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domingo, julho 12, 2026
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Restaurante de Pirenópolis é referência em gastronomia na região

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Restaurante de Pirenópolis é referência em gastronomia na região

O proprietário do Dona Cida faz questão de participar de todo o processo de funcionamento do local

Lorena Braga

Um restaurante famoso é aquele que você chega e já encontra em alguma parede uma galeria de fotos de personalidades, atores globais, modelos, apresentadores e músicos que já passaram por lá. Esse é o caso de um restaurante tradicional da cidade de Pirenópolis-Go. O restaurante Dona Cida.

Ao chegar fomos recebidos pelo proprietário do lugar o senhor Odair Pavelkonski. Bisneto de Polonês ele fala orgulhoso sobre o lugar que tem capacidade para receber 300 pessoas. “Minha mãe sempre cozinhava para festas e casamentos e foi então que surgiu a ideia de montar o restaurante, na Semana Santa do ano de 1994. Antes era só uma cozinha pequena e um salão. Com o tempo nos fomos aumentando”, conta Odair.

O nome, claro, é em homenagem a mãe de Odair, Cida Pavelkonski. Ele conta feliz sobre quando sua mãe foi ao Programa Mais Você, da apresentadora Ana Maria Braga. “Ela foi convidada em 2007 para preparar o nosso prato: Paçoca de Pilão, pois tínhamos ganhado o 2º festival de gastronomia aqui da região. O Estado pagou tudo”.

Odair e Cida Pavelkonski

Com 24 anos de existência o restaurante é um ponto gastronômico àqueles que visitam a cidade. “Tenho clientes que veem aqui há mais de 20 anos e que se tornaram meus amigos”, relata emocionado Pavelkonski.

Os pratos mais pedidos pelos clientes é a Galinha Capidela e os pratos goianos, com 16 pratos na mesa que servem mais de duas pessoas. Todos feitos pelo renomado chef Germano Pedrosa. Ele é do estado do Ceará e veio de São Paulo direto do restaurante Emiliano para trabalhar no Dona Cida. E o curioso é que antes ele só trabalhava com comida japonesa, mas a experiência em outros restaurantes o ajudou no cardápio atual.

“Quando eu cheguei a maioria dos pratos já estavam no cardápio, eu mesmo apenas incrementei o cardápio de sobremesa, que ainda não tinha. Todas as sobremesas nos fazemos na hora”, conta o chef Germano.

Prato Picanha. Prato para duas pessoas.

Para o Chef a questão é não trabalhar pratos muito diferentes, pois os clientes não gostam. Além disso, o restaurante é o único que possui no cardápio a Moqueca.

Questionado sobre onde ainda quer chegar, Sr. Odair é bem claro, “só quero aumentar mais um pouco, não muito, só mais oito mesas para não perder a qualidade do serviço e ai chega!”.

Toda terça-feira é o próprio Sr. Odair que vai a cidade de Anápolis fazer as compras de alimentos para o restaurante. Ele mesmo, junto com um auxiliar, escolhe a carne, os produtos de melhor qualidade. Sobre férias ele rir: “Só na marra (risos), mas geralmente é no período de agosto, que tiro uma semana e vou para o nordeste, não gosto de ficar longe”.

Clipe

O restaurante já possui até mesmo um clipe musical. Isso mesmo. Titulado “Restaurante Dona Cida em Pirenópolis Goiás” o vídeo foi feito para comemorar os 20 anos do local. Foi produzido pelo produtor Itamar Gonçalves, dirigido pelo cineasta Carlos Del Pino, com depoimentos dos donos da casa e participação de músicos da cidade, amigos e clientes do restaurante.

Para quem desejar assistir o clipe está disponível no YouTube, no link: https://www.youtube.com/watch?v=Ugvd395uxx0

Fotos de Lorena Braga

Tribo indígena de Pernambuco visita 12 escolas públicas do DF

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Foto de Pedro Dias

Tribo indígena de Pernambuco visita 12 escolas públicas do DF

CREDITO PABLO RAVI

Há 21 anos, o projeto Diversidade Indígena promove interação entre alunos, professores e os Fulniôs, tribo indígena de Pernambuco. A
partir desta semana, até  o dia 8 de maio, alunos de 12 escolas
públicas do Distrito Federal e entorno irão conhecer um pouco mais
sobre a história do  Brasil e sua nação. Com apoio do Fundo de Apoio
à Cultura, o projeto Diversidade Indígena com o Grupo Walê Fulni-ô,
contempla o cumprimento de Lei que determina o ensino da Cultura
Indígena nas escolas.

O objetivo desse encontro, de forte caráter sócio-educativo, que já
passou por 600 escolas do DF e realizou 1,2 mil apresentações, é
fazer com que a garotada se familiarize com a realidade de um povo que
teve papel fundamental na formação da base da sociedade brasileira, os
índios. Pela segundo ano consecutivo, o projeto terá instrutor para
crianças com necessidades especiais. “No ano passado, implantamos esse
arte-educador, que deu condições de acesso e igualdade ao
ensino-aprendizagem, às crianças com necessidades especiais. Por isso,
em 2018, teremos apresentações também em escolas inclusivas”,
explica a coordenadora do projeto Carla Landim, coordenadora do projeto.

Foto de Pedro Dias

A iniciativa é um reconhecimento da importância dos índios na
formação do povo brasileiro. Atualmente, existem no Brasil mais de 230
etnias indígenas, mostrando a imensa diversidade dessa cultura. “É
preciso sair um pouco do livro e da sala para aprender sobre os índios
diretamente com eles, quebrando preconceitos e estereótipos, levando
cultura para as escolas”, diz o idealizador e arte-educador Pablo
Ravi, explicando a importância do programa. “Esse projeto poderia
servir de exemplo para o governo realizar com todas as tribos, em todos
os estados. Um ganho coletivo para as crianças que aprendem mais e para
os índios, que  podem divulgar sua cultura e vender seus artesanatos,
ajudando também financeiramente grande parte da aldeia”, defende.

Foto Pedro Dias

Com experiência profissional junto à FUNAI – entidade nacional
responsável pelos interesses indígenas – ele e o também
arte-educador Daniel Santos fazem um primeiro contato junto às escolas
promovendo palestras lúdicas, descontraídas e interativas. A ideia é
despertar o senso crítico e trazer novas reflexões sobre a comunidade
indígena brasileira. “Têm escolas, tanto públicas como
particulares, que ligam todo ano querendo receber o grupo”, comenta
Ravi.

A segunda etapa é ainda  mais divertida, com apresentações de
danças, canções e rituais Fulni-ô para alunos, professores e
funcionários das escolas, fazendo que todo mundo, literalmente, entre
na roda. Brincando, se divertido e interagindo, todos aprendem
histórias da tribo e um pouco da língua nativa Yatê.

Para difundir ainda mais os costumes e  as tradições da tribo
indígena,  uma exposição de artesanato será montada durante a
passagem do Grupo Walê Fulni-ô pela escola.  Uma lembrança marcante
dessa experiência poderá ser adquirida com a compra de brinquedos
baratos como arco e flecha, brincos, apitos, chocalhos, flautas e
cocás.

O Grupo Walê Fulni-ô fará 24 apresentações sócio-educativas, pela
manhã e à tarde, em 12 escolas do DF e entorno. As demais
instituições que tenham interesse pelo projeto poderão consultar a
disponibilidade na agenda pelo telefone 97400-2725, com Pablo Ravi.

Foto de Pedro Dias

SERVIÇO

Diversidade Indígena com o Grupo Walê Fulni-ô
Até o dia 10 de maio
Locais e Horários: Consultar programação
Gratuito
Informações: 97400-2725

MAIO

2/05 – 10h e 14h – Fazendinha (Ceilândia)
3/05 – 10h e 14h  – Fazendinha (Ceilândia)
3/05 –  8h – Escola Classe BIlingue (Taguatinga)
4/05 – 10h e 14h  – Escola Classe 17 (Sobradinho II)
4/05 – 8h e 16h – Escola Classe Rua do Mato (Sobradinho II)
7/05 –  10h e 14h – Escola Classe 01 (Planaltina) (atenderá alunos
surdos)
7/05- 8h e 16h30 – Centro de Ensino Fundamental (405 Sul)  (atenderá
alunos com deficiência visual)
8/05 – 10h e 14h  –  Escola Classe 02 (Ceilândia)

Vivenciando a espiritualidade: uma saída, uma entrada

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Athlete running on the road in morning sunrise training for marathon and fitness. Healthy active lifestyle latino woman exercising outdoors.

Vivenciando a espiritualidade: uma saída, uma entrada

Ra.as*

Dois mil e dezoito é o nosso ano. Recorte temporal, que nos dá uma impressão de termos algum controle sobre o que chamamos de tempo e de vida. Aprendemos, lá atrás, nos primeiros anos de vida escolar, que o ser humano “nasce, cresce, se reproduz e morre”. E parece que muitos ainda levam essa estrutura como rota pra seguir a vida, sem grandes questionamentos. Nesse meio tempo, percebemos que precisamos de algo chamado dinheiro pra sobreviver nessa Terceira Dimensão. Descobrimos preferências de comida, descobrimos o sexo. Brigamos nas festas de família, ficamos doentes, vamos ao cinema pra descansar a mente. Compramos coisas que não precisamos. E, aí, quando olhamos pra tudo isso, percebemos, enfim, que mentiram pra gente. Parecia fácil quando eram só quatro coisas a serem feitas, não é?

Pois bem, o mundo mudou. E a gente pode perceber isso no nosso cotidiano. Depois de uma Era percebemos, enfim, que não precisamos mais de um conjunto de regras pra viver. Ou melhor, que só precisamos de regras essenciais, para garantimos um mínimo de convivência com quem ainda não está desperto. Não cabe mais, em nossa vida, alguém que nos dite qual o melhor caminho a ser seguido para que sejamos aceitos. Estamos percebendo, a cada dia, a nossa importância no Todo. Estamos apendendo, a cada passo, a respeitarmos nossos sentimentos, nossas emoções. O mundo está caminhando pra um contato mais íntimo consigo próprio. Estamos descobrindo, enfim, que o sorriso por educação não tem valor.

Questionamentos sobre o que consumimos, o que comemos, o que fazemos nas horas vagas, como e o que produzimos com o nosso trabalho, têm aparecido com frequência em nossas mentes. Na sociedade, isso resulta em uma adequação de mercado. Podemos ver hoje uma quantidade de locais que promovem o autoconhecimento das mais diversas formas, ou que vendem produtos que estimulam as experiências pessoais de auto-observação. Ao invés de gastarmos tufos com blusinhas baratas, nos pegamos preferindo um curso de técnica cura quântica, ou uma aula de Yoga. Quando comemos algo não saudável, já identificamos a necessidade de uma desintoxicação no outro dia…e por aí vai. A expansão da consciência faz isso: dá-nos o poder de escolha e, também, responsabilidades (não essas que assumimos por culpa ou vergonha, mas as nossas responsabilidades reais).

Técnicas maravilhosas vêm sendo canalizadas, testadas e recebidas por nós. Cura e consciência são as palavras da vez. Só com o significado delas é que compreendemos o de outra palavra muito mais poderosa: liberdade. Oráculos antiquíssimos são recebidos como ferramentas para autoconhecimento, não mais para saber se vamos sair daquele emprego ruim ou se o fulano gosta da gente.  Estamos, aos poucos, descobrindo que quando estamos em uma vibração mais alta, a necessidade de controle desaparece, levando, junto, todas as angústias, mágoas e tantas outras sensações ruins. E essa vibração só depende de nós, de nos observarmos e escolhermos o caminho da cura. Estamos descobrindo que o que tem valor é o sorriso do coração.

Nossas escolhas, nossa vida, nosso mundo. A única receita de sucesso é o contato com a gente, abraçando nossas sombras, perdoando – a nós mesmos e ao outro, disciplinando-nos a nos conhecer mais e mais. Em um futuro próximo, a única batalha que travaremos será com a nossa autossabotagem.  Essa, que tenta impedir a todo tempo o nosso contato com o nosso Eu Sagrado, que nos coloca sob os véus de Maya. Abrindo os olhos pra quem somos, nos aceitando, não necessitaremos mais de treinamentos pra sermos qualquer coisa que não somos. Não precisaremos fazer cursos de “como ser uma pessoa de sucesso”, nem comprar livros pra aprender blindar um casamento.

Definamos, portanto, nossos rituais. Meditemos. Busquemos nossa cura.

Usemos o que já está por aí, tão fartamente oferecido no mundo: café quentinho, contato com a natureza, óleos essenciais em nossos pontos energéticos, um incenso aceso, um som vindo de uma tigela tibetana. Olhemos para nossa ancestralidade com compaixão. Tenhamos contato com as nossas ligações energéticas através de Constelações, permitamos que o Universo trabalhe em nós através do Reiki, do ThetaHealing®, das Barras de Access®, do EMF Balancing®, da Reconexão® etc., limpemos nossas memórias através do Ho’oponopono.  Tiremos um tempinho pra irmos à igreja, ao templo, ao terreiro, se assim for por amor. Acendamos velas pros nossos santos, nossos anjos, nossos orixás, se assim nos sentimos em contato com o Sagrado. Façamos a nossa parte, pois o mundo já está fazendo a dele. Tá tudo aí, disponível, aberto e nos esperando.

*Ra.as é uma buscadora. Professora, designer, artista (por vocação) e terapeuta (por missão). Instrumento do Universo pra um mundo melhor, assim como você.

Prazo para enviar declaração do Imposto de Renda termina hoje

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Prazo para enviar declaração do Imposto de Renda termina hoje

Os contribuintes que ainda não acertaram as contas com o Fisco devem correr. Acaba hoje (30), às 23h59min59s, o prazo para enviar a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física. Quem não entregar a declaração a tempo pagará multa.

Neste ano, a Receita Federal espera receber 28,8 milhões de documentos. Segundo os dados mais recentes do órgão, 24.895.403 contribuintes tinham enviado a declaração até as 16h de ontem (29), o que equivalia a 87% do total.

O prazo para a entrega da declaração começou em 1º de março. O programa de preenchimento da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física de 2018, ano base 2017, está disponível no site da Receita Federal. A multa para quem apresentar a declaração depois da data limite corresponde a 1% por mês de atraso, com valor mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% sobre o imposto devido.

Quem deve declarar

Está obrigado a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis, em 2017, em valores superiores a R$ 28.559,70. No caso da atividade rural, deve declarar quem teve receita bruta acima R$ 142.798,50.

A declaração poderá ser preenchida por meio do programa baixado no computador ou do aplicativo Meu Imposto de Renda para tablets e celulares. Por meio do aplicativo, é possível ainda fazer retificações depois do envio da declaração.

Outra opção é mediante acesso ao serviço Meu Imposto de Renda, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC), no site da Receita, com uso de certificado digital.

Também estão obrigadas a declarar as pessoas físicas residentes no Brasil que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; que obtiveram, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens e direitos, sujeito à incidência do imposto ou que realizaram operações em bolsas de valores; que pretendem compensar prejuízos com a atividade rural; que tiveram, em 31 de dezembro de 2017, a posse ou a propriedade de bens e direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; que passaram à condição de residentes no Brasil em qualquer mês e assim se encontravam em 31 de dezembro; ou que optaram pela isenção do IR incidente sobre o ganho de capital com a venda de imóveis residenciais para a compra de outro imóvel no país, no prazo de 180 dias contados do contrato de venda.

Deduções

As deduções por dependente estão limitadas a R$ 2.275,08. As despesas com educação têm limite individual anual de R$ 3.561,50. A dedução de gastos com empregadas domésticas é de R$ 1.171,84.

Novidades deste ano

O painel inicial do sistema tem informações das fichas que podem ser mais relevantes para o contribuinte durante o preenchimento da declaração.

Neste ano, é obrigatória a apresentação do CPF para dependentes a partir de 8 anos, completados até o dia 31 de dezembro de 2017.

Na declaração de bens, foram incluídos campos para informações complementares, como números e registros, localização e número do Registro Nacional de Veículo (Renavam).

Também foi incluída a informação sobre a alíquota efetiva utilizada no cálculo da apuração do imposto.

Outra mudança foi a possibilidade de impressão do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) para pagamento de todas as cotas do imposto, inclusive as que estão em atraso.

Como fazer um bom currículo profissional?

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Como fazer um bom currículo profissional?

Especialista responde algumas dúvidas sobre como não errar ao preparar um currículo

Por Lorena Braga

João Lanza, Consultor e Executor de Estratégias da WNN Consulting.

O empresário e professor na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da instituição UNITOLEDO, João Lanza, respondeu algumas perguntas da Redação da 61Brasília sobre como as pessoas que estão em busca de um emprego podem fazer um bom currículo profissional sem erros.

61Brasília: Como se deve nomear o currículo: “Curriculum Vitae” ou “Currículo profissional”? Isso é algo que faz diferença na apresentação do documento? Pode ser considerado o título?

Todo currículo deve chamar a atenção do entrevistador ou da pessoa que publicou a vaga de emprego. Não há uma regra ou preferência, mas o que comumente se faz é dar menos formalidade ao currículo, o que pode ser benéfico para gerar empatia com o entrevistador.

Então, apresentar o mesmo como Currículo Profissional quebra um pouco essa forma mais antiga de se criar, sendo um pouco mais formal. Vale levar em consideração também, qual a vaga que se destina, se é um emprego mais sério, como de um médico, ou um emprego mais criativo, no caso de uma agência de publicidade.

61Brasília: Que tipos de números de documentos deve ser colocar no currículo? Quais os cuidados deve se ter ao colocar esses dados?

É importante lembrar que é um currículo e não uma apresentação documental para a empresa contratante. Então, não é necessário colocar todos os dados do candidato. Algumas pessoas preferem colocar o CPF e o RG, para eventuais buscas, mas existem leis que proíbem a discriminação, que fortalece o direito do entrevistado de não colocar todos os seus dados, uma vez que pesquisas podem apresentar pessoas negativadas de crédito ou algo parecido. Caso seja uma vaga mais direcionada a órgãos de controle rígido, como fóruns e delegacias, será solicitado, de forma obrigatória, antecedentes criminais e os dados que ajudam a buscar as informações necessárias.

Opte por não colocar os dados, a não ser que a vaga seja possuas regras regimentadas ao controle da informação.

 61Brasília: Algumas vagas de emprego exigem que seja colocado a pretensão salarial. Por que fazem isso? É importante colocar? O candidato para ter mais chances de contratação deve colocar um valor abaixo ou acima da média?

É importante colocar sim, pois algumas vagas não condizem com as necessidades do candidato. Não é uma questão de ser chamado ou não para entrevista, mas sim uma demissão rápida ou até mesmo um descontentamento por parte do candidato que almejava algo maior e que na realidade não se encaixa ao padrão da empresa.

Em entrevistas, a maioria dos candidatos não coloca o que pode dificultar as entrevistas e até mesmo afastar bons candidatos. Existem vagas que solicitam a pretensão salarial e, caso não seja colocado, muitas vezes há um descarte do currículo por não seguir as solicitações.

61Brasília: As informações de referências profissionais podem ser colocadas no documento ou devem vir acompanhadas como anexo? É importante ter cartas de recomendação?

Depende de como o currículo está sendo apresentado. Ter um currículo organizado é um grande passo para uma boa apresentação. Colocar o contato das empresas listadas no currículo é muito importante, inclusive na própria descrição do emprego que já passou.

As cartas de apresentação, essas sim, devem ser apresentadas como anexos ao currículo, após a apresentação pessoal, lembrando que o currículo não deve ser muito extenso, pois ser direto é importante para chamar a atenção do entrevistador. Quanto mais cartas possuir, melhor suas referências no momento de decisão para uma possível entrevista.

61Brasília: O currículo deve possuir assinatura do candidato?

Não há necessidade alguma de assinatura. O candidato deve somente se apresentar, e o entrevistador verificará depois se as informações são fidedignas ou não. Uma assinatura não significa nada para o entrevistador.

61Brasília: O que não se deve, de forma alguma, colocar no currículo?

Uma dos pontos negativos que se vê em currículos é a inclusão de fotos descontraídas ou informais, que em certos empregos é visto como falta de postura e elegância. Deve-se atentar em colocar algo que represente a capacidade do candidato, mais comprometido com a empresa, não tão descontraído assim. Então, escolha uma foto mais séria e menos extravagante.

61Brasília: O que não pode faltar no currículo? O que chama mais atenção?

Alguns pontos são analisados pelos entrevistadores e, talvez um dos mais importantes seja a capacidade de se estruturar uma ordem cronológica, bem descrita e sucinta, dos trabalhos realizados ao longo da carreira profissional. Isso é de suma importância.

Várias pessoas perdem esse sentido e pecam na organização das informações, bem como se esquecem de apresentar e-mails e telefones chaves para a comunicação. Então, é importante ajudar o entrevistador para o bom entendimento do documento que transmite toda a sua carreira e que possa despertar a atenção para uma possível entrevista.

Descrever, de forma organizada e resumida, as informações dos empregos anteriores talvez seja um dos pontos mais importantes para um avaliador se interessar.

#FASHIONREVOLUTION, Quem fez minhas roupas?

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 #FASHIONREVOLUTION, Quem fez minhas roupas?

Colunista Larissa Abrantes

 Consultora de Imagem

Durante essa semana aconteceu o Fashion Revolution Day, no Brasil e no mundo. É um movimento em prol da indústria de Moda sustentável que surgiu após o desabamento do edifício Rana Plaza, em Bangladesh, no ano de 2013 fazendo com que mais de 2.500 trabalhadores que produziam roupas de grifes em condições desumanas fossem feridos e 1.133 mortos.

A proposta do movimento é provocar que as marcas sejam transparentes com seus consumidores, utilizando de mão-de-obra justa, matérias primas de baixo impacto no meio ambiente, redução na quantidade de água durante produção, proteção aos animais mediante testes abusivos e fazendo uso de tecidos inteligente e duradouros.

O movimento vem tido um excelente retorno, 2.416 marcas responderam a hashtag e compartilharam informações sobre a sua cadeia produtiva até o ano de 2017. Mais de 150 grandes marcas publicaram onde são feitas suas roupas. No Brasil os números são ainda melhores, foi o país com o maior uso da hashtag #fashionrevolution, com 19% das menções mundiais, totalizando 4.884 menções.

Mas qual seria então a real intenção do movimento? SIMPLES! O objetivo é mostrar para as pessoas o verdadeiro custo da moda e o quanto a Moda Autoral e o Slow fashion têm seu valor. Você sabe quem produziu a roupa que você veste agora? Você sabe a história e as condições de trabalho de quem está por trás das peças que você usa?

Percebe-se que nos dias atuais os consumidores estão cada vez mais afetivos no sentido de quererem construir um relacionamento com as marcas. Buscam valores, honestidade, qualidade, um bom corte e um bom tratamento a fim de que consigam realmente dar valor aquilo que consomem e retornar por se sentirem bem vestidos e acolhidos.

Buscando ressaltar a Moda Brasiliense e o incentivo ao consumo regional, temos a loja Laletá (@laletabrasil) como grande exemplo de moda autoral e ateliê próprio localizado na SQS 508. A designer de moda Letícia Brasileiro traz uma marca com estampas próprias inspiradas na capital a fim de trazer um pouco mais de cultura e regionalidade para os armários.

Vestido Palácio Do Planato

Um vestuário com pegada minimalista, sem drapeados e com um “Q” mais despojado, larguinho. Os carros chefe da marca são os vestidos e T-shirts que de maneira versátil, atendem diversas ocasiões. A marca trabalha com uma grade reduzida e exclusiva de peças e ateliê aberto para clientes conhecerem um pouco mais de sua produção e condições de trabalho de pertinho, uma excelente maneira de saber a história da sua roupa de pertinho.

Ateliê Laletá

As peças são pra lá de encantadoras, literalmente a CARA de Brasília. Às vendas são feitas através do Site, lojas colaborativas espalhadas por Brasília e no próprio ateliê.

 

Vestido Catedral
Instagram: @laletabrasil