Especialista em inverno ensina a preparar a mala para esquiar
Vai esquiar pela primeira vez? Saiba o que você precisa para curtir a viagem com conforto e muito estilo
Os brasileiros estão invadindo as estações de esqui pelo mundo. Enquanto aqui o sol brilha em pleno verão, muitos preferem curtir o inverno do hemisfério norte. E eles estão cada vez mais procurando destinos para esquiar. Para se ter uma ideia, em Aspen (EUA), o Brasil tem a segunda maior nacionalidade que visita o país, atrás apenas dos australianos. Em Corralco (Chile), o número de brasileiros chegou a crescer 75% e atualmente é o país que mais visita o local.
Com tanta gente indo em busca de uma nova experiência, você já pensou o que deve levar para suportar temperaturas abaixo de 0? A especialista em inverno rigoroso Gleusa Dornelles, da Artchê elegeu peças fundamentais que devem estar na bagagem. Com mais de 20 anos de experiência nesta área, ela verifica na prática o que apontam as estatísticas.
“O Brasil tomou gosto pelo frio! Seja para a Europa, América do Norte ou nossos vizinhos aqui na América do Sul, tomaram gosto por viajar. E, como tudo o que fazemos é com intensidade, o brasileiro quer esquiar para vivenciar uma aventura nova”, ressalta.
Confira as peças indispensáveis:
– Roupa térmica (primeira camada): É a chamada segunda pela. Com a tecnologia, estão cada vez mais leves e finas, o que significa menos espaço na mala, mas ao mesmo tempo mantém o calor bem aquecido.
– Fleece ou moletons de soft: Funcionam como isolantes térmicos. Os mais modernos trazem uma camada de omni-heat, um tecido que reflete internamente o calor do próprio corpo, evitando que se perca.
– Casaco e calça para neve, especial para esqui (3ª camada): Eles devem ser impermeáveis (lembrando que a neve é feita de água), com punhos e zíper bem cerrados para impedir a entrada de vento, principalmente quando estiver esquiando com velocidade.
– Luvas: Para a neve, é muito importante que as luvas sejam impermeáveis, pois caso contrário, em contanto com a neve, elas praticamente congelarão as mãos. Então, luvas de lã ou algodão, nem pensar.
– Bota impermeável: O calçado ideal para a neve é a bota impermeável. Mesmo as botas quentinhas (estilo UGG) não aguentam, porque a neve, além de muito fria, molha. Couro e camurça estragam em contato com a neve, como se queimassem, então nem pensar. Outra ponto importante é o solado ser de borracha, para não escorregar.
– Balaclava + óculos: garantem a proteção da face, protegendo dos efeitos do frio
Bônus: Casaco 3 em 1 – se puder investir um pouco mais em uma peça, o casaco 3 em 1, protege, aquece e isola o corpo. Ele vem com 2 casacos acoplados, mas removíveis entre si, com a função de 2ª e 3ª camada.
Jaime Ernest Dias e Liliana Gayoso em show especial no Sábado Musical do Cantucci Bistrô
No projeto Sábado Musical do Cantucci Bistrô (403 Norte), em meio a uma atmosfera Toscana, o consagrado violonista Jaime Ernest Dias, criador da Orquestra de Violões de Brasília, e a violinista Liliana Gayoso se apresentam no sábado (3). O duo prepara um show instrumental especialmente elaborado para o projeto com um repertório baseado na MPB, Bossa Nova, Choro e Valsa. São músicas que remetem à suavidade do amor e abarca todas as idades.
As longas estradas já trilhadas por cada um destes dois músicos levam ao público composições de Villa-Lobos e outros grandes mestres brasileiros, além de algumas faixas autorais. Nasce assim um repertório híbrido, revisitando sem cerimônia obras alheias e criações próprias de um e de outro. Liliana se dedica ao violino clássico desde a infância. Hoje, é violinista da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro e professora da Escola de Música de Brasília. Jaime também lecionou na mesma escola e é um dos fundadores do Clube do Choro de Brasília. Já gravou vários CDs, atuando como violonista de samba e choro.
Serviço Show de Jaime Ernest e Liliana Gayoso Sábado, 3 de março
Horário: das 13h às 15h
Local: Cantucci Bistrô – CLN 403, bloco E, lj 3
Couvert: R$ 10
Informações e Reservas: 3328-5242
Prazo para adesão ao Mais Alfabetização é prorrogado
Pela terceira vez, o Ministério da Educação decidiu prorrogar o prazo para estados e municípios aderirem ao Programa Mais Alfabetização. Agora, a data final para adesão de governos estaduais e prefeituras termina na próxima segunda-feira (5) e para as escolas o prazo encerra na terça-feira (6).
Segundo o MEC, a prorrogação de prazo é normal quando se trata de estados e municípios, principalmente quando se abre um novo programa, onde os municípios ainda precisam se familiarizar com um novo processo. A adesão deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec).
O objetivo do programa é apoiar escolas no processo de alfabetização dos estudantes de todas as turmas do primeiro e do segundo anos do ensino fundamental. Segundo o MEC, serão investidos R$ 200 milhões no pagamento de assistentes pedagógicos para auxiliar os professores em sala de aula. A expectativa é atender a 4,2 milhões de alunos em aproximadamente 200 mil turmas em todo país.
Embaixador de Israel participa de sessão solene na Câmara Legislativa“A palavra Holocausto nos remete a um dos períodos mais bárbaros e sombrios da humanidade. Seis milhões de judeus, ao lado de outros inúmeros cidadãos, foram brutalmente assassinados. Um terço de nossa população foi aniquilada”. Disse, em seu discurso, o embaixador de Israel, Yossi Shelley, durante a sessão solene da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), realizada na noite de quarta-feira, 28, em homenagem ao Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.
O objetivo da solenidade foi destacar a importância do ensino do Holocausto para as gerações futuras e condenar toda e qualquer manifestação de incentivo à perseguição, ao ódio e a violência. “Apesar dos anos de perseguição, o povo judeu escolheu se levantar. Levantamos-nos e, em 1948, construímos o Estado de Israel”, afirmou o embaixador. “Também escolhemos lembrar, nunca esquecer e trabalhar para que a história nunca mais se repita. E para que isto aconteça, precisamos valorizar a Educação, falar constantemente sobre o holocausto e explicar sobre as atrocidades às futuras gerações”, prosseguiu.
O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, celebrado em 27 de janeiro, foi instituído pela resolução 60/7 da Assembleia Geral das Nações Unidas. A data marca a liberação do maior campo de extermínio nazista, Auschwitz-Birkenau, há 73 anos.
Yossi Shelley destacou que além de ouvir e entender sobre o trágico acontecimento é essencial questionar. “Manter vivas as lições do Holocausto não cabe apenas aos governos ao redor do mundo, mas a cada um de nós como cidadãos. Todos temos responsabilidades mútuas em uma escala global”, acredita.
Ministro de Ciência e Tecnologia de Israel, Ofir Akunis.
Dentre os embaixadores e autoridades presentes à solenidade estava o Ministro de Ciência e Tecnologia de Israel, Ofir Akunis, que na ocasião disse que o Estado de Israel continuará a ser um testemunho vivo da vitória da humanidade sobre o regime nazista e continuará a luta com os aliados do mundo todo contra os que negam o Holocausto.
Já o presidente da Câmara Legislativa do DF, Joe Valle, disse que é inadmissível que pessoas morram por causa da intolerância religiosa, ódio e violência contra comunidades.
Velas– Durante a solenidade, foram acesas várias velas em homenagem às vítimas do Holocausto pelos embaixadores ou representantes das embaixadas em Brasília de Israel, Polônia, Canadá, Alemanha, Estados Unidos e França; pela filha do sobrevivente do Holocauto, Ruth Glatt, entre outras autoridades. Também estiveram presentes Hermano Wrobel, presidente da Associação Cultural Israelita de Brasília; Marlova Jovchelovitch, diretora da Unesco; a embaixatriz de Israel, Dina Shelley; e o embaixador Marcos Bezerra Abbot Galvão, ministro interino das Relações Exteriores.
Na ocasião, o maestro Thiago Francis Silvério executou uma das músicas do filme “A Lista de Schindler”, que conta como um empresário alemão, Oskar Schindler salvou a vida de mais de mil judeus. Também durante a solenidade foram feitas orações pelas vítimas do Holocausto.
Embaixador Marcos Galvão
Já o embaixador Marcos Galvão destacou que o ministro das Relações Exteriores, Aloísio Nunes Ferreira Filho, não compareceu à solenidade este ano por estar em Israel, onde também participou de cerimônias em homenagem às vítimas do Holocausto. Disse que há mais de 70 anos, homens e mulheres em todo o mundo questionam como o horror Holocausto pôde ocorrer. “Esse crime sem igual na história nos provoca tristeza profunda e até hoje indignação. A rememoração do Holocausto é fundamental para nos manter a vigilância diante do antissemitismo e de outras formas de discriminação que se manifestam hoje recicladas em não menos odiosas roupagens”, comentou.
“Ante o sofrimento e desespero das vítimas da perseguição nazista, Luís Martins e Aracy preferiram seguir suas consciências e não as normas burocráticas, assumindo riscos pessoais concederam vistos brasileiros a muitos perseguidos, permitindo-lhes sobreviver e a refazer suas vidas em outros continentes”, comentou o ministro interino das Relações Exteriores, Marcos Galvão.
Exposição – Logo após a solenidade, foi aberta no foyer do plenário a exposição “Além do Dever”, que homenageia diplomatas que tiveram participação ativa ajudando judeus a escaparem das forças nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Entre eles, os diplomatas brasileiros Luís Martins de Souza Dantas e Aracy Carvalho de Guimarães Rosa, ambos reconhecidos com o título de “Justos entre as Nações” pelo Yad Vashem, Museu de História do Holocausto. São exemplos de coragem e humanismo. A mostra pode ser vista até dia 28 deste mês.
Confira opções de restaurantes para comer macarrão em Brasília
Em vários cantos da capital encontramos macarrões de origem italiana, chinesa ou árabe
Massa do Restaurante Bartolomeu da 409 Sul.
Pouca gente não gosta de um bom prato de massa. O macarrão e suas variações são tão especiais que três países disputam a garfadas o feito de ter descoberto tal delícia: China, Arábia e, como não poderia deixar de ser, Itália.
Até agora, a versão mais aceita é de que os chineses fizeram o primeiro macarrão em 2.500. a.C., mas estava longe de ser a receita que conquistou o mundo tempos depois. A base era de milho, e não de farinha de trigo.
Ligado, no imaginário popular, à culinária italiana — afinal os italianos é que difundiram a massa —, o macarrão aparece em diversos formatos, todos deliciosos.
“Com cara de avó” é a lasanha típica italiana servida no restaurante Gratinado. Para aumentar a rivalidade, o Goemon traz massas orientais. O proprietário Sérgio Kano garante que “esse é o arroz e feijão no Japão, não o sushi, que é tão popular.”
Perfeita no quesito massas para levar para casa, a Toscanello tem várias opções — todas caseiras. “Nossas massas são artesanais, feitas sem conservantes. Isso faz com que, apesar de durar menos, seja um produto mais saudável e com mais qualidade”, pondera a sócia do local, Luiza Zanello. Ali, o cliente encontra as massas tanto congeladas quanto frescas, além de poder montar a combinação de molho e macarrão de sua preferência.
Pronto para assar
Variedade de combinações é a palavra de ordem da Toscanello, onde as massas são levadas e assadas em casa
Entre os brasilienses, a Toscanello é uma referência quando se fala de comida para levar para casa. O local é especializado em massas frescas e congeladas, que o cliente leva (numa embalagem de alumínio ou no próprio piréx) e apenas coloca no forno.
“Quando começamos, éramos um restaurante convencional. Com o tempo, acabamos adotando o modelo para levar”, revela Luiza Zanello, sócia do local. Seja fresca, seja congelada, a massa com molho sai por R$ 40, o quilo. Caso o cliente opte pela massa congelada, existe uma promoção na qual se levam cinco massas de 1kg e paga-se apenas por quatro. Entre as mais pedidas, Luiza lista lasanha à bolonhesa, rondele de presunto e queijo e o ravióli de muçarela de búfala.
O cliente ainda pode optar por levar a massa separada do molho. Nesse caso, o molho custa a partir de R$ 45, o quilo, e tem opções como quatro queijos, ao sugo, molho branco, frango, bolonhesa e funghi. “Temos as massas coloridas também. Elas são muito bem-aceitas, como a massa de tinta de lula (R$ 40, o quilo), a masa de curaçau (R$ 40, o quilo), de beterraba (R$ 34, o quilo)”, enumera a empresária.
Do jeito que você quiser!
As receitas do Pecorino são criadas pelos clientes
Quem gosta de apreciar pratos personalizados pode se deliciar com o menu do restaurante Pecorino. A casa, que funciona há quatro anos, oferece vasto cardápio de massas, que variam entre R$ 39 e R$ 64.
Os clientes podem escolher entre opções de molho, massas — tradicionais, integrais ou sem glúten — e outros acompanhamentos para complementar a receita. “Fazemos o prato do jeito que o cliente preferir”, explica o maître Natan Sousa.
Essa característica tem atraído uma clientela específica para o restaurante: “Ultimamente, temos recebido bastante o público vegano”, conta o maître. Por R$ 56,90, o penne sem glúten é uma das massas de sucesso na casa.
Os interessados por alimentação natural podem investir no molho de uvas-passas com cogumelos e azeite de trufas, acompanhado de abobrinha. “Esse prato é totalmente da terra”, acrescenta Natan.
Outra sugestão do maître é o penne integral (R$ 56,90). Como acompanhamento, Natan recomenda o tradicional molho de tomate com manjericão, acompanhado de camarões grelhados e cubos de muçarela de búfala.
Pitada de amor no prato
O papardeli ao pesto é um exemplo de que não é preciso carne para uma boa massa
As massas, os molhos e todo o clima do Ninny Cose — Bone Tra Amici parecem transportar o comensal direto para um pedacinho da Itália. O proprietário Antônio di Giovanni — ou Ninny, como é conhecido — não esconde o sotaque e o amor pelas massas. Ele destaca a pescadora (R$119), tagliateli com frutos do mar (lula, mexilhões e camarões) ao molho de tomate.
“Quando temos outras opções de proteína com qualidade, como lagostim, usamos na receita”, pontua Ninny. Segundo ele, outro cuidado importante é a limpeza e a qualidade dos frutos do mar: “O camarão, por exemplo, tem que ser muito bem limpo, caso contrário pode provocar reações na pele.”
Para os vegetarianos, ou apenas quem busca uma refeição sem carne, a sugestão é o papardele ao pesto (R$ 64). “Essa é uma massa muito saborosa e leve”, descreve Ninny. Ele ainda defende pratos sem carne. “Você não precisa de carne para comer bem. Na Itália, usamos alternativas, como molho de tomate e o próprio pesto”, finaliza.
Paixão ao molho de tomate
No Due restaurante, as opções não escondem a pegada italiana da casa
Quando se fala de massas, Ivan Castro, do Due restaurante, não tem dúvida da paixão que os habitantes da capital nutrem por esse tipo de gastronomia. “O brasiliense adora massa, está sempre em busca de opções diferentes e de risotos”, revela.
Como era de se esperar em uma casa que busca os sabores italianos, as massas são feitas com um cuidado especial, inclusive o nhoque e o ravioli são produzidos na própria cozinha.
De entrada, a bruschettas (R$ 11), nos sabores tomate italiano em cubos, tomates secos, azeite e manjericão, e o brie empanado (R$ 35), servido com mel, pimenta do reino e torradas, são os favoritos. Para quem busca um bom espaguete no prato principal, a sugestão é pedir a massa à putanesca (R$ 39). “É um molho de tomate acrescido de azeitonas, alcaparras, alho, anchovas e pimenta calabresa seca”.
Já para quem gosta de uma carne acompanhando a massa, a sugestão é o filetto Due (R$ 57), filé-mignon ao molho de mostarda Dijon, acompanhado por risoto de alho-poró. Outra opção é filé com nhoque (R$ 57), medalhão de filé ao molho rôti, nhoque com creme de queijos, crispys de bacon. Vale destacar que a segunda opção pode vir à mesa com molho de tomate.
Temperado e comprido
A gastronomia oriental trabalha com o macarrão em diversos preparos
O macarrão é parte da rotina do gourmet japonês. “Temos um estereótipo de que no Japão só se come sushi, mas isso é para momentos especiais. O lamen e o yakissoba, por exemplo, são parte do dia a dia”, conta Sérgio Kano, do Goemon.
Atual queridinho na cidade, o lamen é feito em diversas versões — entre elas, o tonkotsu lamen (R$ 43,50), com massa de peixe, lombo suíno, brotos de bambu e de feijão, ovo e aspargo. “O lamen tem sabor no caldo. Neste prato, por exemplo, ele leva tutano”.
O mais famoso, provavelmente, é o yakissoba (R$ 77 — para duas pessoas). A combinação de legumes, macarrão e proteína é amplamente conhecida no Brasil, e Sérgio sugere a massa oriental com lula, camarão, salmão e shimeji.
De que é feito?
l Udon — Água, sal e farinha
l Yakissoba — Água, sal, farinha e ovo
l Lamen — Água, sal, farinha,
ovo e bicarbonato
Que venha a lasanha!
O tradicional bolonhesa é um dos molhos servidos no restaurante Gratinado
Nada alegra mais uma barriga faminta que uma bela lasanha, gratinada, quentinha, se possível à bolonhesa! É exatamente isso que o cliente encontra no Gratinado. A casa segue uma proposta simples e o cardápio, composto de apenas três opções, preza pelos detalhe do preparo.
“A ideia é ser bem caseiro. Busco sempre ter o feedback dos meus clientes para assegurar a qualidade”, revela Paulo Cauhy, proprietário do local.
Na lasanha à bolonhesa (R$ 22,90), a receita é clássica. A massa é intercalada de molho de tomate com carne e molho de tomate. O queijo entra para gratinar. “Coloco mais molho para que a lasanha não fique pesada nem grude no prato”, revela Cauhy. Outro sabor é a lasanha de berinjela e abobrinha (R$ 22,90), com massa intercalada e fatias dos legumes.
Tradizione italiana
As massas do restaurante Cantina da Massa são artesanais
O restaurante Cantina da Massa é como um pedacinho da Itália em terras brasilienses. Comandado por Alda Bressan, o local funciona há 20 anos. Alda explica que, desde o início, a proposta é trazer a culinária italiana da forma mais tradicional possível para Brasília.
Quando se fala no legado gastronômico da Itália, é fácil lembrar do capeletti in brodo (R$ 50,90). O prato, uma espécie de sopa, é servido com a massa capeletti, fabricada no próprio restaurante. “As massas são todas produzidas aqui, feitas à mão. Utilizamos o grano duro, que dá mais consistência e tem elasticidade e resistência maiores”, conta Alda.
A pasta é acompanhada pelo brodo, caldo de galinha temperado com ervas, salsa, cebola e salsão. Além disso, a sopa pode ser tomada com queijo parmesão — ralado na hora — e pão. Alda explica que o prato é a escolha ideal para dias frios.
Com sotaque goiano
O molho pesto é uma opção para quem não come carne
De origem goiana, o Bartolomeu funciona há 12 anos em Brasília. Sob comando do chef Almir Campos, o menu do restaurante possui diversas pastas em destaque.
Por R$ 78, o cliente pode escolher qualquer massa do cardápio e adicionar o molho da preferência ao prato. Entre as opções, Almir Campos ressalta o pappardelle. Derivada do verbo pappare, engolir, em italiano, a massa “pode ser acompanhada por outros molhos, como o clássico molho de tomate ou o quatro queijos”, explica Almir.
O pesto pode ser uma sugestão de molho ideal para os vegetarianos. “O molho pesto é feito com azeite, amêndoas, parmesão e manjericão, com um toque de alho”, revela o chef. Outro destaque da casa é o tagliatelle com ragu de cordeiro. A massa, cortada em tiras, é acompanhada por molho vermelho e pelo ragu.
LG: O molho pesto é uma opção para quem não come carne
A vez do nhoque
O nhoque é uma das receitas de maior sucesso do Veloce massas
Quando se pensa em comida italiana, a tradicional receita do nhoque logo vem à cabeça. O prato é um dos grandes sucessos do restaurante Veloce. O menu da casa comandada por Rafael Benevides, que funciona desde 1999, é diversificado: apesar do foco nas clássicas receitas italianas, o estabelecimento também oferece pratos com toques da culinária brasileira.
“O nhoque é uma massa bem versátil, pode ser servida com qualquer tipo de molho”, explica Benevides. Entretanto, um dos destaques da casa é o molho com cogumelos funghi secchi. “O prato leva o cogumelo fresco, caldo de carne e temperos”, conta Rafael sobre a receita que custa R$ 37. Para completar, o prato é servido com iscas de filé-mignon.
“O molho funghi é uma coisa típica italiana”, conta Rafael. A receita à base de cogumelos — a grande estrela do prato —, também aparece em outros pratos oferecidos pela casa, como o risoto de iscas de filé-mignon com funghi secchi, que custa R$ 38.
Onde comer
Due Restaurante
(209 Norte, Bl. D, lj 59; 3532 1018),
aberto de terça a quinta, das 18h
à 0h; sexta, das 18h à 1h; sábado,
das 12h às 16h e das 18h à 1h; domingo, das 12h às 16h.
Gratinado
(108 Norte, Bl. D, lj. 16; 3034-7060),
aberto de terça a domingo,
das 11h30 às 23h.
Goemon Restaurante
(CLSW 105 Bl. C lj. 2; 3233-8441),
aberto de terça a sexta, das 12h às 14h30, e das 18h30 às 23h30; sábado, das 12h às 15h30, e das 18h30 às 23h30; domingo,
das 12h às 15h30.
Ninny Cose — Bone Tra Amici
(309 Norte Bl. A lj. 6; 3347-7606), aberto de segunda a quinta, das 12h às 15h, e das 18h às 23h; sexta e sábado, das 12h às 16h, e das 19h às 23h; domingo, das 12h às 16h.
Ex-governador Arruda é novamente absolvido no caso do jogo Brasil x Portugal
Amistoso foi em 2008, em Brasília. Arruda já tinha sido absolvido em 1ª instância; recurso do MP foi negado nesta quinta.
A Justiça do Distrito Federal manteve, nesta quinta-feira (1º), a absolvição do ex-governador José Roberto Arruda, que era acusado de fraude ao trazer a Brasília um jogo amistoso entre as seleções de Brasil e Portugal, em novembro de 2008. A partida marcou a reinauguração do estádio Bezerrão, no Gama, região do DF.
O Ministério Público apresentou um recurso apontando que o ex-governador e outras três pessoas cometeram crime ao contratar a empresa Ailanto Marketing, que organizou o jogo, sem licitação. Os investigadores também afirmaram que houve superfaturamento ao fechar o contrato.
Além do ex-governador, o MP também denunciou o ex-secretário de Esportes Aguinaldo Silva de Oliveira; o chefe de gabinete de Arruda à época dos fatos, Fábio Simão; e uma das sócias da Ailanto Marketing, Vanessa Almeida Precht.
Relator do caso, o desembargador Geoge Lopes Leite disse que o fato apresentado na denúncia do MP “não constitui crime” e absolveu os réus. Os desembargadores Romão Oliveira e Sandra de Santis mantiveram posição semelhante e o recurso do Ministério Público foi negado.
“Decisão muito correta. Confirma a absolvição dele na 1ª instância e também confirma a decisão tomada na ação de improbidade contra o Arruda. Todos os contratos do jogo amistoso entre Brasil e Portugal passaram pelo crivo dos órgãos responsáveis.”
A reportagem tenta contato com a defesa de Aguinaldo Silva de Oliveira, de Fábio Simão e de Vanessa Almeida Precht.
Segundo o jornal, o gasto com hospedagem e alimentação das seleções foi de R$ 79 mil. No entanto, a Pallas Turismo teria cobrado R$ 261 mil. O gasto do GDF com a realização do amistoso foi de R$ 9 milhões.
Sobre Rosell, pesou a suspeita de ele ter embolsado R$ 1 milhão da cota de R$ 9 milhões recebida pela Ailanto. Na época, o advogado dele disse que a denúncia era “totalmente absurda”.