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CasaPark recebe feira orgânica neste sábado (6)

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CasaPark recebe feira orgânica neste sábado (6)

Neste sábado (6), os brasilienses irão usufruir do terceiro dia de feira orgânica com mercadorias da melhor qualidade, vindas diretamente de produtores locais. A Casa Orgânica, uma realização do CasaPark e da Associação dos Produtores Orgânicos do Bioma Cerrado (Agro Orgânica), visa estimular experiências e hábitos saudáveis, facilitando, assim, o acesso a produtos orgânicos certificados.

Os expositores, por sua vez, levarão hortaliças, processados, artesanais, frutas e legumes. A feira acontece no sábado (6), das 9h às 14h, no estacionamento externo da entrada principal do shopping.

SERVIÇO:

O que: 3º dia de Casa Orgânica

Quando: 6 de outubro de 2018

Onde: CasaPark (SGCV Sul lote 22) – estacionamento externo da entrada principal do shopping

Horário: 9h às 14h

Realização: Agro Orgânica

Cettro celebra Outubro Rosa com Frida Galera em Talk Show Pink Power

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Fotos: Luiz Finotti

Cettro celebra Outubro Rosa com Frida Galera em Talk Show Pink Power

Evento trouxe a Brasília Frida Galera, que emocionou o Brasil no programa “Conversa com Bial”. À frente do projeto “Velejando Contra o Câncer”, ela leva pacientes com doença metastática para passeio em um mar de esperança!

Cettro (Centro de Câncer de Brasília) e Vitta (Centro Avançado de Radioterapia) abrem a agenda Outubro Rosa 2018 com o talk show “Pink Power”. O evento aconteceu no teatro do Brasília Shopping, em 02.10, às 19h. No palco estiveram presentes os oncologistas Fernando Vidigal, João Nunes e Elisa Porto, que abordaram temas como detecção precoce do câncer de mama e avanços da medicina personalizada.

A convidada especial da noite foi Elfriede Galera. Frida, como é conhecida, por emocionar o Brasil recentemente, em participação no programa “Conversa com Bial”. Diagnosticada com câncer de mama estágio 4 em 2010, chegou a ser desencorajada a buscar assistência dado ao fato da doença ter se disseminado para outros órgãos. Aos 62 anos e em tratamento, Frida é enfática: “Nesses oito anos já realizei muitos sonhos”. Um deles é o projeto “Velejando Contra o Câncer”, que visa proporcionar a portadoras de câncer metastático um dia livre da doença em passeio pela região de Ilhabela, Paraty, Angra e Ilha Grande (RJ). Junto com o marido, Jadyr, ela também realiza a palestra “Velejando Num Mar de Esperança”.

Fotos: Luiz Finotti

Celebrado mundialmente, o movimento Outubro Rosa lança luz sobre a necessidade da detecção precoce do câncer de mama. Para o oncologista João Nunes, do Cettro, a iniciativa tem cunho educacional e de conscientização: “A campanha alerta sobre a magnitude do problema e como ele pode ser enfrentado da forma mais eficaz possível. Nunca é demais destacar que se trata de uma doença curável principalmente em fases iniciais”. Em 2018 são esperados 59 mil novos diagnósticos no Brasil.

I Love é o nome do próximo disco do Natiruts que está previsto para o final de 2018.

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I Love é o nome do próximo disco do Natiruts que está previsto para o final de 2018. Antes do lançamento do álbum completo, a banda apresenta um bundle(termo do mercado fonográfico que designa dupla de singles).

São dois reggaes que abordam o tema da felicidade: “Hoje eu Quero Ouvir”, com os sopros bem marcados e pegada roots. “Deriram” tem um refrão marcante e ótimos solos de guitarra com uma levada bem brasileira.

Escute:
https://smb.lnk.to/NatirutsBundle1

Reggaeira pesada neste segundo lançamento que sai dia 05 de outubro (sexta-feira) e que precede o oitavo disco de inéditas do combo brasiliense. A arte do bundle é do goiano Hal Wildson – vale uma visita ao site do artista plástico, que tem o amor e a natureza como temas centrais de suas imagens orgânicas.

 

O disco I Love foi produzido por Alexandre Carlo no estúdio Zeroneutro, em Brasília. O primeiro single já lançado é “Serei Luz” com participação especial do cantor Thiaguinho. Assista ao clipe.

www.natiruts.com

Defensores da comida sem agrotóxico conquistam os eleitores

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Defensores da comida sem agrotóxico conquistam os eleitores

 

Pesquisas demonstram que os brasileiros estão cada vez mais conscientes quanto ao mal que o agrotóxico provoca em sua saúde e que os políticos podem influenciar na quantidade de veneno que consumimos, aprovando ou não leis para proteção da sociedade.
A população demonstra que a mudança é necessária e que na hora do voto, parlamentares que no congresso apoiam as indústrias que geram os produtos que afetam nossas vidas e nosso bem-estar, estarão excluídos.
Ao longo dos últimos anos, apesar de não ser explicito para muitas pessoas, a nação entendeu que além de acabar com a fome, a miséria também está na falta de acesso à cultura, a saúde e a promoção da cultura da paz.
Entre os dias 13 e 16 de agosto foi realizada uma pesquisa inédita, pela Aliança de Controle do Tabagismo, que mostra que 89% dos entrevistados dizem que não votariam em um candidato que apoie as indústrias de agrotóxicos no Brasil. Àqueles que apoiam as indústrias de tabaco são rejeitados por 85%. Também não aceitam os legisladores pelas armas e álcool, é o que aponta 80% e 71% da pesquisa, respectivamente.


Atualmente, duas das maiores bancadas do Congresso Nacional atual defendem essas industrias. A “bancada da bala” tem 299 deputados e a bancada ruralista que defende os agrotóxicos 227 deputados e 27 senadores. Graças ao forte lobby e investimento destas industrias, em 2014 92% rejeitava as armas, este índice de rejeição caiu e atualmente sobe novamente. As armas só são boas para quem as vendem. Mais ninguém ganha com as mutilações e a morte.
O problema da violência é complexo. Há aqueles que colocam armas na nossa cabeça e outros que colocam veneno no nosso prato. Estas são duas formas, uma mais explicita e outra menos. Mas graças as campanhas intensas que temos feito, nos últimos tempos, a população está mais atenta.
Para combater a indústria do agrotóxico, além de proibir o uso no país, é importante introduzir a questão da alimentação orgânica e promover o fortalecimento da agricultura familiar. Temos que ampliar a aquisição de alimentos orgânicos para toda a merenda escolar no Brasil, hospitais e clínica para combater essa cultura do agrotóxico. A alimentação saudável é o nosso melhor remédio. Por outro lado, o agrotóxico causa doenças como câncer, Alzheimer, impotência, além de gerar a depressão e contribuir para o suicídio.
Entendemos que a agroecologia é um caminho de alimentação saudável. Muito países já estão livres dos venenos da comida como a Dinamarca. É possível a realização de uma transição no país, capacitando os agricultores e produtores rurais a manejarem suas terras sem agrotóxicos, criando zonas livres e em breve estar totalmente desvinculados destas multinacionais que exploram nosso capital e prejudicam a nossa vida.
Um dos presidenciáveis, questionado esta semana pela imprensa, afirmou que “a questão da alimentação saudável é um assunto que o interessa muito. Lembrou que, no período em que comandou o Ministério da Educação, criou um programa que determinou que 30% dos alimentos usados na merenda escolar tinham que ser adquiridos da agricultura familiar. Segundo ele, caso vença a disputa pelo Palácio do Planalto, pretende ampliar esse percentual de compra de alimentos de agricultores familiares. Outros dois incluíram este tema em suas pautas, pois esta questão: o combate do agrotóxico no país, passou a ser item de todas as pesquisas de identificação de perfis de candidatos divulgadas pelos diversos aplicativos.


Cristina Roberto é cozinheira, empreendedora, ativista cultural e defensora de alimentação segura e saudável e candidata a deputada federal, pelo distrito federal.

A cultura é alavanca de progresso e do pensar de um povo.

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A cultura é alavanca de progresso e do pensar de um povo.
A falta de compreensão dos governos quanto a importância da cultura prejudica o país e o impede de se estabelecer com competência, inclusive no contexto econômico.
Por meio da cultura proporcionamos ao povo sonhar, criar, interagir, se expressar, gerar empregos e renda, se educar, compreender a diversidade e reduzir a violência e os preconceitos.
Neste momento, que estamos buscando novos rumos para o país, precisamos investir mais na cultura, pois o projeto político que queremos tenta construir uma lógica de sociedade mais humana, com mais amor, mais respeito, com a inclusão de toda nossa diversidade.
É preciso levar o acesso à cultura a todas as classes sociais e a todos os locais de nosso país, bem como valorizar as diversas expressões culturais deste Brasil de dimensões continentais.
Para que isso aconteça é necessário intensificar o diálogo dos agentes culturais com outros setores como educação, saúde, ciência e tecnologia, bem como, com a comunicação, esporte, economia e turismo, ampliando a compreensão da sociedade sobre o seu papel como dispositivo de desenvolvimento.
Trata-se de um setor pouco privilegiado no orçamento. Atualmente é aportado 0,04% do orçamento na União na Cultura. Nos anos dos governos democráticos e populares, chegamos a ter o dobro de dotação. Mas precisamos chegar aos índices sugeridos pela Unesco de 1% do PIB. Esta realidade precisa ser modificada.
Os brasileiros não estão habituados aos programas de incentivo à cultura como o mecenato e empresas com interesses de marketing cultural se apoderam dos recursos, o que deixa projetos populares ou os mais experimentais de fora.
É urgente que o sistema de financiamento seja aperfeiçoado e desburocratizado. Assim como, aproximar o produtor do seu público, criando condições para que participem de um sistema de circulação com acesso a pontos públicos de exibição, avaliando resultados e estimulando a comunidade a desenvolver seu potencial, pela formação de públicos e preparação de profissionais.
O fortalecimento da gestão é fundamental. Implica recuperação do MinC, que sofreu várias ações de desmonte. É preciso descentralizar a gestão, valorizar o funcionalismo e tonificar as fundações, autarquias e o Fundo Nacional de Cultura.
O Ministério deve ter sua atuação nacional assegurada. Temos que garantir sua representação efetiva nos estados, assim como o fortalecimento da Funarte, Iphan, Ibram, Ancine, do Instituto Nacional dos Museus e das Fundações Biblioteca Nacional, Casa de Rui Barbosa e Cultural Palmares.
É o momento de pensar a construção de uma Política Nacional para Artes e Cultura, com a participação da comunidade artística, garantindo condições de pesquisa, desenvolvimento de linguagem e investimentos em criação. É importante criar fóruns para as interfaces com os diversos setores, definindo linhas que democratizem arte e cultura.
O investimento na cultura digital é outro ponto importante. A criação de telecentros comunitários, onde crianças e jovens possam interagir com realidades distintas das suas, contemplando aprendizado, jogos, pesquisas, trocas, conversas, relacionamentos e criatividade.
Temos que fomentar a construção de centrais de produção multimídia, que permitam a grupos organizados dominar novas tecnologias de comunicação e informação.
A revolução digital está modificando a forma de se pensar cultura, arte e comunicação, mas ainda está longe de grande parte da população. Esta exclusão perpetuará desigualdades.
Na transversalidade entre Cultura, Comunicação, Arte, Ciência e Tecnologia, há verdadeiros universos que demandam atenção, políticas e normatização, como é o caso dos desenvolvedores de jogos, que contam com o mercado milionário dos Gamers, em franca expansão.
O meio cultural e suas expressões constituem espaço decisivo para lutas voltadas às liberdades individuais, direitos civis, contra o racismo, misoginia, machismo, LGBTI fobia, intolerância e avanço de agendas conservadoras.
Nossa pluralidade tem que ser afirmada, conhecida e respeitada. A cultura é o modo de vida e expressão de um povo, elemento central e estratégico para o desenvolvimento.

Cristina Roberto  Cozinheira, empreendedora, ativista cultural e defensora da alimentação segura e saudável.

Novos ares no Nikkei Brasília

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Novos ares no Nikkei Brasília

Empresário Oswaldo Scafuto assume operação do restaurante, agora, nipo-contemporâneo

 

O Nikkei Brasília (Orla do Lago) está sob nova direção! Dono do Santé 13, o empresário Oswaldo Scafuto acaba de assumir a casa. O estabelecimento, que antes adotava a culinária nipo-peruana, agora, tem como carro-chefe, a gastronomia nipo-contemporânea. Com vista privilegiada, cardápio e carta de vinhos repaginados, o estabelecimento promete ser o novo point da capital.

A mudança começa pelo chef da casa. Comandante da cozinha do Santé 13, Divino Barbosa traz a sofisticação e a riqueza de sabores do restaurante nas suas criações de pratos quentes. E, para quem ama um sushi de qualidade, Gel Messias oferecerá o melhor da gastronomia japonesa.  “A ideia é oferecer uma nova experiência aos clientes, desde a gastronomia até a ambientação. Vou trazer a excelência em atendimento que já usamos no Santé 13 para o Nikkei, essa é uma das principais metas, que todos aproveitem ao máximo tudo que vamos oferecer. Buscamos explorar mais a experiência na cozinha nipônica com a pegada nikkei, demos uma ampliada na parte fria peruana e agregamos a culinária contemporânea para oferecer maior variedade aos visitantes”, explica Oswaldo.

O cardápio é composto por entradas tradicionais, especiais, com a assinatura do chef, ceviches, tiraditos, sashimis, rools, temakis, combinados, robatas, saladas, pratos kids, pratos quentes da cozinha japonesa e contemporânea, especial do mês e sobremesas.

Destaque para as Bruschettes de Polvo Marinado (polvo ao vinagrete Divino – R$39), o Camarão & Abobrinha (grelhados ao molho curry, com espaguete de abobrinha e shitake salteados no vinho branco – R$79), o Filé Mignon au Poivre (grelhado ao molho poivre com gratin de baroa e crocante de cebola – R$78) e o Colorful Tuna (atum selado, envolto em gergelim colorido ao molho de maçã verde e aspargos processados com risoto negro e pimenta dedo-de-moça – R$98).

A carta de drinques será um charme à parte: as bebidas levam a assinatura do mixologista Victor Quaranta. Já a carta de vinhos, ganha maior variedade e melhor custo-benefício. E tem mais: a casa contará com uma programação musical com shows ao vivo na varanda.

A decoração ficou por conta do prestigiado escritório de arquitetura, Maai Arquitetura. Com vista para o lago, em qualquer ponto do estabelecimento, o Nikkei Brasília está dividido em três ambientes: interno térreo, onde o cliente pode se sentar em frente à área de produção de sushi, em um espaço climatizado, com pouca luz e música boa; varanda térreo, com vista para a terceira ponte, de frente para o bar da casa, com menos luz e mais música; e o mezanino, um lugar reservado, indicado para receber grupos maiores e preparado para eventos.  O local comporta 170 pessoas no térreo e mezanino, e 80 no rooftop.

 

Serviço

Endereço: St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 2

Telefone: 2099-2461

Horário de funcionamento : segunda, de 19h à 0h; terça, de 12h às 15h e de 19h às 0h; quarta, de 12h às 15h e de 19h às 0h; quinta, de 12h às 15h e de 19h às 0h; sexta, de12 às 15 e de 19h à 01h

Formas de Pagamento: dinheiro e cartão (qualquer bandeira)/ não aceita tickets de alimentação

Wi-fi

Fraldário nos banheiros masculino e feminino

Manobristas