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domingo, julho 5, 2026
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Don Romano lança carta de drinks

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Don Romano lança carta de drinks

Novidade faz parte do projeto de modernização do estabelecimento

Após 18 anos, a Don Romano Cantina e Pizzaria terá carta de drinks para seus clientes. A novidade faz parte do projeto criado pelos novos sócios-proprietários, Mariana Miranda e Arthur Mottus, para modernizar o estabelecimento, mas sem esquecer a tradição da culinária italiana.

Foto: Uira? Godoy

A carta de drinks da Don Romano conta com 20 coquetéis tradicionais ou releitura dos clássicos como o Daiquiri, de origem cubana, que tradicionalmente é preparado com rum, suco de limão e açúcar, mas no estabelecimento do Lago Sul terá rum, limão, açúcar e suco de frutas da estação como o morango, ganhando assim uma coloração rosada.

Segundo Mariana Miranda a carta de drinks atenderá um público jovem e diversificado que frequenta o estabelecimento. “Os clientes da Don Romano sempre optaram pelo vinho para acompanhar as refeições, mas no happy hour e nos fins de semana a procura pelos coquetéis estava crescente. Por isso, criamos essa novidade com 20 opções, mas em breve queremos ampliar e ter criações exclusivas também”, afirma.

Os coquetéis da Don Romano foram criados pelos sócios em parceria com o sommelier, Gilvan Oliveira, e custam entre R$16 e R$27, sendo a Cuba Libre o drink mais em conta do cardápio e Sidecar, preparado com cognac e cointreu, o de maior valor.

Modernização

O projeto de modernização proposto pelos sócios Mariana Miranda e Artur Mottus, que assumiram o comando do estabelecimento há um ano, visa alcançar as segundas e terceiras gerações dos clientes fiéis do estabelecimento. “Temos clientes que estão conosco desde quando a casa foi criada no Lago Sul. Agora, os filhos e netos desse público já são adultos e querem aproveitar o estabelecimento com a família, mas também com os amigos”, explica Mariana.

Apesar do projeto, os sócios prometem não deixar de lado a tradição. “A marca Don Romano existe há mais de 30 anos e essas raízes italianas sempre serão o norte de qualquer projeto que a gente venha construir. Nossas receitas e os nossos funcionários, desde a cozinha até o serviço de mesa, estão conosco desde o início e assim queremos continuar por muitos anos. Apenas queremos acompanhar o fluxo mercadológico e trazer inovações para o estabelecimento”, completa Mariana.

Serviço:

Carta de Drinks Don Romano

Valores: entre R$16 e R$27

Endereço: SHIS QI 11 Lago Sul

Horário de funcionamento do estabelecimento: segunda a quinta das 11h30 às 23h30; sexta e sábado das 11h30 à 0h; domingo e feriado das 12h às 23h

Reservas: (61) 3248 0078

Eu Faço Cultura distribui gratuitamente ingressos para exposição dos Beatles

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Eu Faço Cultura distribui gratuitamente ingressos para exposição dos Beatles

São 500 ingressos para a “Fab Four Experience”, em Brasília, para pessoas de baixa renda, alunos de escolas públicas, idosos, pessoas com deficiência e microempreendedores.


A maior exposição sobre os Beatles já montada no Brasil estará em Brasília até o dia 2 de dezembro. Com foco na interatividade, a “Fab Four Experience” faz um passeio pelos momentos mais marcantes de John Lennon, Paul McCartney, George Harisson e Ringo Star. O Programa Eu Faço Cultura comprou 500 ingressos, que já podem ser resgatados pelo site da plataforma: www.eufacocultura.com.br

Lançamento da exposição Beatles FAB FOUR Experience

É a primeira vez que a iniciativa coloca em sua “vitrine de produtos” uma exposição, ampliando assim a gama de ofertas culturais para pessoas que normalmente não tem acesso a estes eventos – e são justamente os beneficiários do programa.


Iniciativa da Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal), o Eu Faço Cultura democratiza e impulsiona o mercado cultural. O resgate dos eventos oferecidos na plataforma pode ser feito gratuitamente por alunos de escolas públicas, idosos, pessoas de baixa renda, pessoas com deficiência e microempreendedores individuais. Basta se cadastrar no site e retirar as cortesias.

Lançamento da exposição Beatles FAB FOUR Experience
A ideia é que o público que se enquadra nesses perfis possa conhecer um pouco mais sobre os Beatles por meio da Cavern Club, lugar em que o quarteto tocou quase 300 vezes (292, para ser exato)! Por meio de um guia virtual, os visitantes da exposição passam pelo pub, aprende sobre cenas do filme “A hard day’s night” e lembra a mudança de Liverpool para Londres, capital da Inglaterra.

Os fãs podem ainda percorrer o icônico Yellow Submarine (Submarino Amarelo), atravessar a famosa faixa de pedestres de Abbey Road e conhecer o estúdio onde os Beatles gravaram a maior parte das suas canções. A exposição reúne também guitarras, cartazes, fotografias, revistas e jornais que contam a história do grupo.Na saída, na loja oficial, há lembranças da banda. Além disso, tem área gourmet e programação musical (com alguns dos sucessos dos Beatles, é claro) aos sábados e domingos.

Sobre o Eu Faço Cultura
Com proposta inédita no Brasil, o Programa Eu Faço Cultura compra ingressos/produtos de produtores culturais ou fornecedores de cultura e os distribui, com subsídio total do governo federal, por meio da Lei Rouanet. É uma iniciativa da Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal) e das Apcefs (Associações do Pessoal da Caixa), com a participação de milhares de empregados da ativa e aposentados da Caixa. O patrocínio é da Caixa Seguradora e da Wiz.

Sobre a FENAE
A Fenae foi fundada com o objetivo de proporcionar integração e unidade ao movimento associativo dos empregados da Caixa. Ela une as 27 Apcefs do país, que têm como missão promover o bem-estar da categoria, defendendo direitos e incentivando práticas sociais, esportivas e culturais. Desde 2006, a Fenae aposta no Eu Faço Cultura para transformar o empregado da Caixa em um incentivador cultural.

Serviço
EXPOSIÇÃO DOS BEATLES – “Fab Four Experience”
Quando: até 2/12/2018 (domingo)
Onde: antiga FNAC do ParkShopping – 1º piso, Guará-DF
Cortesias do Eu Faço Cultura: podem ser resgatadas por alunos de escolas públicas, idosos, pessoas de baixa renda, pessoas com deficiência e microempreendedores individuais pela plataforma do programa: www.eufacocultura.com.br

Educação a Distância é aposta do futuro

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Educação a Distância é aposta do futuro

A barreira do preconceito foi rompida e, hoje, um em cada cinco estudantes de graduação estuda a distância

A educação superior no Brasil cresce a passos lentos. No ano passado, houve uma expansão de apenas 3% nas matrículas. Esse aumento, no entanto, só foi possível graças ao número de alunos no ensino a distância que subiu 17,6%, o maior em dez anos, de acordo com o Censo da Educação Superior 2017. Um em cada cinco estudantes de graduação estuda a distância. Especialistas acreditam que essa modalidade representa o futuro da educação mundial.

Hoje, a EAD representa 21,2% do total de matrículas no ensino superior do país, de acordo com o Ministério da Educação. A expansão deve ser mantida nos próximos anos, pois o MEC mudou no ano passado a regulamentação para a abertura de novos polos que ofertam cursos nessa modalidade, impulsionando em mais de 130%.

Nos últimos anos, a barreira do preconceito foi rompida. Os empregadores não demonstram resistência a essa modalidade na hora de contratar. Para Engels Rego, Diretor Acadêmico da Faculdade Unyleya, a EaD exige disciplina, capacidade de interpretação e uso de ferramentas de comunicação e interação. “Isso tudo é muito apreciado atualmente pelo mercado de trabalho”.

Segundo ele, um curso em EaD não é uma “moleza” como alguns possam pensar. “Muito pelo contrário, por isso a evasão na EaD é superior à educação presencial. Alunos que superam as dificuldades iniciais e conseguem levar o curso até o final têm grande potencial para se adaptar a qualquer desafio de mercado”, aponta.

Engels acredita que o Brasil é um terreno fértil para o desenvolvimento da educação a distância. “A dimensão continental do país, aliado à população jovem e conectada à internet favorecem o engajamento do público aos recursos aplicados na EaD”, analisa.

Além disso, há um enorme contingente de jovens adultos que não tiveram condições de ingressar no ensino superior à época da conclusão do ensino médio e agora buscam aprimorar sua formação. “Esses adultos, em geral, não têm condições de frequentar um curso 100% presencial, porque trabalham e, geralmente, têm filhos. Eles precisam de flexibilidade de tempo e local”, explica Engels.

Nesse sentido, a grande vantagem da EaD é a flexibilidade. O ritmo não obriga o estudante a estar num determinado local em horário específico. “Muitas pessoas deixaram de ingressar na faculdade ou outros cursos, porque não poderiam obrigar-se com um horário rígido. No contexto atual, principalmente das grandes metrópoles, deslocar-se para um determinado local pode ser muito custoso (em termos de tempo e valor), sem falar do perigo”.

Outro diferencial apontado por Engels é a inclusão que a EaD promove, com um custo muito inferior aos cursos presenciais. “A EaD é uma forma de democratização da educação. Veja o exemplo de milhões de alunos em todo o mundo que recorrem a aulas online gratuitas diariamente, como as da Khan Academy e muitas outras. Há conteúdo de qualidade para todas as necessidades disponíveis 24h por dia, sob demanda, a preços baixos ou de graça, para quem tiver interesse”.

A educação a distância também tem sido incorporada nos cursos considerados presenciais. “Dificilmente haverá no futuro um curso sem uso de algum recurso de EaD. Já percebemos isso inclusive na educação básica, em que os alunos estão frequentemente fazendo uso de recursos de colaboração, tarefas e exercícios online, em complemento à sala de aula”, avalia Engels.

No total, o ensino superior tem cerca de 8,3 milhões de estudantes em cursos de graduação. São 6,5 milhões matriculados em cursos presenciais, modalidade que sofreu uma queda de 0,4% de 2016 para 2017.

Atividade física e câncer

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Atividade física e câncer

O levantamento inédito, realizado com apoio do governo brasileiro, concluiu que 2.075 óbitos por câncer de mama poderiam ter sido evitados no Brasil

O aumento da incidência do câncer tem sido relacionado à alterações nos hábitos de vida, como sedentarismo, obesidade, tabagismo e alimentares. A obesidade e o sedentarismo são fatores fundamentais no aumento da taxa de alguns tipos de canceres entre eles o câncer de mama, que se mostra mais frequente em mulheres com sobrepeso e pouco ativas.

De acordo com dados divulgados este ano no artigo científico Mortality and years of life lost due to breast cancer attributable to physical inactivity in the Brazilian female population (1990-2015), publicado pela revista online Nature, uma em cada dez mortes de mulheres por câncer de mama poderia ser evitada pela prática regular de atividade física. Seriam 2.075 mortes evitadas, apenas no ano de 2015, se as pacientes realizassem ao menos uma caminhada de 30 minutos por dia, cinco vezes por semana.

A pesquisa inédita divulgada no país pelo Ministério de Saúde, realizada com apoio do governo brasileiro, destaca que outros hábitos também influenciam no desenvolvimento da doença, como o uso abusivo de álcool e dietas com excesso de açúcar. O objetivo foi avaliar a evolução da mortalidade por câncer de mama e da morbidade por sedentarismo nos estados brasileiros ao longo de 25 anos de seguimento. O estudo vai conseguir auxiliar na execução de políticas públicas no Brasil que pode passar a intervir nos fatores de risco associado a doença. Além disso, reforça ainda mais a necessidade de atuar na prevenção do câncer de mama não somente pela mamografia, mas também através de um estilo de vida saudável.

Em Brasília, a médica oncologista Ludmila Thommen que está à frente de movimentos que impulsionam informações em prol do combate ao câncer de mama, destaca que atividade física ajuda a reduzir gordura corporal que por sua vez diminui o nível de estrogênio e de insulina, que são fatores de risco para o câncer de mama. “Se pensarmos no sedentarismo, o raciocínio seria o seguinte: sedentarismo = excesso de hormônios circulantes principalmente estrogênio, hiperinsulinemia e inflamação crônica que podem levar a formação de mutação e carcinogênese”, explica.

De acordo com a médica, no Brasil a mortalidade segue elevada, em 1990 ocorreu 7.264 mortes por câncer de mama e esse valor aumentou para 16.964 óbitos em 2015. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva – INCA, a estimativa é de que em 2018 serão 59.700 novos casos da doença no Brasil.

O sedentarismo foi responsável por 12% de todas mortes por câncer de mama no Brasil no período.  “Acho importante citar que essa mortalidade foi maior nos estados brasileiros com melhores condições socioeconômicas, como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.  A expectativa da população está aumentando e com isso tem maior exposição a fatores de risco. Maior consumo de gordura, melhores condições para fazer o diagnóstico. Menor taxa de gestação. Mais sedentarismo e obesidade”, ressalta a oncologista.

Perspectiva

No Brasil, desde 2011 o governo envia recursos para municípios do país instalarem academias públicas ao ar livre. De acordo com dados do Ministério da Saúde, até 2019 serão 3.500 unidades em funcionamento em todo o país.

O Ministério da Saúde afirma que já adotou metas internacionais contra o sedentarismo, incluindo deter o crescimento da obesidade na população adulta até 2019, reduzir o consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta e ampliar em no mínimo 17,8% o porcentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente até o mesmo ano.

Mudando a rotina

Ludmila Thommem explica que muitas pacientes com tumores, quando submetidas ao processo de terapia, podem apresentar uma série de efeitos colaterais. Ela afirma que a prática de atividade física ajuda na fadiga oncológica, no controle da dor, nos transtornos de humor e distúrbios de sono.

“Acredito que as informações contidas no estudo devem servir de alerta para buscarmos fazer da atividade física um hábito diário em nossa vida. Lembrando que o benefício da atividade física não se limita apenas ao câncer e sim de uma série de doenças e está relacionado a melhora do sono, do humor e da qualidade de vida”, conta Ludmila.

Talvez, o estilo de vida moderno não favoreça à prática de atividade física de maneira regular para muitas pessoas que possuem uma rotina frenética. Dessa forma, o especialista em hábitos saudáveis, Daniel Novais, exemplifica algumas atividades e hábitos que podem ser adquiridos no dia a dia, ao longo da vida por aqueles com falta de tempo. “Além da alimentação que ajuda e muito na prevenção de doenças, existem medidas simples que podem ajudar, como descer no ponto de ônibus antes do que o de costume, subir escadas se você trabalha ou reside em prédio”, ressalta o nutricionista.

Novembro chega ao fim com alerta de prevenção

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Novembro chega ao fim com alerta de prevenção

No dia 27/11 é o Dia Nacional de Combate ao Câncer, uma data criada com o objetivo de levar informação sobre a doença para todas camadas da sociedade

 

Além da campanha novembro azul (de prevenção ao câncer de próstata), este mês tem outra data que também visa conscientizar sobre tumores malignos no país. No dia 27 de novembro é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Câncer, uma data criada com o objetivo de levar informação sobre a doença para toda sociedade brasileira.  A data foi instaurada no país a partir da necessidade de disseminação da informação acerca do tema, já que o câncer mata milhões de pessoas todos os anos.

Entre os tipos de câncer mais frequentes no país, está o de pele. Atualmente, corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no Brasil. Embora esteja entre os mais comuns, o tipo específico apresenta altos percentuais de cura, se for detectado precocemente.

Com a expectativa de vida da população brasileira crescendo, o número de casos de câncer também vem aumentando. De acordo com dados o Instituto Nacional de Câncer (INCA), as pessoas acima dos 65 anos de idade estão mais expostas ao risco de desenvolvimento dessa doença. Mais da metade das mortes causadas por câncer no país são nessa faixa etária – anualmente 75 mil idosos morrem no Brasil em decorrência disso. A estimativa é alarmante. A projeção para 2018 é de que serão 165.580 novos casos, sendo 85.170 homens e 80.410 mulheres.

Em Brasília, o Dr Erasmo Tokarski que atua na área da Dermatologia, Estética e Cirúrgica há mais de 30 anos, explica que existem duas categorias principais de tumores na pele. “O não melanoma é o mais frequente e tem baixa letalidade. Ele atinge a epiderme, a camada mais externa da pele. Já o tipo melanoma é raro, porém mais agressivo. Ele ataca os melanócitos, as células que produzem o pigmento melanina, e tem grandes chances de metástase, ou seja, de se espalhar para outras partes do corpo”, conta.

De acordo com o especialista, os cuidados com a prevenção são fundamentais para diminuir a incidência do câncer de pele. Alguns dos fatores de risco são a exposição solar exagerada e bronzeamento artificial. Também há aspectos naturais, por exemplo, ter histórico da doença na família e ter pele clara, que é mais sensível a radiação solar.

Ele descreve ainda os sinais que precisam de atenção. “Uma boa dica é a regra do ABCDE. Você precisa consultar um médico se tiver uma pinta ou mancha que seja Assimétrica, tenha Bordas irregulares, alterações na Cor, Diâmetro maior que seis milímetros e apresente Evolução ou modificação ao longo do tempo”, alerta.

O tratamento pode incluir cirurgia para retirada do tumor (podendo ser feita com laser, bisturi, congelamento e fototerapia, entre outras técnicas), medicamentos de uso tópico e radioterapia, dependendo da gravidade do quadro. “Mesmo em casos mais simples, é importante ir logo a um profissional especializado. O câncer pode provocar lesões, geralmente nas áreas mais expostas do corpo, e gerar problemas estéticos, prejudicando a imagem e a autoestima do paciente”, afirma o dermatologista.

Saiba mais sobre a prevenção:

  • É importante usar filtro solar diariamente e reaplicar o produto a cada duas horas, nas atividades de lazer ao ar livre, ou a cada quatro horas no dia a dia. Uma boa frequência para a rotina cotidiana é aplicar o protetor de manhã antes de ir ao trabalho e reaplicar antes de sair para o almoço;
  • Usar chapéus, óculos escuros, roupas com fator de proteção e guarda-sol;
  • Ir ao médico caso surjam pintas ou manchas suspeitas, que coçam, ardem, descamam, sagram ou mudam de cor e tamanho, e feridas que demoram mais de quatro semanas para cicatrizar.

A Xilogravura Popular: Xilógrafos, Poetas e Cantadores

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A Xilogravura Popular: Xilógrafos, Poetas e Cantadores

Museu Nacional da República recebe mostra que reúne cerca de 300 obras assinadas por gravadores, poetas e cordelistas renomados

Briga de Foice – Autor-J Borges

A rigidez da madeira é moldada e se torna maleável para acomodar a poesia. Os talhos se transformam em animais, em gente e em cenários imaginários. Assim, nasce o casamento da xilogravura com a literatura de Cordel, que narra a criatividade do imaginário do nordeste brasileiro. Com a intenção de apresentar essa técnica de ilustração, que chegou ao Brasil no século 19, Brasília será a sede da exposição A Xilogravura Popular: Xilógrafos, Poetas e Cantadores, em cartaz no Museu Nacional da República de 27 de novembro de 2018 a 10 de fevereiro de 2019. Edna Pontes e Fábio Magalhães assinam a curadoria. O patrocínio é da Eletrobras.

A mostra estreia na capital federal e reúne cerca de 300 xilogravuras, além de matrizes de xilogravuras e álbuns de Cordel, que recontam um pouco da trajetória dessa arte popular. A maioria das obras, no entanto, são ilustrações independentes da literatura e surgiram, justamente, quando essa arte passou a despertar o interesse dos intelectuais e artistas modernos e ganharam brilho próprio.

“A mudança ocorre por volta dos anos 1950, quando a xilogravura que ilustrava esses folhetos é substituída por fotos e pela zincogravura. Ao mesmo tempo, porém, os gravadores começam a receber encomendas para produzir uma xilogravura independente do Cordel e começam a fazer as ilustrações em um tamanho muito maior de o tradicional 15×7”, explica Fábio Magalhães.

O público terá acesso a peças de acervos pessoais e de museus, assinadas por gravadores, poetas e cordelistas renomados como Ariano Suassuna, Dila, Jota Borges, Samico, Mestre Noza, Palito, entre outros. Elas estarão reunidas pelas diferentes temáticas que representam, como costumes populares; cenas religiosas (milagres e crenças); bichos fantásticos (dragões, leão alado, pavão misterioso ) ; além de romances e aventuras do cangaço.

Trechos das histórias de Cordel também serão apresentados ao público, assim como as narrativas dos cantadores e dos repentistas. “Incluímos, também, obras de artistas plásticos que, muito embora não façam parte da denominada arte popular, produziram xilogravuras com linguagens de ‘parentesco’ com o Cordel”, acrescenta Fábio.

 SERVIÇO:

 A Xilogravura Popular: Xilógrafos, Poetas e Cantadores

Data: De 27/11/2018 a 10/02/2019.

Local: Museu da República

Endereço: Setor Cultural Sul, lote 2, próximo à Rodoviária do Plano Piloto.

Horário: De terça a domingo, de 9h às 18h30.

Entrada franca

Classificação indicativa: livre

Informações: 3325-5220