pirenópolis-Go recebeu a 3ª edição da Vivência de Cozinha Raiz organizada pelo renomado chef Gilmar Borges. O evento contou com participação de 50 participantes que puderam acompanhar aulas shows, workshops, oficinas culinárias, e de 35 receitas tradicionais de mais de 17 chefes de cozinha.

Chef Gilmar Borges

A ideia do projeto é trazer para este momento gastronômico receitas de família, com mais de 100 de tradição que ficaram apenas na memória. “O principal das receitas é a valorização dos alimentos orgânicos, de plantas alimentícias não convencionais, bioma do cerrado, bioma da caatinga, as frutas os frutos, além de possuir as proteínas suínas, de cordeiro a fim de valorizar a cozinha regional”, explica o Chef Gilmar Borges.

A Vivência possuiu não só aulas gastronômicas como também eventos culturais como o Sarau Gastronômico que teve o foco na cidade de Pirenópolis, onde foram homenageadas algumas senhoras de tradição da região, sempre fazendo uma ligação entre a gastronomia e a cultura.

Chef Bethy Alves ministrando a oficina: A cozinha e seus aromas e temperos.

Vários chefs de cozinha foram convidados, como André Barros, André Rabelo, Juliana Barroso, Mariana Rodrigues, Telma Machado, Alex Sabino e vários outros nomes da cidade do Rio de Janeiro, Bahia, São Paulo, Goiânia e Brasília.

Pirenópolis foi escolhida para ser a cidade do evento, pois possui uma grande produção de receitas que contam histórias. “ Pirenópolis possui uma referência muito grande com a questão da comida Goiânia, essa cozinha ancestral, essa cozinha dos garimpos, dos quilombos, rural, então aqui nos encontramos muita coisa ligada à cozinha raiz”, completa o chef Gilmar.

Para o chef a cozinha raiz pode ser definida como “a cozinha que trabalha os ingredientes e os produtos orgânicos e os produtos desconhecidos. Hoje a gastronomia brasileira ela é muito presente com esses frutos do bioma do cerrado, da mata atlântica, da caatinga, então são esses biomas que mantêm essas receitas, então é através de receitas centenárias”, afirma Gilmar.

Toques finais para a apresentação do prato

Os alunos recém uma apostila com todos os conteúdos ministrados durante as oficinas e os workshops. Eles podem degustar dos alimentos preparados e ao final recebem um certificado de participação. Para a aluna do curso, Joyce Medeiros da Costa, da cidade de Goiânia, o evento foi além de tudo enriquecedor. “É a primeira experiência que eu tenho como esse tipo de culinária e tem sido muito interessante, agregou muito na minha formação, mesmo que iniciante”, contou a futura gastrônoma.

A vivência possibilitou ainda a troca de saberes da cozinha tradicional com a modernidade gastronômica, contando as histórias de receitas como “bolacha de mulher parida”, “asa de morcego”, “orelha do jeca tatu” entre outras, que compõem a tradição da culinária brasileira.

 

 

 

Fotos: Lorena Braga

A 14ª edição da Semana da Europa vai proporcionar experiências lúdicas e culturais

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A 14ª edição da Semana da Europa vai proporcionar experiências lúdicas e culturais

A Semana da Europa é a melhor oportunidade para brasileiros vivenciarem a experiência de mergulhar no magnífico mundo europeu e suas diversidades, sem sair do Brasil.  Por isso, uma semana é muito pouco e os mais de 20 eventos e centenas de atrações começam em maio e vão até o início de julho, percorrendo 13 capitais brasileiras.

Na 14ª edição, a Semana da Europa vai proporcionar experiências lúdicas e culturais, como a participação de aulas experimentais de idiomas, oficinas de gastronomia, bazar, corrida de rua.

Com o tema “Democracia”, um importante valor para a União Europeia, a Mostra do Cinema Europeu percorrerá 11 cidades, onde serão exibidos 17 filmes dos mais variados países: Alemanha, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, França, Finlândia, Hungria, Itália, Irlanda, Países Baixos, Portugal, República Checa e Suécia. Raridades que dificilmente entrariam no circuito comercial.

Já o tradicional Concerto Clássico Europeu traz a Brasília músicos notáveis, que vêm para o Brasil exclusivamente para executar, ao lado da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, um programa cheio de diversidade.

Nesta edição, participam o regente polonês Piotr Sulkowski, diretor geral e artístico da Orquestra Filarmônica de Olsztyn, na Polônia, o violinista italiano Domenico Nordio – um dos musicistas mais aclamados do nosso tempo – e a mezzo-soprano portuguesa Cátia Moreso, considerada pela crítica de seu país uma revelação no canto lírico.

“Esse é o sentido de toda a programação da Semana da Europa. Queremos mostrar aos brasileiros que pode haver união na diversidade e que é possível exercer a democracia representativa mesmo com realidades diferentes”, afirma o Embaixador da União Europeia no Brasil, João Cravinho.

Por que o tema democracia?

“A democracia é um dos valores estabelecidos pela União Europeia e compartilhados pelos 28 Estados membros. Procuramos fortalecer esse valor essencial, trazendo a experiência europeia para o povo brasileiro”, explica Cravinho.

Portanto, o tema escolhido este ano, além de ser pano de fundo dos longas-metragens da Mostra de Cinema Europeu, também vai nortear os debates que serão promovidos nos Seminários na UCB e no Café com Política.

Por que fazemos a Semana da Europa?

A Semana da Europa faz parte das comemorações do Dia da Europa, celebrado em 9 de maio, data da assinatura da Declaração Schuman, considerada o início do que hoje é a União Europeia.

“O ato em si tinha como finalidade a prosperidade econômica, mas sem perder de vista o ideal de construir uma Europa unida e pacífica, sob os mesmos objetivos e valores”, afirma Rosa Sánchez-Cascado Nogales, presidente da EUNIC Brasília.

Sabe quem promove isso tudo?

Os eventos da Semana da Europa são promovidos pela EUNIC Brasil (Associação dos Institutos Culturais, Embaixadas e Consulados de países membros da União Europeia) junto com a Delegação da União Europeia no Brasil desde 2004. Na época, começou como um projeto de apenas três institutos – Aliança Francesa, Cultura Inglesa e Goethe-Zentrum Brasília.

Mas o que é EUNIC?

A EUNIC é uma rede global formada por 36 instituições que representam todos os 28 países membros da UE e tem mais de duas mil filiais e milhares de parceiros locais em mais de 150 países do mundo.

No caso da EUNIC Brasil, os integrantes estão reunidos em clusters, grupos locais de instituições que promovem o aprendizado de idiomas, o diálogo intercultural e desenvolvimento local. Hoje, existem cinco clusters – Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador.

Programação

Brasília

  • Corrida da União Europeia – 6 de maio
  • Café com Política – 7 de maio
  • Seminários na UCB. Tema: democracia – 7 e 8 de maio
  • Mostra de Cinema Europeu – 10 a 17 de maio
  • Bazar Europeu – 12 de maio
  • Concerto Clássico Europeu – 15 de maio

Acesse a programação completa em www.semanadaeuropa.org

Servidores ocupam sede do INSS, em Brasília, para cobrar contratação de concursados

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Servidores ocupam sede do INSS, em Brasília, para cobrar contratação de concursados

Houve também registro de paralisações em agências pelo país. Direção diz que não sabe estimar ainda serviços afetados.

TJDFT condena 13 pessoas pelo esquema fraudulento da Kriptacoin

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TJDFT condena 13 pessoas pelo esquema fraudulento da Kriptacoin

Para o juiz Osvaldo Tovani, não existe dúvida de que suspeitos usaram dinheiro de investidores para comprar bens como carros importados

A quadrilha acusada de lucrar com o esquema fraudulento da venda da moeda digital Kriptacoin foi condenada. Nesta segunda-feira (23/4), o juiz do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) Osvaldo Tovani proferiu sentença contra 13 pessoas. Para o magistrado, a forma, a rapidez e a intensidade como o dinheiro foi gasto demonstram a origem ilícita dos recursos. Em torno de 40 mil pessoas teriam investido na Kriptacoin e ficaram no prejuízo.

O conteúdo da decisão judicial foi divulgado em primeira mão pelo Metrópoles. Agora, bens apreendidos com o grupo, como veículos de luxo e até mesmo um helicóptero, serão usados para ressarcir os investidores lesados.

Weverton Viana Marinho é apontado como o líder do grupo. Ele criou a moeda digital e exercia a presidência da Wall Street Corporate, além de realizar palestras e recrutar investidores. Segundo o juiz Osvaldo Tovani, “foi quem mais se beneficiou do esquema”. Weverton adquiriu carros de luxo, como um Porsche e uma Ferrari por R$ 310 mil e R$ 1,2 milhão, respectivamente. Tovani definiu a pena dele em 11 anos, 5 meses e 10 dias de prisão, em regime inicial fechado.

Irmão de Weverton, Welbert Richard Viana Marinho era vice-presidente da empresa. O juiz aponta que ele era responsável por chamar atenção de investidores e ainda divulgar notícias falsas em redes sociais para alimentar a pirâmide financeira. Ele foi condenado a 5 anos e 6 meses de prisão, por crime contra a economia popular e por organização criminosa.

O magistrado frisa que os réus, por meio da venda da moeda digital, “obtiveram ganhos ilícitos em detrimento de milhares de pessoas, que aplicaram dinheiro na ‘Kriptacoin’ acreditando que era uma excelente opção de investimento, já que a promessa era de lucros exorbitantes (1% ao dia)”. Segundo ele, o produto oferecido não é reconhecido pelos órgãos competentes e não tem valor econômico.

O dinheiro investido pelas vítimas não está disponível, já que foi utilizado pelos agentes na aquisição de veículos luxuosos e outros bens. Simplesmente desapareceu, com exceção daquilo que foi possível recuperar através de medidas cautelares.

Trecho da sentença do juiz Osvaldo Tovani

Operação policial
A fraude foi revelada pela Operação Patrik, deflagrada em 21 de setembro de 2017. Os sócios-proprietários da filial da Kriptacoin em Goiânia (GO), Fernando Ewerton César da Silva e Alessandro Ricardo de Carvalho Bento, também foram alvos da ação, da Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor e Fraudes (Corf) e da Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos do Consumidor (Prodecon). Ambos foram condenados pelos mesmos crimes cometidos por Welbert (confira as penas de todos no fim da reportagem).

O magistrado ressaltou que a quebra do sigilo bancário apontou crédito de R$ 5,9 milhões na empresa WS Corporate, entre 1 de abril de 2016 e 30 de abril de 2017. No mesmo período, porém, foram debitados R$ 5,2 milhões. Com os réus, foram apreendidos carros de luxo e até helicóptero. Para Tovani, “não existe a menor dúvida de que referidos bens foram adquiridos com o dinheiro captado junto ao povo”.

Segundo Tovani, havia divisão de tarefas no grupo. O esquema possuía um líder; sócios; “pessoal do marketing”; pessoas encarregadas de falsificar documentos e abrir empresas e contas com nomes fictícios; e integrantes que emprestavam seus nomes para a ocultação da propriedade de bens adquiridos com o dinheiro obtido de forma ilícita.

Urandy Oliveira, Hildegard Melo e Sérgio Vieira de Souza eram responsáveis pelo marketing da empresa e por recrutar novos investidores. O juiz proferiu a mesma pena para os três: 5 anos de prisão em regime inicial semiaberto.

Relembre o caso
Os acusados criaram a moeda virtual no fim de 2016 e, a partir de janeiro do ano passado, passaram a convencer investidores a aplicar dinheiro na Kriptacoin. Segundo a polícia, a organização criminosa atuava por meio de laranjas, com nomes e documentos falsos.

O negócio, que funcionava em esquema de pirâmide, visava, segundo as investigações, apenas encher o bolso dos investigados, alguns com diversas passagens pela polícia, por uma série de crimes. Entre eles, o de estelionato. A fraude pode ter causado prejuízo a 40 mil investidores, muitos deles de fora do Distrito Federal.

Os envolvidos foram denunciados pelo Ministério Público por organização criminosa, falsificação de documentos e criação de pirâmide financeira.

A reportagem não conseguiu contato com a defesa dos condenados até a última atualização deste texto.

Veja como atuava cada um dos réus e a pena fixada:

Weverton Viana Marinho: Dolo intenso quanto ao crime de pirâmide financeira. Foi o criador da moeda digita “Kriptacoin” e exercia a presidência de fato da empresa que a comercializava. Também realizava palestras, recrutava investidores e foi quem mais se beneficiou do esquema. Adquiriu veículos luxuosos, helicóptero, avião, ocultou grande quantia em dinheiro em conta de terceiro e aplicou em previdência privada. É reincidente. Condenado a 11 anos, 05 meses e 10 dias de pena privativa de liberdade, além de 420 dias-multa, por crime contra a economia popular, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Em razão da reincidência e da quantidade da pena, o regime prisional inicial será fechado.

Welbert Richard Viana Marinho: Era vice-presidente da empresa que comercializava a moeda digital, recrutava investidores e divulgava notícias falsas em redes sociais para alimentar a pirâmide. Condenado a 5 anos e 06 meses de pena privativa de liberdade, além de 380 dias-multa, por crime contra a economia popular e organização criminosa. Em razão da reincidência e da quantidade da pena, o regime prisional inicial será fechado.

Fernando Ewerton César da Silva: Era sócio-proprietário da filial Kriptacoin em Goiânia (GO). Condenado a 5 anos e 06 meses de pena privativa de liberdade, além de 380 dias-multa, por crime contra a economia popular e organização criminosa. Em razão da reincidência e da quantidade da pena, o regime prisional inicial será fechado.

Alessandro Ricardo de Carvalho Bento: Era sócio-proprietário da filial Kriptacoin em Goiânia (GO). Condenado a 5 anos e 06 meses de pena privativa de liberdade, além de 380 dias-multa, por crime contra a economia popular e organização criminosa. Em razão da reincidência e da quantidade da pena, o regime prisional inicial será fechado.

Urandy João de Oliveira: Atuou intensamente no marketing da moeda digital e foi um dos que mais recrutou investidores. Protagonizou a propaganda “De balconista a Milionário”. É primário e portador de bons antecedentes. Condenado a 5 anos de pena privativa de liberdade, além de 370 dias-multa, por crime contra a economia popular e organização criminosa. Em razão da quantidade da pena, o regime prisional inicial será semiaberto.

Hildegarde Nascimento de Melo: Atuou intensamente no marketing da moeda digital e foi um dos que mais recrutou investidores. Divulgou vídeo em redes sociais apresentando Urandy com o primeiro milionário do Brasil da Kriptacoin. É primário e portador de bons antecedentes. Condenado a 5 anos de pena privativa de liberdade, além de 370 dias-multa, por crime contra a economia popular e organização criminosa. Em razão da quantidade da pena, o regime prisional inicial será semiaberto.

Sérgio Vieira de Souza: Dolo intenso quanto ao crime de pirâmide financeira, pois, embora não realizasse palestras, recrutou investidores e emprestou o seu nome para o funcionamento da empresa Kripta Investimentos em Tecnologia da Informação Eireli, assim como para o registro de veículos adquiridos pelo acusado Weverton. É primário e portador de bons antecedentes. Condenado a 5 anos de pena privativa de liberdade, além de 370 dias-multa, por crime contra a economia popular e organização criminosa. Em razão da quantidade da pena, o regime prisional inicial será semiaberto.

Thaynara Cristina Oliveira Carvalho: O proveito econômico que obteve foi pequeno, como revelaram as interceptações telefônicas, embora o veículo Mini Cooper tenha sido apreendido em seu poder. Emprestou seu nome para o funcionamento da empresa WS Corporate, mas não tinha poder de mando, atuava como secretária de Weverton. Condenada a 3 anos de reclusão e 10 dias-multa, por organização criminosa. O regime prisional inicial será aberto. Mas a pena de prisão foi substituída por duas restritivas de direito, a serem impostas pelo Juízo da Execução Penal.

Paulo Henrique Alves Rodrigues: Cedeu sua conta bancária para a ocultação de expressiva quantia em dinheiro obtida pelo grupo e para o pagamento de pelo menos dois dos veículos luxuosos adquiridos por Weverton, mas não há prova de que se beneficiou diretamente dos referidos valores. Condenado a 3 anos de reclusão e 10 dias-multa por organização criminosa. O regime prisional inicial será aberto. Mas a pena de prisão foi substituída por duas restritivas de direito, a serem impostas pelo Juízo da Execução Penal.

Franklin Delano Santos Rocha: Dolo intenso quanto ao crime de pirâmide financeira, já que atuava no sistema binário e cedia seu nome para Weverton ocultar patrimônio. Condenado a 9 anos de pena privativa de liberdade, além de 383 dias-multa, por crime contra a economia popular, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Em razão da reincidência e da quantidade da pena, o regime prisional inicial será fechado.

Uélio Alves de Souza: Dolo intenso quanto ao crime de pirâmide financeira, já que constituiu a empresa Kripta Coin Investimento em Tecnologia LTDA – ME, com sede em Goiânia (GO), com nome fictício (Hélio Xavier Gomes). Condenado a 7 anos e 8 meses de pena privativa de liberdade, além de 397 dias-multa, por crime contra a economia popular, falsidade ideológica e organização criminosa. Em razão da reincidência e da quantidade da pena, o regime prisional inicial será fechado.

Wendel Alves Santana: Dolo intenso quanto ao crime de pirâmide financeira, já que constituiu a empresa Kripta Coin Investimento em Tecnologia LTDA – ME, com sede em Goiânia (GO), com nome fictício (Wendell Pires Alencar), além disto, disponibilizou conta bancária, também com nome fictício, para movimentação do produto do crime. Condenado a 11 anos de pena privativa de liberdade, além de 403 dias-multa, por crime contra a economia popular, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Em razão da quantidade da pena, o regime prisional inicial será fechado.

Wellington Junior Alves Santana: Dolo intenso quanto ao crime de pirâmide financeira, já que constituiu a empresa WSC Brazil Investimentos em Tecnologia da Informação Eireli – ME, com sede em Goiânia (GO), com nome fictício (Wellington Souza Ramalho), cuja conta bancária foi utilizada para recebimento de depósitos de investidores. Também constituiu a empresa Royal Family Academy Eirelli – ME. Condenado a 11 anos e 2 meses de pena privativa de liberdade, além de 416 dias-multa, por crime contra a economia popular, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Em razão da reincidência e da quantidade da pena, o regime prisional inicial será fechado.

Emendas ampliam números de vagas no METRÔ-DF, com o apoio de Celina Leão

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Emendas ampliam números de vagas no METRÔ-DF, com o apoio de Celina Leão (PP)

Foi publicado no Diário Oficial do DF, da última sexta-feira (20), a Lei 6.135, do Poder Executivo, que tem emendas da deputada Celina Leão (Progressista). As emendas da distrital, amplia o número de vagas na Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (METRÔ) e essa ação, é mais uma conquista da deputada Celina, para os servidores aprovados em concurso e que aguardam a convocação para suas nomeações.

Pré-candidato ao Senado, Chico Sant’Anna fala sobre a qualidade de vida no DF

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Pré-candidato ao Senado, Chico Sant’Anna fala sobre a qualidade de vida no DF

Por Catarina Barroso

A 61 Brasília entrevistou o jornalista Chico Sant’Anna, que já disputou eleições em 2010 e 2014 e, atualmente, é pré-candidato do Psol para o Senado Federal. Chico Sant’Anna avalia as necessidades da população do DF e fala das áreas onde deseja atuar para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

 

61 Brasília (61): Como jornalista qual sua avaliação do atual cenário político do DF?

Chico Sant’Anna (CS): A realidade social candanga é grave. Chegamos ao nível recorde de 300 mil desempregados e um exército de pessoas que no subemprego vivem de bico. Os equipamentos públicos desabam em qualidade e quantidade de serviços como desabou o viaduto do Eixão.

Nossa realidade não é muito diferente da nacional. Temos um governo que finda seu mandato com elevada rejeição popular e um cenário eleitoral que, na maioria dos casos, é mais do mesmo. Muitos dos candidatos, que ai estão, estiveram no cenário político nos últimos 15, 20 anos e nada resolveram. Mudaram apenas de times ou de camisas, mas continuaram a fazer gols contra.

Brasília pede novos nomes, novas propostas e principalmente, pessoas que não tragam em seus currículos inquéritos policiais, processos e condenações.

 

61: Suas proposições são voltadas para qual área de atuação? Por que investir nessas áreas?

CS: Inicialmente, temos que dar um novo foco ao papel dos Senadores. Em nossas visitas, é comum ouvir do cidadão que os parlamentares federais depois de eleitos esquecem-se de Brasília. Ficam de costas para a realidade local. Atravessamos uma crise sem precedentes na área da saúde, da educação, da segurança, do desemprego. O sistema de transporte público é ineficaz e, diante de tudo isso, não vemos a bancada federal tomar inciativas resolutivas. No máximo ficam de picuinhas uns com os outros. O Senador do DF não pode esquecer que ele representa Brasília e que tem o papel de fiscalizar a ação do Executivo.

Temos compromissos com a preservação de Brasília, sua qualidade de vida – no sentido mais amplo da palavra,o que significa dignidade de vida. Direito à educação e saúde de qualidade, moradia e bem viver. Nossos olhares se voltam também à mobilidade urbana – passou da hora de Brasília ter um sistema eficaz de transporte sobre trilhos, que envolva a expansão do metrô, a implantação do VLT e a transformação da antiga linha da rede ferroviária, em um trem regional que atenda as cidades localizadas ao sul do Distrito Federal, bem como aquelas que se encontram em Goiás no eixo até Luziânia. O racionamento d’água que ora passamos é um alerta de que a preservação do meio ambiente e o crescimento sustentável não podem ser omitidos. Tudo isso, sem esquecer a cultura, enfim, à qualidade de vida dos brasilienses.

 

61: Como acha que os recursos federais/estaduais poderiam ser investidos de forma a melhorar a vida da população brasiliense?

CS: Este é um grande debate. Brasília recebe uma enormidade de recursos federais, além do orçamento local montado a partir da receita dos impostos (IPTU, IPVA, ICMs, dentre outros), que todos sabem, são bem pesados.

Hoje há uma prevalência de investimentos em obras – o que agrada muito às empreiteiras – e uma redução de investimentos em recursos humanos. Veja na Saúde, no passado, o projeto Saúde em Casa assegurou uma cobertura médica a 70% da população do DF sem ter que investir em nenhum novo prédio. Mas, na época, foram contratados cerca de 4 mil profissionais – médicos, dentistas, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e agentes comunitários de Saúde – que davam conta do recado. Veio o governo Roriz, em 1999, demitiu todo mundo e quem ficou sem assistência até hoje foi a população.

Temos que dar mais transparência a esses gastos e chamar a população para ajudar a definir as prioridades.

O que o brasiliense quer? Uma linha de BRT ou de metrô? Ampliar as áreas edificáveis ou preservar mais o meio-ambiente? Construir o Mané Garrincha, de quase R$ 2 bilhões, ou criar uma Universidade Pública do DF? Essas e outras são opções que a população deveria opinar. Precisamos adotar mecanismos de democracia direta, como ocorre em várias outras nações, ou mesmo em estados de nações como os Estados Unidos.

O mecanismo do Orçamento Participativo deve voltar a funcionar para que o brasiliense decida as prioridades de gastos desde pequenas obras, até grandes obras estruturantes, como é o caso de uma nova linha do metrô ou uma nova rodovia.

 

61: A cultura de Brasília está se deteriorando, tem algum projeto em mente para alavancar a cultura do DF?

CS: A Cultura do Distrito Federal está abandonada desde o governo Agnelo e pouco mudou no atual. Os principais espaços culturais estão fechados, esperando reformas que nunca se concluem. O ícone desta decadência é o Teatro Nacional. Mas o abandono da Cultura não está apenas nos prédios e monumentos.

Falta uma política cultural para a cidade. A Cultura, associada ao Turismo, pode ser uma alavanca de desenvolvimento econômico sustentável para o Distrito Federal. Temos aqui expressões artísticas da mais alta qualidade em todos os campos da cultura. Mas falta uma política que viabilize a materialização dessa expressão cultural. Aqui, como vimos no recente aniversário de Brasília, prefere-se gastar recursos com artistas de fora do que investir na prata da casa.

Nosso Polo de Cinema é uma ficção. Praticamente na viabiliza a produção de nenhum filme. Ao contrário de cidades como Paulínia, em São Paulo, ou Vancouver, no Canadá, que se transformaram em poderosos polos produtores de cinema e tv, aqui falta uma política que incentive a realização de produções.

O Banco Central, por exemplo, guarda um dos maiores acervos de pinturas deste país. A coleção de Portinari lá existente é cobiçada pelos maiores museus do mundo. Por que não se criar em Brasília um Museu para que este acervo do Banco Central seja acessível a todos, atraindo inclusive mais turistas.

Para que mais turistas fiquem em Brasília e passem mais dias na cidade, é preciso criar atrativos de qualidade. Em capitais como Paris e Washington, desprovidas de praias, a Cultura é o elemento de atração e de permanência dos turistas.

Além disso, temos que criar as leis federais necessárias para diminuir o monopólio de São Paulo em receber a maior parcela de voos internacionais. Se for o caso, determinar regras que façam as companhias aéreas descentralizarem as chegadas e partidas de voos, beneficiando não só Brasília, mais também outros portões internacionais de entrada. Assim, será mais fácil e barato para que estrangeiros venham conhecer nossa cidade e deixem aqui seus dólares e euros gerando emprego e renda ao brasiliense.

 

61: Ainda sobre a mobilidade da capital, quais soluções acha que poderiam melhorar a locomoção dos moradores?

CS: Como dito antes, acreditamos que o modelo sobre ônibus chegou ao seu limite. Somos três milhões de brasilienses e, quase, dois milhões moram nas cidades de Goiás e aqui vem estudar e trabalhar diariamente. Transportar esta população em ônibus onde cabem 150 pessoas é antes de tudo desumano.
É claro que não podemos abandonar as obras rodoviárias feitas pelos governos passados (EPIA, EPTG e, agora, a Saída Norte). Uma vez concluídos esses corredores de mobilidade, temos que focar no transporte sobre trilhos. O rodoviarismo não dá as respostas que Brasília precisa. Em 1996, foi elaborado um plano que previa 3 grandes linhas de metrô. A existente, ainda inacabada – pois seu início seria no fim da Asa Norte, próximo à ponte do Bragueto e término na Expansão de Samambaia e no Setor O da Ceilândia -; a Linha 2, ligando o Gama à Rodoferroviária, via EPIA; e a Linha 3, atravessando transversalmente a maior concentração populacional do DF, que vai da Ceilândia ao Gama, passando por Taguatinga, Samambaia, Recanto das Emas e Riacho Fundo 2. Este projeto precisa ser retomado.

Além disso, passou da hora de o Trem Bandeirante, da extinta RFFSA, ser transformado em trem regional – como aconteceu no Ceará, na região do Cariri – para atender aos moradores do Entorno Sul, Santa Maria, Gama. A linha férrea já passa ainda pelo Park Way, Núcleo Bandeirante, Guará e SAI. Assim, iria ser reduzido o trânsito de veículos particulares, dessa forma, já serão quase dois milhões em circulação nas nossas ruas.

É importante fazer gestões junto ao governo federal, no sentido de ele não abandonar o ramal ferroviário previsto para ligar Goiânia à Formosa, pois ele pode vir a ser o metrô de superfície para atender os moradores de Planaltina, Sobradinho, Fercal, condomínios, inclusive Brazlândia. E esta pressão é papel de um senador. Fazer as gestões necessárias junto ao Ministério dos Transportes para que esta linha atenda às necessidades candangas. Infelizmente, como dizem os populares, alguns de nossos representantes federais parecem se esquecer de Brasília quando chegam à Praça dos Três Poderes.

 

61: Como percebe o atendimento à população no atual governo?

CS: Os indicadores das pesquisas revelam o nível de insatisfação popular. A Saúde está em frangalhos. O fechamento do atendimento dos serviços de pediatria na maioria das unidades é uma demonstração da falência de gestão no setor. As propostas de terceirização são meros artifícios que não resolvem a origem dos problemas e só privatizam recursos públicos.

Esse quadro de precariedades se repete em diversos outros setores. Obras como a Epar, no Aeroporto, estão paralisadas, o metrô padece da falta de investimentos e melhorias. O BRT da EPTG nunca foi implantado, o do Gama está incompleto e o sistema da saída Norte também não ficará pronto nesta administração. Além disso, há a insatisfação profissional dos servidores que não tem as adequadas condições de trabalho e estão sem reajuste salarial desde o início deste governo, há quase quatro anos.

 

61: Quais atitudes um gestor público deve ter para auxiliar a vida da população da cidade?

CS: Em primeiro lugar, traçar as prioridades corretas e para isto precisamos reforçar a área pensante do GDF. Ao longo dos anos, foram extintas estruturas governamentais responsáveis pelo planejamento do GDF na área urbanística, transporte urbano e até pela capacitação de servidores, o IDR. Hoje grande parte dos estudos técnicos é contratada em empresas terceirizadas, até de Cingapura, como foi o caso da Jurong. Ou então é feito por funcionários comissionados, que ao final de cada governo são substituídos e assim não há um acumulo da memoria de planejamento e gestão. A exemplo do que foi feito no governo federal, precisamos de uma carreira de gestores públicos.

Precisamos no GDF de equipes próprias e permanentes para pensar as soluções de Estado para o Distrito Federal, não importa qual governo esteja de plantão. Soluções que serão implementadas ao longo dos anos e de governos distintos. Além disso, auscultar a população é fundamental. Cabe a ela dizer o que lhe parece mais correto.

Creio que se isto já existisse, não estaríamos a ver três eixos de mobilidade urbana inacabados. Arruda iniciou a implantação da EPTG, Agnelo não concluiu e deu inicio ao BRT do Gama, Rollemberg não concluiu nem o de Arruda nem o de Agnelo e deu inicio ao seu corredor, chamado de Saída Norte, que ficará igualmente inacabado nesta gestão. Se a população tivesse sido ouvida, teria isso acontecido?

A população é sábia. Em pleno racionamento d’água, ela mostrou ser incorreto dar início a um novo setor urbano na Serrinha do Paranoá (Taquari 2) onde existe uma centena de pequenas nascente que correm para o Lago Paranoá, de onde se tira água agora para o consumo. Mas o GDF a ouve?

É necessário criar mecanismos formais em que a população não só seja ouvida mas que também possa deliberar. Pois hoje a grande maioria das audiências públicas é mera formalidade legal, sem que o cidadão tenha qualquer poder de bloquear uma iniciativa governamental.

 

61: Dentre propostas que pretende defender como senador está a correta gestão de recursos, como acha que essa gestão deve ser feita para evitar desvios?

CS: Todos os anos, montanhas de dinheiro são repassadas da área federal para o DF por meio de convênios e fundos. É o Fundo Constitucional do DF, que em 2016, representou R$ 16 bilhões; são os repasses do Fundebe para a Educação, que no ano passado chegou a quase R$ 2 bilhões; são as emendas parlamentares, que neste ano somam cerca de R$ 800 milhões; o Fundo de Participação dos Estados e Municípios, cerca de R$ 500 milhões, tem ainda os repasses do Fundo Nacional de Saúde além de verbas para projetos de mobilidade, segurança, saneamento e meio-ambiente, dentre outras.

Mas não há transparência no seu uso. Há noticias de que o GDF perdeu a oportunidade de usar recursos alocados no passado para mobilidade urbana, coleta de lixo, obras viárias, de saneamento e os parlamentares, em especial os Senadores, nada fiscalizam, nada revelam, nada cobram. Assim, além de fazer leis, defendo que nossos Senadores fiscalizem efetivamente o correto uso dos recursos públicos repassados a Brasília. Eles têm instrumentos e autorizações legais para fazer isto.

 

61: Que diz sobre a má distribuição de riqueza e poder na cidade?

CS: Esse, talvez, seja o maior desafio do DF. Fazer com que a desigualdade diminua. E esta desigualdade não está apenas nos salários. Ela se mostra também no acesso aos serviços. À moradia, à mobilidade, ao emprego, à Saúde e Educação.

Quem tem renda, usa plano de saúde, paga escola particular. Quem não tem, luta por uma vaga na escola pública ou fica na fila da morte da secretaria de Saúde. Nos últimos 20 meses, mais de mil pessoas morreram esperando uma vaga na fila da UTI do DF.

A desigualdade se revela não apenas nas dificuldades em enfrentar o dia-a-dia, mas pode ser questão de viver ou morrer. O papel do Estado é minimizar essas diferenças por meio de políticas públicas que possam melhorar, por exemplo, o acesso a determinados bens e serviços a todos os moradores. No passado, o Saúde em Casa, implantado pela ex-deputada Maria José Maninha, resultou numa redução desta desigualdade, que se revelou na queda da mortalidade infantil e materna no DF.

Essas políticas públicas devem envolver mais opções de educação de forma a dar as ferramentas para que as pessoas ascendam socialmente. Mas não basta apenas a ampliação das vagas de ensino. Este ensino deve ser de qualidade e os instrumentos necessários para viabilizar o primeiro emprego precisam ser adotados.

O Plano de Governo, que a Professora Fátima de Sousa, pré-candidata ao GDF pelo Psol, vem coordenado, tem como preocupação assegurar o bem viver da população de Brasília, assegurando educação, saúde, segurança pública, cultura, esporte e lazer. A meta é garantir o cuidar das pessoas que mais necessitam: idosos, portadores de necessidades especiais, crianças, adolescentes e jovens e a população de rua.

 

61: Qual o erro cometido pelos governantes, e em que época, para que a situação da cidade chegasse ao nível de negligência atual?

CS: Todo este processo se acelerou – com maior ou menor velocidade – do fim do governo de José Aparecido para cá. Ou seja, nos últimos 30 anos. Até então praticamente não existia condomínio irregular, a grilagem da terra era contida e os núcleos rurais eram efetivamente rurais. De lá para cá, pelo menos oito novas regiões administrativas densamente povoadas surgiram. Metade da área de cerrado do quadrilátero do DF foi desmatada e virou área urbana.

Creio que o maior erro esteve na ganância, em especial da especulação imobiliária. Seja ela promovida pelos empreiteiros, seja ela promovida pela grilagem de terra. Novas e grandes áreas urbanas surgiram, sem nenhum planejamento urbano ou mesmo de oferta de serviços públicos fosse feito.

O padrão urbano previsto para o Plano Piloto, mal ou bem, foi inicialmente repetido nas primeiras cidades-satélites que surgiram. Dificilmente, um prédio, fosse ele no Guará, Sobradinho ou Gama, passaria de seis andares. No máximo uns oito andares. Hoje, temos prédios com mais de 30 andares em algumas de nossas regiões administrativas.

Esta concentração populacional não foi acompanhada de um modelo eficaz de mobilidade urbana. Prevaleceu o rodoviarismo. Cria-se mais uma faixa de trânsito e pensa-se que está resolvido. Mas não resolve. Pouco tempo depois, aquela nova faixa será insuficiente e vão querer fazer mais outra.

Também não houve acompanhamento da oferta de ensino, saúde. Veja Águas Claras. A cidade é desprovida de escolas e serviços públicos de Saúde. As opções de estudo e trabalho também ficaram concentradas no Plano Piloto, obrigando um vai e vem terrível, quase, todo ele movido a carros e motos privadas.

O reflexo deste crescimento desgovernado se vê na precariedade da oferta de água e mesmo de energia elétrica. A cidade cresce a uma velocidade quatro vezes maior do que o crescimento da população do Brasil. Somos a terceira maior metrópole do País, com mais de três milhões de habitantes.

A responsabilidade de quem agora chega ao Poder, seja no comando do GDF, na Câmara Legislativa, na Federal ou no Senado, é equacionar esta evolução. Estudos de crescimento populacional projetam para daqui a poucos anos 8 milhões de habitantes abrigados no o DF e seu Entorno. Precisamos reverter isso. E para tanto são necessárias políticas que ultrapassam as fronteiras do DF. Medias regionais que desestimulem esta conurbação que avança agora rumo a Unaí em Minas.

Se nada for feito, serão desastrosos os impactos sobre Saúde, Educação, Desemprego, Segurança Pública, Moradia e Mobilidade.

A qualidade de vida do Distrito Federal num futuro bem próximo depende diretamente das escolhas que o eleitor vier a fazer nas urnas de outubro.

O modelo de desenvolvimento urbano e social será consequência do perfil dos eleitos. E todos nós temos clareza dos notórios compromissos (ou serão descompromissos?) principais candidatos que se apresentam para comandar e representar a cidade.

Desta forma, é fundamental que o eleitor, em primeiro lugar, vote, pois deixar de votar ou anular o voto é dizer que está feliz com tudo que ai está; e, em segundo lugar, que vote bem. Que estude quem são os candidatos e que interesses eles representam. Se não mudarmos o perfil de nossos governantes, teremos a continuidade do modelo de gestão que até aqui presenciamos.