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sábado, fevereiro 14, 2026
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Encarando o mundo como ele é, não como deveria ser: a arte da política sem ilusões

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Há uma distância brutal entre o mundo como ele é e o mundo como gostaríamos que fosse. Essa cisão é, talvez, o primeiro dilema de qualquer um que deseje compreender ou atuar na política com algum grau de realismo. Em vez de se prenderem a utopias ou a idealismos inócuos, os grandes estrategistas do poder, ao longo da história, foram aqueles que souberam navegar as marés da realidade concreta — com todas as suas contradições, ambivalências morais e imperfeições humanas.

Essa visão crua e sem enfeites da política tem seu maior expoente em Nicolau Maquiavel, que, em O Príncipe, rompe com a tradição filosófica que subordinava a política à moral. Para ele, governar não é um exercício de virtude, mas sim de cálculo. Maquiavel foi explícito ao dizer que um líder deve aprender a não ser bom quando as circunstâncias exigirem o contrário. Em outras palavras, política eficaz exige a habilidade de operar no mundo como ele é — povoado por interesses, ambições, traições e contingências — e não como ele seria em um modelo idealizado de justiça ou bondade.

Max Weber, por sua vez, em seu ensaio “A Política como Vocação”, fez uma distinção fundamental entre a “ética da convicção” e a “ética da responsabilidade”. A primeira orienta-se por princípios morais inflexíveis — “faço o que é certo, aconteça o que acontecer”. Já a segunda considera as consequências dos atos — “assumo a responsabilidade pelo que minha decisão causará”. Para Weber, o verdadeiro político é aquele que consegue equilibrar essas duas éticas, mas sempre com um olhar atento às consequências reais. A política, afinal, lida com o poder, e poder é, essencialmente, a capacidade de impor uma vontade sobre outras vontades — algo raramente compatível com purezas ideológicas.

Hannah Arendt também enfrentou esse dilema ao observar os eventos sombrios do século XX. Em suas análises sobre o totalitarismo e a banalidade do mal, Arendt mostrou como a desconexão entre as elites políticas e a realidade das massas pode gerar monstros. O desejo de impor uma ordem ideal ao mundo — seja ela a utopia comunista ou o império ariano — resultou em regimes de controle absoluto e extermínio. A história nos ensina que idealismos radicais, quando divorciados da realidade, tendem a descambar para formas brutais de autoritarismo.

O político que encara o mundo como ele é precisa entender que concessões, alianças espúrias, manipulações de imagem e até mesmo doses calculadas de mentira fazem parte do jogo. Isso não significa defender o cinismo absoluto, mas reconhecer que operar no campo do possível requer flexibilidade moral e estratégica. Lênin, por exemplo, falava da “verdade concreta” como o ponto de partida para qualquer ação revolucionária. Não basta ter a razão histórica; é preciso saber onde estão as forças sociais, quais alianças são viáveis, e quais riscos são aceitáveis.

Esse tipo de lucidez também é visível em autores contemporâneos como Chantal Mouffe, que argumenta que a política democrática não é o terreno do consenso perfeito, mas sim do conflito legítimo e regulado. Ela critica a ilusão liberal de uma política desapaixonada e racional, defendendo que os antagonismos não desaparecem — apenas mudam de forma. Negá-los é correr o risco de ver emergirem formas perigosas de populismo e radicalismo.

Olhar para o mundo como ele realmente é não é um convite à desesperança, mas sim à maturidade política. Trata-se de substituir o desejo pelo diagnóstico, o dogma pela análise, a indignação pela estratégia. Em um cenário global marcado por crises sucessivas, polarizações violentas e uma crescente desconfiança nas instituições, o realismo político é mais do que uma escolha — é uma necessidade.

Reconhecer que a política não é o espaço do ideal, mas da luta pelo possível, nos permite compreender melhor as ações dos que detêm o poder, assim como nos capacita a disputar esse mesmo poder com mais eficácia. Afinal, como disse Raymond Aron, outro pensador lúcido do século XX, “o realismo político é, acima de tudo, a coragem de encarar o mundo como ele é, não como gostaríamos que fosse”. E é só a partir daí que qualquer transformação significativa pode começar.

A Clínica de Estética Renova por Grasi Bueno movimenta Brasília com o misterioso protocolo Golden Peach

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Uma tarde que marcou a cena da beleza e do lifestyle da cidade: o lançamento do Golden Peach by Renova por Grasi Bueno foi luxo, sofisticação e muito mistério em torno do protocolo que promete redefinir a estética corporal feminina.

O evento, idealizado por Grasi Bueno com a expertise da relações-públicas Renata Andrade, aconteceu no elegante Faro Restaurante e reuniu mulheres de bom gosto, sofisticadas e influentes, que vivenciaram uma experiência única e memorável.

Em clima de elegância e encantamento, três modelos se apresentaram ao vivo, exibindo com confiança os resultados do protocolo Golden Peach — uma harmonização glútea que proporciona mais firmeza, curvas definidas, textura de pele mais lisa e resultados naturais. O procedimento é seguro, minimamente invasivo e realizado por uma profissional experiente. A execução do protocolo Golden Peach fica por conta da Dra. Eid Luana, especialista com mais de cinco anos em harmonização glútea.

O abdômen das modelos despertou curiosidade nas convidadas, e a Dra. Thuane Laís, também sócia da clínica, explicou como tecnologia, performance e feminilidade caminham juntas, respondendo a todas as dúvidas do público.

Durante o evento, a consultora Luciana Barbosa conduziu uma dinâmica leve e inspiradora, que convidou as participantes a refletirem sobre autoestima, autoconfiança e o poder de se reconectarem com sua própria beleza — um momento que encantou as presentes.

Cada detalhe da tarde foi pensado para traduzir o DNA da marca: luxo acessível, experiência autêntica e cuidado com cada convidada. Todas saíram com mimos exclusivos da linha Rennova Hair Care, e o evento contou ainda com parcerias especiais: Sunrose Beach Wear e Thays Lorrany Multimarcas, que levaram um toque fashion e sofisticado para as pacientes modelo convidadas.

“Não queríamos apenas apresentar um protocolo, mas criar uma vivência. O Golden Peach é sobre autoestima, poder e a beleza de ser mulher real”, explicou Grasi Bueno, reforçando o propósito da clínica.

Localizada no coração de Águas Claras, a Clínica Renova por Grasi Bueno é um espaço moderno, sofisticado e acolhedor, administrado por cinco sócios comprometidos com responsabilidade, familiaridade e excelência em cada atendimento.

Entre brindes, sorrisos e muitos registros, o Golden Peach by Renova se consolidou como um marco na estética de luxo brasiliense, unindo ciência, carinho e responsabilidade em uma tarde que ficará na memória de todos os presentes.

E o mistério continua: afinal, o que há por trás do protocolo Golden Peach?
Uma coisa é certa — Brasília nunca viu nada igual. É cuidado, é beleza, é responsabilidade.

📍 A Clínica Renova por Grasi Bueno fica localizada na Quadra 205, lote 02, loja 27 — Residencial Paço Línea
Águas Claras
📸 @renovaporgrasibueno

LULA RECEBE HOJE O GOVERNADOR DO MARANHÃO*

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Carlos Brandão, mas a urgência da agenda o forçará a uma troca de planos brutais. Naquele final de semana, ele deveria estar no interior do Maranhão, sorrindo para fotos em uma inauguração de escola, mas uma ligação de Eri Castro na noite de sábado mudou tudo.
“Governador, a janela é agora. A articulação com o Planalto está fechada,” sussurrou Eri, a voz baixa e tensa, como se o próprio Palácio do Leões tivesse ouvidos.
Brandão suspirou. Essa aproximação com o presidente Lula não era obra do acaso; era o fruto de meses de negociações cautelosas e de bastidores. E a chave, ele sabia, estava nas mãos firmes de Paulo Cayres.
Cayres, o mediador silencioso, havia percorrido o caminho sinuoso entre São Luís e Brasília, traduzindo as necessidades do Maranhão para a linguagem do Governo Federal. Ele e Eri haviam trabalhado a pauta, garantindo que o encontro desta segunda-feira, 20, não fosse apenas protocolar, mas sim estratégico.
Na manhã de hoje, o pouso em Brasília foi rápido. Brandão trocou o terno de linho pelo azul-marinho de reuniões importantes. No carro a caminho do Palácio do Planalto, ele revisava a pasta: projetos de infraestrutura hídrica, a pauta da Zona Franca de Exportação e, o ponto crucial, o alinhamento político para o próximo ciclo.
Ao entrar na antessala, a tensão era palpável, mas o sucesso da articulação o confortava. Este não era apenas um encontro entre um presidente e um governador. Era a confirmação de uma aliança costurada no silêncio, onde a mão estendida de Lula era, na verdade, um reconhecimento do trabalho invisível de Paulo Cayres e Eri Castro.
“O Maranhão precisa de aliança para crescer, Presidente,” diria Brandão em minutos. E ele sabia que, graças àqueles dois, essa aliança já estava, de fato, selada. O evento no interior podia esperar. O futuro do estado estava sendo decidido agora, na frieza calculada dos corredores de Brasília.

Luau Amazônico (Piracaia): Cultura e Folclore amazônicos em ação.

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 Programação cultural realizada durante a Expedição Alter do Chão, em Santarém- Pará, se consolida como uma das mais fortes expressões culturais da Região Norte do Brasil.

Entre 10 a 14 de setembro de 2025, em Alter do Chão-PA, Santarém-PA, realizou-se aedição da Expedição Alter do Chão uma grande expedição de Jet Ski, realizada pela EXPLORER NÁUTICA, que acontece anualmente, no coração da Amazônia. Esse destino encantador, conhecido como o Caribe Amazônico, oferece uma experiência única que combina aventuras náuticas, natureza exuberante, riqueza cultural, folclórica e gastronômica. A deslumbrante paisagem natural de Alter do Chão se combina às mais belas praias de água doce do Brasil, à fascinante biodiversidade e à fauna do lugar, transformando a Expedição Alter do Chão em uma das experiências náuticas mais extraordinárias do país.


De
ntro dessa programação, acontece o Luau Amazônico (Piracaia), festa folclórica realizada em uma praia no mesmo local. No primeiro dia da expedição, os Jeteiros vivenciam uma noite de imersão na Amazônia, através dos sentidos, do coração e das histórias do lugar. Com muito carimbó, danças, bebidas típicas e a gastronomia local, o Luau Amazônico proporciona uma experiência cultural e folclórica única. A fogueira e o calor humano se misturam com a brisa amazônica, enquanto o som dos tambores ressoam como o próprio batimento do coração da floresta e a alegria e emoção, transcendem o tempo. Participar do Luau Amazônico é um privilégio, experiência cultural ímpar.

O aroma e sabor da comida divina, típica da região, encantam até os paladares mais exigentes. Durante a festa, foram saboreadas diversas iguarias locais, incluindo o magnífico peixe assado na folha de bananeira. Esse prato é preparado de maneira especial: um buraco é cavado na areia, e o peixe é assado na folha da bananeira sobre carvão de lenha, que ilumina a noite e traz uma rica experiência cultural aos participantes.

Viver uma noite no Luau Amazônico, é mergulhar nos encantos da amazônia. Sob o céu estrelado, o murmúrio do rio se torna uma canção ancestral, e o calor da fogueira aquece  corações e almas. Os risos ecoam, as expressões de felicidade nos rostos dos participantes e espectadores, revelando a importância e o significado desta festa cultural.

Virtude de fachada: quando a moral privada se disfarça de moral pública

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A distinção entre moral pública e moral privada não é apenas uma questão de foro íntimo versus comportamento social. Trata-se de um embate clássico entre dois códigos éticos que muitas vezes se contradizem e, em contextos de poder, servem a finalidades radicalmente diferentes.
A moral privada diz respeito ao indivíduo em sua vida pessoal, guiada por valores como honestidade, lealdade, fé, compaixão. Já a moral pública, ligada à convivência coletiva e à administração dos interesses comuns, se constrói em torno de valores como justiça, transparência, legalidade e responsabilidade institucional. Confundir uma com a outra, ou pior, usar a imagem da moral privada como ferramenta de manipulação pública, pode ser não só enganoso, mas perigosamente eficaz na manutenção e legitimação do poder.
Essa confusão entre moral pública e moral privada é particularmente útil aos políticos que desejam parecer virtuosos sem necessariamente agir com virtude. Um líder que exibe sua vida privada como modelo moral — destacando sua religiosidade, seu casamento estável ou sua simplicidade de costumes — pode construir uma imagem positiva mesmo quando suas ações no campo público estejam longe de qualquer padrão ético legítimo. Essa estratégia é recorrente na história política e tem sido utilizada como forma de neutralizar críticas à sua conduta administrativa, institucional ou ideológica. A operação aqui é simbólica: transforma-se a vida pessoal em propaganda política.
O filósofo Nicolau Maquiavel já havia advertido, em O Príncipe, que um governante não precisa ser virtuoso — ele precisa apenas parecer virtuoso. Para Maquiavel, a manutenção do poder exige ações que podem escapar à moral convencional, e um governante que insiste em agir com os mesmos padrões éticos da vida privada acabará sendo derrotado pelos que compreendem melhor as regras do jogo político. Nesse sentido, a moral pública se orienta por critérios de eficácia, estabilidade e governabilidade, enquanto a moral privada obedece à consciência individual e aos valores subjetivos do bem e do mal.
Max Weber, em sua célebre distinção entre a ética da convicção e a ética da responsabilidade, também oferece uma chave para entender o perigo dessa confusão. A ética da convicção — próxima da moral privada — leva o indivíduo a agir conforme seus princípios, ainda que o mundo desabe como consequência. Já a ética da responsabilidade — típica da moral pública — exige que o agente político considere os efeitos de suas ações para o coletivo, mesmo que, para isso, precise abrir mão de convicções pessoais. Um político que governa com base em sua fé pessoal, por exemplo, pode ignorar a pluralidade da sociedade que representa. O resultado pode ser desastroso em termos democráticos.
O problema se agrava quando a imagem de moralidade privada é usada como escudo contra acusações de práticas autoritárias, corrupção ou ineficiência. Políticos que se apresentam como “bons pais de família” ou “crentes tementes a Deus” podem neutralizar críticas com apelos emocionais, como se a sua honestidade doméstica fosse garantia de sua integridade política. Essa operação é uma forma sofisticada de manipulação simbólica, descrita por Pierre Bourdieu como parte da luta pelo “monopólio da definição legítima do mundo social”. Aquele que consegue impor sua narrativa de virtude passa a ocupar um lugar privilegiado na hierarquia simbólica da política, ainda que seu comportamento prático negue essa suposta virtude.
Nesse ponto, a democracia corre risco. Quando a opinião pública deixa de avaliar os atos concretos de um governante e passa a julgar apenas a sua imagem moral, o debate público é esvaziado. A política se transforma em espetáculo, como advertia Guy Debord, e a verdade dos fatos é substituída pela verdade da performance. O eleitor deixa de ser cidadão crítico e se torna espectador de uma novela onde o que importa é a coerência do personagem, não do gestor público. Nessa lógica, quem melhor representar a “pessoa de bem” ganha o poder — mesmo que governe de maneira desastrosa.
Separar a moral privada da moral pública não é apenas uma exigência teórica; é uma salvaguarda institucional. A democracia exige que se avalie políticos por suas ações, não por suas crenças ou aparências. E mais: exige que a administração pública seja regida por critérios objetivos, legais e transparentes — e não por um código de virtudes pessoais que, em última análise, só serve para desviar o foco do que realmente importa: a prática do poder.

Molho sobre queijo: Pizza Dom Bosco 414 Sul ganha toque de gourmetização com sobremesas à mesa da tradição*

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Na era da gourmetização, em que pizzarias oferecem dezenas de sabores, bordas recheadas e até versões doces, a Pizza Dom Bosco resistiu. Entre as marcas mais famosas de Brasília, a lanchonete não adotou cardápio extenso ou extravagâncias: apenas uma fatia simples e igualzinha à de 1960, com queijo, molho de tomate por cima e orégano. Porém, desde a pandemia, as sobremesas assumiram um lugar de destaque na mesa mais tradicional do Distrito Federal.

Na Lanchonete Dom Bosco, a pizza não vem com garfo nem faca. A fatia retangular é servida direto no prato de papelão e pode ser comida com a mão, de pé — como sempre foi desde a inauguração da lanchonete. Mais do que praticidade, virou tradição: quem vai à Dom Bosco sabe que parte da experiência é esse jeito simples e descomplicado de saborear a icônica pizza.

A receita original surgiu nos anos 1960, junto com a inauguração de Brasília. A primeira unidade, próxima à Rodoviária do Plano Piloto, foi criada em homenagem a São João Bosco, padroeiro de Brasília, oferecendo uma comida rápida, acessível e nutritiva para os trabalhadores que construíam a nova capital.

Diferente das pizzas italianas clássicas, a Dom Bosco se destaca pela simplicidade. A receita é única: massa filme, com molho sobre o queijo e orégano, mantendo o sabor marcante que conquistou gerações e sustenta o slogan “o melhor pedaço da cidade”. “A ideia era criar um lanche rápido, então, foi pensada numa massa de pizza, mas com o molho em cima do queijo. Decidiram inverter a receita tradicional para o queijo não ressecar, assim, duraria mais tempo no forno”, explica Valéria Souza, esposa do fundador Enildo Veríssimo Gomes.

Assim, enquanto outras pizzarias se reinventaram com sabores sofisticados, a Dom Bosco permaneceu fiel à sua tradição. Esse caráter inalterado se tornou parte da memória afetiva de Brasília, tornando cada fatia mais do que comida — uma experiência cultural ligada à história da cidade.

A inovação veio finalmente com os doces, introduzidos ao cardápio da pizzaria por Valéria. Brigadeiros, tortas e sobremesas rápidas se tornaram um complemento à pizza clássica, permitindo diversificação das opções oferecidas sem alterar a receita original do prato principal da lanchonete.

Gastrônoma, Valéria escolheu a Pizza Dom Bosco da 414 Sul para desenvolver uma nova proposta para a lanchonete. Além da pizza com queijo e molho – ordem invertida das tradicionais -, a lanchonete conta com bolos, tortas, brigadeiros recheados com morango, traduzindo o romantismo que sustenta a família.

“A ideia era inserir outras opções no cardápio, mas sem mudar a história da pizza, que é receita única desde que foi criada. Assim, unificamos a minha experiência com os doces para fortalecer a experiência dos clientes, oferecendo uma mesa mais completa, com salgados e doces”, ressalta a gastrônoma.

Agora, entre as sobremesas assinadas por Valéria Souza, todas no mesmo balcão da pizza, estão receitas tradicionais dos brasileiros, como bolas e tortas, mas outras como brownie, uma sobremesa típica dos Estados Unidos. “Tudo feito com o mesmo carinho para os clientes. Vendemos pizza desde o café da manhã, mas temos todas essas outras opções desde esse mesmo horário. Com a área aberta, esperamos acolher melhor a nossa loja da 414 Sul”, ressalta.

Assim, ainda hoje, a Pizza Dom Bosco continua a atrair moradores e turistas. Simples, prática, fiel à tradição, resistente à gourmetização, mas aberta a outros ingredientes, ela prova que, às vezes, manter o clássico é o ingrediente mais saboroso de todos.