22.5 C
Brasília
quarta-feira, março 18, 2026
Início Site Página 1507

MPF-DF investiga falta de fornecimento de remédios de alto custo

1

MPF-DF investiga falta de fornecimento de remédios de alto custo

A aquisição desses medicamentos envolve valores que somam quase R$ 20 milhões. Pessoas vítimas de doenças raras relatam piora em seus quadros de saúde

Os contratos de compra de quatro remédios para atender pacientes com doenças raras foram colocados sob suspeita em apuração do Ministério Público Federal (MPF) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A aquisição de três desses medicamentos envolve valores que somam quase R$ 20 milhões. Pessoas vítimas de doenças raras têm reclamado de atrasos na entrega de remédios de alto custo desde o fim de 2017 e relatam piora em seus quadros de saúde.

O MPF do Distrito Federal investiga a compra de três remédios – Myozyme (para a doença de Pompe), Fabrazyme (doença de Fabry) e Alurayme (Mucopolissacaridose tipo 1). As três doenças são causadas por deficiências de enzimas e afetam múltiplos órgãos. A empresa Global Gestão em Saúde venceu a licitação em outubro e não entregou os medicamentos, mesmo tendo recebido R$ 19,9 milhões do governo federal com antecedência.
A empresa também não seria, segundo o MPF, uma distribuidora autorizada pelo fabricante dos remédios, a empresa Sanofi Genzyme. O órgão afirma que 152 pacientes seriam beneficiados pela compra.
Diante disso, o MPF recomendou que o ministério convoque a segunda colocada na concorrência para que ela forneça os remédios pelo mesmo valor ou que abra novo processo de compra.

 

No outro caso, a Anvisa detectou problemas com os documentos de importação da empresa responsável por comprar o Soliris, indicado para quem tem a doença hemoglobinúria paroxística noturna (HPN), mutação genética que destrói os glóbulos vermelhos do sangue.
A empresa Tuttopharma LLC não apresentou documentação necessária para importar o medicamento. O fabricante do remédio também disse que a empresa não é distribuidora autorizada do produto.
Os problemas nas transações dos quatro remédios aconteceram entre janeiro e fevereiro e se referem a processos de compra feitos em 2017. O Soliris está entre os remédios que lideram o ranking de judicialização.

Sofrimento

 

Enquanto isso, os pacientes com doenças raras têm sido prejudicados por problemas de distribuição. Há quatro meses, eles estão sem o remédio e, segundo parentes e entidades que os apoiam, apresentam piora de seus quadros de saúde. Ao menos sete medicamentos estão em atraso – quatro deles são os que tiveram problemas no processo de compra.
No dia 15 de dezembro, dez dias após completar 18 anos, Jucilene Pedrosa, que recebia um dos medicamentos para Mucopolissacaridose do tipo 1, não resistiu aos efeitos da doença. Segundo a família, ela ficou sem a medicação por dois meses, após tomá-la por um ano.
“Interrompeu de vez em novembro. A última infusão foi no dia 10 de outubro, depois, não chegou mais. Notei que ela estava mais cansada e com mais dificuldade para andar. No dia do aniversário dela, 5 de dezembro, ela pediu uma festa, mas teve convulsão, parou de andar e de comer. Ficou internada e não voltou mais para casa”, contou a irmã, a estudante Janaíra Pedrosa, de 22 anos.
Agora, a preocupação da família é com o outro irmão, Jucilan, de 14 anos, que tem a mesma doença e também está sem a medicação. De acordo com balanço do Instituto Vidas Raras, 15 pacientes de doenças desse tipo morreram desde outubro.
Um dos pacientes que conseguiram na Justiça o direito de receber o remédio Soliris foi o gerente administrativo Ricardo Ferreira, de 34 anos, que tem a HPN. Ele conta que, desde a metade de 2017, os problemas com a distribuição tiveram início e que ele precisou ser internado quatro vezes desde setembro. “Recebi doses emergenciais do remédio, mas já acabaram. A tortura não acaba”, diz.

Aquisições emergenciais

Em nota, o Ministério da Saúde informou que aquisições dos quatro remédios foram realizadas em caráter emergencial por se tratar de uma demanda judicial e seguiu concorrência prevista na Lei de Licitações. Também afirmou que a Advocacia-Geral da União vai acompanhar o caso.
Sobre o Soliris, o diretor-presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa, disse que a documentação faz parte das exigências básicas para importar medicamentos e é o que garante que os pacientes vão receber remédios seguros. “O objetivo é que não cheguem medicamentos falsificados.”
A reportagem não conseguiu localizar a empresa Tuttopharma LLC, responsável pela compra do Soliris. A Alexion, fabricante do remédio, confirmou que a Tuttopharma não é distribuidora oficial
Já a Global Saúde, responsável pelos outros três remédios, disse que uma de suas empresas parceiras é credenciada com a fabricante, mas que “foi surpreendida com a recusa da Sanofi Genzyme em entregar os medicamentos”. A Sanofi informou que a Global não integra o grupo de distribuidores credenciados. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Izalci deve perder presidência do PSDB-DF, mas garante que fica candidato ao Buriti

0
Dep Izalci Lucas Data: 29-11-2017 Foto: Myke Sena

Izalci deve perder presidência do PSDB-DF, mas garante que fica candidato ao Buriti

O deputado federal Izalci Lucas já dá por certa a perda do posto de presidente regional do PSDB. Pela primeira vez, o parlamentar admitiu que a escolha de um novo mandatário não será a seu favor. O prazo estabelecido pelo Diretório Nacional para a permanência do tucano na chefia é dia 15 de março, quando ele deve ser substituído por processo eleitoral interno. O partido tem até 80 dias para realizar a eleição. A segunda perda ainda não é confirmada por Izalci, que será a saída dele do partido caso a aliança da sigla com o PSB do governador Rodrigo Rollemberg se confirme.

A substituição da direção não é mais um problema, afirma Izalci. O importante serão as coligações e as decisões a partir disso. “Terá a substituição, feita nova eleição, mas o importante é eu ter candidatura própria e definida. Nunca tive objetivo de tomar conta do partido, pois tenho mais o que fazer. Eu sou candidato e é isso que me interessa”, indicou o deputado em entrevista ao Jornal de Brasília.

Um dos entraves para a candidatura de Izalci ao Buriti pelo PSDB é a possível aliança entre o partido e o PSB. Lideranças de ambas as siglas apostam em uma parceria, o que levaria o cenário para o mundo dos sonhos de Rollemberg, já que a aliança possibilitaria a troca de gentilezas: o governador tucano Geraldo Alckmin para presidente, com um vice do PSB; enquanto em Brasília vislumbra-se Rollemberg e Maria Abadia (PSDB) como vice para o Buriti. Será? “PSDB não fecha mais com PSB”, insiste Izalci.

Caso o tucano esteja errado, dois rumos podem ser seguidos. Izalci foi convidado pelo Podemos e pelo PSL. Segundo o presidente do PSL-DF, Newton Lins, as conversas com Izalci estão em andamento.

Uma das primeiras demonstrações do PSB de que estava disposto a tudo nas negociações para levar a fechar acordofoi a criação da pasta denominada de Projetos Estratégicos exclusivamente para abrigar o PSDB no governo. Quem ficou com a secretaria foi a ex-governadora Maria de Lourdes Abadia, fundadora do PSDB, nomeada em 1 de novembro do ano passado. Izalci foi apenas comunicado da decisão.

Desgaste interno

A nomeação de Abadia não foi o único desgaste de Izalci com o PSDB. A debandada de tucanos para o GDF aumentou e Izalci chegou ameaçar a punição dos que estavam aceitando “convites” de Rollemberg para integrar os quadros do GDF.

As tratativas internas ficaram tão sensíveis que as trocas de farpas foram parar na Executiva do partido. Izalci e Robério se enfrentaram, com ataques e respostas ofensivas.

Izalci mantém o discurso de se manter no partido e desenhar sua candidatura mesmo após se encontrar, no último dia 1º, com Alckimin, pré-candidato do PSDB ao Planalto. O governador esteve no DF para negociar alianças para 2018 A situação, interna deve ser resolvida amanhã, quando será realizada a reunião da executiva nacional do partido, para definição de candidaturas, inclusive no DF.

Imóveis de programa habitacional no DF estão fechados por falta de vistoria

0

Imóveis de programa habitacional no DF estão fechados por falta de vistoria

 No Riacho Fundo 2, condomínios entregues em 2017 estão vazios. Construtora diz que espera Agefis

Moradores contemplados pelo programa social Morar Bem no Riacho Fundo II, no Distrito Federal, reclamam do atraso na emissão da carta de Habite-se. Os prédios na região estão prontos, mas os compradores alegam que não podem se mudar porque o governo do DF ainda não regularizou a documentação dos imóveis.

Um dos condomínios em situação irregular é o 17, na QN 30. O residencial tem 14 blocos, com 282 apartamentos no total. A coordenadora pedagógica Naandi Nascimento afirma que a construção terminou em novembro de 2017, um mês antes do prazo previsto.

Mato cresce em condomínios sem Habite-se na 4ª Etapa do Riacho Fundo II (Foto: Ana Luiza de Carvalho/G1)
Mato cresce em condomínios sem Habite-se na 4ª Etapa do Riacho Fundo II (Foto: Ana Luiza de Carvalho/G1)

A costrutora, porém, entregou aos compradores apenas as chaves dos banheiros e dos quartos, pois ninguém poderá se mudar para os imóveis. Por isso, o banco continua descontando a taxa dos juros de obra – isso porque, oficialmente, os apartementamentos não estão concluídos.

“Está todo mundo pagando aluguel, querendo se mudar, mas ninguém consegue. Muitas pessoas deixaram de matricular os filhos na escola perto porque não tinham como comprovar endereço”, relata a coordenadora pedagógica.

Naandi afirma ainda que os apartamentos já constam como entregues na pesquisa por CPF no site da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab). “A Agefis diz que está indo nos condomínios e vai liberar tudo de uma vez. As pessoas ligam lá e falam que na última semana de fevereiro vai sair, depois só em março, talvez em abril, nunca chega o dia.”

A construtora JC Gontijo, responsável pela obra, informou ao G1 que seis condomínios estão nessa situação. A empresa alega ter resolvido as pendências encontradas na vistoria realizada entre 24 e 31 de janeiro e diz que aguarda desde 5 de fevereiro as revistorias da Agefis.

Relação de condomínios do Morar Bem sem Habite-se no Riacho Fundo II (Foto: JC Gontijo/Divulgação)

Uma proprietária do Condomínio 23, que não quis se identificar, afirmou que o diálogo com o GDF está difícil. “A Agefis disse que, se não tivesse nenhuma documentação faltando, entregaria de todos os prédios de uma vez ainda em fevereiro. Mas, até agora, nada”.

G1 entrou em contato com a Agefis em 27 de fevereiro e desde então aguarda uma resposta a respeito da liberação dos imóveis, mas o órgão não respondeu até a última atualização desta reportagem.

Vigilantes mantêm greve e órgãos públicos e privados seguem fechados

0
Brasília(DF), 10/10/2016 - Vigilantes em greve - Hospital de Base - Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

Vigilantes mantêm greve e órgãos públicos e privados seguem fechados

Funcionamento de monumentos, como a Torre de TV, hospitais e unidades de internação de menores infratores também está prejudicado

Em assembleia realizada na noite desta segunda-feira (5/3), os vigilantes decidiram manter a greve. A paralisação afeta desde quinta-feira (1/5) serviços públicos e privados no Distrito Federal. Bancos, parques e postos do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) estão fechados. Hospitais públicos suspenderam as visitas. O movimento atinge também as unidades de internação do sistema socioeducativo e o funcionamento de monumentos públicos, como a Torre de TV e o Estádio Nacional Mané Garrincha.O sindicato que representa a categoria denuncia que funcionários da empresa Brasfort — ligada ao deputado Robério Negreiros (PSDB) — cortaram o plano de saúde.

Nesta segunda-feira, todas as agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, por exemplo, disponibilizam somente o autoatendimento. No BRB, apenas 33% estão abertas ao públicoAs unidades do INSS de Taguatinga, Sobradinho, Gama e Planaltina estão de portas fechadas. Apenas as da Asa Sul e de Ceilândia atendem pessoas que fizeram agendamento prévio.

A greve não tem data para acabar. Representantes do Sindicato dos Vigilantes do DF (Sindesv) vão se reunir com trabalhadores, em assembleia, nesta segunda, às 19h, no estacionamento do Conic, no Setor de Diversões Sul. Mas a tendência é o movimento continuar.A categoria reavalia a paralisação após o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região determinar, por meio de liminar expedida na sexta-feira (2), a suspensão da greve e o retorno imediato de “100% do efetivo nos postos de serviços hospitalares, bancários, transporte de valores e tribunais de Justiça, assim como 70% nos demais postos de serviços”, sob pena de multa diária de R$ 100 mil para o sindicato.

A classe cruzou os braços na última quinta-feira (1º). Os vigilantes reivindicam aumento de 7% e manutenção de todas as cláusulas da convenção coletiva. A data-base dos trabalhadores é no início de janeiro, mas eles afirmam que não houve avanço nas negociações com os donos das empresas.

Confira os setores afetados pela greve dos vigilantes:

Bancos
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirmou, em nota, que “cada instituição tem a prerrogativa de optar por não abrir uma ou mais agências, caso avalie que tal escolha é a mais segura para seus clientes e funcionários”. Em função disso, BB e Caixa não abriram as portas. No BRB, apenas as unidades onde os vigilantes não entraram em greve estão funcionando. A Febraban diz que a população pode recorrer a canais alternativos para fazer operações bancárias, como caixas eletrônicos, internet banking, mobile banking, banco por telefone e correspondentes.

Parques
O Instituto Brasília Ambiental (Ibram), responsável pela administração de 68 parques ecológicos no DF, decidiu abrir nesta segunda (5) o de Águas Claras, graças ao apoio do Batalhão de Polícia Ambiental, que mantém um posto no local. Nesta terça (6), voltam a funcionar: Olhos D’Água (Asa Norte), Bosque do Sudoeste, Asa Sul, Dom Bosco (Lago Sul), Sucupira (Planaltina), Paranoá e Jequitibás (Sobradinho), Areal, Veredinha (Brazlândia), Vivencial do Gama e Lago Norte. Apenas duas unidades ficarão fechadas: o Ezechias Hering, no Guará (por questões de segurança e riscos de invasões) e o Saburo Onoyama, em Taguatinga, que passará por limpeza e manutenção.

Saúde
O atendimento em hospitais e postos de saúde também está prejudicado pela greve. A Secretaria de Saúde (SES-DF) informou que, por questões de segurança, a maioria suspendeu as visitas. “Unidades básicas de saúde e hospitais restringiram acesso às portarias centrais e o contingente de vigilantes que permanece trabalhando reforça a segurança nesses acessos”, disse.

INSS
As agências do INSS na Asa Sul e em Ceilândia funcionam parcialmente e só atendem os segurados que agendaram previamente pelo telefone 135 ou pela internet, para os serviços que não dependam de perícias médicas.

Já as unidades de Taguatinga, Sobradinho, Gama e Planaltina, estão fechadas. “Os servidores permanecem trabalhando nas atividades internas”, afirmou o INSS, em nota.

Sistema socioeducativo
A vigilância está prejudicada nas sete unidades de internação do sistema socioeducativo do DF. De acordo com o sindicato dos servidores da carreira, agentes se revezam na função para garantir a integridade física de mais de 800 menores infratores.

Torre de TV
Fechada desde a quinta-feira (1º/3). Só vai reabrir quando os vigilantes retornarem ao trabalho.

Jardim Zoológico
Fechado desde sexta-feira (2/3). Só volta ao normal depois que a greve terminar.

Estádio Mané Garrincha
Fechado para visitação até a volta dos vigilantes ao trabalho.

Secretaria de Saúde abre concursos para 414 servidores

0

Secretaria de Saúde abre concursos para 414 servidores

Quatro editais foram publicados nesta segunda (5). Há vagas para níveis médio e superior. A maioria, 292, é para médicos

Divulgados nesta segunda-feira (5), quatro editais da Secretaria de Saúde preveem a contratação de 414 profissionais de diversas especialidades e níveis de formação. Os concursos contam com cargos de provimento imediato, a serem preenchidos de acordo com a disponibilidade orçamentária da pasta, e de cadastro reserva.

Entre as vagas estão 20 para técnico em saúde de nível médio; 292 para médicos; 30 para enfermeiros e 20 para técnico em saúde de nível superior. Em todas as categorias, as nomeações ocorrerão em duas etapas: uma em 2018 e outra em 2019.

As provas objetivas de língua portuguesa, conhecimentos gerais, raciocínio lógico e conhecimentos específicos serão aplicadas pelo Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades). A instituição também fará a avaliação de título, no caso de cargos com formação superior.

Interessados têm de 20 de março a 30 de abril para fazer a inscrição, por meio do site da banca examinadora. Os concursos ocorrerão em 3 de junho, com data provável de divulgação dos resultados em 6 de julho.

Com a saída do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), em outubro de 2017, o governo de Brasília pôde retomar nomeações e abertura de novos concursos. Desde então, foi autorizada a nomeação de:

  • 92 enfermeiros
  • 200 agentes penitenciários
  • 12 procuradores
  •  35 auditores internos
  •  1.035 profissionais da Educação

Ana Cañas faz show na Caixa Cultural com ingressos a R$ 10

0

Ana Cañas faz show na Caixa Cultural com ingressos a R$ 10

O novo trabalho da cantora, Tô na Vida, concorreu ao prêmio da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte)

A cantora paulistana Ana Cañas encerra a turnê Tô na Vida com três apresentações na Caixa Cultural (Setor Bancário Sul), nos dias 6, 7 e 8 de março.

Os ingressos estarão à venda a partir deste sábado (3/3) na bilheteria do local por R$10 (valor referente à meia-entrada).

No repertório, Ana canta clássicos da música brasileira como Eu Amo Você, de Tim Maia, e Velha Roupa Colorida, de Belchior. Ela também apresenta canções de sua autoria, por exemplo, Respeita, Esconderijo, Urubu Rei, Será Que Você Me Ama? e Pra Você Guardei o Amor.

Show Ana Cañas na Caixa Cultural

Nos dias 6, 7 e 8 de março, na Caixa Cultural (Setor Bancário Sul, Quadra 4, Lotes 3/4).

Ingressos à venda por R$ 10 (valor referente à meia-entrada)