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Desabamento em Vicente Pires: responsáveis devem responder por homicídio

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Desabamento em Vicente Pires: responsáveis devem responder por homicídio

Dono do prédio e equipe de construção serão indiciados. Agefis pede demolição do que restou.

Caesb usa lodo de esgoto para recuperar áreas degradadas

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Jardim Botânico de Brasília, Brasília, DF, Brasil 26/2/2018 Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília.

Caesb usa lodo de esgoto para recuperar áreas degradadas

Resíduo é rico em nutrientes e torna o crescimento da vegetação duas vezes mais rápido. A experiência do Distrito Federal será apresentada no 8º Fórum Mundial da Água, de 18 a 23 de março

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) produz cerca de 300 toneladas de lodo de esgoto por dia. O material retirado no processo de tratamento é rico em matéria orgânica e tem auxiliado na recuperação de cascalheiras no Distrito Federal.

O projeto será apresentado no 8º Fórum Mundial da Água, de 18 a 23 de março. O encontro internacional deverá reunir 45 mil pessoas no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha e no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

Coordenada pela Caesb, a prática trouxe resultados positivos em relação a áreas exploradas pela extração de britas e rochas para a construção civil.

Na Estação de Conservação do Jardim Botânico de Brasília, no Lago Sul, o local recuperado já apresenta vegetação densa em apenas dois anos após a aplicação do lodo.

O diretor-executivo do parque ecológico, Jeanitto Gentilini, explica que o ganho com o tratamento do solo foi surpreendente. “O lodo é uma matéria-prima de altíssimo interesse”, ressaltou.

De acordo com Gentilini, o plano de manejo da Estação Ecológica do Jardim Botânico identificou 10 hectares para serem recuperados dentro da unidade de conservação. “A gente tentou vários projetos de recuperação, mas nenhum teve um resultado tão bom quanto o obtido com o lodo.”

Melhoria do solo impacta na fauna e flora

A parceria com a Caesb resultou no tratamento de quatro áreas do Jardim Botânico com aproximadamente 2 hectares cada uma.

As três primeiras receberam o lodo no início de 2016 e já têm vegetação que passa dos 3 metros de altura. O produto devolve ao solo os nutrientes perdidos na degradação e, por isso, estimula o crescimento das plantas.

Foram plantadas 68 mil mudas nos locais de recuperação com o lodo de esgoto. O plantio mais recente ocorreu no início deste ano.

De acordo com o gerente de preservação do parque ecológico, Pedro Paulo Cardoso, a retomada da flora criou um anel verde que tem evitado a criação de focos de incêndio e a propagação do fogo na região.

“A vegetação recente possibilitou a saída dessa área do grupo de risco de incêndio. No ano passado, por exemplo, não houve nenhuma queimada dentro da estação de conservação. O que já é um ganho muito grande”, pontua Cardoso.

O engenheiro agrônomo e analista de sistema de saneamento da Caesb Tiago Geraldo de Lima explica que a retirada da camada fértil – no caso das cascalheiras, pela extração de britas – deixa o terreno seco e pode provocar erosões.

“A gente faz um trabalho para tornar o solo permeável, toda a água que cai fica mantida basicamente no local”, explica Lima.

Absorção hídrica nas áreas tratadas ajudou a recuperar nascentes

absorção hídrica nas áreas tratadas favoreceu a recuperação de nascentes na região da Estação de Conservação do Jardim Botânico de Brasília.

O diretor-executivo do parque ecológico afirma que o sucesso com o lodo serve de vitrine para a utilização posterior em outras áreas. “Queremos ampliar essa parceria e utilizar esse insumo para outras finalidades, como a produção de mudas.”

Além do Jardim Botânico de Brasília, a Caesb recuperou cerca de 150 hectares de uma área de empréstimo do Exército Brasileiro. A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) também participaram do tratado.

O espaço fica entre o Setor de Abastecimento e Armazenagem Norte (SAAN), o Setor de Industria e Abastecimento (SIA), Setor Militar Urbano (SMU) e a Rodoferroviária de Brasília.

Processo de recuperação com lodo de esgoto

Uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) define uma série de critérios para a utilização desse material que pode ter até três classificações: tipos A, B e C.

Cada uma delas representa o nível de pureza do insumo, levando em conta a quantidade de bactérias e vírus.

O meterial do tipo A tem melhor qualidade (menos bactérias e vírus) e pode ser usado na agricultura, por exemplo.

No caso da classificação B e C, a quantidade grande desses microrganismos impede o uso agrícola porque significa risco de contaminação dos alimentos plantados.

O do tipo B — único produzido no processo de tratamento de esgoto no DF — pode ser aproveitado pela Caesb para a recuperação de áreas degradadas.

Etapas para a recuperação do solo

A primeira etapa para a recuperação do solo é a proteção da área para evitar que o lodo se espalhe. “Essa é uma medida preventiva, pois não podemos correr o risco que uma chuva leve o resíduo para rios ou nascentes”, explica a engenheira florestal e analista de sistema de saneamento da Caesb, Leiliane Saraiva Oliveira.

É feito um nivelamento do solo para preparar a área onde será aplicado o lodo. O insumo utilizado sai da Estação de Tratamento de Esgoto da Caesb em um caminhão fechado, próprio para o transbordo, e segue diretamente para o local estipulado.

O lodo é despejado, espalhado e incorporado no solo com a ajuda de tratores e retroescavadeiras. Após a aplicação, joga-se cal para controlar quantidade de moscas.

Depois disso é preciso esperar cerca de 30 dias para começar a revegetação.

A empresa pública também faz um monitoramento das áreas já tratadas, como o acompanhamento do crescimento das plantas, qualidade do solo e o nível de contaminação de águas subterrâneas.

Quando não utilizado, o lodo fica armazenado na Unidade de Gerenciamento de Lodo, em Samambaia. São 25 bacias escavadas, com a capacidade de 5 metros quadrados cada uma. Na época da seca, esse material é seco e guardado em pilhas.

Segundo Tiago Lima, engenheiro agrônomo e analista de sistema de saneamento da Caesb, o intuito é melhorar a forma de tratamento desse resíduo e transformá-lo em tipo A.

“Vai ser mais um produto da companhia. Nesse, poderemos destinar esse material para a agricultura e, de repente, até pensar em comercializar.”

2ª Etapa Brasília Open Boxe será no JK Shopping

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2ª Etapa Brasília Open Boxe será no JK Shopping

Em março, os amantes de esportes de combate, como Boxe AOB, também conhecido como Boxe Olímpico, podem se programar, no dia 18/03, a partir das 12h, o JK Shopping recebe a 2ª Etapa Brasília Open Boxe, onde lutadores e lutadoras irão disputar pelo Cinturão Masculino e Feminino. O evento, que conta com o apoio do centro comercial, é uma realização da Federação Brasília Open Boxe e visa aproximar a modalidade do público da região.

 A disputa envolve diversas categorias, todas variam de acordo com o ano de nascimento dos atletas, como a Elite (nascidos no período de 1978 a 1999), Juvenil (nascidos no período de 2000 a 2001) e Cadete (nascidos nos anos 2002 e 2003). Em cada uma há variações de peso que podem ir de 45kg e ultrapassar os 91kg, como na categoria super-pesado.

Entre as doze esquipes de Brasília que irão participar estão: Associação de Boxe Olímpico de Sobradinho, 2Brothers, Demetrius Team, Altaceste Team, Cia de Lutas, Comunidade da Luta, Team Wand, Ana Karla Boxing, 5rounds, Raimundo Pitbull, Arte Regional, Associação Esportiva Batata.

“É muito bacana levar um evento como este para dentro de um shopping. Isso aproxima o esporte das pessoas e dá maior visibilidade ao Boxe AOB, tanto para o público quando para a iniciativa privada, o que pode gerar mais apoio e patrocínio. Para nós, que temos o objetivo de democratizar essa modalidade, é muito positivo”, destaca Eudes Santos, presidente da Federação.

Para saber mais informações sobre o regulamento, categorias e inscrições é só acessar o site da federação, https://brasiliaopenboxe.com.br .

Inclusão social

A Federação Brasília Open Boxe nasceu de um movimento que enxergava a necessidade de difundir o esporte nas comunidades do DF, criando um ambiente saudável e aberto ao diálogo. O reconhecimento do trabalho veio em 2017, quando a federação foi convidada pela entidade máxima da modalidade no Brasil, a CBBOXE (Confederação Brasileira de Boxe) para representar o Distrito Federal.

O objetivo principal da associação é difundir a prática do boxe como uma atividade de inclusão e resgate de pessoas que vivem às margens da sociedade, além de capacitar profissionais, realizar competições locais e participar de disputas nacionais.

Serviço – 2ª Etapa Brasília Open Boxe

Data: 18/03

Horário: 12h – abertura do evento, 13h – Início das Lutas, 18h – premiação,19h – encerramento.

Local: Praça Central do JK Shopping

Classificação: livre

Entrada franca

JK SHOPPING

Endereço: Avenida Hélio Prates QNM 34 – entre Taguatinga e Ceilândia

Horário de funcionamento: segunda a sábado, das 10 às 22 e domingos e feriados das 12 às 22h

Telefone: (61) 3246-8601

www.jkshoppingdf.com.br

Facebook: facebook.com/jkshoppingdf

Morre motorista que atropelou e matou casal de idosos no Lago Norte

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Morre motorista que atropelou e matou casal de idosos no Lago Norte

Luciana Pupe Veira estava internada desde 18 de janeiro. Carro estava a 140 km/h no momento do impacto.

Cooperativas do DF se reúnem na CLDF para cobrar cumprimento da Lei 3877/06

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Cooperativas do DF se reúnem na CLDF para cobrar cumprimento da Lei 3877/06

Representantes de cooperativas, associações e entidades civis se reuniram na manhã desta segunda-feira (12), no auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal. O encontro organizado pelo Movimento Moradia Para Todos tem como objetivo cobrar dos representantes políticos o cumprimento da Lei 3.877/06. O grupo, composto por cerca de 30 pessoas, manifestou-se veementemente nas áreas públicas da Casa.

A legislação prevê que 40% das áreas destinadas pelo governo sejam distribuídas para projetos de moradia popular e de cooperativas da cidade. As organizações da sociedade civil devem comprar os lotes para casas ou prédios com preços subsidiados e construir as residências de seus associados em esquema de mutirão ou contratando empresas especializadas.

Segundo a coordenadora do movimento, Vânia Coelho, os órgãos do Executivo não têm seguido as determinações da lei. “Estamos chegando ao fim do segundo governo consecutivo em que essa proporção não é cumprida”, ressaltou a coordenadora do movimento. Os manifestantes apontavam que a Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab) tem criado mecanismos para dificultar a aprovação das cooperativas e associações nos processos seletivos de cadastramento. “As áreas da população de baixa renda estão sendo destinadas para outros fins”, disse Vânia.

O movimento tem montado acampamento pelas cidades satélites onde as áreas deveriam ter sido entregues. Maicon Lima, 25 anos, está acampado em Samambaia desde o final de fevereiro. “Eu e cerca de 400 pessoas estamos inscritas há mais de 10 anos em cooperativas esperando receber nossa casa própria, mas não temos nem perspectiva de sair do aluguel”, desabafou Maicon. O rapaz diz que o intuito da reunião é poder contar com o apoio dos parlamentares.

Além dos deputados distritais, representantes do governo e o presidente da Codhab, Gilson Paranhos, foram convidados para participar do encontro.

Mulheres na construção civil – Dentre as 400 cooperativas e associações que se candidatam ao processo seletivo da Codhab, a Cooperativa Habitacional e de Consumo de Samambaia (Coohacosam) tem realizado um trabalho de integração de mulheres no mercado da construção. No período de 1999 a 2002, a cooperativa distribui 216 casas em Samambaia efetivados por mutirão e com 85% do trabalho feminino.

A presidente da Coohacosam, Divina Ana da Silva, frisa que o trabalho das mulheres é fundamental para que as casas sejam concluídas. “Buscamos a expansão da igualdade e oportunidade em todos os setores”, completa a presidente.

Fonte:  Câmara Legislativa – Comunicação Social

Intensivão pré-vestibular do #BoraVencer abre inscrições

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Intensivão pré-vestibular do #BoraVencer abre inscrições

São mil vagas para aulas na Asa Norte, na Asa Sul, no Gama, no Guará, em Planaltina, em Samambaia e em Taguatinga. Prazo começa às 14 horas desta segunda (12) e se encerra no dia 22

#BoraVencer Intensivão, com foco nas disciplinas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do vestibular da Universidade de Brasília, abre inscrições a partir das 14 horas desta segunda-feira (12) para aulas no primeiro semestre de 2018.

São mil vagas na Asa Norte (manhã), na Asa Sul (manhã, tarde e noite), no Gama (manhã e tarde), no Guará (manhã e tarde), em Planaltina (tarde), em Samambaia (manhã e tarde) e em Taguatinga (tarde e noite).

As inscrições devem ser feitas até 22 de março pelo site da Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude.

Podem se inscrever pessoas de 15 a 29 anos. O preenchimento das vagas segue critérios de vulnerabilidade social, com preferência para estudantes da rede pública de ensino.

Segundo o secretário de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude, Aurélio Araújo, o #BoraVencer representa uma importante mudança para os jovens do Distrito Federal.

“Desde 2016, já colocamos 1.832 estudantes nas universidades públicas do DF e sabemos de vários que passaram em outras unidades de Federação”, celebra Araújo.

Fonte: Agência Brasília