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IMP Concursos oferece aulões beneficentes para diferentes carreiras

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IMP Concursos oferece aulões beneficentes para diferentes carreiras

Os professores vão resolver exercícios, tirar dúvidas e dar dicas importantes para quem sonha em passar em um concurso público

 

As férias estão chegando, mas a rotina de estudos dos concursandos segue firme e forte. Para ajudar a manter o ritmo nesse período, o IMP Concursos (603 Sul) preparou uma série de aulões beneficentes. Na sexta-feira e no sábado (30/11 e 01/12) serão ministradas aulas de Direito Constitucional, Direito Administrativo, Gestão de Pessoas, Acessibilidade e Português, na unidade da Asa Sul. Para participar, basta doar um brinquedo novo em cada dia. As inscrições serão realizadas presencialmente, após a doação.

Na sexta-feira (30/11), das 9h às 11h, a equipe de professores vai resolver exercícios, tirar dúvidas e dar dicas importantes para quem sonha em passar em um concurso público. As aulas serão ministradas pelas professoras Andréia Ribas de gestão de pessoas, Nelma Fontana de direito constitucional e pelo especialista em língua portuguesa Claiton Natal.

No sábado (01/12), no mesmo horário, o professor Ismael Noronha vai falar sobre Acessibilidade, José Trindade será o responsável por ministrar Direito Administrativo e João Trindade ficará por conta da disciplina de Direito Constitucional. As vagas são limitadas e os eventos estão sujeitos a lotação.

Quem quiser saber mais sobre os próximos aulões pode acessar a página https://impconcursos.com.br/auloes/ e acompanhar todos os eventos gratuitos que serão oferecidos até o fim do ano.

Cronograma:

Sábado 01/12

9:00 às 9:40 – Ismael Noronha Acessibilidade

9:40 às 10:20 – José Trindade Direito Administrativo

10:20 às 11:00 – João Trindade Direito Constitucional

 

 

 

 

A NATUREZA PEDE PAZ

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A NATUREZA PEDE PAZ

Um alerta à espécie humana do planeta Terra.

Si vis pacem, para bellum.

Se queres a paz, prepara a guerra, diziam os romanos.

A longa, larga e profunda experiência no curso de contínua evolução da espécie humana indica, em nosso tempo, a busca da paz. Além da guerra que a espécie humana trava, há milênios, contra si, negligentemente descuida também das relações de interdependência com a natureza. Então, hoje, a recomendação à espécie humana é: se queres a paz, prepara a paz.

Um armistício, um pacto de paz com a vida engloba a biodiversidade do planeta na qual está inserido o ser humano. Só um limitado pacto de paz para evitar guerras entre os povos, discriminação de todos os tipos, preconceitos e desigualdades não terá efeito duradouro se os outros componentes da biodiversidade – fauna, flora e água – ficarem sob o controle discricionário do ser humano. O planeta é um só e a casa é comum a todos os seres vivos que integram a biodiversidade.

A natureza quer paz. O pacto de paz deverá abranger todas as formas de vida. Dotada de cérebro capaz de associar e elaborar todas as informações recebidas dos cinco sentidos e expressar seus pensamentos pela palavra, a espécie humana terá que se dispor a um pacto de paz com a natureza. A paz com a natureza, isto é, com a sustentação da biodiversidade, é o melhor senão o único meio de sobreviver no universo como espécie consciente. A espécie humana é uma unidade de um corpo interplanetário no qual circula o mesmo sangue existencial.

Penso em três fatores básicos que podem concorrer para um pacto de paz ecológico.

SUPERPOPULAÇÃO

O primeiro fator a considerar é a superpopulação humana no planeta que arrasta consigo a superpopulação de animais domesticados. A reprodução dessas populações produz um impacto devastador sobre a sobre a natureza e a reprodução necessária da biodiversidade.

Os números apresentados no relatório Planeta Vivo (Fundo Mundial para a Natureza – WWF) são amedrontadores: 20% da floresta amazônica já foi queimada ou destruída. De 1970 a 2014, 60% dos animais vertebrados desapareceram no mundo. Na zona do Caribe e América Latina, os números são aterradores. Em 44 anos, 89% dos vertebrados foram sendo dizimados. Entre 2000 e 2014, o mundo perdeu 920 mil quilômetros quadrados, superfície similar ao tamanho da França e Alemanha.

“Não pode haver um futuro saudável e próspero para os homens em um planeta com o clima desestabilizado, os oceanos sujos, os solos degradados e as matas vazias. Um planeta despojado de sua biodiversidade.” (Marco Lanbertini, diretor-geral do WWF)

Todas as espécies vivas se servem de elementos comuns oferecidos pela natureza de nosso planeta: água, ar, sol, terra, ao longo das estações do ano. Sabiamente, a natureza estabeleceu um sistema predatório de controle do crescimento e da reprodução de espécies que garante o equilíbrio natural.

A única espécie que pode reproduzir-se além das possibilidades de sobrevivência é o homo sapiens. A evolução do cérebro e de sua capacidade de ordenar e administrar os elementos da natureza lhe deu a errônea percepção de que tudo o que existe está somente à sua disposição. Desprendeu-se do conjunto da biodiversidade e assenhoreou-se das riquezas do planeta. Sua capacidade de transformar, de produzir alimentos, abrigos, máquinas e armas estimulou a rapidez da própria reprodução causando quase insuperáveis condições de sobrevivência à global biodiversidade da qual depende e à qual pertence.

A espécie humana, diferentemente das outras espécies animais, tem a capacidade de decidir sobre os limites de sua reprodução biológica. Esta decisão lhe permite estabelecer as condições de prosperidade, conforto, bem-estar para sua descendência nas próximas décadas.

O controle consciente do crescimento populacional da espécie humana, contido na simples taxa de reprodução, seja talvez condição imprescindível para a sustentação da biodiversidade e o pacto de paz com a natureza. Não há que ignorar o impacto da superpopulação num momento em que ondas de emigrantes deixam suas casas, seus países, seus laços culturais em busca da sobrevivência e de paz social.

PRODUÇÃO INDUSTRIAL E DE ALIMENTOS

O segundo fator, ligado ao primeiro, que pode dificultar o pacto de paz com a natureza é a necessidade cada dia maior de produção de alimentos para a subsistência de bilhões de pessoas, hoje mal nutridas, oferta de abrigos e de tecnologias diversificadas para o conforto humano. A produção de alimentos, o desmatamento contínuo, o uso abusivo da água, a disseminação de venenos (pesticidas, agrotóxicos atacam indiscriminadamente a biodiversidade) a poluição dos mananciais, rios e oceanos são uma arma constante contra a sustentação da biodiversidade. A perspectiva de o planeta ter que alimentar 10 bilhões de pessoas na década de 2040 é assustadora. Há que se considerar o longo tempo necessário à natureza para regeneração de florestas devastadas. O tempo da natureza não é o tempo do relógio. A extinção definitiva de milhares de espécies, praticada pela ação humana, silenciou nossas matas.

Mudanças climáticas e o aquecimento do planeta concorrem para aumentar as dificuldades de produção de alimentos e põem em evidência os limites de bens e riquezas do planeta. Em 2030, a demanda de água será 40% maior do que a disponibilidade para a preservação da biodiversidade e da sobrevivência humana.

URBANIZAÇÃO

O terceiro fator que se atravessa no caminho da paz com a natureza é a crescente urbanização. Mais de 80% da população mundial vive em cidades, muitas delas em caótico estado administrativo. Milhares de agrupamentos humanos se assemelham a imensos aviários, com espaço limitado para se mover e respirar. As melhores áreas a beira-mar, vales férteis, margens de rios, mananciais provedores de água foram desertificados pela impermeabilização, por estradas, viadutos, edifícios, aeroportos e milhares de equipamentos que, em realidade, aprisionam as pessoas.

Administrações municipais, ao redor do planeta, enfrentam sérias dificuldades de abastecimento de água aos cidadãos, quando não inundadas por tempestades imprevisíveis. Entre tantas estão a cidade de São Paulo (Brasil), Cabo (África), Pequim (China), cidade do México, Tóquio (Japão) e Moscou (Rússia). É evidente a dificuldade de prover água aos cidadãos, de ampliar o tratamento de dejetos, de esgotos e da despoluição de rios e oceanos. A contaminação do ar se tornou um vetor de doenças infantis e da população idosa.

Ressalte-se a incapacidade cada dia mais evidente de administrar grandes populações, consolidando a divisão de ricos e pobres, empresários afortunados e subempregados. Desigualdade e pobreza não comportam paz.

O pacto de paz com a natureza depende da generosa compreensão da biodiversidade, dos limites de oferta de bens naturais do planeta, da lenta regeneração de áreas degradadas, do necessário reflorestamento, da proteção de florestas ainda existentes, da preservação de mananciais, reuso de águas e incorporação de fontes alternativas de energia.

O pacto de paz com a natureza é possível dada capacidade da espécie humana de pensar, de sentir, de ir além do desfrute material e de perceber o pulsar da vida presente em todos os seres.

Humanamente

Eugênio Giovenardi

Biocomunidade Sitio das Neves.

Sem fins lucrativos ou comerciais.

BR-060 Km 26, DF, margem esquerda.

(61) 3702 3999

Violência doméstica é tema de palestra na LBV

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Violência doméstica é tema de palestra na LBV

Para reforçar as ações de proteção à mulher, a Secretaria-Adjunta de Políticas para Mulheres anunciou, nesta terça-feira (20), a adesão à campanha de 2018 da Organização das Nações Unidas (ONU) de combate à violência contra a mulher e lançou 16 dias de ativismo pelo fim desse tipo de violência.

As atividades incluem capacitação de profissionais de saúde, mobilização em hospitais e debates com a comunidade. A proposta é chamar a atenção para os fatores que naturalizaram a agressão das mulheres, em especial, por companheiros, pais e parentes próximos. A inciativa tem adesão de órgãos públicos, associações, Ongs e da sociedade.

A Legião da Boa Vontade (LBV) também integrará a campanha da ONU com atividades de conscientização e combate à violência contra a mulher. No dia 29 de novembro, das 8 às 10h, no Centro Comunitário de Assistência Social da instituição será promovido o Diálogo em Família com o tema: Violência doméstica. No bate-papo, coordenado por profissionais da Casa da Mulher Brasileira e da LBV, serão abordados, entre outros assuntos, violência contra mulher, acesso a direitos e serviços, enfrentamento, além do esclarecimento de dúvidas e questionamentos pertinentes ao tema.

Serviço: Palestra sobre violência doméstica

Data: 29 de novembro

Horário: 8 às 10h.

Local: Centro Comunitário de Assistência Social da LBV

Endereço: Quadra 915 Sul, Lote 74.

Público alvo: Mulheres vítimas de violência

Informações: (61) 3114-1070 | 3114-1046 | 3410-6016

Acesse a agenda completa no site: www.mulher.df.gov.br

 

Boas-vindas, com as deputadas federais eleitas, na Câmara dos Deputados

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A Procuradora Especial da Mulher da Câmara Legislativa do Distrito Federal, a Deputada Celina Leão (PP)

Participou nesta tarde (27), do encontro de boas-vindas, com as deputadas federais eleitas, na Câmara dos Deputados. Na ocasião, a deputada esteve reunida com a bancada feminina e falou sobre a importância da luta do fundo partidário para as mulheres.


Celina Leão enfatizou que as mulheres não querem um retrocesso, “nós entendemos que a bancada feminina não pode aceitar que seja rejeitado um financiamento público de campanha para as mulheres. Essas bravas mulheres merecem nossas deferências, pois não se calaram. Fui convidada para assumir o PP Nacional Mulher e estou à disposição de todas vocês, somente as mulheres podem ter esse olhar sobre a família, de amor e esse olhar pelo Brasil.

Aos 60 anos, professora aposentada lança CD cristão

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Aos 60 anos, professora aposentada lança CD cristão

Depois de 33 anos dedicados à educação, Ju Soares abraça a missão de evangelizar

Nunca é tarde para fazer o que ama. É com esse pensamento que professora aposentada, Ju Soares, decidiu se dedicar integralmente à sua paixão: a música. O resultado disso é o CD intitulado “Deus e Eu”, que será lançado no dia 30 de novembro, às 19h no Teatro do Sesi em Taguatinga.

Depois de 33 anos de carreira, 20 deles como orientadora educacional, e criar as duas filhas, Ju Soares viu a concretização dos seus sonhos, agora, aos 60 anos. “Amo música e herdei do meu pai essa paixão. Ao longo da caminhada de evangelização, senti a necessidade de compartilhar com o público minhas canções e gravar um CD”, comenta Ju. Foi com a ajuda de uma amiga, também cantora, que Ju Soares entendeu que não é tarde para recomeçar. “Minha amiga me disse para ser um exemplo para as pessoas que já estão na maturidade como eu. E ela estava certa. Quero que as pessoas, que tenham a minha idade ou são mais velhas, entendam que estamos em pleno vigor, que ainda podemos produzir muito. Podemos, sim, realizar os nossos sonhos em qualquer etapa da vida”, afirma.

A primeira parte desse sonho, o CD “Deus e Eu”, conta com 10 músicas autorais. “Em cada música eu falo um pouco sobre a minha vida e a minha história com Deus. São momentos especiais, sejam eles de dor ou de vitória, colocados em cada verso e melodia. São músicas simples, mas que passam uma mensagem de esperança”, explica Ju Soares.

É sobre ter esperança que Ju Soares pensa no futuro. “Quero estar com 90 anos fazendo o que mais amo, que é cantar e evangelizar e, claro, sem esquecer o meu batom. Temos que cuidar do corpo e da alma com aquilo que nos faz bem”, diz.

O evento

O lançamento do CD terá 1h30 de duração e contará com a participação dos músicos Pe. Jefferson Silva, Pe. Katê, Michelle Abrantes, Eliane Martins (Ministério Eterna Luz), Allan Martins e Samuel Barros.

O show terá entrada gratuita, mas a cantora pede que público doe alimentos não perecíveis, que serão doados para o Sítio Bom Jesus em São Gabriel (GO), local que cuida de pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social.

Perfil

Filha de motorista e dona de casa, ambos já falecidos, Ju Soares nasceu em Juazeiro do Norte (CE) e é a mais velha de nove irmãos. Veio para Brasília aos 13 anos e, por aqui, estudou e se formou. É formada em Pedagogia e Pós-graduada em Administração Escolar, ambas realizadas na Universidade Católica de Brasília (UCB).

Sua primeira experiência com a música foi em 1995 com o Coral do Centro Interescolar de Línguas de Taguatinga(CILT), com a maestrina Ivonildes Bastos, Soprano do Madrigal de Brasília.

Ao longo dos anos participou de grupos e pastorais da igreja, sempre com música e evangelização.

Atualmente é voluntária da Rádio Maria Brasil e apresenta o Programa Ecologia e a Vida Cristã, todas as segundas-feiras, das 15h às 17 horas.

Serviço:

Lançamento do CD “Deus e Eu” – Ju Soares

Data: 30 de novembro

Horário: 19h

Local: Teatro do Sesi – St. F Norte QNF 24 – Taguatinga, Brasília-DF

Entrada gratuita

Doações de alimentos não perecíveis serão recebidas para ser entregue ao Sítio Bom Jesus em São Gabriel (GO)

Mais informações www.jusoaresoficial.com.br

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCdqy5_PhvJV6TNnAlBH2C7w

https://www.facebook.com/jusoaresoficial

Idosos acolhidos ganham exposição de arte no Museu Nacional

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Idosos acolhidos ganham exposição de arte no Museu Nacional

O projeto “Histórias Pintadas: ateliê de pintura com idosos acolhidos” chega ao Museu Nacional da República para uma exposição distinta. Os artistas não são nomes conhecidos, mas sim idosos acolhidos pela Unidade de Atendimento para Idosos –UNAI, da SEDESTMIDH. Ali, eles apresentarão suas telas pintadas ao longo do ano na unidade. E que vieram como prêmio para cada um desses que vivem acolhidos, após passarem por histórias de vida difíceis.

A exposição será inaugurada às 19h30, desta terça (27), no anexo do Museu Nacional. A partir do dia 28, estará aberta ao público para visitação. Encerra em 2 de dezembro. São 40 quadros e 25 fotografias de tamanhos variados que contam histórias e emoções de 10 idosos participantes do projeto. A entrada é franca.

ATELIÊ

Iniciado como curso de extensão da Universidade de Brasília (UnB) pela estudante de Artes Visuais Camilla Dantas, o projeto das ‘histórias pintadas’ levou um ateliê para os idosos da UNAI, em Taguatinga. Com o apoio da SEDESTMIDH, o grupo disponibilizou, além de material de pintura, temáticas de cunho emocional para a inspiração dos pintores.

O resultado encantou. E o material já começou a se tornar conhecido no final de setembro, com uma exposição na Universidade de Brasília, como parte da Semana de Extensão da Universidade. A estudante, idealizadora do projeto, teve a orientação da professora Tatiana Yokoy durante o processo. E a parceria da UNAI, por meio da gerente Daiane Guedes, que encampou a ideia.

A iniciativa, desde o começo, é voluntária e sem apoio financeiro ou patrocínio. Para a produção da exposição no Museu, o grupo contou com a ajuda de colaboradores diversos e doações online.

SERVIÇO:
HISTÓRIAS PINTADAS: ATELIÊ DE PINTURA COM IDOSOS ACOLHIDOS

Abertura: Dia 27 de novembro, 19h30, no anexo do Museu Nacional da República.

Visitação: Dia 28 de novembro a 2 de dezembro, das 9h às 18h.

Endereço: Setor Cultural Sul Lote 02 – Esplanada dos Ministérios