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O VENDEDOR DE SONHOS chega aos palcos de Brasília Romance mais vendido de Augusto Cury vira peça teatral e estará em cartaz no Teatro UNIP nos dias 22 e 23 de setembro 

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O VENDEDOR DE SONHOS chega aos palcos de Brasília

 

Romance mais vendido de Augusto Cury vira peça teatral e estará em cartaz no Teatro UNIP nos dias 22 e 23 de setembro 

 

 

Baseada no best-seller homônimo de Augusto Cury, O Vendedor de Sonhos ganha versão teatral, adaptada pelo próprio escritor, em parceria com Cristiane Natale e Erikah Barbin. O Vendedor de Sonhos é a primeira obra de Cury a ser adaptada para o teatro. Com Mateus Carrieri, Luiz Amorim e grande elenco, a peça está em turnê pelo país e chega a Brasília no próximo mês, dias 22 e 23 de SETEMBRO, no Teatro UNIP.

Na trama, a personagem Júlio César (Mateus Carrieri) tenta o suicídio, e é impedido de cometer o ato final por intermédio de um mendigo, o “Mestre” (Luiz Amorim), que lhe vende uma vírgula, para que continue a escrever a sua história. Juntos encontram Bartolomeu, um bêbado boa-praça que decide unir-se a eles na missão de vender sonhos e despertar a sociedade doente. A revelação de um passado conflituoso do Mestre pode destroçar a grande missão do Vendedor de Sonhos.

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O médico psiquiatra e escritor Augusto Cury é considerado o autor mais lido da década e vendeu mais 35 milhões de livros em 70 países do mundo! O livro Vendedor de Sonhos foi seu romance mais vendido – traduzido em mais de 60 idiomas – e teve adaptação para o cinema sob a direção de Jayme Monjardim, com Dan Stulbach e César Troncoso, como protagonistas, em 2016.

Ficha Técnica

Adaptação: Augusto Cury, Erikah Barbim & Cristiane Natale
Direção: Cristiane Natale
Iluminação: Bruno Henrique França
Trilha Sonora: Victória Venâncio
Figurinos: Valentina Oliveira

Elenco


Luiz Amorim
Mateus Carrieri
Marcos Veríssimo
Maurício Colatoni
Anisha Zevallos
Adriano Merlini
Guilherme Carrasco
Fernanda Mariano

Serviço:

O Vendedor de Sonhos
Dias: 22 e 23 de setembro de 2018
Horário: sábado às 21h e domingo às 20h
Endereço: 913 Sul – Asa Sul, Brasília – DF
Local: Teatro UNIP – 913 Sul

Ingressos:
R$140,00 (inteira) | R$70,00 (meia)

INGRESSO SOCIAL**:
R$80,00 (ingresso social já com desconto)** mais 1kg de alimento não perecível

Vendas pela internet (com taxa de serviço e pagamento por cartão de crédito): www.naoperco.com

Ponto de venda físico (sem taxa de serviço e pagamento somente em dinheiro)*:
Cia Toy Alameda Shopping (61) 3351-1963
Cia Toy Terraço Shopping (61) 3233-7240
Cia Toy Pátio Brasil (61) 3224-8334
Cia Toy Península Shopping (61) 3468-1727
Cia Toy Feira dos Importados (61) 3037-3782
Cia Toy Gilberto Salomão (61) 3248-7745
Cia Toy Iguatemi Shopping (61) 3468-3765
Cia Toy Águas Claras (61) 3435-2375
Cia Toy Parkshopping (61) 3233-6762
Cia Toy Taguatinga Shopping (61) 3024-1388
Belini Pães e Gastronomia, 113 Sul (61) 3345-0777
*Pagamento somente em dinheiro. No dia do espetáculo, ingressos à venda também na bilheteria do Teatro a partir das 12h.

Acessibilidade: Sim
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos

Duração: 90 minutos
Mais Informações: (61) 4101-1121 ou (61) 4101-1230
Produção local: Grupo Mais Brasil Entretenimento

VERSOS DE NICOLAS BEHR GANHAM TRADUÇÃO PARA O INGLÊS

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Foto : Bento Viana

VERSOS DE NICOLAS BEHR

GANHAM TRADUÇÃO PARA O INGLÊS

 

Poeta lança livro e encontra o público na Casa Thomas Jefferson

 

Brasília, setembro de 2018 – Com 215 poemas de várias fases do autor que escolheu Brasília como morada, o livro It Will Never Rain Again será lançado em setembro, na capital. Depois de ter seus versos traduzidos para o espanhol em La Brasilíada (edição do autor, 2009), para o alemão em Brasilyrik (edição do autor, 2014) e para o francês em Bonjour, Brasilia (inédito), chega a vez da poesia de Nicolas Behr ser apresentada na língua inglesa em It Will Never Rain Again, publicado pela Khandangus Books, com tradução de Michael Hill e patrocínio da Casa Thomas Jefferson. A obra será lançada na quinta-feira, 13 de setembro, na Casa Thomas Jefferson (unidade 706/906 Sul), a partir das 17h.

Segundo Behr, It Will Never Rain Again é uma “antologia das antologias”, contemplando poemas de 1977 até 2014. Nascido em Cuiabá, mas vivendo em Brasília desde 1974, o poeta publicou seu primeiro livrinho mimeografado três anos depois de chegar à capital. Foi publicitário e trabalhou em ONGs ambientalistas. Desde 1990, dedica-se a um antigo hobby, a produção de espécies nativas do cerrado, na Pau Brasília Viveiro Eco.Loja.

Contendo 215 poemas em 160 páginas, It Will Never Rain Again traz apresentação do poeta-diplomata indiano Abhay K e ainda um glossário. A orelha do livro foi escrita pela professora de português da Universidade de Minnesota, Sophia Beal, estudiosa da cultura brasiliense. O tradutor Michael Hill foi professor assistente de língua portuguesa na Academia de West Point, nos Estados Unidos, com mestrado em estudos latino-americanos pela Universidade da Flórida. “Ter os meus poemas traduzidos para uma das línguas mais faladas do mundo é motivo de grande alegria. Agora, posso ser lido por um público amplamente distribuído pelo planeta”, ressalta o poeta Nicolas Behr.Nicolas Behr por truman macedo.JPG

Em 2015, o Instituto de Letras da Universidade de Brasília instituiu o “Prêmio Nicolas Behr de Literatura”. Behr já publicou oito livros em que a cidade de Brasília é o tema central.

è It Will Never Rain Again (Khandangus Books, 160 páginas, R$ 35,00)

Antologia de poemas de Nicolas Behr traduzidos por Michael Hill.

PROGRAME-SE

Lançamento em Brasília de It Will Never Rain Again, de Nicolas Behr

Data: 13 de setembro, quinta-feira, das 17 às 21 horas.

Local: Casa Thomas Jefferson (706/906 Sul – bloco B)

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre

Mais informações para o públicohttps://thomas.org.br/eventos/

Festival Puroritmo celebra a cultura africana no CCBB Brasília

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Foto: Fabio Guerra

Festival Puroritmo celebra a cultura africana no CCBB Brasília

# Atrações internacionais, nacionais e do DF, gastronomia étnica, feira de artesanato, projeções mapeadas temáticas e oficinas de sustentabilidade

# De 28 a 30 de setembro, na área externa

 

Entrada franca

 

O Festival Puroritmo chega à sua 13ª edição celebrando a África e sua cultura: sua música, sua gastronomia e suas tradições. É realizado de 28 a 30 de setembro, no Centro Cultural Banco do Brasil – Brasília.  Depois de um período de renovação para voltar à cena brasilense, o festival promove este ano uma imersão no universo da produção cultural e sustentabilidade de forma inovadora.

Durante três dias, apresentações culturais de grupos africanos e afro-brasileiros, DJs, culinária africana e kalunga, feira de artesanato e arte, oficinas educativas voltadas para questões de sustentabilidade, projeção mapeada com o tema Brasília imersa, água, cerrado e nossas origens em tenda geodésica desenvolvida dentro do conceito sustentável.

“Nossos ancestrais africanos são lembrados por meio de ritmos, costumes e temperos da Mãe África. A expectativa é que o público acesse conteúdos e viva um pouco da África em plena Capital Federal e que passe a valorizar mais a origem do ser brasileiro. Com isso, reconheça mais a si mesmo e sua própria cultura”, comenta o idealizador do festival, Rafael Poubel.

Sobem ao palco do Festival Puroritmo – África , os grupos Fanta Konatê (GUINÉ/BRA), Songhoy Blues (MALI), que se apresenta pela primeira vez no Brasil, Sussa Kalunga (GO), Horoyá (SP/SENEGAL), Rita Benneditto (MA), e os brasilienses Mandé Moba (DF), Afoxé Omo Ayô (DF) e Filhas de Oya (DF). E o line up de DJs se reveza durante toda a programação com os locais DJ Chico Aquino (DF), DJ Sapo (DF) e DJs Aisha e Yamina (DF) e os paulistas DJ Nyack (SP), DJ Tudo (SP) e DJ Odara  (SP). A curadoria é do DJ Chico Aquino e de Rubens Carvalho, que esteve a frente da direção artística do Gates Pub por mais de 25 anos.

Durante a programação também será realizada a feira de artesanato africano, com coordenação da Diaspora009. A Diaspora009 é uma marca de moda que alia a estética e o discurso e faz curadorias de tecidos, alta-costura, histórias, referências culturais afro diaspóricas, decoração e memórias coletivas para a construção contínua de uma identidade negra positiva y libertária.  Durante o Puroritmo teremos estandes com expositoras mulheres negras, em um intercâmbio de moda afro, acessórios, decoração, livros, música, artesanato, cosméticos, entre outras mercadorias que simbolizam e resgatam o conceito desta autoestima negra empoderada.

Também serão ministradas oficinas de instrumentos musicais com material reciclável (Musiclar), de hortas orgânicas e de boneca Abayomi, símbolo de resistência, tradição e poder feminino na cultura africana. As oficinas são gratuitas, contam com intérprete em libras e as inscrições são feitas no próprio evento.

A inovação faz parte desta retomada do Puroritmo, e a tecnologia e o audiovisual  estão presentes nas projeções em mapping 360O, com conteúdo que busca a reflexão. “As projeções estão sendo criadas a partir das temáticas Cerrado, águas e ancestralidade africana numa narrativa que visa causar impacto e comunicar, quando a valorização de nossos ancestrais e a conexão do homem com a natureza estão intimamente correlacionados e são fundamentais para o resgate da consciência de acerca da importância do meio ambiente  e da nossa cultura para a saúde do homem e do planeta “, aponta Carina Bini, produtora e diretora audiovisual que está coordenando esta ediçãp do festival Puroritmo.

O Puroritmo nasceu com a proposta de entretenimento responsável. Os produtos alimentícios e outros comercializados consideram o respeito ao meio ambiente, às tradições culturais e valorização do manufaturado, do humanizado. As estruturas do evento são feitas prioritariamente de materiais renováveis como é o caso do bambu, para demonstrar as possibilidades arquitetônicas que temos na natureza de baixo impacto.

“No festival também buscamos reduzir a emissão de resíduos e reciclar aquilo que for produzido, gerando trabalho e renda para cooperativas de reciclagem. E, além das questões ligadas às estruturas físicas, promovemos também a sustentabilidade por meio de oficinas temáticas e materiais educativos no festival”, explica Poubel.

O Festival Puroritmo – África tem patrocínio do Banco do Brasil, produção da Tantri Arte e é realizado com recursos do Fundo de Cultura do Distrito Federal e da Lei de Incentivo ä Cultural do DF.

 

Programação

 

Sexta, 28 de setembro

16h às 21h – Feira de Artesanato

19h às 23h – Feira Gastronômica

19h às 23h – Exibição vídeo em mapping (sessões alternadas durante o período)

Oficinas
*(Para alunos das escolas públicas do DF agendadas)

15h – Musiclar: Instrumentos músicas com materiais reciclados

16h – Musiclar: Instrumentos musicais com matérias reciclados

 

 

Programação Musical

20h – DJ Chico Aquino

21h – Fanta Konatê (GUINÉ/BRA)

22h – DJ Nyack (SP)

23h – Songhoy Blues (MALI)

 

Sábado, 29 de setembro

16h às 21h – Feira de Artesanato

19h às 23h – Feira Gastronômica

19h às 23h – Exibição Vídeo em mapping *(sessões alterndas durante o período)

 

Oficinas

*(para público em geral, com limite para 40 participantes por ordem de chegada)

16h – Palhacitas Sustentáveis – Vamos reciclar.

16h – Nutrição Funcional

17h – Oficina Boneca Abayomi

17h – Horta linda: horta em pequenos espaços

 

Programação Musical

17h – Sussa Kalunga (GO)

18h – Afoxé Omo Ayô (DF)

19h – DJ Tudo (DF)

20h30 – Horoyá (SP/SENEGAL)

22h – DJ Odara (DF)

23h – Rita Benneditto (MA)

 

Domingo, 30 de setembro

16h às 21h – Feira de Artesanato

19h às 23h – Feira Gastronômica

19h às 23h – Exibição vídeo em mapping *(sessões alternadas durante o período)

 

Programação Musical

16h30 – Mandé Moba (DF)

17h30 – DJ Sapo (DF)

18h30 – Filhas de Oyá (DF)

19h – DJs Aisha e Yamina (DF)

20h – Lazzo Matumbi (BA)

Sobre as atrações:

SEXTA-FEIRA

 

Fanta Konatê (Guiné/Brasil)

 

A cantora, bailarina e compositora da Guiné Conacri, na África Oeste, Fanta Konatê é filha do Mestre Percussionista Famoudú Konatê. Sua família é uma das mais representativas da arte tradicional Malinkê, da região do Hamaná, onde surgiram o tambor Djembê e a música dos Griôs. É fundadora do Instituto África Viva em SP e teve sua formação nos Balés Hamaná, Faretá, Bolontá e Soleil d´Afrique, foi arte-educadora das ONGs “Medecins Sans Frontiers” e “Enfants Refugiées du Monde” com adolescentes morando na rua e refugiados de guerra na Guiné. Sua voz apresenta a musicalidade das tradições africanas que mistura o jazz do Oeste Africano às Culturas Populares do Brasil.

https://www.youtube.com/watch?v=7BWFkT27_Vg

 

Songhoy Blues (Mali)

Forçados a deixar suas casas no norte do Mali, na África, durante a guerra civil e a imposição da Lei da Sharia, os integrantes do Songhoy Blues foram para Bamako, no sul do país, e formaram a banda. Aliou Toure? (vocal), Garba Touré (guitarra), Oumar Toure? (baixo) e Nathanael Dembele? (tambores) queriam recriar o ambiente perdido do norte e fazer com que os refugiados revivessem as canções da terra natal. O nome do grupo está relacionado à etnia dos integrantes (songhoy é o nome dado ao grupo étnico na África Ocidental que fala esse idioma) e ao tipo de música que eles tocam. O álbum de estreia do grupo, “Music in Exile”, foi lançado em 2015 e aclamado pela crítica. O jornal The Guardian descreveu o disco como “um conjunto impressionantemente variado e empolgante” e nomeou o Songhoy Blues “[a] banda para assistir”. Pela primeira vez no Brasil o grupo apresenta em Brasília no CCBB.

https://www.youtube.com/watch?v=KvGsV8Trl8o

Dj Nyack (SP)

 

Conhecido como um dos profissionais dos toca discos mais jovem na idade, 29 anos, Dj Nyack já coleciona momento de projeção nacional e internacional. Desde 2007 acompanha o rapper Emicida, além de fazer parte de outros projetos de sucesso como a festa Discopédia e o podcast Frequência Modulada. O Dj ainda divide seu gosto musical através de mixtapes postadas em seu site mensalmente.

Site – www.djnyack.com

 

Dj Chicco Aquino (DF)

 

Dj Chicco Aquino, também produtor e curador do projeto, comemora 15 anos de carreira em 2018. O que muitos não sabem é que Chicco começou na música como baixista. Integrou as bandas autorais HaOnoBeko e Piramidi nos anos 90 e 2000. Foi o primeiro produtor da cantora e rapper FloraMatos. Entre outras festas, e idealizador dos Festiivais: Puroritmo e Arte Flow. Podemos citar como referências seus atuais e bombásticos projetos, como a Makossa Baile Black e a Mistura Fina, e o mais novo projeto Tônica, mas resolvemos lembrar do seu passado para conhecer um pouco mais desse artista que navega pelas ondas do Hip Hop, Soul, Disco, House e Afro Music.

 

 

SÁBADO

 

Sussa Kalunga (DF)

 

A Sussa – Dança tradicional Kalunga, nascida de tradições africanas, reflete toda a alegria desse povo. Com um ritmo marcado pelo som da viola, do pandeiro, da sanfona e da “onça” (caixa de madeira, espécie de tambor), é uma tradição que envolve toda a comunidade através da música e da dança. A Sussa faz referência à dança sagrada de pagamento de promessas, geralmente feita em pedido de prosperidade da lavoura. As festas Kalunga, representadas pelos tambores da Sussa, apresentam ritos complexos, com simbolismos peculiares, como o reinado do Imperador, a coroa, a corte em procissão, o mastro, as bandeiras, as espadas, o terço com as ladainhas das rezadeiras, os foguetes e alguns motivos folclórico-emblemáticos. Em um sentido mais amplo ou uma releitura, as festas dos Kalunga correspondem à folia de santos católicos.

https://www.youtube.com/watch?v=35qOMQ1aTqo

 

Horoyá (Guiné/SP)

 

Höröyá é um grupo de música instrumental, da cidade de São Paulo, Brasil, composto por nove integrantes, que tem como influências as culturas tradicionais de países do oeste africano como Guiné, Mali e Senegal e diversas vertentes afro-brasileiras, como o samba e toques de candomblé, o afrobeat da Nigéria e de Gana e a musicalidade afro norte-americana, como o funk e o jazz. Com instrumentos tradicionais africanos como ngoni, dunun, djembe, balafon, krin, sabar e tama soando junto com a brasilidade dos atabaques, berimbaus e cuíca e a contemporaneidade de guitarras, saxofones, baixo, trombones e trompetes, o grupo propõem uma nova musicalidade, ressignificando origens e influências das matrizes africanas.

Rita Benneditto (MA/RJ)

 

A cantora Bennetitto nasceu em São Benedito do Rio Preto, cidade do Maranhão. Rita começou a cantar em corais e seguiu participando de festivais, grupos vocais, cantando na noite em São Luis. Em 1986, estudou canto erudito no Chile. No Brasil, ganhou prêmios em festivais e apresentou seu primeiro show solo, Cunhã, com direção musical de Zeca Baleiro em 1989 no Maranhão. Em 1997 gravou seu primeiro CD intitulado Rita Ribeiro, com produção de Mario Manga e Zeca Baleiro. O disco e o show, apresentado em várias capitais brasileiras, deram projeção nacional à cantora maranhense. Seu ritmo se caracteriza pela influência de MPB (Música Popular Brasileira), sons eletrônicos e rezas das religiões afro-brasileiras.

Afoxé Omo Ayô (DF)

 

O Afoxé Omo Ayó, que nasceu dentro do terreiro de candomblé Ilê Odé Axé Opô Inlé, traz em sua raiz irreverência, tradição e respeito à cultura de matriz africana. Sob a influência do renomado grupo brasiliense Patubatê, o Omo Ayó traz em seu repertório livres adaptações de cantigas da cultura popular e afro-brasileira como “É D´Oxum”, “Canção de Partida”, “Na beira da Praia”, entre outros. Criado em 2014, o grupo que soma 30 integrantes já se apresentou na Feira de Educação Profissional e Tecnológica no Pátio Brasil Shopping e no Festival da Mulher Afro Latino Americana e Caribenha. Em 2015, à convite do Festival Abre Caminhos, recebeu em sua sede em Planaltina visita do grupo Ilê Ayê para troca de experiências artísticas e oficinas de dança afro e percussão.

Dj Odara (SP)

Dj Odara Kadiegi Mirand atuando como colecionadora/seletora de vinis desde 2014, o foco em seus sets é a música jamaicana das décadas de 1970 e 1980, mas, com grande influência e paixão na sonoridades da ilha caribenha, mesclando os sons clássicos e tradicionais com a modernidade.

https://www.youtube.com/watch?v=rsF3wZgzYW4

 

Dj Tudo (SP)

 

Luiz Alfredo Coutinho Souto nasceu em Juiz de Fora (MG). Foi criado em Brasília, onde se formou em música pela UnB, antes de se mudar para São Paulo em dezembro de 1998. Já tocou com Lee “Scratch” Perry, lenda jamaicana do reggae e do dub. Produziu discos de artistas como Junio Barreto, Ortinho, Cérebro Eletrônico, e Porcas Borboletas e é coautor da trilha sonora do filme “Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios”, de Beto Brant. Seus quatro discos autorais, como Dj Tudo, foram gravados parte na Europa – o último, “Pancada Motor – Manifesto da Festa”, foi produzido por Mad Professor e saiu na Inglaterra pelo selo Far Out.

https://www.youtube.com/playlist?list=PL25XGocKy6JCrAOi6diNEM10gR_KQh1d7

 

 

DOMINGO

 

Lazzo Matumbi (BA)

 

Lazzo Matumbi é um cantor e compositor brasileiro. Dedicado principalmente ao estilo musical conhecido como samba, jazz, reggae e afro-baiano. Além da voz inconfundível e interpretações cheias de estilo pessoal, o artista também é reconhecido por seu posicionamento contra o preconceito e a desigualdade racial. Ele Interpretou “Rose” em uma homenagem a Ederaldo Gentil, no disco Pérolas Finas em 1999. Lazzo. Em 2015, participou do concerto “Pérolas Mistas”, convidado de Carlinhos Brown com participação de Ellen Oléria e Mariene de Castro.

 

Mandé Moba (DF)

 

Mandé Moba é um grupo de dança e música inspirado em um conto Griot, que nos remete ao ponto de vista socioespiritual do oeste africano. Mandé Mobá, que traz, através da dança e da música, as raízes da herança afro-brasileira. Idealizado pela bailarina, pesquisadora e educadora Carla Sacramento Costa (também conhecida como Carla Girija), Mandé Mobá é um projeto sobre a força ancestral africana na cultura brasileira.

 

 

Filhas de Oyá (DF)

 

Filhas de Oyá é um grupo percussivo de mulheres em Brasília que desde 2016 experimenta a criação musical a partir dos baques tradicionais do Maracatu, Côco e Ijexá, trazendo um repertório que mescla canções da cultura popular com canções autorais. Buscam saudar a força feminina ancestral, cantando e louvando as temáticas que tratam da liberdade e do poder revolucionário das mulheres do nosso tempo, apoiadas respeitosamente na história de luta e resistência das mulheres. O grupo acredita na potência da alegria compartilhada, na resistência que preenche espaços com vida e no efeito curativo da música e da arte.

 

Dj Aisha e Yamina (DF)

 

São primas, formam um duo de DJs que vem ganhando destaque pela riqueza de suas pesquisas musicais voltadas a África tradicional e contemporânea. Transitam entre diversas vertentes da música, de Jorge Ben passando por hip-hop, bass, trap, r&b, funk, afrobeat, kuduro, afro house e dancehall. Sempre com foco em criações negras e a excelência que entregam lhes proporcionou a apresentação no lançamento de uma das edições da revista Glamour, Budweiser Basement, periodicamente fervem as pistas do Orfeu Academia de Dança e da Casa da Luz, e t uma trajetória inspiradora.

https://soundcloud.com/aisha-mbikila-garcia-fikula/

 

Dj Sapo (DF)

Natural de Brasília-DF, Dj Sapo, está inserido na cultura Hip-Hop desde 2011, onde teve seu primeiro contato com as danças urbanas, pela vertente Locking. Logo depois ingressou na vertente Breaking e fundou a Apocalipse Crew e em 2011, o grupo Cyphers Clan ambas de Breaking. Hoje a Cyphers Clan tornou-se um coletivo cultural, com dançarinos e dançarinos, DJs e Mc. Em 2013 idealizou e realizou em Brasília o evento de danças urbanas “BREAKING DOWN”, onde se encontravam dançarinos locais e de outros estados.

Focou nos cursos de produção de eventos e na arte educação, atuando em centro de reintegração social e casas de recuperação ao decorrer do tempo. Estudante em formação de Administração de Empresas, busca ao decorrer do curso, agregar seu conhecimento à cultura urbana por um todo.

Serviço:

Festival Puroritmo – África

De 28 a 30 de setembro

Entrada gratuita

Área externa

Centro Cultural Banco do Brasil – DF

Endereço: SCES Trecho 2 – Brasília/DF

Tel.: 61 3108-7600

E-mail: ccbbdf@bb.com.br   Site: bb.com.br/cultura

Redes sociais: facebook.com/ccbb.brasilia e twitter.com/CCBB_DF

The World in Brazil em Brasília Evento lança projeto My Country is Open for Business, que pretende conectar investidores do Brasil e do mundo  

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 The World in Brazil em Brasília

Evento lança projeto My Country is Open for Business, que pretende conectar investidores do Brasil e do mundo

 

Enquanto alguns empresários brasileiros alçam voos no estrangeiro, muitos investidores de fora ficam de olho no Brasil, devido ao seu potencial de crescimento. Foi pensando nisso que a Presidente da Energia Eventos & Business (Since 1987), Lucilde Pires, resolveu criar o projeto My Country is Open for Business. Observando a realidade do Brasil, Lucilde percebeu que tanto os investidores estrangeiros quanto os embaixadores daqui tinham dificuldade em fazer negócios.

O lançamento do My Country is Open for Business será no dia 12 de setembro, às 19h, no Evento Internacional The world in Brazil, Connecting People, a ser realizado no Espaço da Corte, no Setor de Clubes Esportivos Norte. Na ocasião, o Corpo Diplomático, Empresários e Organismos Internacionais serão homenageados. O intuito do projeto é afinar e impulsionar os interesses específicos dos investidores, tanto no Brasil como no mundo todo.

Segundo Lucilde, “conectar os empresários às embaixadas por meio do fomento dos mais variados tipos de business, turismo, gastronomia, arte, cultura e moda, garante aos dois lados a segurança legal da realização dos negócios com amparo jurídico, financeiro e comercial.” Todos os embaixadores foram convidados para o evento, bem como investidores, empresários, executivos internacionais, representantes da Federação de Indústria de São Paulo (FIESP), a International Police Association Brasil Section (IPA Brasil), a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (APEX) e a Organização das Nações Unidas (ONU) – e muitos já confirmaram. A expectativa é de receber 300 pessoas.

 

Programação:

Das 19h às 20h15: Welcome Cocktail e Apresentação da IPA Brasil Orquestra JK

Das 20h15 às 21h25: Cerimônia de Homenagem ao Corpo diplomático, Empresários e Representantes de Organismos Internacionais

21h25: Jantar preparado pelo Espaço da Corte.

 

Serviço:

Lançamento do projeto My Country is Open for Business,

no Evento Internacional The World in Brazil

Data: 12 de setembro

Horário: 19h

Local: Espaço da Corte (Setor de Clubes Norte – SCEN – TR 1 Lt. 11B

Asa Norte)

Traje: Passeio completo/ Uniforme correspondente

Informações: lucildepires@energiaeventos.com.br ou (11) 99988-9947

Enova Feira de Produtos Autorais traz para a Capital Federal edição de primavera

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Enova Feira de Produtos Autorais traz para a Capital Federal edição de primavera

O evento que acontece na Belini Café – The Coffee Experience valoriza produtos brasilienses e conta

com exposição de peças artesanais exclusivas

 

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Quem aprecia produtos artesanais vai adorar saber que Brasília recebe no próximo dia 16 de setembro (domingo), mais uma edição da Feira Enova. O evento que será realizado em parceria com a Belini Café – The Coffee Experience (114 sul), conta com cerca de 15 expositores que estarão com seus produtos, todos de autoria própria, à venda das 10h às 18h.

O evento que valoriza o trabalho de artistas, artesãos, designers e estilistas de Brasília, traz a temática ‘Primavera’, e acontece na capital federal há cinco anos. Com preços bem atrativos, o projeto traz acessórios, bijuterias, roupas, produtos infantis, e muitos outros produtos. Fora isso, os brasilienses podem curtir o som do Dj Márcio Vital, que estará no evento mostrando seus famosos e valiosos discos de vinil.

O projeto que foi idealizado a partir da necessidade de divulgar trabalhos autorais dos artistas, artesãos e estilistas da cidade, apoia a economia criativa, e é exatamente por isso que são aceitos somente trabalhos autorais, como conta a idealizadora e organizadora da Enova, a designer e personal stylist brasiliense Cíntia Taira. “Sem valores caros de aluguel e em ambientes em que tanto os expositores quanto os clientes sintam-se em casa. Isso é um dos diferenciais da feira, já que não há estresse de filas e ‘muvuca’ de shoppings e grandes centros de compras”, comenta

 

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Além de apreciar os artesanatos, o público poderá relaxar e aproveitar para tomar um cappuccino, um café expresso ou umas das gostosuras que a Belini Café  traz em seu cardápio, já que o evento será no próprio estabelecimento.

Saiba quais são as marcas que estarão na feira: 

Dani Furtado Ateliê Criativo; Nina Marina Criações; Belle T-Sirts; Lislu Jóias Artesanais; Combinado Baby; Era uma vez; Gaforina; Marcele; Magia da Prata; Felipe Lee; Ana Paula Cores e Formas Ateliê; Arte em fios; Transbordar; Luiza H; Taira.

Serviço:

Enova – Feira de Produtos Autorais

Data: 16 de setembro de 2018

Local: Belini Café – The Coffee Experience (CLS 114 Bloco B Loja 07 – Asa Sul)

Horário: 10h às 18h

*Entrada gratuita

Alexandre Guerra diz que fará campanha mais barata entre candidatos ao GDF

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O empresa?rio Alexandre Guerra, 37 anos, e? o Candidato do NOVO ao governo do Distrito Federal nas eleic?o?es de 2018. Sem um passado partida?rio, Alexandre concorre nas pro?ximas eleic?o?es com a proposta de mudar a poli?tica de “loteamento de cargos” pu?blicos, que é rotina para se conseguir apoio dos antigos caciques políticos. Com uma longa carreira de sucesso como CEO do Giraffas, ele promete ser a soluc?a?o de governabilidade do DF ao focar nos princi?pios administrativos de gesta?o de recursos, no uso da ma?quina pu?blica para estimular a “gerac?a?o de empregos” na iniciativa privada e administrar o DF sem “conchavos e distribuic?a?o de cargos”.
O QUE O CANDIDATO PODE PROMETER A? POPULAC?A?O DO DF?
Um político normal costuma prometer tudo. Depois, quando vence a eleição, na melhor das hipóteses, ele faz muito pouco do que prometeu. Nós queremos mudar o jeito como se faz política. E para mudar é preciso ser e fazer diferente ainda antes das eleições. Por isso, em vez de promessas, nós assumimos compromissos que já estão sendo colocados em prática no nosso dia a dia. Para mudar a política, é preciso mudar a maneira como se disputam as eleições.
PODERIA DAR ALGUNS EXEMPLOS DE PONTOS A MUDAR?
Nós somos contra usar dinheiro público para financiar partidos e campanhas eleitorais, como acontece hoje. Por isso, o Novo não gasta um centavo do fundo partidário. Temos 3 milhões de reais em caixa e estamos tentando devolver esse dinheiro para o TSE. Esse dinheiro não é nosso. Esse dinheiro é de quem trabalha e paga imposto. Deveria ser usado para melhorar a qualidade de escolas e hospitais e equipar e treinar a polícia. A mesma postura deve se estender a?s coligac?o?es e alianc?as nas campanhas e posteriormente para governar, sendo que  troca de favores, cabide de empregos, burocracia, ineficiência, e desperdício devem ser totalmente banidos da vida poli?tica. Alguns partidos, principalmente os mais desgastados, estão até mudando de nome para parecer novo. Mas pra ser novo precisa ser diferente. Quem não age com ética e respeito pelo que é de todos jamais vai fazer as mudanças que as pessoas esperam em 2018.
EMPRESA?RIO OU POLI?TICO?
Brasiliense, aqui nascido e criado, executivo do setor privado. Hoje, eu sou um cidadão indignado com o estrago que os maus políticos fizeram na vida dos brasileiros e dos brasilienses. E quero transformar essa indignação em algo positivo para o DF. Eu quero que os meus filhos vivam em um lugar melhor e com futuro.
VOCE? E? DONO DA REDE GIRAFFAS?
Nem de longe, mas tenho o orgulho de ter trabalhado na rede por 18 anos, saindo de auxiliar administrativo ate? a preside?ncia da empresa, fundada pelo meu pai em 1981. A rede tem a minha idade e, antes que me pergunte, na?o vou herdar a rede, sou apenas um pequeno acionista.
As nossas girafinhas fazem parte da minha histo?ria assim como são parte da histo?ria de Brasi?lia. Afinal, fomos a primeira empresa, de qualquer ramo de atividade, a funcionar em todas as regiões do DF. Hoje são 80 restaurantes, gerando quase 2.000 empregos diretos.
TEM ORGULHO DE SEU TRABALHO NO SETOR PRIVADO? E SE TEVE E?XITO, POR QUE PENSAR NO SETOR PU?BLICO?
Certamente tenho orgulho. No setor privado o reconhecimento profissional e? baseado nos resultados que voce? apresenta. É essa experiência que precisa ser levada para a vida publica. O contribuinte precisa ser tratado como um cliente. Nós todos pagamos pesados impostos, comparáveis a alguns dos países mais ricos do mundo, mas recebemos em troca serviços públicos que funcionam muito mal.
Não falta dinheiro. Falta boa gestão. E quem sabe gerir é gestor. Os políticos profissionais estão aí há muito tempo e eles claramente fracassaram nessa missão.
NESSA SUA VIDA DE EMPRESÁRIO, VOCÊ RECEBU O PRÊMIO FORBES?
Eu fui eleito, em 2015, pela revista Forbes o melhor executivo do setor de alimentação do Brasil. Eles reconheceram o trabalho de 18 anos de liderança no setor de food service tanto à frente do Giraffas quanto à frente do IFB (Instituto de FoodService Brasil), como presidente, e da ABF (Associação Brasileira de Franchising), na vice-presidência.
FALE UM POUCO DE POLI?TICA
Sou filiado e militante do NOVO, que quer fazer poli?tica de forma independente e sem negociatas de coligac?o?es, digamos, na?o programa?ticas, que outros partidos parecem estar fazendo. Veja, segundo a mídia noticia e ningue?m desmente, grupos de va?rios partidos esta?o negociando o rateio, a divisa?o, o loteamento dos cargos no pro?ximo governo do DF. O NOVO na?o participa disso. E? importante distinguir governabilidade de manutenc?a?o no poder.
Na?o consigo ver o interesse da populac?a?o do DF como sendo a preocupac?a?o ou o conteu?do dos acordos que sa?o feitos, ha? anos, entre a Ca?mara Distrital e o governador da vez. O que existe e? um acordo para a divisa?o de nomeac?o?es de apadrinhados para cargos e distribuic?a?o de poder para gastar os recursos pu?blicos. Isso sempre gera ineficie?ncia e eventualmente corrupc?a?o.
Enta?o, na?o poderi?amos governar o DF desta forma, com esse loteamento em nome de velha poli?tica e com o foco apenas para se perpetuar poder. Vamos mudar isso ao mudar os acordos no processo pre?-eleitoral. Repito: as mudanças precisam começar antes da eleição porque quem faz política do jeito antigo não vai governar de um jeito diferente.
QUAL SUA AFINIDADE COM O PARTIDO NOVO? E POR QUE NA?O VA?O FAZER COLIGAC?A?O PARA AS ELEIC?O?ES DE 2018?
O NOVO me atraiu justamente por essa proposta de efetivamente fazer poli?tica de forma diferente. Por exemplo, e? o u?nico partido que faz processo seletivo, no qual os candidatos precisam passar por diversos filtros relacionados a sua vocac?a?o, capacidade e compromissos e?ticos.
E? um partido de pessoas envolvidas com o Brasil, como os exemplos de Paulo Roque, nosso candidato ao Senado no DF, e de Joa?o Amoe?do, candidato a? Preside?ncia da Repu?blica. Em dezembro passado, fizemos o lanc?amento dos pre?-candidatos de 2018 em um evento que na?o custou um u?nico centavo para os contribuintes. Os filiados pagaram todos os custos, que ficaram em cerca de 40 000 reais. Enquanto isso, em dezembro de 2017, um outro partido fez um convenc?a?o que custou 1,5 milha?o de reais aos cofres pu?blicos, dinheiro de imposto pago pela sociedade e repassado ao tal partido.
A relac?a?o com as coligac?o?es tem que partir de posicionamento ideolo?gico convergente com a posic?a?o do NOVO. Na?o e? proibido fazer coligac?a?o, mas na?o vamos faze?-las em troca de dinheiro, de tempo de propaganda eleitoral na televisa?o e nem em cima de negociac?a?o de cargos.
COMO AVALIA ESSE ORC?AMENTO DE APROXIMADAMENTE 40 BILHO?ES DE REAIS PARA O DF E O DISCURSO DO ATUAL GOVERNO QUE NA?O HA? RECURSO?
R$ 40 bilho?es e? muito dinheiro, gerado pelo repasse constitucional do orc?amento da Unia?o. Esse valor, para um estado do tamanho do DF, e? um privile?gio que poucos estados te?m.
Parte do problema e? falta de gesta?o mesmo e na?o a falta de recursos. Se pegar os 6 bilho?es de reais destinados a? sau?de e dividir pelo nu?mero usua?rios desse servic?o vai ver que o custo por pessoa no sistema pu?blico e? superior ao custo individual no sistema privado.
Enta?o, existe espac?o para gastar esse 6 bilho?es de reais com eficie?ncia para gerar benefi?cio para o cidada?o. E a educac?a?o apresenta quadro semelhante. Veja, sem uma populac?a?o bem educada na?o se gera a igualdade de oportunidades e vemos que, no DF e entorno, a deficie?ncia da educac?a?o comec?a na primeira infa?ncia.
A crianc?a de 0 ao 6 anos fica longe da creche, fica longe do aprendizado, fica abandonada em casa e ja? esta? em desvantagem com a outra crianc?a que teve ensino desde cedo. Temos um deficit de creches gigantescos no DF e isso afeta tambe?m a rotina de trabalho dos pais. São 77 mil crianc?as que precisariam estar nas creches sendo que hoje o sistema so? possibilita o atendimento de 59 mil crianc?as.
Quer ver um exemplo marcante de falta de gesta?o? Parte das crianc?as que esta?o nas creches esta?o em escolas pu?blicas e outras nas escolas conveniadas. O custo para o governo por crianc?a nas creches conveniadas e? de cerca de R$ 900 por me?s e o custo por crianc?as nas creches pu?blicas e? de cerca de R$ 1.300 por me?s.
SOBRE A SAU?DE, COMO ADMINISTRAR OS 6 BILHO?ES DE REAIS PARA ESSA A?REA SE QUASE 80% E? PARA PAGAR A FOLHA DE FUNCIONA?RIOS?
O NOVO está preparando um diagno?stico profundo das questo?es do DF e do entorno. Reunimos os melhores especialistas em cada a?rea, dos setores pu?blico e privado, com capacidade e com vontade de mudar a atual situac?a?o e planejar um melhor futuro para a cidade. Enta?o, as soluc?o?es ja? esta?o aqui na cidade e, certamente, muitas delas sa?o conhecidas pelo atual governo do DF, mas na?o são implementadas.
EXISTE ALGUM PROJETO PARA AS PESSOAS DO ENTORNO DO DF?
O GDF tem que atender toda a populac?a?o e obviamente ha? care?ncia mais profunda no entorno do Distrito Federal. Vamos olhar com bastante cuidado para os cidada?os moradores de Goia?s que trabalham na Capital Federal e utilizam os servic?os ba?sicos oferecidos aqui. Essa populac?a?o e? responsabilidade nossa tambe?m, principalmente em a?reas mais sensi?veis para as fami?lias, como a sau?de e educac?a?o. Mas, qualquer poli?tica nessa regia?o, dependera? de conversas, negociac?o?es e compartilhamento das deciso?es com o Governador de Goia?s.
Agora, um ponto drama?tico e? seguranc?a pu?blica no DF e no entorno. Os i?ndices de viole?ncia sa?o absurdo e tem piorado. Hoje, temos 22 mortes por 100 mil habitantes, muito acima da me?dia nacional, uma realidade cri?tica, assustadora, e quando analisamos a viole?ncia nas regio?es administrativas ainda aparece enorme disparidade: Sa?o Sebastia?o e Fercal têm índices alarmantes acima de 40 mortes por 100 mil habitantes.
São indicadores de viole?ncia no ni?vel de conflitos militares espalhados pelo mundo e, vergonhosamente, esta? no dia a dia do cidada?o brasiliense e do entorno.
Precisamos equipar e treinar ainda mais a nossa polícia. E governo tem de parar de atrapalhar quem quer trabalhar, empreender e gerar emprego.
Violência está ligada principalmente à pobreza e miséria e temos de ajudar as pessoas a crescer.
Só vamos mudar isso quando um jovem que está sendo aliciado pelo crime tiver certeza de que livro na mão produz muito mais riqueza do que um revólver.
QUAL E? O PROGRAMA DO NOVO PARA O DESENVOLVIMENTO ECONO?MICO DO DF?
A nossa pauta principal e? a gerac?a?o de empregos e ha? dezenas de projetos ligados a? investimentos e a? infraestrutura que esta?o simplesmente esquecidos, parados, dentro da burocracia do estado ou por falta de vontade poli?tica do atual governo do DF.
Nossa visa?o e? que precisamos dar movimento para essas iniciativas e liberar a vida do cidada?o. Hoje, o empreendedor, e sei dizer isso com conhecimento de causa, tem dificuldades imensas para trabalhar. Sa?o diversas barreiras, a burocracia e? infinda?vel e ha? altos impostos para serem pagos. Por isso, O NOVO tem a visa?o que e? necessa?rio liberar a vida do cidada?o desses entraves para que ele invista, crie riqueza, gere emprego e renda para que todos possam viver melhor.