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segunda-feira, abril 20, 2026
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Hauz Arquitetura: Transformando Espaços com Design Personalizado e Atendimento Humanizado

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Por: Ana Volpe
Fotos: Lula Lopes 

Fundada em 2013, a Hauz Arquitetura é um escritório brasiliense que se destaca pela excelência no atendimento personalizado e na criação de espaços que vão além das expectativas.

A Hauz Arquitetura, um escritório genuinamente brasiliense, tem conquistado um reconhecimento crescente no mercado de arquitetura por sua abordagem diferenciada e atendimento focado no cliente. Desde a sua fundação, em 2013, o escritório se dedica a transformar espaços de forma personalizada, criando soluções que atendem às necessidades dos clientes e melhoram sua qualidade de vida.

Especializada em projetos residenciais e comerciais, a Hauz Arquitetura atua tanto em obras do zero quanto em reformas e arquitetura de interiores. Com um portfólio diversificado e clientes satisfeitos, o escritório é sinônimo de sofisticação e funcionalidade, destacando-se pela qualidade das entregas e pela meticulosa execução de cada projeto.

Como Evitar Dores de Cabeça Durante Sua Obra: Dicas da Hauz Arquitetura

Realizar uma obra pode ser um grande desafio, mas com o planejamento certo, é possível evitar imprevistos e garantir o sucesso do projeto.

A construção ou reforma de um imóvel é uma experiência empolgante, mas, sem o devido cuidado, pode gerar muitos desafios e contratempos. A Hauz Arquitetura, escritório especializado em criar projetos personalizados, compartilha algumas etapas essenciais para garantir que a obra seja realizada de maneira tranquila e sem surpresas desagradáveis.

Etapas de um Projeto: Da Concepção à Execução

A Hauz Arquitetura segue um processo estruturado, garantindo que cada projeto seja realizado com excelência. Desde o levantamento de dados iniciais até a entrega final, todas as etapas são planejadas cuidadosamente para atender às expectativas e necessidades dos clientes.

1. Levantamento de Dados e Estudo Preliminar
A jornada começa com o levantamento de dados e a elaboração do Programa de Necessidades, que orienta as primeiras propostas de layout e estilo. A equipe da Hauz Arquitetura sugere referências e acabamentos, oferecendo ao cliente um panorama inicial do que será o futuro espaço.

2. Anteprojeto
O anteprojeto traz uma proposta arquitetônica mais detalhada, com a disposição de móveis e outras interferências do ambiente. Nesse momento, o cliente tem liberdade para sugerir alterações e garantir que o projeto esteja alinhado com suas expectativas.

3. Projeto de Arquitetura Legal
A etapa burocrática envolve a aprovação do projeto junto à Central de Aprovação de Projetos (CAP), garantindo que todas as normas legais sejam atendidas. A Hauz Arquitetura acompanha esse processo para assegurar a conformidade.

4. Projeto Executivo
O anteprojeto aprovado ganha mais detalhes, com plantas definitivas de layout, elétrica, hidráulica, iluminação e outros aspectos técnicos. Essa etapa prepara o terreno para a execução precisa da obra.

5. Detalhamento
O foco aqui é o acabamento de áreas mais técnicas, como cozinhas e banheiros. A Hauz Arquitetura especifica materiais, medidas e detalhes que garantirão a funcionalidade e estética do ambiente.

6. Projeto de Marcenaria
Móveis sob medida são um destaque, com a equipe criando soluções personalizadas que se integram perfeitamente ao espaço e às necessidades do cliente.

7. Projeto de Decoração e Ambientação
A fase final é dedicada à escolha de móveis, cortinas e adornos. A equipe da Hauz Arquitetura leva até o cliente opções de lojas de decoração, criando um ambiente que reflete sua personalidade e estilo de vida.

8.Execução e Gerenciamento de Obras

A Hauz Arquitetura acompanha de perto cada etapa da obra, com visitas periódicas ao canteiro de obras para garantir que o projeto seja executado conforme o planejado. A equipe orienta a mão de obra, esclarece dúvidas e faz ajustes quando necessário, assegurando a qualidade final da execução.

A Equipe Hauz: Talento e Humanização

A Hauz Arquitetura é liderada por duas profissionais que trazem uma combinação única de talento técnico e visão humanizada para o mercado de arquitetura: Laila Mendonça e Marianna Cunha.

Laila, mestre em Estética, Hermenêutica e Semiótica pela Universidade de Brasília (UnB), é especialista em arquitetura residencial e comercial. Sua abordagem é marcada por uma visão de arquitetura que vai além do funcional, considerando a arquitetura como algo que permeia toda a vida de quem habita o espaço. “ A arquitetura é muito mais que um edifício puramente funcional ou mero objeto estilístico. A arquitetura é parte essencial de nossas vidas e deve ser pensada com afeto e dedicação, para enaltecer a vida que acontecerá dentro e ao redor dela. Por isso, nossos projetos são sempre feitos com muito carinho e empenho.”, afirma Laila.

Marianna, por sua vez, é pós-graduada em Engenharia de Segurança do Trabalho e possui mais de 12 anos de experiência no mercado, com foco no gerenciamento de escritórios e obras. Ela acredita que o arquiteto deve equilibrar beleza e funcionalidade, criando ambientes que não só sejam visualmente agradáveis, mas que também proporcionem conforto e memórias afetivas para quem os habita. “ Acredito que a principal função do arquiteto é conseguir aliar beleza e funcionalidade com sonhos e desejos de quem irá habitar no espaço. destaca Marianna.

Sofisticação e Atenção aos Detalhes

Com um portfólio variado, a Hauz Arquitetura se destaca pela sofisticação e inovação. Cada projeto é planejado com atenção aos detalhes, desde o design de interiores até a escolha da iluminação, sempre com o objetivo de criar espaços que contem a história de seus moradores.

Com uma equipe empoderada de 9 funcionárias mulheres altamente qualificadas, a Hauz Arquitetura continua conquistando a confiança dos brasilienses, oferecendo um atendimento personalizado que reflete as necessidades e o estilo de vida de cada cliente.

Para conhecer mais sobre os projetos da HauzArquitetura, siga o escritório no Instagram (@hauz.arquitetura) ou entre em contato pelo telefone (61) 3193-0815, WhatsApp (61) 99427-7323 ou e-mail contato@hauzarquitetura.com.br. O escritório está localizado no Setor de Indústrias Gráficas SIG, Quadra 01, Centro Empresarial Parque Brasília

 

Sertão brasiliense

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Xique Xique, gerido pela segunda geração familiar, oferece tradição e excelência ao servir prato nordestino de maneira única na Capital Federal

Por Mariana Vieira

Caicó é um município do estado do Rio Grande do Norte, na região do Seridó. A padroeira da cidade, Sant’Ana, é festejada por 11 dias seguidos, sempre no mês de julho, que é quando Rubem Pereira de Lucena – o Rubinho – costuma retornar às suas origens. A
imagem da santa, inclusive, figura no alto, abençoando um dos restaurantes mais tradicionais de Brasília.

Potiguar que trocou o sertão pelo cerrado em 1971, quando veio completar os estudos, Rubinho encontrou na nova capital terreno fértil para a semeadura de uma vida farta.
é a melhor cidade do mundo para se viver”, profere.

“Aqui Em sua terra natal, o preparo da carne de sol, processo que busca preservar a partir da salga, é um patrimônio local.

“É conhecida como a melhor carne de sol do Brasil. Minha família sempre teve mercearia, o pessoal pedia muito que a gente fizesse, tinha uma procura por essa carne de Sol, então meu irmão criou um boteco na Asa Sul, o Rio Grande,que servia”, relembra.

Mas a vontade era de ter o próprio estabelecimento, que foi aberto
em 1979 em um pequeno ponto na W3 Norte, que rapidamente virou reduto dos nordestinos recém-chegados à Brasília.

Na época, já casado com a esposa, Maria do Céo Medeiros Lucena, Rubinho saiu para jantar com amigos no extinto restaurante Augusto, na 107 Sul.
“Fiquei sabendo que o lugar estava à venda, e foi minha oportunidade”.

Em 7 de setembro de 1980, era inaugurado o segundo restaurante Xique Xique, que opera desde então no mesmo endereço e em mais duas unidades, na Asa Norte e em Águas
Claras. O nome Xique Xique vem da planta Pilosocereus gounellei, cacto típico da caatinga da região Nordeste, que possui flores grandes, brancas ou esverdeadas, que se abrem à noite para serem polinizadas por insetos e aves noturnas.

A casa se dedica a servir carne de Sol há mais de 4 décadas em porções fartas e com acompanhamentos característicos.

A “Completa” carne de sol, feijão de corda, mandioca,paçoca, arroz, manteiga de garrafa e cheiro verde é o carro chefe desde o início.

“Servimos de forma única. Temos raízes nordestinas, mas somos orgulhosamente brasilienses!”,
afirma Robson Lucena, filho de Rubinho.

Após passar a infância entre as mesas e a cozinha, Robson optou por cursar administração com foco em hotelaria para dar continuidade ao legado familiar.


“Ele está indo muito bem!”, orgulha-se Rubem. Aos 74 anos, ele continua no dia a dia do restaurante, que é um ponto de encontro de clientes cativos e amigos de longa data.

“Todo dia tem um amigo meu aqui. Se eu ficar em casa, eu enferrujo!”, brinca.

Curiosamente, apesar do grande sucesso no ramo, Rubinho não é muito afeito às panelas.


“Não sei cozinhar um ovo! Mamãe não admitia homem na cozinha, acho que é um costume de lá. Mas só de olhar eu sei se um prato está no padrão, se está como deve ser ou se precisa voltar para a cozinha”, garante.

E o controle de qualidade e padronização certamente são ingredientes preciosos na receita
de sucesso do restaurante.

“Produzimos toda a nossa carne de sol, com controle de temperatura e umidade, usando apenas o coxão mole. É o prato mais pedido, é o prato que
eu não enjoo”, revela Rubinho. E, pelo visto, nem os brasilienses

A força do pensamento crítico: o valor de questionar para crescer

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José Adenauer Lima
Formado em economia, com pós-graduação em Estratégia pela ADESG. Especialização em filosofia clássica.Trabalha no Poder Legislativo do DF há 32 anos nas áreas de orçamento público e processo legislativo.

“Seja um pensador livre e não aceite tudo o que ouve como verdade. Seja crítico e avalie as coisas nas quais você acredita.” Essa frase atribuída a Aristóteles é uma verdadeira chamada para a liberdade intelectual e a autonomia do pensamento. Na sociedade atual, onde somos bombardeados por informações e opiniões de todos os lados, a habilidade de questionar e avaliar criticamente é um dos recursos mais valiosos que podemos desenvolver.
O pensamento crítico é mais do que simples dúvida ou rejeição das ideias alheias; ele é uma prática de análise cuidadosa, onde refletimos sobre o que nos é apresentado. Aristóteles, em seus escritos, sempre ressaltou a importância do raciocínio como um caminho para o conhecimento verdadeiro. Segundo ele, a mente humana deve ser uma “tabula rasa” — uma lousa em branco, pronta para registrar ideias, mas que também deve saber analisá-las antes de aceitá-las. Essa análise crítica é essencial não apenas para o autoconhecimento, mas para a construção de uma visão de mundo sólida e própria.
O ato de questionar é como um farol que ilumina o caminho do autodesenvolvimento. O filósofo Sócrates, por exemplo, tinha como lema “conhece-te a ti mesmo” e acreditava que questionar era a chave para o verdadeiro entendimento. Ele usava a “maiêutica” — uma técnica de diálogo que levava as pessoas a refletirem profundamente sobre o que pensavam ser verdade. Essa prática não apenas expandia o entendimento dos outros, mas também desafiava suas certezas, impulsionando-os a rever e a fortalecer suas convicções. Questionar é, portanto, um ato de coragem, pois nos força a enfrentar o desconforto de não saber ou de, possivelmente, estar errado.
Em termos práticos, essa abordagem pode ser aplicada no dia a dia. Pense em uma notícia que aparece em seu feed de redes sociais. Antes de compartilhar ou absorver como verdade, vale a pena investigar mais sobre a fonte, o contexto e os interesses por trás da informação. A mídia, o marketing e até mesmo as redes sociais moldam narrativas que muitas vezes carregam vieses e interesses próprios. Portanto, ao exercitar o pensamento crítico, não estamos apenas buscando a verdade, mas nos defendendo de influências que possam nos limitar.
A Bíblia também reforça a importância de discernir e de questionar com sabedoria. Em 1 Tessalonicenses 5:21, Paulo aconselha: “Examinem todas as coisas e retenham o que é bom”. Esse conselho nos incentiva a não aceitar passivamente tudo o que ouvimos, mas a testar e refletir sobre cada informação. Retendo apenas o que é bom, somos capazes de construir uma fé mais sólida e uma visão de vida mais madura, baseada em princípios que fazem sentido para nós, e não apenas em dogmas impostos.
Para fortalecer o pensamento crítico, podemos adotar algumas práticas: ler sobre temas variados e buscar fontes diversas nos permite enxergar o mesmo assunto de ângulos diferentes. Ter uma atitude de curiosidade constante, e não de conformidade, nos transforma em eternos aprendizes, dispostos a ajustar nossas crenças conforme adquirimos novas informações. Além disso, dialogar com pessoas que têm perspectivas diferentes das nossas enriquece nossa compreensão e nos desafia a ver o mundo com mais profundidade.
Portanto, ser um “pensador livre”, como sugere Aristóteles, é um convite para viver com autenticidade e integridade. Em vez de simplesmente aceitar as verdades alheias, podemos construir nosso próprio entendimento, baseado em nossa experiência e reflexão. Afinal, o verdadeiro aprendizado vem quando nos permitimos questionar, entender e, acima de tudo, crescer.

O que te preocupa te escraviza: como libertar-se das correntes invisíveis da mente

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José Adenauer Lima
Formado em economia, com pós-graduação em Estratégia pela ADESG. Especialização em filosofia clássica.Trabalha no Poder Legislativo do DF há 32 anos nas áreas de orçamento público e processo legislativo.

É incrível como preocupações podem moldar nosso comportamento e roubar nossa paz. Quando uma preocupação se instala, ela parece se infiltrar em cada pensamento e ação, controlando nossas decisões e nos transformando em reféns de nossos próprios medos. Essa ideia de que o que nos preocupa nos escraviza é profundamente verdadeira, e é uma reflexão que filósofos, psicólogos e até textos sagrados nos alertam há séculos. A preocupação pode, literalmente, ser uma prisão mental que construímos para nós mesmos.
Em Filipenses 4:6, a Bíblia aconselha: “Não andeis ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplica, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus.” Aqui, o apóstolo Paulo aponta para uma forma de libertação: a confiança no processo divino, em vez de se prender ao medo do que não se pode controlar. É uma sabedoria profunda, porque ao libertar a mente das angústias, libertamos também nosso espírito e nossa capacidade de agir com clareza.
Do ponto de vista filosófico, o pensador grego Epicteto, que era um dos principais filósofos estoicos, dizia que “o que perturba os homens não são as coisas, mas os julgamentos que fazem delas.” Para ele, a escravidão da mente nasce dos próprios pensamentos, especialmente quando permitimos que esses pensamentos se tornem preocupações constantes e desgastantes. Não é o acontecimento em si que gera essa angústia, mas sim a interpretação que escolhemos dar a ele. Isso nos coloca no papel de responsáveis pelas cadeias que nos prendem.

Viver debaixo do peso das preocupações também traz impactos físicos. A psicologia moderna fala sobre o estresse crônico e o impacto que ele gera no corpo. Quando o cérebro está constantemente em alerta, o sistema nervoso entende que precisa manter o corpo em estado de “luta ou fuga”, liberando hormônios como o cortisol. Esse processo causa não apenas desgaste mental, mas também doenças físicas, provando que o poder da mente sobre o corpo é profundo. Assim, nos libertar das preocupações é um ato de autocuidado.
Mas como fazer isso? Uma das práticas mais eficazes é a mudança da mentalidade para uma visão de gratidão e aceitação, substituindo o medo da incerteza por confiança e serenidade. Viktor Frankl, psiquiatra e sobrevivente do Holocausto, ensinou que “entre o estímulo e a resposta há um espaço. Nesse espaço está o nosso poder de escolher a nossa resposta. Na nossa resposta reside o nosso crescimento e a nossa liberdade.” Aqui, Frankl toca na essência da liberdade mental: a capacidade de reagir com serenidade ao que nos preocupa, entendendo que a escolha está sempre em nossas mãos.

Práticas como a meditação e o mindfulness também têm se mostrado poderosas para aliviar a mente das preocupações. Ao trazer a atenção ao momento presente, deixamos de lado a preocupação com o futuro. Afinal, muitas de nossas ansiedades se relacionam com eventos que talvez nunca aconteçam. Quando vivemos o presente, libertamos a mente dessas ilusões de controle e nos permitimos viver com mais leveza e consciência.
Ao final, a liberdade de uma mente sem preocupações está na capacidade de aceitar a incerteza da vida. A verdadeira sabedoria está em reconhecer que nem tudo está sob nosso controle, e que essa liberdade de se desapegar das angústias é, na verdade, a chave para uma vida plena. Quando compreendemos que as preocupações são construções da nossa própria mente, abrimos espaço para a paz interior.

Então, ao invés de ser escravo das suas preocupações, tente ver o que realmente importa no agora, no que está ao seu alcance. Afinal, o que nos escraviza só existe se permitirmos. Ao desconstruir essas prisões internas, encontramos a verdadeira liberdade.

Eixo Monumental

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DF recebe exposição fotográfica de Adriana Bittar 

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As fotografias podem ser vistas no Espaço Oscar Niemeyer, localizado no complexo da Praça dos Três Poderes, a partir de 9 de dezembro

A fotógrafa Adriana Bittar apresenta sua nova exposição, Dentro, no icônico Espaço Oscar Niemeyer, a partir de 9 de dezembro. Com entrada gratuita, a mostra convida o público a uma jornada visual pela rica biodiversidade brasileira, promovendo uma reflexão profunda sobre nossa relação com o meio ambiente.

A exposição, contemplada pela Lei Rouanet, faz parte do projeto A Cor da Gente, que inclui também o lançamento de um livro e um curso de conscientização ambiental. Através de suas lentes, Adriana Bittar captura a beleza e a fragilidade da natureza, convidando o espectador a uma imersão sensorial em paisagens exuberantes e encontros com a fauna e flora brasileiras.

Além de Brasília, a mostra pretende passar por Goiânia e Anápolis, cidade natal da fotógrafa, a partir de janeiro.

Um olhar sensível e engajado

Com um olhar atento e respeitoso a biomas como o Cerrado, a Amazônia e o Pantanal, a artista revela a potência e a fragilidade da natureza, denunciando os impactos da ação humana e propondo uma reflexão sobre a importância de preservar nossos ecossistemas.

De acordo com a curadora do projeto, Débora Duarte, a artista tem a  capacidade de estabelecer uma conexão profunda com aqueles que encontra, revelando a beleza e a complexidade da vida em suas diversas formas de organização. “As fotografias de Adriana Bittar não se limitam à beleza estética, carregam, antes de tudo, um sentido de urgência e denúncia diante da destruição ambiental instaurada pelos povos da mercadoria”, destaca.

Uma experiência imersiva

A exposição ocupa o Espaço Oscar Niemeyer, um dos mais importantes marcos arquitetônicos de Brasília, proporcionando um ambiente ideal para a apreciação das obras. As fotografias, impressas em alta qualidade, convidam o público a uma experiência imersiva, despertando os sentidos e a consciência ambiental.

O livro

As imagens também poderão ser vistas na publicação que leva o mesmo nome da exposição. O livro Dentro é composto por mais de 100 fotografias, impressas em papel importado, preto e branco,  e apresenta-se como um convite à reflexão sobre a nossa relação com o mundo. O lançamento da obra será junto com o lançamento da exposição.

Adriana Bittar

Fotógrafa nascida em Anápolis (GO), artista visual, cerratense nata. Autodidata na investigação da fotografia desde a sua adolescência, momento em que encontrou na câmera uma forma de instaurar sua poética acerca do mundo, principalmente a partir das suas incursões pela fauna e pela flora do Brasil. Ao longo de sua carreira, ela vem se movimentando pela errância, interessando-se majoritariamente pelos encontros, sendo eles com a natureza, ou com os viventes compartilhantes desta Terra. Há nessa trajetória uma busca incessante por manter latente a sua inquietação inicial de singularizar uma composição estética, ao mesmo tempo em que reitera uma urgência nas questões de preservação ambiental, por meio das imagens que, a partir dessas elaborações, demarcam a linha tênue entre a beleza que ainda nos resta e a sua total extinção.

SERVIÇO

Exposição fotográfica Dentro

De 9 de dezembro de 2024 a 12 de janeiro de 2025

Local: Espaço Oscar Niemeyer – Praça dos Três Poderes Lote J – Brasília/DF

Horário de funcionamento

De terça a sexta, das 9h às 18h

Sábado, domingo e feriado, das 9h às 17h

 

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita