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Festival traz mais de 50 tipos de coxinha para Brasília

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Festival traz mais de 50 tipos de coxinha para Brasília

Coxinha’s Day terá entrada gratuita e ocorrerá em abril, na Torre de TV

Há muito tempo, coxinha não é recheada apenas com frango. Opções não faltam: carne, bacon e até feijoada são as novas pedidas para o tradicional salgado brasileiro. Os variados tipos do quitute estarão no Coxinha’s Day, um festival de gastronomia marcado para 14 e 15 de abril, na Torre de TV.

Os organizadores prometem 50 tipos de coxinha, além de feira de artesanato e moda, cursos gastronômicos e apresentações musicais com homenagens a diferentes artistas brasileiros.

Serviço:

Coxinha’s Day
14 e 15 de abril, na Torre de TV. Entrada gratuita

Fonte: METRÓPOLES

Lixão da Estrutural: o que mudou um mês após fechamento de depósito

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Lixão da Estrutural: o que mudou um mês após fechamento de depósito

Catadores transferidos para galpões de reciclagem reclamam de redução na renda. Governo anuncia mudança em modelo de compensação aos trabalhadores.
O fechamento oficial do Lixão da Estrutural, em Brasília, completa um mês nesta terça-feira (20). Um dia antes, na segunda (19), o governo do Distrito Federal (GDF) informou ao G1 que vai mudar o modelo da compensação financeira paga aos 1,2 mil catadores que decidiram trocar a coleta no antigo depósito pelos galpões de reciclagem.

De acordo com o GDF, as quantias de R$ 360 paga aos trabalhadores, como uma forma de “compensar a transição”, assim como o valor cobrado pela tonelada de material coletado (cerca de R$ 300), serão pagos a cada 15 dias aos catadores e às cooperativas, respectivamente. Até então, os valores eram depositados uma vez por mês.

Para a diretora do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Kátia Campos, a mudança neste item do contrato é considerada um “salto muito grande” no processo pós-fechamento do lixão. O objetivo, segundo ela, é “escalonar o pagamento de forma que o trabalhador não fique o mês inteiro sem receber”.

“Como no lixão eles recebiam por dia, por mês é mais difícil para eles. O pagamento pela tonelada será feito de duas vezes, e a bolsa vai ser depositada em um período intercalado.”

Além disso, o GDF disse ainda que está aperfeiçoando o controle do pagamento da bolsa. A previsão é de que a quantia continue sendo paga por até seis meses. “Havia muitas pessoas homônimas e com CPF errado”.

“Estamos aperfeiçoando a lista de nomes de catadores [que estão em galpões] para que haja um menor número de erros possível.”

O que mudou para catadores

Para quem conviveu com o lixão por mais de 25 anos, os primeiros 30 dias após a desativação do local representou, principalmente, a queda nos rendimentos da família.

A ex-catadora de materiais recicláveis Selma dos Santos, de 40 anos, tem seis filhos. Ela contou à reportagem que desde janeiro, quando o local foi fechado, passou a buscar por “bicos” pois, segundo ela, não havia espaço para trabalhar nos galpões: “Me cadastrei para ir, mas não tem espaço para mais de 600 pessoas nos galpões”.

Para não ficar sem renda, a moradora da Estrutural disse que trocou o trabalho com recicláveis por outro. Selma agora é manicure e afirma ganhar apenas 40% do que faturava no antigo lixão.

 Já o GDF, esclarece que a afirmação não é verdadeira. A diretora do SLU garante que “há espaço nos galpões”. De acordo com o órgão, há cinco espaços destinados à separação de material em todo o DF, e que do total de 1,3 mil catadores cadastrados em cooperativas interessadas em prestar o serviço, 613 já atuam diariamente no local.

Já a catadora Zilma da Silva, de 53 anos, disse em entrevista anterior ao G1, que apesar da renda mensal ter diminuído de R$ 2 mil para cerca de R$ 600, a rotina de trabalho ficou “mais digna”. “A gente trabalha na sombra, não toma sol nem chuva”, conta.

E para outros moradores?

Uma líder comunitária da região da Estrutural contou ao G1 ter mais de 100 vizinhos e amigos “desempregados”. A situação, segundo ela, se acentuou após o lixão ter sido desativado. Para a moradora, o fechamento do depósito interferiu no comércio da cidade e também no rendimento das famílias.

Questionada sobre a situação, a diretora do SLU, Kátia Campos, afirmou à reportagem que, apesar de muita coisa ainda precisar ser feita, a desativação foi uma “evolução enorme”. “Nenhum cidadão deveria admitir que outros seres humanos vivessem naquela situação”, pontua.

“Enquanto o problema ficava escondido embaixo do tapete ficava mais fácil da sociedade aceitar. Mas quando o desafio é exposto, o governo vai atrás para solucionar”, afirma. “Qualquer problema que está havendo na Estrutural hoje, existia enquanto ainda funcionava o lixão”, conclui Kátia.

“O lixão existia para esconder problemas sociais. Mas para enfrentar os desafios e dar solução a eles, é preciso que os problemas sejam mostrados.”

Sem resíduos domésticos

Apesar de fechado para o recebimento de resíduos domésticos, o Lixão da Estrutural continua recebendo os entulhos provenientes da construção civil. Em média, por dia, o local recebe cerca de 4,8 mil toneladas de material seco, considerados pelo SLU como “inerte”, e, portanto, “sem prejuízo ao meio ambiente e lençol freático”.

Balanças instaladas na entrada do antigo depósito fazem a pesagem dos caminhões que descarregam o entulho no local. De acordo com o GDF, uma mudança de atribuição da Agência de Fiscalização (Agefis) – que antes só multava – permitiu que o órgão passasse a apreender veículos que descartem materiais de construção em local irregular.

Ainda segundo o SLU, o entulho que chega ao local é aproveitado para ajudar na cobertura dos rejeitos domésticos que foram depositados no lixão ao longo de mais de 60 anos. A previsão é de que após uma licitação, o material seco seja gerido por uma empresa privada.

Após os 30 dias de inatividade, a lagoa de chorume que existe no local está com a metade da capacidade. O recipiente não foi desativado já que ainda há resíduos em decomposição no terreno. Enquanto isso, eventualmente, o líquido poluente é drenado por canos até a terra, evitando assim que a capacidade seja totalmente preenchida e transborde.

Coleta seletiva

Ainda na semana em que se completa um mês de fechamento do local, o GDF anunciou também que vai ampliar o número de regiões atendidas pela coleta seletiva. Até o último balanço, 16 regiões eram contempladas com a separação do lixo. A partir da próxima segunda (26), serão 25.

Fonte: G1

Inscrições para a Escola de Esporte começam na terça (20)

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Inscrições para a Escola de Esporte começam na terça (20)

Vagas disponíveis são exclusivas para estudantes de 7 a 17 anos da rede pública do DF. Para se matricular, é preciso ir pessoalmente à instituição, no Centro Poliesportivo Ayrton Senna, até sexta (23)

Estão abertas as inscrições para a Escola de Esporte do governo de Brasília. As vagas disponíveis são exclusivas para estudantes da rede pública do DF de 7 a 17 anos. O prazo termina na sexta-feira (23).

Os interessados devem ir até a secretaria de cursos da unidade, no Centro Poliesportivo Ayrton Senna.

Há vagas para a modalidade seca (ginástica acrobática, alongamento, judô, caratê, musculação e tênis de campo) e para a aquática (deep water, natação, nado sincronizado, polo aquático e saltos ornamentais).

Quem quiser a aquática precisa comparecer ao local com trajes de banho e documento de identificação com foto, das 9 horas às 16h30, para fazer testes.

Já para a modalidade seca, o horário de inscrição vai das 8 às 17 horas. Após o preenchimento da ficha, será dado o prazo para a entrega do restante da documentação.

Matrícula para a comunidade:

A matrícula para a comunidade em geral será de 6 a 9 de março, das 8 às 17 horas, nas modalidades secas. Para as  aquáticas, o prazo será de 8 e 9 de março, das 9 horas às 16h30, sendo também exigida a presença com trajes de banho e documento com foto para a realização de testes.

O sorteio da natação será em 12 de março, às 15 horas, na secretaria de cursos.

Serviço:

Matrículas para a Escola de Esporte

Até 23 de fevereiro (apenas para estudantes de 7 a 17 anos da rede pública do DF)

No Complexo Aquático Claudio Coutinho

Das 9 horas às 16h30, para as modalidades aquáticas

Das 8 às 17 horas, para as modalidades secas

Mais informações: (61) 3326-8960

Fonte: AGÊNCIA BRASÍLIA

Passagens mais caras no Entorno começam a valer

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Passagens mais caras no Entorno começam a valer

Os novos preços começaram a valer neste domingo, sendo esta segunda-feira o primeiro dia útil com os valores aumentados. As alterações devem impactar a população e o comércio

O aumento no preço das passagens entre Plano Piloto e Entorno deve impactar empresas e trabalhadores que vivem na região. O ajuste foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), na última sexta-feira (16), e os aumentos variam de 5% a 7%. Os novos preços começaram a valer neste domingo (18/2).
Moradores de regiões como Brazilinha, Águas Lindas e Luziânia devem sentir esse aumento no bolso. “Essas passagens interferem tanto nas despesas diretas dos empregados quanto no custo das empresas, que bancam esses aumentos. O tamanho do impacto depende muito da quantidade de trabalhadores em regiões distantes e de onde eles vivem”, afirma Adelmir Santana, presidente da Federação do Comércio do Distrito Federal (Fecomércio).
 Segundo ele, o Plano Piloto recebe, diariamente, quase 1 milhão de trabalhadores formais e informais. “Eles vêm em busca de oportunidades e isso acaba prejudicando a todos, empregados e empregadores. Até o preço final dos produtos pode sofrer impacto”, finaliza.
Jael Antônio da Silva, presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar), também critica o aumento. “É algo muito ruim para os empresários, nesse momento de crise, vem mais um custo. Atualmente, grande parte dos empregados de bares, hotéis e restaurantes trabalha fora do Plano e isso afeta muito a todos”, afirma Jael.
Para ele, no primeiro momento, a maioria dos empresários deve absorver os custos e tentar não repassar esse aumento ao consumidor. “As empresas perderiam muitos clientes se repassassem esse aumento agora. Todos terão que fazer uma análise e segurar os custos para manter os clientes”, destaca.

Impacto para o trabalhador

O fotógrafo Ravel Luz, 26 anos, tem um estúdio na quadra 306 da Asa Sul e afirma que o valor da passagem afeta seu orçamento, principalmente pelo fato de ser um trabalhador autônomo. “Eu moro no Valparaíso e a frequência de ônibus para lá é bem menor. Muitas vezes, tenho que pegar um ônibus e descer na BR-040 para pegar um circular”, afirma o fotógrafo, que vai de segunda a sexta-feira para o Plano Piloto a trabalho e, muitas vezes, também nos fins de semana. Antes do reajuste, Ravel costumava gastar, em média, R$ 65 de passagem por semana.
Ana Luiza Martins, 22, é monitora em uma clínica para pessoas especiais e estuda serviço social na UDF. Ela mora em Valparaíso e pega ônibus todos os dias para o Plano e, por vezes, de dois a quatro coletivos no mesmo dia. “Mesmo que sejam poucos centavos de aumento, cada moedinha faz diferença no fim do mês. Quando o ônibus não passa tenho que pegar mais de um para chegar ao trabalho, que fica na Asa Norte”, afirma a estudante. A dupla jornada gera mais aumento para Ana Luiza, que precisa cortar gastos em outras áreas para bancar as passagens.
Segundo a ANTT, o aumento nos bilhetes é necessário para “manter o equilíbrio econômico-financeiro”.  A alteração é anual e leva em conta fatores como o aumento de combustível, peças e acessórios, novos veículos, além de despesas com funcionários.

Inscrições para o Fies em universidades pagas começam hoje

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Inscrições para o Fies em universidades pagas começam hoje

O período vai até o dia 28 de fevereiro, às 23h59. A previsão do governo é atender a 310 mil pessoas em 2018

Começam hoje (19/2) as inscrições para o financiamento estudantil do governo federal . A iniciativa usa recursos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e é coordenada pelo Ministério da Educação (MEC). O período vai até o dia 28 de fevereiro, às 23h59. Os contratos vão seguir as novas regras do programa, aprovadas no ano passado.  A previsão do governo é atender a 310 mil pessoas em 2018.

Os recursos do Fies são destinados a financiar alunos em cursos superiores privados, desde que esses tenham avaliação positiva no MEC. O montante a ser pago depende de uma fórmula que leva em consideração o preço da mensalidade e a renda familiar do candidato.

No início do mês, o Comitê Gestor do Fies definiu os limites do financiamento: máximo de R$ 30 mil por semestre e mínimo de R$ 300.

As condições do financiamento precisam ser estipuladas entre o banco que irá conceder o empréstimo, a instituição de ensino e o aluno. Após a conclusão do curso, o valor da parcela dependerá da renda do estudante.

As duas modalidades do financiamento (Fies e P-Fies) são estruturadas em três faixas. A primeira contempla alunos com renda familiar bruta, por pessoa, de atê três salários mínimos, que contarão com juro real zero. A segunda é destinada a alunos com cada membro da família com renda de até cinco salários mínimos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, e a terceira, a estudantes com o mesmo teto de renda familiar das demais regiões. Nesses dois casos, os juros serão um pouco acima da inflação.

Inscrições
Pode se inscrever quem teve média de pelo menos 450 no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e que não tenha zerado a redação. Outra exigência é se encaixar dentro dos limites de faixa de renda estabelecidos para o programa.

As inscrições devem ser feitas no site do MEC. O candidato deve fornecer o número do CPF, a data de nascimento e um e-mail válido. Além disso, deve informar a renda familiar para comprovar que se encaixa nas exigências do programa.

Calendário
Após o encerramento das inscrições, no dia 28 de fevereiro, serão divulgados os resultados de pré-seleção e as listas de espera. A modalidade Fies disponibilizará os nomes no dia 5 de março, enquanto a P-Fies tornará público os contemplados no dia 12 de março.

Quem for pré-selecionado na modalidade Fies terá de 6 a 8 de março para fazer a complementação da inscrição. Para tirar dúvidas e obter mais informações sobre o calendário ou outros aspectos da seleção, o candidato deve acessar o site oficial do programa.

Fonte: EBC

Alienação parental é tema de seminário no MPDFT

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Alienação parental é tema de seminário no MPDFT

Encontro discutirá o assunto no contexto da violência doméstica e familiar contra a mulher. Inscrições estão abertas de 19 a 23 de fevereiro.

O Núcleo de Gênero do Ministério  Público do Distrito Federal e Territórios (NG/MPDFT) realiza, em 2 de março, o seminário “Alienação parental e seus desdobramentos no âmbito da violência doméstica”. O objetivo do evento é debater as legislações aplicadas nos conflitos que envolvem a alienação parental no contexto de violência doméstica, familiar e sexual contra crianças e adolescentes. A atividade ocorrerá na Promotoria de Justiça de Ceilândia, das 14h às 18h.

O evento é gratuito e aberto para operadores de Direito, profissionais da rede de atendimento à mulher, movimentos sociais e interessados no tema. As inscrições podem ser feitas pelo link, entre os dias 19 e 23 de fevereiro. São oferecidas 25 vagas.

Temas como Lei Maria da Penha, violência, sexismo no sistema de Justiça, aplicação da lei de alienação parental e as garantias previstas na Lei Maria da Penha e no Estatuto da Criança e do Adolescente serão discutidos nas palestras. Os debates visam contribuir para a resolução de questões de gênero presentes nos conflitos familiares e nos processos judiciais. Confira a programação.

Para a promotora de Justiça e coordenadora do Núcleo de Gênero do MPDFT, Liz-Elainne Mendes, “o seminário é importante para abordar as dificuldades enfrentadas pelo sistema de Justiça e pela rede interdisciplinar no trato da alienação parental ocorrida no contexto de violência doméstica e familiar. Ainda será importante para discutir o novo sistema de garantia de direitos trazido pela Lei 13.431/2016. Esse evento foi uma das demandas colhidas no 1º encontro com os movimentos sociais de mulheres realizado em dezembro de 2017″.

Alienação Parental

É a prática de todo e qualquer ato que venha a interferir na formação psicológica da criança e do adolescente e que seja capaz de atrapalhar ou até romper o vínculo entre eles e um dos genitores. Para saber mais, clique aqui.

Serviço

Seminário “Alienação parental e seus desdobramentos no âmbito da violência doméstica”
Dia: 2 de março
Horário: 14h às 18h
Local: sala multiuso da Promotoria de Justiça de Ceilândia (QNM 11, Lotes 1 e 2, Centro Urbano, Ceilândia)
Inscrições: de 19 a 23 de fevereiro – Clique aqui
Fonte: MPDFT