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sexta-feira, julho 10, 2026
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Portal de Brasília aposta em gamificação para estimular adolescentes a estudar

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O Portal Gênios oferece  aulas de reforço escolar para o ensino fundamental e médio

Por Adriana de Araújo

Portal Gênios aposta na gamificação para estimular adolescentes a estudar.  O portal, lançado no começo deste ano por empresa de aulas particulares de Brasília, oferece aulas de reforço escolar para estudantes do ensino fundamental e médio. Com um ambiente interativo de aprendizagem, a plataforma digital permite ao estudante receber atividades recomendadas e fazer exercícios, criando uma rotina de estudo.

Segundo o idealizador do projeto, o professor Danilo Burnett, o conteúdo disponibilizado tem como objetivo reforçar a educação escolar, além de ajudar os pais a acompanhar os estudos dos filhos. O portal tem área de acesso, exclusiva, para pais e responsáveis onde podem acompanhar o desempenho do estudante e verificar frequência de acesso.

Para o ensino fundamental, o portal dispõe de aula de português, matemática e ciências. Já para o ensino médio, as disciplinas trabalhadas são português, matemática, física e química. Os conteúdos são adaptados para à idade e série do estudante. Todo dia uma aula de vídeo é disponibilizada, depois para exercitar o estudante responde a cinco questões propostas como desafios, por meio de games educativos. O Gênios conta também com uma Clínica de Redação, onde os textos produzidos pelos jovens são corrigidos pela equipe com feedback completo.

Para a consultora de RH, Eveline Faveri, de Santa Catarina, a plataforma oferece praticidade, pois mesmo quando não está em casa consegue verificar se as filhas estão estudando e praticando. Segundo ela, com os resultados dos exercícios e simulados garante que elas estão aprendendo.

“A diferença é animadora. Uma das minhas filhas tem dificuldade em disciplinas como matemática e física, tínhamos que madrugar estudando e mesmo assim nunca tirou um sete. Suas notas eram sempre ente três e cinco. Era uma luta, mas este ano após o uso do portal a primeira nota foi oito. Não faz ideia a felicidade dela”, explicou Faveri.

Informações: https://portalgenios.com.br/

Bruno Moonlight comemora 15 anos em grande estilo

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O maquiador, influencer e estudante de 15 anos recebeu seus amigos em sua casa para festa badalada

Por Giullia Chaves

Bruno Moonlight é o nome artístico de Bruno Galvão @brunomoonlight, que, aos 15 anos, acumula seguidores em suas redes sociais e mantém um canal no youtube onde dá dicas de maquiagem. O adolescente completou 15 anos em junho deste ano e celebrou em grande estilo com familiares e amigos em uma festa elegante em sua casa.

“Essa festa de 15 anos foi realmente um momento muito marcante pra mim, uma transição que se inicia da adolescência para a fase adulta e a presença de cada um significou muito para mim”, conta Bruno.

Com todos os detalhes da festa planejados, o rapaz mesclou uma decoração rústica chique com o estilo elegante e casual trabalhando tons de verde preto e vermelho, trazendo parte da realidade red carpet para o jardim de sua casa, que abrigou a comemoração.

Confira fotos do evento:

Hoje, (31) às 20h, Partido Verde anunciará oficialmente em convenção coligação com o PSB

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Foto: Tomas Faquini

A expectativa é que, além da coligação, seja anunciado vice da chapa de Rollemberg

Hoje, em evento previsto para às 20h no Auditório do IEL –  no Edifício Central Park, Setor Comercial Norte – o Partido Verde confirmará sua lista de candidatos. O evento consta na agenda oficial do atual governador e candidato à reeleição do DF, Rodrigo Rollemberg.

Expecula-se que um dos nomes mais cotados para compor a chapa é o de Eduardo Brandão, presidente do PVDF.

Primeiro a integrar a coligação do PSB rumo ao governo do DF nas eleições deste ano, o PV ainda deve lançar o atual deputado distrital Professor Israel Batista como candidato a deputado federal.

No último sábado (28), o PSB lançou Leany Lemos, ex-secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão de Rollemberg como candidata ao Senado.

*Crédito da imagem: Tomas Faquini

CasaPark conta com Feira de Adoção Pet no próximo final de semana

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Feira acontece periodicamente 

Por Giullia Chaves

Mais uma vez, a Cobasi, em parceria com a Associação Protetora dos Animais do Distrito Federal (ATEVI – Proteção Animal) promove feira de adoção de cães e gatos, no CasaPark.

O evento acontece no próximo sábado (4/08), a partir das 10h e no domingo (5/08), às 12h, na Cobasi, localizada na área externa do térreo do shopping.

A entrada é gratuita e os interessados em adotar um pet, precisam ser maiores de 18 anos, apresentar o RG e ler e assinar ao termo de adoção.

A feira integra as ações de incentivo à adoção promovidas pela Cobasi, que conta com dois centros de adoção para pets, na cidade de São Paulo, em parceria com ONGs locais. Já os eventos de adoção contam com o apoio de instituições protetoras de animais em todo o Brasil. Todos os animais disponíveis para adoção já irão para o novo lar castrados, vacinados e vermifugados.

Serviço – Feira de Adoção Pet

Quando: 4 e 5 de agosto de 2018

Onde: Cobasi – CasaPark

Horário: Sábado (4/8) – 10h e Domingo (5/8) – 12h

Toninho do PSOL fala sobre reuniões e visitas em áreas do DF

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Em visitas as comunidades do Distrito Federal, o candidato a deputado distrital pelo PSOL neste ano de 2018, afirma que o combate a corrupção é a maior solicitação da sociedade
Natural do município de Barão do Monte Alto, em Minas Gerais, Antônio Carlos de Andrade nasceu em 1953, é servidor público, Psicólogo e Cientista Político. Toninho candidatou-se a Governador do Distrito Federal em 2006 e 2010, chegando ao terceiro lugar na última eleição, com quase 200 mil votos válidos. Neste ano, como candidato a deputado distrital, Toninho já cumpre uma agenda de visitas e reuniões com a população do DF em diversas áreas da cidade. Estas reuniões, tem sido pautadas na coletividade e popularismo, respeitando as demandas apresentadas por cada região.

Segundo o candidato, as reuniões nas comunidades tem sido produtivas. “Nota-se por parte dos eleitores um certo descrédito na política e nos políticos após tantas denúncias de envolvimento em corrupção”, diz Toninho. “Nós, do PSOL, somos vistos como políticos sérios, éticos e honestos”, completa.

Candidato a deputado distrital, Toninho afirma que as pautas defendidas pelo PSOL tem sido bem aceitas nas comunidades e tem como temas direitos humanos e defesa das reivindicações sociais e trabalhistas. Segundo ele, suas propostas tem sido baseadas na reformulação das pautas da Câmara Legislativa para que possa atender melhor as reivindicações dos segmentos populares. “Que a CLDF esteja mais próxima da população e que adote práticas que permitam um maior controle do povo sobre o poder legislativo. Que o meu mandato como deputado distrital esteja colado em todas as lutas de interesse da classe trabalhadora e do povo”, confirma.

Sobre as solicitações mais frequentes feitas nas comunidades, está em primeiro lugar o pedido pelo combate à corrupção. “O povo quer a transparência na gestão pública, a participação popular e um maior controle sobre os gastos dos deputados e do governo”, conta.

*Com informações da assessoria

Chico Sant’Anna: A Saúde Pública no DF vai muito mal, obrigada.

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No Distrito Federal existem duas Saúdes Públicas: aquela que aparece na propaganda oficial, sempre bonita e maravilhosa; e a do cotidiano das unidades de Saúde, sempre com filas, falta de recursos humanos e materiais. A guerra da informação é grande. Nesse período eleitoral, muitos tentam pintar a seu estilo o seu quadro. Para dar um ponto final, contudo, um diagnóstico profundo foi feito pela seccional do DF do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde – DF e entregue aos buritizáveis que compareceram a um recente debate na Universidade de Brasília.

A situação não é boa e exigirá esforços consideráveis do futuro governo, seja ele qual for. Apesar disso, muitos dos candidatos ao GDF não foram conhecer a realidade da Saúde, dentre os ausentes, Eliana Pedrosa (Pros), general Paulo Chaves (PRP) e Jofran Frejat (PR), que na ocasião ainda era candidato. Não ficaram para debater as propostas de Saúde o atual governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e o empresário Alexandre Guerra (Novo). Ao final do encontro, debateram apenas Fatima Sousa (Psol), Izalci Lucas (PSDB) e Peniel Pacheco (PDT).

 

Longe das Metas

Segundo o relatório, de um rol de cem indicadores referenciais propostos para a Programação Anual de Saúde de 2016, até agora, 2018, apenas a metade foi atingida. Esses indicadores se referem, dentre outros referenciais, a níveis de cobertura de atendimento, saúde bucal, prevenção do câncer do colo de útero, política de Sangue e Hemoderivados, controle da sífilis congênita, atenção domiciliar com ênfase na desospitalização, captação e transplantes de Órgãos. Também é precária a comunicação entre a rede de saúde e seus usuários, forçando-os a uma peregrinação de unidade de saúde a unidade de saúde para serem atendidos, quando conseguem.

Redução só nos investimentos

Um dos grandes remédios que faltam na Saúde do DF são recursos financeiros. O estudo feito pelo CEBES-DF revelou que verbas próprias do GDF são cada vez menores no custeio da rede pública, prevalecendo a aplicação dos repasses federais, notadamente provenientes do Fundo Constitucional do DF. Em 2015, ano que iniciou a administração Rollemberg, o GDF aplicava de recursos próprios – obtidos a partir de impostos como IPTU, IPVA e ICMS, dentre outros – R$ 1.314,00 por habitante. Para 2018, o orçamento que foi autorizado prevê apenas R$ 798,00 per capita. Ou seja, uma redução de 39,3%. Em 2015, o GDF respondia com recursos próprios por 51,5% e os repasses federais correspondiam a 48,5% do total gasto em Saúde. Para 2018, a fatia do GDF caiu drasticamente para 37,4% e a da União subiu para 62,6%. Para efeito de comparação, nesse mesmo período, somente a receita com o IPVA no Distrito Federal cresceu 16%, embora o ICMS tenha caído 5,8%.

No somatório de recursos locais e federais, o valor empenhado para a Saúde em 2017 foi 5,8% superior ao de 2015, em termos nominais. Descontada a inflação do período, 12,5%, constata-se que houve redução real dos investimentos em Saúde. Para esse ano de 2018, o valor autorizado é ainda menor do que o do ano anterior. Redução de 5,4%.

Atenção Básica

A falta de investimentos em Saúde Pública se reflete diretamente no atendimento da população. Segundo o Cebes-DF, a cobertura de equipes do programa Saúde da Família, atinge apenas 39,4% da população. Vale lembrar, que em 1999, quando foi desativado pelo então governo de Joaquim Roriz, o Programa Saúde em Casa, implantado em 1997, pela então secretaria de Saúde do DF, Maria José Maninha, propiciava uma cobertura de 70% da população do DF.

Saúde médico-hospitalocêntrica

A precariedade nos serviços de Saúde atinge também a Atenção Básica de Saúde, que hoje só responderia por uma cobertura de 58,7%, No final das contas, atesta o Cebes-DF, de uma população de mais de três milhões de habitantes, a Saúde Pública só chegaria a terça parte deste contingente, cerca de 1,2 milhão de pessoas. “Isso favorece o aumento das filas de espera, gera sobrecarga de trabalho aos profissionais, diminui a satisfação do usuário, prejudica o adequado atendimento às necessidades da população, fazendo prevalecer a concepção de saúde médico-hospitalocêntrica” – diz o estudo.

Em outras palavras, em Brasília não prevalece a máxima que é melhor prevenir do que remediar. Aqui a atenção básica, que em todo mundo responde por 80% das demandas por assistência em saúde, é precarizada forçando as pessoas a correrem aos hospitais. “Há muita demanda sobrecarregando o sistema, por exemplo, quando chegam pacientes para atendimento nos pronto socorros por causas evitáveis”.

Embora a força de trabalho no SUS conte com 32,1 profissionais de Saúde, sendo 5.185 médicos, o Cebes denuncia a precarização e-ou desativação de serviços na estrutura física das unidades de saúde – como o fechamento das pediatrias no Gama, São Sebastião e Ceilândia. Outra denuncia grave da organização é a existência de profissionais contratados pelo serviço público, mas que atuam em clínicas particulares no horário em que deveriam estar a serviço do SUS, Na opinião do Cebes, evidencia-se falta de planejamento e organização, ou seja, falta gestão adequada na Saúde do DF.

Privatização, não.

Por fim, o Cebes critica também as “tentativas de privatização do SUS” e defende uma melhor qualificação da administração pública direta. “Propostas de novos modelos de gestão, supostamente mais eficazes em função da maior autonomia financeira, têm como referência o modelo neoliberal de gestão, que pode implicar na atuação do governo privilegiando o capital com arrocho sobre as políticas sociais.”

Chico Sant’Anna é jornalista e documentarista. Nasceu no Rio de Janeiro e chegou a Brasília em 1958, onde foi criado.