20.5 C
Brasília
domingo, maio 3, 2026
Início Site Página 1511

Imóveis de programa habitacional no DF estão fechados por falta de vistoria

0

Imóveis de programa habitacional no DF estão fechados por falta de vistoria

 No Riacho Fundo 2, condomínios entregues em 2017 estão vazios. Construtora diz que espera Agefis

Moradores contemplados pelo programa social Morar Bem no Riacho Fundo II, no Distrito Federal, reclamam do atraso na emissão da carta de Habite-se. Os prédios na região estão prontos, mas os compradores alegam que não podem se mudar porque o governo do DF ainda não regularizou a documentação dos imóveis.

Um dos condomínios em situação irregular é o 17, na QN 30. O residencial tem 14 blocos, com 282 apartamentos no total. A coordenadora pedagógica Naandi Nascimento afirma que a construção terminou em novembro de 2017, um mês antes do prazo previsto.

Mato cresce em condomínios sem Habite-se na 4ª Etapa do Riacho Fundo II (Foto: Ana Luiza de Carvalho/G1)
Mato cresce em condomínios sem Habite-se na 4ª Etapa do Riacho Fundo II (Foto: Ana Luiza de Carvalho/G1)

A costrutora, porém, entregou aos compradores apenas as chaves dos banheiros e dos quartos, pois ninguém poderá se mudar para os imóveis. Por isso, o banco continua descontando a taxa dos juros de obra – isso porque, oficialmente, os apartementamentos não estão concluídos.

“Está todo mundo pagando aluguel, querendo se mudar, mas ninguém consegue. Muitas pessoas deixaram de matricular os filhos na escola perto porque não tinham como comprovar endereço”, relata a coordenadora pedagógica.

Naandi afirma ainda que os apartamentos já constam como entregues na pesquisa por CPF no site da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab). “A Agefis diz que está indo nos condomínios e vai liberar tudo de uma vez. As pessoas ligam lá e falam que na última semana de fevereiro vai sair, depois só em março, talvez em abril, nunca chega o dia.”

A construtora JC Gontijo, responsável pela obra, informou ao G1 que seis condomínios estão nessa situação. A empresa alega ter resolvido as pendências encontradas na vistoria realizada entre 24 e 31 de janeiro e diz que aguarda desde 5 de fevereiro as revistorias da Agefis.

Relação de condomínios do Morar Bem sem Habite-se no Riacho Fundo II (Foto: JC Gontijo/Divulgação)

Uma proprietária do Condomínio 23, que não quis se identificar, afirmou que o diálogo com o GDF está difícil. “A Agefis disse que, se não tivesse nenhuma documentação faltando, entregaria de todos os prédios de uma vez ainda em fevereiro. Mas, até agora, nada”.

G1 entrou em contato com a Agefis em 27 de fevereiro e desde então aguarda uma resposta a respeito da liberação dos imóveis, mas o órgão não respondeu até a última atualização desta reportagem.

Vigilantes mantêm greve e órgãos públicos e privados seguem fechados

0
Brasília(DF), 10/10/2016 - Vigilantes em greve - Hospital de Base - Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

Vigilantes mantêm greve e órgãos públicos e privados seguem fechados

Funcionamento de monumentos, como a Torre de TV, hospitais e unidades de internação de menores infratores também está prejudicado

Em assembleia realizada na noite desta segunda-feira (5/3), os vigilantes decidiram manter a greve. A paralisação afeta desde quinta-feira (1/5) serviços públicos e privados no Distrito Federal. Bancos, parques e postos do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) estão fechados. Hospitais públicos suspenderam as visitas. O movimento atinge também as unidades de internação do sistema socioeducativo e o funcionamento de monumentos públicos, como a Torre de TV e o Estádio Nacional Mané Garrincha.O sindicato que representa a categoria denuncia que funcionários da empresa Brasfort — ligada ao deputado Robério Negreiros (PSDB) — cortaram o plano de saúde.

Nesta segunda-feira, todas as agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, por exemplo, disponibilizam somente o autoatendimento. No BRB, apenas 33% estão abertas ao públicoAs unidades do INSS de Taguatinga, Sobradinho, Gama e Planaltina estão de portas fechadas. Apenas as da Asa Sul e de Ceilândia atendem pessoas que fizeram agendamento prévio.

A greve não tem data para acabar. Representantes do Sindicato dos Vigilantes do DF (Sindesv) vão se reunir com trabalhadores, em assembleia, nesta segunda, às 19h, no estacionamento do Conic, no Setor de Diversões Sul. Mas a tendência é o movimento continuar.A categoria reavalia a paralisação após o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região determinar, por meio de liminar expedida na sexta-feira (2), a suspensão da greve e o retorno imediato de “100% do efetivo nos postos de serviços hospitalares, bancários, transporte de valores e tribunais de Justiça, assim como 70% nos demais postos de serviços”, sob pena de multa diária de R$ 100 mil para o sindicato.

A classe cruzou os braços na última quinta-feira (1º). Os vigilantes reivindicam aumento de 7% e manutenção de todas as cláusulas da convenção coletiva. A data-base dos trabalhadores é no início de janeiro, mas eles afirmam que não houve avanço nas negociações com os donos das empresas.

Confira os setores afetados pela greve dos vigilantes:

Bancos
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirmou, em nota, que “cada instituição tem a prerrogativa de optar por não abrir uma ou mais agências, caso avalie que tal escolha é a mais segura para seus clientes e funcionários”. Em função disso, BB e Caixa não abriram as portas. No BRB, apenas as unidades onde os vigilantes não entraram em greve estão funcionando. A Febraban diz que a população pode recorrer a canais alternativos para fazer operações bancárias, como caixas eletrônicos, internet banking, mobile banking, banco por telefone e correspondentes.

Parques
O Instituto Brasília Ambiental (Ibram), responsável pela administração de 68 parques ecológicos no DF, decidiu abrir nesta segunda (5) o de Águas Claras, graças ao apoio do Batalhão de Polícia Ambiental, que mantém um posto no local. Nesta terça (6), voltam a funcionar: Olhos D’Água (Asa Norte), Bosque do Sudoeste, Asa Sul, Dom Bosco (Lago Sul), Sucupira (Planaltina), Paranoá e Jequitibás (Sobradinho), Areal, Veredinha (Brazlândia), Vivencial do Gama e Lago Norte. Apenas duas unidades ficarão fechadas: o Ezechias Hering, no Guará (por questões de segurança e riscos de invasões) e o Saburo Onoyama, em Taguatinga, que passará por limpeza e manutenção.

Saúde
O atendimento em hospitais e postos de saúde também está prejudicado pela greve. A Secretaria de Saúde (SES-DF) informou que, por questões de segurança, a maioria suspendeu as visitas. “Unidades básicas de saúde e hospitais restringiram acesso às portarias centrais e o contingente de vigilantes que permanece trabalhando reforça a segurança nesses acessos”, disse.

INSS
As agências do INSS na Asa Sul e em Ceilândia funcionam parcialmente e só atendem os segurados que agendaram previamente pelo telefone 135 ou pela internet, para os serviços que não dependam de perícias médicas.

Já as unidades de Taguatinga, Sobradinho, Gama e Planaltina, estão fechadas. “Os servidores permanecem trabalhando nas atividades internas”, afirmou o INSS, em nota.

Sistema socioeducativo
A vigilância está prejudicada nas sete unidades de internação do sistema socioeducativo do DF. De acordo com o sindicato dos servidores da carreira, agentes se revezam na função para garantir a integridade física de mais de 800 menores infratores.

Torre de TV
Fechada desde a quinta-feira (1º/3). Só vai reabrir quando os vigilantes retornarem ao trabalho.

Jardim Zoológico
Fechado desde sexta-feira (2/3). Só volta ao normal depois que a greve terminar.

Estádio Mané Garrincha
Fechado para visitação até a volta dos vigilantes ao trabalho.

Secretaria de Saúde abre concursos para 414 servidores

0

Secretaria de Saúde abre concursos para 414 servidores

Quatro editais foram publicados nesta segunda (5). Há vagas para níveis médio e superior. A maioria, 292, é para médicos

Divulgados nesta segunda-feira (5), quatro editais da Secretaria de Saúde preveem a contratação de 414 profissionais de diversas especialidades e níveis de formação. Os concursos contam com cargos de provimento imediato, a serem preenchidos de acordo com a disponibilidade orçamentária da pasta, e de cadastro reserva.

Entre as vagas estão 20 para técnico em saúde de nível médio; 292 para médicos; 30 para enfermeiros e 20 para técnico em saúde de nível superior. Em todas as categorias, as nomeações ocorrerão em duas etapas: uma em 2018 e outra em 2019.

As provas objetivas de língua portuguesa, conhecimentos gerais, raciocínio lógico e conhecimentos específicos serão aplicadas pelo Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades). A instituição também fará a avaliação de título, no caso de cargos com formação superior.

Interessados têm de 20 de março a 30 de abril para fazer a inscrição, por meio do site da banca examinadora. Os concursos ocorrerão em 3 de junho, com data provável de divulgação dos resultados em 6 de julho.

Com a saída do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), em outubro de 2017, o governo de Brasília pôde retomar nomeações e abertura de novos concursos. Desde então, foi autorizada a nomeação de:

  • 92 enfermeiros
  • 200 agentes penitenciários
  • 12 procuradores
  •  35 auditores internos
  •  1.035 profissionais da Educação

Ana Cañas faz show na Caixa Cultural com ingressos a R$ 10

0

Ana Cañas faz show na Caixa Cultural com ingressos a R$ 10

O novo trabalho da cantora, Tô na Vida, concorreu ao prêmio da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte)

A cantora paulistana Ana Cañas encerra a turnê Tô na Vida com três apresentações na Caixa Cultural (Setor Bancário Sul), nos dias 6, 7 e 8 de março.

Os ingressos estarão à venda a partir deste sábado (3/3) na bilheteria do local por R$10 (valor referente à meia-entrada).

No repertório, Ana canta clássicos da música brasileira como Eu Amo Você, de Tim Maia, e Velha Roupa Colorida, de Belchior. Ela também apresenta canções de sua autoria, por exemplo, Respeita, Esconderijo, Urubu Rei, Será Que Você Me Ama? e Pra Você Guardei o Amor.

Show Ana Cañas na Caixa Cultural

Nos dias 6, 7 e 8 de março, na Caixa Cultural (Setor Bancário Sul, Quadra 4, Lotes 3/4).

Ingressos à venda por R$ 10 (valor referente à meia-entrada)

Número de roubos em transporte coletivo e residências diminuiu em fevereiro

0

Número de roubos em transporte coletivo e residências diminuiu em fevereiro

Outros tipos de crimes contra o patrimônio também apresentaram queda, assim como os índices de homicídios. Dados foram apresentados nesta segunda (5).

Crimes contra o patrimônio apresentaram queda de 23,4% em fevereiro no Distrito Federal. Cinco dos seis tipos de roubo e furto diminuíram — roubos a pedestres, veículos, residências, transporte coletivo e furto em veículo.

Para o secretário da Segurança Pública, Cristiano Sampaio, a queda expressiva dos índices é fruto do trabalho integrado do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, principal política de segurança do DF.
Para o secretário da Segurança Pública, Cristiano Sampaio, a queda expressiva dos índices é fruto do trabalho integrado do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, principal política de segurança do DF. Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

Os índices caíram de 5.288 ocorrências em 2017 para 4.051 em 2018. Os dados foram apresentados na manhã desta segunda-feira (5), no balanço mensal da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social.

A maior redução porcentual foi registrada no número de roubos em transporte coletivo, especialmente os ônibus. Comparada a fevereiro de 2017, a baixa foi de 39,5% (de 286 para 173).

Em seguida, aparece o roubo em residências, com queda de 35,8% (de 67 para 43).

Para o secretário da Segurança Pública, Cristiano Sampaio, a queda expressiva dos índices é fruto do trabalho integrado do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, principal política de segurança do DF.

“O registro de cada ocorrência e a informação qualificada são essenciais para o planejamento das forças de segurança”, avaliou o titular da pasta, na apresentação de hoje.

“O registro de cada ocorrência e a informação qualificada são essenciais para o planejamento das forças de segurança”Cristiano Sampaio, secretário da Segurança Pública e da Paz Social

Também com decréscimo, os roubos a pedestres passaram de 3.343 em fevereiro de 2017 para 2.511 em 2018, uma redução de 24,9%. Na sequência estão os roubos de veículos — os registros diminuíram de 457 para 352.

furto em veículo, que engloba as situações de arrombamentos ou subtração de rodas, passou de 979 casos para 796 (-18,7%). Na contramão dos demais índices, o número de roubo em comércio teve aumento de 12,7 % em relação ao segundo mês do ano passado.

Índices de mortes violentas continuam a cair no DF

Crimes contra a vida (homicídios, latrocínios e lesões seguidas de morte) passaram de 53 para 47 ocorrências entre os meses de fevereiro de 2017 e 2018, o que mantém o DF com uma das menores taxas de mortes violentas do País.

Em 2017, a unidade federativa fechou o ano com o menor índice de homicídios por 100 mil habitantes dos últimos 29 anos: 16,3 crimes contra a vida na proporção de 100 mil moradores do território.

As tentativas de homicídio também apresentaram redução: de 85 para 79 (-7,1%). Já as tentativas de latrocínio mantiveram-se estáveis: 14 casos.

Registros de ocorrências de estupro aumentaram em fevereiro

De acordo com o balanço da Segurança, as ocorrências de estupro passaram de 42 para 64 em fevereiro de 2018, alta de 52,4%. Parte dos registros (22), no entanto, referem-se a casos de meses e anos anteriores.

“O aumento nos registros de estupro mostra uma maior conscientização da população e mais confiança no enfrentamento da violência contra a mulher”, defendeu o secretário.

A delegada-chefe da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher, Sandra Gomes, alertou que a complexidade da investigação de crimes de violência contra a mulher se deve à construção social brasileira, o que resulta em uma subnotificação de 30 a 40% de casos.

“Infelizmente, o Brasil ainda naturaliza e tolera esse tipo de violência, o que faz com que a mulher, muitas vezes, não se veja como vítima”, explicou.

De acordo com ela, é fundamental que vítima denuncie e confie no trabalho das forças de segurança. “Nosso desafio é desenvolver um atendimento acolhedor, em que nenhuma mulher sofra discriminação, além de uma investigação meticulosa.”

Fonte: Agência Brasília

Negócios online crescem na capital federal

0

Negócios online crescem na capital federal

Cada vez mais conectados, o brasiliense está cada vez mais comprando produtos e serviços pela rede

A capital do país está conectada. Segundo o último levantamento do IBGE, 85,3% da população do Distrito Federal têm acesso à internet, superando a média nacional que é de 64,7%. Com isto, os negócios via internet crescem a largos passos e isto inclui os mais diversos segmentos, aproveitando uma clientela que está ali, disponível para não só conhecer produtos e serviços, mas também adquiri-los.

É o caso do empresário Ricardo Pereira, que viu neste avanço nas redes uma oportunidade de negócio. Ele criou a Lavô (https://lavo.online), um aplicativo de lavagens de veículos a seco, onde basta um clique para garantir o carro limpo em qualquer lugar do DF e a qualquer hora do dia. “A internet criou um novo consumidor, com um perfil mais imediatista, pois tudo é possível de uma forma instantânea ali. Precisamos evoluir neste sentido, atendendo as necessidades e desejos deste novo cliente”, explica.

 

Agora em março, a operação completa um ano e o balanço é mais do que positivo. Até o ano passado eram 600 lavadores cadastrados e este ano deverá chegar a 4.000 cadastros. “A demanda cresceu tanto que precisamos aumentar o número de parceiros para atender a tantos chamados. Ninguém quer perder tempo na fila de um lava-jato se é possível chamar o serviço pelo aplicativo no celular de forma rápida, segura e cômoda”, destaca o empresário.

Para a consultora de negócios, Juliana Guimarães, esta é uma tendência que só vai crescer. “No DF, as pessoas têm mais acesso à informação, viajam mais e acabam se tornando pessoas mais exigentes, já que passam a ter referências de qualidade de vários estados e países. Por isto, querem resolver tudo de forma célere, eficiente e cômoda, o que nem sempre significa o mais barato.  O consumidor daqui está inclusive disposto a pagar mais pelo melhor serviço” destaca a especialista.

Segundo ela, a capital tem se tornado cada vez mais um celeiro de startups e empresas digitais. “Nos últimos anos, observamos um mercado em franca ebulição. São novos projetos que encontram aqui um terreno fértil para que se desenvolvam”.