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sábado, fevereiro 14, 2026
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Paula Belmonte anuncia filiação ao PSDB e prepara grande ato público em Brasília Formalização ocorre nesta quarta-feira (3), às 19h, no ginásio da Ascade

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A deputada distrital Paula Belmonte anuncia filiação ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), nesta quarta-feira (3), às 19h, no ginásio da Ascade, em Brasília. Em reunião na sede nacional do partido, nesta terça-feira (2), foram acertados os detalhes com o atual presidente da sigla, deputado Aécio Neves, e o ex-presidente Marconi Perillo.

A chegada de Paula reforça o movimento de reconstrução do PSDB, que tem defendido um centro democrático comprometido com soluções práticas para os problemas do país e do DF. “Eu acredito na política que olha para as pessoas de verdade. Brasília precisa de responsabilidade com a educação, com a saúde, com a mobilidade, com a geração de oportunidades, mas também de coragem. Encontro no PSDB esse compromisso com o diálogo, com o equilíbrio e com um centro que não foge de posição, e sim assume a responsabilidade de resolver problemas”, afirma a deputada.

Para Paula, o DF vive um momento em que a população procura alternativas à radicalização e exige resultados concretos. “As famílias estão cansadas de discurso vazio. Querem escola funcionando, saúde que atenda com dignidade, transporte público que não humilhe o trabalhador e um governo que trate cada real do orçamento com respeito. É esse olhar que eu trago para o PSDB e que quero fortalecer para o futuro de Brasília”, completa.

Ato de filiação de Paula Belmonte ao PSDB
Data: quarta-feira, 3 de dezembro
Horário: 19h
Local: Ginásio da Ascade – Trecho 2, Setor de Clubes Sul, Brasília DF

Quando o amor é verdadeiro: o poder de dizer “Não”

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Impor limites é uma das formas mais sinceras de se amar — e, paradoxalmente, também de descobrir quem realmente nos ama. Muitas vezes confundimos afeto com conveniência, e é só quando ousamos dizer “não” que as máscaras caem. Como dizia o filósofo Friedrich Nietzsche, em Humano, Demasiado Humano (1878): “O amor é o estado no qual o homem vê as coisas mais diferentes de como elas são”. Essa frase revela como, em nome do amor, tendemos a aceitar o inaceitável, a ultrapassar nossos próprios limites e a tolerar o que nos fere — acreditando que isso é bondade, quando na verdade é medo de perder o outro.
Ao impor limites, você força a relação a se equilibrar entre o respeito e a verdade. O limite é um espelho: ele reflete se a pessoa está com você por quem você é, ou pelo que você oferece. Se, ao se posicionar, o outro se afasta, talvez nunca tenha sido amor, apenas utilidade. Erich Fromm, em A Arte de Amar (1956), escreveu que “o amor imaturo diz: amo-te porque preciso de ti; o amor maduro diz: preciso de ti porque te amo”. O limite é justamente o divisor entre esses dois amores.

Pense nas vezes em que você se desgastou tentando agradar. Cada concessão excessiva é como um empréstimo de energia sem juros de retorno. E o pior é que, quando você finalmente cobra o respeito que sempre deu, é visto como egoísta. Mas não é egoísmo, é sanidade. Os limites são a fronteira entre a doação e a autodestruição. Como ensinou a psicanalista Marie-France Hirigoyen em Assédio Moral (1998), “o respeito nasce onde o outro encontra resistência”. Ou seja, quando você se deixa pisar, ensina o outro a não te ver.

Na vida prática, isso se manifesta de formas sutis: o amigo que só liga quando precisa, o parceiro que exige compreensão mas nunca oferece, o chefe que se aproveita da sua boa vontade. Quando você começa a dizer “agora não”, “não posso” ou “isso me fere”, as intenções reais se revelam. Quem te ama de verdade se ajusta, busca compreender, tenta o equilíbrio. Quem só te usava, se irrita e se afasta. É simples e doloroso, mas libertador.

Dizer “não” é um ato espiritual. É afirmar diante da vida: “Eu também importo”. E, curiosamente, quem se ama mais passa a amar melhor. O autoconhecimento — esse velho mestre — ensina que não há amor que floresça em terreno sem limites. Aristóteles, em Ética a Nicômaco, já dizia que a virtude está no meio termo; nem submissão, nem rigidez, mas equilíbrio.

No fim, impor limites é um teste silencioso que separa o amor da conveniência. Quem permanece depois de ouvir seus “nãos” é quem realmente merece seus “sins”. Porque o amor verdadeiro não teme o limite — ele o respeita, o acolhe e o transforma em confiança.

Bioclin reforça a importância do diagnóstico precoce no Dia Mundial de Combate à AIDS

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Em 1º de dezembro, Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, a Bioclin, empresa brasileira líder em diagnóstico laboratorial, destaca a necessidade urgente de combater o preconceito e reforça o papel vital do diagnóstico precoce e acessível no controle da epidemia de HIV. O Dezembro Vermelho marca a mobilização global para conscientização, prevenção e apoio às pessoas vivendo com o vírus.

Instituído em 1988, o Dia Mundial da AIDS é um chamado para a ação. Apesar dos avanços no tratamento, que permitem a quem vive com HIV ter uma vida plena e indetectável, as estatísticas continuam a alertar que, globalmente, cerca de 39,9 milhões de pessoas vivem com HIV, com 1,3 milhão de novas infecções e 630 mil mortes relacionadas à AIDS em 2023.

No Brasil, estima-se que 920 mil pessoas vivam com o vírus. Cerca de 30 pessoas ainda morrem de AIDS por dia, apesar da queda na mortalidade em dez anos. A boa notícia é que 94% das pessoas em tratamento no Brasil atingiram a carga viral indetectável, o que elimina o risco de transmissão sexual (Indetectável = Intransmissível).

Primeiro passo

O principal desafio global é alcançar as metas 95-95-95 do UNAIDS (95% das pessoas com HIV diagnosticadas, 95% em tratamento e 95% com supressão viral). Para atingir essa meta, a Bioclin ressalta o papel fundamental do acesso rápido e confiável aos testes de detecção de HIV.

“Saber o status sorológico é o primeiro e mais poderoso passo tanto para o tratamento individual quanto para a interrupção da cadeia de transmissão. É impossível falar em prevenção combinada sem incluir o diagnóstico facilitado”, afirma Lucrecia Mendes, Especialista de Produtos da Bioclin.

A Bioclin oferece um portfólio completo de testes para atender às diversas necessidades laboratoriais e de testagem, garantindo precisão e resultados rápidos. O Biolisa HIV (ELISA): Kit de ELISA de terceira geração, ideal para o uso laboratorial de alto volume. Detecta anticorpos anti-HIV-1/HIV-2 com resultados de alta sensibilidade e especificidade (>99,9%) em aproximadamente 60 minutos. O HIV TRI LINE (Teste Rápido): Um teste rápido, prático para uso em consultório ou laboratório, que detecta anticorpos anti-HIV-1 e anti-HIV-2 em amostras de soro, plasma ou sangue total. Oferece leitura simples e rápida, entre 15 e 30 minutos, sendo crucial para o rastreio ágil. E o BIOLISA HIV 1/2/O Ag/Ab (ELISA): Outra solução ELISA de alta performance para uso laboratorial com resultados em até 130 minutos e elevada sensibilidade e especificidade maior que 99,9%

Embora os testes rápidos ofereçam agilidade, um resultado reagente deve ser sempre confirmado por outras metodologias. A interpretação final e a condução do caso são responsabilidade do profissional de saúde, que deve orientar sobre o início imediato do tratamento antirretroviral.

Nada é por acaso: o cálculo por trás dos acontecimentos políticos

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A famosa frase atribuída a Franklin D. Roosevelt — “Em política, nada acontece por acidente. Se acontece, pode apostar que foi planejado para acontecer” — revela uma faceta essencial do jogo político: a ação deliberada.

Mais do que uma observação cínica, trata-se de um princípio-chave para entender como o poder é construído, mantido e, muitas vezes, manipulado. Em um campo onde cada movimento pode desencadear ondas de consequências, a espontaneidade genuína é quase sempre descartada.

Na arena política, os bastidores são tão ou mais importantes que os palcos. O que parece ser um escândalo repentino, uma aliança improvável ou uma decisão polêmica de última hora geralmente é o resultado de longas articulações, negociações e cálculos estratégicos. Carl Schmitt, teórico político alemão, já advertia que a política é, antes de tudo, uma forma de distinguir o amigo do inimigo — e, nessa lógica, planejar é sobreviver. O improviso, se existe, é cuidadosamente roteirizado.

Essa lógica se torna visível quando observamos eventos aparentemente espontâneos, como protestos populares ou reviravoltas parlamentares. Embora massas em movimento pareçam orgânicas, quase sempre há interesses organizados por trás — sejam eles partidos, movimentos sociais, empresas ou grupos internacionais. Antonio Gramsci, ao estudar a hegemonia cultural, mostrou como as ideias dominantes na sociedade são construídas com base em um processo histórico intencional e estruturado. Ou seja, o consenso raramente é natural; ele é construído, passo a passo, por quem detém os meios de influência.

Mesmo as crises políticas — que por vezes parecem descontroladas — funcionam como instrumentos. Um governante pode permitir que uma crise “estoure” como forma de desviar o foco de outro problema, ou para justificar medidas impopulares. Naomi Klein, em sua obra “A Doutrina do Choque”, argumenta que elites políticas e econômicas se aproveitam de momentos de trauma coletivo para empurrar agendas que, em tempos normais, encontrariam forte resistência. O caos, nesse sentido, não é um acidente, mas uma oportunidade.

Roosevelt, ele mesmo um mestre da engenharia política, compreendia profundamente o valor da encenação e da narrativa. Durante a Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial, sua capacidade de moldar a percepção pública, controlar os fluxos de informação e construir consensos políticos foi fundamental para sua longevidade no poder. Tal domínio sobre os acontecimentos mostra como, em política, a causalidade raramente é linear e quase nunca inocente.

Michel Foucault, ao discutir o poder, ressaltou que ele não se exerce apenas com repressão, mas com produção: de verdades, discursos, regras e realidades. Ou seja, o poder molda o que é visto como natural, inevitável ou desejável. Assim, o que se apresenta como acidente pode muito bem ser a consequência lógica de estruturas cuidadosamente desenhadas para produzir determinado efeito.

Portanto, ao acompanhar os acontecimentos políticos — sejam eles locais ou internacionais — é sempre prudente perguntar: quem ganha com isso? Quem tinha meios para causar tal efeito? E, mais importante: o que parece espontâneo, mas pode ter sido cuidadosamente coreografado? Essas perguntas não apenas revelam as engrenagens do poder, mas ensinam que, na política, a ingenuidade costuma ser o maior dos erros.

A arte de não sangrar no oceano dos tubarões

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Em um mundo onde os fortes ditam o ritmo e os frágeis se tornam alimento, a frase “se queres nadar entre tubarões, não sangre” ecoa como um aviso e um convite. Aviso para os ingênuos que se lançam em águas profundas sem compreender as regras do jogo. Convite para os corajosos que decidiram abandonar o conforto das piscinas rasas e enfrentar a realidade crua do oceano — onde os tubarões não perdoam a hesitação, o medo ou a autopiedade.

Não sangrar, aqui, não significa suprimir emoções ou tornar-se insensível. Significa dominar o próprio sistema interno, entender o que em você exala vulnerabilidade destrutiva — não a fragilidade humana, mas a inconsciência que atrai predadores. Sangrar é expor carência como bandeira, é carregar culpa como escudo, é andar com a alma aberta sem discernimento, esperando que os tubarões respeitem sua dor. Eles não respeitam. Eles farejam. E atacam.

O mar corporativo, os círculos sociais, os relacionamentos amorosos — todos eles podem conter tubarões. Gente que não quer conexão, mas vantagem. Que não vê o outro como um ser, mas como uma presa. Se você não aprendeu a identificar esses padrões, não é moralmente superior; é emocionalmente vulnerável. Os tubarões prosperam na ingenuidade dos que ainda não entenderam o jogo oculto por trás das relações humanas.

A postura de quem deseja nadar com tubarões sem sangrar é a da consciência e do preparo. É saber quem se é, quais são suas fraquezas, onde estão seus vazamentos emocionais. É treinar a mente como um guerreiro treina o corpo. É desenvolver a capacidade de manter a presença mesmo sob pressão. É saber que mostrar tudo de si para todos é um ato de autossabotagem, não de autenticidade.

Do ponto de vista espiritual, não sangrar é um ato de soberania interior. O sangue, símbolo da vida, não deve ser derramado por qualquer razão. Não se trata de endurecer o coração, mas de aprender a amar sem ser devorado, servir sem ser explorado, doar sem se dissolver. Ser puro não é ser vulnerável. Ser luz não é ser cego. Mesmo o cordeiro, para sobreviver entre lobos, precisa aprender os caminhos da astúcia.
A força verdadeira não é a força que ataca, mas a que permanece inabalável. O tubarão, no fim, respeita o nadador que nada com firmeza, que não entra em pânico, que não hesita. Respeita quem conhece as regras do mar. Nadar com tubarões sem sangrar é uma metáfora para viver no mundo sem ser destruído por ele. É crescer em meio ao caos sem se tornar cínico. É manter a alma intacta em um ambiente onde tudo convida à corrupção interior.

Agora, olhe para a sua vida: onde você tem sangrado? Com quem? Em quais ambientes você entra sem blindagem emocional, esperando compaixão onde há apenas competição? Quantas vezes você expôs suas dores a quem só queria usá-las contra você?

O caminho da sabedoria começa quando você para de se explicar para quem não quer entender, de se justificar para quem já te julgou, de se abrir para quem nunca te ofereceu abrigo. A partir daí, você pode escolher onde nadar — e com quem. E se, por missão, por coragem ou por destino, decidir nadar entre tubarões, que não sangre.

Você está disposto a se tornar forte o suficiente para não sangrar — ou ainda espera que o mar se torne mais gentil com sua fraqueza?

Soltec Engenharia: 41 anos construindo sonhos em Brasília

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Há 41 anos, a Soltec Engenharia consolida sua trajetória como referência em qualidade, solidez e sofisticação no mercado imobiliário de Brasília. Com mais de 5.800 unidades entregues no prazo, a marca se destaca por unir design contemporâneo, alto padrão construtivo e localização estratégica em cada empreendimento.

Presente nos bairros mais valorizados da capital — Noroeste, Park Sul e Águas Claras —, a Soltec oferece um portfólio completo com apartamentos de 1, 2, 3 e 4 quartos, perfeitos para quem busca investir com segurança ou viver com conforto e exclusividade.

No Noroeste, os empreendimentos refletem o conceito de morar bem, com plantas amplas, lazer completo e valorização contínua. No Park Sul, o destaque é o Venice Park, inspirado no estilo de vida de resort urbano. Já em Águas Claras, a marca combina praticidade, elegância e espaços ideais para famílias modernas.

Mais do que construir, a Soltec entrega histórias, realiza sonhos e reafirma diariamente o compromisso que a tornou uma das incorporadoras mais respeitadas do Distrito Federal.

Serviço
Conheça o portfólio completo em www.soltecengenharia.com.br
📞 (61) 3035 -6444
Endereços:
• Central de Vendas Noroeste – CLNW 02/03, Lote 21
• Stand de Vendas Singular – SQNW 111, Bloco G
• Stand de Vendas Unité – Águas Claras, Rua 24 Sul, Lote 21
• Stand de Vendas Venice Park – Park Sul, SGCV, Lote 10